Dia da liberdade de impostos - 6ª edição

O Brasil é um dos países em que mais se cobram impostos no mundo. Neste ano, os brasileiros terão de trabalhar 151 dias apenas para pagar os tributos cobrados pelo governo.  

Para lembrar a data e chamar a atenção da opinião pública para a questão, será realizado pela sexta vez em São Paulo o Dia da Liberdade de Impostos, em que a população poderá adquirir gasolina sem o preço dos tributos.  

O objetivo é conscientizar a população quanto à abusiva carga tributária do país. Muitos consumidores nem mesmo sabem, mas pagam cerca de 40% de imposto em cada produto comprado.  Para a gasolina, os tributos chegam a 53%. Trabalhamos praticamente cinco meses do ano apenas para bancar o governo.  Somos súditos, não cidadãos!

Em nome da "justiça social", Brasília e as demais esferas de governo arrecadam quase metade do que é produzido de riqueza no país.  Em troca, produzem muitas leis estúpidas e um mar de corrupção.  A renda per capita da capital é a maior do país, superando inclusive a da Suécia.  Como agravante, somos chamados pelo eufemismo de "contribuinte", como se estivéssemos fazendo uma doação voluntária (com o perdão do pleonasmo) para bancar a farra dos parasitas consumidores dos nossos impostos.  Esse ato imoral de nos tirar quase a metade do que ganhamos sob a mira de uma arma precisa ficar mais transparente.

156262_10150823599711356_321475614_n.jpgOs péssimos serviços prestados tornam a situação ainda mais calamitosa.  Mas é importante destacar que esse não é o cerne da questão, ao contrário do que muitos pensam.  Mesmo que o senhor de engenho ofereça alguns confortos razoáveis para seus escravos, isto não altera a natureza imoral da escravidão.  E quando somos forçados a transferir a metade do que ganhamos para governantes, isso não pode ter outro nome senão escravidão, ainda que velada.  Infelizmente, muitos não se dão conta disso, e nem sequer sabem o quanto entregam para o governo.  Eis o porquê de a iniciativa do "dia da liberdade de impostos" merecer todo apoio possível.  Chega de imposto!

Nesta data simbólica, a venda de gasolina será subsidiada. Para isso, o Instituto Ludwig von Mises e o Movimento Endireita Brasil organizaram a venda de 5 mil litros de gasolina comum isentos do preço dos tributos.  A gasolina sairá pela metade do preço cobrado normalmente, que é quanto a gasolina custaria caso não incidissem sobre ela tributos como a CIDE, PIS, Cofins e ICMS.

Nesta quarta-feira, dia 28 de maio, a partir das 09:00h, a venda de gasolina subsidiada (R$ 1,362) ocorrerá no Centro Automotivo Portal das Perdizes (bandeira Ipiranga), que fica na Avenida Sumaré, esquina com a rua Dr. Franco da Rocha, em São Paulo.  As vendas serão limitadas a 30 litros de gasolina por veículo.  Após encerrada a cota de 5.000 litros, a ação terminará. Será aceito somente pagamento em dinheiro.

O preço da gasolina vendida no Dia da Liberdade de Impostos (R$ 1,362) foi calculado com base no valor dos impostos que somam 53,02% (de acordo com o IBPT — Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário).  O preço real da gasolina para o consumidor é de R$ 2,899.  A diferença de valor será paga pelas instituições responsáveis pelo evento.

Veja o vídeo da edição de 2011, com depoimentos dos cidadãos e várias outras informações:

O Dia da Liberdade de Impostos foi realizado pela primeira vez em 2003, em Porto Alegre.  Desde então, diversas cidades no Rio Grande do Sul aderiram ao movimento. Em 2009, pela primeira vez o evento foi realizado simultaneamente em quatro capitais. Diversos outros países também realizam o evento, que é chamado de "Free Tax Day".

Ao longo do dia, à medida que as informações forem sendo confirmadas, atualizaremos aqui as outras cidades participantes do evento.

_________________________________________

Serviço:

Dia da Liberdade de Impostos

Data e horário: 28/05, a partir das 9hs, por ordem de chegada (até acabarem os 5 mil litros comprados)

Local: Posto Ipiranga, Av. Sumaré nº 1000, esquina com a R. Franco da Rocha, São Paulo

Pagamento: Apenas dinheiro.

Observação: Para dar oportunidade para mais pessoas, cada veículo poderá colocar no máximo 30 litros.


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SOBRE O AUTOR

Equipe IMB


"ajustar as atividades produtivas de acordo com as mais urgentes demandas dos consumidores não pode ser redução de salário?"

Não. Ajustar as atividades produtivas de acordo com as mais urgentes demandas dos consumidores significa produzir e vender exatamente aquilo que o consumidor quer. Se o empreendedor vai pagar salário astronômico ou mínimo para a mão-de-obra, isso é totalmente irrelevante para o consumidor.

"o trabalho não é fator de produção (um dos)"

Sim.

"o trabalho é um recurso escasso?"

Mão-de-obra é, por definição, algo escasso. Por isso mesmo, sempre haverá mais demanda por mão-de-obra do que mão-de-obra efetivamente disponível.

Falta mão-de-obra para tanto emprego disponível.

Sendo assim, a taxa de desemprego sempre deveria ser zero e os salários dos empregados sempre tende ao aumento. E por que o desemprego não é zero?
Por causa disso.

"demanda pode ser "criada" pelo marketing?"

Desejo pode ser criado pelo marketing, não demanda. Demanda significa aquisição. Eu tenho desejo por uma mansão, por um helicóptero e por uma Ferrari, mas não tenho como demandá-los porque não tenho o poder aquisitivo para os três. E não há marketing que me faça demandar esses três itens. Resta-me apenas desejar.

"sobre o trabalho escravo, nem entrei no mérito e na discussão sobre quando havia mais lucro e riqueza. Mas, o trabalho escravo é um fato que ainda existe. Existe por interferência governamental ou porque tem muitos empresários gananciosos e que buscam o lucro a qualquer custo (humano inclusive)?"

Ué, ainda existe trabalho escravo? Não sabia. Ainda existem pessoas trabalhando sem salário, sob chicotadas, proibidas de pararem de trabalhar e proibidas de pedirem demissão? Não sabia. Manda aí um link, por favor.

Até onde sei, nenhum indivíduo sai escravizado de sua casa e é levado a contragosto para trabalhos compulsórios. Um indivíduo, por definição, encontra trabalho porque saiu à procura de trabalho. Sua intenção sempre é melhorar de vida. Ele faz isso porque quer; porque a situação atual (sem trabalho) não lhe é atraente. Se ele está disposto a "trabalhar muito" é porque ele acha que assim ficará em situação melhor do que aquela em que se encontrava até então.

A menos que você comprove que o indivíduo está sendo [u]obrigado[u] a trabalhar sob a ameaça de um chicote, sem a opção de sair do emprego quando quiser, tal escolha sempre será benéfica para ele.

E se ele se sujeita a condições que para nós parecem degradantes é porque, para ele, aquilo ainda é melhor do que a situação econômica em que ele se encontrava antes. Cabe a você provar que esse indivíduo foi seqüestrado, levado a um emprego e ali mantido em cativeiro, contra sua vontade, sendo proibido de parar de trabalhar. Caso isso não tenha acontecido, então a única conclusão empírica é que esse indivíduo ainda prefere seu atual trabalho (assalariado) ao desemprego.
Errado.

Na economia, conhecemos a causa de tudo, pois a ação humana, ao contrário do movimento das pedras, é motivada. Sendo assim, é possível construir a ciência econômica partindo de axiomas básicos -- como a existência incontestável da ação humana e as implicações lógicas da ação --, axiomas estes que são originalmente reconhecidos como verdadeiros.

Destes axiomas, podemos deduzir passo a passo várias leis que também são reconhecidas como incontestavelmente verdadeiras. E este conhecimento é absoluto, e não relativo, exatamente porque os axiomas originais já são conhecidos. Eis alguns exemplos:

• Sempre que duas pessoas, A e B, se envolvem em uma troca voluntária, ambas esperam se beneficiar desta troca. E elas devem ter ordens de preferência inversas para os bens e serviços trocados, de modo que A valoriza mais aquilo que ele recebe de B do que aquilo ele dá para B, e B avalia as mesmas coisas do modo contrário.

• Sempre que uma troca não é voluntária e ocorre em decorrência de uma coerção, uma parte se beneficia à custa da outra.

• Sempre que a oferta de um bem aumenta em uma unidade, contanto que cada unidade seja considerada idêntica em utilidade por uma pessoa, o valor imputado a esta unidade deve ser menor que o da unidade imediatamente anterior.

• Entre dois produtores, se A é mais eficiente do que B na produção de dois tipos de bens, eles ainda assim podem participar de uma divisão de trabalho mutuamente benéfica. Isto porque a produtividade física geral será maior se "A" se especializar na produção de um bem que ele possa produzir mais eficientemente, em vez de "A" e "B" produzirem ambos os bens autônoma e separadamente.

• Sempre que leis de salário mínimo forem impostas obrigando os salários a serem maiores do que os salários que vigorariam em um livre mercado, um desemprego involuntário será o resultado.

• Sempre que a quantidade de dinheiro na economia aumentar sem que a demanda por dinheiro também seja elevada, o poder de compra da moeda irá diminuir.

Por outro lado, não existem elementos simples ou "fatos da natureza" na ação humana; os eventos da história são fenômenos complexos, os quais não podem "testar" nada. Eles, por si sós, somente podem ser explicados se forem aplicadas várias teorias relevantes aos diferentes aspectos de um determinado "fato" complexo que está sendo analisado.

Por que a matemática é tão útil na física? Exatamente porque os próprios axiomas utilizados, bem como as leis deles deduzidas, são desconhecidos e, com efeito, sem significado. Seu significado é exclusivamente "operacional", uma vez que eles são significantes somente na medida em que podem explicar determinados fatos.

Por exemplo, a equação da lei da gravidade, por si só, não tem sentido nenhum; ela só adquire sentido quando nós humanos observamos determinados fatos que a lei pode explicar. Consequentemente, a matemática, que efetua operações dedutivas sobre símbolos por si só inexpressivos (sem significado), é perfeitamente apropriada para os métodos da física.

A ciência econômica, por outro lado, parte de um axioma que é conhecido e possui significado para todos nós: a ação humana. Dado que a ação humana, em si própria, possui significado (o que não quer dizer que ela sempre será avaliada como racional e correta), todas as leis deduzidas passo a passo da ação humana são significativas.

Esta é a resposta para aqueles críticos que exigiram que Mises utilizasse métodos da lógica matemática em vez da lógica verbal. Ora, se a lógica matemática tem de lidar com símbolos inexpressivos, então seu uso iria destituir a economia de todo o seu significado.

Por outro lado, a lógica verbal permite que toda e qualquer lei tenha sentido quando deduzida. As leis da economia já são conhecidas aprioristicamente como significativamente verdadeiras; elas não têm de recorrer a testes "operacionais" para adquirir significância. O máximo que a matemática pode fazer, portanto, é converter laboriosamente símbolos verbais em símbolos formais inexpressivos e, então, passo a passo, reconvertê-los em palavras.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1690
O melhor a fazer, no caso de dúvida, é perguntar a quem conseguiu sobreviver à Cuba, ou imigrou de certa forma. Conheci uma cubana que imigrou há alguns anos, formada em Teologia por lá. Ela contou, e parecia ter medo de falar ou vergonha, que muitos do que vivem em Cuba, necessitam dois empregos para conseguirem viver pelo menos dignamente. Como ela fazia. E quanto aos médicos tão bem falados na boca dos brasileiros, têm de ir de bicicleta para o trabalho e chegam com as mãos tremendo para realizar cirurgias.
O que me faz questionar como seria se o mundo todo fosse socialista e Cuba não tivesse sido isolada tantos anos pelo embargo econômico americano. E por esta mesma linha de pensamento me perguntou porque não olhamos para países como Zimbabwe. A solução não está na mudança drástica para o socialismo, mas em uma evolução gradual do capitalismo que minimize as diferenças tão abruptas que temos em nosso mundo. Será possível um hemisfério sul e norte com os mesmo índices de desenvolvimento humano ? Fico nessa dúvida.

Alguns fatos sobre Zimbabwe.
Desde 2000 encontra-se em uma profunda crise, além da hiperinflação, há um alto índice de desemprego, pobreza e uma crônica escassez de combustíveis, alimentos e moedas estrangeiras.

A hiperinflação vem destruindo a economia do país, arrasando com o sector produtivo. Uma medida governamental congelou os preços, causando desabastecimento, fortalecimento do mercado negro e prisão de comerciantes contrários à medida.[3]

Em Julho de 2007, foi lançada a cédula de 200 mil dólares zimbabweanos, que apesar do elevado valor de face, é capaz de comprar pouco mais do que um quilo de açúcar. No mercado paralelo, a moeda era cotada a 1 dólar americano.[2] Em maio de 2008, foi lançada a cédula de 500 milhões[4] e em julho do mesmo ano foram lançadas cédulas com valores a partir de 100 biliões de dólares zimbabweanos.

Houve uma reforma monetária que entrou em vigor em agosto deste mesmo ano, no entanto, a taxa inflacionária parece não ceder, havendo projeções de que haja a necessidade de nova reforma em breve.

ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • Fernando Chiocca  27/05/2014 14:18
  • Bruno Silva  27/05/2014 14:21
    O endereço do posto é exatamente o número 1000? Eu vi no Google Maps e deu que no número 1000 há um posto de outra bandeira. Talvez porque a foto do Google Maps já tenha pouco mais de três anos.

    Eu quero confirmar porque se eu for, eu vou com GPS.
  • Fernando Chiocca  27/05/2014 14:34
    É esse número mesmo.
    Tem dois postos Ipiranga nesse sentido da Sumaré. O do protesto é o segundo.
    Vai tranquilo Bruno. Não tem como errar pois vai ter uma fila de carros e faixas.
  • Cassim  27/05/2014 15:37
    Enquanto isto, a Petrobrás sofre por apenas ter AsPoNes:

    www.parana-online.com.br/editoria/politica/news/802186/?noticia=GRACA+NAO+HOUVE+PARECER+CONTRARIO+A+COMPRA+DE+PASADENA

    Aos leigos, AsPoNe é um termo para funcionário público que abrange o ócio e a falta de motivação para ser um funcionário sério no funcionalismo público, por isso, significa literalmente 'Assessor de P*** Nenhuma'. A Petrobrás parece possuir vários.
  • aspone  27/05/2014 21:02
    Vc é muito agressivo, jovem!

    Segue, abaixo, um texto do verdadeiro aspone sobre a petrobrás:

    aspone.blog.com/2014/02/25/petrobras/
  • Típico Filósofo  27/05/2014 16:13
    Eventos culturais da esquerda jamais são gratuitos (em protesto ao sempre ínfimo apoio dos governos federal e estadual às nossas iniciativas culturais - apesar de haverem crescido em mais de 20% nos últimos 3 anos), por que organizar-se-ão os defensores do capitalismo predatório a oferecer serviços como esses deveriam ser de acordo com suas teses?

    - Trata-se de pura competição ideológica desleal. É mister que nenhum portal atente mais a oferecer serviços gratuitos ou subsidiados por pessoas jurídicas (que estão mais próximas de Hitler que qualquer outro segundo a nova hermenêutica esquerdista) para serem coerentes às suas respectivas mensagens, pois age contra nossos interesses sociais maiores. Protestar deve ser apenas direito do bem coletivo.
  • Emerson Luis, um Psicologo  27/05/2014 16:44

    A carga tributária está chegando em um ponto em que seria mais vantajoso dar a nossa renda ao governo e ficar com os impostos. Será que eles aceitam?

    * * *
  • Torrano  27/05/2014 16:47
    Parabéns pela iniciativa! Podia haver mais divulgação e as empresas que subsidiam o evento 'lucrariam' com publicidade.
  • Pedro  27/05/2014 17:02
    Hey

    Alguém aqui já ouviu falar do NESARA (parecia teoria da conspiração). Pelo que eu vi, este projeto alteraria profundamente o sistema economico dos EUA, inclusive restaurando o lastro da moeda (bimetalismo: ouro e prata).
  • Leandro Levlavi  27/05/2014 23:00
    Do lado de casa! Mas pelo jeito a fila será muito grande pra aproveitar! hahahaha
    27/05 - 19:58 hrs

    O posto Ipiranga (de cima) oferece uma ducha a cada 25 litros.. abasteço lá e poupo ao menos 10R$ que pagaria em uma ducha "barata" em lugar qualquer.
  • Marconi  28/05/2014 02:08
    O problema dos impostos é que existe uma certa mística de que todos pagam impostos. É comum no serviço público aspones reclamarem dos impostos. É sério. A pessoa não tem noção que faz parte do outro lado, ou seja, tomam como certa a mentira óbvia de que "todos pagam impostos" e saem reclamando da alta carga tributária. rsrs

  • Gustavo Sauer  28/05/2014 12:22
    Eu nem gosto de usar o termo "pagar" pra imposto. Quando alguém rouba algo de você, você não diz que "pagou" o roubo. Se um bandido roubar 100 reais seus você não dirá que "pagou 100 reais ao bandido". Pagar é ato voluntário e ninguém paga imposto voluntariamente.
  • Arthur Gomes  28/05/2014 12:55
    Nesta história de impostos, os candidatos a presidência da República nunca falam na redução pura e simples dos impostos.
    Redução do imposto de renda da pessoa física e jurídica
    Isso que precisamos, menos impostos, menos burocracia.
    No Brasil temos certeza de 2 coisas, a morte e os impostos.
    Em todos os programas de entrevistas ninguém pergunta aos candidatos a respeito desse assunto, REDUÇÃO DE IMPOSTOS.
  • Tito Ferreira  28/05/2014 13:42
    Na minha opinião, o problema não é o imposto ser alto. EUA, Suécia, Dinamarca (impostos mais altos do mundo, também poderiam estar putos da vida com o governo. Mas lá eles tem TODOS os serviços público garantidos e de qualidade. Se tivessemos também, não reclamaríamos. Enfim, por causa de corrupção e ganância de poucos, o nosso governo tira muito e devolve "quase nada". Precisamos de reforma política. Ah sim, precisamos.
  • bruno  28/05/2014 14:22
    De tempos em tempos surge esse comentário. Vamos desmascará-lo então:

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1824
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1609
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1620

    Dentre outros

  • Arthur Gomes  28/05/2014 16:22
    Acorda Sr. Tito Ferreira
    Não tem jeito, como o brasileiro se ilude com essa ideia dos países escandinavos terem altos impostos e serviços de primeira. Isso é uma grande mentira que precisa ser
    mostrada.
    Basta um pensamento simples, porque eu tenho que entregar o meu dinheiro para um governo para que ele possa dar os serviços que eu poderia pagar com meu próprio dinheiro.
    Você passou muito tempo ouvindo e lendo material de esquerda e propaganda do estado.
    Pare um pouco e reflita
    E veja os links
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1824
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1609
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1620
  • Guilherme  28/05/2014 23:03
    exame.abril.com.br/pme/noticias/por-que-donos-de-pequenas-empresas-nao-querem-crescer

    Matéria interessante a ser comentada. Eu acho
  • jean  29/05/2014 00:43
    Genial, quando comecei a ler livros, de fato, uma professora me deu um monte de livro de karl marks, Engels e um monte de artigos. Achava isso um máximo. com 17 anos Pregava a ideologia deles por todos os lados. Até que eu conheci o outro lado, o lado que de fato resolve. Não era encantador, nem envolvente. Era, sim, realista, e simples. Hoje as coisas ficaram bem claras pra mim e separar o joio de esquerda do trigo não é mais obstáculo.
  • Leandro Levlavi  29/05/2014 03:07
    O problema é o imposto embutido em produtos e serviços. IRPF, IRPJ, ICMS - entre outros, todos sabemos que são "contornáveis" com um bom advogado e um bom contador. (:
  • Arthur Gomes  29/05/2014 11:55
    Acorda Leandro Levlavi.
    Impostos contornáveis, de que forma. Fazendo malabarismo contábeis igual ao governo federal,credito impostos indevidos para depois o grande leão(Receita Federal) aplicar multas enormes contra o empresário. Usando artifícios contábeis até quando, de que forma.
    Da maneira que está a receita federal o governo federal fica sabendo de tudo.
    Você escapa hoje e toma amanhã.
    Este país é uma tributação geral, dinheiro para o bando de parasitas de Brasília que só fazem é pegar dinheiro.
  • Anônimo  30/05/2014 15:29
    Parabéns pela iniciativa. Creio que uma divulgação maior nas redes sociais, com links para este artigo, em especial no Facebook, chamaria MUITO mais atenção à causa.
  • anônimo  04/06/2014 14:41
    Na minha opinião em quase nada adianta essa iniciativa; a população corre até os postos e aproveita a "promoção", o governo recebe os tributos de qualquer jeito, e alguns empresários arcam com o ônus tributário de qualquer maneira.

    Nada muda, e o choro continua para a próxima edição. O que deveria ser feito era o dia do NÃO PAGAMENTO de tributos, no outro ano a SEMANA DE NÃO PAGAMENTO DE TRIBUTOS, e por aí vai, só que para isso, o empresariado teria que parar de temer o governo.
  • Um observador  04/06/2014 15:35
    anônimo,

    A ideia da campanha é apenas mostrar para a população como a carga tributária é alta. Só isso.

    O problema em fazer o dia do NÃO PAGAMENTO de tributos que você propôs é que isso só funcionaria se houvesse uma participação de uma grande parcela da população (e sabemos que isso não vai acontecer tão cedo). Caso contrário os poucos participantes seriam punidos e pronto.

    O negócio é "atacar" em todas as frentes possíveis (educação, conscientização, política, etc).
  • anônimo  04/06/2014 17:13
    Eu entendo que o objetivo da campanha é a conscientização, mas vamos falar sério, enquanto o governo estiver recebendo os tributos, o choro do povo é livre, eu sei que meu exemplo é falho pois prendendo ou executando bens dos líderes de uma iniciativa idêntica a que falei, o restante se dispersaria.

    Mas isso não inviabiliza meu argumento central, que é o de que o governo só vai mudar algo a nosso favor em questão de tributos, quando, e se, a receita tributária sofrer grande perda, independentemente da ação que levar a isso.


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