A verdadeira face de Nelson Mandela
por , segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

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mandela-skull.jpgDedico este artigo ao povo sul-africano, especialmente às vítimas do apartheid, do terrorismo comunista, da barbárie de Mandela, do regime do CNA e dos genocídios. Descansem em paz.


PRÓLOGO

Para o historiador John Dalberg-Acton, o 1º barão Acton, o guia da História não é Clio, uma das musas gregas inspiradoras das ciências, literatura e arte. Este papel caberia a Radamanto, um dos juízes do mundo dos mortos, carrasco dos injustos e vingador dos inocentes.

Nunca este espírito foi tão necessário quanto hoje, em um mundo onde a mídia de massa distorce os fatos a serviço das mais infames agendas políticas.

Nelson Mandela, assim como muitos falecidos, goza de uma injusta reputação de herói e libertador perante a opinião pública. Seus métodos, motivação e legado, porém, são nefastos.

A finalidade deste artigo é expor a verdadeira face do mais querido assassino e terrorista da História.

INTRODUÇÃO À TRAGÉDIA SUL-AFRICANA

"O racismo é a forma mais baixa e mais cruelmente primitiva de coletivismo. É a noção de atribuir significado moral, social ou político à linhagem genética de um homem - é a noção de que os traços caracterizadores e intelectuais de um homem são produzidos e transmitidos por sua química corporal interna. O que quer dizer, na prática, que um homem deve ser julgado, não por sua índole ou ações, mas pelas índoles e ações de um coletivo de antepassados." — Ayn Rand

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África do Sul, dias atuais
O inimigo do meu inimigo não é necessariamente meu amigo. Os infames bolcheviques de Lenin lutaram contra a cruel tirania czarista dos Romanov. Seus métodos eram horrendos, vitimando inclusive as crianças inocentes da família real. Ao assumir o poder Lenin e seus sucessores perpetraram horrores inauditos contra seu povo.

Analogamente, Nelson Mandela lutou contra o Partido Nacionalista da África do Sul, que impunha o grotesco sistema de políticas racistas conhecido como Apartheid. Seus métodos foram diabólicos. Uma vez no poder, ele e seus sucessores espalharam o terror pelo país. E seu objetivo? O mesmo que o de Lenin.

Mandela foi um terrorista. Seu modus operandi incluía uso de minas e explosivos contra civis inocentes, assassinato de negros não alinhados à sua causa, incêndios contra negócios cujo proprietário era negro, greves e boicotes incitados através de coerção e tortura. Aterrorizava as mesmas pessoas que dizia estar libertando da tirania do Apartheid.

Uma luta armada contra os membros criminosos de um Estado, e que não ceife vidas inocentes, é legítima defesa. Santo Agostinho de Hipona dizia que uma guerra justa é aquela que castiga uma injustiça; mas a doutrina de "guerra justa", derivada do pensamento de Hugo Grotius, estabelece importantes limites éticos a respeito do jus in bello (justiça na conduta da guerra). O princípio da distinção veda o emprego da violência contra não-combatentes.

Mandela não observou princípio ético algum. Como disse Aida Parker, compaixão e sentimento pela condição humana não tinham papel em suas ações.

Oficialmente membro do Congresso Nacional Africano (CNA), Mandela também fazia parte do Partido Comunista da África do Sul (PCAS), embora tenha mentido sobre o fato. Era inclusive um de seus líderes. O PCAS, cujas diretivas estratégicas vinham do Kremlin, controlava o CNA.

Explorava o triste quadro de segregação e opressão racial não para ajudar os negros, mas para levar adiante uma revolução comunista.

Até o fim da Guerra Fria, o continente africano foi palco de inúmeras "guerras por procuração" comandadas pela URSS. Nos países onde o socialismo marxista triunfou, tais como Angola, Congo, Etiópia, Moçambique, Zimbábue e Zâmbia, o resultado foi morticínio, miséria extrema e tragédias humanitárias.

Para usar um termo do cientista político R.J. Rummel, as guerras de libertação nacional promovidas pela URSS nos países subdesenvolvidos foram um "democídio" em massa. Este tenebroso quadro tem sido concretizado na África do Sul desde que Mandela assumiu o poder e vem piorando sob o governo de seus sucessores do CNA.

Mandela transformou a África do Sul em uma ditadura sem oposição comandada pela cleptocracia da aliança CNA/PCAS, que está levando o país à extrema pobreza, ao caos social e até mesmo ao genocídio.

Ironicamente, a ideologia defendida por Mandela é a grande responsável por aquilo que o mundo acredita que ele combateu. O apartheid é filho do casamento profano entre a mentalidade anti-capitalista e os interesses dos grandes players políticos e corporativos.

Ricas reservas de diamantes e metais preciosos foram descobertas na África do Sul entre as décadas de 1860 e 1880. O atual território do país era dividido em províncias britânicas, estados africâneres (etnia sul-africana descendente de colonos europeus, principalmente holandeses) e territórios nativos.

A disputa pelo controle das jazidas resultou em diversos conflitos, incluindo a Primeira Guerra dos Bôeres (1880 -1881), uma luta pela independência da República do Transvaal, estado bôer (subgrupo africâner que fala holandês) rico em ouro e que havia sido anexado pelo Império Britânico. A vitória dos bôeres não durou muito. A disputa pelo ouro de Witwatersrand levou à eclosão da Segunda Guerra dos Bôeres (1899 — 1902).

A decisiva vitória britânica resultou na hegemonia imperial sobre Transvaal e Orange. Em 1910 a unificação destas e de outras duas colônias britânicas formou a União da África do Sul (1910 — 1961). O território passou do status de colônia para domínio. 

Leis de segregação racial tão antigas quanto 1893 foram outorgadas para garantir o domínio de sindicatos britânicos brancos sobre essas imensas reservas.

O apartheid foi institucionalizado em 1910 pelo governo do bôer Louis Botha. Conforme demonstra o economista Herry Valentine, essa política tinha como objetivo criar uma reserva de mercado para os brancos. O apartheid introduziu políticas de discriminação salarial que decretavam a obrigatoriedade de um salário maior para os brancos. Era acompanhada  de restrições ocupacionais aos negros.

O maior crime do Apartheid talvez tenha sido o Ato da Terra de 1913, que reservava 87% da terra do país para posse dos brancos e segregava etnias negras em territórios etnicamente homogêneos e administrativamente autônomos conhecidos como Bantustões. Havia 10 deles. O resultado foi um roubo massivo da terra legítima dos negros, que ficaram também impedidos de adquirir terras.

De acordo com o economista William Hutt em seu livro "The Economics of the Colour Bar", um apartheid industrial foi imposto em 1922  por sindicatos brancos britânicos liderados por William H. Andrews, um dos chefes do PCAS (sim, o mesmo do Mandela). Seu slogan era "Brancos uni-vos e lutem por um mundo trabalhista".

Muitos negros abandonaram o país, incluindo profissionais altamente qualificados. Quando o Partido Nacional assumiu o poder, em 1948, as políticas do Apartheid foram arrochadas, levando a uma emigração ainda maior da população negra. Foi somente por volta da década de 1970 que os mecanismos de mercado conseguiram ajustar parcialmente a situação.

O acúmulo de capital que ocorre naturalmente a despeito do estado aumentou a oferta de empregos. Os empreendedores passaram a burlar as regulações trabalhistas do apartheid para contratar mão-de-obra negra. Some-se a isso o fato de que muitos negros entravam no país para fugir da opressão de regimes comunistas em países vizinhos, que era pior que o apartheid.

No final da década de 1980 o governo havia afrouxado a fiscalização das políticas segregacionistas e uma classe média negra com alto nível de instrução havia se formado. Havia negros empreendedores e negros milionários. Entre 1971 e 1980 a renda real da população negra havia crescido 40%. Leis como o controle de fluxo interno e as restrições ocupacionais haviam sido abolidas.

A geração de riqueza e qualidade de vida eram prejudicadas principalmente pelas políticas intervencionistas, pelos ditames estatais no setor bancário e de mineração, e pelo excesso de gastos do governo.

Os fatos corroboram a frase do economista Murray Rothbard:

O capitalismo de livre-mercado é um maravilhoso antídoto para o racismo. Num livre mercado, empregadores que se recusarem a contratar trabalhadores negros produtivos estão ferindo os seus próprios lucros e posição competitiva da própria empresa. É apenas quando o estado se intromete que o governo consegue socializar os custos do racismo e estabelecer um sistema de apartheid

Mandela, ao se tornar estadista, insistiu nos mesmos erros do apartheid. É impressionante o paralelismo entre seu discurso em 1997 e o discurso de 1958 do racista pró-apartheid Hendrick Verwoed, então primeiro-ministro da África do Sul.

Verwoed disse:

Há pessoas (que argumentam) que tudo deve ser submetido às chamadas leis econômicas. Felizmente, sob um governo nacionalista, estes adoradores das leis econômicas nunca acharam seu caminho, mas um ideal mais alto e mais nobre se reforçou: a manutenção da civilização branca.

Mandela em 1997 disse:

A evolução do sistema capitalista no nosso país coloca no mais alto pedestal a promoção dos interesses materiais de uma minoria branca

Embora com cores invertidas, a injusta acusação contra o capitalismo se manteve e o racismo e a pobreza se perpetuam.

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Selo soviético em homenagem a Mandela
PRÊMIO NOBEL DO HORROR

"O povo da África do Sul, liderado pelo PCAS, destruirá a sociedade capitalista e construirá no seu lugar o socialismo." — Nelson Mandela

Mandela entrou para o CNA em 1943 (aos 25 anos), encorajado por Walter Sisulu, habilidoso articulador político e membro do PCAS. Em 1944 ambos se uniram ao ativista Oliver Tambo para formar a Liga da Juventude do CNA. Até então o partido se opunha à luta armada. Tendo atingido certa proeminência no partido, Mandela passou a pressionar o CNA para adotar métodos mais violentos.

Esta pressão encontrou eco após o massacre de Sharpeville, em março de 1960. O governo de Hendrik Verwoerd arrochou as leis de segregação racial, o que levou milhares de negros a protestar nos arredores de um posto policial.

A polícia abriu fogo contra a multidão, matando 69 pessoas, alimentando o radicalismo da oposição, e corroborando o fato de que a maior parte do terrorismo é incitada pela própria barbárie estatal.

Conforme explica o historiador Stephen Ellis, muitos grupos estavam dispostos a pegar em armas contra o regime após Sharpeville, mas era o PCAS que possuía maiores conexões internacionais.

O membro do PCAS Joe Slovo havia sido colega de Mandela na Universidade de Witwatersrand. Coronel da KGB, sua ligação com Moscou se dava através da Zâmbia.

Seguindo diretivas do Kremlin, Mandela e Slovo fundaram, em 1961, o Umkhonto we Sizwe (MK), traduzido como "Lança da Nação", o braço armado do CNA, cujo objetivo era uma revolução comunista, como preconizava a agenda soviética para o continente.

Foi o ano em que a África do Sul separou-se da Commonwealth para se tornar uma república, como resultado de um referendo no qual apenas brancos votaram. Ao mesmo tempo tensões étnicas se acirravam em torno das questões relativas à representatividade política no novo regime.  A MK planejava se aproveitar daquela situação delicada para lançar uma campanha de terror e tingir o país de vermelho com sangue inocente. Conforme Mandela mesmo disse:

O movimento comunista ainda enfrenta inimigos poderosos que devem ser completamente esmagados e varridos da face da Terra antes que o mundo comunista possa se concretizar.

Slovo escreveu em 1986, no seu artigo "A Campanha de Sabotagem", que ele havia sido apontado para constituir o alto comando do MK pelo PCAS, enquanto o CNA havia indicado Mandela.

Mas sendo este último também um alto membro do Comitê Central do Partido Comunista e sendo a própria fundação do braço armado uma instrução de Moscou, fica fácil concluir que o PCAS controlava, de fato, o MK; e que Mandela era uma peça-chave da estratégia de terror soviética na África.

Segundo Igor Glagolev, que intermediava o suporte soviético ao MK, o comitê executivo do Partido Comunista da União Soviética havia decidido tomar a África do Sul no fim da década de 1950. O país, contudo, já estava nos planos comunistas desde 1928, quando a Internacional Comunista havia instruído o PCAS para converter o CNA em instrumento revolucionário.

Em 1962 Mandela recebeu treinamento militar na Argélia, um dos países onde os membros do CNA recebiam instrução em táticas de guerrilha, terrorismo e tortura. Outras localidades incluíam Cuba, Egito, Etiópia, Coréia do Norte, Rússia, China, Alemanha Oriental e Tchecoslováquia.

Mandela teve experts como tutores. Com o FLN, partido socialista e terrorista argelino, aprendeu a decepar o nariz de seus desafetos. O manejo de explosivos lhe foi ministrado pelo IRA, cuja ligação com o CNA se dava através de Gerry Adams, político socialista irlandês.

As técnicas de espionagem e interrogatório lhe foram ensinadas pela STASI, a polícia política da Alemanha Oriental. De acordo com as instruções, os interrogatórios deveriam ser brutais, contra qualquer um que fosse minimamente suspeito de trair os dogmas do partido.

Mandela foi um bom aluno e aprendeu bem as lições. A maior parte das técnicas brutais foi aplicada contra negros suspeitos de traição. O CNA mantinha um centro de detenção conhecido como QUATRO na Angola, onde milhares de negros, muitos deles adolescentes, foram torturados e mortos.

Ainda em 1962, Mandela foi capturado em uma fazenda nos arredores de Johanesburgo, de posse de granadas-de-mão, minas terrestres antipessoais e detonadores. Muitos dos explosivos estavam disfarçados de objetos corriqueiros como caixas de fruta e potes de alimentos.

Os planos terroristas de Mandela, expostos mais tarde, incluíam a colocação destes artefatos em locais movimentados de forma a maximizar os danos.

Em julho do ano seguinte a polícia efetuou novas buscas e detenções, e teve início o famoso Julgamento de Rivonia, onde dez líderes do CNA foram julgados por 221 atos de sabotagem. Embora a ONU diga que Mandela era um prisioneiro político, a Anistia Internacional afirmou claramente que ele foi condenado por seus atos de violência, tais como terrorismo, e até por contrabando de minas terrestres.

Durante as investigações, foi apreendido um documento conhecido como Operação Mayibuye, cujo comando supremo seria composto por Mandela, Slovo e Joe Modise.

O documento continha um plano detalhado de guerra revolucionária que teria sido traçado, provavelmente, com consultoria soviética ou maoísta.

Consistia em dividir o país em 4 regiões que seriam invadidas por pequenos grupos guerrilheiros de 10 homens cada, cuja missão era causar levantes nas comunidades e tribos através de dissimulação e intimidação, conseguindo adeptos.

Enquanto estes commandos "trabalhariam" os vilarejos, uma força convencional de 7000 homens invadiria o país com o apoio dos sindicatos. Em outro documento que veio à tona em Rivonia, Mandela declarou que "traidores e informantes devem ser brutalmente eliminados."

Ao ser condenado, Mandela proferiu o discurso "Estou Preparado para Morrer", no qual negava a influência socialista sobre suas ações e dizia lutar pelos direitos dos negros.

O discurso foi escrito a várias mãos e editado por um jornalista profissional. Tratava-se de propaganda enganosa conduzida por diversos canais de esquerda para angariar simpatia.

Apesar de tais afirmações soarem como teoria conspiratória de extremistas da direita, elas foram confirmadas por diversos membros não marxistas do CNA, que acusaram Mandela de ter sequestrado a causa antiapartheid, submetendo-a a agenda de Moscou. Cabe ressaltar que todos os integrantes do PCAS também faziam parte do CNA.

De acordo com Rowley Arenstein, proeminente membro do PCAS, Mandela era o principal instrumento dos comunistas para "sequestrar" o CNA e marginalizar seu antigo líder, Albert Luthuli, um ativista legitimamente antiapartheid, e que se opunha à luta armada e aos planos marxistas.

Sabotar e marginalizar os membros moderados e pacíficos do CNA era um de seus papéis. Mandela enganava seus colegas de CNA conforme novas diretivas do PCAS eram emitidas. Explorava os anseios legítimos dos verdadeiros ativistas antiapartheid, de derrotar o racismo institucionalizado, para implantar um regime totalitário de extrema-esquerda. No documento "Como Ser um Bom Comunista", Mandela escreveu que o estudo do marxismo é necessário para controlar melhor as massas. E ele controlou.

Em 1965, o MK se aliou ao ZIPRA, o braço armado de um partido marxista-leninista do Zimbábue (Rodésia na época), e que tem no seu currículo o emprego de mísseis antiaéreos contra aviões comerciais.

Após uma desastrada invasão conjunta ao país, na qual as forças revolucionárias foram derrotadas pelo Exército da Rodésia, a MK entrou em uma crise militar. Durante a década de 1970 o movimento foi duramente combatido pelo governo sul-africano.

Em junho de 1976, um protesto de estudantes negros acabou em uma infame tragédia conhecida como Levante de Soweto. A polícia sul-africana abriu fogo contra adolescentes que jogavam pedras. Houve uma escalada de violência que resultou em centenas de mortes, incluindo crianças. Mais uma vez o MK aproveitou o momento para reconstruir seu exército e conquistar apoio.

Enquanto Mandela estava preso na Ilha de Robben, sua mulher Winnie Mandela estava em pleno processo de glorificação como parte de uma campanha de culto à personalidade, a nova estratégia da MK.

A mídia local e internacional, distorcendo os fatos a serviço das esquerdas mundiais, a elevavam à condição de "mama wetu" (mãe da nação), "rainha guerreira" e "Evita negra" (sendo a própria Evita Perón uma falsa heroína). Não demorou a que as atenções do PCAS se voltassem para a recuperação da imagem do marido dela e a pressão internacional se fizesse sentir.

Em 1982, Mandela foi transferido para a prisão de Pollsmor, na Cidade do Cabo. Não só passou a ter diversas regalias como também obteve acesso a várias amenidades de comunicação com o exterior. Chris Hani, um líder da MK famoso por sua brutal repressão contra membros não marxistas do CNA, alegou que possuía total acesso à Mandela e que bastava um telefonema para marcar uma reunião com ele.

Nesta época, a MK passou a adotar a estratégia de propaganda pelo ato, ou seja, ações de grande visibilidade embora de pouco valor tático.  Mandela passou a comandar este tipo de atividade de dentro da prisão (tal qual os criminosos organizados brasileiros), e esta foi justamente a fase mais sangrenta e desumana do MK.

Entre 1980 e 1994, dezenas de milhares de civis inocentes foram mortos em ataques do CNA, sendo que boa parte destes crimes foi ordenada ou autorizada por Nelson Mandela. Em cerca de 80% das vezes o alvo dos ataques era a população civil.

Um dos mais conhecidos e infames atos terroristas deste período foi o Atentando de Church Street, em 1983. Mandela o ordenou em conjunto com Tambo.

Embora o alvo fosse uma instalação da Força Aérea Sul-Africana, os explosivos foram programados para detonar na hora do rush, com o objetivo de causar o máximo de baixas entre os civis. Foram 19 mortos e 217 feridos, incluindo mulheres e crianças de várias etnias. Havia pedaços de corpos humanos espalhados por uma enorme área.

No seu livro "Um Longo Caminho para a Liberdade", Mandela confessa que autorizou pessoalmente diversos atentados. O ataque ao Shopping Amanzimtoti, por exemplo, matou 2 mulheres e 3 crianças.

Além de atentados à bomba, houve também uma campanha de minagem, pilhagem e vandalismo.

Somente entre 1985 e 1987, as minas terrestres colocadas nas estradas rurais pelo CNA custaram 125 vidas inocentes. Entre 1984 e 1989 cerca de 7200 casas de negros não-membros do CNA foram destruídas, além de 1770 escolas, 10318 ônibus, cerca de 50 templos e milhares de carros e estabelecimentos comerciais.

Destaque-se que o CNA foi classificado como grupo terrorista pelo Departamento de Estado dos EUA e por muitas outras agências de inteligência.

Testemunhas das atrocidades que tentaram alertar o mundo foram assassinadas.

Bartholomew Hlapane, dissidente do PCAS, depôs diante do Comitê do Senado Americano para Segurança e Terrorismo, em 1982. Hlapane revelou a verdade sobre a Carta da Liberdade, documento oficial contendo os princípios básicos do CNA, escrito com a participação de Mandela, e que se tornou símbolo da causa antiapartheid.

O documento havia sido esboçado por Joe Slovo a pedido do Comitê Central do Partido Comunista da URSS. O dissidente revelou também as ligações entre o CNA e o PCAS. Pouco tempo após seu testemunho, foi executado a tiros de fuzil AK-47 por um membro do CNA.

Por mais monstruosos que sejam os relatos lidos até aqui, nada disso se compara à natureza diabólica do que relatarei agora.

Necklacing (colar bárbaro). Este termo foi cunhado por Winnie Mandela. Trata-se de um método de execução que consiste em colocar pneus de borracha embebidos em gasolina em torno do corpo da vítima, que por sua vez era forçada a beber o combustível. Ateia-se fogo aos pneus. A borracha derretida carcome a pele enquanto as chamas consomem a pessoa. A morte só chega após cerca de 20 minutos de sofrimento agonizante.

Estima-se que 3.000 pessoas tenham sido mortas assim pelo CNA. O método era aprovado e incentivado por Winnie, que disse em um discurso: "Com nossas caixas de fósforos e nossos necklaces, libertaremos esse país".

As vítimas eram praticamente todas negras, acusadas de traição e colaboração com o regime. Incluíam funcionários públicos negros, adolescentes sem engajamento político e trabalhadores que não participavam de greves. Mineiros estrangeiros e lojistas também foram vitimados.

Os "julgamentos" aconteciam na rua, aos gritos da turba. Winnie usou o necklace como arma de guerra psicológica.

Hordas do CNA em conjunto com a UDF (Frente Democrática Unida, um dos grupos guerrilheiros antiapartheid) promoveram uma verdadeira guerra civil negra, invadindo comunidades pacíficas e queimando casas. Cerca de 200 mil negros ficaram desabrigados. Algumas comunidades negras chegaram a montar milícias para se defender dos guerrilheiros de Mandela.

Em 1989 formou-se uma aliança entre o COSATU (Congresso Sul-Africano de Sindicatos), PCAS e UDF. Este bloco pouco coeso na época ficou conhecido como Movimento Democrático de Massa, e viria a formar a base do novo apartheid corporativista que vigora hoje no país.

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Winnie, Nelson Mandela e Joe Slovo
UM CURTO CAMINHO PARA A TIRANIA

"Sob regime comunista a África do Sul será uma terra de leite e mel" — Nelson Mandela

Em 1985, P.W. Botha, então presidente da África do Sul, ofereceu a liberdade a Nelson Mandela desde que ele renunciasse à violência. A proposta não foi aceita, e ele só saiu da prisão mediante ordem incondicional de soltura emitida pelo presidente De Klerk em 1990. 

A pressão internacional pela sua libertação contou com grande participação do Conselho Mundial da Paz, uma organização fundada no âmago do politburo soviético e dirigida pela KGB. Até 1991, quando a URSS foi dissolvida, militantes do CNA ainda recebiam treinamento militar em quartéis russos. O socialismo ocidental também teve grande influência na campanha "Free Mandela".

Cinco anos antes da soltura, o vice-diretor do Comitê de Direitos Humanos do Parlamento Europeu Nicholas Bethell disse que defendia a luta armada, afinal ele também era socialista. Lideranças da esquerda britânica, americana e escandinava ajudaram a trabalhar a imagem de Mandela e financiaram o terrorismo da MK.

De Klerk, cuja agenda estava subordinada a interesses globalistas, tratou de esconder do país os planos e atividades do CNA. Os serviços de inteligência sul-africanos foram instruídos a não investigar o partido para não comprometer a imagem moderada que a mídia passava ao mundo. 

Jornalistas que dissessem a verdade, tais como Aida Parker, eram censurados. A Aida Parker's Newsletter divulgou detalhes dos horrores dos campos de detenção do CNA e de como a mídia colaborou para a falsificação da imagem de Mandela.

Se Mandela era um perigo para as pessoas dentro da prisão, ao sair ele se tornou o flagelo do país. Tão logo se viu livre, o futuro ganhador do Nobel da Paz clamou por uma intensificação da luta armada.

Uma onda de terror varreu a África do Sul logo após sua liberação. Nos primeiros 20 dias 84 pessoas foram assassinadas pelo CNA, 19 delas através do necklace. Houve inclusive execução de mulheres acusadas de bruxaria.

As sombrias previsões do jornal de inteligência britânico Special Office Brief foram confirmadas: "A África do Sul está à beira de um banho de sangue de negros contra negros. O terrorista Mandela não é um líder majoritário e não será aceito pelos zulus."

De fato, os zulus eram majoritariamente anticomunistas e ferrenhos opositores do CNA. Iniciou-se uma guerra entre este e o Partido da Liberdade Inkatha, organização conservadora nacionalista zulu, com o CNA iniciando as agressões e culpando o Inkatha.

A violência incitada por Mandela atingiu pesadamente a população branca. O canto de "Matem o bôer! Matem o Fazendeiro" ecoava nas fileiras do CNA.

Em 1992, houve 369 ataques contra fazendas. No auge dos massacres, em 1993, 55 pessoas eram assassinadas por dia, a maioria africâneres vítimas da campanha de vingança racial de Mandela.

Neste vídeo ele canta uma música sobre matar brancos:


A brutalidade do processo político que levou o CNA ao poder faria inveja a Oliver Cromwell.

O partido organizou uma unidade de 3150 homens chamada National Peacekeeping Force (NPKF), traduzido como Força Nacional de Paz. Sua função era assegurar o poder do CNA e de Mandela.

A oposição foi esmagada através de golpes políticos contra os bantustões. Estes territórios já gozavam de certa autonomia e muitos de seus líderes recusavam a incorporação à África do Sul.

Mas para uma democracia, o número de pessoas espoliadas importa e separatismo é um mau negócio. Em um documento chamado "Prepare a Foice para o Martelo Vindouro", preparado pelo PCAS, lê-se:

Esforços devem ser feitos para persuadir os servidores públicos de que sua estabilidade trabalhista e suas pensões só podem ser garantidas por um governo popular e não por líderes tribais.

De fato, apenas governos voltados para as massas podem garantir tamanho nível de espoliação e parasitismo.

O pior conflito aconteceu no Bantustão de Bophuthatswana, o mais rico deles. Seu líder, Lucas Mangope, queria a autonomia do território e se opunha ao CNA, que por sua vez iniciou uma invasão de 1 semana contra Bophuthatswana.

Houve pilhagens, incêndios, saques e estupros. A NPKF depôs Mangope. O mesmo aconteceu no Bantustão de Ciskei, com a deposição de Oupa Gqoso.  Após Ciskei, Joe Slovo disse: "dois já foram, falta um", referindo-se ao KwaZulu, território outrora autônomo da etnia zulu.

Março de 1994. Cerca de 20 mil membros do Partido da Liberdade Intakha, que defendia a autonomia do KwaZulu, protestaram pacificamente contra as eleições até Shell House, o quartel general do CNA.

Sob ordens de Mandela, homens armados do CNA abriram fogo contra a multidão matando 53 zulus. O incidente ficou conhecido como Massacre de Shell House. Dissidentes políticos capturados foram torturados, inclusive uma criança.

A imprensa internacional reagiu com doentia condescendência. Um artigo no Los Angeles Times dizia:

Os sul-africanos e a comunidade internacional devem encarar o fato de que muitos chefes do Intakha não irão cooperar. Forçá-los a aceitar a realidade de uma África do Sul democrática será um longo e talvez violento processo.

Qualquer semelhança com os ataques dos revolucionários franceses aos alsacianos com a desculpa de que eles não falavam a "linguagem da república" não é mera coincidência. Mas os livros franceses que glorificam as barbáries da Revolução Francesa afirmam: "O Terror é terrível, mas grandioso".

No período entre sua soltura e a subida ao poder, Mandela fez um giro pelo mundo, como parte da campanha para promover sua imagem. 

Ao longo da turnê manifestou seu apoio aos mais sanguinários ditadores do mundo, como Fidel Castro, Saddam Hussein, Ali Khamenei e Hafez al-Assad.

Muito amigo do genocida líbio Muammar al-Gaddafi, disse que ele possuía compromisso com a paz e com os direitos humanos.

Mandela era simpatizante de Idi Amin Dada, o brutal ditador de Uganda que foi cúmplice do sequestro de um avião comercial por terroristas palestinos. Na ocasião, em 1976, commandos israelenses resgataram os reféns no Aeroporto de Entebbe.

Mandela era antissemita. Em um encontro com o também terrorista Yasser Arafat, classificou o resgate de Entebbe como "ato de barbárie." Em uma cerimônia em Teerã, Mandela disse:

O povo da África fará da revolução islâmica do Irã um modelo para seus movimentos revolucionários.

Em meio à festa da mídia mundial em torno de Mandela, um homem, em um ato de bravura, expôs a verdade sobre o terrorista no American Opinion Speakers Bureau da Sociedade John Birch.

Trata-se de Tomsanqa Linda, ex-prefeito de Ibhayi, uma cidade com 400 mil habitantes negros. Linda quase foi assassinado pelo CNA em 1985. Sua casa e seus negócios foram incendiados, bem como a casa de seus parentes e amigos.

A despeito das ameaças de morte, Linda contou ao mundo os crimes de Mandela. Mais importante que isso, revelou o fato de que a população negra sempre havia desprezado o CNA e a UDF.

Enquanto Mandela pressionava os governos do mundo para aumentar as sanções e boicotes contra a África do Sul, Linda alertou para o fato de que as sanções afetariam principalmente as famílias negras mais pobres. Estas, ao contrário de Mandela, pediam o fim das sanções. Como disse Don Fotheringham, a maior ameaça à população negra era Mandela e seu partido comunista.

A eleição que colocou Mandela no poder foi fraudulenta. Enquanto a mídia internacional preparava a opinião pública ocidental para uma possível intervenção militar da ONU, a NPKF intimidava o eleitorado de oposição. Homens do CNA pululavam nos locais de votação.

Crianças receberam documentos falsos para votar em Mandela. A chamada Comissão Eleitoral Independente era liderada pelo esquerdista Johann Kriegler, simpatizante do CNA.

E assim o terrorista agraciado com o Nobel da Paz assumiu a presidência da África do Sul em maio de 1994. Estima-se que a guerra civil promovida pelo CNA de Mandela tenha tido o sanguinolento saldo de 300 mil mortos desde então.

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Mandela e Fidel Castro
COMO SER UM BOM GENOCIDA

"Para a maioria dos negros, as promessas utópicas de Mandela se transformaram em um Pesadelo Orwelliano." — Aida Parker

Pior que Mandela revolucionário foi Mandela no poder.

Em 1995 foi formada a Comissão da Verdade e Reconciliação (CVR), uma corte constituída após o fim do Apartheid e controlada por membros do CNA e do PCAS. Dedicava-se ao revisionismo histórico e à absolvição de criminosos, bem como à promoção cultural do revanchismo étnico.

No mesmo ano, o tenente-coronel Willem Ratte, veterano das guerras de fronteira na Angola, acusou Mandela de homicídio devido ao Massacre de Shell House. A CVR o absolveu.

No mesmo ano a Rádio Donkerhoek, de Hatte, foi fechada por Mandela que, já no poder, cerceou a liberdade de imprensa buscando esconder a verdade.

Winnie Mandela foi condenada pela CVR pela tortura e necklacing de Stompie Moeketsi, uma menina de 14 anos que havia sido acusada de colaborar com a polícia em 1988.

Sua sentença de 6 anos de prisão foi reduzida pela comissão para uma simples multa e ela continuou sendo membro do CNA.

Mandela foi o mentor de um novo apartheid, piorado, desta vez contra brancos e zulus.

O objetivo é o mesmo do apartheid original: garantir o domínio da aliança entre governo e grandes corporações sobre as reservas minerais através do controle do mercado, da cizânia entre as etnias, da expulsão da população africâner e da segregação do povo zulu.

Os bôeres passaram a ser assassinados em suas fazendas, em seus negócios e em suas casas. Charles Nqakula, membro do PCAS e Ministro da Segurança, disse que se os brancos não gostam dos ataques, que se retirem da África do Sul.

Houve total repressão ao direito de autodeterminação de etnias negras minoritárias.

A primeira parte do plano de Mandela foi a disseminação do caos e a formação de uma base política que o apoiasse.

Assassinos e estupradores foram soltos dos presídios.

O então presidente sul-africano ordenou também que escolas dos brancos fossem queimadas e proibiu a fala do idioma africâner, embora ele próprio fosse fluente no idioma.

Lembremos que Pol Pot falava francês fluentemente mas executava quem falasse o idioma no Cambodja. Seu gabinete era quase inteiramente composto por comunistas, alçados a posições proeminentes de acordo com seu ódio contra brancos.

Um deles era Peter Mokaba, um dos responsáveis por popularizar o lema "Matem o fazendeiro, matem o bôer".

Com Mandela no poder a taxa de criminalidade disparou, o padrão de vida caiu e houve degradação ambiental.

Sua política econômica foi caracterizada por leis trabalhistas altamente restritivas, impostos escorchantes, ações afirmativas altamente discriminatórias e inflacionismo.

Um grande número de brancos deixou a África do Sul num primeiro momento e hoje um número ainda maior de pessoas de todas as etnias está abandonando o país. A maior parte dos emigrantes são pessoas com alto grau de instrução.

Os sucessores de Mandela perpetuaram suas ingerências e o CNA está até hoje no poder. O país é governado por uma elite política. Os tiranos brancos foram substituídos por tiranos negros. Enquanto o CNA se autoglorifica com monumentos e mansões para seus membros, o povo sofre com doenças, miséria e violência, como de costume em regimes socialistas.

Em 2002 a taxa de desemprego chegou a alarmantes 48%. Os negros são os principais afetados, uma vez que na década de 1980 o CNA proibiu negros de estudar como parte da campanha "revolução antes da educação".

Os efeitos disso no mercado de trabalho são sentidos com força atualmente. Entre 1994 e 2011 houve uma desvalorização de 70% do rand, a moeda do país, o que agravou os efeitos da pobreza.

O estado de bem-estar social promovido por Mandela conseguiu aquilo que o apartheid nunca alcançou: a destruição dos negros.

Em apenas uma década de regime democrático do CNA o número de pessoas vivendo com menos de 1 dólar por dia passou de 2 milhões para 4 milhões, e o número de favelados aumentou 50%. 

Apenas 5000 dos 35 milhões de negros sul-africanos ganhavam mais de 60 mil dólares por ano em 2004. Naquele ano os registros apontaram para 60% dos habitantes vivendo sem saneamento adequado e 40% vivendo sem telefone, enquanto o índice de infecção por HIV chegava a intoleráveis 20%.

Entre 1994 e 2010 quase meio milhão de pessoas morreram de AIDS. A expectativa de vida havia caiu 13 anos em apenas 10 anos de governo do CNA.

Nunca houve tanta violência na África do Sul quanto agora. Desde que o CNA de Mandela assumiu o país, quase 1 milhão mulheres foram estupradas e quase 300 mil sul-africanos foram assassinados.

O Ato de Controle de Armas de Fogo de 2000 fez com que a criminalidade e o número de gangs disparassem e abriu caminho para uma escalada sem precedentes do genocídio branco.

A África do Sul se transformou na capital mundial do crime organizado. Há 600 sindicatos do crime operando no país, incluindo mafiosos russos e sicilianos e traficantes nigerianos. As palavras do historiador Paul Johnson, proferidas em 1995, nunca foram tão verdadeiras:

A África do Sul é um país afetado pelo crime e pela corrupção, com padrões declinantes e uma população acometida pela pobreza e pela existência carnal.

O legado mais nefasto de Mandela é o genocídio perpetrado pela CNA e seus aliados contra a população branca.

Esta abjeta campanha de terror ocorre com a anuência do atual presidente sul-africano, Jacob Zuma, que tem em seu currículo uma acusação de estupro. Zuma forjou uma aliança entre CNA, PCAS e COSATU, formando uma frente comunista responsável pela desapropriação violenta das terras bôeres.

Embora o número de fazendeiros mortos na última década ultrapasse 4000, e o número de africâneres brancos assassinados em crimes de ódio no mesmo período chegue próximo de 70 mil, e apesar do fato de que 50 africâneres são assassinados por dia, o genocídio ainda não atingiu seu auge.

Gregory Stanton, presidente da Genocide Watch, é um dos maiores especialistas em estudos sobre genocídio do mundo.

O autor identificou oito estágios que caracterizam o processo de genocídio, sendo o último deles a negação de que tenha acontecido. O extermínio é o penúltimo. O quinto estágio é a polarização, que no caso da África do Sul é uma polarização racial. Há uma campanha cultural para incutir na população a ideia de que os brancos não são sul-africanos.

De acordo com Stanton o país encontra-se no sexto estágio, chamado preparação. Nesta fase as vítimas são identificadas e separadas segundo critérios étnicos ou religiosos e sua propriedade é expropriada.

O ataque à propriedade privada é, segundo Stanton, uma maneira de consolidar o poder do estado: "propriedade privada te dá o poder econômico de se opor ao governo, sem propriedade privada não há base de poder econômico para tal oposição." A ideia é minar a capacidade de resistência da população oprimida.

De fato, entre 1994 e 2013 o número de fazendas comerciais caiu de 120 mil para 37 mil. Somente no setor agrícola 400 mil empregos foram perdidos.

Outra estratégia é minar sua capacidade de defesa. O regime do CNA baniu as milícias rurais bôeres que protegiam as fazendas e confiscou suas armas.

A verdadeira razão por trás da matança transparece nas palavras do supremacista negro Julius Malema, ex-presidente da Liga Jovem do CNA e atual comandante do Lutadores da Liberdade Econômica, um partido marxista-leninista, ao requerer a nacionalização das minas: "Eles (brancos) exploraram nossos minerais por muito tempo. Queremos as minas, é a nossa vez."

O verdadeiro motivo é o roubo, tal qual aquele perpetrado pelo III Reich contra os judeus. O que Malema quer fazer com as minas já está sendo feito com a terra. O CNA as distribuiu para membros do partido através de reforma agrária política e racialmente motivada. 90% dessa terra é improdutiva.

Julius Malema segue conclamando uma guerra contra a população branca, que ele acusa de ser inteiramente criminosa. Promete roubar a terra dos africâner através de uma brutal violência que já está acontecendo.

Mulheres e crianças brancas estão sendo executadas em suas próprias casas. Algumas vítimas são mortas enquanto dormem. Aqueles que tiverem o coração forte podem ver os assustadores e tocantes relatos destas barbáries aqui. Algumas imagens podem ser chocantes demais.

Peter Mokaba, falecido comparsa de Mandela ameaçava os brancos: "When Mandela dies we will kill you like flies." (Quando Mandela morrer mataremos vocês como moscas). Algumas pessoas nascem e morrem apenas para causar tristeza e sofrimento. A situação tende a piorar.

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Mandela com o banqueiro David Rockefeller
A QUEM INTERESSA A FARSA MANDELA?

"O primeiro campo de batalha é a reescrita da História" — Karl Marx

A pergunta "a quem interessa?" deveria ser feita mais vezes. Por que terroristas como Mandela recebem o Nobel da Paz, a Medalha Presidencial da Liberdade e o Prêmio da Paz de Lenin? (embora este último, como disse meu amigo David Lage, soe algo como "Prêmio Mengele de Boas Práticas Médicas").

A quem interessa glorificar Nelson Mandela? Por que as pessoas se comovem com um falso preso político, mas sequer ouvem falar em presos políticos reais como Ignatius Kung Pin-Mei, Óscar Biscet e Saeed Abedini?

Por que tão poucos lembram aqueles que realmente lutaram contra os horrores do Apartheid, movidos por um genuíno senso antirracista e pró-liberdade?

Refiro-me a pessoas como Mangosuthu Bethelezi, líder do Inthaka Freedom Party; e o bispo Isaac Mokoena, líder da Associação da Igreja Reformada Independente, que lutou contra a lei que impedia casamentos entre etnias e contra as sanções econômicas ocidentais.

Ressalte-se que a Igreja Católica e muitas outras denominações cristãs tiverem um importante papel na luta antiapartheid, mas hoje sofrem não só com a ingratidão, mas também com injustiças.

Jacob Zuma acusa o Cristianismo de ser o culpado pelos problemas do país.

Por que não se ouve falar dos outros casos de apartheid no continente africano, como a expulsão de milhares de negros mauritanos de suas terras (e tortura e morte de muitos outros), promovida por Ould Taya?

Por que as escolas ensinam que Mandela foi um herói? Por que o mundo inteiro se comove com a África do Sul, mas não com Serra Leoa, Sudão, Uganda, ou com os curdos?   

É ingenuidade pensar que as lideranças políticas e geopolíticas — os mesmos indivíduos que mentem, falsificam, roubam, matam, e declaram guerras injustificáveis — seriam tomados por um espírito de luz que os encheria de terna compaixão pelos povos oprimidos.

O real motivo da cruzada mundial contra o Apartheid e pró-Mandela se resume a uma palavra: minérios.

A África do Sul é rica em ouro e diamantes, além de abrigar um dos 19 pontos de estrangulamento do comércio marítimo internacional. A área de influência de sua Marinha de Guerra abrange outros 7 pontos de estrangulamento no Oceano Índico.

O país possui também uma das maiores reservas de minérios estratégicos do mundo. Utilizados em ligas de alta resistência e alta tecnologia eletrônica, estes recursos são de grande interesse militar.

Até 1989, 40% de todo o ouro minerado na História era proveniente da África do Sul. Ainda hoje, o país é o maior produtor de cromo e possui 95% das reservas mundiais de metais do grupo da platina (platina, paládio, ródio, rutênio, irídio e ósmio).

Durante a guerra fria, a importância de se controlar essas jazidas atingiu novos patamares.

Após a independência em 1961, o status da África do Sul como potência regional e o crescente poderio do Partido Nacional passaram a representar uma grande ameaça aos interesses soviéticos, o suficiente para que estes tomassem providências imperialistas.

Relatórios dos serviços de inteligência sul-africanos revelaram que o objetivo do apoio soviético ao PCAS e ao CNA era de fato o controle das reservas minerais. Em 1973 o então presidente da URSS Leonid Brejnev afirmou:

Nossa meta é ganhar o controle dos dois grandes tesouros dos quais o Ocidente depende — o tesouro energético do Golfo Pérsico e o tesouro mineral da África do Sul.

A estratégia adotada era a desestabilização do regime africâner através do suporte e financiamento de movimentos comunistas revolucionários internos e externos.

Tanto o crescimento do poderio africâner quanto da influência soviética na África do Sul eram intoleráveis para os líderes corporativistas anglo-americanos que controlavam as minas desde os tempos coloniais.

A resposta dos banqueiros ocidentais foi garantir sua posição valendo-se do método soviético, já testado em campo.

Relatórios policiais indicam que em 1984, Gavin Reddy, CEO da Anglo-American Mining Corporation, já estava em plena negociação com líderes do CNA exilados na Zâmbia.

A empresa foi fundada na África do Sul pelo banco J.P. Morgan e por Ernst Oppenheimer, empresário do ramo de ouro e diamantes que também controlava o cartel de mineradoras De Beers.

O lobby dos governos ocidentais, grandes corporações, grandes bancos e instituições midiáticas havia se organizado para assumir o patrocínio da CNA, organização oficialmente amparada pela diplomacia americana na época.

Um artigo de 1983 publicado por Thomas G. Karis, colaborador da ONU, declara que seria vantajoso para os EUA ver pessoas como Mandela no poder.

A partir de 1986 o presidente americano Ronald Reagan impôs sanções ao governo sul-africano, pressão para boicote internacional, retirada da CNA da lista de organizações terroristas e a ordem de soltura de prisioneiros, incluindo Mandela.

O motivo não era as atrocidades racistas do regime, mas a aliança com o CNA, que uma vez no poder, favoreceria a agenda dos cartéis anglo-americanos.

O senador americano Jesse Helms, que se opôs às sanções, notou que esta medida não estava ligada aos problemas de segregação racial, mas sim à transferência de poder para as elites comunistas do movimento antiapartheid. As lideranças negras não comunistas foram completamente esquecidas.

Na mesma época a mídia iniciou um amplo trabalho de marketing pessoal para construir a imagem de Mandela como herói e libertador.

A manipulação da opinião pública no Ocidente legitimou politicamente não apenas as sanções como também os planos de transferência de poder.

Ao assumir o poder, o CNA cumpriu sua parte do acordo. O partido de Mandela não adotou medidas marxistas-leninistas, mas sim medidas corporativistas keynesianas, oferecendo concessões a grandes corporações ocidentais para exploração de minérios e outros ativos estratégicos.

Em 1994 o CNA submeteu seu plano econômico a Harry Oppenheimer, filho de Ernst, e que havia financiado movimentos revolucionários entre as décadas de 1970 e 1980.

Mandela era seu amigo pessoal e disse que "suas contribuições para construir uma parceria entre grandes corporações e o novo governo democrático neste primeiro período de regime democrático merecem todo o apreço".

Mandela também afirmou, em 1996, que a privatização das "paraestatais" herdadas da era do apartheid é a política fundamental do CNA.

O que ele chama de "privatização" são na realidade concessões a grandes corporações em detrimento da livre competição de mercado.

Diversas agências do governo americano, incluindo o Departamento de Defesa supervisionam programas de cooperação comercial. Bilhões de dólares de ajuda externa arrancados dos americanos pobres são enviados aos sul-africanos ricos e politicamente bem relacionados.

Os negócios entre África do Sul e o eixo Washington-Londres decolam. Mas a vida do cidadão comum sul-africano está cada vez pior devido à ausência do autêntico capitalismo.

Talvez o fato mais triste de todo esse jogo de interesses sejam os diamantes de sangue, cuja mineração utiliza trabalho escravo e cujas receitas fomentem batalhas entre senhores da guerra africanos.

Trata-se de uma indústria monopolística chefiada pela DeBeers Consolidated Mines, esta controlada pelo Rothschild Bank de Londres.

A mineradora persuadiu governos do mundo todo, através de lobby, a negociar toda a produção de diamantes através da DeBeer's Central Selling Organization (CSO).

O mercado de diamantes não é livre. As determinações regulatórias impostas pelas agências da ONU e pelos estados servem aos interesses do cartel, perseguindo produtores independentes.  Ao mesmo tempo a DeBeers consegue qualquer certificação que necessite, independentemente de seus métodos de exploração, trabalhando em conjunto com governos africanos e membros da comunidade internacional.

A África do Sul produz mais de 1 bilhão de dólares anuais em diamantes.

Em 2006 o cineasta Edward Zwick viajou à África para filmar "Diamantes de Sangue", um filme a respeito da Guerra Civil de Serra Leoa (1991-2002).

O longa-metragem mostra a tragédia causada pelo monopólio da DeBeers, incluindo o sequestro de civis pela Frente Revolucionária Unida (um grupo guerrilheiro de Serra Leoa) para trabalhar nas minas. Na ocasião Mandela enviou a Zwick uma carta de advertência:

Seria profundamente lamentável se a produção do filme inadvertidamente obscurecesse a verdade, e como resultado, levasse o mundo a acreditar que a resposta apropriada seria parar de comprar diamantes produzidos na África.

A verdade é que Mandela, a serviço da URSS quando guerrilheiro, passou a servir aos banqueiros de Londres quando estadista.

Mentiroso contumaz, fingiu defender os direitos individuais enquanto endossava o genocídio. Fingiu defender a união entre os povos enquanto protegeu apenas a união de cartéis e de esquemas políticos. Fingiu defender a paz enquanto lucrava com a guerra.

Acenou para as nossas crianças com a mão encharcada de sangue inocente. Seu legado de horror ainda assombrará a África do Sul por muitos anos.

 

Agradecimentos

Tatiana Villas Boas Gabbi, por sua colaboração inestimável ao adequar minhas referências bibliográficas às normas vigentes; Ariel Barja e Fernando Fiori Chiocca pelas excelentes sugestões de sites e artigos

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Livros

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GOES, M. P. Não chore a morte de Nelson Mandela: É um racista que odeia branco e é comunista da pior espécie. In: Libertar.in, 6. Dez. 2013. Disponível em <http://www.libertar.in/2013/12/nao-chore-morte-de-nelson-mandela-e-um.html>. Acessado em 6. Dez. 2013.


Paulo Kogos é um anarcocapitalista anti-político. Estuda administração no Insper e escreve para o blog Livre & Liberdade e no seu blog pessoal.


190 comentários
190 comentários
Rafael 09/12/2013 12:34:47

Absolutamente desconcertante.

Responder
Ali Baba 09/12/2013 12:54:58

@Rafael,

De fato, não tem outra palavra. Desconsertante.

Vivemos em uma Matrix.

Responder
Eduardo 09/12/2013 13:05:37

Confuso, uma página que não gosta do Mandela porque matou inocentes, mas ao mesmo tempo defende o Alende porque defendeu a propriedade privada?
"Uma luta armada contra os membros criminosos de um Estado, e que não ceife vidas inocentes, é legítima defesa."
Onde está a lógica disso? Acho que os inimigos são seletivos para a página.

Responder
Doutrinador 09/12/2013 13:21:42

"uma página que não gosta do Mandela porque matou inocentes, mas ao mesmo tempo defende o Alende porque defendeu a propriedade privada?"

Esta página defende o Allende?! Onde?! E Allende defendeu a propriedade privada?! É cada artista que surge aqui...

""Uma luta armada contra os membros criminosos de um Estado, e que não ceife vidas inocentes, é legítima defesa." Onde está a lógica disso?"

Onde não estaria a lógica disso?! O que há de errado em se empreender uma luta contra criminosos e, neste processo, não ceifar nenhuma vida inocente?

"Acho que os inimigos são seletivos para a página."

Acho que você, a se julgar pelo seu raciocínios, é perturbado.

De resto, o artigo apresenta quase que uma centena de fontes. Mãos-à-obra refutá-las.

Responder
Eduardo 09/12/2013 13:29:12

Eu troquei os nomes, era do Pinochet que eu queria falar.
Não estou defendendo o Mandela, só estou afirmando que a página é seletiva quanto a genocidas.

Responder
Doutrinador 09/12/2013 13:35:55

Seletiva quanto a genocidas? Qual artigo deste site faz elogios a genocidas? Enfatizo: elogios. Qual?

Cole aqui um trecho de um artigo que atribua a um genocida aspectos humanistas e humanitários. Repito: o trecho tem de ser abertamente elogioso quanto aos aspectos humanitários do genocida, exatamente como fazem com Mandela. Se não fizer isso, é bom se retratar.

Responder
André Roldão 12/03/2014 22:34:23

É absolutamente óbvio que sejamos seletivos quanto a inimigos. A verdade inversa é que somos seletivos quanto a amigos.

Responder
Paulo Kogos 09/12/2013 13:29:52

o Alende não defendeu a propriedade privada e muito menos é defendido pelo Instituto Mises
imagino que vc esteja se referindo ao Pinochet
Pinochet tbm nao defendeu propriedade privada, ele apenas a espoliou num grau muito menor que seus inimigos pretendiam
de qualquer forma o Instituto Mises não o defende, apenas expõe 2 opiniões distintas a respeito da ética envolvendo o método de Pinochet pra combater o comunismo no Chile

uma de George Reisman
www.mises.org.br/Article.aspx?id=868

e a outra do meu amigo Joel Pinheiro da Fonseca
www.mises.org.br/Article.aspx?id=1563
que inclusive linka Reisman em seu artigo para que o leitor possa analisar ambas as posições

Portanto nossa página tem uma claríssima posição de defesa dos direitos de vida, liberdade e propriedade, defendendo também a liberade de opinião e expondo vários pontos de vistas no que diz respeito à áreas cinzentas

Quanto à se defender de membros criminosos de um estado, isso é um irrefutável direito de autodefesa defendido até mesmo por liberais clássicos como Locke (direito de insurreição) e Thomas Jefferson (direito de formar novo governo)

E qto a Mandela, nenhuma pessoa ética defenderia seus métodos brutais de terrorismo

Responder
Silvio 09/12/2013 15:21:44

Go home. You're drunk.

Responder
Bruno D 09/12/2013 16:47:59

depois de refutar com inúmeros argumentos porque o mito de mandela é realmente apenas um mito você vem falar de Allende?

Meu deus do céu, tem mais o que na sua cartola maconha estragada?

Não está defendendo o Mandela? Então porque o dedinho em riste ao acabar de ler uma artigo expondo o que foi o Mandela de fato?

Responder
Renato Souza 10/12/2013 21:16:05

É interessante notar que, mesmo sob o critério de comparação com Pinochet (o qual nunca será suposto um humanitário pelos defensores do livre mercado), Mandela perde feio.

O governo de Pinochet prendeu e matou pessoas que representavam um risco real para ele, no sentido militar. Depois disso parou com a violência. e a taxa de criminalidade e mortes passou a ser bastante baixa. O regime parou de matar.

Agora vejamos Mandela.

- Ele matou inocentes em atentados a bomba, quando queria derrubar o regime. Note bem, não só a força policial do regime, mas principalmente civis inocentes.
- Enquanto estava preso, seu partido continuou matando seus adversários políticos.
- Apoiou os regimes mais assassinos do mundo, durante toda a sua vida.
- Depois de libertado, portanto na liderança induscutível de seu partido, este continuou cometendo violências indescritíveis contra boeres (brancos), zulus (negros de outra etnia) e negros de sua própria etnia que não concordavam com ele. Milhares de pessoas foram mortas.
- Não contente com isso, depois de eleito presidente, seus partidários continuaram matando adversários aos milhares.
- Não cumprindo a sua obrigação de presidente de conter a violência (porque quem se faz monopolista da reação armada tem obrigação legal e moral de proteger a todos os cidadãos) a África do Sul foi tornada por ele o paraíso dos assassinos, dos ladrões e dos estupradores (inclusive de crianças). São 25.000 mortos por ano, e incontáveis violações, sequestros, torturas, grande parte realizada por pessoas da CNA (partido de Mandela) sem que a polícia mexa um dedo para proteger as vítimas. Em particular, os fugitivos de Angola e Zimbabwe foram massacrados pelo CNA.
- Mas seu legado continuou, seus sucessores, todos do seu partido, cometeram cada vez mais crimes, e Mandela nunca os repreendeu.

Há sim, mas ele é um pacifista: estendeu a mão aos antigos poderosos do regime do apartaid e aos grandes empresários do setor dos diamantes. Não matou os mais ricos e poderosos, matou gente comum. grande pacifista...

Responder
Esther de A Monteiro 09/12/2013 13:07:58

Tenho a impressão que os autores destes comentários estão de mal com a vida.Só vêem
o lado lixo das pessoas e das causas.Só vcs são perfeitos? A única pessoa que não cometeu pecado foi Jesus Cristo(se vcs creem nele) filho de Deus.Procurem arejar suas mentes.Todos nós temos defeitos.Mas tbém qualidades.Estes homens com seus defeitos,mas
inúmeras qualidades marcaram momentos históricos.E vcs serão marcados por que momentos?

Responder
Paulo Kogos 09/12/2013 13:38:49

eu sou Cristão também
como cristãos, não teríamos vez em lugares como Coréia do Norte, China de Mao, Cambodja de Pol Pot, o regime q Mandela queria implantar

agora eu te desafio a me apontar 1 única virtude moral do mandela com base em fatos históricos
perante Nosso Salvador, como seriam julgados os atos de mandela, de tortura, mentiras, traição, terrorismo, assassinatos de inocentes e genocidio?

Responder
Artur 10/12/2013 11:47:14

O sujeito simplesmente destruiu o sistema de segregraçao racial e estendeu a mão a seus antigos inimigos, perdoando-os. Quer virtude maior do que essa?

Responder
Felipe 10/12/2013 22:59:28

De todos os mitos sobre o Mandela, o que ele supostamente destruiu o apartheid é o pior de todos.

Curiosamente, a elite branca sulafricana nunca precisou se preocupar com Mandela e seus terroristas, essa preocupação ficava com fazendeiros e moradores rurais brancos, que inclusive têm uma música de ódio dedicada à eles, e, a maioria, negros que não eram simpatizantes com Mandela(que eram muitos), principalmente os de etnia Zulu, que até hoje são oprimidos na África do Sul.

Responder
Ganglove 15/12/2013 18:24:37

(zulus)Oprimidos por quem?
Desde que mandela abandonou o poder, o actual partido no poder tem sido liderado pela etnia zulu, que são a maioria no país...

Responder
MVA 09/12/2013 14:25:45

Particularmente tenho certa horroriza por pessoas com "qualidades" que marcam "momentos históricos". Com essa "ideia" em mente, muita "gente boa" surgiu nos últimos tempos tais como: Stálin, Hitler, Pol Pot, Lênin e tantos outros. Aliás muito desses com grandes "qualidades" - diga-se de passagem - artísticas, poéticas, políticas e etc. Por um infortúnio ou pelo acaso, quem sabe, seus "defeitos" falaram mais alto e decidiram marcar presença no "palco da história" com suas "qualidades" (ou seriam "defeitos"?) resultando em "alguns" milhões de mortos e disseminação de miséria e horror.

Responder
Silvio 09/12/2013 15:25:29

Lamento informar, mas a vaga de comediante deste site já foi preenchia pelo Típico Filósofo.

Responder
Angelo Viacava 10/12/2013 09:41:49

Esther:
Se todos nós temos defeitos, por que não mostrar os de Mandela, que também os tinha? Teu próprio argumento foi demonstrado no texto. Não vale o argumento "se todos têm, então ninguém tem".
Ali não está escrito que os perfeitos têm preferência.
Se fosse um odiado unânime, valeria?
É só uma questão de pesquisar, juntar os fatos, e publicá-los. O autor poderia escolher esconder estes fatos, como muitos comunistas fizeram ao longo da história, mas optou por deixá-loa à nossa disposição. Até Stálin dedurou Lênin enquanto cometia as mesmas atrocidades denunciadas contra o antecessor. Comunistas não são amigos, são parceiros de ideologia que servem à causa, até o ponto em que não servem mais, aí são inimigos.
O melhor remédio contra essas decepções com ídolos é não praticar a idolatria nunca.

Responder
Renato Souza 10/12/2013 21:20:16

Esther

Todos são pecadores, mas isso não significa que devemos silenciar sobre assassinos e genocidas (e tem ocorrido um genocídio contra boeres e zulus desde que o CNA tomou o poder, DISFARÇADO DE "CRIMES COMUNS"). Perdão não é sinônimo de cumplicidade com o mal.

Responder
Francisco 11/12/2013 13:24:09

Prefiro ser uma página em branco na história por não ter feito algo memoravel do que ser uma página coberta por vermelho, sangue de atrocidades.

Responder
Reditário Jr 11/12/2013 21:38:42

Mandou bem Artur, virtude maior que essa acho difícil. O fato é que a maioria dos comentários estão defendendo só um lado, quando existem dois, e os dois devem ser analisados, observados e tentar ao menos aprender algo com cada uma vez que o caso ocorrido não tem mais volta, oque esta feito esta feito todo esse bate boca não vai mudar oque já aconteceu, não serve de nada. Mas não, é mais fácil criticar o próximo e viver cego pelas próprias certezas.

Responder
anônimo 09/12/2013 13:08:50

Nesse caso, é previsível que a esquerda vai falar que ele era violento em resposta à violência que os negros já sofriam na época.

Responder
Kevin Levrone 09/12/2013 17:19:54

E o que falaram da violência de seus grupos terroristas contra os próprios negros?

Responder
Renato Souza 10/12/2013 21:24:22

Mas ele não foi violento só na época do regime racista. Continuou promovendo a violência o tempo todo. São 25.000 assassinatos por ano, geralmente promovidos por membros e simpatizantes do CNA, e mais frequentemente contra zulus e boeres. Então o que ele tem promovido deve ser classificado como genocídio. Detalhe essencial: quando os crimes são cometidos por gente ligado ao CNA, a polícia não investiga, e portanto é cúmplice do crime.

Responder
Felipe Alves 09/12/2013 13:43:24

Pelo que eu entendi, é um erro tentando justificar outro. De quê maneira um povo oprimido faz para se alavancar contra os opressores? Agindo de mesma forma? Realmente nem tudo é o que parece e sim, há sempre algo nefasto por trás dessa história toda. Confesso que até antes de ler esse artigo, considerava Mandela um líder exemplar,posso culpar talvez a educação que tenho recebido. Nunca li tantos detalhes sobre a CNA como li neste artigo, e faço minhas palavras as dos que comentaram aqui também, estou extremamente desconcertado, chocado.

Responder
Eduardo Bellani 09/12/2013 13:51:57

Por sinal, pra quem quer endenter as bases econômicas do apartheid, recomendo esse artigo.

O mais interessante é descobrir que o apartheid tinha como base movimentos sindicais brancos.

Responder
Cleiton 09/12/2013 13:53:15

Eu sabia que o passado dele era obscuro mas não esperava tanta brutalidade.

Responder
Renato Borges 09/12/2013 14:15:17

Perfeito texto. Destaque para:

(...) a Medalha Presidencial da Liberdade e o Prêmio da Paz de Lenin? (embora este último, como disse meu amigo David Lage, soe algo como "Prêmio Mengele de Boas Práticas Médicas").

Sensacional.

Responder
Andre 09/12/2013 14:36:52

A quantidade de pessoas compartilhando frases e homenagens à esse terrorista, como se ele fosse um grande herói, serve para mostrar o quanto as pessoas são alienadas hoje em dia.

O problema nem é ser alienado, o problema é ser idiota.
Antes de emitir uma opinião positiva ou negativa sobre alguém é preciso saber mais sobre a pessoa. Mas os idiotas simplesmente veem que a imprensa, esquerdista, glorifica o Mandela e toma isso como verdade absoluta. Se você criticar o Mandela é até capaz de ficarem com raiva.
Mas qualquer não idiota que procure os podres do Mandela no Google antes de tecer elogios descobriria em questão de poucos minutos que era só mais um comunista psicopata.

Acho que o sonho do Mandela era implantar o comunismo na África INTEIRA e matar o maior número possível de pessoas. Mas como a África era muito pobre ele não conseguiu.
Pois para se implantar o comunismo é preciso ter alguma riqueza inicial, para que se possa fabricar armas em quantidade suficiente para sair matando geral. Como os comunistas gostam.

Responder
Silvio 09/12/2013 15:27:48

"Antes de emitir uma opinião positiva ou negativa sobre alguém é preciso saber mais sobre a pessoa".

Não preciso saber mais sobre você para perceber que é uma pessoa sensata, espécie em extinção nestas plagas.

Responder
Luis 10/12/2013 01:46:54



Sobre o Mandela: terrorista ou herói é apenas um ponto de vista totalmente pessoal e parcial, o herói é quem ganha ou tem apoio da maioria, o terrorista o oposto. Se pensarmos numa guerra, o herói pode cometer crimes muito piores que o terrorista, mas ele volta como vencedor e os vencedores que escrevem a história deste de que a maioria lhe conceda legitimidade.

Se Mandela é visto como herói é porque ele ganhou e assim será, não importa o que ele fez "errado" e sim o que é considerado certo.

Ninguém é idiota em apoia-lo, e falar que não conhecem o suficiente é relativo, alguém pode conhecer o "suficiente" e continuar a apoiá-lo. Porque realmente existe algum líder na história que chegou ao poder e subjugou a oposição com "paz e amor", se acredita nisso, melhor sair do jardim de infância.

Responder
Silvio 10/12/2013 22:30:10

The winner takes it all?

Stalin fez da URSS a segunda maior potência do mundo. Então, não importa os milhões de mortos que foram necessários para esse herói alcançar tal grandeza, o vencedor escreve a história.

A China tem o segundo maior PIB do mundo atualmente. Então, todas as dezenas de milhões de chinesese assassinados no processo deve ser deixada de lado. Mais, os "heróis" da Revolução, capitaneados por Mao Tse Tung, devem receber todas as homenagens.

Gandhi subjugou a oposição com "paz e amor". Mas isso não importa. Uma coisa é resistir à opressão, outra bem diferente é sair assassinando gente inocente para "fazer ouvir a sua voz" e "desestabilizar o sistema". Não tem nada que justifique semear o caos para alcançar o poder e depois se manter nele a todo custo, nem que isso signifique impor um regime que mantém a população na miséria.

Perdão, mas você escreveu uma enorme besteira no seu comentário anterior.

Responder
Andre 09/12/2013 15:20:04

Paulo Kogos, esse seu artigo foi realmente surpreendente.

Acho que a grande maioria das pessoas que consideram Mandela um símbolo da paz e da causa humanitária não conhecem bem o que você usou como base para seu artigo: a história da África do Sul.

Cara...realmente fiquei chocado com esse artigo e as referências nele contidas.

Responder
Gredson 09/12/2013 15:41:44

Na minha opinião esse foi um dos melhores artigos do Paulo kogos.

Responder
Regnilson Ferreira 09/12/2013 16:23:10

Ola Paulo Kogos

Olha, compartilhei seu artigo no facebook com o seguinte trecho encabeçando:

"O movimento comunista ainda enfrenta inimigos poderosos que devem ser completamente esmagados e varridos da face da Terra antes que o mundo comunista possa se concretizar." (Nelson Mandela - o "santo")

No entanto um amigo duvidou que pertença ao Mandela, pois está sem a indicação da fonte e a página em que se encontra.

Poderia por gentileza passar essa informação?

Vi que as referências se encontram no fim do artigo, mas de qual deles exatamente é essa citação?

Responder
Paulo Kogos 09/12/2013 17:38:03

é deste artigo aqui
hernandoheckler.wordpress.com/2013/12/06/black-hate-crime-of-the-week-the-great-mandela-lie/

mas vc tbm pode encontrar a mesma frase aqu
www.rhodesia.nl/goodcom.html

ou aqui
spectator.org/articles/52472/mandela-mendacity

ou direto na fonte, que é o documento do Mandela "How to be a good Communist"
https://ia700401.us.archive.org/31/items/HowToBeAGoodCommunist/Mandela.pdf

"the Communist movement still faces
powerful enemies which must be crushed and wiped out from the face of the earth before a Communist world can be realised"

pra convencer o seu amigo, a última fonte é a melhor, pois é um paper elogiando o mandela e que contém o artigo escrito pelo próprio

Responder
Regnilson Ferreira 09/12/2013 19:36:15

Muito obrigado Paulo!

Responder
Adriano Xavier 10/12/2013 21:51:23

Paulo parabéns pelo artigo muito interessante, estou de queixo caido com esse artigo!

Responder
Jessica Lima 09/12/2013 16:25:48

Não é possível que alguém que coloque "Guia politicamente incorreto da história do mundo" como referência bibliográfica não possa ter a mínima esperança de ser levado a sério, em nem uma linha que seja.

Me poupe, vai ler história de verdade - sabe, aquela feita por historiadores sérios, com metodologia de pesquisa, acesso a documentos, e não uma merda feita por uns jornalistas sensacionalistas de merda que querem encher o bolso de grana com ignorantes -em vez de ficar perdendo seu tempo escrevendo merda na internet.

Só não sei se o pior é você, ignorante de merda, ou os babacas que falam que o texto é "revelador"

Responder
Péricles 09/12/2013 17:13:35

Olá, Jessica. Talvez você esteja disposta a nos contar um pouquinho de "história de verdade", aquela que apenas você conhece e domina. Pode colocar aqui também os nomes dos "historiadores sérios, com metodologia de pesquisa, acesso a documentos" que fizeram relatos imparciais e completos sobre Mandela.

"e não uma merda feita por uns jornalistas sensacionalistas de merda que querem encher o bolso de grana com ignorantes"

O autor deste texto não ganhou e nem irá ganhar um só centavo com ele. Fez tudo por amor à verdade -- algo que pessoas de sua laia não entendem ser possível.

"Não é possível que alguém que coloque "Guia politicamente incorreto da história do mundo" como referência bibliográfica"

O autor listou mais de 50 fontes distintas, inclusive livros do próprio Mandela. O fato de você as ter ignorado completamente apenas comprova que você é apenas uma histérica que, ao ver suas crenças sendo demolidas, recorre à surrada tática leninista de desmerecer a postura do articulista, criticando uma dentre 50 fontes citadas. Você não tem vergonha de existir?

Responder
Julio Heitor 09/12/2013 17:25:19

Ótima resposta Péricles!

Abraços!

Responder
Bruno 09/12/2013 21:33:53

hahahahahahahahahaa, top sua resposta.....

Responder
Andre Duarte 10/12/2013 05:01:20

Destruiu a menina...quase fiquei com dó ^^

Responder
Kevin Levrone 09/12/2013 17:26:01

O que é ser um historiador sério pra você, vagaba comunista? É ser mentiroso como vocês revolucionários?

Responder
anônimo 09/12/2013 21:42:46

Ô dona, a sra não gosta do guia politicamente correto, fala que é uma merda, não explica o porquê, não fala onde está errado, não fala porque ta errado, não diz nada.Só faz um drama gratuito, xinga muito e pronto.
Olhe, isso pode ter algum valor lá so seu CA de ciências sociais, fedendo a maconha, cheio daquele pessoal com a camisa do che guevara, mas aqui, a sra vai precisar de algo mais se quiser convencer alguem

Responder
Flávio Hernandez 09/12/2013 23:46:50

Meu professor de história mentiu pra você, sua histérica!

Responder
Richard Bribean 10/12/2013 18:34:14

Cara ANDREA ......Xingue os do que vc é dizia Lennin. Vc xingou a beça..... e disse para procurar referências bibliográficas sérias......Ficarei esperando vc me citar referências bibliográficas sérias para ler, analisar e ......... NÃO te xingar , mas sim refutar afirmações com argumentos e fatos . Ai sim discutiremos temas e não idolatrias. Eu mesmo confesso que conhecia uma parte ruim da história do Mandela , mas achava que ele ao sair da prisão e com todo aquele discurso de paz havia se arrependido dos atos violentos e até fiquei triste pela sua morte . Ao ler este artigo , tive a humildade de analisar com isenção e ver que a imagem que eu tinha estava redondamente errada e que as proposituras e fatos contidos neste artigo são muito mais coerentes com o que vem acontecendo na Àfrica do que as ideias que eu tinha,,,,,, e tive a humildade de mudar de ideia assim como terei se vc me apresentar argumentos que realmente refutem o texto acima . A palavra esta contigo.

Responder
Rosilda 19/07/2014 22:20:29

Como tantos aqui estou chocada!!!!
Admito humildemente minha ignorância e assumo minha mudança de opinião sobre Mandela. O que mais achei absurdo foi o Prêmio Nobel da Paz ser dado a esse Senhor.
Queimei minha foto com ele.
Prometo, não tardiamente, que passarei a ser mais crítica a pesquisar mais sobre heróis.

Responder
Elisabete 09/12/2013 16:25:52

Excelente artigo, busquemos a verdade, doa ela a quem doer e incomodar
!

Responder
Fellipe 09/12/2013 16:40:25

Kogos,

Sensacional artigo, impactante.

Responder
Marx contra a logica perversa do capitalismo 09/12/2013 16:59:48

Se até as revistas Época e Veja, amigas do terrível capitalismo liberal, falam bem do grande Mandela, quem são vocês pra dizer algo contra o maior mito da África?

Responder
Pobre Paulista 09/12/2013 17:47:29

O maior mito da África é o Príncipe Motumbo. E torço pelo dia no qual ele vira cumprimentar pessoalmente todos esses "liberais" citados.

Responder
dw 09/12/2013 18:46:04

Cara, se vc observar, existem várias referências para que se possa corroborar o que aqui foi exposto. E no mais, qual é a idoneidade de ambas as revistas que vc mencionou.
"Ah a veja disse então está certo." Mais um alienado do sistema..

Responder
JBALL 10/12/2013 14:57:04

Esse cara tem merda na cabeça? De todos os jornais, Folha, oglobo, estadão, Veja.. a Época é a que tem maior quantidade de jornalistas esquerdistas e você vem me citar que Época defende capitalismo? Me poupe.

Responder
Juan Pablo Nuñez 09/12/2013 17:03:08

Excelente! Simplesmente, excelente!

Responder
OVIDIO RAMOS 09/12/2013 17:08:41

Prezado Paulo,bela reportagem quase completa diria eu somente por um se não:na Africa não nascem brancos,este é o invasor ,ladrão,explorador,desde ha muito.Portanto pra mim os meios justificam o fim.Mandela não deixará saudades assim como Cristo,Buda,Sócrates,Platão, deixará o exemplo.A desgraça africana ainda não acabou o pior virá da subsaariana já prevista pelos analistas internacionais.
Saudações
Ovidio

Responder
Rômulo Marques 09/12/2013 17:44:10

O Ronald Reagan é conhecido pelo seu liberalismo e combate ao comunismo, ele se aliou à CNA por interesses puramente econômicos?

Responder
Magno 09/12/2013 17:54:09

Se você realmente acha que este site considera Reagan um autentico liberal, você irá se surpreender. Reagan era apenas mais um keynesiano -- de uma variedade um pouco melhor que os seus sucessores, mas um keynesiano.

Responder
Renato Souza 10/12/2013 21:31:27

Não é bem assim

Reagan se alinhava com ideias de livre mercado. Mas não tinha profundo conhecimento econômico. Inicialmente deixou a economia a cargo de gente da Escola de Chicago (que era o máximo de "liberalismo" permitido no mundo acadêmico da época). Os caras fizeram alguma merda (mas note, não são livre-mercadistas puros) e ele botou keynesianos no lugar. Mas mesmo assim, foi o governo mais pró livre-mercado das últimas décadas.

Responder
Fabrício Aguirre 09/12/2013 17:44:12

O artigo conta com parágrafos muito curtos, em que são citados fatos e não feitas as devidas considerações e aprofundamentos.

As referências deveriam ser colocadas no texto, e não apenas ao final.

Também não parece seguir uma linha do tempo cronológica, tem muito vai e vem, parecendo ter trechos de colagem de fatos.

Parece também estar desatualizado uma década, pois o PIB deles praticamente só aumenta. O per cápita foi de U$2439,99 em 2002 para U$4695,04 em 2004 e em 2012 atingiu U$7507,67, ultrapassando Botswana. (https://www.google.com.br/publicdata/explore?ds=d5bncppjof8f9_&met_y=ny_gdp_pcap_cd&hl=pt&dl=pt&idim=country:ZAF:CHN:BWA#!ctype=l&strail=false&bcs=d&nselm=h&met_y=ny_gdp_pcap_cd&scale_y=lin&ind_y=false&rdim=region&idim=country:ZAF:BWA:ZWE:MOZ:NAM&ifdim=region&tstart=723866400000&tend=1355018400000&hl=pt&dl=pt&ind=false)

Faltou citar a inclusão deles no BRIC, que passou a ser BRICS e as negociações de acordos de livre mercado.

Responder
Malthus 09/12/2013 18:27:59

Fabrício, acho que é você quem está meio desatualizado quanto ao PIB per capita da África do Sul. Pode conferir a evolução no gráfico abaixo:

www.tradingeconomics.com/charts/south-africa-gdp-per-capita.png?s=zafnygdppcapkd&d1=19600101&d2=20131231&type=line

Ah, e ficar desmerecendo a narrativa escolhida pelo autor é típica de quem se incomodou com o conteúdo mas não teve a capacidade de apontar erros e refutar fatos.

Responder
anônimo 10/12/2013 13:51:46

Posso estar interpretando o gráfico de forma errada, mas ele não está demonstrando crescimento econômico?

Responder
Malthus 10/12/2013 13:59:57

Está sim (todo país com uma economia de mercado minimamente funcional apresenta), mas o crescimento total é baixíssimo para o periodo analisado, e certamente é bem menos róseo do que o propagado pelo Fabrício. Este é o ponto.

Responder
Anonimo 11/12/2013 17:02:53

Quanto à falta de referências no meio do texto eu concordo que deveria seguir a metodologia de escrita científica. Isso enfraquece um pouco o texto, mas pode-se utilizar o argumento de que não foi citada a referência no meio do texto para que o leitor, caso tenha interesse de verificar a veracidade das ideias, busque as referências no final do texto e vá "beber na fonte".

Responder
mauricio barbosa 09/12/2013 17:46:53

Paulo Kogos é difícil acreditar nesta crítica.Mas como sabemos que o jogo político é sujo,aético,antiético e por ai vai,eu gostaria de saber porque a imprensa golpista,vendida e alienante compra essa imagem e repassa com tanta naturalidade essas mentiras de herói,pacificador e tal sabendo que o passado dele condena e o presente também,afinal essa imprensa é tão cretina assim ou a troco de acordos políticos de nossos governantes daí não falarem nada por medo de contraria-los e com isso perder suas gordas verbas publicitárias,é isso ou vocês do IMB estão forçando a barra na crítica só porque Mandela era estatista dai ser hostilizado por vós,desde já agradeço a resposta. Vida longa ao IMB.

Responder
Paulo Kogos 10/12/2013 00:39:27

Olá Maurício

Aqui no IMB há elogios até mesmo ao Bakunin naquilo que ele falou de verdadeiro. Aa pesada crítica ao Mandela não é porque ele era comunista e sim por causa das atrocidades que você leu no artigo.

O CNA matava pessoas que falavam a verdade. Mataram Chris Hani, um terrorista, por ele ter revelado o esquema de Mandela na prisão. Mataram Hlapane. Quase mataram Tomsanqa Linda.

Não poucos sul-africanos que tem coragem de falar a verdade; não porque lhes falte coragem, mas porque eles têm muito a perder ali. Nunca se esqueça de que as pessoas têm família...

Responder
Aprendiz de Brainiac 09/12/2013 18:30:02

Excelente. É sempre muito bom ler a parte histórica dos artigos do Paulo Kogos.

Parabéns.

Responder
Uma dúvida 09/12/2013 18:36:01

Tem uma parte especial que eu desejo confirmar:

"Chris Hani, um líder da MK famoso por sua brutal repressão contra membros não marxistas do CNA, alegou que possuía total acesso à Mandela e que bastava um telefonema para marcar uma reunião com ele."

Dado que o autor colocou as referências lá embaixo na bibliografia, gostaria de saber mais especificamente em qual delas isso pode ser encontrado.

Responder
Paulo Kogos 09/12/2013 18:38:44

Stephen Ellis -- External Mission: the ANC in Exile, 1960-1990

No livro do Lobaido, The Third Boer War, há o relato de vários atentados ordenados por Mandela de dentro da cadeia. É neste livro que consta a informação de que o Mandela assinou pessoalmente a ordem pra Church Street de dentro da prisão.

Também vale a pena conferir hernandoheckler.wordpress.com/2013/12/06/black-hate-crime-of-the-week-the-great-mandela-lie/

Responder
Ivanildo Terceiro 09/12/2013 19:52:52

Quais são as fontes desse cara? hernandoheckler.wordpress.com/

Dado que ele não indica nem o nome real do autor, nem cita, linka ou referência qualquer coisa.

Na vdd, ao pesquisar trechos do artigo eu acabei no site do Partido Nacionalista Sul-Africano, o mesmo que implementou o apertheid.

Creio que você possa me informar as fontes primárias do Hernndo Heclker e de outros, por isso vim perguntar.

Att,
Ivanildo Terceiro

Responder
Paulo Kogos 10/12/2013 02:25:42

Se você não acredita nesse cara e acha que era impossível o Mandela ter contato com o mundo externo de dentro da prisão, talvez você acredite no próprio Mandela.

Os trechos a seguir foram retirados do livro dele, Long Walk to Freedom, os quais mostram a facilidade que ele tinha de se comunicar com os amigos dele, bem como sua aprovação aos atos de terrorismo

In our consulting room downstairs, we often communicated through notes, which we would then burn and throw in the wastebasket.

I was kept in solitary confinement at Pretoria Local. But prisoners are resourceful and I was soon receiving secret notes and other communications from some of the ANC people there. I had a communication from Henry Fazzie, one of the MK cadres who had undergone military training in Ethiopia and been arrested while attempting to return to
South Africa. They were among the first ANC members to be tried under the Sabotage Act.

One of our hypotheses seemed to be confirmed a few months later when we were joined by Kathy, who had indeed been a member of the High Organ. More important, Kathy had been our chief of communications, and it was because of his work that we were able to communicate with new young prisoners.

Kathy was in charge of communications, and he had thought of ingenious ways for us to pass information. Kathy would go through the paper and make cuttings of relevant stories, which were then secretly distributed to the rest of us. Each of us would write out a summary of the story we were given; these summaries were then passed among us, and later smuggled to the general section. When the authorities were particularly vigilant, Kathy or Mac would write out his summary of the news and then destroy the paper, usually by tearing it into small pieces and placing it in his ballie, which the warders never inspected.

The killing of civilians was a tragic accident, and I felt a profound horror at the death toll. But as disturbed as I was by these casualties, I knew that such accidents were the inevitable consequence of the decision to embark on a military struggle. Human fallibility is always a part of war, and the price for it is always high. It was precisely because we knew that such incidents would occur that our decision
to take up arms had been so grave and reluctant. But as Oliver said at the time of the bombing, the armed struggle was imposed upon us by the violence of the apartheid
regime.

I met with Winnie and Ismail on a Friday; on Sunday, a UDF rally was to be held in Soweto's Jabulani Stadium, where my response would be made public. Some guards with whom I was not familiar supervised the visit, and as we began discussing my response to the state president, one of the warders, a relatively young fellow, interrupted to say that only family matters were permitted to be discussed. I ignored him, and he returned minutes later with a senior warder whom I barely knew. This warder said that I must cease discussing politics, and I told him that I was dealing with a matter of national importance involving an offer fromthe state president. I warned him that if he wanted to halt the discussion he must get direct orders from the state president himself.

"If you are not willing to telephone the state president to get those orders," I said coldly, "then kindly do not interrupt us again." He did not. I gave Ismail and Winnie the speech I had prepared. In addition to responding to the government, I wanted to thank publicly the UDF for its fine work and to congratulate Bishop Tutu on his prize, adding that his award belonged to all the people. On Sunday, February 10, 1985, my daughter Zindzi read my response to a cheering crowd of people who had not been able to hear my words legally anywhere in South Africa for more than twenty years.

If it was approved, I would then meet them in the visiting area. This was a novel
experience: my comrades and fellow prisoners were now official visitors. For years, we had been able to talk for hours a day; now we had to make official requests and
appointments, and our conversations were monitored."

I knew that I had three crucial matters that I needed to address: first, I wanted to sound out my colleagues on the third floor before I proceeded any further; second, it was essential to communicate with Oliver in Lusaka about what was occurring; and finally, I intended to draft a memorandum to P. W. Botha laying out my views and those of the ANC on the vital issues before the country. This memorandum would create talking points for any future discussion

I requested a meeting with my colleagues, and to my surprise, the authorities summarily refused. This was remarkable, and I assumed it reflected a great deal of
nervousness about the prospect of secret talks between myself and the government. I took my complaints to more senior officials. Finally, the request was approved, with the proviso that I could see my colleagues one by one, not together.

Responder
Lineu 09/12/2013 18:44:54

Mandela foi um herói da liberdade. Mas como todo herói, tem seus difamadores.

Responder
Viggo 10/12/2013 12:52:06

Mandela foi uma personalidade cultuada para fins políticos, e toda personalidade cultuada precisa de idiotas que cultuem.

Responder
Bruno D 12/12/2013 23:08:31

Perfeito viggo, as pessoas que acreditam copiosamente em um mito (aqui, um mito mesmo, algo que foi forjado, no sentido negativo). Quando têm seus ídolos revelados, ficam assim, sem rumo. A primeira reação é negar (e depois somos os "reaças"), depois disso vem a histeria; esses momentos são perigosos pois novos mitos são originados.

No caso do Mandela, é a mesma coisa que chamar um difamador (creio que em um grau muito pior, pois o difamado pagava com a vida, queimado com um colar bárbaro, como disse o articulista) de herói.

E, no final das contas, difamador para esse povo é quem escreve a verdade revelando fatos...


E tem gente que não acredita no diabo...

Responder
Carlo Bouroncle 09/12/2013 18:55:12

Vou escrever em inglés pois sou peruano e consigo ler o portugués mas escrevo melhor em espanhol e inglés e não sei se vcs foram me entender em espanhol:

I understand that there may be X number of versions to every story, nonetheless it is irresponsible for an author to begin with an opinion even before said author has exposed the facts which will eventually lead the audience to the logical conclusions which he intended them to arrive eventually. What am I talking about? I'm referring to this sentence:

"[Mandela] Explorava o triste quadro de segregação e opressão racial não para ajudar os negros, mas para levar adiante uma revolução comunista."

That's an opinion not supported for anything else I've read on this article, even if this was true only Mandela would 've known what he intended to do back then and all the rest of us can do is guess.

Further in the article I read and quote: "Para usar um termo do cientista político R.J. Rummel, as guerras de libertação nacional promovidas pela URSS nos países subdesenvolvidos foram um "democídio" em massa". I do not justify the actions of the URSS but if one's to be impartial as one should also take into consideration that during the Cold War the URSS was not the only genocide or pro-dictatorships power in the world, the United States led a great deal of monstruocities here in our very continent keeping in mind not our interests nor the Human Rights but their owns as the URSS, neither sides was a band full of saints.

Also, it's worthnoty that Mandela is recognized not for being perfect but for not extending a war that had begun long before he was even born.

In Peru we've also had a civil war and a CVR (Comisión de la Verdad y Reconciliación) and I may tell you that in a civil war where racism is involved -on which case Peru and South Africa are alike, remember we lost 70 thousand people in the war as far as we know and had millions relocated- horrendous acts occur and while I don't justify them I'm telling you they do happen because everyone must survive not only the enemy but the loyalty, stability and continuity of one's side as well.

I also noted that you quote your references but don't mark which argument is supported by which as one should neither do you mention the quality of the authors you use to support your thesis.

Regardless you political view one should try to be impartial and not to re-write history through one's words.

Greetings from a fellow economist from Peru.

Responder
Paulo Kogos 09/12/2013 19:28:48

"[Mandela] Explorava o triste quadro de segregação e opressão racial não para ajudar os negros, mas para levar adiante uma revolução comunista."

That's an opinion not supported for anything else I've read on this article, even if this was true only Mandela would 've known what he intended to do back then and all the rest of us can do is guess."


Either you didn't read the article carefully or your translation was lame. In either case, read the books External Mission: the ANC in Exile, 1960-1990 and The Third Boer War.

But, above all, I strongly recommend this one:

How to be a good Communist

https://ia700401.us.archive.org/31/items/HowToBeAGoodCommunist/Mandela.pdf

Pay attention to this sentence: "The Communist movement still faces
powerful enemies which must be crushed and wiped out from the face of the earth before a Communist world can be realised"


This paper highly praises Mandela e contains one article written by Mandela himself, is which he says the sentence above mentioned.

After that, please read Legal Terrorism.The Aida Parker Newsletter, www.cycad.com/cgi-bin/Aida/aida-200.html and WILLCOCK, S.; PARKER, A. Lest we forget: the Truth about Nelson Mandela.pdf In Bible Based Ministries www.biblebasedministries.co.uk/2013/07/12/lest-we-forget-the-truth-about-nelson-mandela/

"I do not justify the actions of the URSS but if one's to be impartial as one should also take into consideration that during the Cold War the URSS was not the only genocide or pro-dictatorships power in the world, the United States led a great deal of monstruocities here in our very continent keeping in mind not our interests nor the Human Rights but their owns as the URSS, neither sides was a band full of saints."

So what? Please, spare me of this nonsense. I do not condone any foreign action by the US government. Neither does this website, which has a lot of articles highly critical of the foreign adventures done by the US government. The issue here is Mandela, and not the US government. This is clearly an attempt to create a diversion. It won't work here.

"Also, it's worthnoty that Mandela is recognized not for being perfect but for not extending a war that had begun long before he was even born."

Debatable. But even if it was true, this does not excuse his past. Another attempt to create a diversion.

Everything else that you say about Peru is way beyond the scope of this article.

Cheers.

Responder
Newton Franklin 09/12/2013 19:31:32

Prezados,
Sendo branco e cristão digo tranquilamente não gostaria de ter nascido a África do Sul em qualquer tempo, em qualquer pele. A situação dos irmãos negros que lá nascerem e viveram era deveras ultrajante. Homenageio Nelson Mandela por ter se revoltado e agido contra essa terrível chaga do racismo. Porém, por outro lado, agradeço à todos os comentaristas acima, pois ao lê-los pude me lembrar de Mohandas Karamchand Gandhi - o Mahatma que levou a India à independência sem "pegar" em armas. De todo modo quem sou eu prá condenar o Madiba. Com certeza, hoje a África do Sul vive novos e melhores tempos e Mandela colaborou de algum modo para isso. Como agora ele está do lado de "lá", irá prestar ele mesmo contas ao Pai Celestial, Senhor da Justiça.
Cordiais Saudações!

Responder
Renato Souza 10/12/2013 21:43:04

Como um pais de assassinatos, estupros, roubos, tortura, que acontecem sob o olhar cúmplice da polícia pode ser uma país bom? Abra os olhos. África do Sul poderia ser uma potencia econômica, seu povo poderia ter o mesmo nível de vida dos melhores países europeus ou dos tigres asiáticos, mas em vez disso, é um lugar de pobreza, desemprego e violência EXTREMOS.

O fato dele ter se oposto ao regime racista não justifica os crimes que promoveu ao chegar ao poder. Mesmo porque ele se opunha ao regime de então apenas porque queria implantar o cumunismo, que é o tipo de regime mais violento e injusto que existe.

Responder
Newton Franklin 11/12/2013 13:28:54

O Brasil também poderia ser uma potência e não o é. Também, sofre com tragédias sociais. Argentina e Colômbia também são exemplos. Cada um com suas diferentes historias. Acho não é bem esse o ponto.

Bom, pelos crimes que Mandela cometeu ele foi julgado, condenado e pagou com 27 anos na prisão. Sob um regime nada democrático. Não foi pouco o castigo, não!

Quanto ao comunismo, a AFS não se tornou comunista com a gestão dele. Muito ao contrário, o S de BRICS apareceu, não sei exatamente a data, mas foi perto dessa época. Há registro, então, de progresso Sulafricano nessa caminhada.

O ponto é que continuo achando que existem muitos cristãos que ainda não se colocaram na pele dos negros da AFS sob o regime do Apartheid. Que acham que a vida lá era boa e legal. O que você faria se lá vivesse, naquela época, e NEGRO fosse? Tenho impressão que muitos que aqui postam textos valentes se esconderiam ou fugiriam como galinhas assustadas. Falar, agora, é fácil (prá mim mesmo, também).

Responder
Andre 11/12/2013 15:34:47

"Bom, pelos crimes que Mandela cometeu ele foi julgado, condenado e pagou com 27 anos na prisão. Sob um regime nada democrático. Não foi pouco o castigo, não!"

Mandou matar várias pessoas e ficou preso 27 anos.
Coitado. Dá até pena dele.
Ele só queria implantar o comunismo e foi preso, é muito triste mesmo.

Já pensou que triste teria sido se tivessem prendido o Pol Pot e ele não tivesse conseguido implantar o comunismo no Camboja!?
Provavelmente todos teriam lamentado a morte do Pol Pot igual lamentam a do Mandela.

Vejamos um pouco do que o Mandela fez:

"Many similar statements by Mandela brought millions of young blacks under the impression that the ANC/SACP ideal would be achieved by violence only. In order to mobilise them Mandela himself told them that if they wanted weapons, they must join MK. This recommendation of violence was a free pass to anarchy, and Mandela should take full blame for the violence which erupted over South Africa, and persists to this day. The extent of the carnage is illustrated by these statistics for the five years September 1984 to August 1989: 1770 schools, 7187 homes of black owners suspected to be non-members of the ANC, 10,318 buses, 152 trains, 12,188 private vehicles,1256 shops and factories, 60 post offices, 47 churches and 30 clinics were destroyed. During the same period, 300 blacks were murdered, mostly by the barbarous "necklace" method. The killing and mayhem has never stopped and latest statistics show that 56 persons per day are being murdered in South Africa, not to mention the rapes, armed and transito robberies, hijackings and house breaking. Two million crimes are being committed annually of which less than half are ever solved, because the police are incompetent and themselves corrupt."

Fonte:
northerntruthseeker.blogspot.com.br/2013/12/nelson-mandela-communist-terrorist.html

Era uma boa pessoa, só queria matar quem discordava. Dá pena mesmo.

"O ponto é que continuo achando que existem muitos cristãos que ainda não se colocaram na pele dos negros da AFS sob o regime do Apartheid. Que acham que a vida lá era boa e legal. O que você faria se lá vivesse, naquela época, e NEGRO fosse? Tenho impressão que muitos que aqui postam textos valentes se esconderiam ou fugiriam como galinhas assustadas. Falar, agora, é fácil (prá mim mesmo, também)."

Acho que pior do que se colocar "na pele dos negros da AFS sob o regime do Apartheid" seria
se colocar na pele dos que morreram e morrem diariamente na África do sul graças ao Mandela.
Repetindo a citação pra ficar claro:

"The killing and mayhem has never stopped and latest statistics show that 56 persons per day are being murdered in South Africa, not to mention the rapes, armed and transito robberies, hijackings and house breaking. Two million crimes are being committed annually of which less than half are ever solved, because the police are incompetent and themselves corrupt.".

Responder
Lg 11/12/2013 17:31:13

A Africa do Sul só piorou com o Mandela, o país está um caos por causa das políticas socialistas e terroristas adotadas pelo "messias Mandela".
Da uma olhada nesse vídeo do Stefan Molyneux, todas as alegações que ele faz possuem fontes pra comprovar: www.youtube.com/watch?v=T7HyuLPWF9I

A Africa estava prosperando, o Apartheid era sem dúvida um problema, mas que poderia ser vencido pacificamente conforme o país crescia; O Mandela se meteu no país que estava se desenvolvendo, destruiu todas as bases econômicas, e jogou a população na miséria com suas pregações e apoio ao terrorismo e massacre de brancos.
O país que crescia decentemente agora está cada dia pior, estupro é comum (50% + das mulheres), assassinatos são tantos que nem são mais reportados pra polícia (corrupta), e agora estão começando com a mania de estuprar bebês. Os brancos que tinham fazenda foram massacrados (pelo Mandela que pregava o assassinato e massacre de brancos) e não tem mais comida pra população (nem pra branca nem pra negra). Cerca de 60% da população fala que sente falta da época do Apartheid.

Resumão do Mandela,
Positivo: Não gostava do apartheid, na verdade ninguém gostava, era questão de tempo até o apartheid ser pacificamente derrubado
Negativo: Estimulou massacre de brancos e negros; Terrorista; Racista; Matou milhares de civis com minas terrestres e bombas em shoppings e escolas; Gostava de um necklacing no café da manhã; Jogou uma população inteira em um caos econômico onde assassinatos e estupros são mais comuns que ter pão pra comer; Aliciou uma guerrilha; Jogou o país no socialismo; Suas atitudes jogaram milhões na miséria; A lista continua...

Responder
anônimo 11/12/2013 18:25:18

Sem Mandela, Africa do Sul estava caminhando para ser um país de primeiro mundo. Com Mandela, está caminhando para ser um país africano comum. E o apartheid iria terminar cedo ou tarde, de qualquer jeito. Na medida que a Africa do Sul crescesse econômicamente, ia ampliando sua presença no comércio internacional. Não tardaria para a ONU ou os países europeus forçarem economicamente ( pacificamente, através de sanções ) o país a abandonar o regime discriminatório.

Responder
Jacob Zuma 09/12/2013 19:39:17

Notícia um tantinho off, mas bem gozada (para não dizer trágica):

O Reino Unido doou 19 milhões de libras para a África do Sul. O presidente sul-africano (um protegido de Mandela) gasta 17,5 milhões na reforma de seu palácio presidencial.

www.dailymail.co.uk/news/article-2238017/UK-gives-19million-aid-South-Africa--president-spends-17-5million-palace.html

Responder
Alvaro MArtins 09/12/2013 20:09:27

Mandela foi aliado de comunistas, e teve ideias comunistas em uma época de sua vida? Sim, e daí? O que importa é o que ele fez uma vez no governo.que de comunista não teve nada.

Fora isso, na situação dele, não tinha muita opção, já que as democracias ocidentais vergonhosamente se omitiram de combater o Aprtheid como deveriam. Isso quando não eram coniventes ou até aliados do governo afrikaner.

Se alguém acha que o que ele fez, como fez, está errado, façam a seguinte comparação: Imagine que lá por 1945 você fosse um judeu, cigano, ou qualquer outro membro de minorias na Europa Oriental e estivesse preso num campo de concentração. Aparece o Exército Vermelho e põe os nazistas pra correr. Você vai falar pra eles: "vocês são comunistas, não quero sua ajuda, prefiro continuar no campo de concentração"?


Responder
Diones Reis 10/12/2013 00:22:30

"Mandela foi aliado de comunistas, e teve ideias comunistas em uma época de sua vida? Sim, e daí?"

Seria ótimo se ele tivesse ficado somente nas idéias...

"O que importa é o que ele fez uma vez no governo.que de comunista não teve nada."

Pelo jeito você não leu o artigo todo.
Permita-me refrescar a memória, sobre um massacre que lembra um pouco Tian na men, e que partiu do próprio Mandela e o CNA.
"en.wikipedia.org/wiki/Shell_House_massacre"

"Fora isso, na situação dele, não tinha muita opção, já que as democracias ocidentais vergonhosamente se omitiram de combater o Aprtheid como deveriam. Isso quando não eram coniventes ou até aliados do governo afrikaner."

Que lógica maravilhosa!
Pelo visto, os fins justificam os meios.
Acho que você nunca ouviu falar de Satyagraha, e de como Gandhi conseguiu a independência da Índia com o princípio de não-violência autêntico, não a pantomima feita por Mandela.

"Se alguém acha que o que ele fez, como fez, está errado, façam a seguinte comparação: Imagine que lá por 1945 você fosse um judeu, cigano, ou qualquer outro membro de minorias na Europa Oriental e estivesse preso num campo de concentração. Aparece o Exército Vermelho e põe os nazistas pra correr. Você vai falar pra eles: "vocês são comunistas, não quero sua ajuda, prefiro continuar no campo de concentração"?"

Lei de Godwin Detected.
pt.wikipedia.org/wiki/Lei_de_Godwin

By the way, se alguém estivesse prisioneiro dos alemães, e dependesse dos russos para libertá-los, eu teria muita pena deles.

"www.telegraph.co.uk/news/worldnews/europe/russia/1382565/Red-Army-troops-raped-even-Russian-women-as-they-freed-them-from-camps.html"

Responder
Mateus Junqueira 11/12/2013 01:04:45

Muito boa essa lei de Godwin, nao conhecia, eu sempre enfrento esse problema quando estou discutindo com um esquerdista, e eu sempre falo: "eu sabia que voce ia falar de Hitler" (esquerdistas adoram proclamar nos finais de suas coletivas conclusoes que Hitler era da "extrema direita").

Engraçado, de todos os comentarios criticando o artigo, nenhum se propôs a refuta-lo.

Responder
Kropotkine 09/12/2013 20:41:05

A moral de alguém que defende uma doutrina económica que gera prosperidade a meio mundo à custa da miséria da outra metade!! Palmas para ti, amigo!!!
Tudo o que escreves se resume a uma intelectualmente desonesta cruzada anticomunista baseada em sensacionalismo primário e com pouca sustentação de contexto.
Não é novidade que Mandela recorreu, nos seus tempos de juventude, à violência algo que ele próprio admitiu como um erro, ou pelo menos como algo que não teria repetido. Mas os erros são uma caracteristica do ser humano.
Mais do que os seus erros, Mandela tem a responsabilidade de ter evitado um genocidio contra os brancos, descendentes dos colonialistas. Mandela, poderá ter muitos defeitos, mas foi o principal responsável por ter evitado uma campanha de vingança contra os brancos, graças à sua liderança e carisma, e o respeito de que era alvo pela quase totalidade da comunidade negra sul africana, comunidade esta que facilmente poderia, face ao contexto pós-apartheid, ter feito uma limpeza étnica "ruanda style".

De resto, é absolutamente anedótica a teoria da conspiração esquerdista mundial em favor de Mandela ou de qualquer outro interesse "socialista". Quem escreve isto não tem a minima noção da heterogeneidade e complexidade do movimento das esquerdas mundial. Mais rapidamente o capitalismo se transforma em fascismo, assim que os "liberais" vejam os seus interesses ameaçados, do que um comunista, um socialista e um anarquista se unam para construir seja o que fôr!!

Responder
Michel 09/12/2013 21:14:33

"A moral de alguém que defende uma doutrina económica que gera prosperidade a meio mundo à custa da miséria da outra metade!!"

Você está se referindo ao socialismo ou ao mercantilismo corporativista? Não ficou claro. Saiba que este site condena veementemente ambos estes arranjos.

"Palmas para ti, amigo!!!"

Gostaria de dizer o mesmo, mas infelizmente não posso. Seu intelecto não meu deu esta possibilidade.

"Tudo o que escreves se resume a uma intelectualmente desonesta cruzada anticomunista baseada em sensacionalismo primário e com pouca sustentação de contexto."

Mais de 50 fontes listadas no final do artigo, e você prefere confiar apenas no seu fígado e no seu intelecto desonesto e limitado. De novo, sem palmas para ti, amigo.

"Não é novidade que Mandela recorreu, nos seus tempos de juventude, à violência algo que ele próprio admitiu como um erro, ou pelo menos como algo que não teria repetido."

E é exatamente neste ponto que o artigo se concentra. Prove suprema de que você nem o leu. De novo, intelectualmente desonesto.

"Mas os erros são uma caracteristica do ser humano."

Profundo. Logo, todo mundo tem o direito de errar sem jamais ser criticado. Né?

"Mais do que os seus erros, Mandela tem a responsabilidade de ter evitado um genocidio contra os brancos, descendentes dos colonialistas. Mandela, poderá ter muitos defeitos, mas foi o principal responsável por ter evitado uma campanha de vingança contra os brancos, graças à sua liderança e carisma, e o respeito de que era alvo pela quase totalidade da comunidade negra sul africana, comunidade esta que facilmente poderia, face ao contexto pós-apartheid, ter feito uma limpeza étnica "ruanda style""

Isso é discutível. E, ainda que fosse verdade, isso não escusaria seu passado violento. Vai ter de tentar outra.

"De resto, é absolutamente anedótica a teoria da conspiração esquerdista mundial em favor de Mandela ou de qualquer outro interesse "socialista". Quem escreve isto não tem a minima noção da heterogeneidade e complexidade do movimento das esquerdas mundial."

Mais um flagrante de que você não leu o artigo. Pulou a parte que fala sobre os banqueiros? Não se exponha tanto assim.

"Mais rapidamente o capitalismo se transforma em fascismo, assim que os "liberais" vejam os seus interesses ameaçados, do que um comunista, um socialista e um anarquista se unam para construir seja o que fôr!!"

Totalmente ininteligível.

Responder
Théa 09/12/2013 21:03:15

eu acho estranho, mas não digo também que o texto é mentiroso. achei tendencioso e exagerado, acusando o cara de ser socialista como se ser socialista fosse um crime. não gostei do tom do texto, parece que quer fazer de tudo pra fazer o cara parecer um monstro, com frases tipo "Outras localidades incluíam Cuba, Egito, Etiópia, Coréia do Norte, Rússia, China, Alemanha Oriental e Tchecoslováquia.", falando do treinamento que ele supostamente recebeu em torturar pessoas em interrogatórios. Ok, só países socialistas torturam os seus prisioneiros e ensinam táticas de guerrilha? Porque não tem nenhum país capitalista na lista? Quer dizer que em Guantanamo, por exemplo, os EUA não torturavam os prisioneiros? Mas daí são os EUA, capitalistas, eles podem.... Ou tipo "As técnicas de espionagem e interrogatório lhe foram ensinadas pela STASI, a polícia política da Alemanha Oriental.". De novo um país socialista citado como fonte da crueldade e da brutalidade de Mandela. Outro "Ao ser condenado, Mandela proferiu o discurso "Estou Preparado para Morrer", no qual negava a influência socialista sobre suas ações e dizia lutar pelos direitos dos negros.O discurso foi escrito a várias mãos e editado por um jornalista profissional." Qual o problema com a influência socialista? O cara ganhou um Nobel da paz por 'lutar pelos direitos dos negros', e eu imagino que o comitê do Nobel não dê o prêmio assim, pra qualquer louco que surge explodindo pessoas e dizendo que luta pelos direitos dos negros. Outra coisa, algum político realmente escreve de próprio punho e sozinho os seus discursos? Por favor, né, sejamos realistas, não é à toa que todos eles têm assessores de imprensa, secretários e o diabo de asa.

É tipo aquele discurso 'comunista comedor de criancinha'. Não curti, tem coisas que soam muito estranhas e até falaciosas (tipo 'comunistas comem criancinha -> Mandela era comunista -> Mandela come criancinhas').

Não tô dizendo também que o cara foi um santo. só acho que as pessoas deveriam ler as coisas em mais de um lugar, procurar opiniões diferentes sobre o mesmo assunto, pra então formar a sua, e não sair acreditando cegamente em qualquer texto que surge, mesmo que tenha, supostamente, um monte de fontes.

Responder
Ricardo 09/12/2013 21:15:22

Prezada Théa, gentileza se informar minimamente a respeito de uma instituição antes de criticá-la. Questão de decência. Este instituto, justamente por defender a não-intervenção governamental, é crítico severo de toda a política externa norte-americana, seja ela manifestada em Guantánamo ou nas invasões a outros países.

Logo, este seu espantalho é inócuo. Este site é tão anti-intervencionista que critica até Churchill.

Artigos básicos:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=351
www.mises.org.br/Article.aspx?id=933
www.mises.org.br/Article.aspx?id=1215

Responder
Pobre Paulista 09/12/2013 21:32:56

Como se ela fosse voltar para ver se tem alguma resposta ao comentário vazio dela.

Responder
anônimo 09/12/2013 21:47:52

Eles voltam mas não tem coragem de responder.E agora vai aumentar muito, com as eleições e os petralhas pagos pra poluir as redes sociais

Responder
anônimo 09/12/2013 21:31:59

'acusando o cara de ser socialista como se ser socialista fosse um crime. '

Considerando que todo socialista quer que o governo arranque cada vez mais de quem trabalha e é bem sucedido pra sustentar ele, socialista, então socialismo pode até não ser crime (até porque quem define o que é crime é o governo) mas é uma invenção imoral, desprezível, nojenta e que atrai a escória da humanidade, em todos os sentidos.

Responder
Eduardo Bellani 09/12/2013 21:59:52

e eu imagino que o comitê do Nobel não dê o prêmio assim, pra qualquer louco que surge explodindo pessoas e dizendo que luta pelos direitos dos negros.

Já ouviu falar de um sujeito chamado Barack Obama? Ele ganhou o mesmo prêmio...

Responder
Pobre Paulista 10/12/2013 00:25:06

Não vamos esquecer das inegáveis contribuições de António Egas Moniz para a humanidade.

Aliás essa aí merecia um pouco dessa contribuição.

Responder
Paulo Kogos 10/12/2013 00:28:38

Paul Krugman ganhou um nobel de economia
e o Arafat, responsável pelo atentado em Berlin q matou 11 atletas israelenses tbm ganhou o nobel da paz

daqui a pouco o Sakamoto vai ganhar o nobel de jornalismo

Responder
Eu mesma 19/12/2013 02:47:09

Exemplo perfeito! Mas ninguém se espante se o Sakamoto vier a ser um ministro se os petralhas continuarem no poder. Ou, quem sabe, um embaixador...

Responder
Cleiton 09/12/2013 22:11:19

Comunista precisa realmente comer criancinha pra ser um filha da puta? Não basta tudo de ruim que eles já fizeram ao mundo?

Responder
anônimo 10/12/2013 00:36:01

Primeiro: ser socialista, por si só não é crime, é moralmente repudiável. Crime é tentar colocá-lo em prática. Farei uma analogia para você entender: um grupelho pré-adolescente num show punk grita "legalize murder!", algum crime? Não. Mas este mesmo grupinho, mais tarde, na rua encontra um fã de heavy metal e o assassina, aí há crime. Terminado meu desenho, vou pra próxima parte.

"só países socialista torturam..."

Não são só os socialistas, mas todos os socialistas o fazem. Os EUA são um país onde existe capitalismo, mas não é o capitalismo que está matando e torturando, é o estado. Sim, para sua parca qualidade de discernimento parece difícil identificar estas coisas, mas é isto mesmo, são os ESTADOS que torturam, ou pessoas agindo contra um princípio básico do Libertarianismo chamado Princípio da Não-Agressão, abreviado PNA - procure saber o que é.

Um Prêmio Nobel da Paz, que é entregue por um estado, é como alguém comentou em outro artigo aqui neste mesmo site, acredito, o equivalente a um Prêmio Mengele de boas práticas médicas.

"e eu imagino que o comitê do Nobel não dê o prêmio assim, pra qualquer louco que surge explodindo pessoas"

Até Hitler foi candidato ao Nobel da Paz.

A sua chorada clichê citando "comunistas comedores de criancinhas" é típica de quem é neófito neste mundo nefasto e obscuro do socialismo. Típico de idiotas úteis. Não, comunistas não comem criancinhas, mas matam cruelmente se for necessário.

Responder
Théa 10/12/2013 11:46:01

Para espanto da maioria de vocês, eu voltei para olhar as respostas ao meu comentário... Uma discussão como essa é ótima, pois me mostra mais de um ponto de vista sobre o mesmo assunto, que foi o que eu sempre quis ver. De qualquer forma, continuo achando o texto tendencioso e direitista, mas por nenhum momento disse que era mentiroso, releiam o que eu comentei antes. A única bandeira que eu levanto aqui é que as pessoas se informem mais (inclusive eu) antes de acreditar cegamente no que é postado. Eu não acusei a página de apoiar a política externa norte-americana, apenas disse que o texto é tendencioso e direitista, parece que criticando o Mandela 'apenas' por ele ser socialista e procurando todos os motivos do mundo para associar os 'crimes' dele a práticas socialistas. Na verdade, o que PARECE é que o fato de ele ser socialista é o que mais incomoda o autor do texto, pois isso é usado como argumento e como demonstração de como o Mandela era ruim e mau. Se vocês se derem ao trabalho de prestar atenção no que eu escrevi antes e no que escrevo agora, verão que eu não estou sendo desrespeitosa com ninguém, apenas estou manifestando a minha opinião sobre o texto (SOBRE O TEXTO, não sobre o autor ou sobre as outras pessoas que também manifestaram a sua opinião).

Responder
anonimo 10/12/2013 16:10:04

Boa tarde.

É que no seu comentário inicial citou mais de uma vez os EUA e de uma forma que parece que o site corrobora que a política americana, o que claramente não é verdade. Sendo um artigo sobre Mandela, obviamente não haveria motivos para citar os EUA.

Mas se procurar no site verá muitos artigos criticando os EUA. E mais ainda criticando governos. Seria bom dar uma lida.

Obrigado.

Responder
gabriel 10/12/2013 17:48:23

Théa, muito bom saber que você gosta de ideias divergentes para pensar e refletir, muitas pessoas não gostam e atacam ferozmente as ideias que diferem delas.
Em meus primeiros contatos com o mises tive muitas das impressões que lhe PARECEM agora, e de fato toda minha educação e cultura não me levariam a outra coisa que no mínimo receio ao ler textos totalmente contrários as coisas que são repetidas pelo senso comum (principalmente as aceitas por uma grande maioria). Vai ser interessante a você, imagino, como foi para mim, ler vários textos daqui - no primeiro mês que descobri o site lia ao menos 5 artigos por dia, e minha curiosidade me levou a alguns livros da biblioteca disponíveis de graça realmente bons.
Peço que na medida do possível deixe os preconceitos de lado, não é fácil eu sei passei por vários artigos que abominava no inicio e reverti minhas ideias ao ver argumentos lógicos, realmente altera sua visão de mundo. É normal no inicio ao ler as coisas PARECEREM direitistas ou algo do gênero então é interessante fazer um revesamento entre artigos que condenam a 'direita' e a 'esquerda'.
Logo vai ver que realmente pareciam, a condenação toda do texto é em referencia aos atos de terrorismo, conchavos políticos 'de direita' se prestar atenção ao fim do artigo condenando a ação da monopolista de minérios, o fato de comunismo incitar ao terrorismo e autoritarismo ajudam, mas veja que a crítica é em relação as ações, os fatos de ataques contra inocentes.
Pode repudiar todas as coisas escritas nos comentários e claro lhe parecerem da forma que for, mas sendo verdade que gostas de discutir e ver ideias divergentes, peço que leia mais artigos, e realmente recomendo esse 'revezamento' entre artigos repudiando a 'esquerda' e 'direita'.

Responder
anônimo 10/12/2013 18:01:08

'Na verdade, o que PARECE é que o fato de ele ser socialista é o que mais incomoda o autor do texto'
É o que incomoda a todos nós, leia mais artigos por aqui e você vai entender.
Até porque você mesma disse que gosta de ver outros pontos de vista sobre a mesma discussão.

Responder
Théa 10/12/2013 19:55:24

Agradeço as respostas, tanto dos dois anônimos quanto do Gabriel. Normalmente eu procuro textos de locais diferentes e com pontos de vista diferentes sobre um mesmo assunto, pra então formar a minha opinião sobre e, Gabriel, agradeço a sugestão quanto ao mises. Apesar de eu não ter gostado deste texto especificamente (afinal foi o primeiro, e ainda único, texto que li aqui), concordo que pode ser interessante ler outros textos sobre outros assuntos e também de outros autores. E mantenho a posição de que devemos ler mais criticamente as coisas, tanto aquelas com as quais concordamos quanto aquelas com as quais não concordamos. Qualquer um pode escrever um texto mostrando a sua opinião sobre um assunto, mas não necessariamente aquilo será a verdade sobre tal assunto. Nesse sentido, textos são como fotos, 'enquadram' aquilo que querem, deixando de lado (ou não, só saberemos se lermos mais) outros fatos que 'não interessam' para quem escreveu. Isso acontece muito com a televisão, mas também acontece com textos para as mais diversas mídias. Por isso, ser crítico e procurar mais, de preferência de outras fontes, é importante. Quanto ao fato de eu ter citado os EUA mais de uma vez em meu primeiro comentário, que fique claro que era um exemplo, entre vários outros que eu poderia ter usado para falar de capitalismo.

Responder
anônimo 20/12/2013 11:48:29

'Quanto ao fato de eu ter citado os EUA mais de uma vez em meu primeiro comentário, que fique claro que era um exemplo, entre vários outros que eu poderia ter usado para falar de capitalismo.'

Pois então vc ainda tem que aprender muito, capitalismo e governo dos EUA são cada vez mais diametricamente opostos

Responder
Sérgio 09/12/2013 23:38:54

"No final da década de 1980 o governo havia afrouxado a fiscalização das políticas segregacionistas e uma classe média negra com alto nível de instrução havia se formado. Havia negros empreendedores e negros milionários."

Interessante. O autor poderia citar os nomes de alguns negros que prosperaram neste período?

Responder
Kevin Levrone 10/12/2013 14:58:16

Por que você não arregaça as mangas e vai pesquisar sobre o assunto? Quer rspostinha pronta pra tudo? Walter Williams retrata bem a situação da África do Sul e como o salário mínimo prejudicou os negros de lá.

Responder
Flavio Hernandez 09/12/2013 23:59:47

O artigo é realmente desconcertante. Gostaria que o artigo fosse traduzido para o Inglês e publicado para comentários de historiadores Sul Africanos de todas as etnias, raças e credos.

Responder
Rudson 10/12/2013 01:16:39

Só não entendi uma coisa do artigo, talvez alguém possa me explicar.

De acordo com o artigo, Mandela era um comunista umbilicalmente ligado à URSS, que o apoiava para se apoderar das riquezas minerais da África do Sul. Mandela não era popular, pelo que pude extrair do artigo, nem entre os brancos(obviamente), nem entre os negros.

No entanto, o artigo diz que o Mandela só chegou ao poder graças a campanhas promovidas pelas nações ocidentais, que queria Mandela no poder para que fosse possível se tomar conta das riquezas minerais da África do Sul (exatamente o mesmo plano da URSS).

Isso não me parece ter muita lógica: porque o Ocidente iria apoiar justamente o Mandela, que já tinha demonstrado, ao longo de sua vida inteira, ser comunista? Por que não apoiar outra pessoa (menos ligada a URSS) e promovê-la nos meios internacionais?

Se Mandela fosse uma liderança inconteste e realmente popular na AS, eu até entenderia o risco. Mas, se conforme expõe o artigo, a popularidade de Mandela foi obra exclusiva do Ocidente, não faz sentido a operação inteira....

Responder
Paulo Kogos 10/12/2013 01:52:04

Conforme explicado no artigo, o lobby formado pelas potências ocidentais, banqueiros como Rothschild e Oppenheimer, e a mídia assumiram o patrocínio do CNA e do PCAS em troca da defesa de seus interesses tão logo estes partidos assumissem o poder.

Estes interesses incluem o esquema monopolista da De Beers.

Você encontra mais sobre o esquema aqui: mises.org/freemarket_detail.aspx?control=5

Já esta notícia mostra a evolução historia dos fatos, embora não os explique:

www.npr.org/blogs/parallels/2013/12/09/249708436/now-praised-by-presidents-mandela-wasnt-always-admired-in-the-u-s

A explicação mais consistente está aqui:

uncensored.co.nz/2010/02/21/hidden-globalist-agenda-behind-mandela%E2%80%99s-anc-rise-to-power-in-south-africa/

E também nas cartas da Aida Parker:

www.cycad.com/cgi-bin/Aida/aida-200.html

Responder
Dalton Almeida 10/12/2013 02:18:18

Assustador uma história como essa ser """"ignorada"""" pela grande mídia.....

Responder
anônimo 10/12/2013 02:38:44

Desconcertante, a empatia pelas vitimas estaa custando minha paz de espirito objetivista.

Responder
Sol Moras Segabinaze 10/12/2013 02:44:17

Quando você vê toda a esquerda unida em prantos pela morte de alguém, desconfie, a informação que você imagina ter a respeito pode não ser a mais acurada.

Responder
andrea 10/12/2013 06:16:42

Cabe aqui um questionamento pertinente, isto é, partindo da conotação "nefasta" e "diabólica" que o articulista propõe aos bolcheviques e à esquerda, então o mote propulsor de Mandela, isto é, a luta pelo fim da desigualdade racial e pelo apartheid seriam igualmente nefastas? Já que todo momento o articulista as compara... Ou, neste caso, a luta pelo fim das desigualdades sociais é que seriam positivas? Ou, quem sabe, a carga pejorativa que o autor pretende atribuir vai recair sobre as atividades de um e de outro no poder consideradas por este como negativas? Bem, é sempre esta a "desculpa", não é? Julgar o todo pelas partes, ou o essencial pelo provisório. A mesma desculpa, é claro, não cola se o protagonista for o Capitalismo, mas aí já é outra história, né? Mas, sim, vamos tentar engolir a desculpa e seguir em frente...
O autor continua em diversas linhas acusando o Mandela de terrorista, ainda que saibamos que os EUA condena pessoas todos os anos à cadeira elétrica, dentre elas pessoas comprovadamente INOCENTES. Nas mais variadas guerras que os EUA já promoveram, jazeram milhares de vítimas. E então, mas ninguém no Mises vai começar a chamar os EUA de Terrorista, né? Por suposto que não! Quando quiserem fazer uma criticazinha de coleguinhas, darão alguns nomes menos gratos, uns Obaminhas, uns presidentezinhos democratas.

Responder
anonimo 10/12/2013 13:08:15

Bom dia.

Quantos textos já leu aqui no site? Aliás considerando o que escreveu no seu 1° parágrafo leu o texto que está comentando? Se tivesse lido alguns textos do site, saberia que é contra intervenções dos governos e que há inúmeras críticas contra os EUA, então ao invés de supor que não há críticas contra A ou B (nos seu caso EUA), talvez devesse ler os artigos do site.

Obrigado.

Responder
Ricardo 10/12/2013 06:20:18

"ainda que saibamos que os EUA condena pessoas todos os anos à cadeira elétrica, dentre elas pessoas comprovadamente INOCENTES. Nas mais variadas guerras que os EUA já promoveram, jazeram milhares de vítimas. E então, mas ninguém no Mises vai começar a chamar os EUA de Terrorista, né? Por suposto que não! Quando quiserem fazer uma criticazinha de coleguinhas, darão alguns nomes menos gratos, uns Obaminhas, uns presidentezinhos democratas."

É hilário como amadores caem aqui de pára-quedas e, ao tentarem dar uma de espertos, quebram dolorosamente a cara. Esta donzela de nome Andrea foi apenas mais uma. Certamente ela não sabe que este site é radicalmente anti-intervencionista em todos os aspectos, inclusive e principalmente em questões militares.

Minha querida Andrea, gentileza se informar minimamente a respeito de uma instituição antes de criticá-la. Questão de decência. Este instituto, justamente por defender a não-intervenção governamental, é crítico severo de toda a política externa norte-americana, seja ela manifestada em Guantánamo ou nas invasões a outros países.

Logo, este seu espantalho é inócuo. Este site é tão anti-intervencionista que critica até Churchill.

Artigos básicos:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=351
www.mises.org.br/Article.aspx?id=933
www.mises.org.br/Article.aspx?id=1215

Faça um bem à humanidade, volte do esgoto de onde saiu e só retorne aqui quando já estiver minimamente educada.

Responder
Francisco 27/12/2013 15:06:56


Mandar uma pessoa voltar ao esgoto de onde a mesma saiu não me parece ser atitude louvável de educação.

Responder
João Carlos 10/12/2013 08:02:24

Ótimo texto, parabéns.
A maior parte do que foi descrito eu não conhecia. Comecei a desconfiar dessa pureza do Mandela quando foi publicado que ele teria proibido o filme "Diamante de Sangue" e alegado que era tudo mentira. Se fosse, então as "imagens reais" do excelente documentário do History Channel com o mesmo título seriam todas falsas? Aliás, recomendo assistir esse documentário: www.youtube.com/watch?v=rWZ6Prjybng
Mas o motivo da minha colaboração é apenas para informar que criei uma imagem para compartilhamento com base nas informações que aqui li:
https://fbcdn-sphotos-h-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn2/1471292_225196284319864_418462692_n.jpg

Responder
Hay 10/12/2013 10:45:03

Não sabia que o Nelson Mandela havia dito que a história dos diamantes de sangue é mentira. Se eu soubesse antes, certamente minha visão sobre ele teria mudado há muito tempo. Olha, vou te contar... depois acham que o Olavo de Carvalho inventa teorias da conspiração malucas. É difícil não enxergar alguma coisa por trás dessa beatificação do Mandela.

Responder
Tao Han Hsui 10/12/2013 11:51:14

Paulo parabéns pelo excelente artigo, por me fazer relembrar de fatos que já tinha ido ao porão da memória. O texto causou estranheza em muita gente, seja por terem informação superficial acerca dos fatos, seja por aceitarem uma campanha midiática que foi executada com vistas a mudar a imagem do guerrilheiro e terrorista Mandela para se atingir fins mais obscuro. E quando essa outra face (desconhecida por aqueles mais novos) é apresentada, há todo este burburinho de indignação e revolta contra o texto. Contudo, quem é um pouco mais velho, que viveu aqueles tempos (meu caso), sabe que o texto diz sobre fatos que ocorreram e que os mesmos eram noticiados todos os dias pelos canais de televisão do mundo inteiro. Quantas vezes assisti reportagens noticiadas na extinta TV Tupi, informando as execuções de "inimigos" mediante os famigerados "colares da Winnie Mandela"... Ao se apresentar esta face menos conhecida do Mandela ao público atual, não se está a endossar ou minimizar as barbaridades que o regime do appartheide implantado na África do Sul perpetrava.
O grande problema do ser humano é a idolatria. Por meio deste comportamento abre-se mão da criticidade, necessária a um proceder mais justo, equilibrado. Finalizando, a reação de vários comentaristas deste artigo me fizeram lembrar a dupla "Sá & Guarabyra", na canção "Verdades e Mentiras" em que transcrevo a primeira estrofe:

"Responda depressa quem se acha esperto
Quem sabe de tudo que é certo na vida
Porque que a cara feroz da mentira nos pode trazer
tanta felicidade
Porque que na hora da grande verdade às vezes o povo
se esconde se esquece ..."

Responder
anônimo 10/12/2013 18:53:23

Ótimo comentário, meu pai disse o mesmo. Ele também se lembra destas noticias.

Responder
Pr. Manoel Delgado Jr. 10/12/2013 13:26:47

Conheço a biografia de Nelson Mandela, e considero deplorável o terrorismo, atentado contra civis e métodos violentos para a promoção de transformações sociais, e eu detesto o comunismo, marxismo como solução para os problemas sociais... Creio que poucos chefes de Estado resistiriam a uma análise tipo "pente fino" de sua trajetória. Isto reforça em minha opinião a perspectiva reformada da doutrina da depravação total de todos os homens. Contudo o Mandela "pós-prisão" 27 anos depois de todos os fatos mencionados no artigo, merece atenção sim, por duas razões: 1- Descobriu que métodos violentos deveriam ser dispensados para se atingir objetivos elevados; 2- Descobriu que o caminho da reconciliação e da anistia bilateral e do perdão podem auxiliar efetivamente a reconstrução de uma Nação. Neste sentido, ele é um símbolo, como tantos outros da história. Aliás De Clerk juntamente com ele foram premiados com Nobel da paz em 1993.

Grande abraço e Deus abençoe!

Responder
Felipe 10/12/2013 23:23:34

1- Descobriu que métodos violentos deveriam ser dispensados para se atingir objetivos elevados;

As forças de segurança sulafricanas - Exército, Marinha e Aeronáutica eram compostas, em maioria, por brancos. Evidentemente, Mandela não seria bobo de ir para o confronto armado, pois além de ser derrotado apenas mostraria a pequena base de radicais que o seguia. Hoje as pessoas pensam que todo o povo negro estava atrás de Mandela. Nada mais longe da verdade.

Responder
Pastor Manoel Delgado Jr. 10/12/2013 13:30:38

Reflexão: Discutir postumamente "as cores" ideológicas do Mandela e dos seus apreciadores contemporâneos parece ir contra sua luta pela igualdade e em favor da dignidade humana; Julgar o seu passado antes da prisão, ou depreciar o passado dos seus opositores significa desconsiderar o "espírito de reconciliação" que aconteceu na África do Sul ou o significado simbólico do que a luta de Mandela representou após a sua saída da prisão; Tentar desconstruir Nelson Mandela em nome do seu passado, ou monopolizar a admiração do mesmo a apenas um segmento político-ideológico é demonstrar em termos práticos, a total ignorância do que o mesmo representa hoje para muitos de nós: A superação de diferenças, ressentimentos e a perspectiva de que pertencemos ao gênero humano e que temos dignidade intrínseca apesar do tipo de pessoas nós sejamos, da opinião que adotamos , ou da cor que está estampada em nossa pele.


# Seria importante que as atuais políticas públicas caminhassem mais na direção da reconciliação e da superação das diferenças, do que no viés de acentuá-las ainda mais, em nome da defesa das ações afirmativas. Políticas que aliás, caminham no sentido de aumentar as polarizações, e de reacender ódios e ressentimentos do passado, como nas nossas comissões de verdade, que não propõem toda verdade (não serão analisados as violações dos direitos humanos do outro lado do espectro social) e nem a reconciliação. Neste sentido a contribuição de Mandela é bem vinda a discussão social do Brasil.

Responder
Atylla Arruda 10/12/2013 14:32:03

Manoel Delgado,
E a dignidade dos inocentes que foram assassinados? Terrorista é Terrorista.

Responder
dw 10/12/2013 14:35:10

Não tem como apoiar um tirano, que de acordo com o artigo, foi responsável diretamente pela morte de inúmeras pessoas. Não é só por que o tempo passou, que as ações devem ser esquecidas. Qualquer indivíduo que tem que matar para chegar ao poder não é digno de admiração de ninguém. Essa é a realidade do socialismo/comuismo. Se você quer receber vagabundos, pedófilos, drogados, ladrões, estupradores e comunistas na sua igreja, sinta-se a vontade, mas não venha nos impor nada, eu tenho total direito de achar que o tempo não cura nenhuma ferida, assim como o mesmo não curou a dor da perda de entes queridos causados por esse animal (e seu motim) chamado nelson mandela.

Responder
Fellipe 10/12/2013 16:16:03

Pastor, você leu mesmo o texto?

Sobre:

"Discutir postumamente "as cores" ideológicas do Mandela e dos seus apreciadores contemporâneos parece ir contra sua luta pela igualdade e em favor da dignidade humana; Julgar o seu passado antes da prisão, ou depreciar o passado dos seus opositores significa desconsiderar o "espírito de reconciliação" que aconteceu na África do Sul ou o significado simbólico do que a luta de Mandela representou após a sua saída da prisão"


Por favor volte ao texto e leia a partir do paragráfo:

"Se Mandela era um perigo para as pessoas dentro da prisão, ao sair ele se tornou o flagelo do país. Tão logo se viu livre, o futuro ganhador do Nobel da Paz clamou por uma intensificação da luta armada."

A preguiça e o analfabetismo funcional estão realmente em alta ultimamente....

Responder
Osvaldo 10/12/2013 13:50:46

Estarrecedor!! Mas é muito bom saber disto!!

Responder
Jose Geraldo Moura 10/12/2013 14:27:13

O artigo tem como análise os fatos, ou seja, os meios empregados para se chegar ao poder e fim da separação e discriminação social da maioria negra.
O próprio artigo ressalta a crueldade dos Romanovs com Lenin e depois a crueldade deste ultimo quando no poder. Mas se Lenin tivesse transformado a Rússia em um pais melhor talvez os meios que Lenin empregou teriam caído no esquecimento dado ao beneficio a longo prazo pró-social.
Mandela queira ou não transformou a África do Sul em um pais infinitamente melhor do que era.
E sabe-se que como dirigente de seu partido CNA, não decidia sozinho uma vez que ficou preso por 27 anos.
Admitamos que seus partido errou em seus meios empregados a custa da morte de crianças e como poucos com o tempo mudou sua forma de agir e pensar, o resultado é que como disse anteriormente mudou a África, não se eternizou no poder como a maioria do revolucionários citados no Artigo fizeram.
Entregou o poder findo o seu mandato, então temos uma saída realmente triunfal.
A África hoje se distingue da maioria de países africanos com rixas tribais onde
rebeldes e ou situação incluindo "crianças guerrilheiras" matam tanto crianças como adultos em barbárie sem paralelo.
É duro analisar Mandela sob esse prisma esquecendo o resultado e suas ações como governo da Africa do Sul e o fim das hostilidades.

Responder
Fellipe 10/12/2013 16:19:13

Tá difícil ficar respondendo a quem nem se dá ao trabalho de ler e compreender textos...

Por favor veja a resposta dada ao pastor acima, se encaixa a você também.

Responder
Paulo Kogos 10/12/2013 17:52:14

Pessoal, em primeiro lugar, obrigado pelas palavras elogiosas, fico feliz que tantos tenham gostado.

Agora, vou divulgar aqui mais algumas fontes interessantes sobre o terrorista Nelson Mandela.

Vídeo do Stefan Molyneux, praticamente corroborando este artigo

www.youtube.com/watch?v=T7HyuLPWF9I

Um acadêmico contando sobre seu encontro com Mandela, vários dados tristes e interessantes.

crossmap.christianpost.com/news/nelson-mandela-a-terrorist-inconvenient-truths-from-a-christian-scholar-7338

NOTA PESSOAL: este homem critica também o fato de Mandela ter liberado prostituição, pornografia e união homossexual, mas estas são algumas das poucas coisas decentes que Mandela fez na vida (quanto ao aborto, também sou contra).

Neste artigo, há uma explicação detalhada sobre uma pergunta que fizeram sobre por que as potências ocidentais apoiaram o Mandela se ele era comunista:

www.thenewamerican.com/world-news/africa/item/13281-south-african-communists-friends-in-high-places

Aqui a parte mais relevante do artigo:

Aside from the openly communist powers, key to the ANC takeover were the United Nations, the World Council of Churches, the NAACP, and the Congressional Black Caucus. The international media and Hollywood, of course, helped immensely as well. Even more important, though, was the support provided by the highest echelons of the Western establishment — think David Rockefeller and Henry Kissinger. Both men played a key role in bringing the South African government to its knees in the face of Marxist terror so the communist takeover could proceed.

In 1993, for example, banker and Council on Foreign Relations boss David Rockefeller hosted a dinner to honor Nelson Mandela and raise money for the ANC's election. Then-ANC "Foreign Secretary" Thabo Mbeki, another communist who would later become president of South Africa, celebrated Rockefeller as a longtime friend who had "backed the ANC financially for more than a decade."

Just before the elections that brought the ANC-SACP alliance to power, former Secretary of State Henry Kissinger and a team of "mediators" arrived in South Africa to "confer the Insiders' benediction on Mandela and the ANC," Jasper noted in his article. Prior to helping crush South Africa, Kissinger, one of the most fervent advocates of a "New World Order," also helped destroy the anti-communist Rhodesian government by, among other tactics, isolating it from allies like the South African government. His work in Rhodesia paved the way for Marxist despot Robert Mugabe to enslave what became known as Zimbabwe. The nation is now starving to death.

From at least the 1950s onward, the U.S. government and other Western powers were frantically shoveling taxpayer money into communist groups in South Africa to install the ANC — again, applying pressure from below by fomenting unrest and empowering Marxist terrorists. The violent ANC offshoot known as the Pan Africanist Congress, for example, was actually organ¬ized at the Johannesburg office of the U.S. Information Service in 1959.

According to a study by the Rand Afrikaans University's Institute for American Studies, the Reagan State Department alone showered hundreds of millions of taxpayer dollars on pro-Soviet and pro-ANC groups in South Africa. The U.S. government directly contributed millions to specific Marxist terrorist groups in the region, many of which, like the ANC, had been formally designated as terror organizations. The South West Africa People's Organization (SWAPO), for example, received about $4 million from American taxpayers between 1975 and 1978, according to a report by the South African Foreign Ministry. Western governments together provided some $80 million during that period.

The "pressure from above," meanwhile, came from the international banking and corporate elite in the West, as well as its political front groups and governments. Among other sources, the Council on Foreign Relations and its international affiliates helped lead the charge, with the CFR proudly publicizing its 1990 visit by Mandela. Numerous other top figures in the ANC and the SACP were similarly honored and promoted by the CFR and its allies around the world.

Among the CFR operatives who put the cabal's agenda for South Africa into effect were, of course, Kissinger, as well as numerous other top U.S. government officials. Multiple administrations from Carter to Clinton were also involved. President Reagan, despite vetoing a sanctions bill over disagreement with the "means," declared a "national emergency" to "deal with" the alleged "extraordinary threat" posed by the pro-U.S. South African government.

At the same time, other Western governments were piling on the pressure as well, imposing brutal sanctions and painting the South African government — which likely had the best human-rights record on the continent despite oppressive race-based laws that were being reformed — as a demon to be eliminated. Communist regimes were doing the same thing. The time-tested "pincers" strategy ultimately prevailed.

In the face of a full-fledged assault by both the "Free World" and the world's communist tyrants, the South African government capitulated. The ANC and the communists — virtually inseparable from each other, as even top ANC leaders admit — took power. Just as unbiased analysts warned, South Africa — once one of the most prosperous nations in the world for people of all colors — began marching full-speed down the bloody road to slavery and genocide.


Finalmente, eis um artigo que relata como Mandela traiu seus próprios companheiros de luta:

www.thenewamerican.com/world-news/africa/item/15836-mandela-s-messianic-image-the-rest-of-the-story

Responder
Renato 11/12/2013 15:55:52

Como é que é!

Até o presidente Reagan apoiou Mandela?!

Responder
Bruno D 10/12/2013 18:16:51

Paulo,

Meus sincero: MUITO OBRIGADO! por divulgar o outro lado da moeda!

Abçs!

Responder
Matheus 10/12/2013 18:21:07

Não duvido que muitos fatos relatados aqui sejam verdade. Todavia, penso que o texto foi escrito de uma forma um tanto tendenciosa, chamando atenção só para o que era de interesse do autor, como, por exemplo, para ligações de Mandela com o comunismo/socialismo (como se esse fato por si só fosse um grande problema).

Uma frase me chamou atenção: "Some-se a isso o fato de que muitos negros entravam no país para fugir da opressão de regimes comunistas em países vizinhos, que era pior que o apartheid." Nela, mescla-se um fato histórico (a entrada de negros que vinham de países vizinhos na África do Sul) com uma interpretação do autor (estavam fugindo de um regime comunista que era pior do que o apartheid), o que reforça a tendência do texto. Mas nem foi isso o que mais me incomodou durante a leitura.

O que mais me incomodou - e me incomoda - é uma questão mais profunda e conceitual por trás do que aqui está escrito. Em certo momento foi mencionada uma frase do economista Murray Rothbard:

"O capitalismo de livre-mercado é um maravilhoso antídoto para o racismo. Num livre mercado, empregadores que se recusarem a contratar trabalhadores negros produtivos estão ferindo os seus próprios lucros e posição competitiva da própria empresa. É apenas quando o estado se intromete que o governo consegue socializar os custos do racismo e estabelecer um sistema de apartheid."

É triste pensar que exista alguém que defenda como "antídoto" para o racismo a competição do mercado. Triste pois nesse ponto de vista o negro só se torna "importante", só deixa de ser "desprezível" no momento em que é útil ao sistema e tem poder produção.

Mas todos somos importantes, todos temos valor, independente da nossa cor, credo, ou mesmo produtividade! Mesmo o negro mais "improdutivo" de todos deve ser respeitado.

Deixar o mercado e a livre competição "resolver tudo" é o mesmo que aceitar a podridão humana como algo natural e irremediável, apenas tirando proveito dessa podridão para que um erro minimize outro.

Pois há um visível erro moral, um egoísmo exagerado, no momento em que o dono de uma empresa decide contratar um negro e respeitá-lo apenas para que o seu próprio lucro não diminua. O dono da empresa não está pensando no outro, não está respeitando o outro, mas sim pensando em si mesmo e "aturando" o outro por um objetivo egoísta.

O livre mercado pode, assim, mascarar um pouco o racismo, mas nunca servirá de antídoto para ele.

Para que não exista de fato mais racismo no mundo é necessária uma evolução interna de cada indivíduo. É necessário que cada um olhe menos para si e mais para os outros. É necessário que entendamos que apenas com união e respeito mútuo o mundo pode evoluir. É necessário reconciliação, arrependimento, perdão, consciência dos próprios erros por todas as partes, enfim, é necessário que o ser humano evolua. E foi justamente isso que Mandela defendeu no fim de sua vida, justificando assim sua importância.






Responder
Andre 11/12/2013 15:17:14

"Todavia, penso que o texto foi escrito de uma forma um tanto tendenciosa, chamando atenção só para o que era de interesse do autor, ..."

Todos os textos são tendenciosos.
Eu te desafio à postar um link de um texto sobre Mandela que não seja tendencioso.
Provavelmente você não acusou nenhum dos milhões de textos que apenas fazem elogios ao Mandela de serem tendenciosos. Logo você é tendencioso, como qualquer ser humano.

"...como, por exemplo, para ligações de Mandela com o comunismo/socialismo (como se esse fato por si só fosse um grande problema). "

O fato de alguém ter ligações com o comunismo/socialismo realmente não é um grande problema por si só. Até porque NADA é um problema por si só. Alguma coisa só se torna um problema se uma pessoa, dotada de discernimento avaliar aquilo como sendo um problema. Ser ou não ser um problema é algo subjetivo.
Assim sendo é claro que o fato de alguém ter ligações com o socialismo/comunismo só é um problema para pessoas que consideram que o assassinato em massa, por fuzilamento e por fome, de mais de cem milhões de pessoas seja um problema.
Para pessoas que consideram que assassinar milhões de pessoas em nome de uma utopia não é um problema então o único problema é a existência de pessoas que dizem que o socialismo/comunismo é um problema.
E para essas pessoas, que não se importam com assassinatos em massa, pior do que a mera existência de pessoas que se importam, é quando essas pessoas usam sua liberdade de expressão para mostrar que se importam, isso é realmente um grande problema para essas pessoas.

"Nela, mescla-se um fato histórico (a entrada de negros que vinham de países vizinhos na África do Sul) com uma interpretação do autor (estavam fugindo de um regime comunista que era pior do que o apartheid), o que reforça a tendência do texto. Mas nem foi isso o que mais me incomodou durante a leitura."

Bom, se essas pessoas não estavam fugindo do comunismo dos países vizinhos, e você SABE disso, então você deve saber também o MOTIVO REAL pelo qual essas pessoas estavam indo para a África do Sul. Conte nos qual foi o motivo, não guarde segredo. Á menos é claro que você queira nos dizes que a vida nos países vizinhos era MELHOR do que na África do Sul, e que as pessoas fugiram dos seus próprios países para a África do Sul por que QUERIAM PIORAR DE VIDA. É isso? Se for isso é melhor você manter segredo mesmo, pra não passar vergonha.


"É triste pensar que exista alguém que defenda como "antídoto" para o racismo a competição do mercado. Triste pois nesse ponto de vista o negro só se torna "importante", só deixa de ser "desprezível" no momento em que é útil ao sistema e tem poder produção."

É triste pensar que existe alguém que seja capaz de um raciocínio non sequitur como esse, sem lógica alguma!
Você não pode concluir do que o Rothbar disse que:
"o negro só se torna "importante", só deixa de ser "desprezível" no momento em que é útil ao sistema e tem poder produção."
Pois se você concluir isso então você terá que concluir que o branco é importante mesmo que ele não produza NADA. O que significaria que nenhum branco precisa trabalhar, pois alguém vai sustentar ele de graça!!!
Qualquer pessoa só se torna importante para a sociedade se trabalhar, isso é a coisa mais óbvia do mundo, se a pessoa não trabalhar será considerado apenas um vagabundo e ninguém (isso foi uma hipérbole) vai dar nada de graça para ele, simples!
O que o Rothbard fez foi apenas constatar o fato econômico de que em um mercado livre os racistas vão à falência, é como constatar que 2+2=4, ele não afirmou que o negro não tem importância se não trabalhar, até porque o certo é dizer que NINGUÉM tem importância se não trabalhar.
Ou você já convidou um mendigo pra ir na sua casa assistir à um jogo de futebol e tomar umas cervejas? Se você não fez isso deve ser porque dá menos importância à quem não produz NADA.
Normalmente as pessoas saem e compram coisas, por exemplo, quando alguém compra um quilo de arroz, o que ela está dizendo implicitamente é que todas as pessoas que participaram na produção distribuição desse quilo de arroz tem valor, e por isso essa pessoas vai dar x de dinheiro em troca desse arroz. Ao dar x de dinheiro em troca de um saco de arroz e ZERO (ou bem pouco, foi outra hipérbole) de dinheiro para os mendigos da rua você afirmou, por meio das suas ações que as pessoas que produzem são MUITO mais importantes do que quem não produz nada. Parabéns, você tem preconceito contra mendigos, pois dá menos dinheiro pra eles do que para quem produz as coisas que você quer.

Claro que estou abstraindo as pessoas que herdaram heranças enormes e por isso não precisam trabalhar, elas apenas tiveram a sorte de que alguém quis lhes dar um monte de dinheiro DE GRAÇA, coisa que pode acontecer com qualquer um à qualquer momento. E se ela ganhou é dela e ela faz o que quiser.

"Mas todos somos importantes, todos temos valor, independente da nossa cor, credo, ou mesmo produtividade! Mesmo o negro mais "improdutivo" de todos deve ser respeitado.""

Como você se sente falando isso ao mesmo tempo em que dá a maior parte do seu dinheiro APENAS para quem lhe oferece bons produtos e serviços e ZERO ou QUASE NADA para os mendigos que não produziram nada pra você?
Se sente um pouco hipócrita, não?
Não se sente mal ao confirmar, por suas próprias ações, o que o Rothbard disse?

"Deixar o mercado e a livre competição "resolver tudo" é o mesmo que aceitar a podridão humana como algo natural e irremediável, apenas tirando proveito dessa podridão para que um erro minimize outro."

Novidade pra você, a podridão humana é algo natural.
Outra novidade pra você, em alguns casos a podridão é irremediável.
Mais uma novidade, trocas voluntárias não são um erro, não são um ato de podridão.
Caso você discorde dessas novidades apresente uma solução para que não existam mais racistas.

Sua solução deve ser melhor do que deixar os racistas irem à falência.
Sua solução não pode fazer o uso da força para tentar reeducá-los.
Sua solução não pode ser: matar todos os racistas.

Estou esperando pela sua solução.

E enquanto isso me conte, você sente que está fazendo algo ERRADO quando escolhe comprar um produto mais barato ao invés de comprar o mesmo produto que outro vendedor que vende o MESMO PRODUTO, só que vende ele por um preço MAIOR?
Saiba que ao fazer isso você está sendo egoísta, segundo seus próprios conceitos.
E aí? Se sente mal sendo egoísta?


Pois há um visível erro moral, um egoísmo exagerado, no momento em que o dono de uma empresa decide contratar um negro e respeitá-lo apenas para que o seu próprio lucro não diminua. O dono da empresa não está pensando no outro, não está respeitando o outro, mas sim pensando em si mesmo e "aturando" o outro por um objetivo egoísta.

E quando você decide comprar um produto da loja que vende ele por um preço MENOR preterindo a outra loja que vende o mesmo produto por um preço MAIOR, você não está sendo egoísta?
Ao fazer isso você está AJUDANDO a loja que vende por preços maiores à ir à falência, causando assim a demissão de todos os funcionários dessa loja!!!
Como se sente sendo um tremendo egoísta (que nem se importa que as pessoas percam seus empregos) ao mesmo tempo em que acusa os outros de serem egoístas?

"O livre mercado pode, assim, mascarar um pouco o racismo, mas nunca servirá de antídoto para ele."

Bom, é óbvio que nunca haverá antídoto para ele. Mas o livre mercado pelo menos vai deixar os racistas pobres. Enquanto você não apresentou nenhuma solução, você apenas tem o desejo de que não existam racistas.
Cadê sua solução!?
Lembre-se de que não vale usar violência contra os racistas e nem matar eles.

Para que não exista de fato mais racismo no mundo é necessária uma evolução interna de cada indivíduo. É necessário que cada um olhe menos para si e mais para os outros. É necessário que entendamos que apenas com união e respeito mútuo o mundo pode evoluir. É necessário reconciliação, arrependimento, perdão, consciência dos próprios erros por todas as partes, enfim, é necessário que o ser humano evolua.

Os socialistas/comunistas pensavam de forma similar sobre o egoísmo.
A solução deles foi matar TODOS que discordassem do socialismo/comunismo.
Qual a sua solução além de ficar sonhando e suspirando com um mundo em que magicamente ninguém mais seja racista?
Lembre-se de que não vale usar violência contra os racistas e nem matar eles.

E foi justamente isso que Mandela defendeu no fim de sua vida, justificando assim sua importância.

Vamos ver se eu entendi, ele defendeu o fim do apartheid, e para alcançar seu objetivo ele mandou matar várias pessoas inocentes para causar terror à todos que discordassem dos métodos dele, inclusive mandou matar MUITOS NEGROS.
Como os fins eram bons, quaisquer meios, por mais nefastos que sejam estão justificados à priori?
Esse é um dos argumentos principais dos socialistas/comunistas.
Mas é claro que isso só é um problema para quem acha que matar inocentes é algo errado.
Já outras pessoas acham que matar INOCENTES é algo correto, desde que seja pelo socialismo/comunismo, ou pelo fim do Apartheid.

Responder
Matheus 31/01/2014 13:45:44

André,

em algum momento falaste que é triste pensar que exista alguém como eu, "capaz de fazer um raciocínio sem lógica alguma". Belo argumento.

Em outro momento disseste que eu dou zero ou quase nada do meu dinheiro a mendigos ou pessoas que não produzem nada para mim. Como pode afirmar isso sem conhecer minha vida?

Falaste, ainda, que quando eu compro um produto em um local que vende mais barato do que outro eu estaria sendo egoísta segundo minhas ideias. Mas quem disse que eu compro esse produto mais barato?

Consigo desconstruir boa parte da tua resposta simplesmente explicando como vivo:

1- Não faço pesquisa de mercado. Compro a maioria dos produtos no mercadinho perto de minha casa, pois o dono deste é meu amigo, e faço questão de ajudá-lo, mesmo quando ele vende algo um pouco mais caro. Como vivo uma vida econômica e simples, esse dinheiro não me faz falta.

2- Reduzo minha carga horária de trabalho, reduzindo assim o meu salário, para poder ministrar aulas voluntariamente a pessoas carentes que não tem coondições de pagar por uma boa educação. Dessa forma, é como se eu doasse boa parte do meu salário a essas pessoas, pois se eu não desse aula a elas e trabalhasse nesse tempo ganharia muito mais.

3- Faço doações regularmente a entitades que auxiliam pessoas que não trabalham, pois estas se encontram/encontravam marginalizadas devido à adição a drogas.

4- Mesmo assim, ganho mais dinheiro do que preciso, pois vivo de forma realmente econômica. Meus maiores prazeres não dependem do dinheiro. Pra mim não faz sentido buscar maior lucro. Gosto de ir de bicicleta para o trabalho, praticar esportes, ouvir música, tocar música, ministrar aulas, sair com minha namorada, sair com meus amigos (saídas essas normalmente em parques ou lugares públicos gratuitos).

Sabia que eu não seria compreendido, pois todos ou quse todos aqui parecem depender do dinheiro, do lucro, da defesa do livre mercado, para serem felizes. Logo, minhas opiniões não seriam bem vindas. Afinal, a maneira como vivo "não tem lógica alguma" para vocês.

O que eu quis dizer é que o caminho para a paz munidal é uma revolução interna no ser humano, querer menos, fazer mais com menos. Essa é a minha solução, que pediste. Se assim fosse, se a ganância fosse deixada de lado, se o egoísmo fosse deixado de lado, se houvesse uma repreesnão interna em cada um a sentimentos negativos e depreciadores dos outros e de si mesmo, não haveria mais racismo, por exemplo. Defendi Mandela por que no fim da vida dele ele buscou seu objetivo de forma pacífica. Sinto que ele de alguma forma evoluiu internamente e assim pode se tornar um ícone mundial.

Abraços

Responder
Andre 03/02/2014 15:08:46

"em algum momento falaste que é triste pensar que exista alguém como eu, "capaz de fazer um raciocínio sem lógica alguma". Belo argumento."

Isso não foi um argumento. Foi uma constatação.
Por exemplo, nessa mensagem você reclama que todos aqui só querem saber de livre mercado. Sendo que os países com mais livre mercado são os melhores países para se viver. Mas você é contra o livre mercado ao mesmo tempo que é à favor de que as pessoas ajudem umas às outras.
Isso é um exemplo de falta de lógica.

"Em outro momento disseste que eu dou zero ou quase nada do meu dinheiro a mendigos ou pessoas que não produzem nada para mim. Como pode afirmar isso sem conhecer minha vida?"

Correto, eu não posso afirmar.
Isso foi um chute baseado em experiências anteriores em que percebi que cerca de 99% das pessoas falam uma coisa e fazem outras, conforme os exemplos citados.
Se você é diferente você é uma exceção, bem rara.

"Falaste, ainda, que quando eu compro um produto em um local que vende mais barato do que outro eu estaria sendo egoísta segundo minhas ideias. Mas quem disse que eu compro esse produto mais barato?"

Se você comprar sempre em um local mais caro você estará penalizando os mais pobres.
Pois você estará contribuindo para a falência de quem vende mais barato.
E quem vende mais barato é quem mais ajuda os pobres.
Não há como não ser contraditório quando se ataca o livre mercado, à menos que você se declare como alguém que quer o mal das pessoas, aí não haverá contradição, só maldade.

"Consigo desconstruir boa parte da tua resposta simplesmente explicando como vivo:

1- Não faço pesquisa de mercado. Compro a maioria dos produtos no mercadinho perto de minha casa, pois o dono deste é meu amigo, e faço questão de ajudá-lo, mesmo quando ele vende algo um pouco mais caro. Como vivo uma vida econômica e simples, esse dinheiro não me faz falta."

Você está penalizando os vendedores que se esforçam para vender mais barato.
Isso prejudica os mais pobres, conforme expliquei acima.
Além do mais você está discriminando os outros vendedores por preferências de amizade.
Não que discriminar seja errado, mas os críticos do livre mercado acham errado.
www.mises.org.br/Article.aspx?id=320

"2- Reduzo minha carga horária de trabalho, reduzindo assim o meu salário, para poder ministrar aulas voluntariamente a pessoas carentes que não tem coondições de pagar por uma boa educação. Dessa forma, é como se eu doasse boa parte do meu salário a essas pessoas, pois se eu não desse aula a elas e trabalhasse nesse tempo ganharia muito mais.

3- Faço doações regularmente a entitades que auxiliam pessoas que não trabalham, pois estas se encontram/encontravam marginalizadas devido à adição a drogas.

4- Mesmo assim, ganho mais dinheiro do que preciso, pois vivo de forma realmente econômica. Meus maiores prazeres não dependem do dinheiro. Pra mim não faz sentido buscar maior lucro. Gosto de ir de bicicleta para o trabalho, praticar esportes, ouvir música, tocar música, ministrar aulas, sair com minha namorada, sair com meus amigos (saídas essas normalmente em parques ou lugares públicos gratuitos)."

Nada disso contraria o fato de que o livre mercado beneficia à todos.
Pois trocas voluntárias não tem como serem coisas ruins. Se fosse ruim para alguma das partes não
haveria a troca.

"Sabia que eu não seria compreendido, pois todos ou quse todos aqui parecem depender do dinheiro, do lucro, da defesa do livre mercado, para serem felizes. Logo, minhas opiniões não seriam bem vindas. Afinal, a maneira como vivo "não tem lógica alguma" para vocês."

Os países com melhor qualidade de vida são os que tem mais livre mercado.
www.heritage.org/index/ranking
Portanto se queremos melhores a qualidade de vida do mais número possível de pessoas temos
que apoiar o livre mercado.
O que não tem lógica é alguém ser contra o livre mercado e querer um "mundo melhor",
como se os Suíços estivessem sofrendo enormemente por conta do livre mercado que lá existe.

"O que eu quis dizer é que o caminho para a paz munidal é uma revolução interna no ser humano, querer menos, fazer mais com menos. Essa é a minha solução, que pediste. Se assim fosse, se a ganância fosse deixada de lado, se o egoísmo fosse deixado de lado, se houvesse uma repreesnão interna em cada um a sentimentos negativos e depreciadores dos outros e de si mesmo, não haveria mais racismo, por exemplo. Defendi Mandela por que no fim da vida dele ele buscou seu objetivo de forma pacífica. Sinto que ele de alguma forma evoluiu internamente e assim pode se tornar um ícone mundial."

"fazer mais com menos" é exatamente o que todos os empreendedores procuram fazer o tempo todo para maximizar seus lucros.
Ganância e egoísmo por si só não fazem mal à ninguém. Só fazem mal se a pessoa incorrer em crimes para alcançar seus objetivos, se a pessoa simplesmente trabalhar e empreender para conseguir os maiores lucros possíveis e assim satisfazer seus desejos de ganância e egoísmo ela não terá feito mal à ninguém, pois ela só conseguirá vultosos lucros, considerando que não incorra em nenhum crime, se ela trouxer vultosos benefícios à outras pessoas por meio de trocas voluntárias.

E também é ilógico querer um mundo melhor apoiando um comunista como Nelson Mandela.
Já que comunistas querem roubar as propriedades de todos, e matar todos que resistirem ou simplesmente se expressarem serem contra tal roubo.

Como Nelson Mandela mesmo escrever ele queria "varrer da face da terra" todos os inimigos do comunismo:
"the Communist movement still faces
powerful enemies which must be crushed and wiped out from the face of the earth before a Communist world can be realised"

Um santo assassino, hein.

Responder
Fellipe 11/12/2013 18:57:43

Matheus,

Parece que você é novo por aqui e lhe falta conhecimento do que seja mercado, ou melhor, livre mercado.

Considerando que não é má-fé mas sim puro desconhecimento, vou fazer uma sugestão, que tal começar a pesquisar por aqui: www.mises.org.br/Article.aspx?id=1398

Responder
Vitor Sousa 10/12/2013 18:34:14

Detalhe: a garota que deu chilique por causa do Narloch entre as referências bibliográficas em questão o fez por causa da referenciação de uma única página de todo livro. UMA-ÚNICA-PÁGINA.

Aliás,

Alguém conhece alguma site/blog que ao menos tente refutar os argumentos do Narloch ao longo dos seus livros?

Responder
Anarcofóbico 10/12/2013 18:39:14

Senhores, vcs não estão entendendo!! Creio que a liberdade cega o entendimento de vcs! Mandela era um assassino? Sim! Era um terrorista? Sim! Era um comunista, portanto contra a propriedade privada? Sim! Matou inocentes e foi preso justamente? Sim!! Mas isso tudo não importa, o que nos importa é aquela figura abstrata, aquele em quem as pessoas ainda podem olhar e manter a esperança! O que precisamos é de símbolos da paz e nada melhor que pessoas como Mandela, Che Guevara, entre outros! São pessoas más? sim! Foram desonestos, mataram crianças inocentes, acabaram com a vida de muitas famílias e implantaram um regime rigoroso? Sim! Mas como eu disse, nada disso importa! Afinal, tais crimes até os americanos cometem e são tidos como símbolo de paz e liberdade! O que nos importa, ao final, é a esperança na humanidade, a preservação das florestas, o casamento gay e a participação comum em relação aos bens existentes!

Responder
Emerson Luis, um Psicologo 10/12/2013 18:43:32


Aí entra o ditado: "Diga-me com andas e te direi quem és".

Ouvi dizer a personalidade da Winnie Mandela era tal que o casamento deles só durou 30 anos porque ele passou 27 na cadeia. Mas antes das denúncias, essa pessoa era chamada de exemplo de grande mulher pelas feministas.

* * *

Responder
anônimo 10/12/2013 19:01:21

Interessante parte de texto de uma das referencias, é a participação do Governo Sueco na época. Pelo que entendi uma espécie de PT.
Ficaram cerca de 20 anos no poder, que estrago, talvez pela época sem internet...

Alguém tem algum link interessante sobre a participação deste pessoal em porcarias da época?

Também tem citação a políticos de esquerdas do resto da Europa livre, se alguém tiver na manga links sobre o assunto, agradeço.

Responder
Paulo Kogos 11/12/2013 14:25:52

este artigo não fala especificamente de Suécia mas detalha mto bem o conluio das democracias ocidentais pra forjar a imagem do Mandela e de como eles trabalham hoje com o regime genocida do CNA tranferindo renda do pagador de imposto europeu pros políticos do CNA
www.thenewamerican.com/world-news/africa/item/13281-south-african-communists-friends-in-high-places

Responder
Pastor Manoel Delgado Jr. 10/12/2013 20:08:00

Eu apenas anexei uma "opinião geral" sobre o que eu vi no seu artigo e na blogsfera de maneira geral sobre o assunto.

Por um lado temos artigos na linha "desconstrucionista" de Mandela e do seu significado e imagem pública. Do outro lado, temos esquerdistas escrevendo artigos na linha "O Mandela é nosso!" e criticando um pretenso oportunismo de direitistas que admiram a figura de Mandela.

O meu ponto é simples e objetivo: No caso do Apartheid ,da anistia e da reconciliação Mandela e De Klerk são bons exemplos sim de reconciliação, razão pela qual foram premiados com o Nobel de 93.

Apenas para fortalecer o meu ponto gostaria de citar novamente a minha fala:

"[...Conheço a biografia de Nelson Mandela, e considero deplorável o terrorismo, atentado contra civis e métodos violentos para a promoção de transformações sociais, e eu detesto o comunismo, marxismo como solução para os problemas sociais... Creio que poucos chefes de Estado resistiriam a uma análise tipo "pente fino" de sua trajetória...]"

Está vendo não discordo em termos políticos ideológicos da maioria dos que até agora postaram... Só não concordo com a análise demasiado romântica da natureza humana, e da análise dos estadistas... Pois a história dos estadistas mundiais de direita, centro ou esquerda está repleta de "fatos" desabonadores de suas biografias... Não é verdade?

Com relação a Igreja ela está sim de portas abertas para pecadores arrependidos e arrependimento significa mudança de vida.

Responder
Luiz 10/12/2013 23:36:29

Paulo, é a primeira vez que leio um artigo seu. Independente de ideologias e opiniões: excelente texto, espero que no futuro continue escrevendo outros trabalhos dessa qualidade e, principalmente, ajudando a quebrar o discurso uníssono de nossa mídia e intelectualidade. Abraços.

Responder
Humanista Babilônico 11/12/2013 05:27:01

Nossa fera, que legal essa teoria conspiratória. Os pontos estão quase sem nó. Eu disse quase porque só faltou esclarecer um detalhe: porque diabos Mandela se recusaria a sair da prisão em 85?
Pela versão oficial o motivo é bem claro: porque o apartheid ainda não havia cessado. Porém por essa versão underground simplesmente não faz sentido isso. Não haveria motivo pra Mandela se recusar a sair e mofar na cadeia por mais 5 anos. Coincidentemente (será? rs) você não tirou mais do que duas linhas do artigo pra falar sobre esse fato. Quase deixou passar batido.
E aí, qual vai ser teu malabarismo desta vez pra explicar isso? Será que tem algum artifício argumentativo? Será que era estratégia da KGB e da CNA pra parecer ser real que realmente Mandela era militante anti-apartheid? kkk'

Responder
Afanásio 11/12/2013 09:30:16

"porque diabos Mandela se recusaria a sair da prisão em 85?"

Está no artigo. Vou até destacar os principais trechos para facilitar sua compreensão:

Em 1985, P.W. Botha, então presidente da África do Sul, ofereceu a liberdade a Nelson Mandela desde que ele renunciasse à violência. A proposta não foi aceita, e ele só saiu da prisão mediante ordem incondicional de soltura emitida pelo presidente De Klerk em 1990. A pressão internacional pela sua libertação contou com grande participação do Conselho Mundial da Paz [...]

"Pela versão oficial o motivo é bem claro: porque o apartheid ainda não havia cessado."

Essa "versão oficial" é a de menos. Como dito acima, ele só poderia ser solto se prometesse parar com a violência. Como não era isso que ele queria, continuou preso. Só foi solto em 1990 por causa de uma ordem incondicional de soltura mediada pelo Conselho Mundial da Paz.

"Porém por essa versão underground simplesmente não faz sentido isso."

Que versão underground? Os fatos acima são de domínio público.

"Não haveria motivo pra Mandela se recusar a sair e mofar na cadeia por mais 5 anos."

Ele não era bobo. Se fosse solto e a violência continuasse, ele seria o primeiro bode expiatório. Pelo visto, você não é um bom estrategista.

"E aí, qual vai ser teu malabarismo desta vez pra explicar isso? Será que tem algum artifício argumentativo?"

Eu não sou o autor, mas sua dúvida foi tão tosca que me dei ao trabalho de falar por ele.

"kkk'"

Por que todo idiota sempre termina suas invectivas com um relincho?

Responder
Paulo Kogos 13/12/2013 03:32:14

obrigado por responder ao esquerdista com maestria, Afanasio

Responder
Pobre Paulista 11/12/2013 10:51:50

Um texto polêmico e comentado desses ainda não teve a visita do Típico Filósofo?

Responder
Típico Filósofo 11/12/2013 11:35:32

Perdoe-me.

Compareci pessoalmente ao funeral deste gigante da história, cujas ações pela libertação de seu povo são de valor inenarrável, em nome de uma importante universidade federal brasileira. Estive viajando pelo país junto a outros intelectuais pasmos pelas conquistas igualitárias de Mandela: Em uma nação de maioria negra, ele logrou igualar as taxas de homicídios de brancos às de negros, o que demonstra claramente que não é um genocida, mas um "homocida" - já ciente dos valores de igualdade democrática do século XXI.

Assim como Sartre, resta-me apenas defender o terror revolucionário frente ao racismo oculto daqueles que o criticam: O terrorismo é imprescindível para a conscientização do proletariado. Mandela foi mais ciente disto que qualquer outra liderança social africana, sabia discriminar "classe" de "raça" e fazia frente a qualquer um que ousasse trair a causa maior. Derramei lágrimas durante o discurso de Fidel Castro, que exaltou as vitórias do falecido como um igual.

Como já é evidente, não estava em condições emocionais para denunciar o racismo movimentando críticos a Mandela, incapazes de entender que a diferença entre "reivindicações agressivas de movimentos sociais" e "massacre da classe dominante" é que a primeira faz-se imprescindível para verdadeiramente transformar a sociedade.

Responder
Andre Cavalcante 11/12/2013 18:57:05

"Em uma nação de maioria negra, ele logrou igualar as taxas de homicídios de brancos às de negros"

kkkk. Fino....

"Derramei lágrimas durante o discurso de Fidel Castro, que exaltou as vitórias do falecido como um igual."

Mais fino ainda...

"a diferença entre "reivindicações agressivas de movimentos sociais" e "massacre da classe dominante" é que a primeira faz-se imprescindível para verdadeiramente transformar a sociedade"

O pior é que tem gente que verdadeira mata (jamais morre) por acreditar nisso...

Responder
Paulo Cesar T. Ribeiro 11/12/2013 15:59:08

www.metaconhecimento.com/2013/04/por-que-as-pessoas-acreditam-em-teorias.html

Responder
Ronaldo Elias Clemente 11/12/2013 16:40:03

Bom o artigo, é altamente informativo, muitas fontes, e livros, de autores que, podem ser ou não previamente instruídos... A questão do terrorismo e genocídio, eu me refuto a creditar esses ao tal Nelson Mandela, a questão da simpatia com o socialismo/comunismo. Todo líder político anti-capitalista teve/tem/tinha até o "LULA" teve agora porque o "Anarquismo" instaurado por esse "partido" que é intitulado aqui por varias das suas fontes, e não vejo nenhum escritor "negro" dentre elas. Me faz pensar, o que realmente de fato você deseja aqui estabelecer, que o Mandela era responsável pelas mortes, antes dele o genocídio nos guetos de SOWETO eram tão fortes ou iguais, pasme, você aqui dizer que ele era um terrorista aos olhos de escritores Europeus com certeza suas fontes não foram tendenciosas, a mídia muitas vezes falha sim, mais te pergunto? Se N. Mandela realmente era um terrorista, aos olhos dos suas fontes, porque o povo de SOWETO não o odeia? Estranho porque se há tantas ligações quanto você aqui cita, não vejo motivos para uma nação ainda chorar/festejar por ele, caso fosse algo assim seria igual ao Sadan Hussain, o próprio povo derrubaria sua estátua. Então não entendo realmente aonde o post quis chegar, a não ser o fato da simpatia aos regimes sociais. Nada do que vem estampado aqui me sugere reflexão. Apenas escritores brancos EUROPEUS falando de alguém que simplesmente marcou o séc XX. E talvez a frente agressiva do governo que você disse que como Stálin/Lennin o fizeram talvez naquele contexto fosse necessário. Diferenciar terrorismo de lutas de classes. Mata-se mais no Brasil com mortes em transito de pessoas alcoolizadas fosse assim o que você aqui posta todo dono de cervejaria também é terrorista? Todo dono de empresas de produção de Cigarro também são terroristas?

Responder
Finnégan 11/12/2013 21:37:40

Depois de ler o texto, vi as fontes e rí. Por isso que algumas vezes é dificil lever o pessoal aqui à serio. Qualquer artigo sobre alguem asociado ao Marxismo, é a mesma palhaçada: conta a história de um lado só, e não há hesitação de basear os argumentos em documentos ideológicamente cargados e com uma historiografia dubiosa. É o mesmo olha-quanto-escreví que esperaria encontrar em um blog de extrema esquerda.



Responder
Afanásio 11/12/2013 21:56:03

É mesmo? Vejamos então a bibliografia:

Naomi Klein -- esquerdista roxa, musa dos progressistas. (Veja o nome do livro: "The Shock Doctrine: The Rise of Disaster Capitalism"

William H. Hut -- economista sul-africano

Anthony LoBaido -- jornalista e escritor. Escreve para 48 jornais ao redor do globo.

Stephen Ellis -- historiador especializado em política e história contemporânea. Vencedor do prêmio Recht Malan na África do Sul.

Bernard Lugan -- historiador francês especialista na África.

Nelson Mandela -- livro: Um longo caminho para a liberdade e o ensaio "How to be a good Communist -- dispensa comentários.

Walter Williams: aclamado economista americano. E negro.

De resto, a grande maioria dos websites recomendados é de notícias de órgãos de imprensa (como BBC e The New American) e trabalhos acadêmicos.

E aí, continua rindo? Ou é só um relincho?

Responder
marcio Azenha 11/12/2013 21:52:25

Excelente trabalho!!!! O mundo precisa saber o "lado B" da moeda e não precisa exaltar e nem forjar falsos heróis enquanto muitos inocentes padecem.

Responder
Moderador 11/12/2013 21:57:22

Devido à enorme quantidade de agressões, xingamentos e calúnias (e zero de contra-argumentações) que está sendo enviada ao autor do artigo, a publicação de novos comentários para este artigo está doravante suspensa.

Quem tiver alguma dúvida/crítica, gentileza ler antes todos os comentários aqui postados para se certificar de que sua dúvida/crítica já não foi respondida. O próprio autor do artigo participou dos comentários fornecendo novos links, inclusive postando trechos escritos pelo próprio Mandela.

Àqueles que se sentiram afetados pelo artigo, mas que não foram capazes de contra-argumentar, poupem suas energias ofensivas. A regra para o envio de comentários é explícita: o comentário tem de ser inteligente e educado. Enquanto vocês perdem preciosos minutos de suas vidas escrevendo agressões figadais ao autor do artigo, eu gasto menos de um segundo para clicar no botão "excluir comentário".

Responder
Jose Silva 11/12/2013 23:18:25

Um dia o autor deste texto há de chorar por Madiba. Esse dia não está longe, e nós aqui em Angola sabemos disso. Esse dia, será o dia em que os negroa sul-africanos vingarão o que os brancos lhes fizeram na suas próprias terras. Zimbabwe já começou a mostrar o caminho e esse caminho será trilhado não tarda, pelos negros sul-africanos donos da terra. África não é América meu caro. Em América os brancos europeus dizimaram os Índios e tomaram conta da terra deles tal como na Autrália e outros cantos deste planeta, mas em África isso só não aconteceu porque o Africano é resistente. Os Sul-africanos esperaram muito por esse dia- o Dia da vingaça. E quando chegar o sr. saberá dar valpr ao Nelson Mandela. Alguém consegue pôr na balança e pesar os crimes do Apartheid e os crimes do ANC?

Responder
Paulo Kogos 13/12/2013 08:44:17

Você parece desconhecer a história angolana e mais a ainda a africana.

Em Angola havia um campo de prisioneiros chamado QUATRO onde o Mandela e seus comparsas torturavam negros dissidentes do terrorismo do MK. Por causa da influência maligna soviética, em 1961, aquilo de que você está falando já aconteceu e continua acontecendo

O que você realmente defende é isso aqui:

www.youtube.com/watch?v=1Ky0Bi7wiqY

Bebês foram arrancados a golpes de catana na barriga das mães. 3.600 pessoas mortas em uma noite.

No Zimbábue, temos um dos piores ditadores da história, o Mugabe, parceiro do Mandela, e cuja tomada do poder foi auxiliada pelo CNA. Hoje, ele mata seu povo de fome, é um dos países em pior situação humanitária do planeta.

Vingança... vingança racista é o que você propõe.

Não é sem razão que você admira o Mandela, pois foi isso que ele fez na África do Sul: genocídio contra brancos e zulus, vingança racial, um novo e piorado apartheid.

Os crimes do apartheid são muitos: 18.000 pessoas mortas por democídio nos 46 anos de regime. É obsceno sim e eu repudio o apartheid e o racismo.

Já o CNA de Mandela tem um saldo de 72.000 afrikaners mortos em menos de 20 anos, além dos 25.000 homicídios em média por ano com o CNA no poder

Como você explica isso?

Responder
anônimo 13/12/2013 11:31:24

Traduzindo: Mandela impediu o genocídio dos brancos.Agora que ele morreu, não tem mais nada pra atrapalhar e 'nós' vamos nos vingar, o massacre que já existia vai ser agora com força total

Parabéns idiota, pode ter certeza de que você vai combater muito o racismo desse jeito.

Responder
Joao 12/12/2013 15:16:37

O erro da direita, por pragmatismo, é não lutar por mais liberdade! Contentam-se muito com o status quo. Negociam. As esquerdas instrumentalizam (e armam) o povo pela luta por causas aparentemente justas com o objetivos totalmente injustos. Por isso o espaço dado a Mandela é, também, de responsabilidade da direita. No final das contas, Mandela foi menos pior do que seus parceiros em outras repúblicas africanas.

Responder
Paulo Cristovão 12/12/2013 16:19:28

"Paulo Kogos é um anarcocapitalista anti-político. Estuda administração no Insper e escreve para o blog Livre & Liberdade" está tudo dito.

O teu artigo confunde ideologia com factos, alias é uma mistela da ideologia defendia por ti com factos históricos. Espero que tenhas noção que o teu artigo está bem mais perto de ser propaganda ideológica do que propriamente realidade e verdade. Tentas de tal forma distanciares de um comunismo, que acabas por cometer erros idênticos a ele.
Nelson Mandela foi um revolucionário contra o regime racista que vivenciou, ele como tantos outros questionou-se se será legitimo atacar um estado opressivo com as mesmas armas que este?Será suficiente sermos um activista pacífico quando o estado que nos oprime não o é? Numa guerra civil não basta sermos activistas pacíficos, se queremos proteger os nossos familiares e a nossa vida muitas vezes teremos de ter acções que não teríamos numa situação de paz, acções de sobrevivência."Nós adotamos a atitude de não violência só até o ponto em que as condições o permitiram. Quando as condições foram contrárias, abandonamos imediatamente a não violência e usamos os métodos ditados pelas condições." - Nelson Mandela
Acredito que Mandela tenha tido alguns actos mais reprováveis na sua liderança do CNA, mas tal como o regime da África do Sul. Tenho grande respeito por Mandela,porque soube reconciliar e unir ambos os povos de raça branca e negra quando podia ter saído da prisão com intenções de vingança. Na guerra soube lutar e soube parar e reconhecer no momento certo que a paz seria possível, a sua luta pelos direitos humanos e pela paz após a saída da prisão são de tal forma evidentes que esmagam as tuas acusações ideológicas sobre um homem que lutou pela liberdade, a mesma liberdade defendida por ti, mas que felizmente graças a pessoas como Mandela, tu e eu não temos a necessidade de lutar por ela como ele lutou.
A tua arrogância para com o comunismo é brutesca, como liberal devias respeitar mais as restantes ideologias da maneira que esperes que as mesmas te respeitem. O comunismo tinha como objectivo final uma sociedade totalmente livre não podes criticar Nelson Mandela simplesmente porque era comunista e pertenceu ao PCAS, as suas acções mesmo que as consideres erradas tinham como intenção a libertação de uma sociedade oprimida.
Como conclusão, acusas Mandela de ter sido um homicida (em tempo de guerra),quase que chegas ao ponto de defenderes um Estado de Apharteid, então eu coloco-te a seguinte questão: Se fosses tu no lugar de Mandela que farias? Não lutarias por uma sociedade livre? Irias deixar o Estado ilegítimo oprimir-te? Eu não.

Responder
Moderador 12/12/2013 20:46:44

"como liberal devias respeitar mais as restantes ideologias da maneira que esperes que as mesmas te respeitem. O comunismo tinha como objectivo final uma sociedade totalmente livre"

Não. Qualquer ser humano minimamente decente tem a obrigação moral de rechaçar toda e qualquer ideologia comunista. Você não pode ser indiferente a uma ideologia que promete confiscar todos os bens que você adquiriu via trabalho duro e honesto. Você não pode tratar essa ideologia como sendo "apenas mais uma". Isso seria uma postura covarde.

Comunismo é, na mais branda de hipóteses, ideologia de vagabundo, coisa de gente que quer ganhar com o suor alheio. Na hipótese mais realista, é ideologia de totalitários perturbados. Nenhuma pessoa minimamente honesta pode defender comunismo.

E não, o comunismo não tinha como objetivo final "uma sociedade totalmente livre". O objetivo final do comunismo é criar uma casta superior que irá dar ordens em todo o restante da população. Exatamente por isso, as sociedades comunistas foram e são as mais desiguais já criadas: há a elite burocrática que vive com tudo do bom e do melhor, e há o restante da população, que dividem a igualdade da miséria.

"O teu artigo confunde ideologia com factos, alias é uma mistela da ideologia defendia por ti com factos históricos. Espero que tenhas noção que o teu artigo está bem mais perto de ser propaganda ideológica do que propriamente realidade e verdade."

Esse é o nivel de contra-argumentação que surgiu aqui. O artigo faz narração de fatos e mostra as fontes. Se os fatos lhe desagradaram, então é porque é você quem sofre de distúrbios ideológicos; é você quem se sente mal pelo fato de os fatos não se adaptarem à sua ideologia. Em suma, você acusou o autor do artigo de praticar exatamente aquilo que você está sentindo.

Responder
Paulo Cristovão 18/12/2013 01:34:08

Eu não sou comunista, vai ler as obras do Karl Marx e percebes que a finalidade do comunismo era uma sociedade livre. Nenhuma sociedade foi comunista aos olhos de Karl Marx todas ficaram no socialismo, o comunismo também idealizava uma sociedade sem Estado. Lê e informa-te antes de responderes disparates.

Responder
Leandro 18/12/2013 04:45:38

Errado. Ao dizer que o objetivo do comunismo era uma "sociedade livre", você demonstra que não leu Marx. Se leu, não entendeu -- ou não soube interpretar.

A teoria defendida por Marx era sem pé nem cabeça. Ele dizia que, para abolir o estado, era necessário antes maximizá-lo. A ideia era que, quando tudo fosse do estado, não haveria mais um estado como entidade distinta da sociedade; se tudo se tornasse propriedade do estado, então não haveria mais um estado propriamente dito, pois sociedade e estado teriam virado a mesma coisa, uma só entidade -- e, assim, todos estariam livres do estado.

Não é um raciocínio maravilhoso? E você parece ter acreditado ser possível isso. Ou seja: se algum indivíduo dominar completamente tudo o que pertence a você, dominando inclusive seu corpo e seus pensamentos, então você estará completamente livre, pois não mais terá qualquer noção de liberdade -- afinal, é exatamente a ausência de qualquer noção de liberdade que o fará se sentir livre. Uma maravilha.

Portanto, você deixou claro que realmente acredita na teoria marxista de que maximizar o estado gera a sua abolição e, consequentemente, sua liberdade. Aliás, qualquer um que acredite que Marx defendia a abolição do estado está na realidade acreditando na teoria acima.

Quem realmente está defendendo disparates?

Responder
Nuno Garcez 12/12/2013 19:32:13

Prezado Paulo Kogos,
Gostei de ler o seu artigo sobre Nelson Mandela, até porque preencheu várias lacunas de memória! Não vou estender-me sobre o assunto, por achar que já foi motivo de muita polêmica, mas permita-me acrescentar um simples comentário de alguém que nasceu em África (Angola), estudou na União Sul Africana e trabalhou no Congo ex-Belga e que teve a felicidade de conhecer o mais belo continente do mundo! No antebraço esquerdo,exibo uma tatuagem que exprime tudo o que sinto pela minha terra: é um mapa de África, com as seguintes palavras: 'BEAUTIFUL' 'BELOVED' 'BETRAYED' - ÁFRICA -. Isto é exatamente o que sinto! Que pena!
Com um abraço

Responder
Bruno D 12/12/2013 23:29:12

Vamos considerar aqui.

Até para quem já estava estudando um pouco e pesquisando sobre movimento revolucionário, comunismo e globalismo, até para quem já tinha lido sobre o assunto nos sites midia sem mascara e no mises-Br e afins...
o assunto é realmente meio descorcetante como disse um comentário. Agora imaginem para quem é idota útil de carteirinha, para uma Jessica da vida que comentou aqui histericamente que deve ser estudante de filosofia, fefeleche da usp, para quem tem é afiliado a CUT, MST e PT, para quem é bicho-grillo e anda com a camisa do che-guevara, fuma a tarde toda e a noite vai para a praça quebrar vidraça dos bancos, aqui entre nós,

deve ser difícil..


para essas pessoas é como o chão caísse, como se perdesse pai e mãe no mesmo dia ou até mesmo que os seus país não fossem seus país mas pais adotivos.

Imaginem o baque ao ler um texto desses,

para cabeças ocas que não conseguem enxergar um palmo a frente..

pessoal, já não passou da hora de acordar?


Responder
anônimo 13/12/2013 18:40:13

Estudante de Ciência Política UFPI
Lendo aqui vários comentários acima, não vi até o momento nenhum que apontasse uma visão humana, e nem um conteúdo imparcial, sempre há um discurso de direita ou de esquerda, mas o que deveria estar-se discutindo com certeza, vocês que são estudiosos, renomados e bem esclarecidos, era o motivo da África do Sul ter sido invadida por povos de três nações distintas e de culturas e costumes completamente alheio a esse determinado país de costume, crença e tradição, a África do Sul, não só este país como tantos outros, mas aqui se comenta sobre no qual foi implantado esse sistema político, que eu digo insano. Tudo começou na segunda metade do século XX. Todo esse quadro se iniciou bem antes, durante os séculos XVII e XVIII, com a chegada dos primeiros grupos de colonizadores europeus, formados principalmente por holandeses e ingleses, com uma política de discriminação racial. Os europeus dizimaram boa parte da população nativa e de grupos tribais. Pouco a pouco, esses colonizadores foram desenvolvendo ideologia racista e "nacionalista". Autodenominaram-se afrikaners (colonizadores), eles seriam a verdadeira nação, portanto aqueles que não tinham características étnicas semelhantes eram considerados inferiores e passivos de dominação. Isto pra mim é invasão territorial, é imposição cultural e racional, e fora com regras duras e claras do que se objetivavam ali, aos verdadeiros considerados nativos, donos do lugar, como é que estou em minhas terras e vem de longe alguém que invade meu território, rouba minhas terras e ainda me impõe tais medidas, e assim eu tenha que ficar parado olhando a tudo isso como algo normal, e se fosse com um de nós, ou de nossas famílias, ficaríamos sorrindo e aplaudindo a tudo isso, estou falando de propriedade privada, confiscada e tribos exterminadas por estes povos, vide todas as revoluções e invasões no mundo, o que questiono é, onde está a razão de tudo isso, o que estava certo em todos esse episódios do mundo, nada, nenhuns desses acontecimentos são legítimos, ou que mereçam qualquer tipo de defesa, simplesmente isso é horrível ao olhar de humanidade, de civilidade, de amor ao ser humano. Pense, se um ladrão entrar na sua casa, lhe roubar sua terra, matar seus filhos a você e esposa, e àqueles em seu redor, falar não digam nada e façam a partir de hoje tudo que nós lhes mandarmos fazer, quem de vocês sobrevivente disso, ficariam passivos, os próprios negros retirados daquele continente para serem escravos, lutaram, se revoltaram como puderam contra a escravidão do branco, mas estes não, os fizeram em suas próprias terras, um insulto ainda maior à uma raça, como eles então teriam que reagir, com todo, ou qualquer um que de maneira tosca, ou inconcebível, lhes dessem apoio, seja qual fosse o seu objetivo final, mas eles não teriam como lutar sozinho, se tudo que aconteceu na Africa do Sul, não cito nem nomes, isso não interessa dar nomes, o problema, o que aconteceu na África do Sul, como em todo o seu território ainda, vai muito além de nomes e sistemas, ou organizações políticas de esquerda e de direita. O que aconteceu e ainda ocorre por lá foi um derramamento de sangue provocado por negros e brancos, por interesses políticos, econômicos e de poder, uma mazela mundial, interesse nas riquezas minerais, como até hoje acontece com as grandes nações sobre as pequenas, só que de uma forma mais sórdida através do comércio e da indústria dessas potências mundiais, uma grande maioria pobre ainda subjugada ao controle dessas forças mundiais, isso é que é a verdade, a elite mundial, a mesma que veste ainda peles de focas, ostentam mansões com móveis de ouro, joias inimagináveis de diamantes, pérolas, rubis, esmeraldas, ouros, etc... Enquanto o resto do mundo passa fome, sede, frio, doenças e morre aos milhares no mundo, aonde estão vossos corações e mentes, que se prendem à simples questões de esquerda, ou de direita, isso tudo é uma panaceia, a vida de nós seres humanos valem muito mais que isso, a organização política existe para controle da ordem, ou de movimentos, direita e esquerda, alguém disse numa música que queria uma ideologia pra viver, criticava categoricamente, que de fato ideologias foram implantadas, mas que não trouxeram soluções para o mundo, partidos políticos são uma mentira, todos eles são comandados por um poder muito maior e mundial. IDEOLOGIA EU QUERO UMA PRA VIVER… pois isso não adianta e não existe. Pessoas comuns estão à margem tanto de um lado como do outro, o que querem na verdade, entendam é vermos aqui se digladiando com palavras de apoio, ou repúdio, às suas investidas de um lado, ou de outro, enquanto eles estão todos nos assistindo, lendo-nos e fazendo seus banquetes e rindo das nossas opiniões, eles lá e nós aqui, e eles nem aí pra todos nós, de uma forma ou de outra eles sempre estarão bem, nós o povo é que nunca perceberemos essa violência contra a maior parte de nós, os menos favorecidos, os que realmente trabalham e carregam o mundo nas costas e ainda sofre, na América, na África, na Ásia, Oceania e na Europa, aliás, em todo o mundo.

Responder
Felipe 15/12/2013 22:09:21

Essa "elite mundial" nada mais é do que grandes empresários e banqueiros que estão afundados nas entranhas do estado, usando de seu poder de coerção - tanto internamente quanto no exterior - para expandir seus poderes econômicos e proteger seus interesses atuais de concorrentes indesejados.

Responder
Descendente germânico 15/12/2013 03:13:42

Paulo Kogos, parabéns pela pesquisa e organização do artigo revelando o "Lado B" de Mandiba.
Concordo que até pouco tempo atrás eu achava que Mandela era "paz e amor" e que buscava a harmonia entre os povos de diferentes etnias.
Ledo engano meu... Não passou de mais um picareta comunista que se utilizou da força e do terror para implantar seu regime. Hoje a África do Sul é um lugar onde o rancor ainda reina devido ao incentivo desse "falso líder" que, na verdade, estimulou a vingança.
Para mim, aquela foto do Mandela ao lado de Winnie e Joe Slovo com o punho cerrado diz tudo... Não restam dúvidas do aspecto tendencioso de esquerda que a mídia atual se utiliza para apoiar Mandela, Maduro, etc, etc, etc.

Responder
Fábio Câmara 15/12/2013 17:50:12

O que a mídia divulgou ao longo dos anos nada se parece com o conteúdo desse artigo. A imagem que tenho de Mandela é de um salvador, libertador, um revolucionário da paz, alguém que sempre lutou pela igualdade e justiça. Lamentavel saber que ele trabalhou por uma ideologia seletiva, priorizando uma política terrorista, em detrimento de milhares de vidas inocentes.Chocado.

Responder
Stella Duarte 16/12/2013 00:36:51

Este artigo poderia ter como título:Mandela - a desconstrução de um mito.Para uma massa de admiradores de Nelson Mandela é desconcertante saber de fatos tão terríveis a seu respeito.Tudo isso é aterrador, mas faz sentido. Decepcionada.

Responder
Víctor Azevêdo 16/12/2013 10:16:25

Gostei do artigo que é uma resenha histórica da áfrica do sul e do percurso de vida de Nelson Mandela.

Quanto ao meu comentário sobre Mandela, o que se me oferece dizer é que foi um terrorista como muitos outros "lutadores" pela "libertação" de África do jugo opressôr dos "colonialistas" europeus. Sendo moçambicano, tendo acompanhado de perto as lutas de "libertação" da Zâmbia, Rodésia, Angola, Moçambique, e África do Sul, países que conheço razoavelmente bem (excepção feita a Moçambique, pois que sendo natural, conheço de norte a sul) o que posso testemunhar é que, após as "independências" destes territórios, o que aconteceu foi que os habitantes passaram a ser escravizados e explorados, agora por negros.

Veja-se os largos milhares que fugiram do Zimbábué, da Zâmbia e de Moçambique, para a África do Sul. Territórios há, em África, que embora também "colonizados" por europeus, na transição para países independentes, nunca houve qualquer guerra de guerrilha, qualquer perseguição aos então colonizadores, e que me conste não houve qualquer fuga de europeus desses países. Para que conste: Maláui, Suazilândia, Botsuana, Lesoto e Namíbia.

Responder
antonio borges 17/12/2013 13:08:35

Sinceramente, não tenho como avaliar Mandela. Teria que saber muito mais sobre a história da África do Sul, do que apenas o artigo acima. O autor tem visão muito negativista de Mandela e de suas convicções. O que o povo sofreu é do conhecimento geral. A atitude dos europeus(ingleses e holandeses) foi de total desprezo ao ser humano, apenas por sua cor negra. Eram tratados como animais e a reação dos líderes negros foi bem violenta(isto é fato). Devemos ver como os seus sucessores(Mandela) vão se comportar e como o mundo vai ver a África do Sul de agora em diante.

Responder
Paulo Cristovao 18/12/2013 17:49:31

"Portanto, você deixou claro que realmente acredita na teoria marxista de que maximizar o estado gera a sua abolição e, consequentemente, sua liberdade. Aliás, qualquer um que acredite que Marx defendia a abolição do estado está na realidade acreditando na teoria acima." ahaha onde é que eu disse isso? Já no comentário anterior disse que não acreditava no comunismo nem na teoria Marxista.
Eu apenas transcrevi o que Marx pensa e continuo a dizer-te que estás errado quando dizes que o objectivo do comunismo não era uma sociedade livre, vai ler o manifesto comunista e obras de Marx. Agora os meios para se chegar a essa sociedade eram fantasiosos como se comprovou ninguém que chegue ao poder abandona-o por livre vontade e isso Marx não previu. O Problema da maioria das pessoas é que associa sociedade comunistas à China,Cuba, Rússia mas nenhuma delas chegou propriamente à fase comunista descrita por Marx.

Responder
Leandro 18/12/2013 23:04:37

"Eu apenas transcrevi o que Marx pensa e continuo a dizer-te que estás errado quando dizes que o objectivo do comunismo não era uma sociedade livre, vai ler o manifesto comunista e obras de Marx."

Ou você está de piada, ou você nunca nem sequer chegou perto do Manifesto Comunista.

Aqui está a íntegra do Manifesto Comunista. Chamo a atenção para os 10 pontos essenciais do programa comunista, enumerados na página 42:

1. Expropriação da propriedade fundiária e emprego das rendas fundiárias para despesas do Estado.

2. Imposto fortemente progressivo.

3. Abolição do direito de herança.

4. Confiscação da propriedade de todos os emigrantes e rebeldes.

5. Centralização do crédito nas mãos do Estado, através de um banco nacional com capital de Estado e monopólio exclusivo.

6. Centralização, nas mãos do Estado, de todos os meios de transporte.

7. Multiplicação das fábricas e dos instrumentos de produção pertencentes ao Estado, arroteamento das terras incultas e melhoramento das terras cultivadas, tudo de acordo com um plano geral.

8. Trabalho obrigatório para todos, organização de exércitos industriais, em especial para a agricultura.

9. Unificação do trabalho agrícola e industrial, atuação com vista à eliminação gradual da diferença entre cidade e campo.

10. Educação pública e gratuita de todas as crianças. Eliminação do trabalho das crianças nas fábricas na sua forma hodierna. Unificação da educação com a produção material, etc.


Qual destes itens comprova que o objetivo do comunismo era uma sociedade livre? Você realmente leu o Manifesto e teve essa interpretação positiva dele?

Responder
Cristhian 20/12/2013 01:47:16

André, sua resposta ao Matheus foi sensacional!!

Agora falando do que o Paulo disse:
"Conforme explicado no artigo, o lobby formado pelas potências ocidentais, banqueiros como Rothschild e Oppenheimer, e a mídia assumiram o patrocínio do CNA e do PCAS em troca da defesa de seus interesses tão logo estes partidos assumissem o poder. "

Ok, realmente pode ser. Mas tem uma coisa que eu ainda não consigo explicar (ou entender). Qual a razão do Mandela ser tão idolatrado no país onde ele fez tantas coisas negativas? Será que ninguém na Africa do Sul consegue ver claramente o que Mandela realmente fez? Ele é uma unanimidade por lá?

Responder
anônimo 20/12/2013 11:17:50

E.. seguindo esta dinâmica estratégica ditatorial e de "caos social".. este governo PT está aprovando as leis de cotas raciais em concursos públicos (20% para negros durante 10 ou 20 anos) e ainda, um congresso "paralelo" formado por cotas para parlamentares negros... ISSO SIM É SEGREGAÇÃO!!!! E a Mídia silencia. É certo que nos EUA, na Africa do Sul e na ìndia foram editadas leis de cotas raciais, na década de 1970, ocasionando grande caos social e decadência nos serviços públicos... em 1979, após muita revolução, a Suprema Corte dos EUA considerou inconstitucional qualquer lei que imponha direitos em razão da etnia ou cor da pele. E no Brasil.. ao contrário.. o STF sinaliza pela aprovação, uma vez que, no caso de cotas raciais em universidades entendeu pela constitucionalidade por 10 votos dos ministros do STF e uma abstinência.
Em breve teremos uma incitação ao caos social e a efetiva segregação social! TEREMOS QUE LUTAR CONTRA ISSO!!! ISSO SIM É SEGREGAÇÃO RACIAL!!!

Responder
Guilherme 20/12/2013 11:39:00

Já há um artigo sobre isso:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1732

Responder
Antonio Vinicius 22/12/2013 01:03:25

Bom, não dá pra fazer um bolo sem quebrar alguns ovos. E é como se diz: todo santo tem um passado. Sempre pisaram no tomate. Sempre fizeram coisas que são bem vergonhosas.

Fazer o quê senão dar de ombros quem sabe?

Responder
MAUSBACH 22/12/2013 13:23:59

Impressionante o artigo. Bem estruturado e cheio de referências bibliográficas.

Se é relevante? Sim.
Se reflete a verdade? Não sei. Talvez nem o autor tenha certeza ou mesmo possa garantir a veracidade - e não o culpo por isso.
Nessas horas, quase todo mundo é dicotômico ou bipolar: Ou ama, ou odeia.

Só tenho certeza de umas poucas coisas:

- De que a história é uma versão registrada e narrada dos fatos, e não necessariamente os "fatos" per se;
- A história está para os historiadores assim com as leis estão para os legisladores;
- Ninguém (e estou certo disso: ninguém, mesmo) é o que parece quando visto bem de perto e por tempo suficiente.
- Rei morto, rei posto: Chutar cachorro morto é fácil;
- A sociedade humana é necrófila: Só dão atenção e eventual valor a quem já morreu.
- Esse artigo balanceia as opiniões sobre Mandela (umas e outras são inegavelmente maniqueístas e dicotômicas), e agita o caldo ao mesmo tempo.

Seja como for, parabéns pela disposição de redigi-lo. É, no mínimo, interessante.

Responder
Aírton Barros 27/12/2013 01:38:53

A Verdade não se discute.

Um ser humano que aprova a lei do aborto e casamento homossexual, não entende nada de Amor fraternal e consequentemente não entende nada de Paz e nem de perdão.
Precisa discutir mais alguma coisa?

Aírton Barros

Responder
Douglas 02/01/2014 13:45:52

Dolorido é ver este socialista desonesto falar logo ao início da entrevista que o que ficará lembrado do ano de 2013 é a morte de Nelson Mandela pois ele teve uma vida exemplar e os outros assuntos tendem a ser comidos pelo tempo... Durma com um barulho desses...

www.youtube.com/watch?v=7OHNWC-ITmM

Responder
Nelson 08/01/2014 15:50:11

Meus parabéns. Trabalho primoroso de resgate dos fatos históricos traçando um paralelo político-econômico-social por trás do terrorista.

Responder
Giovani 22/01/2014 17:58:43

Cairia bem um artigo sobre a "verdadeira face do MUJICA"... o novo santo-salvador esquerdista.

Responder
Julio Henrique 22/01/2014 20:12:03

Qualquer semelhança com o Brasil não é mera coincidência.

"Mandela era um terrorista".

Aqui também temos nossos terroristas no poder que professam da mesma ideologia de Mandela.

"Comissão da Verdade e Reconciliação (CVR)".

Aqui também temos a Comissão da Verdade com os mesmos propósitos.

"O Ato de Controle de Armas de Fogo de 2000 fez com que a criminalidade e o número de gangs disparassem e abriu caminho para uma escalada sem precedentes do genocídio branco."

No Brasil temos a campanha do desarmamento (sim, ela ainda existe), iniciada em 2003.
www.entreguesuaarma.gov.br/desarmamento/noticias/campanha-nacional-do-desarmamento-um-pais-unido-pela-paz/

"O país possui também uma das maiores reservas de minérios estratégicos do mundo. Utilizados em ligas de alta resistência e alta tecnologia eletrônica, estes recursos são de grande interesse militar."

O Brasil tem mais reservas de minérios, de um modo geral, que a África do Sul.

"Mandela também afirmou, em 1996, que a privatização das "paraestatais" herdadas da era do apartheid é a política fundamental do CNA.
O que ele chama de "privatização" são na realidade concessões a grandes corporações em detrimento da livre competição de mercado."

Aqui também tivemos as nossas "privatizações" no governo Fernando Henrique, que é da mesma ideologia.

"De acordo com Stanton o país encontra-se no sexto estágio, chamado preparação. Nesta fase as vítimas são identificadas e separadas segundo critérios étnicos ou religiosos e sua propriedade é expropriada."

Esse é um pensamento assustador, mas ao ler isso daí em cima não pude deixar de lembrar das nossas cotas para negros, da crescente criação de leis para as "minorias", da promoção do governo jogando os homossexuais contra os cristãos e das expropriações de terras "indígenas" no Mato Grosso do Sul e em Goiás.

Quero crer que não seja verdade, que isto seja coisa da minha cabeça.

Um adendo: a praga do bolsa família se espalhou pelo mundo, inclusive na África do Sul:
ultimosegundo.ig.com.br/bolsa-familia/2013-10-16/bolsa-familia-e-modelo-para-programa-que-atende-cinco-mil-familias-em-nova-york.html

Responder
anônimo 30/01/2014 21:02:28

Deveriam fazer a outra face do Lulu e da Dilma.

Responder
anônimo 18/07/2014 17:52:06

genial paulo kogos , um dos melhores textos do IMB , esclarecedor e libertador frente ao mundo que vende uma ideia falaciosa sobre esse genocida , uma pessoa que diante dos fatos apresentados ainda permanecer fiel as "lutas libertadoras " desse criminoso , é no mínimo mau-caráter , sem ética .

Responder
Michael 19/07/2014 13:02:52

Nobre companheiro, gostaria de colocar algumas observações sobre seu artigo:

As fontes de tal página são verídicas, mas você não pôs as devidas citações no seu artigo, dando a impressão que você expôs a sua opinião e jogou um bocado de bibliografia que, alguns, não possuem evidências científicas.
Websites, por mais que sejam de universidades e de pessoas renomadas, que entendem do assunto, não são consideradas como fontes bibliográficas. Somente livros, artigos e periódicos conceituados e trabalhos de conclusão de curso devidamente aprovados são válidos. Se você colocou essas fontes, você deveria citar os fragmentos das bibliografias, com autor e página do fragmento, ao longo do seu artigo (Ex.: De acordo com Mandela(2012, p.32)ocorreu uma revolução...).
Portanto, na minha tese, e pela falta desses detalhes, seu artigo está com tendência pessoal, e não científica. Não adianta colocar um horror de fontes se você não menciona de onde você tirou, isto é, o autor, a página e, se possível, o fragmento que embasa a sua opinião ou a sua conclusão. Acredito que você já deve saber muito bem desses detalhes, que deveriam estar naturalmente na cultura de cada um. Tudo isso você encontra na ABNT.

Em contrapartida, a questão de diferenças raciais prevalece, não só na África, mas em todo o planeta, e, pelo que vi, é um problema social que deve ser solucionada pela própria humanidade, independente de política. São esses e outros problemas tão bestas que destroem o mundo aos poucos. Se Mandela foi um mestre ou um monstro o problema é dele. Mas problemas sociais na Africa, com certeza, não foi culpa dele, assim como não é culpa dos políticos brasileiros alguns problemas sociais que ocorrem no nosso cotidiano.

Esse seu artigo, por mais que tenha essas inobservâncias, é, de fato, interessante, pois estimula a quem concorda ou discorda de você a procurar realmente a veracidade dos fatos nas fontes bibliográficas mencionadas. Não leve a mal as minhas críticas, pois eu já passei por isso e sei que não é nada bom críticas negativas de um trabalho árduo, mas ajuda a sempre melhorar nos próximos trabalhos que você possa fazer, coisa que você tem potencial. Só assim as pessoas acreditarão em você e, quem sabe, você possa mudar a forma de pensar das pessoas para um bem em comum. Eu estudo ciência da computação, mas compreendi o que você quis dizer. Só falta consertar pra ficar formidável.

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