Algumas frases aterradoras contidas no livro de Thomas Piketty

Vários artigos, inclusive na grande mídia, já foram escritos comentando os vários erros teóricos, bem como as flagrantes manipulações de dados, encontrados no livro-sensação do momento, Capital no Século XXI, do francês Thomas Piketty. 

O Financial Times, por exemplo, descobriu que o livro contém dados que foram deliberadamente adulterados.

Juan Ramón Rallo decidiu testar empiricamente a tese central propagandeada pelo livro — a de que a riqueza dos bilionários aumenta quase que por inércia, a uma taxa maior que a do crescimento da economia — e também descobriu que ela não se sustenta

E Hunter Lewis mostrou que os dados utilizados por Piketty não apenas foram erroneamente interpretados por ele como também, e ainda pior, são baseados em extrapolações criadas pelo próprio autor.

Meu intuito aqui é outro: quero chamar a atenção para o estupefaciente ódio à propriedade privada e aos básicos direitos à privacidade financeira que permeia todo o livro.  A maneira mais rápida de fazer isso é simplesmente reproduzindo algumas das mais aterradoras frases contidas no livro, as quais vão logo abaixo.

À medida que você for lendo as frases abaixo, lembre-se de que o livro de Piketty vem sendo celebrado por toda uma gama de intelectuais progressistas, os quais, mesmo quando eventualmente o criticam pontualmente — como fez Larry Summers, ex-secretário do Tesouro de Bill Clinton —, fazem questão de ressaltar que o livro é simplesmente maravilhoso. 

O motivo de tais intelectuais estarem dispostos a relevar os vários erros metodológicos, teóricos e empíricos encontrados no livro é simplesmente porque eles endossam o espírito do livro.  E quando você finalmente entender qual é exatamente esse espírito, você ficará extremamente preocupado quanto ao futuro.  Apenas leia o material coletado.

"Impostos não são uma questão técnica.  Impostos são, isso sim, uma questão proeminentemente política e filosófica, talvez a mais importante de todas as questões políticas.  Sem impostos, a sociedade fica destituída de um destino comum, e a ação coletiva se torna impossível." (p. 493)

"Quando um governo tributa um determinado nível de renda ou de herança a uma alíquota de 70 ou 80%, o objetivo principal obviamente não é o de aumentar as receitas (porque essas altas alíquotas nunca geram muita receita).  O objetivo é abolir tais rendas e heranças vultosas, as quais são socialmente inaceitáveis e economicamente improdutivas..." (p. 505)

"Nossas descobertas [de Piketty e de seus co-autores] possuem importantes implicações para o grau desejável de progressividade tributária.  Com efeito, elas indicam que impor alíquotas confiscatórias sobre as altas rendas não apenas é possível como também é a única maneira de acabar com os aumentos observados nos altos salários.  De acordo com nossas estimativas, a alíquota ótima de imposto de renda para os países desenvolvidos é provavelmente uma maior que 80%." (p. 512)

"Uma alíquota de 80% aplicada a receitas maiores que US$500.000 ou US$1 milhão por ano não traria ao governo muito em termos de receita, pois ela rapidamente alcançaria seu objetivo: reduzir drasticamente as remunerações, mas sem reduzir a produtividade da economia, de modo que os salários subiriam a níveis menores". (p. 513)

"O propósito primário dos impostos sobre ganhos de capital não é o de financiar programas sociais, mas sim o de regular o capitalismo.  A meta é, em primeiro lugar, acabar com o contínuo aumento na desigualdade de renda, e, em segundo lugar, impor uma regulação efetiva sobre os sistemas bancário e financeiro para evitar crises." (p. 518)

"[A transparência financeira associada ao imposto global proposto por Piketty] iria gerar preciosas informações sobre a distribuição de riqueza.  Os governos nacionais, as organizações internacionais, e os institutos de estatística ao redor do mundo iriam pelo menos ser capazes de produzir dados confiáveis sobre a evolução da riqueza global... [Os cidadãos] teriam acesso a dados públicos sobre fortunas, cujas informações seriam fornecidas por lei.  Os benefícios para a democracia seriam consideráveis: é muito difícil ter um debate racional sobre os grandes desafios enfrentados pelo mundo atual — o futuro do estado de bem-estar social, os custos da transição para novas fontes de energia, o tamanho do estado em países desenvolvidos, e muito mais — porque a distribuição global de riqueza continua muito opaca." (pp. 518-519)

"Um imposto de 0,1% sobre o capital não seria apenas mais um imposto; ele teria, acima de tudo, o intuito de ser uma lei que obriga o relato compulsório de informações pessoais.  Todos seriam obrigados a divulgar informações sobre a natureza de seus ativos para as autoridades financeiras mundiais.  Só assim poderão ser reconhecidos como os proprietários legais daquilo que possuem..." (p. 519)

Referindo-se à necessidade de se abolir todos os paraísos fiscais por meio da obrigatoriedade de especificar todos os seus ativos às autoridades globais: "Ninguém tem o direito de determinar suas próprias alíquotas de impostos.  Não é certo que indivíduos enriqueçam por meio do livre comércio e da integração econômica, obtendo lucros à custa de seus vizinhos.  Isso é roubo puro e descarado." (p. 522)

"Se, amanhã, alguém descobrir em seu quintal um tesouro maior do que toda a riqueza existente em seu país, seria correto aprovar uma emenda constitucional para que esta riqueza seja redistribuída de uma maneira mais sensata (é o que devemos desejar)." (p. 537)

"Na África, a saída de capitais sempre excedeu o influxo de ajudas estrangeiras.  Não há dúvidas de que foi algo bom vários países ricos terem impetrado medidas judiciais contra líderes africanos que saíram de seus respectivos países com grandes fortunas.  Porém, seria algo ainda mais proveitoso criar uma instituição de âmbito global voltada para a cooperação tributária e para o compartilhamento de dados com o objetivo de permitir que os países da África e de outros continentes descubram essas pilhagens de maneira mais sistemática e moderna, especialmente quando se leva em conta que empresas internacionais e acionistas de todas as nacionalidades são, no mínimo, tão culpados quanto as inescrupulosas elites africanas.  De novo, a transparência financeira e um imposto global e progressivo sobre o capital são a solução correta."  (p. 539)

"Do ponto de vista do interesse geral e do bem comum, é preferível tributar os ricos a tomar emprestado deles." (p. 540)

Essas frases revelam que Piketty na realidade não tem nenhum interesse em apenas aumentar as receitas dos governos com seus esquemas tributários; o que ele realmente quer é acabar de uma vez por todas com a formação de fortunas.

Para finalizar, um alerta a todos que ainda prezam valores ultrapassados como privacidade financeira e estado de direito: preocupem-se.  Piketty e todos aqueles que estão tecendo louvores a seu livro não têm a mais mínima consideração pela maneira como uma pessoa construiu sua fortuna.  Não importa se você trabalhou duro, poupou e foi um corajoso empreendedor.  Tudo será confiscado.  Eles, aliás, nem sequer têm "planos nobres" para como irão utilizar toda a propriedade que pretendem confiscar — o objetivo é apenas o de garantir que uma pessoa rica deixe de ser rica. 

Se você for razoavelmente rico, é melhor se tornar amigo de Piketty e sua turma, e bem rápido.  Talvez assim eles permitirão que você mantenha pelo menos uma fatia de suas propriedades.

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Leia também:

Thomas Piketty e seus dados improváveis

O que houve com os ricaços da década de 1980?


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SOBRE O AUTOR

Robert P. Murphy

é Ph.D em economia pela New York University, economista do Institute for Energy Research, um scholar adjunto do Mises Institute, membro docente da Mises University e autor do livro The Politically Incorrect Guide to Capitalism, além dos guias de estudo para as obras Ação Humana e Man, Economy, and State with Power and Market.  É também dono do blog Free Advice.




O IR se encontra todo desonesto. Em principio não se exclui uma só pessoa que não teria direito de buscar todo o seu imposto ou parte dele contra a Receita. Só possui forma e aspecto de honesto. Em primeiro lugar a declaração desenvolvida não abrange situações individuais. Estaria ferindo o principio da individualização do tributo ou capacidade tributária. Mais do menos, não combina os ítens da cesta básica, nem as garantias da saúde, dando um tiro ao vento, alvejando quem possa. Em faixas menores desatende ao principio constitucional do piso mínimo legal.É valentemente ou leão contra a distribuição de renda, pois fixa e presume gastos com educação de parcela dedutiva não real. Só exemplo e o mesmo vale para vários itens. Covarde, o IR financia trapaças dos economicamente mais fortes, vertendo isenções de todo gênero, fazendo gracinhas a título de incremento ao desenvolvimento. Atua como bancos, pegando o dinheiro dos desfavorecidos, e atua como os salários de países pobres, não havendo igualdade de direitos e proporcionalidade nas bocadas. As declarações obrigatórias anualmente são falaciosas e preguiçosas invertendo o ônus da prova, o que contraria o principio da dignidade humana. Se torna medida de Príncipe, não permitida pela Constituição Federal, existente somente em casos de graves prejuízos à ordem econômica e social, o que seria só permitido com o respaldo do congresso. Para quebrar um pouco essa fuga dos objetivos éticos de Estado, até se poderia cogitar da sua apresentação de cinco em cinco anos. É feito guerra,e possui até armísticio pois dispo e de uma série de princípios que permite o ladrão sair pela porta da frente, via atitudes de prescrições e decadência. Só governos e juristas sabem engendrar um galope desses.
Sim, é o poder de compra. E apenas o poder de compra.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=2402

Fluxos cambiais atípicos afetam o câmbio no curtíssimo prazo, coisa de um dia. No longo prazo, o que determina o câmbio é pura e simplesmente o poder de compra.

Prova empírica disso é que, em 2015, o fluxo cambial para o Brasil foi positivo, mas o dólar subiu de 2,30 para 4,20.

br.reuters.com/article/businessNews/idBRKBN0UK1WC20160106
"Leila 10/11/2016 14:38
Cobrança de impostos realmente atrapalha a economia.
"

Prove! Prove com raciocínios lógicos e não com argumentos emotivos. A linha de raciocínio de Hope em
The Economics of Taxation é que o imposto atrapalha a formação de longas cadeias de produção, partindo do pressuposto que o produtor arca com o custo do imposto. Eu aceito esse argumento, mas há uma ligação direta em aceitar esse argumento e aceitar a existência da mais-valia. Quando você lê o artigo de Hope, e por alguns instantes pensa na mais-valia, verá que tem uma grande semelhança com os argumentos de Karl Marx. Ora, se existe a mais-valia, uma sociedade sem imposto não estará livre da coerção econômica. Logo, o imposto se justifica por si.
Essa é pra você, Dementador:

Em 2015, a Seguridade Social recebeu R$ 2,5 bilhões em repasses das loterias da Caixa para garantir benefícios previdenciários.

www.loterias.caixa.gov.br/wps/portal/loterias/landing/repasses-sociais/

Como disseram os outros acima -- para desespero seu -- toda a conta do Seguridade Social só fecha por meio do desvio de rubricas.

Eu sabia que a Previdência era deficitária, mas eu jurava que a Seguridade Social era superavitária. Nem isso.

ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • Gustavo Ramos  30/05/2014 12:23
    O livro de Piketty é apenas mais do mesmo. É a velha maneira Marxista de equalizar os homens, tornando-os todos miseráveis.
  • Hudson  30/05/2014 12:25
    É muito besteirol pra um livro só...
  • Roger  30/05/2014 12:29
    Ou seja, podemos resumir a 'existência funcional' de Thomas Piketty em ser somente mais um bispo (com vistas a ser promovido à cardeal) da religião socialista?

    Minha resposta: SIM!
  • Pobre Paulista  30/05/2014 12:46
    Parei de ler no meio, me deu enjôo.
  • Rodrigo  30/05/2014 23:59
    Idem!
  • Geraldo Andrade  30/05/2014 12:53
    Não é que a Ayn Rand acertou em cheio? É a história, completinha, contada no livro "A Revolta de Atlas". Realmente, é preocupante.
  • Vinicius Perez  30/05/2014 13:47
    É verdade. Rand coloca personagens bastante caricatos representando os políticos e intelectuais progressistas, mas é incrível que a realidade consegue ser ainda pior!
  • Vinicius Perez  30/05/2014 13:57
    É cômico o tanto de falácias totalmente sem fundamento e o uso de tantos eufemismos idiotas nesse livro. Abolir a construção de riquezas vai manter produtividade? Riquezas são socialmente inaceitáveis??? Uma riqueza concentrada é economicamente improdutiva??? Na era do dinheiro sem valor, ninguém deixa barras de ouro debaixo do colchão, as riquezas estarão em bancos, empresas, investimentos, gerando crédito, empregos, salários... a obra é simplesmente um ataque marxista renovado para a nova geração de idiotas que acreditam no almoço grátis. É um barato como os economistas simplesmente não entendem a própria origem da palavra economia (estudo sobre recursos escassos) e defendem teorias de distribuição de renda, ignorando o fato que a renda distribuída progressivamente vai perder o próprio valor e gerar uma bola de neve de empobrecimento geral.
  • Roy Mustang  30/05/2014 20:00
    Eu assisti o filme no Netflix e não tinha ideia sobre o conteúdo econômico e político do livro. O filme em si é muito lento e cansativo, mas, ele prende a atenção do telespectador mais atento pelos absurdos que desfilam na tela. A insana batalha contra o progresso e desenvolvimento que os protagonistas enfrentam é inacreditável.
  • Gredson  30/05/2014 20:29
    acho que o filme deixou a desejar, eu assisti a parte 1 e a parte 2. quando você lê o livro e assiste ao filme,percebe que muita coisa foi deixada de lado no filme. O filme serve mais como um petisco para atrair para o prato principal: o livro.
  • anônimo  30/05/2014 20:50
    A parte 1 é chata, a parte 2 é melhor, a parte 3...acho que não saiu ainda
  • Diego  09/12/2014 11:09
    que filme é esse? Qual o nome?
  • Tio Patinhas  09/12/2014 11:24
    Creio que estão falando sobre a Revolta de Atlas, mas o livro é bem melhor (uma trilogia na verdade).
  • saoPaulo  09/12/2014 11:34
    atlas shrugged
  • genesis  30/05/2014 12:54
    É um lunático comunista.
  • Ra's Al Ghul  30/05/2014 12:55
    "Se, amanhã, alguém descobrir em seu quintal um tesouro maior do que toda a riqueza existente em seu país, seria correto aprovar uma emenda constitucional para que esta riqueza seja redistribuída de uma maneira mais sensata (é o que devemos desejar)."

    Quem é esse imbecil para dizer "o que devemos desejar"?

    O pior não é errar uma vez, o pior é permanecer no erro. Esses corruptos invejosos continuam com a ideia de que o capitalista gera pobreza, mesmo depois de tudo o que já aconteceu na Cuba e na Russia.

    O que fazer? Será que esse Leviatã é tão grande que aniquilou o nosso direito de legítima defesa? Será que só nos cabe aguardar de 4 em 4 anos para votar em burocratas corruptos?

    Esses invejosos zombam de nossa cara e, por enquanto, pouco ou nada fazemos.





  • Pobre Paulista  30/05/2014 12:55
    Terminei de ler e vomitei.
  • Rene  30/05/2014 12:58
    Assustador o fato de que um louco como este possa continuar divulgando ideias perigosas como esta, e o que é pior, que os holofotes estejam voltado para ele e que ele esteja sendo bajulado no mundo inteiro. Será que os apoiadores dele acreditam mesmo que, se começássemos a espoliar 80% das riquezas dos milionários, a sociedade começaria a crescer por inércia e de repente, todo mundo viveria em mansões, teria uma Ferrari na garagem, passaria as férias nas Bahamas? Acho mais fácil de acreditar que as pessoas que o apoiam acreditam que, se ELES espoliarem 80% das riquezas dos milionários, ELES vão ficar ricos também, e o resto da população que se lasque. Em sociedades comunistas, este é o padrão: O povo morre de fome, e os membros do ParTido desfrutam do luxo que roubaram de quem trabalhou por ele.
  • Cleiton  30/05/2014 13:02
    "Essas frases revelam que Piketty na realidade não tem nenhum interesse em apenas aumentar as receitas dos governos com seus esquemas tributários; o que ele realmente quer é acabar de uma vez por todas com a formação de fortunas."

    Mais que isso. O que ele deseja é a formação de uma ditadura de escala global. Esse sujeito é um psicopata.
  • Vito Fontenelle  30/05/2014 13:25
    "Uma alíquota de 80% aplicada a receitas maiores que US$500.000 ou US$1 milhão por ano não traria ao governo muito em termos de receita, pois ela rapidamente alcançaria seu objetivo: reduzir drasticamente as remunerações, mas sem reduzir a produtividade da economia, de modo que os salários subiriam a níveis menores". (p. 513)

    Isso é estupidez elevada ao quadrado!
  • Arthur Gomes  30/05/2014 13:33
    Impressionante o nível de estupidez desse senhor. Como um besta quadrado consegue ter espaço da mídia. Ele quer confiscar tudo e a todos para promover a riqueza para as pessoas, isso é o comunismo mais puro que existe e ninguém fala nada. É o livro marxista reedita de novo. Como Marx consegue fazer discípulos ao redor do mundo.
    É sempre a velha história a culpa da pobreza do mundo são os ricos do mundo.
    Que nojo e eles ainda possuem reconhecimento, logo este livro estará nos cursos universitário brasileiros como um novo "Galeano" da economia. Um novo olhar sobre o mundo econômico.
    No Brasil a educação já é um lixo com esse nível de dejeto a coisa só tem a pior.
    Veja a USP já perdeu o posto de melhor da América Latina, daqui a pouco vai cair para 5 10 lugar.
  • Ricardo  30/05/2014 14:06
    O livro nada mais é que uma teoria "granschiana" em prática, usa só de termos "economiquez" para dar a impressão de veracidade inquestionável aos mais incautos.
    Besteira querer provar economicamente o imbróglio que malandrão comunista escreve.

    Pessoas assim acabo esclarecendo com a seguinte indagação simples:
    O computador que vc usa, avião, o carro, os remédios, tratamentos, artes e todas as benesses pelo quais os homens inventam, e que nenhum comunista quer se privar, vieram de Cuba/Venezuela/China?

    Não li, não vou ler e se alguém me der queimo!
  • Leandro de Oliveira  30/05/2014 14:20
    Ta tudo errado... mas se começarem a implantar esta regra... podemos pelo menos começar pelas Monarquias Europeias... Depois as famílias que comandam os bancos mundiais?
    Se esta resposta é sim, vamos em frente, mas como sabemos esta é a manipulação feita por eles mesmos. O que eles querem é pegar toda a riqueza que foi gerada e destruir completando ciclo do totalitarismo do século XXI.

    Isso aqui no Brasil vai ser celebrado e implantado rapidinho... algum semi-intelectual vai pegar as partes podres, fazer um resuminho acadêmico, incorporar a cartilha Gramsciana implantar e pronto, acabou a propriedade privada!

  • Costa  30/05/2014 14:20
    Também lembrei de A Revolta de Atlas lendo isso, é Dr. Ferris puro.

    Uma tática que já vi muitos caras com má intenções fazendo em livros é começar com assuntos genéricos, onde não tem muito o que discordar para depois vir com uma porrada de coisas mais séries que tendem a ser mais aceitas já que o leitor já estava concordando antes. Não li esse livro, mas pelos números das páginas de onde foram tiradas essas citações, o autor provavelmente fez isso.
  • anônimo  30/05/2014 20:57
    Isso se chama rapport, e é uma técnica de PNL
  • Bancario  30/05/2014 14:21
    É claro que um livro desse tipo é algo péssimo. É uma maquiagem de idéias velhas, uma repaginação.

    Mas o que me preocupa, e muito, é encontrar ressonância na sociedade. É ver diversas pessoas dos mais diferentes escalões CONCORDANDO com o que está escrito. É sério isso? As pessoas realmente acreditam tanto que o caminho correto é supertaxar tudo, criar um leviatã, organismos de alcance global de controle e taxação. É isso mesmo?

    Acho que já estamos condenados e ainda não percebemos.
  • Eduardo Araújo  09/06/2014 21:47
    Bancário, este é o problema! Parece-se, aliás, com o "O Código Da Vinci", de Dan Brown. À época do estouro editorial do livro, vários especialistas em arte, história, teologia, apontaram uma constelação de erros, alguns até grosseiros. Mas de nada adiantou, diante da acolhida ampla na sociedade. E aqui reside o ponto: há muitos que aceitam acriticamente tais obras simplesmente porque apoiam seus pontos de vista, nem mesmo se interessando pelo exame detido dos seus conteúdos.
  • Oriana Curitiba  15/12/2014 20:03
    Há uma diferença: o "Código" é declaradamente ficção, um "romance de aventuras policialescas", digamos assim. Em obra ficcional, pode-se inventar o que der na veneta. Claro que isso pode confundir a cabeça de pessoas incultas, pela quantidade de besteiras que o livro tem no enredo, gerando puro sensacionalismo e ótimas vendas, exatamente o que aconteceu. Mas é interessante notar que também houve muitas vendas dos livros que apareceram para contestar e desmascarar o autor.

    No caso do Picareta-mór, a coisa é bem mais grave, porque a porcaria é apresentada como livro sério, texto técnico, narrativa engendrada por um "especialista" em Economia. O que une ambas as publicações é que as mentiras do "Código" afetam a Igreja e sua Doutrina, e as falácias do Travesti de Marx afetam os fundamentos do Capitalismo. Reparando bem, a fonte de destruição é a MESMA, o projeto de Totalitarismo Mundial em seu esplendor psicótico.

    Oriana
  • Rodrigo Amado  16/12/2014 11:51
    "...narrativa engendrada por um "especialista" em Economia.".

    Pois é, só por ser intitulado de especialista as pessoas acreditam em TUDO.
    A falácia da autoridade é uma das mais poderosas.
  • Emerson Luis, um Psicologo  30/05/2014 14:24

    Tenebroso!

    Piketty deve estar recebendo grandes somas de direitos autorais e suponho que está sendo chamado para palestras pagas. Será que ele está dando 80% para o governo?

    O socialismo é a racionalização da inveja, a celebração da mediocridade, o fim da meritocracia, a negação da individualidade, o repúdio à lógica. Não importa se os fatos não confirmam as teorias, tudo é válido para expressar e praticar seu ódio refinado.

    * * *
  • Vito Fontenelle  30/05/2014 18:09
    Excelente comentário! +1
  • Andre L  09/12/2014 14:02
    Está ai uma ótima ideia, convidar o Prof. Dr. Sr. Piketty para um evento do Mises e oferecer, contratualmente, 80% do cache para o governo!

    A aplicação empírica da regra em seu próprio bolso demonstrará a sinceridade de seus escritos.
  • Maycon  30/05/2014 14:34
    O que vimos escrito nestas linhas escritas pelo autor do livro, Sr Thomas Piketty é a cristalização do pensamento de uma alma doente.. cheia de ressentimentos e invejas... O pior disto tudo é que os grandes e poderosos simpatizam com este tipo de mentalidade doentia... Realmente é intrigante e lamentável. Mente psicopata, parasita.
  • Eduardo Leonhardt  30/05/2014 14:36
    "...Não é certo que indivíduos enriqueçam por meio do livre comércio e da integração econômica, obtendo lucros à custa de seus vizinhos. Isso é roubo puro e descarado..."

    É sério isso? Que loucura. Trata-se de mais um lunático socialista. Só isso.

    O problema é assistir suas ideias sendo, literalmente, compradas.

    Já pensaram como seria uma agência reguladora financeira mundial? Tratemos, nós, de apresentar os ideais libertários a mais e mais pessoas antes que seja tarde demais! O fim está próximo.

    Tomara que o Guido Margarina nunca ganhe esse livro de presente.
  • Jeferson  30/05/2014 14:36
    Esse cara e seus livros deveriam ser queimados numa grande fogueira. Dá muito nojo ver essas merdas escritas. Mas ainda pior é saber que se eu mandar esse artigo pra qualquer pessoa que não tenha noção de economia austríaca, ela vai concordar com esse sociopata. Vivemos num mundo de doentes mentais. Só dando um "reset" mesmo...
  • Sol   30/05/2014 14:49
    Mais um Evangelho da Inveja.
  • Gredson  30/05/2014 14:52
    Se essas coisas que ele diz, fosse acontecer em escala global, coreia do norte seria fichinha, perto dessa nova ditadura. O cara é um psicopata. é muito revoltante o cara chegar e dizer:

    "Do ponto de vista do interesse geral e do bem comum, é preferível tributar os ricos a tomar emprestado deles." (p. 540)

    Quem é john galt?
  • Flávio  30/05/2014 19:04
    "... Não é certo que indivíduos enriqueçam por meio do livre comércio e da integração econômica, obtendo lucros à custa de seus vizinhos. Isso é roubo puro e descarado..."

    Esse francês não sabe nada de liberalismo, livre mercado, trocas voluntárias...
  • Amanda Ribeiro  30/05/2014 14:54
    Total falta de absurdo!
  • Elias  30/05/2014 15:46
    Essa tua frase é algo no estilo "p$%# falta de sacanagem"?
  • Isaac B Nilton  30/05/2014 15:11
    Relaxa enquanto existe U.S.A comunista não se cria.
  • Eduardo Bellani  30/05/2014 18:30
    É serio isso? Cada um que aparece aqui.
  • Rennan Alves  31/05/2014 10:37
    Pirou né? A esquerda é tão forte nos EUA que já começaram o patrulhamento ideológico para eleger Hillary Clinton em 2016.

    www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-revolucionario/15116-2014-04-11-15-39-59.html

    Até a China se tornou mais capitalista que os EUA.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1250
  • André  30/05/2014 15:34
    É mais um apologista do crime de ROUBO.
  • Vagner  30/05/2014 15:54
    Jesus... Como um cara desse consegue alguma fama? Meu deus... Desolador.
  • Típico Filósofo  30/05/2014 16:16
    Tão espirituoso, reverberante e auto-eloquentes, parece que escrevi o livro. Não é surpresa que ele seja de tamanho fascínio aos defensores do povo.

    Possui todas as fundações de um clássico da literature esquerdista: oposição à escassez e a necessidade do esforço para a criação de utilidade que os reacionários juram existir (vide a metáfora do tesouro), completa indiferença ao valor subjetivo, defesa ferrenha do estado forte frente à tentação perversa da redução de impostos e burocracia para o aumento da utilidade da população (vide ao chamar 'livre comércio' de roubo); e acima de tudo, um urjo indomável a denegrir qualquer tipo de geração de riqueza como absurdo.

    Fantástico livro para ter em cabeceira junto às obras marxistas, impressionando colegas. É de grande utilidade para todos os defensores de povo e deve ser de imediato consagrado como patrimônio intelectual irrefutável mundial (tal qual Marx).
  • Pedro Economista  30/05/2014 18:09
    É cada figura que pousa aqui de para-quedas. É o típico filósofo idiota útil.
  • Torrano  30/05/2014 18:39
    Pedro, Típico Filósofo e aspone são obviamente paródias/estereótipos. Não sou eu quem as escreve, mas as alfinetadas no comunismo são óbvias demais.
  • Pedro Economista  30/05/2014 19:46
    Nesse caso então beleza!

    É porque a gente vê tanta gente falando despropósitos por aí que nem sabe mais quando o troço é zoação, dado o nível de argumentação do brasileiro merdiano.

    Peço desculpas aí ao típico filósofo.
  • Rodrigo Reis  02/06/2014 11:19
    É o Leandro que escreve, quando encarna esse Filósofo??
  • Osmar Neves  30/05/2014 18:57
    Ele está zoando, cara. Como o pessoal do Vanguarda Popular:

    www.vanguardapopular.com.br/portal/


    Eu ri pra caramba!
  • Rennan Alves  30/05/2014 18:48
    Típico filósofo sensacional como sempre!

    Tornei-me um grande fã de sua pessoa!
  • Torrano  30/05/2014 19:37
    Lei de Poe aplicada ao comunismo.
    pt.wikipedia.org/wiki/Lei_de_Poe
  • Típico Filósofo  31/05/2014 01:23
    Adiantar-me-ei e atualizarei meus trabalhos sobre yoga marxista e alienígenas revolucionários sob uma perspectiva Lange-Piketty em paralelo às divagações leni-gramscianas sob a participação do estado na revolução.

    Há mais de um ano formo minha defesa ferrenha contra os anarco-neoliberais sobre a superioridade moral que o estado detém sobre os fundos dos exploradores fascistas; e agora, graças à genial contribuição de Pikett, não só estou certo como também concebi um modelo que gerará inevitavelmente a revolução como tecnologia de libertação contra as amarras polilógicas do capitalismo, que eventualmente nos tornará alienígenas!

    Garanto-lhes que quando todo capital for rastreado e zerado - o que significará o máximo de renda aos trabalhadores e todo o capital usado à comando do estado sob a perspectiva de Piketty - a população estará livre das fábricas, plantações, produtos de higiene, moradias e outras futilidades impostas pelo capitalismo selvagem; todo o capital estará sob o comando do bem comum e a população libertar-se-á do sistema capitalista, fazendo nascer o novo homem de Trotsky que até mesmo Mao falhou em criar: um novo Aristóteles comunista, diferente de corpo e intelecto, livre de alienar-se pela comida e da tortura de ejetá-la; um homem ciente de que o estado não precisará alocar recursos de acordo com os interesses da classe média nazista para existir.

    Então, este novo homem, mais baixo que logrado pelos norte-coreanos, mais descorado que logrado pela URSS e mais magro que logrado pela China de Mao; construirá uma nave espacial para guiar outros povos às boas novas de Piketty. O homem comunista, que em nada parecerá com os homens que vivem à sombra do meio-capitalismo, não será diferente de um alienígena para nós.

    Estou certo de que venceremos.
  • Torrano  30/05/2014 16:41
    O mais perigoso é a defesa de regulamentações e impostos globais. O sujeito faz isso porque sabe que se apenas um país adotar tais medidas, todo o capital e as pessoas vão evadir. Um governo global é inerentemente uma ditadura porque não permite a emigração, pelo menos até o Mars One ficar pronto.

    Deveria haver apenas uma lei global: quem falar em leis globais deve ser exterminado.
  • Lg  30/05/2014 16:48
    Fiquei com uma dúvida, talvez alguém que leu o livro consegue esclarecer:

    "Nossas descobertas [de Piketty e de seus co-autores] possuem importantes implicações para o grau desejável de progressividade tributária. Com efeito, elas indicam que impor alíquotas confiscatórias sobre as altas rendas não apenas é possível como também é a única maneira de acabar com os aumentos observados nos altos salários. De acordo com nossas estimativas, a alíquota ótima de imposto de renda para os países desenvolvidos é provavelmente uma maior que 80%." (p. 512)

    "Uma alíquota de 80% aplicada a receitas maiores que US$500.000 ou US$1 milhão por ano não traria ao governo muito em termos de receita, pois ela rapidamente alcançaria seu objetivo: reduzir drasticamente as remunerações, mas sem reduzir a produtividade da economia, de modo que os salários subiriam a níveis menores". (p. 513)

    "O propósito primário dos impostos sobre ganhos de capital não é o de financiar programas sociais, mas sim o de regular o capitalismo. A meta é, em primeiro lugar, acabar com os contínuo aumento na desigualdade de renda, e, em segundo lugar, impor uma regulação efetiva sobre os sistemas bancário e financeiro para evitar crises." (p. 518)


    O que ele entende por "regular o capitalismo"? Não consigo entender o objetivo da aplicação desses impostos, como ele mesmo diz não é o suficiente pra financiar programas sociais e não afeta o ganho de produtividade. Olhando assim por cima parece que o único objetivo é empobrecer o rico para diminuir a "desigualdade social"... mas qualquer pessoa com meio neurônio consegue entender que a "desigualdade social" deve ser resolvida por baixo.
    O
    s pobres precisam ficar mais ricos, simplesmente empobrecer os ricos de forma arbitrária com uma política que, como o próprio autor diz, não vai gerar nada de positivo pra sociedade não faz sentido.

    Normalmente quando socialistas querem tributar os ricos o objetivo é pagar algum programa social ou de alguma forma repassar esse dinheiro para os pobres, o Piketty fala claramente que esse não é o objetivo. Nunca vi um argumento de esquerda tão idiota.
  • aspone  30/05/2014 16:52
    O cara está certo, gente!

    Se não for assim, como é que nós aqui do lado do governo, que trabalhamos em prol da nação, poderemos ter aumentos dignos??

  • Vander  30/05/2014 17:01
    Meu colega aqui da empresa mostrou-me esse artigo. Realmente vergonhoso.

    Mas o mais enojante dessa história toda é a repercussão do 'trabalho' desse T. Piketty. Ao almoçar agora a pouco, li o jornal Correio do Povo para passar o tempo. E eis que dedicaram 1/2 página inteirinha à um editorial de um tal Juremir Machado onde o mesmo enaltece Piketty quase como se este fosse um ser divino e não poupa a rasgação de seda ao novo manequim da vitrine socialista (Piketty).

    Vejam só o que o tal de Juremir escreveu sobre Piketty no Correio do Povo hoje:

    "O êxito do livro surpreende ainda mais na medida que o volume francês tem quase mil páginas. Os lacerdinhas brasileiros vibraram com os ataques do "Financial Times"."

    Nota: "lacerdinhas" somos nós, capitalistas. Confesso que ainda não conhecia esse adjetivo. Mas segue mais abobrinhas do Sr. Juremir:

    "Mas o destemido prêmio Nobel de economia Paul Krugman escreveu antes disso: 'Outros livros sobre economia se tornaram best sellers, mas a contribuição de Piketty é um trabalho de séria erudição e capaz de mudar o discurso, algo que a maioria dos best sellers não é. E os conservadores estão aterrorizados'".

    "Enquanto isso, a ironia de Paul Krugman devasta o fígado da Direita Miami no Brasil: "O livro demole o mais acalentado dos mitos conservadores, a insistência em que vivemos em uma meritocracia na qual a grande riqueza é conquistada pelo esforço, e merecida". Os ricos não são os "criadores de empregos"? Krugman morde no calcanhar: "Como fazer essa defesa se os ricos derivam boa parte de sua renda não do trabalho que fazem mas dos ativos que controlam? E o que fazer se a grande riqueza cada vez mais estiver relacionada a heranças e não ao espírito empreendedor?"".

    Quem tiver estômago forte o suficiente para ler todo o 'editorial' desse Sr. Juremir, por favor visita-lo em seu 'blog' no Correio do Povo
  • anonimo  30/05/2014 22:11
    Nossa pensei em comentar, mas além dele achar que existe prêmio Nobel de economia, li outros textos dele, acredita que Cuba apenas não é potência por causa do embargo.

    Nunca tinha ouvido falar nesse cara, carta capital e sakamoto td bem, são bem conhecidos, mas esse daí? De jeito nenhum.

    Obrigado.
  • Occam's Razor  30/05/2014 23:25
    Li outro texto desse cara em que ele diz que é um exagero dizer que todo esquerdista é um defensor do modelo cubano. Segundo ele, também existem os que defendem o "socialismo" da Suécia. Agora com esse comentário sobre Cuba ele já se entrega.
    Não tem jeito, nessas bandas a esquerda moderada é exceção.
  • Lg  09/06/2014 14:04
    "Enquanto isso, a ironia de Paul Krugman devasta o fígado da Direita Miami no Brasil: "O livro demole o mais acalentado dos mitos conservadores, a insistência em que vivemos em uma meritocracia na qual a grande riqueza é conquistada pelo esforço, e merecida". Os ricos não são os "criadores de empregos"? Krugman morde no calcanhar: "Como fazer essa defesa se os ricos derivam boa parte de sua renda não do trabalho que fazem mas dos ativos que controlam? E o que fazer se a grande riqueza cada vez mais estiver relacionada a heranças e não ao espírito empreendedor?."

    O mais preocupante é que com 5 segundos de raciocínio QUALQUER pessoa desmonta essa besteira, só que ninguém quer parar pra refletir sobre o que lê. Qualquer coisa escrita é tida como verdade absoluta simplesmente por estar escrita.
    Veja as grandes fortunas de hoje em dia: Google, Facebook, Apple... essas pessoas não são de famílias de milionários que ficam cada dia mais rico. Pra falar bem a verdade, eu consigo lembrar de mais pobres que ficaram ricos, e ricos que ficaram pobres do que ricos que ficaram mais ricos.
    Fortunas trocam de mãos com uma velocidade impressionante, as únicas pessoas que mantêm sua fortuna eternamente são as famílias de políticos. Veja quantos grande empresários trocam seus escritórios na sua empresa por uma cadeira no senado, eles fazem isso porque é BEM MAIS FÁCIL se manter rico controlando um cargo público do que inovando e produzindo.
  • anonimo  30/05/2014 17:16
    Acho que ele está sendo massacrado mesmo pela grande mídia. O problema é que Marx tb foi massacrado em sua época, será que no futuro teremos pikettistas...?
  • anônimo  30/05/2014 18:01
    "Um imposto de 0,1% sobre o capital não seria apenas mais um imposto; ele teria, acima de tudo, o intuito de ser uma lei que obriga o relato compulsório de informações pessoais. Todos seriam obrigados a divulgar informações sobre a natureza de seus ativos para as autoridades financeiras mundiais. Só assim poderão ser reconhecidos como os proprietários legais daquilo que possuem..." (p. 519)

    Eufemismo puro. O que isso realmente propõem, na pratica, é criar mais um mecanismo de roubo Estatal.
  • Jonathan  30/05/2014 18:09
    Gostaria da análise de algum leitor ou membro do IMB sobre esse tema:

    www.estadao.com.br/noticias/impresso,mudanca-de-regime-por-decreto,1173217,0.htm

    veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/dilma-decidiu-extinguir-a-democracia-por-decreto-e-golpe/


  • Gredson  31/05/2014 01:43
    Depois que eu li este artigo sobre o decreto: liberzone.com.br/afinal-o-que-e-esse-tal-decreto-8243/


    È desolador cara, não sei o que fazer. agora a coisa realmente ficou feia para a liberdade. como o próprio artigo diz no fim: Esse segundo caso, na verdade, nada mais é do que uma pisada funda no acelerador na autoestrada para a servidão.

    acho que o instituto mises irá comentar sobre o decreto, não sei.
  • Eduardo  30/05/2014 18:21
    Comunista até que comecem a tirar do dele, ai muda a conversa bem rápido...só olhar para nossos governantes.
  • Marcos  30/05/2014 18:35
    O nome do livro é bem feliz. Realmente, não passa do Capital do século XXI: dados falsos, teorias furadas, apelo à inveja e engenharia social no mais alto grau. A diferença é que ele levou a coisa muito mais longe do que Marx. Ele quer um estado mundial que vigie o indivíduo em qualquer parte do globo, para que ninguém consiga fugir da sanha controladora.


    Se concentrar nos mais ricos do mundo é um mero truque. No início é sempre assim: o burguês é sempre o estereótipo do milionário avarento e explorador. Na prática, uma vez aceita a expansão do estado, o conceito de burguês vai se ampliando cada vez mais. Todos sabemos onde isso vai dar:


    veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/o-mato-grosso-do-sul-pede-socorro-os-crimes-continuados-da-funai-contra-agricultores-brasileiros-contra-a-economia-contra-o-bom-senso-e-contra-os-indios-ou-a-incrivel-historia-de-uma-comunida/

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1046

    www.estadao.com.br/noticias/nacional,expropriacao-na-venezuela,1148644,0.htm
  • Ronaldo Ausone Lupinacci  30/05/2014 20:19
    Publiquei um primeiro artigo sobre o tema em www.jornalnovafronteira.com.br/?p=MConteudo&i=11150 porque vejo no livro de Piketty um ariete político-ideológico.
  • Meo Deos!  30/05/2014 20:24
    Meu Deus! Meu Deus! Meu Deus!
    E a história se repete. Meu Deus! Meu Deus! Gente burra demais, assassina demais!
    Meu Deus! Meu Deus! Meu Deus! Meu Deus!


    É o início do fim. Dessa vez acho q eles conseguem. Matarão a todos humanos duma vez por todas.
  • Torrano  30/05/2014 20:34
    Não li quase nada sobre o livro. Alguém já considerou a hipótese de Piketty estar certo, ao menos parcialmente, em seu diagnóstico geral e errar feio no prognóstico? Uma coisa são as críticas de Marx ao capitalismo do século XIX, outra bem diferente são as soluções que ele dá.

    Eu acredito mesmo que moeda fiduciária é feita pra ferrar a classe média e beneficiar os muito ricos, os primeiros a por a mão no novo dinheiro criado do nada e surfar na onda da bolha enquanto esse dinheiro não circulou e ainda vale alguma coisa, aumentando a diferença social num jogo de soma zero (um ganha conforme o outro perde).

    O comunismo na realidade não é nada além da junção do poder político e do poder econômico num único agente, o que obviamente vai concentrar toda a riqueza em poucas mãos empobrecendo todo o resto. Eles fomentam a concentração, depois a atacam e culpam os adversários pelo resultado catastrófico. Xingue-os do que você é, acuse-os do que você faz. Nada poderia ser mais leninista do que isso.
  • Leonardo Barbosa  31/05/2014 14:30
    Comentário perfeito. Este sujeito não seria o primeiro esquerdista a acertar no diagnóstico e "errar" no prognóstico.
    Uma coisa muito comum que eu vejo entre os ditos liberais, direitistas, libertários e conservadores brasileiros é pegar os argumentos e propostas da esquerda e desconstrui-las usando a lógica e fatos. E depois saem por aí dizendo o quão irracional são os socialistas e o socialismo.
    Acontece que a lógica da esquerda é diferente da nossa, e não só isso, a "moral" deles também. Eles possuem o que o filósofo Olavo de Carvalho chama de mentalidade revolucionária onde tudo, tudo mesmo, incluindo aí a lógica, a moral, a verdade e a mentira estão a serviço da causa revolucionária.
    Portanto não basta demonstrar que os esquerdistas estão errados, pois isto na verdade pouco importa, é preciso ir além, demonstrar que eles são vigaristas, criminosos e psicopatas e que gente como eles não são dignos de terem suas ideias levadas em consideração pelo público, seja o público em geral seja no ambiente intelectual.
    Já no caso dos políticos socialistas, é preciso retirar todo o poder que possuem e impedir que o retomem, é isso o que teria que ser feito, a grande questão é como fazer e quem poderia faze-lo.
  • Daniel  30/05/2014 21:06
    Ele é bem pior (ou mais burro) do que Marx. Marx propunha que o lucro vinha da mais-valia, então eliminando o lucro, o trabalhador receberia o seu "salário integral". Mas o que Piketty pretende é um conjunto de reformas tributárias que visaria, entre outras coisas, "reduzir drasticamente as remunerações, mas sem reduzir a produtividade da economia, de modo que os salários subiriam a níveis menores". Isso é muito mais perverso do que o que Marx falava, pois caso isso fosse verdadeiro, então quanto mais se produzisse, menor o aumento marginal do salário. Aí surge a pergunta: produzindo-se mais e ganhando-se menos, pra onde iria o excedente? A resposta é óbvia. Isso é muito pior do que qualquer teoria de exploração sonhada por Marx, pois Marx ainda tinha a "decência" de falar em aumento os salários.
  • Francisco  31/05/2014 02:02
    O que acho mais perturbador é a incrível facilidade que essa gente (Piketty, Marx e cia Ltda) tem de 'conquistar' o coração da populaça com essas histórias sobre o 'reino da terra do nunca'. Ninguém contesta! E os poucos que fazem isso são taxados de mentirosos e outros adjetivos que só denotam um ódio explícito à verdade: a verdade de que existe 1/2 dúzia de psicopatas que odeiam a humanidade e são exatamente estes hoje que estão dando as cartas no mundo.

    Enfim, confesso que muito me deprime vendo para onde o mundo está caminhando nesse começo de século. O declínio tem sido muito forte para se ter esperanças de que algo que reverta a situação se realize. Ao que parece a vitória do Leviatã é somente questão de tempo.

    Meu pai, que ficou meio senil antes de morrer, dizia, durante algumas crises, que o mundo à muito tempo atrás, muito antes de Cristo, já tinha sido que nem o de hoje: com civilizações modernas, máquinas(!), aviões, automóveis, etc. E que um grande demônio havia surgido e, com palavras de anjo, acabou por destruir tudo. Hoje, ao ler esse artigo, me lembrei disto e não sei porquê, agora tenho certeza que meu pai tinha razão.

    Só vejo dor, miséria e sofrimento se aproximando.
  • Daniel  31/05/2014 09:52
    Eu to ficando maluco ou isso dai é exatamente o que Olavo de Carvalho denuncia a anos: A NOVA ORDEM MUNDIAL ESQUERDISTA ??? Um governo central, manipulando tudo, mundial etc etc etc... Se Marx, que foi debulhado, empanado e servido de tira-gosto (intelectualmente) por Mises na época virou o que virou, imagina o que esse cara pode virar com tanto idiota endossando essas teses lunáticas???

    Meu Deus mesmo, estamos fritos..
  • anônimo  31/05/2014 11:42
    NOM não é 'invenção' do Olavo. Todo católico fanático acredita nisso, sendo a ONU supostamente o primeiro passo pra criação do governo único no mundo.
    É muito ruim esse típo de crítica porque a ONU realmente tem muitos podres, e fica difícil de separar o joio do trigo.
  • cristian  01/12/2014 01:39
    Daniel, acredito muito nisso também, por que quase todas (pra não dizer todas) as agendas são trazidas da ONU. As ações políticas têm a fonte naquele órgão mundial e depois é passada para o resto do mundo. Muitos estudos revelados pela ONU são muitos ruins e fracos. Todas as ações daquele órgão são para diminuir a liberdade e aumentar a ação do governo, como aborto, agenda dos movimentos raciais, entre outros, que sabemos muito bem para que servem.
  • anônimo  09/12/2014 12:16
    Organizacoes de escopo mundial com grande poder e apoio de governos sao mesmo preocupantes. Primeiros passos para um governo mundial acontecendo. Desconfio demais de tudo q é divulgado por ai em nome de ONU, OMS, OMC, etc.
  • Pedro Evandro Montini  31/05/2014 19:40
    A nova bíblia da Nova Ordem Mundial!
  • Mr. Magoo  31/05/2014 22:58
    Mais um idiota útil para o Homen Bolha (P. Krugmann); nada de novo para a religião marxista.
  • Carlos Marcelo  01/06/2014 02:17
    Meu Deus, esse cara quer uma ditadura mundial! :O
  • anônimo  01/06/2014 13:28
    Mudando um pouco de assunto, eu tenho uma dúvida:
    Quando o governo cria inflação e aumenta os juros pra conter a inflação, o que deveria acontecer não seria um aumento dos preços dos produtos que vc compra a vista, enquanto que os produtos que vc compra a prazo ficaríam mais ou menos a mesma coisa?
  • Carlucio  02/06/2014 20:08
    É nessas horas que o meu espirito conservador se aflora e eu sou tomado, ao mesmo tempo, por enormes quantidades de otimismo e pessimismo. Acredito que a liberdade e o capitalismo, entendido aqui por trocas espontâneas entre pessoas livres, irão prevalecer independentemente do que colocarem em seu caminho, mas isso terá um custo gigantesco para os individuos de nosso tempo.
  • Justo Como Dedo N'agua  03/06/2014 00:28
    Quantos comentários apaixonados! Amigos, considero-me um liberal, acredito nas doutrinas que Mises e seus discípulos que com tanta lucidez defendem. Porém, às vezes, os comentários dos leitores daqui, decepcionam. O radicalismo e a intolerância deveriam ser próprios das esquerdas e não de liberais. Vi comentário que mais se parece com a sutileza de um torcedor de futebol que tem seu time criticado, aflorando sentimentos medievais. Isto não é bom para nossa bandeira. Quanto ao artigo: Não li o livro do Piketty, nem conheço seu pensamento. Observando apenas este artigo do Murphy não me é possível ou conveniente julgar.
    Porém por ser liberal e defensor do mérito não posso admitir que alguém deva ser protegido quando sua riqueza foi oriunda de crime, violência ou protecionismo de qualquer espécie tenha beneficiado seus pais ou avós. Se buscamos uma sociedade livre e justa, onde o mérito é o que caracteriza sua ascensão, não será com estas discrepâncias e injustiças que atingiremos tal objetivo.
  • Andre  10/06/2014 17:10
    "Porém por ser liberal e defensor do mérito não posso admitir que alguém deva ser protegido quando sua riqueza foi oriunda de crime, violência ou protecionismo de qualquer espécie tenha beneficiado seus pais ou avós. Se buscamos uma sociedade livre e justa, onde o mérito é o que caracteriza sua ascensão, não será com estas discrepâncias e injustiças que atingiremos tal objetivo."

    Não vi nem o artigo nem ninguém nos comentários defender proteção à criminosos.
    Se você viu isso ocorrer aponte exatamente onde aconteceu, citando a fonte e explicando.
  • Justo CDN  10/06/2014 18:37
    André, não podemos perder tempo acusando este ou aquele comentário, basta ler e sentir. O problema é muito maior e precisamos abrir a mente e ver o problema de uma forma macro. Ser libertário é lutar por uma sociedade justa e meritocrática. Arrisco-me a afirmar que, sem exceção, por trás de toda fortuna há crime(s) ou proteção do estado em maior ou menor grau. Minha idéia de correção destas distorções e de expropriação de quem se beneficia ou beneficiou destas regalias é muito diferente da proposta ingênua do Sr Piketty.
  • Andre  10/06/2014 20:45
    "André, não podemos perder tempo acusando este ou aquele comentário, basta ler e sentir."

    Ok, li e não senti ninguém protegendo criminosos.

    "O problema é muito maior e precisamos abrir a mente e ver o problema de uma forma macro. Ser libertário é lutar por uma sociedade justa e meritocrática."

    Ser libertário é apenas concordar com o principio de não agressão.

    "Arrisco-me a afirmar que, sem exceção, por trás de toda fortuna há crime(s) ou proteção do estado em maior ou menor grau."

    Cabe ao acusador o ônus da prova.
    Bill Gates foi protegido pelo estado para que ficasse tão rico? Como?
    Ainda que as leis de copyright o tenham ajudado um pouco não acho que seria justo tomar qualquer de voltar qualquer parte da fortuna dele. Muitos dos que discordavam das leis de copyright simplesmente piratearam softwares.

    "Minha idéia de correção destas distorções e de expropriação de quem se beneficia ou beneficiou destas regalias é muito diferente da proposta ingênua do Sr Piketty."

    É diferente mas consiste basicamente em tomar dos ricos, certo?
  • Justo Como Dedo N'àgua  26/11/2014 13:35
    André, esta sua forma de pensar é o grande obstáculo para uma concreta mudança moral e cultural em nosso país. Você defende as 'minorias' que não precisam de sua advocacia. Sempre haverá alguma exceção,porém este não deve ser nosso objetivo. Não se deve atrapalhar o 'macro' em função do 'micro'. Estamos tomados pela agressão do Estado e dos que detém o poder econômico e político. Parafraseando o comercial do site Bom Negócio, o brasileiro precisa deixar de ser INOCENTE !

  • Barroso  03/06/2014 12:36
    Prezado editor,

    Talvez eu esteja sendo ignorante no meu raciocínio, ou talvez esteja até mesmo mal informado, se puder, por favor, me esclareça a seguinte questão.

    O autor do Livro Capital no Século XXI, o francês Thomas Piketty, por acaso procurou saber a origem da riqueza da maioria das pessoas mais ricas de todos os países por ele estudados? No caso de resposta positiva, qual seria a participação, direta e indiretamente, do Estado da geração de tais riquezas? No caso de ser grande a participação do Estado na origem de tais riquezas, as desigualdades por ele apregoadas não poderiam ter sido geradas também ou quase exclusivamente, direta e indiretamente, pelo próprio Estado?

    No caso de o autor de tal livro não ter procurado realizar tais pesquisas, as argumentações reproduzidas no seu livro não estariam totalmente inconsistentes?

    Desde já agradeço.

    Barroso
  • Pedro Economista  03/06/2014 14:18
    Barroso,

    gostei da sua colocação. No caso de Cuba, por exemplo, a relevância do seu argumento é total. O regime cubano se apresenta como a concentração maciça da riqueza nas mãos do ditador e dos seus congêneres. o resto da população vive em grande privação material. A desigualdade também surge como consequência da atuação do Estado.

    Em outros países, não socialistas, este efeito também existe em diversos graus. Porque, de fato, não é possível culpar exclusivamente o capitalismo pelo aumento da desigualdade material, tendo em vista que não temos capitalismo verdadeiro e puro na maioria dos países, mas sim formas corporativistas de associação privada com o estado visando a interesses.
  • Occam's Razor  03/06/2014 14:35
    Não sei se o autor do livro procurou, mas esse artigo aborda essa possibilidade, que seria consistente com alguns dos dados observados. Atente para os parágrafos abaixo, por exemplo.

    O que realmente vemos no gráfico acima são dois picos para as pessoas de maior renda: um imediatamente antes da crise de 1929 e o outro imediatamente antes da crise de 2008. Ambos os picos ocorreram justamente durante as duas maiores bolhas econômicas da história americana, nas quais o Banco Central americano, em conluio com o sistema bancário, estimulou a expansão do crédito e criou muito dinheiro, o que gerou uma falsa e insustentável prosperidade. Ambas também foram eras que representaram o ápice do capitalismo corporativista — também chamado de "capitalismo de compadrio" —, no qual aquelas pessoas ricas que tinham conexões com os governos utilizaram o dinheiro criado pelo sistema bancário para se tornar ainda mais ricas ou simplesmente se beneficiaram de outras políticas governamentais que as favoreciam.

    Infelizmente, após a crise de 2008, o ativismo dos bancos centrais ao redor do mundo inflou outra bolha nos mercados de capitais. Isso elevou a fatia da renda dos mais ricos novamente para o patamar de 50% da renda total em 2012, baseando-se em dados foram disponibilizados após a publicação do livro. Só que essa nova bolha também irá estourar, o que derrubará a fatia da renda dos mais ricos de volta ao patamar dos 40% observados em 1910, início do período analisado pelo gráfico.
  • Medo do futuro  03/06/2014 18:59
    Artigo aterrorizante!
    Por favor, dê exemplo de uma economia verdadeiramente liberal e em atividade. Quero analisar a situação para possivelmente me mudar para lá.
    Grata!
  • Rodrigo Amado  04/06/2014 13:06
    Infelizmente não existem economias "verdadeiramente liberais" hoje em dia.
    Mas isso não quer dizer que sejam todas iguais entre si, algumas têm maior liberdade econômica do que outras.

    Você pode ver quais os países mais liberais por esse ranking:
    www.heritage.org/index/ranking

    Claro que uns são mais fáceis e outros mais difíceis para se conseguir imigrar.
    Então será preciso pesquisar sobre eles para definir qual você irá tentar.

    Também estou nessa pesquisa, então, caso consiga, peço que divulgue como foi o processo para que outras pessoas possam fazer o mesmo. É sempre bom espalhar o conhecimento.

    Pelo que sei até agora o Canadá é um dos mais fáceis para se conseguir emigrar.
    Pois a população lá é muito pequena, só 34 milhões de habitantes.
    Sendo o segundo maior país do mundo!

    O ruim do Canadá é que não tem saúde privada, portanto existem filas de espera.
    Não é ruim no nível do Brasil é claro, mas existem, e a pessoa pode morrer, ou sofrer mais que o necessário por ter que esperar meses por uma cirurgia, por exemplo.

    Por isso, caso eu emigre pra lá, irei morar perto da fronteira com os EUA, para poder ir em hospitais privados, como fazem muitos canadenses.

    Nesses artigos fala-se bastante sobre a saúde pública em diversos países, incluindo o Canadá, principalmente nos comentários:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=923
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=349
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1824
  • Osmar Neves  10/06/2014 17:46
    Infelizmente a empulhação da "injustiça social do capitalismo" tem prosperado. Esta semana, uma das mais importantes revistas de negócios do Brasil, a Exame, se juntou ao coro dos neomarxistas:


    exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1067/


    Suspeito que toda essa promoção das ideias do Piketty não seja fortuita. Estão querendo empurrar mais intervencionismo estatal goela abaixo da gente...
  • Celio A Martins Junior  26/11/2014 09:13
    Eu li esse texto do IMB,sobre o livro deste doente,e literalmente senti nojo,o mais profundo nojo,o sujeito é claramente um psicopata,um lunático invejoso a serviço de outros invejosos,mas mesmo sendo claramente doente eu gostaria de fazer uma pergunta a este canalha,tais como:Se aplicarmos essa alicota de 80% sobre a riqueza alheia,será que a riqueza juntada pelos comunistas por meio de roubo de dinheiro público e falcatruas de toda a espécie,seria tributado também,será que o dinheiro das famílias dinásticas como os membros do clube dos Bildeberg teriam sua riqueza confiscada por essa margem de tributos,será que ditadores ao redor do mundo,principalmente na áfrica,Rússia,mundo islâmicos,artistas comunistas e pseudo intelectuais como o piquetty,aceitariam ser tributados dessa forma.A resposta é óbvia,e é NÃO,os bandidos jamais aceitariam se submeter a essas regras ABSURDAS QUE O MONSTRO COLOCA NO LIVRO.Se alguma ideia lunática desse sujeito for colocado em prática,não tenham dúvida,o crescimento econômico do mundo vai se estagnar,e o desenvolvimento humano vai ser literalmente paralisado,teremos um mundo de oferta mínima de empregos,talvez até sua extinção.Até quando as pessoas de bem vão aceitar conviver com indivíduos como este monte de lixo francês.
  • Eduardo  27/11/2014 14:39
    Muito bom texto, realmente este sujeito vive no mundo da lua. Porém, concordo com ele em uma citação : ""Na África, a saída de capitais sempre excedeu o influxo de ajudas estrangeiras. Não há dúvidas de que foi algo bom vários países ricos terem impetrado medidas judiciais contra líderes africanos que saíram de seus respectivos países com grandes fortunas. Porém, seria algo ainda mais proveitoso criar uma instituição de âmbito global voltada para a cooperação tributária e para o compartilhamento de dados com o objetivo de permitir que os países da África e de outros continentes descubram essas pilhagens de maneira mais sistemática e moderna, especialmente quando se leva em conta que empresas internacionais e acionistas de todas as nacionalidades são, no mínimo, tão culpados quanto as inescrupulosas elites africanas. De novo, a transparência financeira e um imposto global e progressivo sobre o capital são a solução correta." (p. 539)
  • Andre  27/11/2014 16:20
    Nos países ricos a saída de capitais sempre excedeu o influxo de ajudas estrangeiras.

    Logo não há relação alguma entre pobreza e a diferença entre "saída de capitais" e "influxo de ajudas estrangeiras".
  • Aprendiz  16/12/2015 11:38
    O quê??? Como você concorda com o texto e ao mesmo tempo concorda com essa frase absurda??? O cara tá claramente evocando um governo (estado) mundial pra tributar os países alheios. Meu Deus, por isso que quando alguém aparece falando do fim do mundo, mesmo de brincadeira, eu acredito.

    Ah não, as multinacionais são cúmplices dos governos corruptos na África. Certo. Então a solução é, ao invés de fazer o povo se tornar mais livre, é lançar uma "cooperação tributária" que controle a ganância desses "porcos" do capitalismo selvagem. Faz-me rir, to indignado.

    São comentários como este que fazem os leitores do site darem respostas ríspidas. Eu respondi em outro artigo que as vezes somos assim, mas também é necessário. Poxa, por favor né meu amigo. A não ser que você realmente acredita no bem que o estado faz à sociedade, e que é necessário tributar ricos para que hajam menos pobres.

    Lembrei de Fernando Chiocca em uma entrevista que chamam-no de "polêmico" por causa de suas respostas. Mas não é de se esperar, da forma como as pessoas pensam hoje em dia, é revoltante. Certo que são construções ideológicas maquinadas pela estado, mas falta a simples percepção crítica de pensar de outra forma que não seja o status quo estabelecido.
  • Felipe  09/12/2014 15:11
    Essa frase do Piketyy deveria ganhar um prêmio:
    "É um erro achar que o brasil precisa de mais mercado"



  • Lucas  07/01/2015 13:09
    Proponho o seguinte, quem quiser ser comunista, deve levar uma vida comunista de fato, independente da lei do país, ou seja, mesmo que ganhe 30 mil mensal, o comunista apenas fica com o salário mínimo previsto em constituição, o resto vai para programas sociais.
  • Andre Cardoso  05/08/2016 23:14
    Ele deve ter amealhado uma pequena fortuna com a venda desse monte de lixo que é seu livro, já que vendeu milhões de cópias. Se ele acreditar mesmo no que fala nem pegou o dinheiro, já deixou 90% com o governo. Acho que ele não fez isso.
  • Vitor Rodrigues  09/01/2015 15:57
    "... Não é certo que indivíduos enriqueçam por meio do livre comércio e da integração econômica, obtendo lucros à custa de seus vizinhos. Isso é roubo puro e descarado..."

    Isso só pode estar fora de contexto. Ele não quis dizer isso, numépussível.

    Pelos textos destacados o cara só quer confiscar a fortuna de quem tem, mesmo que isso não tenha efeito prático na vida da sociedade. Me assusta ver tanta gente alinhada com um raciocínio tão mesquinho.
  • DAMASSA DA BAHIA  16/01/2015 15:46
    MAL CARÁTER INTELECTUAL, INVEJOSO; FICA CLARO QUE O PROBLEMA NÃO É A POBREZA NEM A DESIGUALDADE, MAS SIM, A RIQUEZA, O LIVRE COMERCIO, A LIBERDADE!
  • Gregory  20/01/2015 20:00
    Pelo visto a falta de bom senso não é exclusiva do nosso pais. A filosofia de Piketty de só pode ser explicada por uma profunda inveja daqueles que produzem algo útil para sociedade, e uma idolatria a mediocridade que é inerente a todos os pensadores socialistas.
  • Manuela  21/01/2015 19:31
    Que nojo deste Piketty, papo de invejoso comunista total.O pior é que vários idiotas úteis, muitos dos quais sequer leram esta porcaria, enaltecem o livro e o autor. Revolta de Atlas total! Onde vamos parar?
  • José Eliaz Rosa   05/02/2016 20:12
    É lamentável que em pleno século XXI, ainda existem pessoas com mentalidade tão retrógrada, que tem vós na sociedade. Está provado que o marxismo é uma ideologia funesta que não entregou resultados minimamente aceitáveis, em nenhum dos países por onde foi implantada e mantida à mão de ferro.


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