Um giro por Havana
por , domingo, 20 de setembro de 2015

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Old_Havana_Cuba.jpgA decadência, quando não levada ao extremo, tem lá seu charme arquitetônico.  Ruínas são coisas românticas.  Tão românticas, aliás, que os cavalheiros ingleses do século XVIII construíam ruínas em seus jardins para servirem de lembranças agradavelmente melancólicas da efemeridade da existência terrena.

Fidel Castro, no entanto, não é nenhum cavalheiro inglês do século XVIII, e Havana não deveria ser seu imóvel privado para ser usado como um memento mori pessoal.  As ruínas que ele produziu em Havana são, na realidade, a moradia de mais de 1 milhão de pessoas, cujo desejo coletivo não tem, como atestam essas ruínas, o mesmo poder que o desejo de apenas um homem. "Comandante en jefe", diz um dos vários outdoors políticos que substituíram todos os cartazes publicitários, "o senhor dá as ordens".  Desnecessário dizer que a obrigação de todo o resto da população é obedecer.

Havana não mudou quase nada desde a última vez em que estive lá em 1990.  Os vastos subsídios soviéticos acabaram; a economia hoje depende do turismo europeu.  Para melhor receber os turistas, a maioria em busca de férias baratas nos trópicos e gostosamente indiferente à política de Cuba, o governo vem permitindo um pequeno grau de flexibilidade.  Pequenos restaurantes privados que funcionam dentro de casas de família, chamados de paladares, com não mais do que 12 cadeiras, já são tolerados — muito embora a contratação de mão-de-obra que não seja da família, algo considerado explorador pelo regime, não é permitida. 

Nestes locais, apenas determinados pratos são permitidos.  Peixe e lagosta são proibidos, pois são exclusivos dos restaurantes estatais.  Os poucos paladares que se arriscam a driblar essas regras funcionam como aqueles locais clandestinos que vendiam bebida alcoólica nos EUA durante a Lei Seca: seus proprietários que servem peixe ou lagosta estão constantemente nervosos, sempre preocupados com a possibilidade da presença de informantes (os Comitês de Defesa da Revolução ainda estão ativos e operantes em todos os cantos.)  O dono de um destes paladares que visitei — o qual não possuía nenhum sinal na rua avisando de sua existência — preocupadamente olhava através do olho mágico da porta antes de deixar qualquer pessoa entrar.  Comer uma simples refeição em uma das três mesas parecia uma cena de filme de espionagem.

Pequenos mercados de pulgas também já são permitidos em Cuba.  Neles é possível observar pequenas trocas envolvendo roupas usadas e itens domésticos.  Em 1990, era inimaginável uma pessoa poder comprar ou vender alguma coisa ao ar livre, pois comprar e vender era um ato visto como sintoma de 'individualismo burguês', algo contrário à visão socialista de Fidel, para quem tudo deve ser racionado — e de maneira racional, por assim dizer — de acordo com as necessidades de cada um.  (Na prática, é claro, isso significava racionar de acordo com o que havia, o que nunca era muito).

Períodos de abertura permitindo um comércio de pequena escala já haviam ocorrido em outros momentos do reinado de mais de quatro décadas dos irmãos Castro.  No entanto, tais aberturas rapidamente eram revogadas e voltava-se ao período de "retificação", pois ficava muito aparente que os cubanos respondiam com muito mais vigor aos incentivos econômicos do que aos ditames "morais" louvados nas teorias adolescentes de Che Guevara. 

Agora, no entanto, a atividade comercial está mais liberada, pois ela é essencial para a sobrevivência econômica do regime.  Na última vez em que estive em Havana, mesmo um estrangeiro carregado de dólares não conseguia encontrar comida fora do seu hotel — um arranjo que dificilmente estimula o turismo em massa.  Agora, por pura necessidade, já há um número satisfatório de cafés e bares para atender os visitantes.

A economia cubana está hoje amplamente dolarizada, um curioso e irônico desfecho para décadas de ardente nacionalismo.  Quando perguntei em meu hotel como fazia para trocar dólares por pesos, disseram-me que eu não precisaria de pesos.  E estavam corretos.  As poucas e empoeiradas lojas que aceitavam vender seus bens em troca de pesos — a moneda nacional — anunciavam este fato extraordinário em suas janelas, como se estivessem efetuando um milagre, muito embora os bens à venda fossem poucos e da mais baixa qualidade imaginável. 

Na última vez em que estive em Cuba, a posse de um dólar por um cubano comum era crime, uma prova de deslealdade e de desafeição.  Dependendo do humor de Fidel, o "criminoso" podia até ser acusado de estar planejando uma sabotagem econômica da revolução.  Dólares eram manuseados como se fossem nitroglicerina, prestes a explodir na sua cara ao mais mínimo solavanco.  Agora, no entanto, eles são meramente unidades monetárias, as quais qualquer pessoas pode manusear.

Embora os lobbies dos hotéis ainda sejam patrulhados por seguranças com walkie-talkies, que têm a função de garantir que nenhum cubano não-autorizado adentre o recinto, o crescente número de turistas em Cuba significa que as relações entre cubanos e estrangeiros estão mais relaxadas e abertas do que antes.  Hoje, um cubano falar com um estrangeiro não é mais visto como um sinal de infidelidade política; conversas não mais têm de ser feitas às escondidas, em becos escuros ou atrás de paredes, sempre com um olho nervoso à procura de espiões e bisbilhoteiros pró-regime.  Eu cheguei até mesmo a receber pedidos para que enviasse remédios da Inglaterra, dado que não havia nenhum disponível nas farmácias locais — uma confissão, impensável há apenas alguns anos, de que o tão propalado sistema de saúde cubano não é aquela oitava maravilha.

As pessoas frequentemente falam sobre lo bueno e lo malo da revolução — quase sempre acrescentando que lo malo foi muito, muito ruim.  Um cidadão, criado na década de 1970, disse-me que, em sua adolescência, havia sido contagiado pelo fervor do romantismo revolucionário, tendo Che Guevara e John Lennon como seus heróis (ele me contou orgulhosamente que Havana era uma das três cidades com memoriais para John Lennon, sendo as outras Liverpool e Nova York).  Segundo ele, naquela época ele imaginava que um novo mundo estava sendo construído; mas agora sabia que não mais havia perspectivas de progresso. 

Um fato curioso em Havana é que as pessoas mais idosas tendem a murmurar jabón (sabão) quando você passa por elas, na esperança de que você possa ter um pouco desta rara e preciosa mercadoria para doar.  Quando a primeira senhora se aproximou de mim e murmurou jabón, pensei que ela fosse louca.  Só depois é que constatei que ela havia sido apenas a primeira de várias.

Por outro lado, já há sinais de uma pequena abertura intelectual.  Em La Moderna Poesía, uma livraria que fica em uma construção de estilo art déco na Calle Obispo, encontrei uma tradução em espanhol de A Sociedade Aberta e Seus Inimigos, de Karl Popper.  O preço em dólares, no entanto, dificilmente atrairia compradores cubanos.  Talvez o livro estivesse ali apenas para enganar turistas quanto à tolerância intelectual do regime; ou talvez fosse uma armadilha para flagrar insurgentes, de modo que qualquer cubano que tentasse comprá-lo seria delatado às autoridades.  Mas mesmo assim, a simples presença de uma obra tão contrária à filosofia do regime seria algo inimaginável há doze anos.

Em contraste, os jornais Granma e Rebelde não mudaram absolutamente nada: lê-los hoje é o mesmo que tê-los lido há 40 anos e será o mesmo que lê-los daqui a 10 anos, caso o regime continue de pé.  A incessante repetição de que está havendo um amplo progresso social em Cuba mesmo em face das adversidades e das horrendas desintegrações sociais ocorrendo em todos os outros países do mundo (especialmente, é claro, nos EUA) é algo que certamente deve entediar até mesmo o mais ardoroso crente do regime.  Logo, não foi surpresa nenhuma eu não ter visto absolutamente nenhum cubano lendo um jornal ou sequer dando confiança para os já idosos vendedores itinerantes, cada um com aproximadamente 5 cópias para vender.  Quando me aproximei de um deles e demonstrei interesse em comprar um jornal, o velho aproveitou a oportunidade para abertamente me pedir dinheiro.  Vender jornal era apenas um pretexto para se aproximar de alguém e mendigar.  A pergunta "quanto custa o jornal?" sempre era respondida com "o valor que o senhor quiser pagar".

Quase meio século de ditadura totalitária deixou a cidade de Havana — uma das mais belas do mundo — suspensa em uma situação peculiar, indecisa entre a preservação e a destruição.  Para mim, que considero a ausência de determinados aspectos esteticamente feios do comercialismo algo agradável, a cidade tem seu charme: logotipos do McDonald's (e semelhantes) teriam arruinado o cenário de Havana de forma tão intensa quanto os Castros o fizeram.  E a relativa ausência de trânsito em Havana tem seu lado positivo: caso Havana tivesse se desenvolvido "normalmente", suas ruas estreitas estariam hoje entupidas de tráfego e poluição, um inferno sufocante como a cidade da Guatemala ou de San José, Costa Rica, locais onde respirar é ficar sem ar, onde o nível de poluição sonora faz seus ouvidos cintilarem e os pensamentos saírem correndo.

capitool-in-Havana.jpg

Por causa dessas características quase bucólicas, as ruas de Havana são agradáveis para uma caminhada.  Não há fumaça de veículos e não há barulho de buzinas.  Dos poucos carros que trafegam, a maioria são relíquias americanas da era Batista, surrados mas, na medida do possível, restaurados.  Eles trepidam e sacodem ruidosamente como burros de carga que se impulsionam sob um esforço tremendo.  Alguns parecem andar como caranguejos, não para a frente mas de lado.  E com toda a ferrugem acumulada, estes veículos — que em outros cenários pareceriam produtos banais descartados por uma sociedade industrializada — adquiriram uma aura romântica, quase uma personalidade própria.  Eles são adorados e estimados como velhos amigos insubstituíveis; e, quando você olha para eles, é impossível não pensar em como todos os objetos que hoje tomamos como corriqueiros podem um dia vir a se tornar relíquias inestimáveis.  Isso ajuda você a encarar o mundo de outra forma. 

Em 1958, Cuba tinha uma renda per capita maior do que a de metade dos países da Europa, a menor taxa de inflação do Ocidente e uma classe média maior do que a da Suíça, e isso é perfeitamente observável no esplendor de Havana e em como sua beleza é ampla, um testemunho de quão rica (e sofisticada) a sociedade que produziu deve ter sido.  O esplendor de Havana, longe de estar confinado a apenas um pequeno bloco da cidade, se estende por quilômetros.

Não há palavras que possam fazer justiça à genialidade arquitetônica de Havana, uma genialidade que se estende desde o classicismo da Renascença do século XVI — com casas sérias e perfeitamente proporcionadas contendo quintais com colunatas refrescados e suavizados por arbustos e árvores tropicais — à exuberante art déco das décadas de 1930 e 1940.  Os cubanos, ao longo de sucessivos séculos, criaram uma harmoniosa arquitetura praticamente sem par no mundo.  Dificilmente se encontra em Havana uma construção que seja errônea ou que tenha um detalhe que seja supérfluo ou de mau gosto.  A multicoloração ladrilhada do prédio Bacardi, por exemplo, que poderia ser considerada extravagante em outros locais, é perfeitamente adaptada — de maneira natural — à luz, ao clima e ao temperamento de Cuba.  Os arquitetos cubanos certamente entendiam a necessidade de ar e sombra em um clima como o de Cuba, e eles proporcionaram suas construções e seus espaços de acordo.  Eles criaram um ambiente urbano que, com suas arcadas, colunas, varandas e sacadas, era elegante, sofisticado, conveniente, jovial e prazeroso.

Atualmente, todo esse esplendor praticamente já se foi.  A cidade parece hoje um grande arranjo de variações de Bach sobre o tema da decadência urbana.  O estuque e o reboco deram lugar ao mofo.  Os telhados elegantes já não existem mais, tendo sido substituídos por chapas de ferro corrugadas.  Venezianas se esfacelaram e viraram serragem.  As pinturas são um mero fenômeno do passado.  Escadarias desembocam em precipícios.  Não há vidros nas janelas.  As portas se soltaram de suas dobradiças.  As paredes nos interiores das casas desabaram.  Estacas de madeira sustentam, sem nenhum grau de segurança, todos os tipos de estruturas.  Fios elétricos antigos são visíveis nas paredes, como vermes em um queijo.  As sacadas de ferro forjado estão severamente oxidadas.  O gesso e o reboco se descascam como uma doença de pele maligna.  As pedras de pavimentação das calçadas são arrancadas para outros propósitos. 

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Todos os grandes e belamente proporcionados aposentos das casas — visíveis através das janelas ou dos buracos nas paredes — foram subdivididos com madeira compensada em espaços menores, nos quais famílias inteiras hoje moram.  Roupas estão penduradas em janelas de casas que antes eram palácios.  À noite, todas as vias são escuras e as luzes elétricas emitem apenas um brilho fraco e mortiço.  Nenhum escombro ou ruínas são considerados severos demais a ponto de impossibilitar seu uso como moradia. 

Havana é como uma cidade que foi destruída por um terremoto e cuja população foi forçada a sobreviver em meio aos escombros enquanto a ajuda não chega. 

Após a revolução, poucos prédios foram construídos em Havana, o que é ótimo dado que estes poucos foram construídos naquele estilo de modernismo totalitário, arruinando toda a vizinhança.  Na Plaza Vieja, um grande e antigo prédio colonial foi transformado em apartamentos de luxo para serem alugados por turistas, e há um excelente restaurante, só para turistas, no térreo (a própria ideia de um excelente restaurante em Cuba era impensável há 12 anos).  A burguesia é um pouco como a natureza: por mais que você tente dizimá-la com uma revolução, no final ela sempre acaba voltando.

Embora esteja havendo alguns esforços de restauração no centro da cidade — que foi declarado pela UNESCO como patrimônio da humanidade —, tais esforços em nada se comparam ao tamanho da degradação da cidade.  Uma das mais magníficas das várias magníficas ruas de Havana é conhecida como Prado, uma larga avenida que leva até o mar.  Algumas da belas e bem proporcionadas mansões ao longo do Prado praticamente se desmoronaram em ruínas; outras estão com suas fachadas — tudo o que restou delas — sustentadas por escoras de madeira.  Havana é como Beirute, mas sem ter passado por uma guerra civil para ser destruída.

No entanto, não se pode dizer que os habitantes de Havana pareçam infelizes.  Crianças animadas jogam beisebol nas ruas com bolas de trapos comprimidos e tacos de canos de metal (curiosamente, o país da América Latina com a mais robusta tradição política anti-ianque tem no beisebol o seu esporte favorito); há muita interação nas ruas, muitos sorrisos e conversas.  E não é raro se deparar com alguma pequena festa com música e dança. 

Quando você olha para dentro dos lares que as pessoas fizeram em meio às ruínas, é possível notar aqueles pequenos e comoventes sinais de orgulho próprio e de dignidade que também vemos nas choupanas da África: flores de plástico cuidadosamente arrumadas e outros ornamentos baratos.  Uma predileção pelo cafona entre os ricos é um sinal de empobrecimento espiritual; porém, entre os pobres, representa um esforço pela beleza, uma aspiração sem chances de ser realizada.  São os mais velhos que demonstram maior abatimento: seus pensamentos naturalmente se voltam para o passado, e o contraste entre a Havana de sua juventude e a Havana de sua senilidade deve ser um espetáculo difícil de ser contemplado.

Esse contentamento de alguns e essa resignação de outros em meio às ruínas não reduzem a profunda tristeza de ver a destruição de uma obra de arte gerada pelo esforço humano ao longo dos anos.  Como deve ser viver em meio às ruínas de sua própria cidade, ruínas estas que não foram causadas por nenhuma guerra ou desastre natural, mas sim pela mera adesão a uma ideologia?  Não é difícil algum cubano querer mostrar voluntariamente para você as ruínas decrépitas onde ele mora, algo aliás que eles fazem com um sorriso; o fato é que viver nestas condições simplesmente se tornou algo natural para eles.  O colapso das paredes e das escadas lhes parece tão natural quanto o tempo.

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Nas publicações oficiais (e todas as publicações em Cuba são oficiais), os únicos personagens positivos do passado são os rebeldes e os revolucionários, representando uma contínua tradição nacionalista da qual Fidel é a apoteose.  Não há nenhum deus, mas apenas a revolução.  E Castro é o profeta.  O período entre a independência cubana e o advento de Castro é chamado de "a pseudo-república", e a ditadura de Batista, sua brutalidade e a "pobreza extremada" da época são as únicas coisas que se deve (ou que se permite) saber sobre a vida imediatamente antes de Castro.

Mas quem criou Havana e de onde veio toda a sua magnificência se, antes de Fidel, só havia pobreza, corrupção e brutalidade?  Essa é a pergunta que os cubanos atuais não podem fazer.

Os terríveis estragos feitos por Fidel serão duradouros e irão sobreviver por muito tempo após o fim do seu regime.  Vários bilhões em capital serão necessários para restaurar a bela Havana.  Problemas legais envolvendo direitos de propriedade e moradias serão custosos, amargos e intermináveis.  E a necessidade de se saber equilibrar considerações comerciais, sociais e estéticas na reconstrução de Cuba irá requerer enorme sabedoria e bom senso. 

Mas, enquanto o regime não cai, Havana serve como um pavoroso alerta ao mundo — se algum ainda fosse necessário — contra os perigos de ideologias erradas e de monomaníacos que genuinamente acreditam conhecer uma teoria capaz de corrigir o futuro e o mundo. 


Artigo originalmente escrito em agosto de 2002


Theodore Dalrymple é médico psiquiatra e escritor. Aproveitando a experiência de anos de trabalho em países como o Zimbábue e a Tanzânia, bem como na cidade de Birmingham, na Inglaterra, onde trabalhou como médico em uma prisão, Dalrymple escreve sobre cultura, arte, política, educação e medicina. Além de seu trabalho em medicina nos países já citados, ele já viajou extensivamente pela África, Leste Europeu, América Latina e outras regiões.



112 comentários
112 comentários
Pedro Ivo 01/02/2014 11:25:15

Dá lágrimas!

Responder
Paulo Mota 24/09/2015 18:45:18

O texto do doutor, ai acima, tem caráter fortemente burguês. Parece o tipo que desfruta de grandes comodidades em casa e viaja para encontrá-las pelo mundo afora. Quando não encontra, rotula países e pessoas como primitivos, selvagens e miseráveis.
Guantânamo, cuja ideologia dos proprietários, o doutor deve admirar, fica ali, pegado à Cuba e também oferece hospedagem, entretanto, ele preferiu Havana.

Cuba é pobre, sim, mas, não tem analfabetos, não há fome, tem escola e universidade para todos. A medicina é desenvolvida e algumas técnicas são reconhecidas mesmo em países do dito "primeiro mundo".
Os salários são baixos? Sim, muito e os cubanos, seguramente, adorariam desfrutar de um maior poder aquisitivo. Entretanto, estamos falando de um país, uma sociedade que, apesar do bloqueio comercial americano promovido pelos EUA, vem se virando e se mantendo. Aqui, no Brasil, se idolatra e se dá nome de avenidas ao presidente John Kennedy, que foi o grande idealizador do bloqueio econômico a Cuba, além de participar ativamente da idealização do golpe militar de 64, que entrevou nosso pais por mais de 30 anos.

Experimente, doutor, então, o Haiti, que fica pertinho e não é socialista.

E mais, quem quiser ajudar a mudar a realidade cubana, pode se inscrever no grupo armado Alpha 66 , grupo armado de dissidentes cubanos que treina em Miami com a anuência do governo americano.

Responder
Raul 24/09/2015 19:02:57

"Cuba é pobre, sim, mas, não tem analfabetos"

Já não havia analfabetos antes da Revolução. O analfabetismo foi praticamente erradicado durante a também ditadura de Fulgêncio Batista.

No que mais, grandes merdas não ser analfabeto se você só pode ler o que o governo permite.

"não há fome"

Não? Eis aqui o relato de um cubano:

A precária situação alimentar cubana

Vá lá falar com ele que ele, que mora lá, está enganado; e que você, que mora no Brasil, é que está certo.

"tem escola e universidade para todos"

E aí, findada a universidade, as mulheres viram prostitutas e os engenheiros viram taxistas clandestinos. Legal.

No que mais, até mesmo no Piauí também tem escolha e universidade para todos.

"A medicina é desenvolvida e algumas técnicas são reconhecidas mesmo em países do dito "primeiro mundo"."

Desenvolvida?! Se isso é ser desenvolvido, não quero nem pensar no que seria algo atrasado:

A medicina cubana - um modelo?

Vai passear, meu filho. Será melhor pra sua mente.

Responder
Anônimo 24/09/2015 19:47:50

"As universidades estão abertas somente a aqueles que compartilham das minhas crenças revolucionárias." - Fidel Castro.

Responder
Paulo Mota 24/09/2015 19:57:35

Resposta documentada, forte, firme e intolerante, típica de quem sabe o que é bom para os outros.
Compreendo que tendo um ponto de vista tão extremamente de direita, o senhor deva ter um extenso arquivo documental das atrocidades e misérias impetradas pelo regime cubano, inclusive de criancinhas sendo devoradas.
Eu tenho umas fotos das vítimas do canibal de Milwaukee, mas, não vou enviá-las ao senhor com a intenção de mostrar que os americanos são todos canibais. Não seria verdadeiro e não pretendo induzir ninguém a ver através de um túnel.
Este discurso fariseu de prostitutas e engenheiros cubanos que viram taxistas é antigo e desgastado. Deve ter algo de verdadeiro, mas, dai até equiparar nosso falido sistema de ensino ao deles, há uma grande distância. Veja os médicos cubanos que vêm para cá e prestam um brilhante serviço à comunidade, desempenhando suas funções nos confins mais remotos de nosso país, onde os doutores sem doutorado daqui, se recusam a pisar.
Infelizmente, este posicionamento de que o mundo está dividido entre certos e errados, entre ricos de sucesso e pobres desgraçados só tem aumentado a diferença entre os homens. É a visão de Tio Sam, que chama de bad guys aos outros, que sabem que merecem morrer ou ser presos sem acusação, ou julgamento. É assim que pensam e agem com o mundo islâmico ou qualquer outra sociedade que se meta no caminho de sua incessante busca por domínio político e de mercados.
Com a revolução, pelo menos, Cuba deixou de ser o prostíbulo onde políticos e mafiosos americanos se reuniam para tratar de negócios e se divertir a valer.
A revolução está engasgada na garganta do ianques, que por inúmeras vezes tentaram reaver a ilha financiando cubanos dissidentes (expulsos). Lembra da Baia dos Porcos? Lembra do fiasco do governo Kennedy?
Então é isso. Sei que não vou convencê-lo e nem é essa minha intenção.
Mas, lembre-se: sempre pode viajar e se hospedar em Guantânamo, onde reina a democracia, a higiene e o respeito pelos direitos humanos.

Responder
Marmota Remota 24/09/2015 21:00:28

Eis a sina de todo "cubista" que cai neste site de pára-quedas e acha que está lidando com amadores:

1) O sujeito chega todo cheio de si, referindo-se aos outros com ironia, e sai regurgitando vários clichês e lugares-comuns surrados a respeito do regime cubando;

2) É prontamente refutado com fatos, dados, argumentos e teoria econômica;

3) Faz beicinho por ter sido refutado e diz que tal refutação configura intolerância da elite;

4) Conclui o raciocínio falando mal do governo americano (!), sem nem saber que este é um site libertário que tem ojeriza a governos, e principalmente ao americano, um dos maiores e mais intervencionistas do mundo;

Prezado Paulo, faça um favor a si mesmo: informe-se minimamente sobre algo antes de critcá-lo. Quer saber o que este site pensa do governo americano? Aqui vai apenas um aperitivo:

Não à intervenção na Líbia

As consequências inesperadas das sanções comerciais

Responder
Andre 24/09/2015 23:30:42

Todos os cubanos que fugiram de Cuba para Miami discordam de você.
Por que você não vai lá para Miami convencê-los de que eles foram burros de abandonarem o paraíso socialista?
E porque você não vai viver no paraíso socialista cubano?

O Fidel não aceita imigrantes porque é xenófobo ou você é que sabe muito bem que aquilo lá é uma merda e por isso ainda não foi pra lá?

Responder
anônimo 25/09/2015 13:15:26

Esse Paulo só fala merd@#& mesmo... é um pobre coitado, perdeu seu rumo, não tem mais argumento, e agora tenta convencer pelo sentimentalismo, apelando para emoções. Bem fraquinho...

Meu caro, aqui não tem pra você. Dobre seu paraquedas, junte suas coisas e saia de mansinho. Vá para outras porcarias que falam sua língua; aqui você foi, é, e sempre será refutado à altura.

"Com a revolução, pelo menos, Cuba deixou de ser o prostíbulo onde políticos e mafiosos americanos se reuniam para tratar de negócios e se divertir a valer."

Que maravilha! Agora Cuba é um país livre. Livre de dinheiro, livre de bens, livre de poder aquisitivo, livre de qualidade de vida... LIVRE DE LIBERDADE!

"A revolução está engasgada na garganta do ianques, que por inúmeras vezes tentaram reaver a ilha financiando cubanos dissidentes (expulsos). Lembra da Baia dos Porcos? Lembra do fiasco do governo Kennedy?"

Se o governo americano quisesse, ele tomaria essa "ilhota" em 5 segundos. O poderia bélico americano seria suficiente para tirar essa DITADURA do poder em dois palitos. Isso sem contar com o poder econômico. Ops... eu disse DITADURA? Mas ditadura não é somente aquela que dizem que houve no Brasil? Engraçado...

Gostaria que o Sr. explicasse, com números, com argumentos fortes, convincentes, o motivo do ALTO ÍNDICE DE PESSOAS MIGRANDO/FUGINDO DE MIAMI PARA CUBA DESDE OS ANOS 60.

.....

Perai... eu quis perguntar o contrário. Agora me confundi... dobrar a meta, depois atingir, estipular e continuar investindo... só sei que isso é muito importante e nunca na história desse país o povo brasileiro.....ZZzzz...

Responder
Andre Machado 29/09/2015 20:10:49

rapaz a medicina cubana é um fracasso. Cuba é referência em que na medicina? em nada!

Responder
Felipe 24/09/2015 20:08:57

"A medicina é desenvolvida e algumas técnicas são reconhecidas mesmo em países do dito "primeiro mundo"."

É mesmo? Nem Fidel Castro e nem a cubana deste vídeo concordam com você.

"apesar do bloqueio comercial americano promovido pelos EUA"

Bloqueio que só funciona para os EUA. Um cubano pode comprar qualquer bem americano do México, por exemplo. E não compram não por causa de algum decreto, mas porque são pobres.

Aliás, vocês decidam logo se o livre-comércio é bom ou é ruim para um país.

"o Haiti, que fica pertinho e não é socialista."

Se não é socialista muito menos é capitalista.

Seu sistema judiciário é um dos mais corruptos e ineficientes do mundo, além de ser um dos países mais violentos. Se não há segurança jurídica para investimentos privados então se quer podemos dizer que exista capitalismo no Haiti.


Responder
M.S. Batista 25/09/2015 12:56:14

Sr. Paulo Mota,

Enquanto você mastiga seu pão com "mortandela", permita-me refutar algumas coisas que ProferisTes:


O argumento sem razão lógica

"O texto do doutor, ai acima, tem caráter fortemente burguês. Parece o tipo que desfruta de grandes comodidades em casa e viaja para encontrá-las pelo mundo afora. Quando não encontra, rotula países e pessoas como primitivos, selvagens e miseráveis."

Pior são as pessoas que admiram uma ideologia, mas que não conseguiriam sequer viver um só dia no ambiente dela. Quando não encontra ideologias condizentes com a sua, simplesmente rotula países QUE TRABALHAM como causadores da pobreza de outros. Ou seja, culpar os outros pela sua própria condição. Se você é estúpido, não deve colocar a culpa na sua família, ou na sociedade, por exemplo.


A visão financeira de quem não entende de economia

"Os salários são baixos? Sim, muito e os cubanos, seguramente, adorariam desfrutar de um maior poder aquisitivo."

Que salário? Que emprego? Que renda? Aliás, pergunto: que DIGNIDADE tem um povo sem emprego, vivendo de subsídios? Como poderiam querer uma coisa que desconhecem?


O desconhecimento da história e economia mundiais

"Entretanto, estamos falando de um país, uma sociedade que, apesar do bloqueio comercial americano promovido pelos EUA, vem se virando e se mantendo."

O tal embargo, conforme já sabemos (aqui relaciono as pessoas que tem a inteligência para pesquisar e compreender), se restringe aos EUA. Assim, fiquem à vontade para negociar com outros países, POIS NÃO É PROIBIDO! Sugiro que volte para a escola e vá estudar economia!


Total irresponsabilidade para com o Brasil

"Aqui, no Brasil, se idolatra e se dá nome de avenidas ao presidente John Kennedy, que foi o grande idealizador do bloqueio econômico a Cuba, além de participar ativamente da idealização do golpe militar de 64, que entrevou nosso pais por mais de 30 anos."

Sim, agradeçamos ao Kennedy. Parafraseando Amado Batista, se não somos uma Cuba hoje, é graça aos militares, que não permitiram. Já pensou, Sr. Paulo, se fôssemos assim, o Sr. nem estaria digitando essas "bullshit". E eu nem estaria aqui perdendo meu tempo com você, pois não teríamos acesso livre à internet, sequer teríamos computador. PENSE MAIS ANTES DE DIZER ISSO.


Provando do próprio veneno

"Experimente, doutor, então, o Haiti, que fica pertinho e não é socialista.

Experimente, fulano, das "maravilhas" do seu país modelo. #vazouCuba... Mas não se esqueça: não poderá utilizar seu computador na sua nova terra, simplesmente porque NÃO É PERMITIDO. Contentarás por ficar na rua, à toa, jogando beisebol, chutando alguma latinha, usando uma calça por 1 mês sem lavar, pedindo sabão, com sua caderneneta no bolso, contando aos "ilhados" como era a péssima vida capitalista no Brasil, onde era obrigado a conviver com carros, internet, cafés, choperias, pizzarias, restaurantes, grandes lojas varejistas, joalherias, as mais diversas máquinas que facilita a vida festas, bancos, praias. Ah, conte a eles sobre os peixes de água salgada servidos nos restaurantes!

Responder
Jarzembowski 25/09/2015 13:16:26

Só um adento à sua otina resposta:
essa história de que os EUA participaram ativamente do Golpe Militar de 64 é mais um conto da esquerda brasileira.
A verdade é que nunca se apresentou o nome de UM AGENTE AMERICANO SEQUER envolvido no golpe militar, e soube-se através do livro The KGB and Soviet Disinformation: An Insider's View do Ladislav Bittman, um agente de desinformação da KGB, que toda essa história foi espalhada por eles com documentos falsos forjados por agentes tchecos(a República Tcheca era o satélite comunista responsável pela desinformação nos países da América do Sul) - essas mentiras se incorporaram ao pensamento do mainstream acadêmico e ninguém nunca questionou ou se deu ao trabalho de ler o que o Ladislav Bittman escreveu.

Responder
M.S. Batista 25/09/2015 15:11:11

Jarzembowski,

Justamente, você tocou num ponto interessante. O que houve, na verdade, foi o americano aos "revolucionários" cubanos.

De acordo com esse artigo, do qual extraí o texto abaixo:

"É uma questão de história o fato de que em janeiro de 1959 os EUA deram seu reconhecimento diplomático ao regime de Fidel/Che mais rapidamente do que reconheceram o de Batista em 1952. Os arquivos do Departamento de Estado americano também mostram que os EUA impuseram um embargo de armas ao governo Batista e se recusaram a enviar armas pelas quais o governo cubano já havia pagado. Os arquivos oficiais também documentam que o embaixador americano Earl T. Smith avisou pessoalmente Batista que ele não mais tinha o apoio do governo americano, que recomendava fortemente que ele deixasse Cuba. Batista teve seu asilo político negado nos EUA.

Em 2001, em uma visita a Havana para uma conferência com Fidel Castro, Roberto Reynolds, o agente da CIA para o Caribe, responsável pelo gerenciamento da Revolução Cubana entre 1957 e 1960, declarou orgulhosamente que "Eu e toda a minha equipe éramos fidelistas".

Robert Weicha, ex-agente da CIA lotado em Santiago de Cuba declarou que "Todos na CIA e todos no Departamento de Estado eram pró-Castro, exceto o embaixador Earl Smith."

Não obstante, você aprendeu em seus livros de história que "Che Guevara ajudou a derrubar o ditador cubano Fulgencio Batista, que era apoiado pelos EUA".


"O que sabemos da história mundial é uma gota; o que desconhecemos, um oceano. - Autor desconhecido.

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Jarzembowski 25/09/2015 16:35:46

Sensacional isso, M.S. Batista!
É pra fazer muito comunista arrancar os cabelos saber que a revolução cubana não teve nada de anti-americana ou anti-capitalista - e mais um caso pra lista de inimigos que o próprio governo americano ajudou a construir.


Responder
Emerson Luis, um Psicologo 01/02/2014 12:07:15


Tudo isso apesar dos bilhões de dólares que a URSS, a Venezuela e outros países deram para Cuba no decorrer dos anos e dela ter liberdade para comercializar com 75% da economia mundial. Cuba realmente é uma proeza!

* * *

Responder
Czech 15/02/2014 15:49:54

Ainda assim dirão que a pobreza de Cuba é em virtude do embargo americano.

Como se Cuba não pudesse manter relações comerciais com o resto do planeta....

Responder
m.a.p 01/04/2014 21:33:17

Voce também nega a força da gravidade?
Negar o embargo americano como o principal vetor dos problemas econômicos de Cuba, a meu juizo apenas desmerece seus argumentos, muitos deles válidos contra o regime.

Responder
Mauro 01/04/2014 21:40:56

O embargo -- que se restringe apenas a empresas americanas, jamais se aplicando ao resto do mundo -- foi comentado neste artigo.

E ele está longe, muito longe, de ser a causa das mazelas de Cuba. Quem fala que a causa da miséria de Cuba é exclusivamente do embargo não tem muita noção de ciência econômica, pois desconhece todos os problemas inerentes à abolição da propriedade privada sobre os meios de produção.

Responder
Rafael 01/04/2014 21:44:43

O mais legal da esquerda é sua flagrante incoerência. Eles são rábidos protecionistas e furiosos detratores do livre comércio. No entanto, quando o assunto a Cuba, a coisa rapidamente se inverte, e a causa da pobreza da ilha passa a ser exclusivamente do protecionismo e da ausência de livre comércio com o imperialismo americano.

Gente folclórica.

Responder
Thiago Teixeira 20/09/2015 19:23:26

O Rafael matou o assunto.
Primeiro, o comuna tem que decidir se o conércio internacioal é ruim ou bom.
É ruim? Então, se os EUA aboliram o comércio com Cuba, fizeram-lhe um grande favor.
Ah, o embargo em Cuba é ruim. Então o comércio internacional é bom. Hã??
Patético.

Sabe o que se compara à lei da gravidade? O seguinte dizer: Comunismo não funciona.

Responder
Cleiton 21/09/2015 18:19:39

Uai. E eu achando que o principal vetor dos problemas de Cuba fosse o Comunismo...

Responder
Guilherme 09/08/2016 03:38:07

Embargo Americano. Então o seu melhor argumento para justificar o fracasso do socialismo em Cuba é culpa da falta de capitalismo?

Responder
César 01/02/2014 12:48:31

Cara velho coitado desse povo.

Responder
Andre 01/02/2014 13:36:15

Venezuela amanhã.

Responder
bruno 03/02/2014 12:27:05

Isso, Venezuela daqui a 10 anos, Argentina daqui a 20 e Brasil daqui a 30 anos.

Responder
Heber 28/02/2014 17:53:07

Vc é muito otimista!

Responder
Heber 28/02/2014 18:10:59

Pra quem duvida do texto basta ver a entrevista da Nanda Costa para o Jô Soares. Ela inocentemente fala que o povo tem medo do governo e o cubano não pode entrar no restaurante. O Jô Soares fala que é o embargo que é "terrível".
Olha o link

globotv.globo.com/rede-globo/programa-do-jo/t/videos/v/nanda-costa-e-estrela-da-edicao-de-agosto-da-revista-playboy/2769401/

Responder
Ricardo Furuta 01/02/2014 13:38:44

Texto emocionante.
Como foi escrito em 2002, fica um forte desejo de sabermos como é a situação atual, fora do roteiro turístico principalmente...Alguém conhece algum artigo atual para compartilhar?

Responder
Rennan Alves 01/02/2014 18:43:45

Aqui segue um experimento de um jornalista norte-americano. É o mais recente que encontrei.

www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/867590-cubano-por-30-dias.shtml (parte 1)
www1.folha.uol.com.br/ilustrissima/867591-o-regime-cubano-2.shtml (parte 2)

No caso, este artigo detalha bem o dia a dia de como é ser um cubano. É impressionante a quantidade de "jeitinhos" utilizados para a sobrevivência.

Responder
joao batista passos 01/02/2014 13:45:40

É isso mesmo, seguir alguém ou algo cegamente será sempre um perigo... Por isso, não sigo nem a Cristo cegamente.

Responder
mauricio barbosa 01/02/2014 19:08:59

Um conhecido meu,médico otorrino me disse que Havana é desse jeito que está relatado no artigo e parece uma favela,infelizmente o povo oprimido de Cuba é que paga o pato enquanto os Castros vivem no LUXO,acordem comunas o sonho seus é impraticável.E se o embargo é o culpado,então também é mais uma prova de que um país isolado do livre-comércio está fadado a ruína.

Responder
Diones Reis 03/02/2014 11:38:46

"E se o embargo é o culpado..."

A questão do embargo americano é uma das maiores falácias que os comunistas e socialistas (a esquerda caviar principalmente) usa para justificar a miséria de Cuba.

Só que os que usam esta falácia, não levam em questão(ou fingem que esquecem) que outros países que não dão a mínima para o embargo, poderiam fazer negócios com Cuba.

Mas estes países não tem nenhum interesse na ilha, simplesmente porque NÃO HÁ NADA que Cuba possa oferecer, a não ser charutos, mão de obra semi-escrava e sangue humano.

Nem a China, que é o maior país comunista do mundo, tem interesse comercial em Cuba.

Responder
Rodrigo Garcia Wettstein 01/02/2014 20:33:12

Vontade de falar um palavrão mas não vou. No vídeo parece uma cidade do interior do Brasil. Um país obrigado a operar economicamente com o mínimo de serviços públicos ou privados. Para entrar em um ritmo de crescimento precisará de muitos investimentos em infra-estrutura. Será muito custosa e demorada uma recuperação. Claro que eles, OGX, Petrobrás, podem contar com o BNDES e nós brasileiros, não...

Responder
Rodrigo Garcia Wettstein 02/02/2014 03:48:14

Digo nós, os microempresários

Responder
Marx contra o Golias capitalista 03/02/2014 00:37:01

Hmff! Artigo manipulado. Cuba é um exemplo de que mesmo sem a influência do capitalismo perverso, ela tem um índice de IDH superior a muitos países, inclusive o Brasil. Não fosse o embargo econômico imposto pelos EUA, responsável por atrasar a economia cubana, a ilha segue em frente gloriosa, como uma lanterna no túnel escuro do capitalismo selvagem.
Viva Che! Viva a revolução!

Responder
Gredson 03/02/2014 12:54:56

Recomendo que leia o artigo, Porque cuba é pobre: www.mises.org.br/Article.aspx?id=1792

Não tem nada a ver com embargo econômico.

É engraçado você falar sobre a influência do capitalismo perverso e logo depois culpar o embargo econômico, "responsável por atrasar a economia cubana".

Responder
Bruno 03/02/2014 13:43:42

Você e o "Típico Filósofo", sempre por aqui pra garantir umas boas risadas!

Responder
Marco 03/02/2014 23:21:43

Caso não tenha reparado, o Instituto Ludwig von Mises pede para enviar seu comentário > e >. A expressão "Hmff! Artigo manipulado" [sic] e o enaltecimento gratuito desta ilha-prisão atribuindo a ela um irrelevante IDH superior ao do Brasil - O que, convenhamos, não deve fazer muita diferença para muitos cubanos que arriscam suas vidas para escapar da ilha-prisão - não parece muito inteligente. E ainda arremata com 'Viva Che' (reconhecido assassino) e Viva a revolução (que até agora só trouxe desgraças para o povo cubano)! Se for brincadeira, com certeza é uma brincadeira de mau gosto e sem graça.

Responder
Paulo Mota 25/09/2015 00:48:20

Reconhecido assassino apenas por quem, como vc, só lê coisas do seu facebook. Vá ler livros, como, por exemplo, o do autor norte americano Jon Lee Anderson (Che Guevara - Uma biografia). Ele tem 902 páginas. Duvido que vá encarar.
Se conseguir, mande sua opinião.

Responder
Fabio 08/05/2014 07:42:40

Faça-nos um favor e mude-se para Cuba o mais rápido possível, e viva sua fantasia revolucinária em toda sua glória.

Responder
Alguém 20/09/2015 16:08:09

Gente, fala sério, olha o nome que a criatura coloca "Marx contra o Golias capitalista", de dois um, ou está fazendo uma brincadeira de muito mau gosto ou é um completo imbecil! Nos dois casos não há o que convencer ou argumentar... Ignore e deixe-o morrer na mingua...

Responder
beto 03/02/2014 12:37:15

Uma pena pessoas ainda acharem que isso é uma revolução, lamentável, vo^ce provavelmente nunca conversou com um cubano, ou conversou com os jovens que não sabem como é ter liberdade. País em ruinas IDH manipulado pelo governo, em cuba não se registra nem o numero de mortos recém nascidos, tudo é manipulado pelo governo, pra esse bando de otário pela-saco do Fidel e do Che!!!

Responder
Pablo 03/02/2014 16:15:29

"preocupadamente olhava através do olho mágico da porta antes de deixar qualquer pessoa entrar."

Por aqui é o medo dos arrastões que "limpam" os clientes e ceifam vidas.

O regime politico-economico é o que menos importa, importa sim, a moral de seus condutores.

Responder
Critico 21/09/2015 12:50:39

Pablo, permita-me discordar da tua afirmação. Possuo convicções diferentes da tua neste assunto específico.

O regime político-econômico importa muito mais do que a intenção de seus líderes. Qualquer regime sempre cria incentivos para perpetuar o poder nas mãos de pessoas que melhor se adaptam àquela situação e que conseguem tirar melhor proveito político dela. Portanto, o regime político-econômico tem grande influência no caráter e nos ideais daqueles que conseguirão ascender ao poder.

Se há um regime político-econômico socialista dominante, com exaltação de estado forte e intervencionista, as pessoas que melhor se adaptam aos seus mecanismos são aquelas que tem afinidade com uma ideologia de controle e coerção. Mesmo que dotadas das melhores intenções (claro, sob o ponto de vista delas próprias), estas pessoas simplesmente causarão mais danos do que benefícios ao utilizar todos os poderes que o regime político-econômico os fornece sob o manto da autoridade estatal. Mesmo com boas intenções, eles fatalmente irão prejudicar a economia.

Agora, em uma sociedade que não tolere um estado forte com grandes poderes de manipulação econômica, simplesmente não existe uma concentração de poder (monopolista e legalmente legítima) tão grande nas mãos de um pequeno grupo de pessoas. O único "poder" em uma sociedade assim é o poder econômico, mas este não possui o monopólio do uso da força e da coerção legal para se consolidar. O poder econômico só tem chance de se consolidar se conseguir o consentimento VOLUNTÁRIO aos consumidores. Para isso, ele precisa atender às necessidades destes consumidores da maneira mais eficiente e satisfatória possível, o que certamente é algo que qualquer sociedade deseja.

O conceito de "bem comum" é algo relativo e problemático. Um governante com a melhor das intenções usará os poderes que estão à sua disposição para tentar alcançar objetivos que ELE considera como benéficos para a sociedade. A opinião de um grupo político está longe de ser uma verdade absoluta para cada um dos integrantes de uma sociedade, portanto as intenções do governante, mesmo quando boas, certamente causarão danos não previstos. Mas convenhamos, via de regra as intenções dos governantes são as mesmas de qualquer ser humano normal: Antes de melhorar o mundo, eles querem melhorar suas próprias vidas e garantir um futuro de fartura e tranquilidade para sua própria família. Quanto mais poderes eles tiverem nas mãos, maior será a tentação para usar estes poderes em seu próprio benefício.

Espero ter colaborado com a discussão ao oferecer um ponto de vista diferente do teu.
Obrigado por expor tua opinião e criar a oportunidade de um debate interessante.

Abraços

Responder
mauricio barbosa 03/02/2014 17:46:58

Pablo ninguém aqui defende governo,mas sim o capitalismo laissez-faire ou seja o livre-comércio.Os governos e estados só atrapalham esse processo e CUBA e CORÉIA DO NORTE são hors-concours em trapalhadas.

Responder
Artur 04/02/2014 11:55:43

Que carro é aquele que aparece em 1:15?

Responder
Juan Manuel Fangio 04/02/2014 12:18:00

Um Porsche 356, da década de 1950.

www.porschearchive.com/render.cfm?source=20200~356_1300~1951-1955

Responder
Lucas Silva 18/02/2015 15:48:42

Na verdade é um MG A-1600.
ipocars.com/imgs/a/h/l/f/m/mg__a_1600_mk_i_de_luxe_1959_1_lgw.jpg

Responder
Gunnar 04/02/2014 12:19:10

Amargamente triste.

Responder
Marcos 04/02/2014 13:09:55

Lindo texto. Em geral, tendemos a nos preocupar demais com o aspecto geral econômico e esquecemos o resto. No texto, me chamou muito a atenção para o cotidiano, os hábitos e os pequenos detalhes que fazem a alma de Cuba. Não é a toa que é mais fácil se emocionar com esse texto do que com dezenas de explicações técnicas sobre a situação econômica da ilha. Aqui vemos os resultados concretos de tudo isso.

Responder
Thiago 04/02/2014 21:38:14

Comprem seus vistos - somos os próximos

Responder
Cons. Acácio 21/09/2015 03:35:33

Seu conselho está mais válido do que nunca.

Responder
Maycon R Campos 06/02/2014 16:04:37

Este foi um dos textos mais belos que já li neste site. Os fatos eu já os sabia, no entanto a forma que o autor deste texto os expôs foi fantástico.

Responder
WILLHAME 09/09/2014 22:55:37

É muito facil mostrar algumas imagens, e indusir o leitor a achar que elas dizem tudo

Um giro por New York

CRACOLÂNDIA
amigosdaguardacivil.blogspot.com.br/2013/12/nova-york-tambem-teve-sua-cracolandia-e.html

FILAS DE DESEMPREGADOS
democraciapolitica.blogspot.com.br/2013/04/nova-york-quase-metade-da-populacao.html

SENTADO
lounge.obviousmag.org/omnia_novi_sub_sole/2014/02/24/vergara2.jpg


ABRAÇOS

Responder
Andre 10/09/2014 19:23:42

"É muito facil mostrar algumas imagens, e indusir o leitor a achar que elas dizem tudo.".

Os habitantes de Nova York são livres para irem embora da lá para qualquer lugar do mundo quando quiserem.

Os habitantes de Cuba não possuem essa liberdade.

Tente refutar isso com algumas imagens.

Responder
WILLHAME 23/09/2014 20:02:38

Ter liberdade para ir para outro lugar do mundo não é nada se não tiver dinheiro pra isso, é o que acontece com milhões de pessoas que vivem em Hong Kong, que é o número 1 do mundo em liberdade econômica, na Favela vertical de Kowloon

www.engenhariae.com.br/curiosidades/kowloon-na-china-teve-maior-e-mais-caotica-favela-vertical-do-planeta-que-chegou-proximo-de-2-milhoes-de-pessoas-por-km%C2%B2-e-foi-mostrada-em-serie-de-fotos/

Responder
Vasilhame 23/09/2014 20:21:44

Favelas?! Esses prédios com esses apartamentos com água encanada e com rede de esgoto são favelas?! Acho que a galera do Cantagalo-Pavão-Pavãozinho ia querer umas "favelas" assim...

Outra coisa: você inverteu causa e efeito. Há essas "favelas" em Hong Kong justamente porque vários asiáticos -- fugindo do comunismo na China, no Vietnã, no Camboja e no Laos -- se dispuseram a ir pra lá sem ter absolutamente renda nenhuma, em troca apenas de uma maior qualidade de vida.

Mais ainda: Hong Kong é pequena, já está superlotada e ainda continua recebendo um enorme fluxo de imigrantes todos os anos (formado majoritariamente por pobres chineses que querem melhorar de vida). É o óbvio ululante que chegará um momento em que simplesmente não mais haverá espaço, e a solução será a verticalização dessas "favelas".

O que, aliás, afeta também os ricos. Veja, por exemplo, como esse engenheiro usa a inteligência para contornar a falta de espaço físico em Hong Kong.

Falta de espaço não é nem economia, e sim física. E física não admite milagres.

P.S.: não conheço nenhuma teoria econômica que diga que imigrantes pobres se tornam imediatamente ricos ao simplesmente colocarem os pés numa determinada terra. Às vezes você deve conhecer.

Responder
Aspartame 27/11/2014 10:53:39

Na matéria que o anônimo passou tem um trecho bem interessante:

Por motivos geográficos e regulatórios (a cidade ocupa apenas 6,8% da sua área para habitação), as únicas maneiras de permitir que todos possam morar ali é através da verticalização e da diminuição do tamanho dos apartamentos.

Regulatórios?! Pombas, até em Hong Kong o governo ferra com tudo? Mas como é que pode ser verdade uma porra dessa, Bátima?

Responder
anonimo 23/09/2014 22:31:00

Recomendo a leitura deste artigo:

caosplanejado.com/a-claustrofobica-hong-kong-prisao-ou-salvacao/

Responder
Andre 25/09/2014 13:01:32

"Ter liberdade para ir para outro lugar do mundo não é nada se não tiver dinheiro pra isso, é o que acontece com milhões de pessoas que vivem em Hong Kong, que é o número 1 do mundo em liberdade econômica, na Favela vertical de Kowloon.".

Hong Kong é bem pequena, qualquer um que viva lá pode FACILMENTE ir para a China.
Estranhamente eles continuam vindo da China para Hong Kong e não o contrário.
Puxa vida. Que coisa!

E com relação à ter dinheiro para ir embora o que você sugere? Que o governo ROUBE dos que querem ficar para financiar a emigração dos que querem ir embora?
Nossa, que ideia maluca.
Se a pessoa não tem dinheiro para se locomover isso é problema dela.
Se o governo paga policiais e soldados para impedir quem quer ir embora de ir embora, aí sim, é um problema causado pelo governo.

Lembrando que em Cuba tem milhares de pessoa que ADORARIAM ir embora para os EUA.
E o problema em Cuba nem é falta de dinheiro para isso, pois existem cubanos que já se mandaram para os EUA (à nado!!!) e que estariam dispostos à ir em Cuba para levar mais gente.
Mas lá, ao contrário do que você sugeriu o governo cubano ROUBA dinheiro de todos para pagar a polícia e o exército para IMPEDIR que as pessoas fujam.
Tanto que lá é proibido aos cubanos nadar e pescar no mar.

Daí os cubanos que já estão nos EUA ficam com medo de ir lá de barco resgatar outros cubanos, pois nunca se sabe se serão atingidos por um CAÇA MILITAR!

"""
"Em 24 de fevereiro de 2011 se completam 15 anos da derrubada de dois aviões bimotores do grupo humanitário "Hermanos al Rescate", por parte de um avião militar MIG-19 do governo cubano. Um informe da Comissão Interamericana de Direitos Humanos de 29 de setembro de 1999, chegou à seguinte conclusão: 'O Estado de Cuba é responsável pela violação do direito à vida - Art. I da Declaração dos Direitos e Deveres do Homem - em prejuízo de Carlos Costa, Pablo Morales, Mario de la Peña e Armando Alejandre, os quais pereceram como conseqüência de ações diretas de seus agente na tarde de 24 de fevereiro de 1996, enquanto riscavam o espaço aéreo internacional'. Em Hermanos al Rescate chegaram a participar voluntários de dezessete nacionalidades distintas, entre eles três pilotos argentinos, os Hermanos Lares".
"""
www.midiasemmascara.org/mediawatch/noticiasfaltantes/comunismo/13887-zapata-tamayo-hermanos-al-rescate-e-os-cinco-espioes-cubanos.html


Voltando a questão que você mencionou:
"Ter liberdade para ir para outro lugar do mundo não é nada se não tiver dinheiro pra isso...".

Saiba que qualquer americano poder pegar um emprego no McDonalds, opressor capitalista do mal, recebendo APENAS o salário MÍNIMO, e em pouquíssimo tempo, dependendo de qual lugar dos EUA a pessoa mora, pois é muito grande, a pessoa já teria dinheiro de sobra para ir morar PELO RESTO DA VIDA em Cuba.
Estranhamento isso não tem acontecido desde que Fidel Castro assumiu o poder.

E aí, quando é que você vai me explicar por que ninguém está fugindo dos EUA para viver em Cuba???

Responder
Paulo 27/11/2014 05:59:46

Tive uma professora Cubana que simplesmente parou de dar aulas. Pouco tempo depois, descobrimos: fora obrigada a voltar para Cuba, pois estava no Brasil ilegalmente.

Não havia parado para pensar na "lógica" do embargo econômico dos EUA. O capitalismo é o culpado pelas desgraças do mundo; o comunismo é a solução. No entanto, a culpa de Cuba estar atrasada é justamente pela falta de capitalismo! kkkk E o embargo econômico, pelo que alguns falam, parece ser nas transações com o mundo todo!

Coréia do Norte não vive o mesmo embargo. Gostaria de saber qual a razão de seu atraso.

Responder
Andre 27/11/2014 16:22:02

"Coréia do Norte não vive o mesmo embargo. Gostaria de saber qual a razão de seu atraso.".

Comunismo.

Responder
Amaranta 10/01/2015 15:55:49

Me lembrou tanto a cidade que meus avós cresceram no interior da Bahia e que cowtumava visitar nas férias. Uma coisa é certa sobre Cuba, as crianças brincam nas ruas, às pessoas conversam entre si, existe uma atmosfera de alegria que vem da valorização das relações humanas, coisa que o capitalismo inevitavelmente vai destruindo aos poucos com o desenvolvimento tecjologico. Tudo bem, Cuba é um exemplo de que o Socialismo não traz progresso tecnológico mas faz com que as pessoas vivam harmonicamente tanto com a sociedade quanto com recursos do planeta, o capitalismo por outro lado é autodestrutivo, uma espécie de câncer que destrói a moral do homem e esgota os recursos do planeta. Talvez precisamos encontrar uma estrada justa, um ponto de equilíbrio entre esses dois modelos econômicos.

Responder
Esperanto 10/01/2015 22:31:29

"Me lembrou tanto a cidade que meus avós cresceram no interior da Bahia e que cowtumava visitar nas férias."

Se o objetivo é ter o padrão de vida do interior da Bahia, então talvez Havana deve servir.

"Uma coisa é certa sobre Cuba, as crianças brincam nas ruas"

Em várias cidades do interior do Brasil também. Aliás, nos ricos subúrbios americanos, em que há apenas residências, também.

A grande diferença é que, em Cuba, é possível brincar nas ruas simplesmente porque não há veículos transitando nas ruas.

"às pessoas conversam entre si"

E no resto do mundo? As pessoas não "conversam entre si"?

"existe uma atmosfera de alegria que vem da valorização das relações humanas"

Se realmente há uma "atmosfera de alegria", isso é interpretação sua. E bem forçada. Só que mais forçado ainda é dizer que essa "atmosfera de alegria" (que só você viu) é resultado "da valorização das relações humanas". Como você determinou isso?

"coisa que o capitalismo inevitavelmente vai destruindo aos poucos com o desenvolvimento tecjologico"

Isso então significa que se houvesse um pulso eletromagnético que inutilizasse todos os aparatos eletrônicos do planeta e nos enviasse de volta à idade da pedra teríamos uma "atmosfera de alegria que vem da valorização das relações humanas"?

Que lógica é essa?

Em todo caso, se você realmente aspira a isso, então você pode ir morar em uma comunidade amish. Ou em Cuba.

"Tudo bem, Cuba é um exemplo de que o Socialismo não traz progresso tecnológico mas faz com que as pessoas vivam harmonicamente tanto com a sociedade quanto com recursos do planeta, o capitalismo por outro lado é autodestrutivo, uma espécie de câncer que destrói a moral do homem e esgota os recursos do planeta."

Em Cuba as pessoas vivem "harmonicamente tanto com a sociedade quanto com recursos do planeta"? E os 170 mil mortos pelo regime? Isso é harmonia?

Como o capitalismo destrói a moral do homem e esgota os recursos do planeta? Fique curioso, dado que a prática mostra exatamente o contrário.

"Talvez precisamos encontrar uma estrada justa, um ponto de equilíbrio entre esses dois modelos econômicos."

Um equilíbrio entre capitalismo e socialismo? Já encontramos. Chama-se Brasil. Se você não está satisfeito, então é porque você realmente não quer esse arranjo.

Responder
Amarula 11/01/2015 04:05:07

De duas uma: ou o Típico Filósofo mudou seu nome artístico ou ele arranjou um concorrente à altura?

Responder
Túlio Rios 20/09/2015 14:33:20

Triste!

Responder
Anônimo 20/09/2015 15:02:25

E é isto que o Judge Napolitano acha do Papa em Havana:

Responder
Pepe Rodríguez 20/09/2015 15:44:25


Se vocês quiserem ter a real noção da destruição de Cuba pós revolução, devem assistir este vídeo:


https://www.youtube.com/watch?v=sVSCTxxny5o

Responder
Amarílio Adolfo da Silva de Souza 20/09/2015 15:59:53

Interessante que existam turistas dispostos a visitar essa prisão desprezível chamada Cuba. Países totalitários não devem ser ajudados, para que aprendam que o Capitalismo é o único caminho possível para a raça humana.

Responder
Dissidente Brasileiro 20/09/2015 20:33:29

Não trate o futuro reflexo do "nosso" país por essas palavras, pois a Cuba de hoje é o espelho do brazil de amanhã.

Responder
anonimo 20/09/2015 19:39:55

Tipo Centro Velho de São Paulo ou periferia ?

Responder
sigiloso 21/09/2015 04:04:01

O centro de SP está o lixo que está pela mesmíssima razão de Havana estar o lixão que está: socialismo/comunismo. E, por essa mesma razão, ambas as cidades ainda continuarão uma grande porcaria por décadas.

Responder
felipe 21/09/2015 11:45:55

Com a diferença que no centro de SP e na periferia você pode comprar um delicioso Hot dog que não custa mais do que 5 reais. Já em Havana você tem que se contentar com a ração oferecida pelo governo.

Responder
anonimo 20/09/2015 19:44:50

Cuba deve adotar estilo econômico do Japão com ajuda dos americanos?

Responder
anonimo 20/09/2015 19:51:28

Esta revolução cubana, Havana e a cidade e estado de São Paulo, quantas semelhanças.
Existe no estado de São Paulo uma revolução cultural e social promovida pela migração e com motivos e objetivos idênticos ao de Cuba... Renovação étnica.

Responder
Dissidente Brasileiro 20/09/2015 20:26:35

Aproveitando a oportunidade deste artigo sobre Cuba, encontrei isso algum tempo atrás:

misescuba.org/

Será real ou apenas uma brincadeira? Tem até um link para o IMB por lá.

Responder
Anderson 20/09/2015 20:32:30

Uma cidade com edifícios tão bonitos (alguns com arquitetura neoclássica!), porém tão acabados! A impressão que fica é que a cidade sofreu ataques de uma explosiva guerra.

Apesar de toda a desgraça, uma coisa é "interessante", dá para notar que algumas pessoas estão até "bem vestidas", a garota de vestes verdes do vídeo e o garoto da foto com uma roupa da Adidas (deve ser falsa...). Acho que essas poucas peças devem ser provenientes de algumas trocas comerciais com outros países. Se tivesse uma embargo global Cuba estaria na mais abjeta pobreza.

Responder
Silva 21/09/2015 04:14:07

Não. Essa roupa da Adidas não deve ser falsa e essas roupas não devem ter vindo de trocas comerciais. Essas roupas muito provavelmente (para não dizer certamente) vieram por meio de ajuda humanitária, principalmente dos EUA.

As pessoas batem na tecla do embargo e raramente se lembram da ajuda que os EUA mandam para Cuba (só lembrando que, se não houvesse embargo, Cuba continuaria sendo a mesma merda que é hoje), seja em bens, seja em dinheiro, sobretudo proveniente dos cubanos que tiveram a sorte de fugir de lá.

Responder
Anderson 21/09/2015 13:41:31

Pode ser.

Sim, o que eu quis dizer é que se houvesse um embargo mundial (como a esquerda adora proferir aos quatro cantos), Cuba ficaria ainda pior. Já pensou o que seria deles sem o charuto (ou dos Castro's)... Se já estão na merda, com embargo iria piorar mais ainda...

Responder
anônimo 20/09/2015 21:49:07

Miséria decadente.

O mais abjeto dessa história é o consentimento. Consentimento com que os poderosos permitem a permanência dessas aberrações.

Cuba era para ter sido invadida no segundo dia depois da queda da URSS, pois o acordo dos EUA era com a URSS. Teria sido poupado à América Latina e Central todo nosso atual sofrimento com o socialismo.

Hoje, aquele velho zumbi decrépito e seu irmão não menos decrépito estão ditando a farra socialista na América Latina e Central (e até mesmo nos EUA e Europa, podem acreditar).

Responder
Adelson Paulo 21/09/2015 17:53:29

Os Estados Unidos já têm que carregar um fardo histórico muito grande por suas intervenções militares no mundo. Muito "analistas" inclusive atribuem aos EUA a responsabilidade pelo caos atual no Oriente Médio. Por isto o pacifismo de Obama é tão popular entre as pessoas mais "sensíveis" e "progressistas".

Responder
Marco 20/09/2015 21:51:03

EIS O "PARAÍSO" COMUNISTA DEPOIS DE QUASE 60 ANOS!
ISSO É O DEMONSTRATIVO DO ESTRUME MARXISTA NAS MENTES!
O que se tem certeza absoluta que nenhum país do mundo até ao presente momento conseguiu progredir sob a bandeira do martelo e foice, de cor vermelha representando o sangue dos adversários e "iluminados" pela estrela de 5 pontas que é o pentagrama satânico; muito ao contrario, apenas atraso, miséria, muita opressão e morte, caso Cuba, Coreia do Norte e todos os ex satélites da Cortina de Ferro, a antiga e obsoleta URSS, mesmo a Russia atual!
Esse mesmo tipo de regime obsoleto e prá lá de fracassado é o que os alucinados revolucionários do PT com as mentes recheadas de esterco marxista tentam em vão impor no Brasil, mas os brasileiros não estão dispostos a engolir sapo dos desequilibrados do PT!

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Anônimo 20/09/2015 23:24:22

Olhem para as fotos com toda atenção do mundo. Os políticos vão colocar as crianças para brincar nas ruas um dia também, é uma promessa. Barriga vazia e bola na rua.

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Dam Herzog 21/09/2015 01:07:57


As pessoas de esquerda podem espernear mas a verdade é que: aparece pessoas dizendo que o socialismo é uma bandeira da igualdade e fraternidade e democracia (partidos socialistas). Se o povo acredita e vota, os socialistas são eleitos. Se o povo não aprova partem para a força através da luta armada para a conquista do poder. No poder a primeira coisa que fazem é suprimir a liberdade de imprensa. Nacionalizar os bancos, fazer reforma agraria e desrespeitando o direito a propriedade privada, ai já eliminam o mercado. Para implementar seu programa é necessário convencer as pessoas que elas não mais serão proprietárias de seus bens imoveis e terras. Alguns se revoltarão de tal forma que deverão ser assassinados, pois sendo assim chamados de contra-revolucionários, traidores da revolução, em julgamento "legal" segundo dizem. Assim a vida continua e como sem preços não existem mercado, que é o processo para maior produção de bens e serviços começa a caristía, falta tudo até papel higienico. Também aparece a figura do bode expiatório quando algo dá errado e sempre muitas coisas não dão certo. O bode expiatório é quem leva a culpa de tudo sendo submetido ao expurgo e dai eles criam os campos de trabalho forçados. No dia a dia aparece a palavra racionamento pois o antigo capital um dia acaba. Pra concluir o socialismo é a pior invenção que o mundo já inventou, e seus subprodutos são o sofrimento , a miséria, o abatimento psicológico. É fácil entrar nele o difícil é sair. Por isto que devemos dizer não ao PT. Enquanto Lech Valessa ajudava a Polônia a sair do comunismo, Lula Dilma e o PT tentam implantar o comunismo no Brasil. Ainda ha tempo para não deixar que seja o regime vigente em nosso pais.Em nome do socialismo já foram mortos quase 200.000.000 de pessoas no mundo. Pensem bem e combatam tudo que seja socialismo.

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Sellba 21/09/2015 01:24:38

Acho que seria interessante fazer uma viagem até a ilha, afinal países onde o socialismo foi testado estão acabando. Em breve não restará mais nenhum. Quando jovem morei na Alemanha Ocidental mas visitei o lado Oriental também. Em conversa com jovens podia-se ver o entusiasmo com o socialismo, mas quando abriram uma brecha no muro e eles viram como era do lado de cá perceberam o tempo perdido.
Em Cuba vai acontecer a mesma coisa. Quando os malditos yankees começarem a chegar com seus malditos dólares,vão se dar conta que só perderam tempo. Quando o capital e turistas americanos desembarcarem, acordarão de um sono que durou quase 60 anos e voltarão para o ponto de onde partiram, ou seja, viviam do capitalismo americano e para ele retornarão. Tinham um ditador e agora têm dois. Fidel e Raul.
Vejo dois pontos positivos no momento :
1- a arquitetura da cidade ficou preservada graças a miséria que o socialismo proporcionou;
2- os carrões da década de 50 também preservados, irão enriquecer as coleções dos americanos.
Muito pouco para uma revolução que prometia mostrar ao mundo que viver o socialismo, seria viver num paraíso e ao mesmo tempo derrotar o capitalismo.

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RR 21/09/2015 03:28:18

Gostaria de saber o que de tão especial existe em uma ilha com uma população até menor do que a da cidade de São Paulo. Não entendo essa aproximação do Obama, do Papa Franscisco com o regime de Fidel. A amizado dos companheiros latino-americanos a gente já entende muito bem. Me parece que Cuba e uma rota estratégica, por isso o interesse agora dos EUA, da China. Mas do que?

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anônimo 21/09/2015 10:32:29

Cuba tem uma importância histórica pros EUA por causa da crise dos mísseis.Já esse Papa, ele é só um sem noção.

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SS 21/09/2015 11:37:55

Cuba não é só uma ilhota no meio do pacífico. A sede do governo cubano fica sim numa ilhota no meio do Caribe, todavia, Cuba tem pelo menos duas províncias com alguma relevância econômica: Brasil e Venezuela. Desse modo, ao contrário do que pode parecer à primeira vista, negociar com Cuba não é nenhuma perda de tempo.

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Alma sombria 21/09/2015 11:53:29

Simples Obama é um esquerdista do partido dos democratas, o mesmo já trabalhou em ONGs de Saul alinsky(pesquise se quiser saber mais), em se tratando de chico, creio que o mesmo dispensa comentários alguém que só faz vista grossa a um crucifixo formado por uma foice e um martelo, e ainda crítica o capitalismo ...naturalmente deve ter um grande interesse por cuba

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Vander 21/09/2015 13:41:37

Vou dar meu pitaco: existem 2 razões para Cuba estar se valorizando. Vamos primeiro analisar a mais concreta e realista das duas:

1º) Não é mais segredo de ninguém que a China está construindo um canal na Nicarágua. Se vai vingar ou não é outra história. Mas isso foi um dos (principais) motivos que levou o governo petista brasileiro a construir o 'portinho' de Mariel em Cuba. Também acredito que não seja muito difícil concluir do porquê a China, junto com seus cumpanheiros do BRICS querem um canal na América Central. Mas darei uma 'singela' pista: querem uma rota livre para transportar armas sem que o Tio Sam fique bisbilhotando. Até mesmo uma base militar Russa já foi reaberta para monitorar essa coisa toda.

Com isso encerro minha primeira razão.

2º) Aqui eu viajo na maionese: Cuba é um mito na cultura socialista. Se o socialismo existir daqui à uns 2.000 anos (Deus me livre!), Cuba será como uma Jerusalém. Dentro dessa linha, até sugiro algo bem pior: Essa aproximação desse Papa comunista com esse mito pode levar ao fim do Cristianismo como conhecemos hoje. Se eu estivesse vivo daqui à 2.000 anos, não me surpreenderia se encontrasse uma nova Bíblia, um novo Cristo, uma 'nova' Igreja Católica e etc. Para mim essa adoração à Cuba significa o óbvio: é um centro de adoração da religião que se criou em torno do socialismo. E será uma espécie de Meca da nova religião daqui a tempos. Não se esqueçam que essa gente tem planejamento de longo prazo.

Com isso encerro minha segunda razão.

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Rafael Isaacs 21/09/2015 12:06:56

Cuba perdeu a chance de ser o Haiti 2.

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Charles 21/09/2015 17:13:03

Hoje, enxergamos Cuba destruida e sentimos pena de seu povo, mas devemos nos lembrar que "ELES LUTARAM POR ISSO" ainda com mais afinco e mais adesão que os petistas que hoje no Brasil.
Nós aqui estamos trilhando o mesmo caminho e o desfecho não será diferente.
Portanto, sem coitadismo!

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felipe 21/09/2015 17:40:20

"ELES LUTARAM POR ISSO"

Eles quem? A revolução foi orquestrada por uma minoria da classe média e com apoio financeiro de uma elite descontente. O povo só queria seguir com a sua vida, e foi enganado por advogado bom de papo que prometeu que instituiria uma democracia em alguns anos. No final acabaram sendo escravizados.

Sem dúvidas Fidel foi o maior 171 que já existiu.

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Vander 21/09/2015 20:30:18

O povo não tem culpa nessa história. Foi enganado. Como disse o amigo felipe, os verdadeiros culpados foram alguns intelectuaizinhos da classe média cubana, que nem de longe representam o povo cubano.

Só para fortalecer o que digo, Fidel Castro jurava que jamais iria implantar uma ditadura comunista. Ele próprio jurava ser não comunista.

O povo cubano raramente se envolveu na tal "revolução". Fidel precisou de milicianos das FARC´s e dinheiro russo para conseguir o intento.

P.S.: Por sinal, a maioria dos intelectuaizinhos que "ajudaram na revolução" acabaram no paredón, alguns meses depois da queda de Fulgêncio Batista.

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Adelson Paulo 21/09/2015 18:00:17

Assisti recentemente uma extensa reportagem em um canal de TV paga sobre a riqueza ambiental de Cuba, um dos países do Caribe com os ecossistemas mais preservados. Segundo a reportagem, o motivo desta preservação foi a ausência de crescimento econômico em Cuba, que manteve o meio ambiente praticamente intocado.
Os ecologistas radicais devem adorar.

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M.S. Batista 23/09/2015 11:59:25

Em relação ao vídeo divulgado das "calles cubanas", não sei em que dia da semana se passou isso, mas observem as pessoas nas ruas - homens, mulheres, crianças, com olhares perdidos, sem ocupação, sem preocupações com trabalho, ociosas em plena luz do dia, esperando alguma coisa que nem sabem o que é.

Muitas vezes reclamamos do nosso cotidiano, da nossa profissão, do nosso patrão, mas imaginemos como deve ser humilhante uma vida sem trabalho, sem preocupações, sem responsabilidades... e o pior, sem dignidade de poder dizer que sustenta sua família com SEU TRABALHO.

Isso lembra muito as periferias de muitas cidades brasileiras. Pessoas trocam sua mão-de-obra, ainda que de baixa qualificação, por incentivos governamentais de permanência na miséria.

Responder
felipe 23/09/2015 12:13:06

Para aqueles que ainda defendem o sistema de saúde cubano, segue um rapido vídeo;



Responder
Ivan 23/09/2015 13:37:01

g1.globo.com/mundo/noticia/2012/02/miami-e-apontada-como-a-cidade-mais-miseravel-dos-eua.html

Responder
M.S. Batista 23/09/2015 18:49:29

Conclusão (com base na matéria): é melhor viver no sertão nordestino do que em Miami. Pelo menos, lá não tem trânsito (de carros)!

Responder
felipe 23/09/2015 19:21:14

É engraçado essa tendência jornalistica de denegrir os EUA. Miami com todos os problemas apontados continua sendo uma cidade melhor para se viver do que qualquer cidade da América-latina.

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anônimo 24/09/2015 10:13:17

Denegrir? Entendi o contrário, se Miami sendo o que é, é o pior deles lá...então imagina o melhor!

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Navi 24/09/2015 03:53:04

Se Miami é um lixo e milhões de cubanos já fugiram para Miami, o que é Cuba então? Um lixão a céu aberto?

Responder
Mario 24/09/2015 13:12:21

Apesar de todos os problemas da cidade, a mesma tem uma história linda que encantar qualquer que seja, e um a pena se encontrar nesse estado atual que esta.

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anônimo 06/10/2015 11:24:28

Um bom filme que retrata a degradação de cuba é "uma noite" que inclusive é filmado em cuba (disponível no netflix).

É possível ver cubanas se prostituindo para ganhar dinheiro, jovens cubanos sonhando em ir para os EUA, enorme pobreza material, presença de mercado negro, e, mais interessante, uma policia repressora com os cubanos mais pobres (sim, cuba tem uma policia "facista").

Uma curiosidade: 2 atores que são cubanos, aproveitaram um convite para um festival de cinema e fugiram para os EUA.

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anônimo 08/10/2015 13:32:22

O comunismo em Cuba vai cair logo logo.

Só falta enterrar essas múmias que comandam a ilha que os próximos lideres vão iniciar a abertura econômica.

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cmr 08/10/2015 14:21:39

Os irmãos Castro serão mumificados e expostos para a eternidade em algum museu de Havana, assim como temos as múmias do Stalin, e do Mao tsé Tung.

Hugo Chavéz desejou ser mumificado e exposto no museu de Caracas, mas demoraram muito para iniciar o processo e por isso não foi possível mumificá-lo.

Lula certamente quererá isso...

Esses fatos nos mostram o tamanho do ego faraônico desses esquerdistas.

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tiago 30/12/2015 16:56:56

Parece que Havana aflorou sua verve poética a respeito da decadência urbana. Aguardo ansiosamente seu post sobre a decadência das favelas cariocas, ou das periferias paulistas. Faça assim, se hospede em alguma pousada perto desses lugares e não esqueça de levar sua maquina fotográfica para registrar o dia-dia dos favelados, tal qual voce fez em Cuba. Espero que saia vivo da experiencia. # PAZ

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Isis Monteiro 23/04/2016 13:15:06

Vamos torcer para que Cuba consiga se abrir democraticamente e se inserir no mercado mundial.
Não há justificativa para que um regime autoritário ainda seja mantido na Ilha. Os Castros estão no poder desde Janeiro de 1959, mais de 57 anos.
Não há justificativa para tanto atraso econômico.

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Valter Teixeira 26/07/2016 18:22:53

Cuba sempre foi um país muito lindo, já fui em suas praias em minhas férias do ano passado e me encantei com tamanha beleza natural. Quando criança jogava driver no meu vídeo-game e me perdia pela cidade de Havana todos os dias. Sempre tive o sonho de um dia poder visitar esse país tão lindo naturalmente.

Os problemas com a abertura do comércio sempre foram o grande dilema. Liberdade para o ser-humano é muito básico, todos devemos ser livres para escolher e mal Cuba sabia que se fosse livre desde os primórdios, as pessoas optariam escolher por viver lá de tão linda que é.

Responder
Lucas Camara 19/08/2016 21:53:44

Tenho muita vontade de conhecer Cuba, apesar do regime não ajudar em nada, mesmo assim as paisagens são belissimas, e com certeza o povo deve ser muito gente boa.

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