O estado assistencialista sueco está em chamas
Os distúrbios em Estocolmo continuam, noite após noite.  A baderna agora já se espalhou para outras cidades da Suécia.  A polícia parece estar completamente impotente para lidar com a situação.  Grupos de jovens seguem quebrando vitrines de lojas, saqueando e ateando fogo em carros.  Um centro cultural foi incendiado na terceira noite de tumulto em Estocolmo.  As demonstrações de violência começaram no domingo em um subúrbio predominantemente de imigrantes e, logo, se espalharam para o centro da cidade.

No momento, jovens imigrantes estão nas ruas incendiando carros que pertencem a imigrantes adultos.

Um grupo comunitário chamado Megafonens reclamou de "escolas com estruturas precárias para os imigrantes", "desemprego" e "racismo estrutural", seja lá o que isso signifique.

A seguir, comento uma notícia do jornal britânico The Telegraph:

Ao caminhar pelas ruas do bairro de Husby, na semana passada, era difícil estipular à primeira vista qual era realmente o problema.  Construído na década de 1970 como parte do "Million Programme" [um ambicioso programa de habitação implantado pelo Partido Social Democrata Sueco], programa que tinha o objetivo de prover casas a preços acessíveis para todos os habitantes da Suécia, este conjunto habitacional é apenas um entre as dezenas que existem na periferia de Estocolmo e que hoje abrigam populações imigrantes, incluindo um grande número de imigrantes da Somália, da Eritréia, do Afeganistão e do Iraque.

Imigração tende a ser uma coisa boa, mas apenas quando ela atrai pessoas dispostas a trabalhar duro para subir na vida.  Já um arranjo que combina imigração livre com estado provedor está propenso ao desastre, pois ele se transforma em um chamariz para parasitas que querem apenas direitos e que se acham credores das benesses dos nativos.

Na Suécia, ao que tudo indica, a imigração livre em conjunto com generosos auxílios estatais concedidos a imigrantes — e uma tolerância que certamente é a maior de todas na Europa — não funcionou como o planejado.  Que surpresa...

Duas décadas depois, "a fuga dos brancos" fez com que apenas um em cada cinco apartamentos em Husby fosse ocupado por suecos.  E vários dos imigrantes que passaram a ocupar estes apartamentos não parecem compartilhar a visão de que uma nova vida na Suécia é um sonho que se tornou realidade.  Na semana passada, a vizinhança irrompeu em revoltas e manifestações violentas, desencadeando uma das mais ferozes convulsões urbanas que a Suécia já vivenciou em décadas, o que gerou um novo debate sobre os sucessos da integração racial.

"Antigamente, a vizinhança era mais sueca e a vida parecia um sonho; hoje, há um número excessivo de estrangeiros, e há toda uma nova geração de imigrantes que cresceu aqui dentro apenas da sua cultura", disse o imigrante Mohammed Abbas, apontando para os jovens encapuzados que vagueiam pelo centro comercial de Husby.

"Ademais, na Suécia, o estado proíbe você de dar palmadas nos seus filhos para discipliná-los, e isso é um problema para pais estrangeiros.  As crianças sentem que podem criar todas as confusões que quiserem, e a polícia nem mais tenta prender nenhum deles".

Além das fartas benesses para os imigrantes, o estado sueco assumiu para si a tarefa de como deve ser a educação paterna das crianças.  E proibiu a punição de malfeitorias, certamente sob o argumento de que um indivíduo em determinadas condições sociais não pode ser responsabilizado por seus atos.  O progressismo está apresentando sua fatura para o país que é tido como o modelo de bem-estar social na Europa.

Os distúrbios irromperem em Husby no fim de semana do dia 18 de maio, após a polícia atirar e matar um homem que brandia uma machete dentro de sua casa.  Enfurecidos com aquilo que viram como brutalidade policial, jovens atearam fogo em carros e prédios, e apedrejaram policiais e bombeiros.  A polícia foi então forçada a trazer efetivos adicionais de fora de Estocolmo à medida que os problemas foram se difundindo para outros subúrbios dominados por imigrantes e também para outras cidades, como Orebro, no centro da Suécia, onde 25 jovens mascarados atearam fogo a uma escola em uma sexta-feira à noite.

Então eles queimaram uma escola pública.  Isso é o equivalente a um sacrilégio na Europa estatista: pior do que queimar uma igreja.

O que provocou isso?  Esquerdistas, social-democratas e progressistas em geral têm a resposta na ponta da língua:

Enquanto isso, políticos da esquerda sueca, a qual comandou o país durante a maior parte do período pós-guerra, atribuíram os problemas aos cortes de gastos sociais introduzidos pelo atual primeiro-ministro Frederik Reinfeldt, cujo Partido Moderado prometeu retocar — mas não cortar — o orçamento assistencialista quando foi eleito em 2006.

É isso aí.  O real problema da Suécia — o mais assistencialista e tributador país europeu — é que o país precisa de mais tributação, de mais assistencialismo e de mais redistribuição de riqueza.  Isso sim vai corrigir tudo.

É fato que acusações de racismo irritam vários suecos, que praticamente não possuem uma história colonizadora, e cuja decisão de aceitar um grande número de imigrantes do Terceiro Mundo a partir da década de 1980 não adveio de nenhuma obrigação política, mas apenas da noção sueca de dever humanitário para com o resto do mundo.  Desde o início, o governo procurou evitar a criação de uma classe de "estrangeiros com permissão para trabalhar", algo tipicamente alemão.  E o governo evitou isso criando vários direitos para os imigrantes e introduzindo uma pletora de programas que visavam promover a integração racial.

No entanto, não obstante o governo oferecer cursos gratuitos do idioma sueco para todos os imigrantes, guetos povoados exclusivamente por estrangeiros que não falam o idioma surgiram aos montes nos últimos anos.

Que inesperado!  Conceda toda uma pletora de direitos e subsídios, e se surpreenda ao constatar que não há nenhum esforço para se adaptar à cultura do país.  Será que algum dia o espanto vai terminar?

"Nós somos o país que mais se esforçou para integrar essas pessoas, muito mais do que qualquer outro país europeu; gastamos bilhões em um sistema de bem-estar que foi criado para ajudar imigrantes desempregados e garantir a eles uma boa qualidade de vida", disse Marc Abramsson, líder do Partido Nacional Democrata.  "Ainda assim, temos áreas em que existem grupos étnicos que simplesmente não se identificam com a sociedade sueca.  Eles veem a polícia e até mesmo as brigadas de incêndio como parte do aparato repressor, e os atacam.  Já tentamos de tudo, de tudo mesmo, para melhorar as coisas, mas nada funcionou.  Não se trata de racismo; a questão é simplesmente que o multiculturalismo não reconhece como os humanos realmente funcionam".

Além de benesses, de direitos copiosos e da ausência de contrapartidas por parte dos beneficiados, estimule também uma integração forçada.  Adicione a esta integração forçada uma boa dose de redistribuição de renda e de estímulo ao parasitismo. 

No final, quando nada sair como o planejado e os beneficiados se sentirem excluídos pelo aparato opressor, faça como os suecos e se pergunte: "Mas cadê a gratidão?".

Ainda assim, membros das gerações mais jovens de Husby afirmam ser desarrazoado os suecos esperarem que eles sejam eternamente "gratos" por aceitá-los em seu país, mesmo levando-se em conta a pavorosa situação de seus países de origem.

Entre estes está o jovem Rami al Khamisi, de 25 anos, cuja família fugiu do Iraque de Saddam Hussein em 1994, passando clandestinamente primeiro pela Turquia e depois pela Rússia, e então cruzando o báltico em um barco de pesca comandado por um contrabandista de gente.  "Eu tinha seis anos e o barco estava lotado, com umas 60 pessoas", disse ele.  "Um idoso morreu durante a jornada, e eles o jogaram ao mar porque seu corpo estava fedendo muito".

Mas esta, diz ele, é a sua única memória real das privações de sua vida anterior.  Por isso, ele considera ser muito difícil demonstrar a mesma gratidão que seus pais ainda demonstram para o país que os acolheu.  "Meus pais sempre tentam fazer comparações com Bagdá ou com a Somália para mostrar como aqui tudo é melhor", disse ele. "Mas nós, que somos da geração mais nova de imigrantes, só conhecemos realmente apenas a Suécia, e por isso só podemos comparar a nossa situação com esta que nos rodeia".

E então eles saem incendiando carros em sua própria vizinhança.

Tudo isso é a inveja em ação.  Trata-se de um ressentimento contra todos os sinais visíveis de sucesso.  É algo que não pode ser apaziguado com esmolas e outros tipos de assistencialismo.  Assistencialismo não gera riqueza, mas gera parasitismo e dependência.  E parasitismo e dependência geram ainda mais ressentimento contra aqueles que realmente trabalham e são bem de vida.

O próprio fato de que os progressistas defensores do estado assistencialista quererem apaziguar a situação oferecendo mais assistencialismo gera apenas mais ressentimento.  O fato de os suecos genuínos terem dinheiro para oferecer como forma de pacificar os baderneiros enfurece ainda mais os baderneiros.

Em toda a Europa, os europeus não mais estão se reproduzindo às taxas mínimas de reposição.  O futuro da Europa está nos guetos de imigrantes, os quais são atraídos pelos generosos benefícios concedidos pelo estado.  Uma grande ideia.


0 votos

SOBRE O AUTOR

Gary North
, ex-membro adjunto do Mises Institute, é o autor de vários livros sobre economia, ética e história. Visite seu website


"Homeschooling, por exemplo. Além da desnecessidade de se utilizar o termo em inglês, qual o impeditivo de uma criança pobre que não estuda hoje se valer de tal instrumento?"

Se o pai dela fizer isso, ele vai preso. Homeschooling é proibido pelo governo. informe-se.

"Se ele já não está na escola e já não terá diploma, se ele tiver educação em casa continuará sem diploma, mas pelo menos terá educação."

De novo: o ensino doméstico é proibido pelo governo. O pai que faz isso vai em cana. Informe-se.

"Mas quem dará a educação a ele, os pais que também não tem tiveram educação?"

Se eu quiser educar meu filho em casa, você deixa ou me denuncia para o governo?

"Quando será isso, já que eles ficam o dia inteiro fora tentando sobreviver nesse nosso país hostil aos seus próprios cidadãos?"

Cidadão, homeschooling seria apenas uma opção. Se o cara quer colocar um filho em nossas maravilhosas escolas públicas, que o faça. A questão é: por que eu não posso educar meu filho em casa se eu quiser?

"Além disso, escolas são parte da especialização da nossa economia. Eu não teria nem o tempo nem a competência de ensinar todas as disciplinas para um filho"

Ué, coloque seu filho na escola, então. Quero saber o seguinte: por que eu não posso educar meu filho em casa sem ser preso por isso?

"Comungo na descrença da educação "pública, gratuita e de qualidade", mas também não acho que soluções simplistas como acreditar que educação em casa resolverão o problema."

Canto e ando para o que você acha. Quero saber o seguinte: por que eu não posso educar meu filho em casa sem ser preso por isso?

Desanimei até de ler o resto perante tanto desconhecimento da realidade. Informe-se sobre o mundo e volte quando tiver substância. Seja menos coitadista e mais racional.
"Em 2012 tinha 1 bilhão de pessoas com fome crônica e 2 bilhões em estado de subnutrição."

Apresente fontes, por favor.

Fome crônica é algo que só existe na África, justamente onde os estados são déspotas e mandam em tudo. Compare a fome de hoje com a fome de séculos passados. A população mundial só aumento e o número de pessoas famintas só diminuiu, contrariando a previsão de Malthus.

Se isso não foi um milagre da economia de mercado, então temos de dar outro nome.

Aliás, mesmo aqui no Brasil, em nossa economia semi-socialista, qualquer indivíduo fazendo malabarismo no sinal consegue o suficiente para comprar comida numa padaria. E mesmo aqueles que não querem fazer malabarismo recebem esmolas e compram comida. Você simplesmente não vê ninguém morrendo de fome nas cidades do sul, sudeste e centro-oeste (mais capitalistas). Quando há assaltos, é para comprar drogas.

"Não era por falta de alimentos produzidos ou por estatização da produção"

Ah, não? A história mostra: os maiores casos de inanição da história
ocorreram em economias socialistas. Informe-se.

"houveram [sic] várias épocas na história onde governos delimitaram um percentual por lei de produtores de alimentos a serem dirigidos a mercados internos ou ao simples consumo alimentar ao invés de processamento e exportação, para poder garantir que a população não passasse fome."

Ah, sim. No Brasil da década de 1980, quando o governo Sarney mandou prender boi no pasto, isso foi feito. A desnutrição infantil só aumentou. Óbvio: ninguém vai produzir sob o chicote.

Hoje, quando isso não mais ocorre e as exportações são livres, o problema da fome praticamente foi extinto.

"Procure sobre lei de pureza na cerveja, que é um exemplo disso."

E eu achando que você estava aqui a sério.
"O mercado do dinheiro anda atribulado e no fim, tem força para levar populações inteiras por água abaixo."

Correto. O dinheiro é monopólio do governo. O governo está no completo controle do dinheiro. Sendo o dinheiro um monopólio do governo, qualquer coisa que é feita com ele só pode ser feita com a anuência do governo.

E quem dá essa anuência -- aliás, quem estimula todo esse arranjo -- são os bancos centrais.

Ou você realmente acha que bizarrices como taxas de juros negativas, como as que ocorrem na Europa, são criações naturais do mercado? Quem você acha que criou o fenômeno da taxa de juros negativa senão os Bancos Centrais? E você acha que essa bizarrice não gera consequências negativas?

"Muitos economistas alertam para o fato de que o sistema financeiro praticamente faz o que bem entende, correndo riscos altíssimos às custas de todos que dependem de dinheiro."

O mercado financeiro só faz aquilo que os Bancos Centrais permitem. Quem fornece o dinheiro que circula no mercado financeiro são os Bancos Centrais. Na Europa, os programas de afrouxamento quantitativo implantados pelo Banco Central Europeu inundaram o mercado financeiro de dinheiro. Pior: inundaram de dinheiro justamente para que as pessoas especulassem no mercado financeiro, pois isso aditivaria os números do PIB.

Por que você está dando passe livre para o real culpado de tudo?

"Estava agora mesmo lendo uma ode ao dinheiro, por Rothbard, e não entendo como uma mercadoria tão especulada e cuja estabilidade seja tão essencial à sobrevivência de milhões pode ser entendida como algo que nos "salva" e "desenvolve"."

A mais branda interpretação que posso fazer é que você tem dificuldades crassas de leitura. O artigo que você leu mostra que o dinheiro surgiu naturalmente no mercado e, com o tempo, foi se tornando cada vez mais estatizado, sendo hoje 100% estatal.

Sim, por causa das manipulações do estado (Bancos Centrais), o dinheiro se tornou uma mercadoria extremamente especulada e totalmente instável. Este site dedica 80% dos seus artigos exatamente a este assunto, clamando pela abolição dos Bancos Centrais e pela desestatização do dinheiro. Que bom que você está começando a entender o problema de se entregar ao estado o estado no monopólio da moeda. Seja bem-vindo à nossa luta.
Na teoria tudo é lindo, na prática a coisa é diferente. Homeschooling, por exemplo. Além da desnecessidade de se utilizar o termo em inglês, qual o impeditivo de uma criança pobre que não estuda hoje se valer de tal instrumento? Se ele já não está na escola e já não terá diploma, se ele tiver educação em casa continuará sem diploma, mas pelo menos terá educação. Mas quem dará a educação a ele, os pais que também não tem tiveram educação? Quando será isso, já que eles ficam o dia inteiro fora tentando sobreviver nesse nosso país hostil aos seus próprios cidadãos? Além disso, escolas são parte da especialização da nossa economia. Eu não teria nem o tempo nem a competência de ensinar todas as disciplinas para um filho, mas sei que seria sim minha obrigação a de lhe prover a oportunidade de as ter da melhor forma que me for possível, inclusive a de fiscalizar a escola para que dê a educação da maneira mais próxima àquela que considero a melhor. Comungo na descrença da educação "pública, gratuita e de qualidade", mas também não acho que soluções simplistas como acreditar que educação em casa resolverão o problema.
Eu discordo em parte quanto à desnecessidade completa de regulação para todas as profissões. Concordo com o caso de jornalistas e outras profissões são absolutamente desnecessários, mas no caso de profissões com maior grau de responsabilidade, como engenharias, medicina, farmácia e outras poucas algum tipo de certificação é necessário sim. Não acho que somente o diploma seja, acho que algum tipo de chancela, por exemplo, como faz a OAB (sem entrar no mérito de se sistema que ela usa ser bom ou ruim) é necessário. Como foi dito no texto, "ah, mas assim mesmo ainda tem erros, ainda terão maus profissionais." Sim, é claro. Sempre terão. Faz parte da condição humana. Mas um erro nessas áreas trás outras consequências, até maiores ou irreversíveis, do que o mero prejuízo financeiro.
Concordo que muitos estudam apenas para obter um título , mas não é apenas por causa da obrigatoriedade do diploma pelo estado. Vi isso ao fazer meu mestrado. Fiz apenas para obter o título. Me trouxe sim novos conhecimentos e perspectivas, mas não do jeito que se esperava. E não foi por interferência estatal que eu corri atrás do título, já que a titulação de mestre é desnecessária para exercer a minha profissão, aliás, como o é para a esmagadora maioria delas. Fiz porque o grande, sábio, infalível mercado assim o quis. O mercado quer alguém com mais titulação e por isso se vê tantas pessoas fazendo cursos de especialização, mestrados, MBA e etc, mesmo sem a obrigatoriedade estatal. E mesmo que esse título seja absolutamente desnecessário para o exercício da minha função no mercado de trabalho ou em determinada empresa

ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • Wagner  28/05/2013 12:51
    "Tudo isso é a inveja em ação. Trata-se de um ressentimento contra todos os sinais visíveis de sucesso. É algo que não pode ser apaziguado com esmolas e outros tipos de assistencialismo. Assistencialismo não gera riqueza, mas gera parasitismo e dependência. E parasitismo e dependência geram ainda mais ressentimento contra aqueles que realmente trabalham e são bem de vida."

    O quebra pau por causa do boato do fim do bolsa família me vem a cabeça ao ler isso... imagina o que vai acontecer a hora que o assistencialismo ter que acabar aqui no Brasil.
  • Bruno  28/05/2013 13:27
    Também pensei no tumulto do bolsa-esmo... quer dizer, bolsa-família. A verdade é que, cedo ou tarde, no estado de bem-estar social a conta sempre chega pra ser paga. Chegou mais rapidamente na Grécia, chega agora à Suécia.
  • Marcos Campos  28/05/2013 13:32
    Wagner
    Já está ocorrendo, mesmo que de forma lenta. Esses dias mesmo surgiu um vídeo de uma recebedora do bolsa-família reclamando que o dinheiro recebido não dava pra comprar uma calça de R$300 para a filha...não vai demorar muito para o quebra-quebra ocorrer no BRASIL, pois basicamente essas pessoas estão sendo excluídas da fatia maior do bolo. Fatia que eu irei morder por estar estudando e trabalhando em um bom emprego e ganhando infinitamente melhor que eles....a inveja logo aportará o coração dos bolsistas.

    Aliais, vocês poderiam me ajudar nos debates lá no SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos) no face....eles vivem enfatizando essa maldita bolsa família e essa virtual classe média. Tento mostrar para eles que isso é um castelo de cartas em terreno de areia, mas sem muito sucesso. Preciso de mais vozes.

    https://www.facebook.com/saepr?fref=ts
  • anônimo  28/05/2013 13:53
    Marcos, se você quiser uma dica, leia este artigo: www.endireitar.org/site/artigos/endireitar/60-o-trabalho-de-isaias
  • Wilson de Almeida  29/05/2013 17:10
    Senhores,

    o Estado de SC, onde moro, tem um programa de benefício para reforçar além do bolsa família.

    É mais um programa assistencialista para quem já é beneficiado pelo assistencialismo.

    www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a4140668.xml&template=4187.dwt&edition=21984§ion=884
  • Andre  28/05/2013 13:05
    Infelizmente os Suecos só vão aprender que "estado de bem estar social" é uma coisa ruim depois que MUITOS carros forem queimados. Se aprenderem...
  • anônimo  28/05/2013 13:35
    Vou dizer o que vai acontecer: a Suécia vai continuar numa espiral descendente até o fundo do poço. E quando estiverem lá, pobres, divididos e prestes a ficar sob o autoritarismo, terão esquecido de como foram no passado, e clamarão por mais daquilo que os levou à decadência.
  • Bruno  04/06/2013 14:37
    Vide Argentina!
  • Paulo Thiago  28/05/2013 13:22
    No final de tudo..

    Ou seja...a própria Suécia e Europa escavaram a sua própria morte.

    E pior, o próprio fascismo e nacionalismo branco começa a crescer em larga escala em toda Europa.

  • Bernardo Santoro  28/05/2013 13:44
    Um amigo meu acabou de ler esse texto e fez o melhor comentário: "qualquer um que está insatisfeito num país que só tem loiras maravilhosas é clinicamente louco".
  • J.Paulo  28/05/2013 18:56
    Eu só mudaria uma palavrinha.
    "qualquer um que está insatisfeito num país que só tem morenas maravilhosas é clinicamente louco". hehe
  • Mohamed Attcka Todomundo  29/05/2013 14:43
    "qualquer um que está insatisfeito num país que só tem loiras maravilhosas (q ñ dão bola prum marronzinho feito vc) é clinicamente são".
  • Abel Rate  03/06/2013 22:40
    Com a forçação de multi-culturalismo brancos estão sendo obrigados a procurar outros brancos.
  • anônimo  03/06/2013 23:14
    Se não ta satisfeito então que vá embora ora.A loira não tem que fazer nada contigo só porque tu quer.Nem a loira nem ninguém, nessa idade vc já devia saber que ninguém deve nada a você.Tem até um artigo aqui sobre isso.
  • Oziel Jose  28/05/2013 13:46
    Ainda não vi ninguém mencionar qual a religião predominante desses guetos, pois me parece que quase todos saíram de países islâmicos. E sair não significa "abandonar a fé".
  • Juliano  28/05/2013 14:03
    Instituições de caridade privada implicam, já na sua definição, caridade. O assistido sabe que aquilo é algo que alguém está lhe dando por livre e espontânea vontade, que ele deve ficar agradecido e que é algo temporário.

    A esmola pública é completamente diferente. O indivíduo passa a ter "direito" sobre aquilo. Já não passa mais a idéia de que é uma doação, mas que é algo que ele simplesmente pode pegar sem nenhuma contra partida.

    Ao interromper uma esmola de instituição privada, o agraciado agradece pelo que ele já ganhou. Ao interromper uma esmola governamental, o indivíduo de revolta pois está tendo um "direito violado". Ele passa a ter direito sobre as posses alheias.

    Acho difícil achar uma instituição mais destruidora de valores do que a esmola estatal.
  • luiz  28/05/2013 21:44
    Parabens Juliano, brilhante comentário!
  • José Roberto  28/05/2013 14:18
    Se eu estivesse visitando a Suécia hoje, estaria usando uma camisa escrita "Who is John Galt?"
  • Roger Mendes  28/05/2013 17:37
    Nunca tinha ouvido falar deste livro, mas em uma rápida busca no Google achei um site com trechos dele. Inclusive fiquei sabendo que uma pesquisa feita pela biblioteca do Congresso americano e o Book-of-the-Month Club (empresa de venda de livros por correspondência), Quem é John Galt? foi escolhido o segundo livro que mais influenciou a vida das pessoas, perdendo apenas para a Bíblia, e eu, em minha completa ignorância, nunca soube disso.
    É simplesmente brilhante, com frases excepcionais.

    Obrigado pela citação. Como sempre, esta comunidade me supre com excelentes fontes de conhecimento.
  • Jose Roberto  28/05/2013 19:08
    Sugestão: Leia.

    Abraço
  • anônimo  28/05/2013 20:09
    Publicado recentente aqui no Brasil com o título "A Revolta de Atlas", com participação do IMB no lançamento da edição. Leia!
  • anônimo  29/05/2013 13:14
    Se possuir um kindle ou algum dispositivo compatível aproveite que está custando R$ 9,49 na amazon.
  • Arthur Gomes  28/05/2013 14:18
    Bem feito; para Suécia.
    Há anos ouvimos a respeito desse país, a tolerância, o bem estar, o modo de vida, a generosidade, o acolhimento. Agora a conta chegou, onde estão os socialistas, onde estão os promotores da igualdade. Eles irão pedir mais dinheiro, mais assistência e mais tudo. A conta chegou jacaré.
    No Brasil estamos criando uma geração de parasitas, de drogados e dependentes do governo federal. Nas periferias brasileiras as drogas estão aumentando cada vez e os políticos pedem sempre mais escolas, mais assistência, mais parque de diversão para se transformarem em pontos de tráfico de droga.
    Trabalhar aos 14 anos é crime contra a humanidade, bater no seu filho é crime. Agora o brasileiro é obrigado a colocar o filho na escola aos 4 anos, a ditadura do estado afeta a família.
    Até quando vamos assistir a tudo isso.

  • Nêmesis  22/12/2014 22:40
    "Até quando vamos assistir a tudo isso." ate o amargo fim

    Feliz Natal
  • Daniel Costa  28/05/2013 14:40
    Só há dois jeitos, expulsar esses imigrantes ou abandonar eles a própria sorte adotando o meio separatista tal como previu Mises em um de seus artigos.
  • Um Filósofo  28/05/2013 14:41
    A ausência de uma política de cotas para imigrantes é culpada pelo racismo estrutural que corrompe qualquer integração racial. É imprescindível que o exemplo brasileiro seja retomado e isenções fiscais sejam concedidas às companhias que empregam imigrantes em detrimento das elites brancas já estabelecidas e produtivas, assim como dificulte à medida do possível o desemprego de tais funcionários. Isso não apenas estimulará os estrangeiros a trabalharem mais e melhor como será uma realização do compromisso patriótico de cada sueco para com a melhora da qualidade de vida de toda a população.

    Recomenda-los-ei ademais que também estabeleçam cotas nas instituições públicas e universidades para que o racismo tenha fim. Como explicado magistralmente por Paulo Freire e seus sucessores, basta uma elite diversificada para que a integração elimine de vez a exploração racial dos mais pobres - a Alemanha de 32 é uma exceção da elite zionista. A concessão de tal privilégio formará uma sociedade legitimamente livre de uma classe racial beneficiada por uma cultura exclusiva e perfeitamente igualitária.

    Conclusões:

    Não é a inveja que está a destruir a Suécia, mas o egoísmo e o individualismo das classes brancas dominantes em não compartilhar sua fartura advinda da exploração junto ao projeto nacional de integração racial do estado. Os progressistas suecos estão certíssimos: Deve-se expandir ad absurdum a divisão de renda, adicionar programas de benefícios e cotas estratégicas para integração social dos imigrantes.

    Abaixo ao individualismo culturalista. Viva à Suécia do mundo e ao Welfare State.
  • Sofia  28/05/2013 15:03
    FILOSOFO?! CARA, TU E' A PODRIDAO QUE O NOSSO MUNDO NAO PRECISA! cADA UM CONSTRUA O SEU FUTURO COM SUAS PROPRIAS FORçAS!!!
  • Anônimo  28/05/2013 16:01
    O discurso do filósofo acima é uma adaptação de um do Cristovam Buarque. Pode até parecer piada, mas é sério. Foi inspirado em um verdadeiro discurso proferido por autoridades brasileiras porém censurado aos padrões elegantes do IMB para não insultar a inteligência dos usuários.

    Quem nos salvará?
  • Lucas  28/05/2013 15:58
    Pois é "grande" Filósofo, vide o exemplo do bairro sueco de Malmö, lá os 2.000 membros da comunidade judaica sueca, que são obrigados à conviverem com os imigrantes árabes, poucos compartilham de sua visão de que os problemas estão somente na falta de oportunidades, segundo relatos publicados no site presseurop.eu, pelo jornalista italiano Gianni Armand-Pilon, os judeus estão com medo desses imigrantes, segundo eles: "Malmö tornou-se uma província do Médio Oriente. Os nossos estudantes recebem ameaças de morte. Quando entramos nas turmas para falar sobre o Holocausto, os estrangeiros saem porque se recusam a ouvir-nos. Muitos dos nossos já fizeram as malas e partiram para Israel."

    Enfim, como é possível criar cotas raciais para estimular a integração se estes imigrantes são mais racistas que a própria elite branca que as acolheu ?

    Na verdade, a origem destas tensões, está no fato de que a maioria dos estrangeiros serem refugiados políticos, ou seja, não imigraram para a Suécia em busca de um novo estilo de vida e oportunidades: foram pra lá apenas por necessidade e acabaram por exportar os conflitos que incendeiam os seus países de origem.
  • Jefferson  28/05/2013 15:59
    Isso me faz lembrar o Brasil e as políticas sociais implementadas pelo PT...
  • Marcio  28/05/2013 18:50
    Você pirou.
  • Pupilo  28/05/2013 19:27
    Cada dia pior.
  • Daniel  28/05/2013 14:47
    A pachecada brasileira está perto de realizar o sonho de se parecer com a Suécia. É só ver o que aconteceu depois dos boatos do bolsa-família.
  • Charles  28/05/2013 15:30
    Hoje eu posso ver o quanto a suiça teve sorte de ter sido renegada pela união européia!

    quem rir por último, rir melhor!
  • Tiago RC  28/05/2013 20:43
    Acho que foi a população suíça que recusou participar da UE via referendo. Se eles pedirem pra entrar, seriam aceitos, assim como Noruega. (não sei se foi referendo na Noruega).
  • andrade  28/05/2013 22:16
    Foram os suiços que recusaram fazer parte da UE sim. Na suiça existe uma democracia direta, onde quase todos os objetos vao a votação popular.
    Hoje mais do que nunca eles tem razão e quem queria entrar na UE na altura hoje nao votaria a favor com toda a europa em crise, e a suiça surfanfo na crista da onda. É um país onde os salários são dos mais elevados do mundo, mesmo assim ano após ano são eleitos o país mais competitivo do mundo!
    Eu que vivi lá por 30 anos bem sei... infelizmente já não vivo...
    Abraços ao aos seguidores deste excelente site
  • Pedro Ivo  22/12/2014 22:51
    Vi dias atrás uma reportagem sobre a Suíça dizendo que 1 em cada 4 habitantes é estrangeiro. Qual a diferença entre a Suíça e a Suécia neste quesito? Alguém saberia me dizer? Sim, pois, até onde eu conheça, a Suíça não tem mostrado estas tensões raciais.
  • Senhor A  23/12/2014 01:50
    Pelo que sei, grande parte dos migrantes que vão para a Suíça são de europeus, logo, já dá para imaginar que não há tantos problemas culturais, pois são países vizinhos.

    Na Suécia, baseando-me pelo pouco que conheço, existe um número expressivo de imigrantes de culturas totalmente diferentes das dos suecos, além de a maioria ser formada por pessoas de classes mais baixas.

  • Pedro Ivo  23/12/2014 13:57
    Verdade sobre a imigração europeia (ou de matriz europeia, como canadenses e neozelandeses) à Suíça. Isto eu também conhecia. mas já 4% ou 5% da população suíça é islamita. E esta parte do caso, como fica? Alguém sabe, alguém pode linkar artigos e congêneres?

    Portugal e Espanha também tem recebido imigrantes islâmicos. Eu nunca soube de nada desabonador (talvez por mera desinformação de minha parte) contra estas comunidades (talvez porque nem formem comunidades, mas só agregados desintegrados de pessoas).alguém pode comentar ou postar algo sobre?

    E o Brasil? Nós recebemos + imigrantes árabes que quaisquer outros países no sé. XX; e não tivemos os traumas que a Europa vem vivenciando. Alguém arrisca um porquê?

    Interessante que os traumas que tivemos no Brasil foram por ação dos nacionais, e não dos imigrantes. Em Manaus e Belém, por ex., os judeus marroquinos tiveram lojas e residências depredadas em alguns surtos de raiva coletiva. Mas só sei disso por conta de uma exposição que houve cá em Brasília acerca da imigração árabe para o Brasil no séc.XX (árabe não é sinônimo de islâmico, notem bem!), sem maiores detalhes. Quem conhecer do assunto, favor linkar ou postar
  • Senhor A  23/12/2014 17:05
    Olha, Ivo, não sou especialista no assunto, nem mesmo acompanho relatórios e notícias de migrações com frequência, mas, mas, observando pelo pouco que sei... Acho que o caso da Suíça se deve aos fatores econômicos e sociais.

    Os suíços não gostam de barulho, muito menos que alguém se meta em suas propriedades. Muitos nem ligam para os imigrantes - é difícil um estrangeiro fazer amizade com um suíço, na Suíça -, contanto que os indivíduos que migraram para o país das vaquinhas, montanhas e chocolates sejam pacíficos e trabalhadores, "eles não gostam de vagabundos".

    De acordo com o parágrafo acima, é possível que os islâmicos que cheguem à terra do Federer se comportem bem e que se sustentem sem ajuda de esmolas/bolsas e etc. Acredito que boa parte dos islâmicos lá residentes é formada por empresários ou coisa do tipo.

    Na Espanha, eles gostam da arte de muitos grupos muçulmanos, principalmente marroquinos, em algumas cidades, como Barcelona, eles chegam a lotar as ruas com apetrechos e materiais provenientes de seus países de origem. Mas claro que existem grupos que não gostam da presença dos imigrantes do Médio Oriente, esses grupos gostam nem de manter contato. Sobre Portugal, não tenho informações sobre.

    O Brasil é um caso diferente dos muitos países europeus. Nós somos formados pela mistura de etnias do norte ao sul, aqui é comum encontrar gente de diversas religiões, nacionalidades e estilos distintos, principalmente em grandes cidades.
  • anônimo  24/12/2014 22:33
    Ajudou muito Sr. A. Grato. Se puder postar algum link, agradeço.

    Feliz Natal a todos.
  • Mohamed Attcka Todomundo  03/01/2015 18:22
    pedro ivo, ñ sei responder as perguntas, mas esses artigos tem relaçao c/ elas:

    - A cura capitalista para o terrorismo
    - O islã é compatível com o capitalismo?
    - História do Terrorismo Governamental
  • Rennan Alves  05/01/2015 20:03
    Falta o ":" depois do "https" no link.
  • ?  06/01/2015 13:11
    Você estava querendo fazer isso:

    E para acessar a página da playlist: https://www.youtube.com/playlist?list=PLBB199011894DF530

    ?????? ?????
  • ?!  11/01/2015 21:23
    Sim. queria. Ñ sei q acontece, mas quando eu e vc pusemos o link, automaticamente cortou o ":" após "https". Mas o endereço é este abaixo, q ñ funcionou nos links

    https://www.youtube.com/playlist?list=PLBB199011894DF530
  • Pedro Ivo  13/01/2015 11:51
  • anônimo  28/05/2013 15:39
    O problema é mais o multiculturalismo que o assistencialismo
    Cadê aquele pessoal que pergunta 'qual a diferença entre um baderneiro nativo e estrangeiro?'
    A diferença é óbvia; antes dessas imigrações, promovidas pela esquerda, não existia nada disso.

  • Cleiton   28/05/2013 17:34
    O problema são os dois, um puxa o outro.

    Assistencialismo atrai esses parasitas e o multiculturalismo os impede de se integrar, os imigrantes não são mais obrigados a se adaptar ao país e sim o país passa a ser obrigado e se adaptar a eles.
  • Mohamed Attcka Todomundo  03/06/2013 18:50
    "Assistencialismo atrai esses parasitas e o multiculturalismo os impede de se integrar", mas se tirar o assistencialismo o imigrante é obrigado a se integrar, pq ele ñ vai ser pago p/ existir. multiculturalismo sempre vai ter, mas se a gente ñ o aceitar como razao p/ intervencionismos, ele ñ vai ser problema. o Brasil, antes do PT, é um ex disso: veio p/ cá? ótimo! mas vire-se!
  • anônimo  23/12/2014 10:12
    O brasil antes do PT era um esgoto e continua sendo hoje.A diferença era que naquele tempo 'o meu cartão de crédito é uma navalha'...bons tempos...
  • anônimo  28/05/2013 15:51
    Já li muitos artigos sobre a Suécia, e o prognóstico é de falência total do sistema. Primeiro que homens suecos já não estão mais casando com suecas (a maioria das suecas esta se tornando lesbicas e feministas radicais). A sociedade está claramente em:

    1. Feministas revolucionárioas socialistas

    2. Homens suecos casados com estrangeiras

    3. Imigrantes árabes, e islâmicos.


    O terceiro grupo é o mais hostil. Estupros em massa dentro de Estocolmo já foram registrados;

    O segundo grupo está apenas começando a isolar o feminismo numa bolha, se não casam com uma tailandesa, imigram pra Noruega e Dinamarca;

    O primeiro grupo é mais insano. Não se sabe exatamente o que quer, matricarcado? como vão domar uma nação de muçulmanos quando todos os suecos deixarem o país?

    É tudo muito estranho e confuso. Eu vi um documentario como uma das femistas mais radicais da suécia ela disse que "estamos em guerra".

    Algum insider sueco poderia esclarecer um pouco as coisas, porque não se trata apenas de economia, está em curso um total corrompimento de valores, controversos e auto-fagocitários.
  • Pedro  28/05/2013 16:43
    Interessante visão. Dá pra ver nitidamente que a Suécia é uma sociedade que ruma à falência total; um símbolo. Na verdade, todo país em que penso já está corrompido pelo ideal "igualitário". Daí vem meu questionamento a quem puder colaborar: qual país nesse mundo, hoje, não está trilhando por esse caminho nojento da inveja, da intromissão na vida alheia, da patrulha do pensamento, do culto ao fracasso? Há esperança?
  • Neto  03/06/2013 23:11
    Pouco tempo acompanhando qualquer blog feminista dá pra entender que elas não tem lógica nenhuma, não tem bandeira nenhuma, vivem brigando entre si, são só mais um bando de vítimas profissionais culpando o homem branco hétero por tudo no mundo.Se cair um meteoro e extinguir os dinossauros, é culpa do homem branco.
    Pelo menos os homens suecos estão casando com as orientais, as feministas que fiquem por lá e colham os frutos dessa grande sociedade disfuncional que elas estão criando.
  • Arthur Dias  05/06/2013 17:31
    Pior é ter que conviver com feministas no trabalho (é a desgraça de se trabalhar em áreas relacionadas a letras e idiomas). Você têm a chance de ouvir "genialidades" como a afirmação de que o único motivo de o comunismo ter falhado na China e na Rússia foi a falta de envolvimento de mulheres, gays e negros no alto escalão do partido. Que se esses grupos tivessem sido incluídos, a economia soviética não teria entrado em colapso. Que Hitler e Mussolini são dois dos principais pensadores da direita. Que usar calças é machista, bem como desodorante ou perfume, ou tomar banho todo dia (e quem tá por perto que aguente o CC), e outras coisas do gênero. Portanto esperar lógica, ou união, ou capacidade de defender qualquer bandeira (que não seja culpar o homem hétero branco) é querer muito.
    Outra curiosidade: quase todas as feministas que conheço pessoalmente apanham ou já apanharam dos "namorados" (entre aspas, porque elas não acreditam em relacionamentos monogâmicos, namorado é só o cara com quem elas dão com maior frequência). Namorados que, aliás, defendem o feminismo. E todas as que são bissexuais, tratam outras mulheres como objeto.
    É uma capacidade de lógica que eu vou te contar...
  • Simão  26/12/2014 01:35
    Respondendo às suas duas perguntas, respectivamente: não e sim, mas não para nossos tempos de vida.
  • anônimo  23/12/2014 22:55
    Feministas e radicais islâmicos, haha, esses aí se merecem
    Sério, o feminismo e o governo esquerdista criaram um sistema que prejudica o homem de todas as formas, e ainda querem que o otário continue pagando a conta e participando de tudo sem reclamar? Quer batata frita também?
  • Steve Ling  28/05/2013 16:13
    Um simpatizante do socialismo uma vez me disse que esse sistema funcionou na Suécia e eu disse que o mérito era da neve que matou quem não queria trabalhar. Concluo então que o governo forneceu o aquecedor.
  • Mohamed Attcka Todomundo  03/06/2013 18:54
    de onde essa mumia tirou q a morte dos parasitas faz o socialismo funcionar, se socialismo é doutrina p/ financiar parasitas?! se todos os seres humanos fossem eticos e afeitos ao trabalho e a viver do trabalho e só dele, ñ haveria como haver sequer a ficçao do socialismo, q dirá doutrina
  • Arthur Gomes  28/05/2013 16:26
    Já faz algum tempo que essa idéia do paraíso sueco é vendido aqui no Brasil.
    Agora com todos estes disturbios acontencendo onde estão os analistas socias para
    opinarem a respeito desses acontecimentos.
    Na França também houve episódios identicos, Sarkozy naquela época resolveu o problema com a policia, mas com essas leis suecos, leis que também foram implementadas no Brasil, vai ficar tudo mais dificil.
    Parabéns ao povo sueco agora o branco, nórtico, trabalhador e ateu já está pagando o preço da falta de religião da visão de Deus na sociedade.
    A religião cristã criou o ocidente, ao deixarmos ela de lado estamos comprometendo todo o nosso futuro.
    Tudo isso é uma pena porque todas essas imagens e acontecimentos não irá criar nenhuma mudança na sociedade sueca, apenas criaram mais conselhos, mais assitência, o buraco é sempre mais embaixo.
    A sociedade sueca caminha para o estado totalitário
  • Henrique  28/05/2013 17:35
    Concordo com seu comentário até certo ponto, menos na parte que você diz que uma das causas para "desabamento" da economia sueca se deve ao fato da maioria da população ser ateia, quando claramente o causador disso tudo é o Welfare State e não a religião ou a falta dela.
  • Arthur Gomes  28/05/2013 18:16
    São Paulo, já advertia aos cristãos, "Quem não trabalha não deve comer".
    isso é uma clara advertência quando criamos uma sociedade de dependentes. A religião cristã não comunga com a preguiça. Os monges da idade média trabalhavam muito e com muito suor recuperaram grandes extensões de terras na Europa, com seu trabalho eles criaram cerveja, queijos, vinhos, champanhe e muito mais.
    Quando falo da religião, estou lembrando que das palavras de Deus no Gênesis, o "homem viverá do seu trabalho, do seu suor".

    A moralidade cristã desaba quando o homem vive do trabalho alheio, do seu próximo. O homem deve sentir vergonha de comer e beber a custas dos outros. Isso é coisa de ditador, estamos criando a sociedade dos parasitas.

    Quando estes jovens se revoltam eles se revoltam devido a sua incapacidade de criar alguma coisa, de serem uteis para alguma coisa, são presas fáceis do extremismo islâmico, a Suécia ainda deve sangra bem mais.

  • Eduardo  28/05/2013 16:44
    Ministro da fazenda alemão, sobre a diminuição do estado de bem estar social na Europa:

    www.reuters.com/article/2013/05/28/us-europe-unemployment-idUSBRE94R0D320130528
  • Nilo BP  28/05/2013 18:48
    Do artigo:

    "We have to rescue an entire generation of young people who are scared. We have the best-educated generation and we are putting them on hold. This is not acceptable," Italian Labour minister Enrico Giovannini said.

    Não, sr. político, "nós" temos que parar de falar baboseira pras crianças.

    O pessoal passou a vida inteira escutando que a vida é bela, que o governo cuidará delas, que a escola resolve magicamente todos os males, etc. Não é bem de se surpreender que eles não gostem do que encontram na vida real.
  • Fátima Rocha Perini  28/05/2013 17:59
    Talvez seja interessante analisar a questão sem o o "filtro partidário"...

    Ao contrário dos comentários aqui apresentados, protestos, manifestações populares, são interessantes, é uma forma de crítica e levantam questões, portanto, o que acontece é muito positivo, e político, todos, não importa o partido, ele só escuta quando tem algum prejuízo financeiro na história, isso é fato consumado.

    A única pessoa que, realmente, sofreu violência foi um imigrante, morto pela polícia, razão de todos os acontecimentos. É verdade também que no Brasil os assassinatos são tão banais que dificilmente compreenderíamos um protesto contra a polícia que matou um "imigrante". Normal. Aqui somos mortos, 40.000 a 50.000 homicídios por ano e é essa tranquilidade, ninguém protesta, no máximo, depois de tomar muitas "cervejas" vai se manifestar oralmente com os amigos, soltar alguma frases de efeito.

    Sim, protestar sim, quebrar lojas, sim, se fazer ouvir, sim,aldeia global sim,
    xenofobia não, nacionalismo exacerbado não.

    Só quem não viveu fora do seu país, só quem não foi estrangeiro, diz sim as desigualdades de naturalidade.

    Protestar é uma forma de diálogo político entre populares e o estado.

  • Astolfo  28/05/2013 18:32
    Sim, protestar sim, quebrar lojas, sim, se fazer ouvir, sim,aldeia global sim,
    xenofobia não, nacionalismo exacerbado não.

    Só quem não viveu fora do seu país, só quem não foi estrangeiro, diz sim as desigualdades de naturalidade.


    Como é que é?! Quer dizer então que se eu migrar pra Suíça eu já posso chegar lá exigindo igualdade de renda?!

    Parabéns. Foram pessoas como você que alteraram a mentalidade mundial, fazendo com que todos tivessem aversão ao trabalho e adotassem essa mentalidade de mendicância.
  • Juliano  28/05/2013 18:37
    Quebrar lojas, sim?

    "Protestar é uma forma de diálogo político entre populares e o estado."
    Protestos violentos são atos de violência. Fins não justificam os meios. Quer ir acampar na frente do palácio do governo? Tudo bem. Mas não é legítimo agredir terceiros porque a gente não está contente com alguma coisa.


    "Só quem não viveu fora do seu país, só quem não foi estrangeiro, diz sim as desigualdades de naturalidade."

    Desigualdade é a norma. O ser humano é desigual por natureza. Tentar tornar todos iguais é completamente anti-natural.

    Se vamos a outro país, que tem outra cultura e idioma, é óbvio que seremos diferentes e precisaremos de adaptação. Não há nada de errado nisso. Não faz o menor sentido querer que os outros sejam forçados a aceitar a nossa cultura.
  • Fabio MS  28/05/2013 19:41
    Fátima,
    Quebrar lojas, sim!? Aldeia (cuma!?) global sim? Você só pode tá brincando. O triste é que não está.
    Agora, vem cá, analisando com "filtro partidário" (porque sem filtro você já fez), sua lógica, se levada a sério, é uma bela apologia ao terrorismo. Meus parabéns.
  • edison  28/05/2013 19:43
    Uma boa parte desses 50.000 assassinatos/ano de brasileiros deve-se às drogas, que no Brasil faz parte de projeto de Estado (embora o PT seja partido político).A desestruturação do elo familiar pela droga faz parte da agenda totalitária esquerdista. Enquanto a nação é enganada com "internação compulsória" para alguns,a porta deverá ser escancarada para a maioria através da liberação da maconha,porta de entrada para drogas mais pesadas, idéia de ilustres iluminados maconheiros e pró-maconheiros. O financiamento de campanhas eleitorais de petistas pelas Farcs colombianas,amplamente divulgado pela midia,desapareceu dos noticiários e ninguém mais fala disso. A cubanização ideológica da Venezuela já estabelecida e em andamento na Colômbia,breve chegará ao Brasil. As metas estratégicas traçadas pelo Fôro de S.Paulo,divulgadas pelo filósofo Olavo de Carvalho,cumprem tranquilamente as etapas da agenda,sem que nenhuma instituição brasileira ofereça resistência verdadeira; só falatório e análise do que está acontecendo, e as instituições que berravam "Diretas Já" visando abocanhar cargos públicos, estão caladas. O destino do Brasil também será sombrio.
  • Eduardo Bellani  29/05/2013 15:29
    liberação da maconha

    Mais um querendo regular a vida dos outros, pelas crianças, óbviamente.
  • Mohamed Attcka Todomundo  03/06/2013 19:21
    edison:

    "A desestruturação do elo familiar pela droga faz parte da agenda totalitária esquerdista." tá. verdade. mas essa desestruturaçao eh por conta da criminalizaçao das drogas. ñ fosse a droga criminalizada, seria dever de cada familia cuidar dos seus membros; ñ teria a presunçao de q eh o estado q vai fazer, e as familias assumirião, tanto na pratica (como ja acontece) quanto na teoria (q eh o q falta), q eh assunto e responsa delas

    "Enquanto a nação é enganada com "internação compulsória" para alguns,a porta deverá ser escancarada para a maioria através da liberação da maconha,porta de entrada para drogas mais pesadas, idéia de ilustres iluminados maconheiros e pró-maconheiros." tb concordo. q seja porta de entrada ou de saída (da vida de preferencia). as familias q ñ se dissolverem eh pq sabem se cuidar. as q sucumbirem eh pq ñ eram familias de verdade: ja foram tarde. LIBERE GERAL - mas q cada um arque com as consequencias de seus atos. pro inferno com a internação compulsotis

    "As metas estratégicas traçadas pelo Fôro de S.Paulo,divulgadas pelo filósofo Olavo de Carvalho,cumprem tranquilamente as etapas da agenda,sem que nenhuma instituição brasileira ofereça resistência verdadeira; só falatório e análise do que está acontecendo, e as instituições que berravam "Diretas Já" visando abocanhar cargos públicos, estão caladas. O destino do Brasil também será sombrio". -

    CLARO!!!! ÓBVIO!!!!direita e eskerda sao estrategias diferentes p/ atingir o mesmo objetivo: fisiologismo. so q a esquerda adicionou a isto um componente messiâniaco q deu a ela uma ventagem: a esquerda é uma religião, fechada a qq contrafactual apresentado a seus objetivos. POR ISSO ELES TÃO VENCENDO. mas se a direita tivesse vencendo (fosse ela uma seita, como a esquerda) tb tariamos fudidos!!!! a diferença é q ate religiao seria imposta, pq o estado seria confessional; raça - em vez de multiculturalismo - seria imposta, pq teria q ter vinculo etnico com akela populaçao.

    entao é escolher entre multiculturalismo de estado ou racismo de estado: entre ateismo de estado ou estado confessional. entre internaçao complusoria ou criminalizaçao pura e simples de um comportamento, sem qq benemesse em troca; educaçao ideologizada pro-marxista ou educaçao idiotizante-conformista de estados totalitarios direitistas. é por isso cara, q vc devia se enxergar: trocar o fisiologismo esquerdolóide pelo direitopata ou pelo conservadorismolóide DÁ SISTEMATICAMENTE NA MESMA. acorda!!!!!!!
  • Marcio L  03/06/2013 19:30
    Segue um texto interessante sobre esta questão Direita x Esquerda. Afina todos querem o Estado, talvez seja do agrado dos anarquistas em sua ampla diversidade que frequentam este site.

    linharesconsultoriapolitica.wordpress.com/2013/02/04/belo-texto-de-augusto-de-franco-sobre-fundacao-de-novos-partidos-policos/
  • Carmo - Bauru/SP  28/05/2013 18:13
    Brasil, você é a Suécia amanhã, só que com milhões de parasitas a mais ! Quem segurará essa Turba de Alienados quando de sua revolta em 2315 !!! rsrs
  • Emerson Luís  28/05/2013 19:08
    Europa 2050: um continente islâmico radical!


    Os dois vídeos sobre o bolsa-comodismo:

    Mulher reclama do Bolsa Família




    Raquel Sherazade faz seu comentário sobre o bolsa família



    Transcrição:

    "O boato foi mesmo maldoso. Provocou tumulto, confusão, quebra-quebra...

    Deixou aflitas milhões de famílias que dependem dessa ajuda do Governo.

    Mas, que o imbróglio sirva, ao menos, de alerta.

    E se a bolsa, de fato, acabasse?

    E se o poço, simplesmente, secasse?

    O que seria desses milhões sem educação, sem emprego, sem profissionalização, totalmente dependentes do poder público?

    O Governo diz que milhões saíram da pobreza extrema, mas que paradoxo! Esses mesmos milhões ainda dependem de ajudas sociais para sobreviver.

    Não há fórmula mágica pra vencer a miséria. Não se sai da pobreza sem trabalho, sem salário, sem ganhar, com o suor do rosto, o pão de cada dia.

    Assistência tem que ser provisória, senão vira dependência, senão gera parasitismo...

    Quem vive do bolsa-família precisa subir a um outro patamar, ganhar profissionalização, conquistar seu emprego, cuidar da própria vida."

    * * *
  • Wagner  28/05/2013 19:53
    O problema é que as pessoas que ganham bolsa família não são produtivas o suficiente pra ganhar mais do que o próprio bolsa família, elas não podem e não querem trabalhar (por causa do salário mínimo e porque não vale a pena trabalhar pra ganhar o mesmo que o bolsa família paga);
    A única forma de existir uma melhoria é se o governo removesse a ajuda e acabasse com o salário mínimo. Dessa forma as pessoas pouco capacitadas que dependem de bolsa família poderiam ganhar esses mesmos 200 reais trabalhando, com o trabalho vem experiência e com experiência vem salários melhores.
    Do jeito que está a dependência é eterna.
  • Mohamed Attcka Todomundo  03/06/2013 19:27
    "Raquel Sherazade faz seu comentário sobre o bolsa família: Assistência tem que ser provisória, senão vira dependência, senão gera parasitismo..." porra!!!!!!!!!!! nunca imaginei q a gente receberia uma lição da Sharazade! do Aladdin tlv: da Sherazade nunca...



  • anônimo  05/06/2013 18:12
    é mais de trezentos reais, é mais de trezentos reais...
  • Roberto Chiocca  28/05/2013 19:19
    O que será que o Gary North quis dizer com "livre imigração"?
    Uma rápida pesquisa no site da imigração sueca nos faz notar que a imigração para lá não é livre, de maneira nenhuma, não basta comprar uma casa, ou apenas querer ir para lá e pronto, o estado sueco já deixa você morar lá. A coisa não é assim em nenhum país da Europa, só se a "livre imigração" que causa isso é a (essa sim) livre imigração de indivíduos com cidadania da comunidade europeia, será?
  • Astolfo  28/05/2013 20:18
    É livre no sentido de que é facilitado e incentivado pelo governo, como nenhum outro país faz. A própria reportagem fala sobre isso:

    É fato que acusações de racismo irritam vários suecos, que praticamente não possuem uma história colonizadora, e cuja decisão de aceitar um grande número de imigrantes do Terceiro Mundo a partir da década de 1980 não adveio de nenhuma obrigação política, mas apenas da noção sueca de dever humanitário para com o resto do mundo.  Desde o início, o governo procurou evitar a criação de uma classe de "estrangeiros com permissão para trabalhar", algo tipicamente alemão.  E o governo evitou isso criando vários direitos para os imigrantes e introduzindo uma pletora de programas que visavam promover a integração racial.

    "Nós somos o país que mais se esforçou para integrar essas pessoas, muito mais do que qualquer outro país europeu; gastamos bilhões em um sistema de bem-estar que foi criado para ajudar imigrantes desempregados e garantir a eles uma boa qualidade de vida", disse Marc Abramsson, líder do Partido Nacional Democrata.
  • Roberto Chiocca  28/05/2013 20:31
    Astolfo,
    não é isso, falando rapidamente com um membro do Instituto Mises da Suécia parece que houve alguns anos atrás uma abertura maior para imigrantes, hoje, uma rápida pesquisa mostra que a imigração para lá não é tão simples. Mas acredito que nem nesta época a que o sueco se referiu a imigração era livre, caso fosse não teriam apenas menos de uma dezena de milhão de imigrantes e sim centenas deles.
    O artigo não diz que essa imigração ocorre hoje, e nem o contrário, portanto correto o Gary neste ponto.
  • Astolfo  28/05/2013 20:53
    Imigração livre, no sentido literal, nunca existiu e nem nunca vai existir em lugar nenhum do mundo, e por um motivo muito simples: o governo tem de saber que você existe para poder lhe tributar. Se um país adotasse uma política de imigração totalmente livre, este país funcionaria como um paraíso fiscal para pessoas físicas. As pessoas simplesmente entrariam no país na surdina e por lá ficariam, livre de imposto de renda, de IPTU, de IPVA etc. Logo, ao menos alguns documentos o governo vai exigir. E é isso que a Suécia faz.
  • Fernando Chiocca  28/05/2013 21:06
    Eu acho que em caso de refugiados de países em guerra ou calamidade, como Iraque ou Somália..e muitos outros, a imigração não só é facilitada, como é imposta para as comunidades locais que são forçadas a aceitar a vinda destes imigrantes em suas vizinhanças.

    Sei de casos assim nos EUA. Na Suécia deve ser até pior.



    O multiculturalismo é uma praga espalhada por governos progressistas pelo mudo todo.

    Somalis All Over
  • funkeiro anarcocapitalista  28/05/2013 23:15
    No meio-oeste americano vale lembrar que a imigração de somalis é facilitada também pelo intermédio de igrejas locais. E diferentemente do que alguns americanos gostam de dizer, não são católicos não (apesar destes ajudarem a imigração em outras áreas/locais) mas sim batistas e metodistas, principalmente. Minnesota é o "polo" somali na América. Nada perto de uma Suécia, claro.

    Curiosamente, Minnesota é o lar de muita gente de ascendência escandinava nos Estados Unidos... não é nada, não é nada, mas é curioso.
  • Mohamed Attcka Todomundo  03/06/2013 19:34
    e esses imigrantes tão ausando problemas por lá ou tão trabalhando, poupando, estudando, se virando p/ ascender na vica?
  • Fatima Rocha Perini  28/05/2013 20:35
    Olá Astolfo,

    É, acho sim, se você é médico e possui a mesma competência que um outro, digamos, médico sueco deve ganhar o mesmo salário que ele. Sem sombra de dúvida.
  • Fatima Rocha Perini  28/05/2013 21:08
    Olá Juliano,

    Não foram os manifestantes que agrediram terceiros, eles estão protestando exatamente porque mataram um deles, e não o contrário. O protesto começou como reação a um homicídio cometido contra um imigrante.

    Não concordo com você, não acho que a desigualdade tem que ser a "norma", concordo que as desigualdades existem e vão existir sempre, mas não por "injustiças" , ter a mesma competência e salário desigual por não ter a mesma nacionalidade é "injusto". Isso serve para questões racistas, homofóbicas, etc. Ser injustiçado por preconceito é totalmente absurdo. Sou totalmente contra as injustiças. Os valores devem ser baseados em méritos, em justiça, em direitos e deveres humanos,entre outros,indiferentes da sua nacionalidade, gênero, etc.
  • Mauro  28/05/2013 22:15
    "Não foram os manifestantes que agrediram terceiros, eles estão protestando exatamente porque mataram um deles, e não o contrário. O protesto começou como reação a um homicídio cometido contra um imigrante."

    Aí eles saem queimando carros e destruindo propriedade de quem não tem nada a ver com isso. Muito lógico. Ainda mais pavoroso é ver gente defendendo este relativismo moral.
  • Juliano  28/05/2013 22:28
    Olá Fátima,

    "Não foram os manifestantes que agrediram terceiros, eles estão protestando exatamente porque mataram um deles, e não o contrário. O protesto começou como reação a um homicídio cometido contra um imigrante."

    Os carros queimados são dos agressores? As lojas queimadas são dos agressores?

    Não concordo com você, não acho que a desigualdade tem que ser a "norma", concordo que as desigualdades existem e vão existir sempre
    Vc mesma confirmou que existem e vão existir sempre, são a norma.

    ter a mesma competência e salário desigual por não ter a mesma nacionalidade é "injusto"
    Não faz o menor sentido ter exatamente as mesmas competências e receber menos. Se for o caso, o concorrente da empresa tem uma grande oportunidade de contratar alguém com "desconto". Se realmente fosse o caso de imigrantes com as mesmas competências estarem sub valorizados no mercado, eu abriria uma empresa contratando só imigrantes e teria uma grande oportunidade de "roubar" mercado dos demais. O mercado cobra caro a discriminação.

    Se a pessoa aceitou um salário, isso é justo. Se ela está sendo obrigada a trabalhar para alguém, isso é injusto. Não cabe a nenhum terceiro julgar uma relação voluntária.
  • Renato Souza  29/05/2013 23:25
    Fátima

    Trabalhei em diversas empresas desde que entrei no mercado de trabalho, muitos anos atrás. Atualmente, desde pouco tempo, estou priovisóriamente funcionário público, além de prestar serviços sob contrato para uma empresa privada. Essa estória de gente no mesmo cargo ser contratada por salário mais baixo, parece irreal. Porque isso aconteceria? Sempre falam isso das mulheres, os negros, os estrangeiros serem discriminados nos salários. Mas em qualquer empresa que trabalhei, constatei sempre uma das seguintes situações:

    1. Salarios iguais para pessoas do mesmo cargo.
    2. Salarios diferenciados conforme a pessoa ia adquirindo mais competencias e produtividade.
    3. Cargo oficial determiando por escolaridade. Nesse caso já ouvi falar de gente que exerce a mesma função (na prática) e ganha mais que os outros, mas aí é uma questão de restrição legal.
    4. Salarios melhores para os puxa-sacos e a empresa foi pro beleleu.

    Agora, essa situação de, numa mesma empresa, salários dependentes da raça, origem, etc, isso eu nunca vi, nem conheci pessoalmente qualquer pessoa que houvesse narrado isso. Então, para mim é um mito (além de não fazer sentido nenhum segundo as leis do mercado).

    Diga para mim um único caso que você conheça de empresa que tenha salários diferenciados, para trabalhadores no mesmo local, conforme sexo, raça, local de origem, hábitos sexuais, habitos alimentares, religião ou o que mais você imaginar. Eu nunca soube de nenhum exemplo.
  • Mohamed Attcka Todomundo  03/06/2013 19:43
    uma vez citaram p/ mim um ex (embora a professora ñ citasse a fonte quando arguiram pelo artigo, p/ procurar no scielo): homens seriam 10% do mercado de empregadas domésticas, e teriam salário, em média, 10% maior q das mulheres. Logo, as pessoas discriminam mulheres, vendo-as como naturalmente menos apropriadas para o mesmo salerio pela mesma funçao.

    na epoca perguntei, citando um artigo de uma revista de psicologia (dessas q vc compra em banca de revista, uma revista de vulgarização), q homens sistematicamente regateiam + em negociaçoes, tentando elevar seu salario durante a negiciaçao. e se ela achava q era a razao p/ diferença. ela insinuou q eu era sexista e ñ me deu resposta.
  • João  28/05/2013 22:28
    Sábios,

    Algumas perguntas:

    1. Economia é ciência humana ou exata? Ao menos é ciência?

    2. Faz sentido dizer que a humanidade pode ser dividida em 2 grupos, os racionais e os irracionais (ou emotivos)? Qual seria a proporção mundial? E do Brasil? O Brasil é um país emotivo?

    3. O Brasil é o país do futuro?

    Obrigado,
    João
  • Lopes  28/05/2013 23:33
    Interessantes perguntas, João.

    1) A economia é uma ciência humana apriorística. Apesar dos esforços em torná-la uma ciência exata(Como é considerada pelo mainstream), esses apenas colaboraram para a deterioração do cenário econômico mundial.

    www.mises.org.br/Article.aspx?id=48 (O que é uma ciência apriorística e qual o motivo de a economia ser uma)
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=95 (Debate a respeito da matematização das ciências econômicas)

    -------------------------------------------------------------------------------------

    2) Trata-se de uma visão infantil da motivação humana a respeito do pensamento político. Tal parte da premissa da qual todos os indivíduos estabelecem suas conclusões a partir dos mesmos dados e a ausência de discrepância entre essas resulta de mecanismos interpretativos diferenciados exclusivamente(Nos quais você explicitou como consistindo em rezão ou emoção).

    A grande maioria dos indivíduos não é de ideólogos ou de seres politizados e os que o são, obtém suas perspectivas políticas através de metodologias e fatos diferenciados. Ou seja, é mister reconhecer que um indivíduo racional poderá ser levado a adotar uma desastrosa política socialista porque não conhece aplicações empíricas que demonstram suas falhas ou uma explanação praxeológica que interromperá o funcionamento da medida.

    Entretanto, supondo uma situação como aquela erguida por teu questionamento, onde todos os indivíduos são ideólogos e compartilham dos mesmos fatos para análise, sendo a única divergência a metodologia(Que adotaremos como "racional" ou "emocional"); receio que a proporção de indivíduos movidos por emoção sobre aqueles usuários da razão seria mundialmente altíssima. Entretanto, alerta-lo-ei que tal paradigma por mim estabelecido fora produto das impressões que obtive a respeito do quão fácil é cognitivamente convencer um ideólogo a adotar posturas irracionais frente ao desafio que é demonstrá-lo as consequências trágicas de tais medidas.

    -------------------------------------------------------------------------------------

    3)Considerando os atuais indicadores econômicos da nação e a tendência ideológica das gerações atuais que herdarão os debates políticos e sociais, receio que o Brasil há de permanecer em uma espiral auto-destrutiva de estagnação por décadas à finco. A produtividade da mão-de-obra brasileira em relação à americana apenas declina enquanto posturas de proteção aos "amigos do rei" continuam a reinar fortes sobre o cenário econômico do país.

    Obs: Alertá-lo-ei que tais conclusões presentes em meu primeiro parágrafo foram estabelecidas em condições onde tudo o mais permanecerá constante pelas próximas décadas.
  • anônimo  29/05/2013 10:15
    '1) A economia é uma ciência humana apriorística.'

    E qual é a revista científica ou instituição que aceita isso como ciência?
  • Andre  01/06/2013 23:30
    """
    '1) A economia é uma ciência humana apriorística.'
    E qual é a revista científica ou instituição que aceita isso como ciência?
    """

    Ué, você só aceita alguma coisa se alguma "autoridade" te disser que também aceita?
    Não consegue decidir acreditar ou não em algo usando sua própria razão e discernimento?

    Que diferença faz se nenhuma revista ou instituição aceitar isso?

    Há alguns séculos atrás todas as autoridades diziam que a terra era plana.
  • anônimo  02/06/2013 00:36
    Não é uma questão de apelo à autoridade.Revistas científicas são feitas por pessoas que seguem uma idéia bem definida sobre o que é ciência.Inventar um novo significado pra chamar qualquer coisa de ciência é algo que nunca iria passar pelo crivo deles.
  • Renato Souza  02/06/2013 01:18
    André

    Você começou bem a resposta, mas terminou dizendo uma bobagem muito, muito grande. Pode até ser que há quatro milênios atrás, muitos homens de cultura julgassem que a terra fosse plana (embora eu duvide que mesmo então se pensasse assim). Agora é um fato histórico absolutamente certo que desde alguns séculos antes de Cristo, as pessoas mais cultas do sul da Europa, do Oriente médio e do norte da África sabiam que a terra era redonda. Na verdade, até o primeiro cálculo aproximadamente correto do diâmetro da Terra é anterior a Cristo (embora um outro cálculo grosseiramente errado tenha tido mais aceitação).

    Estude mais.
  • Outrem  02/06/2013 02:19
    Qualquer método de análise baseado na razão seja ele contemplação lógica ou observação empírica derivam fundamentalmente da irrelevância da autoridade daqueles que o utilizam. O fato das ciências apriorísticas terem sofrido grande exclusão infundamentada por parte da comunidade econômica não as tornam inválidas.

    Jamais fora especificada uma condição para qual o pensamento apriorístico mostra-se falho e por tal motivo, não é fundamentado o clamo de que o método é uma tecnologia obsoleta. Pelo contrário, o planejado através do método econometrista EXATO mostrou-se ironicamente trágico nas últimas décadas como demonstrado pelos artigos da seção de "Metodologia" e tais erros não consistem de incoerências práticas, mas também teóricas.
  • Lopes  02/06/2013 01:00
    A fossilização das ciências contemplativas por parte do mainstream não as torna mais ou menos válidas. Dado que o histórico empírico da experiência econometrista fora manchado ad absurdum durante um século recente, deduz-se que a abordagem preferida pelos estudiosos não deriva da mera observação da funcionalidade dessa; oscilando entre conveniência acadêmica e a vantagem nata do pensamento atrelado ao status quo.

    Não é necessário que eu lhe prove empiricamente que caso o Estado adentre uma jornada de gasto acima de seu orçamento concedido pela taxação, se tudo o mais manter-se constante, ocorrerá aumento inevitável das taxas de juros no mercado e por consequência, o crédito estará menos acessível ao setor privado. Também não me é imprescindível demonstrá-lo que para que ocorra em uma troca em um ambiente de utilidade máxima, ou seja, ausência de coerção, a condição é que ambos os agentes consideram que sua "satisfação" ex post à troca será superior àquela tida anteriormente à essa.
  • Mohamed Attcka Todomundo  03/06/2013 19:54
    anonimo, se vc faz kestão de saber q academia "legitima" esta forma de pensar, tá aqui
  • João  29/05/2013 13:43
    Lopes, obrigado pela resposta da 1 e das impressões compartilhadas quanto às 2 e 3!
  • Lopes  09/04/2015 20:03
    Infelicíssimo erro meu: ciência apriorística* ao invés de ciência humana - acabei digitando a palavra errada e esqueci de corrigir. Peço perdão pela cascata de mal-entendidos advindos do meu equívoco.
  • funkeiro anarcocapitalista  28/05/2013 22:50
    Só eu acho que a ONU está empurrando estes somalis para a Suécia?

    No mais, texto perfeito.

    Para estes acomodados, vale a máxima de MC Kauan: "Nós é pior que o Saddam, nós é pior que o Bin Laden." (www.youtube.com/watch?v=DLkWnpqHTgo)

    E são mesmo.

    Não tenho pena alguma de um país-laboratório marxista como a Suécia.

  • Mohamed Attcka Todomundo  03/06/2013 19:58
    "país-laboratório"!!!!!!! hahahahahahaha!!!!!!!!!!! um monte de ratinhos no labirinto pastoreados por planejadores keynesianos!!!! hahahahahahaha!!!! e depois falam mal do B.F. Skinner!! (se bem q ele merece! Ele tem um livro, Walden II, em q mostra como seria sua utopia socialista. me deu medo)
  • nill  29/05/2013 00:48
    Arthur Gomes está certíssimo ao criticar a falta de fé e religiosidade dos suecos.

    Diz Arthur: ""Parabéns ao povo sueco agora o branco, nórtico, trabalhador e ateu já está pagando o preço da falta de religião da visão de Deus na sociedade.
    A religião cristã criou o ocidente, ao deixarmos ela de lado estamos comprometendo todo o nosso futuro.""

    A falta de Deus na sociedade faz que ela não compreenda o pecado e a natureza humana.

    Falando de natureza humana devemos saber que tanto o rico,culto,importante ou o pobre,inculto,fraco na sociedade pode serem pessoas boas ou más,ímpios ou justos,fazer o bom ou o mau,bons cidadãos ou maus cidadãos. Todos tem a natureza do pecado e podem fazer maus atos. Ou podem ter Conversão e procurar fazer o bem.

    Acontece que no nosso mundo não se pode dizer ( não é politicamente correto) que as grupos economicamente e socialmente inferiores são também constituídos de pessoas más,ingratas,invejosa,egoístas,violentas,etc.

    Para o Socialismo os pobres,os desafortunados,os oprimidos são sempre bons. Mas ! Os ricos são maus. È bom só se o rico for socialista,progressista.
    E`aquela divisão :pobre bom,rico mau,negro bom ,branco mau,oprimido bom,opressor mau. Essa é uma visão irreal da natureza humana.
    O livro de Provérbios 28,3 diz :O homem pobre que oprime os pobres é como chuva impetuosa, que não deixa nenhum trigo.

    Veja a mentalidade real existe o pobre mau que até oprime os outros pobres !

    Agora os suecos não-religiosos devem se perguntar porque os "pobre-coitados" dos imigrantes estão incendiando as ruas ? Ora ! O fato que essa "boa-gente" não é de fato uma boa gente.

    O mesmo acontece no Brasil,criticar os recebedores do bolsa-família em público é ser visto por muita gente como um sujeito mau,sem-coração,que não gosta de pobre. Isto já aconteceu comigo. Alguns com jeito criticam os tais "bolsa-famílias" tentando não ofender ninguém.

    Agora O quebra pau por causa do boato do fim do bolsa família só mostrou uma coisa: que os recebedores do bolsa-família é que não são pessoas tão "boas " assim.

    Um leitor de um jornal criticou. Estes tumultos servirão para uma coisa. Ele viu na televisão o multidão de gente jovem,forte para trabalhar fazendo baderna dentro das agencias dos bancos. Enquanto esperava ver velhos,deficientes,aleijados nas imagens.

    Essa é natureza humana que o Socialismo ignora. O livro de Êxodo fala de um povo escravizado,oprimido,sofredor que saiu do Egito,mas ao mesmo tempo rebelde,ingrato,maligno. Na realidade um povinho ordinário
    luizmeira.com/exodo32.htm

    Uma sociedade socialista,progressista,ateia,secularista como a sueca não entende a Natureza Humana e por isto não se previne contra o Mal.
  • Fatima Rocha Perini  29/05/2013 01:01
    Boa noite Juliano, realmente fica mais compreensível opinar após a sua réplica:

    Vc:Os carros queimados são dos agressores? As lojas queimadas são dos agressores?
    Eu: Muitas vezes não vem dos manifestantes esse tipo de atitude, mas uma forma de manipular e jogar a opinião pública contra os manifestantes. Outra interpretação é a de forçar o diálogo já que na maiorias das vezes essa minoria tem muuuuuita dificuldade em ser ouvida e quebrar e queimar carros é uma forma de pressão que dá resultado , inclusive na mídia, como o que está acontecendo aqui e agora.

    Vc:Vc mesma confirmou que existem e vão existir sempre, são a norma.
    Eu: o meu desacordo não é se a desigualdade é normal ou não é normal, isso não me importa nem um pouco, eu estou em desacordo da desigualdade vir de uma injustiça, entende ?

    Eu:ter a mesma competência e salário desigual por não ter a mesma nacionalidade é "injusto"
    Vc:Não faz o menor sentido ter exatamente as mesmas competências e receber menos. Se for o caso, o concorrente da empresa tem uma grande oportunidade de contratar alguém com "desconto". Se realmente fosse o caso de imigrantes com as mesmas competências estarem sub valorizados no mercado, eu abriria uma empresa contratando só imigrantes e teria uma grande oportunidade de "roubar" mercado dos demais. O mercado cobra caro a discriminação.
    Exatamente, então você está de acordo comigo, mesmo trabalho mesmo salário.
    Não só são subvalorizadas como são desvalorizadas. Existem muitas empresas que ficaram ricas empregando mão de obra escrava. Aliás não precisa ir longe, você encontra isso aqui mesmo no Brasil
    Vc:Se a pessoa aceitou um salário, isso é justo. Se ela está sendo obrigada a trabalhar para alguém, isso é injusto. Não cabe a nenhum terceiro julgar uma relação voluntária.
    Eu: Você é ingênuo... vivi oito anos na Europa, situações na maioria das vezes são impostas de forma oculta ou aberta por aqueles que exploram pessoas em condições desfavoráveis.Felizmente não foi o meu caso, mas retirei duas dessa situação.

  • Juliano  29/05/2013 14:14
    Olá Fátima,

    "Muitas vezes não vem dos manifestantes esse tipo de atitude"
    Quem quer que tenha queimado um carro ou agredido alguém está errado, independente do motivo, e deve ser responsabilizado por isso.

    Outra interpretação é a de forçar o diálogo já que na maiorias das vezes essa minoria tem muuuuuita dificuldade em ser ouvida e quebrar e queimar carros é uma forma de pressão que dá resultado
    Novamente, os fins não justificam os meios. Eu não posso agredir um terceiro para "forçar o diálogo".

    Exatamente, então você está de acordo comigo, mesmo trabalho mesmo salário.
    Não só são subvalorizadas como são desvalorizadas. Existem muitas empresas que ficaram ricas empregando mão de obra escrava. Aliás não precisa ir longe, você encontra isso aqui mesmo no Brasil


    Eu disse que o mercado tende a corrigir esse processo, porque custa caro pagar mais para uma pessoa que produz a mesma coisa só porque vc gostou da cor da pele dela. Mas isso não significa que alguém seja obrigado a pagar a mesma coisa para pessoas diferentes porque um terceiro julga que elas produzem da mesma forma. Se vc está contratando, vc escolhe como remunerar e vc terá que arcar com os custos das suas escolhas.

    O Thomas Sowell, PHD em economia, que é negro, americano, e que veio de uma família pobre, tem vários textos demonstrando o quanto são erradas as teorias que tentam provar discriminação.

    Você é ingênuo... vivi oito anos na Europa, situações na maioria das vezes são impostas de forma oculta ou aberta por aqueles que exploram pessoas em condições desfavoráveis.Felizmente não foi o meu caso, mas retirei duas dessa situação.

    Não é ingenuidade, é simplesmente escapar um pouco do senso comum. Há uns cinco anos eu concordaria com vc em 100% dos argumentos. A mídia bombardeia a gente o tempo todo com o discurso do preconceito, da discriminação contra imigrantes e como é importante o Estado defender as minorias.

    Uma pessoa que vai para um país diferente, com outro idioma e cultura, muito frequentemente estará em desvantagem com os nativos. Ele não consegue ser produtivo da mesma maneira que um nativo e isso irá se refletir em sua remuneração. Não é uma questão de preconceito, mas simples fato de que vários critérios são completamete subjetivos. Quanto "custa" ter um atendente que não fale corretamente o idioma do país? Quanto "custa" ter um funcionário que terá dificuldades de se relacionar por questões culturais? Isso tudo certamente irá impactar na remuneração do indivíduo.

    Além disso, ainda existem as questões legais. Fatores como a exigência de vistos de trabalho, filiação sindical e "direitos" trabalhistas fazem com que vários imigrantes precisem ser contratados por vias "ilegais". Precisam ser escondidos da fiscalização e dos olhos do mundo, já que sua contratação é contra a lei, e isso, por si só, já piora muito sua condição. O empregador não tem o menor interesse em fornecer melhores condições porque aquilo pode desaparecer do dia para a noite, tão logo um fiscal apareça.

    Uma pesssoa que olhe de fora irá achar aquilo uma condição degradante, um ambiente ruim de trabalho, mas não vê que aquela foi a melhor opção que os empregados conseguiram. A proibição da atividade apenas elimina justamente a melhor opção que os funcionários encontraram.

    Trabalho escravo é quando alguém é forçado a trabalhar via ameaça de violência. Um exemplo bem claro é o serviço militar obrigatório. Não é trabalho escravo um emprego que oferece condições ruins, mas que as pessoas possam recusar sem serem agredidas. Pessoas muito pouco produtivas precisam de todas as oportunidades possíveis para aprender e se desenvolver e são justamente os trabalhos mais simples que criam essas condições.

    As boas intenções dos governantes geralmente acabam com esses trabalhos e encarecem as contratações, eliminando qualquer chance de trabalho desses grupos que são menos produtivos. Isso joga as pessoas no desemprego e cria um clima horrível, onde seres humanos simplesmente não têm o que fazer.

    São situações completamente paradoxais, como é o caso de vários países europeus, onde é super difícil conseguir uma empregada doméstica e setores da sociedade ostentam até 50% de desemprego pelos índices oficiais. Ou seja: de um lado existem pessoas precisando de trabalho e de outro existem pessoas precisando contratar, mas a conta não fecha. O estado de bem estar social piora esse cenário na medida em que torna o desemprego bem mais atrativo que muitas profissões, fazendo com que famílias façam carreira na esmola estatal.

    Um último ponto: eu não disse que não existe discriminação e preconceito. Nós mesmos fazemos isso o tempo todo. Isso vem do fato de que cada indivíduo tem uma opinião própria e ninguém pode obrigar os outros a gostar da gente. O contra ponto é que, em um mercado livre, o preconceito errado custa caro e é o preconceituoso que tem que arcar com os custos. Em um exemplo bem explícito, um time de futebol que se recuse a contratar negros não terá muito sucesso.

    Qualquer grupo vítima de preconceito necessariamente terá um "desconto" na sua contratação, atraindo os empresários. A própria concorrência pelos imigrantes "baratos" tende a elevar seus rendimentos e acaba gerando condições para uma maior integração. A intervenção estatal, com imposições de condições mínimas e salários, acaba dificultando esse processo e, com freqüência, inviabiliza essas contratações. O resultado é a criação de guetos e de grupos que não se relacionam. Empresários americanos acabam tendo que atravessar o planeta pra fazer suas fábricas na China enquanto em sua terra natal 50 milhões de pessoas precisam da esmola do governo até para comer. As condições das fábricas na China são ruins? Pior ainda são as condições fora das fábricas. Foi através desses empregos que muitos chineses têm constantemente conseguido melhorar suas condições e procurar por trabalhos que paguem mais (não apenas no sentido financeiro).

    Se quiser, recomendo fortemente os textos e livros do Sowell (Economic Fact and Fallacies é um que me vem à mente) sobre o assunto. Ele tem um material bem amplo, até motivado pelo fato de ele ter vindo justamente de um grupo que políticos adoram apontar como vítimas do processo.

    Abraços,
    Juliano
  • Marcus Benites  03/06/2013 20:59
    Deu uma aula. Parabéns. E a refutação, misteriosamente, não foi feita... Por que será?
  • Daniel Pereira  29/05/2013 17:19
    Fátima, tive uma ideia então.

    Crie um site na internet e dê o endereço da sua casa, daí quando alguém quiser um diálogo com o governo essa pessoa te manda um email avisando que precisa dialogar com o governo, você sai de casa e assiste essa pessoa queimar a sua casa para conseguir um diálogo com o governo.

    Daí essa pessoa te agradece e você diz "de nada".
    Que tal?
  • Renato Souza  30/05/2013 14:09
    E Fátima

    Não se esqueça de nÓs contar quais são essas empresas que pagam menos para as "minorias". E da forma como você falou, devem ser um monte delas, porque segundo você isso gera um efeito estatístico mensurável nas rendas dos negros, mulheres, e até homossexuais. Com certeza os empresários devem pagar detetives particulares para descubrir o que as pessoas fazem à noite...
  • Defendendo os Cristãos  29/05/2013 01:04
    Nossa, a punição por ser país ateu é menor que país cristão. Ridículo isso.
    Enquanto o maior problema deles é uns delinquentes querendo mamar na teta do governo, onde o cristianismo resiste com mais força(Na América do Sul, ibéria européia e sul da Itália), vivemos ou um inferno de pobreza ou países estagnados.

    Você pode até dizer que eles estão pagando por seus ateus, mas que o castigo deles está sendo mais brando que o nosso, de cristãos zelotes protestantes ou católicos, está sendo. E por que será que os países asiáticos não estão sendo punidos com eles? Todos possuem religiões distantes do nosso Deus. Ou são adoradores de religiões desorganizadas sem dogmas estabelecidos ou são meros ateus. Por que Deus decidiu apoiar países de ateus como a Coréia do Sul, Singapura, Japão e Hong Kong ao invés da América do Sul; continente da esperança?

    Será mesmo que tal discurso que relaciona problemas políticos à falta de fé de seu povo já não foi derrubado há tempos? A formação de paróquias de fato auxilia na formação do capitalismo pois une muita gente de bem para a realização de projetos em comum, mas por favor, Neil; sejamos intelectualmente honestos com o que dizemos e pensemos antes de culpar o ateísmo porque o rico perdeu parte de sua riqueza à toa após ter ganhado muitos ateus(Post hoc prompter ergo)enquanto o pobre cristão nem mesmo atingiu tal nível.

    Tal discurso não ajuda o cristianismo. Dá a impressão que Deus é apenas um tirano que acepta homens apenas por sua fé e o quão regular é ao segui-lo e não por seu trabalho para si ou para a comunidade. Se a causa das diferenças entre os países ricos e pobres é somente a religião, por que perder tempo com teoria econômica?
  • Arthur Gomes  29/05/2013 12:17
    Quando falamos da perda de valores cristãos. Estamos dizendo a respeito da grande colaboração que o cristianismo deu ao auxiliar a formação dos estados europeus. Como que é um bando de tribos bárbaras sem um minimo de formação e articulação, conseguiram se tornar os estados mais poderosos do mundo. Enquanto em outros lugares(China, Arábia, India) essas civilizações eram muito mais avançadas tecnologia, medicina, astronomia e tudo mais. A Europa composta de reinos bárbaros, povos sem cultura alguma conseguiram suplantar a tudo e a todos e com esses valores também fundaram países prósperos como EUA.
    Esses países asiáticos(Japão, Coréia, Singapura) ficaram ricos porque adotaram padrões de moral e comportamento ligados a tradição cristã, o capitalismo nestes países é o capitalismo praticado na Europa desde a Idade Média, ou seja trabalho/investimento/riqueza prosperidade.
    Foram essas bases que formaram a Europa Ocidental, até hoje em dia em lugares na Africa onde o comportamento e a moral cristã(monogamia/fidelidade) está ajudando a diminuir a incidência da AIDS(Uganda por exemplo).
    Ou seja a moral tradicional judaica/cristã criou a Europa e sua riqueza (trabalho/investimento->prosperidade para todos)
    Agora quando estes países(Suécia/Brasil) abandonam essa capa, essa moldura e começam a adotar comportamento socialistas/marxistas o que acontece na sociedade é a perda de valores. Quais valores? Valor do trabalho,valor da vida.
    Todos estes países tinham a capa de proteção do cristianismo, seja ele católico, protestante ou outra denominação evangélica.
    Onde o cristianismo pode de alastrar e junto dele a liberdade econômica os países se enriqueceram, na Europa a Itália, a França, a Inglaterra, a Holanda, a Alemanha, todos países com tradição ora católica ou protestante ou os dois juntos(Alemanha).
    A inclinação para socialismo/marxismo levará esses países a total degradação social, com o aumento da violência, das drogas, da marginalização. (Gustave Le Bon, a psicologia do socialismo).
    A sociedade cristã, com todos os seus problemas e mazelas ainda pode criar a riqueza, a prosperidade e a integridade humana, não huma sociedade perfeita, mas uma sociedade que ainda conservará a caridade, a justiça a busca do bem comum.
    Criar justiça a partir de leis do estado é lutar contra a natureza humana.
  • Marcio Vinhaes  31/05/2013 17:34
    Nórdicos, Eslavos e Finlandeses pagãos eram tão avançados tecnologicamente quanto os países cristãos durante o primeiro período da Idade Média. Não só isso, como culturalmente eles eram propensos ao livre mercado e por muito tempo repeliram o autoritarismo feudal que era característico dos reis cristãos. Religião não tem nada a ver com o assunto, o cristianismo mesmo já passou por várias fases e facções onde o livre mercado é incentivado e outras nem tanto.
  • Marcio L  29/05/2013 01:08
    Bom artigo, que suscita algumas dúvidas:

    1- O que é mais danoso para o desenvolvimento economico dentro dos limites de um Estado?

    1-1 A subvenção Estatal às grandes empresas (na forma de vultuosos empréstimos a perder de vista e regulamentações protecionistas) que mantém pesado lobby, tanto na eleição de parlamentares quanto no tráfico de influência junto a burocracia?

    1-2 Os programas de redistribuição de renda, a exemplo do Bolsa Família que poderá se tornar um dia no Renda Básica de Cidadania, que já foi proposto de alguma forma por pensadores próximos da Escola Austriaca como Hayek e Friedman (sei que há um texto no site que versa sobre o assunto)?

    Gostaria de ler mais os textos, mas devido a responsabilidade que tenho com o meu futuro e conforto pessoais, sou obrigado por mim mesmo racionalmente a optar por investir o meu tempo em me tornar um profissional mais eficiente.

    Como tempo é algo escasso, ainda mais nos dias atuais onde há um crescimento expressivo da quantidade de habilidades requeridas para que se tenha um futuro melhor e mais confortável (sem depender da Previdência e Saúde Públicas e de subvenções estatais para Habitação e muito menos da caridade cristã ou algo que o valha).

    Muito Obrigado.
  • Tiago RC  29/05/2013 06:47
    Bom, na minha humilde opinião, assumindo volumes e maneiras iguais de pilhagem, o cenário 1.1 é mais danoso que o 1.2.

    No primeiro cenário há mais concentração de poder, logo mais "planejamento central" se quiser colocar dessa forma. No cenário 1.2, há igual injustiça para com as vítimas dos impostos, mas ao menos o resultado do roubo é distribuído. O planejamento sobre como esse dinheiro será usado torna-se mais decentralizado. ("planning by the many, not by the few")
    E bom, me parece menos revoltante subsidiar um massa de dependentes do bolsa-família que não consegue comprar calças de 300 reais, do que subsidiar uma casta de aristocratas que conseguem comprar yachts de 300 mil para seus filhotes adolescentes (reconheço porém que ser mais ou menos revoltante não é lá um bom argumento)

    Mas bom... é só minha opinião. Outros podem argumentar que ricos tem uma menor preferência temporal e que por isso tenderão a fazer mais e melhores investimentos, enquanto pobres tendem a consumir tudo. Mas bom... ricos honestos, que fizeram sua grana no livre mercado, eu acredito. Mas esses carrapatos do governo? Tenho lá minhas dúvidas.

    O melhor é obviamente respeitar os direitos de propriedade e não subsidiar ninguém. Só assim você terá uma sociedade justa e próspera.
  • Andre Cavalcante  29/05/2013 23:02
    Sem dúvida o item 1.1.

    Só para se ter uma ideia, o orçamento para o bolsa-família é R$ 23 bi.

    Só o repasse do BNDS para bancos privados para financiar a iniciativa privada para melhoria de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos é da ordem de R$ 250 bi. E esse dinheiro todo não é nem contabilizado como dívida pública

    A propósito a dívida pública está em R$ 1.9 tri

    Agora, que fique claro, bolsa família ainda é desvio de dinheiro sem sentido. Se o governo simplesmente diminuísse a inflação e os impostos sobre a produção, a moeda seria forte, haveria mais competição, portanto mais empregos reais e os produtos e serviços seriam bem mais baratos, e não haveria necessidade alguma do bolsa família.
  • Mohamed Attcka Todomundo  03/06/2013 20:27
    "Gostaria de ler mais os textos, mas devido a responsabilidade que tenho com o meu futuro e conforto pessoais, sou obrigado por mim mesmo racionalmente a optar por investir o meu tempo em me tornar um profissional mais eficiente. " - cara, tua responsa em se tornar um profissional melhor passa por ter melhor capacitaçao metodologica e + profunda formação conceitual: estudar escola austriaca só ñ te proporciona isto se vc for de outro planeta, pois Mises dizia q a economia é o estudo por excelencia do cidadao, pois versa sobre o cotidiano dele (dinheiro, poupança, trabalho, expectativas sensatas sobre políticas e promessas, etc). ñ tem oposiçao alguma entre as duas coisas.
  • Marcio L  04/06/2013 01:16
    Concordo contigo e faço um esforço para tal. De certa forma a EA tem sido uma grande e nova descoberta que apresenta desafios para quem como eu, que tem fortes inclinações social-democratas mas que tem grande apreço pela liberdade.
  • Camarada Friedman  29/05/2013 03:17
    Off topic: Stefan Molyneux ta com câncer: www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=Iwmr1elnxjg

    :(
  • anônimo  29/05/2013 12:31
    Os governos sempre falam que a importânica dessas imigrações é ajudar a construir a economia, já que as populações nativas não estão se reproduzindo suficiente, gerando um crescimento populacional negativo
    Agora minha dúvida: isso é realmente um problema? Ou será que o problema é que se a população não crescer isso vai prejudicar o ciclo de crescimento e dívida que é conveniente aos governos e aos bancos?
  • Occam's Razor  29/05/2013 15:51
    Estagnação populacional é um problema para o esquema Ponzi da previdência social, certamente.
  • nill  29/05/2013 22:25
    Vocês ! Tem visto fotos,vídeos e noticias dos tumultos,incêndios,anarquias,vandalismo que acontecem na Suécia.

    Agora vejam vídeos de tumultos e vandalismo que acontecem no Brasil,por causa dos tais "bolsa-família"

    Vídeo:Tumulto e Vandalismo após boato do fim do BOLSA FAMILIA - Igarassu - PE
    https://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&v=t-u7azRA4Eo&NR=1

    ATENÇÂO : IMAGENS CHOCANTES
    Boatos sobre fim do bolsa família gera filas em bancos https://www.youtube.com/watch?v=wMZpMUaPW68 Notem no começo das imagens uma senhora somente de cadeira de rodas, ela parece ser a única pessoa deficiente nas imagens ,constratando com mulheres jovens e fortes.

    XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
    Boato sobre o fim da Bolsa família causa tumulto nas agências da Caixa e far
    https://www.youtube.com/watch?v=a6f-Gyr55g8

    Os tumultos acontecem em muitas cidades.
    xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

    Boatos sobre o fim do Bolsa Família gera tumultos em Paulo Afonso-BA


    https://www.youtube.com/watch?v=mqP1X-oj6lg

    xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

    Boato sobre fim do 'Bolsa Família' gera confusão em 12 estados (113 agencias são atingidas) https://www.youtube.com/watch?v=ZWnlAao7uEQ

    XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX
    Boato sobre bolsa Família gera Fila Gigante - Shopping Prêmio
    https://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&NR=1&v=jb5kmXhIiTM
    XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX

    No Youtube há muitos vídeos. O pior é que isto é apenas uma pontinha do iceberg. A coisa pode ficar muitíssimo pior. O Brasil está numa grande enrascada!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
  • nill  29/05/2013 22:37
    DENUNCIA; Mulher recebe de uma vez 2 meses de bolsa família https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=6LZtz_TjM9c

    Recebeu os meses de abril e maio de uma só fez. Vejam o corpo desta senhora ela parece uma pessoa fraca,deficiente que não possa trabalhar ?

    Antigamente a caridade cristã ajuda os verdadeiramente necessitados com o isto a sociedade se tornava mais boa e justa.

    Hoje ! A esmola estatal corrompe terrivelmente a sociedade !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
  • Dalton C. Rocha  29/05/2013 22:47
    Ser islâmico é a pior maldição que pode acontecer a um país.
  • Fatima Rocha Perini  29/05/2013 23:16
    É quase certo que atrás da criação dos boatos que provocaram toda esta confusão do Bolsa Família virá , posteriormente saberemos, um desvio importante de dinheiro público, isto é, mais um golpe de um político ou de algum alto funcionário.

    Mudando de assunto... É necessário um contraponto, tentar introduzir um pouco de flexibilidade, espírito crítico, mais análises e menos radicalismo.
    Já dizia nosso amigo: "A unanimidade é burra". Entende?
  • Fabio MS  30/05/2013 00:23
    O bordão "a unanimidade é burra" também é uma unanimidade?
  • anônimo  31/05/2013 10:45
    Claro que não.Basta ver a quantidade de gente defendendo a democracia.
  • Mohamed Attcka Todomundo  03/06/2013 20:41
    "É necessário um contraponto, tentar introduzir um pouco de flexibilidade, espírito crítico, mais análises e menos radicalismo" - tem muito radicalismo, hoje, derivando deste clamor por "temperança". Principios ñ se flexibiliza, senao é relativismo!

    "+ analises" costuma ser sinonimo p/ "narrativas sem contrapartida real" serem enxertadas nos debates!

    "contraponto" ñ pode degenerar em baderna, ruído e relativismo. e se ñ for bem fundamentado, ñ tiver base conceitual e evidencia factual é só isso mesmo: ruido.

    "espírito crítico" é eufemismo p/ "meu umbigo é critério". qq um pode invocar essa palavrinha-de-ordem p/ citar qq asneira e subjetivismo num debate sério.

    "menos radicalismo" só vale quando é pro outro. se o outro te diz isto, vc ñ acha q tá sendo radical. retórica desonesta de novo.
  • Arthur Gomes  30/05/2013 00:39
    Gostei Nill;
    das postagens a respeito do bolsa família.
    São 13,7 milhões de famílias recebendo o bolsa família, em uma proporção de 4 pessoas por família.
    A conta é quase de 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população brasileira recebendo beneficio, o maior programa de compra de votos de mundo.
    Ainda vamos pagar caro por isso, agora o governo aumentou os juros para baixar a inflação, mas estagnação econômica no país.
    Prepare-se Brasil, a conta está chegando.
    Fora PT, socialismo, marxismo.
  • Mohamed Attcka Todomundo  03/06/2013 20:49
    nossa!!!!!!!!

    50 milhões de parasitas, e só custa 23 bilhões por ano?!!!!!!!

    menos de R$500 por vagabundo por ano?!!!!!!!

    menos de R$1,50 por dia?!!!!!!!

    é barato desse jeito comprar esses idiotas úteis?!!!!!!!

    ker dizer q ñ é só o maior programa de compra de votos do mundo, mas q são os mais baratos parasitas do mundo?!!!!!!!

    uhaw!!!!!!!!!!

    se a carga tributaria fosse só 5% do PIB dava p/ ter forças armadas, dipromacia, tribunais, executivo e ainda dar o cala-boca dessa gentalha, e nem precisava deste legislativo de merda?!!!!!!!

    hahahahahahaha!!!!!!!!!!!!

    bom d+++++++ p/ ser verdade!!!!!!!!
  • Renato Souza  03/06/2013 23:45
    Cara, o cala-a-boca do zé-povão sai barato.

    A parte dos partidários sai caríssima.

    Já o custo da insanidade econômica e administrativa e da guerra cultural, esse custo é insuportável. Vai levar o país para o buraco.
  • Occam's Razor  04/06/2013 01:37
    A parte dos partidários sai caríssima.

    Segundo a Wikipédia, em 2009 o orçamento total dos ministérios foi de 600 bilhões. Imagine o quanto disso se resume a super salários ...
  • Arthur Gomes  05/06/2013 17:40
    Pois é, para você como o nosso país cria tanta riqueza.
    E conseguimos desenvolver, produção rural, industrial e muito mais.
    Apesar de tudo isso o capitalismo consegue gerar tanta riqueza, que dá para o
    governo fazer tudo isso.
    Impostos a 40% da renda nacional, já pensou se fosse 20%.
  • Fatima Rocha Perini  30/05/2013 00:56
    Olá Renato,
    Pra sair do âmbito pessoal e entrar em estudos feitos sobre o sujeito em questão,
    entre muitos e muitos, aqui está um deles evocando exatamente os servidores públicos:
    extra.globo.com/emprego/estudo-mostra-que-salarios-do-servico-publico-estao-mais-desiguais-6987192.html

    Mas você pode encontrar inúmeros outros estudos jogando a questão no google.
  • Renato Souza  30/05/2013 16:13
    Fátima

    Não entendi em que a noticia que você apontou desmente minha argumentação. Entes diferentes pagam salários diferentes, e isso é normal. Quanto aos salários imensos pagos por alguns órgãos, isso é abuso, mas não é evidência de preconceito.

    Você continuou não respondendo o meu questionamento. Aponte alguma empresa que paga salários diferentes com base em sexo, raça ou local de origem, para profissionais exercendo o mesmo cargo, no mesmo lugar.
  • Fatima Rocha Perini  30/05/2013 02:02
    Olá Juliano,
    Só agora vi seu email.

    É interessante perceber como as vezes as interpretações sobre a realidade nos coloca de um lado ou de outro e achamos que estamos contrário ao senso comum quando marchamos exatamente a seu favor.
    Sabemos que a grande maioria é preconceituosa e tem como base de pensamento a discriminação e a intolerância, portanto, a meu ver, esse é o senso comum.Você me diz que é o contrário. Respeito sua opinião mas não é a minha.
    Porém, concordo com você num ponto de vista, também não gosto do Estado paternalista.

    Muitos imigrantes são mais competentes que os nativos, mas como você mesmo disse, existem as questões legais , condições, etc.Pois é, é a exploração de todas essas condições, inclusive do pensamento permissivo à exploração,é que geram "mão de obra escrava".

    Vou ler melhor seu email depois, inclusive indo ao endereço que me indicou,obrigada!

    Volto a me comunicar com você em um outro momento, tenho um compromisso.

    Um abraço pra você também e até amanhã, espero !
  • Sérgio  30/05/2013 04:32
    Transformaram o país em um laboratório humano a céu aberto, utilizando a população como cobaia para todos os experimentos de engenharia social que a elite globalista imaginou como ferramentas de controle da população (secularismo, feminazismo, gayzismo, multiculturalismo, etc...). O resultado é o caos generalizado e o futuro triunfo do Islã.
  • Arthur Gomes  30/05/2013 21:55
    Parabéns pela observação Sérgio
    No livro do Frederic Bastiat, (A lei), o livro pode ser encontrado no site do mises, para download(pdf).
    Bastiat, deixa claro que os socialistas usam as comunidades para os seus processos de engenharia social, os socialistas se acham como deuses, eles querem é transformar a sociedade segundo os seus desejos e pensamentos. Não levam em conta a natureza humana, os desejos humanos, as necessidades humanas.
    Já em 1850, já haviam previsto a respeito de experimentos socialistas e o seu fracasso, a URSS levou 70 anos tentando a engenharia social e precisou mudar tudo.
    Agora estão a Suécia como engenharia social, mas a mídia no Brasil não vai mostrar e nem ao menos fazer uma análise crítica a respeito deste país, continuaremos a ser bombardeados com idéias de mais educação, mais lazer, mais moradia, mais cultura, menos preconceito contra imigrantes, menos preconceito contra os islâmicos.

    Frederic Bastiat - A Lei



  • Vinicius Costa  30/05/2013 23:30
    Se Bastiat escrevesse hoje já seria ótimo, imaginar que ele fez toda a sua obra à mais de 150 anos, desmontando os argumentos dos protecionistas, social democratas e keynesianistas - que nem existiam ainda - deixa ela ainda melhor.
  • Fatima Rocha Perini  30/05/2013 18:56
    Olá Juliano,
    Desculpe não ter respondido seu comentário completamente, estou comentando na mesma ordem de seus comentários,mas não vou repeti-los aqui pro texto ficar mais leve:

    Como já comentei anteriormente, a quebra e o fogo muitas vezes são comandados por forças da " ordem" para manipular a opinião pública e quando digo que às vezes é necessário quebrar um vidro da vitrine de uma loja ou colocar fogo em um carro para abrir um diálogo (em se tratando de países de primeiro mundo)onde lojas e carros sao assegurados totalmente, portanto não acarreta nenhum prejuízo para os proprietários. Isso nada tem a ver com agressão de pessoas, aliás o protesto é exatamente contra a morte de um imigrante, portanto, contra a violência e agressão física de terceiros.
    Talvez eu esteja errada mas, não acho que quebrar o vidro de uma vitrine que será ressarcido por uma empresa de seguros bilhonária seja uma atitude "perversa" é só um bem material cujo prejuízo é momentâneo.

    A história mostra o contrário do que você disse, a exploração de pessoas em condições desfavoráveis sempre existiu e continua existindo, no passado a escravidão é um exemplo e no presente é imensa a quantidade de "exploradores legais e ilegais", só pra citar uma "legal" : a empresa Monsanto com "estratégias de dependência" .

    O senso comum é o do preconceito, da discriminação. É preciso entender que estamos lutando contra nós mesmos. Exatamente como nas guerras, infelizmente ainda somos medievais.

    Quem não fala bem um idioma jamais será um atendente em países de primeiro mundo. Lá não exite "jeitinho", ou você é competente pra tal serviço ou você não vai ocupar aquele lugar.

    Quem não fala bem um idioma jamais será um atendente em países de primeiro mundo. Lá não existe "jeitinho", ou você é competente pra tal serviço ou você não vai ocupar aquele lugar.

    Exatamente, são aquelas que você mesmo cita, algumas das condições desfavoráveis que facilitam a exploração.

    Você afirma o meu ponto de vista ao mencionar situações em que o "explorado" não tem escolha.

    Quanto a essa falta de escolha justificar a injustiça exploratória... Eu não concordo.

    Pessoalmente prefiro "não fazer nada e ser livre" do que a "escravidão oculta por condições desfavoráveis".

    Quanto a questão dos 50% que você evoca, minha opinião é que, talvez os 50%, entre eles profissionais de curso superior, prefiram ficar sem trabalho do que trabalhar como empregados domésticos, isto é, naquilo que detestam, unicamente pra que o "sistema funcione".

    Quanto ao preconceito,particularmente acho que ele é ignorância, falta de informação.

    Quanto ao seu comentário sobre a China e etc.: Quem está no poder dita as regras que geralmente são favoráveis a eles próprios. Isto é, a "escravidão oculta" permace imperando e sendo justificada. No final é simples porque nada mudou durante tantos séculos :
    Existem três comandos que escravizam e lutam pela "manipulação" da humanidade :
    A economia (incluindo a mídia), a religião e a política. O que precisamos mudar é próprio processo civilizatório. Ninguém, além de minhas conclusões próprias que vão além de empirismos, racionalismos, filosofias,religiões, etc. fazem minha cabeça. Procuro sempre conhecer as ideias que circulam pelo mundo, razão de chegar recentemente neste site. Talvez, um dia desses volto a navegar por estas águas... (?) mas no momento estou buscando debates diferentes, fora dos "enlatados", sinto necessidade de transcender os paradigmas que nos são impostos.

    Quanto à sua indicação : Sowell- Economic Fact and Fallacies, vou ler sim,obrigada!
    Abraços e tudo de bom !
  • Hay  30/05/2013 22:46
    quando digo que às vezes é necessário quebrar um vidro da vitrine de uma loja ou colocar fogo em um carro para abrir um diálogo (em se tratando de países de primeiro mundo)onde lojas e carros sao assegurados totalmente, portanto não acarreta nenhum prejuízo para os proprietários.

    Olha, eu vou contar uma novidade para você. O dinheiro das seguradoras não vem de uma entidade mágica da terra do nunca. Se começar a haver quebra-quebra de lojas, as seguradoras precisarão aumentar e muito o preço do seguro. Acho que não preciso mostrar que isso tem consequências negativas.

    A história mostra o contrário do que você disse, a exploração de pessoas em condições desfavoráveis sempre existiu e continua existindo, no passado a escravidão é um exemplo e no presente é imensa a quantidade de "exploradores legais e ilegais", só pra citar uma "legal" : a empresa Monsanto com "estratégias de dependência" .

    A "estratégia de dependência" da Monsanto consiste em... vender sementes especiais para seus produtos. Olha, há produtores que nem usam essas sementes porque dizem que elas não valem tanto a pena.

    Quem não fala bem um idioma jamais será um atendente em países de primeiro mundo. Lá não exite "jeitinho", ou você é competente pra tal serviço ou você não vai ocupar aquele lugar.

    Poxa, quem diria? Pessoas que não falam bem o idioma têm dificuldades para conseguir empregos que requerem comunicação com clientes! Incrível!

    Quanto a questão dos 50% que você evoca, minha opinião é que, talvez os 50%, entre eles profissionais de curso superior, prefiram ficar sem trabalho do que trabalhar como empregados domésticos, isto é, naquilo que detestam, unicamente pra que o "sistema funcione".

    Olha, no mundo onde eu vivo os recursos precisam ser produzidos por alguém. Portanto, o sujeito com curso superior que se formou em História e não acha emprego na área (não deve ser muito inteligente para entender por que não acha emprego) não vai trabalhar em outra coisa porque detesta os outros serviços? Ora...

    Quanto à sua indicação : Sowell- Economic Fact and Fallacies, vou ler sim,obrigada!

    Recomendo, também:
    - Comece por esse: "Sobre o valor-trabalho e as cinco exceções factuais negligenciadas por Marx" - Considero completamente impossível alguém ainda levar a teoria econômica marxista a sério depois de ler isso.
    - O artigo "Fatos e Mitos sobre a Revolução Industrial".
    - "As seis lições"
  • Juliano  31/05/2013 01:02
    Olá Fátima,

    Sobre a questão dos métodos de protesto, sinceramente, não faz muita diferença se o carro tem ou não seguro. Um indivíduo tem direito de usar violência para se defender, jamais para chamar a atenção de terceiros para alguma "causa". Entenda-se também por violência a agressão contra posses de alguém, já que aquilo é, por direto, daquela pessoa.

    Se quer protestar, que vá para uma praça na frente de um prédio oficial e coloque cartazes. Isso é protesto de pessoas civilizadas. Violência e agressões é só mais um sinal de barbárie.

    A história mostra o contrário do que você disse, a exploração de pessoas em condições desfavoráveis sempre existiu e continua existindo

    Em primeiro lugar, acho importante definir o que é exploração. Eu não chamo de exploração alguém te contratar para um serviço que vc aceite, independente de quanto seja o valor da negociação. Sendo baixo ou alto, o fato de que vc não está sendo coagida a desempenhar o serviço já é o suficiente para que eu não ache que ninguém tem o direito de interferir. Isso não é exploração.

    Dito isso, eu não afirmei que não existe exploração. Acho que ela está presente em quase todos os lugares. Quando o governo me obriga a financiar algo, ele está me explorando. Quando o governo me impede de negociar com determinadas pessoas, ele está me explorando. O fator crucial é que, nesse caso, existe uma ameaça de violência que me impede de agir da forma que eu gostaria.

    Um imigrante que receba menos do que outras pessoas pelo mesmo serviço, mas não esteja sendo ameaçado de violência, não está sendo explorado. Ele apenas está aproveitando a melhor oportunidade que achou até agora e, quando os concorrentes perceberem a vantagem em contratá-lo, não hesitarão em lhe oferecer trabalho. Com o tempo, o natural é que seu "valor" se ajuste ao mercado para aquele serviço.

    "Quanto a questão dos 50% que você evoca, minha opinião é que, talvez os 50%, entre eles profissionais de curso superior, prefiram ficar sem trabalho do que trabalhar como empregados domésticos, isto é, naquilo que detestam, unicamente pra que o "sistema funcione"."

    O que é o "sistema funcionar"? Não é a sociedade que tem que se ajustar às nossas habilidades, nós é que temos que nos ajustar às necessidades da sociedade. Não adianta nada eu me preparar por anos para desempenhar uma atividade que as pessoas não estejam demandando.

    Preferir o desemprego a um trabalho só faz sentido se vc tem uma fonte de renda extra. No caso dos países europeus, esse luxo é bancado às custas das pessoas que trabalham. Elas são forçadas a financiar o direito que alguns têm de escolher não trabalhar. Não é sem sentido a crise que estão vivendo!

    Eu já notei que vc chegou há pouco no site. Procure explorá-lo bastante, por mais que alguns textos não façam muito sentido à primeira vista. Autores como Sowell, Rothbard, Mises, Friedmann, Bastiát e tantos outros são completamente desconhecidos do grande público e oferecem uma visão bem consistente sobre esse tipo de conflitos. Como eu disse antes, há alguns anos eu não discordaria em absolutamente nada da sua visão. O IMB tem muito material e também não deixe de dar uma olhada na biblioteca do site.

    Abraços e boa sorte com a leitura. Se quiser, pode também mandar mensagens/perguntas/comentários pelo Facebook.

    Juliano Bortolozzi
  • Wagner  31/05/2013 14:55
    "quando digo que às vezes é necessário quebrar um vidro da vitrine de uma loja ou colocar fogo em um carro para abrir um diálogo (em se tratando de países de primeiro mundo)onde lojas e carros sao assegurados totalmente, portanto não acarreta nenhum prejuízo para os proprietários."

    Você está completamente perdida; Foram gastos recursos escassos pra consertar uma janela que não precisava ter sido quebrada. Por causa da vitrine quebrada por um manifestante retardado agora existe menos vidro disponível no mercado tornando o preço do mesmo mais caro para uma outra pessoa que precisa desse material para algum fim produtivo.
  • Renato Souza  31/05/2013 15:49
    Preços de seguros tendem a aumentar quando os custos das seguradoras aumentam. Logo, os custos são socializados (isto é, um monte de gente paga). Além disso há franquias, e aumento do preço da renovação do seguro, pagos pelo segurado.

    E como lembrou o colega, há desperdício de recursos.

    Mas independentemente, disso, destruir o bem de uma pessoa é uma agressão, mesmo que ela não perdesse nada economicamente.

    Mas vou colocar aqui outra questão. Os EUA são uma terra de imigrantes. Muitos desses imigrantes, sofriam claro e evidente preconceito daqueles que haviam chegado antes. Mas isso não impediu sua prosperidade, a imensa maioria nunca pensou em voltar a seus países de origem, porque reconheciam que viviam melhor na nova patria. E seus filhos e netos prosperaram, não existindo qualquer diferença visivel de prosperidade entre os descedentes dos primeiros imigrantes ingleses e os descendentes de irlandeses (o preconceito contra eles era enorme), italianos, russos, judeus, chineses, etc, que chegaram a menos de um século.

    Na Suécia de hoje certamente há muito menos preconceito contra os imigrantes atuais do que jamais houve contra os imigrantes surante o século XX nos EUA. E apesar disso, passadas uma, duas ou três gerações, há pouca integração, aprendizado da lingua, prosperidade, e há uma enorme dependencia da assistencia estatal. Mesmo os suecos de hoje mostrando-se muito mais acolhedores a asses imigrantes do que os americanos de décadas atrás.

    Se muito preconceito não impediu a prosperidade daqueles que chegaram em 1920 ou 1930 nos EUA, então pouco (ou nenhum) preconceito não pode ser causa da pobreza agora.

    Se essa não é a causa, então a causa é outra. Eu apostaria no multiculturalismo. Certamente ele é causa de falta de integração, porque ele prega que só o povo que acolhe deve se adaptar àquele que chega, mas que aquele que chega não deve se adaptar. É uma via de mão única, o que nunca pode funcionar.
  • Fatima Rocha Perini  30/05/2013 19:06
    Olá Renato,
    Não entendo a sua insistência numa resposta que já foi dada ao seu comentário mas, pra "não dizer que não falei de flores" e como não sou nem um pouco preguiçosa, "voilà !" :

    1-Empregado que tinha salário inferior ao de colegas com função idêntica será indenizado:
    trt-03.jusbrasil.com.br/noticias/2741692/empregado-que-tinha-salario-inferior-ao-de-colegas-com-funcao-identica-sera-indenizado

    2-SALÁRIOS MENORES PARA AS MESMAS FUNÇÕES: DISCRIMINAÇÃO DE GÊNERO:
    www.youtube.com/watch?v=SBEGQrRab30

    Sem ofensa, apenas constatação, ''que mundo alienado este em que você vive !'' . Essa questão é velha não é segredo pra ninguém, é do conhecimento de todos. Felizmente existem empresários interessantes e nem todos usam dessas "práticas".

    Por outro lado, se quiser mais informações a respeito, terá que procurar sozinho, você sabe fazer uma busca na google, ler jornais, se interessar por um amigo que sofre o problema, portanto... coragem !
    Sem querer te ofender por ser sincera, esse debate não me interessa mais. Tudo de bom !
  • Renato Souza  02/06/2013 19:28
    Fátima

    Quanto ao primeiro link: Sabemos com certeza que o trabalhador em questão não era nem negro nem mulher. Ele é referido como homem. Se ele é negro, seu advogado é idiota, pois poderia obter uma indenização muito maior acrescentando uma acusação também de racismo. Se fosse homossexual, fica a questão: Se eles criam caso até com o que não existe, como não aproveitariam esse caso para fazer o maior auê? Então certamente não é homossexual.
    E resta a pergunta: Porque ele ficou tanto tempo trabalhando numa empresa e ganhando menos que os outros? Suponho que a empresa queria se livrar de um funcionário antigo e usou esse artifício para que ele pedisse demissão. Aparentemente ele foi mais esperto.

    Quanto ao segundo link, apenas diz que sobre uma lei para proibir que se pague salários diferentes, numa mesma empresa, para homens e mulheres que exercem a mesma função. Só jogo de cena. A "justificativa" suposta para essa lei é que, segundo eles, "as empresas pagam salários menores para as mulheres". Uma prova de analfabetismo estatístico. O fato de os salários médios de homens e mulheres com a mesma função serem diferentes, nada diz sobre o quanto cada empresa paga para homens e mulheres. Como eu nunca vi (nem ouvi falar de) empresas que paguem salários de acordo com o sexo, a explicação evidente é que mais homens conseguem emprego em empresas que pagam mais, e/ou homens fazem uma carreira mais longa, obtendo maiores salários por serem em média funcionários mais antigos. Considerando o tempo de afastamento das mulheres na maternidade (e muitas vezes um período para cuidar de filhos pequenos), essa é uma explicação bastante evidente.

    Analfabetismo estatístico é uma m...

    E volto a pergunta para você: Em que mundo você vive? Certamente num mundo de manipulações estatísticas.
  • Renato Souza  31/05/2013 12:28
    A maioria das pessoas não tem nenhum conhecimento da teoria econômica, e por isso confundem algumas coisas.

    Nós cremos que o tal "preconceito" não pode causar graves prejuizos economicos a ninguém, não por acharmos que todas as pessoas sejam boas. É o funcionamento do mercado que ajuda às eventuais "vítimas de preconceito", premiando os empresários que derem oportunidades aos mais competentes, e castigando aqueles que puserem seus preconceitos acima da análise fria das capacidades e produtividade.

    Uma situação totalmente diversa é daquelas pessoas que, por estarem ilegalmente num país, são exploradas sob a ameaça de serem denunciadas e expulsas. Há só duas análises racioanis sobre isso:

    1. A pessoa pode julgar que é justo que a população de uma determinda região, através de seus representantes, regule a entrada de imigrantes, não permitindo que toda e qualquer pessoa, a qualquer momento entre naquele país. A base para isso seria o histórico de que desde os tempos primevos, as populações locais se consideraram no direito de proibir a presença de extrangeiros que por algum motivo considerassem inconveniente. Note que isso de forma alguma justifica o impedimento de alguém SAIR. Pessoas que clamam pela liberdade de imigração mas apóiam regimes que impedem a emigração, são apenas hipócritas e calhordas da pior espécie. Quem lê entenda...

    2. A pessoa pode julgar que a população de um determinado lugar não tem o direito de impedir a presença de qualquer extrangeiro que queira estar ali. Não pode haver exceções a essa regra. Nem mesmo pessoas que tenham um histórico de terrorismo e crimes em outros países, a não ser que sejam julgadas e condenadas no lugar onde estão atualmente, ou deportadas a pedido daqueles contra os quais cometeram crimes.

    Se alguém adota o princípio nº 1, então a culpa pela situação difícil do imigrante ilegal é dele próprio. Ele poderia ficar em sua terra de origem ou mudar-se para um lugar onde ele for bem vindo.
    Se alguém adota o príncípio nº2, então a culpa pela situação difícil do imigrante ilegal é das leis de imigração, que de acordo com esse princípio deveriam ser todas revogadas. Deixando de serem ilegais, as pessoas não poderiam ser sujeitas a chantagens, e disputariam o mercado de trabalho normalmente.

    Note que o preconceito, ou qualquer outro elemento subjetivo, não tem efeito nenhum sobre essa situação. Pessoas em situação de serem chantageadas, possivelmente acabarão encontrando alguém sem restrições morais que as chantageará. Pessoas que não estão em situação de serem chantageadas, disputarão normalmente o mercado de trabalho, e tenderão a obter tanto sucesso quanto suas capacidades, produtividade, sorte e perspicácia lhes permitirem. Há um extenso histórico que de pessoas que chegaram como imigrantes a diversos países, normalmente em situação de pobreza, e obtiveram muito sucesso.

    Quanto a um extrangeiro que tem mais restrições na busca por emprego, por não falar bem a língua, isso nada tem a ver com "preconceito". É apenas uma questão de produtividade. Se o patrão julgar que, para determinada função, a dificuldade línguística não atrapalha o desempenho, o contratará.
  • Juliano  31/05/2013 14:37
    Olá Renato,

    Será que não existiria um meio termo entre as opções 1 e 2? Regular a entrada de pessoas apenas com o objetivo de evitar ameaças (criminosos), sem objetivar nenhum tipo de reserva de mercado para a população local. O objetivo não seria impedir a entrada de mão de obra barata, mas potenciais agressores.

    Assim, um imigrante pacífico não estaria fazendo nada de errado. Qualquer lei que criasse barreiras a essa pessoa poderia ser considerada ilegítima.

    Abraços,
    Juliano
  • Renato Souza  31/05/2013 15:23
    Na opção 2 já considerei a possibilidade de criminosos condenados serem extraditados a pedido de tribunais estrangeiros. Mas isso é diferente de impedir a entrada por motivos de segurança. Uma pessoa pode ser uma ameça sem ser criminoso. Um caso evidente seria o de uma pessoa que tem tido estreitas ligações com criminosos, e os apoia amplamente, defendendo-os publicamente e desmerecendo aqueles que os denunciam, sem jamais ultrapassar os limites da legalidade, e que afirme que vem para o pais com o objetivo de facilitar o trabalho de criminosos. Dentro da visão número 2, ainda que toda a população local seja contra a presença dele, seria ilegitimo impedi-lo de entrar. Note que ele poderia comprar legalmente um imóvel de um terceiro estrangeiro que não vive no pais, e mesmo que ningúem lhe de emprego, poderia viver de valores enviados a partir de outro país.

    Quanto à legitimidade da posição 1, seria baseada num argumento histórico. A apropriação original da terra por particulares, geralmente foi efetuada depois de a parcela de terra de cada tribo ser definida. Para evitar conflitos, ou terminar com eles, as tribos estabeleciam entri si quais eram os limites de cada uma. Os bens privados foram sendo estabelecidos dentre desses limites. Dessa legitimidade original das tribos, veio a legitimidade das vilas e cidades, organismos políticos naturais. Via de regra, os estados nacionais não tem essa legitimidade histórica, mas as cidades, via de regra, a tem, o que é uma base muito boa para que exerçam o direito de secessão.

    Dentro dessa situação original, em que o território foi estabelecido com tais e tais limites, também por uma questão de segurança comum, e a associação de cada membro ao grupo tinha também esse objetivo, fazia todo sentido que o estrangeiro só pudesse se estabelecer com a concordância da tribo. Esse é um direito primevo à segurança, e nada há que justifique a sua revogação.

    Note que o direito de impedir a entrada ou expulsar estrangeiros, não implica no "direito" de agredir ou praticar qualquer injustiça contra os que forem aceitos (ou não). Alguém que defende a possibilidade de expulsar estrangeiros está defendendo um a posição legítima. Alguém que chantageia um imigrante ilegal para obter dinheiro (ou trabalho mais barato, o que dá no mesmo) é um calhorda digno de desprezo.
  • Fatima Rocha Perini  31/05/2013 16:23
    Bom dia Juliano e os eventuais leitores !

    É difícil abandonar um debate quando percebemos que ainda não foi esgotado...

    Juliano, obrigada pelo convite do seu face, foi corajoso de sua parte, reconheço que não sou uma pessoa "fácil" de ser aceita.

    O que me impressiona é a voracidade com que todos aqui se manifestaram veemente quando abri a possibilidade de "um vidro quebrado" por um manifestante ou um da própria "ordem estabelecida" (por favor, não negligenciam este último,"manifestante da ordem", como fizeram até agora, explorando apenas uma parte do que falei pra fragmentar o debate em função de um melhor aproveitamento dialético).
    Continuando... A indignação de "um vidro quebrado" foi geral, no entanto, ninguém nem nenhum comentário, com a exceção do meu, mencionou sobre a " morte do imigrante" como sendo um ato de "violência" e uma "agressão". O assassinato foi totalmente ignorado por todos do site que evocaram um monte de teorias econômicas na tentativa de CONDENAR um protesto contra a execução de um ser humano real na prática da vida. Conclusão textual: Um vidro quebrado e um carro queimado valem mais que uma vida humana ?
    Vocês próprios estão constatando a necessidade de um "ato horrível de violência de um vidro quebrado de uma vitrine" para a conscientização de "um simples e sem importância assassinato". Um vidro vale mais que uma vida ?
    ATO FALHO?

    O protesto dos imigrantes foi a única questão importante por ter sido utilizado como justificativa e explicação de teorias econômicas. Caem na real !

    Não se iludam, os sistemas econômicos, políticos e religiosos são todos cheios de grandes teorias, são grandes farsas que escondem uma única coisa: A ganância de "poder".

    Juliano, você fala do trabalho, não importa em que circunstâncias como sendo um bem maior, mas esqueceu de fazer uma pergunta: Pra quem ?

    A DOMINAÇÃO do sistema é a mesma. Foi dada a China como exemplo, chega a ser perverso. Pensem : Quando um trabalhador passa 10 horas numa empresa e mais algumas pra chegar em casa, onde fica a "cognição"?. É fácil demais dominar desse jeito.
    (Felizmente meu trabalho é uma diversão pois consigo viver fazendo o que gosto e ainda tenho tempo pra "pensar")A mesma DOMINAÇÃO que no outro sistema, o socialista, porém este deixa "uma brecha perigosa de escape": o tempo, o tempo pra ler, conhecer todas as teorias de todos os lados e principalmente concluir por conta própria.
    Todos os sistemas aos quais somos "submetidos" não visam outra coisa além da DOMINAÇÃO de muitos por poucos. Incluindo o religioso.

    Desculpe se sou repetitiva, mas pra terminar vou dizer o que disse antes:
    O que procuro é a transcendência os paradigmas propostos pelos "sistemas" e buscar novas formas de ver o mundo, mais amplas, pensando no processo civilizatório.

    Tudo de bom !
  • Malthus  31/05/2013 18:08
    Não, você está sendo a relativista moral. Neste site, todos condenam a morte de um ser humano empreendida pelo braço armado do estado (este site é conhecido por sua crítica radica a toda e qualquer ação estatal), mas isso de modo algum é justificativa para que pessoas saiam destruindo a propriedade de inocentes que nada têm a ver com a ação estatal.

    Segundo a sua lógica, Fátima, se meu vizinho for assaltado (ou assassinado), você está me concedendo autorização para depredar seu patrimônio como forma de chamar de chamar atenção. Certo? Pois então seja coerente e coloque aqui seu endereço (favor deixar seu carro estacionado na porta), para que todas as futuras vítimas de roubo ou parentes de pessoas assassinadas saibam aonde podem ir para descarregar sua raiva e frustração. Caso você não faça isso estará sendo coerente e hipócrita.

    Grato.
  • Wagner  31/05/2013 19:08
    "Um vidro vale mais que uma vida ?"
    Não tente apelar para a emoção com o pessoal desse site, aqui ninguém cai nessa.

    Certamente um vidro não vale mais que uma vida humana, no entanto o fato de um imigrante ter sido assassinado não da direito aos outros imigrantes de agredirem pessoas INOCENTES.
    Querem matar o policial que deu o tiro? Tudo bem na minha opinião. Quer quebrar o vidro de uma pessoa inocente? Jamais.
  • Juliano  31/05/2013 19:09
    Olá Fatima,

    Vidro quebrado x morte de um ser humano

    Ninguém disse que a morte não deveria ser punida. Como qualquer crime, o assassinato deve ser investigado e os responsáveis devem arcar com as consequências. Isso só não foi mencionado
    anteriormente porque não há nenhuma questão em relação a isso.

    Mas um protesto violento não tem nada a ver com a história. Dois erros não fazem um acerto. Da mesma forma que o responsável pelo assassinato precisa ser punido, o responsável pela depredação também precisa arcar com as consequências e pagar pelo que fez.


    O protesto dos imigrantes foi a única questão importante por ter sido utilizado como justificativa e explicação de teorias econômicas.

    Não. O que se levantou foi a consequência de uma política de Estado e como isso favorece a segregação, como isso aumenta os conflitos na sociedade. Ninguém tentou relativizar o assassinato de uma pessoa. Condenamos a violência praticada em todas as suas formas.


    Juliano, você fala do trabalho, não importa em que circunstâncias como sendo um bem maior, mas esqueceu de fazer uma pergunta: Pra quem ?
    A DOMINAÇÃO do sistema é a mesma. Foi dada a China como exemplo, chega a ser perverso. Pensem : Quando um trabalhador passa 10 horas numa empresa e mais algumas pra chegar em casa, onde fica a "cognição"?. É fácil demais dominar desse jeito.


    Não sei o que vc quer dizer com dominação. Permitir que duas partes façam acordos voluntários, pra mim, não tem nada de dominação. Um terceiro, olhando de fora, pode achar que uma das partes não deveria ter aceitado. Esse terceiro pode, inclusive, tentar convencer uma das partes a não aceitar. Mas ele não pode forçar ninguém a fazer nada. Existe alguém trabalhando 10 horas por dia? Você, e qualquer outra pessoa ou empresa, tem o direito de oferecer a esse trabalhador uma oportunidade de ganhar a mesma coisa por oito horas, ou até menos. Se alguém tentar proibir que essa oferta seja feita, pode apostar que nós seremos os primeiros a recriminar. O mercado premia um empresário que consiga achar funcionários produtivos que estão sendo mal tratados por seus empregadores. Ele vai conseguir esses funcionários com "desconto" e vai sair na frente de seus concorrentes.

    A sua referência ao "sistema" passa a ideia de um plano coordenado por alguém. O único sistema que nós defendemos é a defesa absoluta da autonomia individual, que cada ser humano tenha liberdade para decidir o seu caminho e que possa preservar o que conquistou. O "sistema" seria uma força externa que tem uma autonomia maior que os próprios indivíduos, tendo o poder de forçar as partes a não fechar um acordo mesmo que ambas queiram. Nada mais contrário ao que nós defendemos.
  • Renato Souza  31/05/2013 19:48
    Fátima

    A questão da morte não levantou polêmica porque é pacífica. Não há ninguém aqui que ache que pessoas possam ser assassinadas sem que haja punições. Não existe um contraponto nisso. Não sei as circunstâncias do ocorrido, mas parece difícil acreditar que os suecos, com a sua extrema sensibilidade aos imigrantes, deixariam de investigar isso. Mesmo porque, em qualquer país minamente civilizado, sempre que um policial dispara uma arma e alguém morre, isso é comunicado à corregedoria da polícia, que recebe relatórios sobre as circunstâncias, os quais são complementados por investigações próprias da corregedoria quanto a aspectos sobre os quais tenha pairado dúvida. Num país minimamente civilizado, se houver motivos para crer em crime doloso ou culposo por parte de um policial, este é investigado, e levado aos tribunais se houver evidências de culpa. O caso em foco, pela descrição dada, parece ter sido de homícidio, e é dificil imaginar que ficasse sem investigação. Diferentemente do que aconteceu por exemplo quando um cristão, Harry Hammond foi espancado por gays, vindo a falecer, e não houve nenhuma investigação contra seus agressores.

    Note que os protestos violentos aconteceram imediatamente após a morte, sem que sequer tenha havido tempo para uma investigação.
  • anônimo  02/06/2013 20:13
    'A DOMINAÇÃO do sistema é a mesma. Foi dada a China como exemplo, chega a ser perverso. Pensem : Foi dada a China como exemplo, chega a ser perverso. Pensem : Quando um trabalhador passa 10 horas numa empresa e mais algumas pra chegar em casa, onde fica a "cognição"?. É fácil demais dominar desse jeito.'

    'Pensem' é? Como se estivesse falando alguma novidade haha
    Se o cara escolhe trabalhar dez horas por dia é porque a situação em que estava antes era pior ainda. Eu não sei que dominação é essa em que a pessoa escolhe ser dominada.
    Aliais, isso vale pra religião também, as vítimas profissionais vem culpar as religiões por tudo, religião você segue se quiser ora.
    Desculpa a sinceridade mas isso parece mais coisa de quem não quer se responsabilizar pela própria vida e fica procurando desculpas pra culpar os outros.
  • Blah  03/06/2013 19:53
    Continuando... A indignação de "um vidro quebrado" foi geral, no entanto, ninguém nem nenhum comentário, com a exceção do meu, mencionou sobre a " morte do imigrante" como sendo um ato de "violência" e uma "agressão". O assassinato foi totalmente ignorado por todos do site que evocaram um monte de teorias econômicas na tentativa de CONDENAR um protesto contra a execução de um ser humano real na prática da vida. Conclusão textual: Um vidro quebrado e um carro queimado valem mais que uma vida humana ?

    1) Agora você precisa mostrar quem falou algo sobre vidro quebrado valer mais que uma vida humana. Para mim, isso é apelo à emoção do mais vagabundo, e exemplo de desonestidade intelectual. Perdoe-me pelas palavras duras, mas você não me deixa escolha.
    2) Legal, então da próxima vez que alguém próximo a mim morrer eu vou tacar fogo na sua casa, e você não poderá falar nada, afinal, será só uma forma de chamar a atenção. Se você reclamar que não tinha nada a ver com o assunto, eu vou dizer "O QUE? VOCÊ DÁ MAIS VALOR À SUA CASA DO QUE A UMA VIDA?".

    O protesto dos imigrantes foi a única questão importante por ter sido utilizado como justificativa e explicação de teorias econômicas. Caem na real !

    Você não leu Bohm-Bawerk. Aliás, você não leu nada do que foi indicado. Só está usando o velho e batido apelo à emoção e ignorando solenemente tudo o que lhe dizem. O que me leva a crer que você é só mais uma militante marxista fazendo de conta que é imparcial. Talvez eu esteja errado, mas é o que parece.

    Não se iludam, os sistemas econômicos, políticos e religiosos são todos cheios de grandes teorias, são grandes farsas que escondem uma única coisa: A ganância de "poder".

    Ok, obrigado pelo aviso ;)

    A DOMINAÇÃO do sistema é a mesma. Foi dada a China como exemplo, chega a ser perverso. Pensem : Quando um trabalhador passa 10 horas numa empresa e mais algumas pra chegar em casa, onde fica a "cognição"?. É fácil demais dominar desse jeito.

    Na China comunista, havia relatos de pessoas que comiam cascas de árvores em uma tentativa desesperada de sobreviverem. Muita, muita, mas muita gente mesmo morreu de fome para atender aos ideais de intelectuais de merda como Niemeyer, Sader, Chauí. Diga ao chinês que trabalha 10 horas por dia que ele não pode mais fazer isso. Ele vai olhar para a sua cara e perguntar "tá, e eu vou viver de que, Einstein? De seu bom coração e sua consciência social?"

    Todos os sistemas aos quais somos "submetidos" não visam outra coisa além da DOMINAÇÃO de muitos por poucos. Incluindo o religioso.

    Você precisa estudar a sério como surgiu o capitalismo. Repito: você não leu absolutamente nada e faz de conta que está debatendo.

    O que procuro é a transcendência os paradigmas propostos pelos "sistemas" e buscar novas formas de ver o mundo, mais amplas, pensando no processo civilizatório.

    Ótimo! Comece lendo o que as pessoas indicam a você ;)
  • Ullysses Josué  31/05/2013 21:17
    Olhem o ponto de vista desse "jornalista" dizendo que é culpa do "Neoliberalismo." www.jornalopcao.com.br/colunas/contradicao/o-neoliberalismo-chegou-na-suecia


  • fabricio alves  02/06/2013 00:21
    25-Ludwig Von Mises (1881-1973)-O campeão do laissez-faire revela sua crença no caráter adocicado da escravidão moderna:

    "(...) muitos liberais acreditavam ser necessário relatar, como regra geral, e, até mesmo, algumas vezes, de modo exagerado, casos excepcionais em que servos e escravos haviam sido cruelmente tratados. Porém, de nenhum modo, tais excessos constituíam a regra. Havia, é claro, casos isolados de abusos, e o fato de haver tais casos constituía uma razão a mais para a abolição do sistema. Entretanto, via de regra, o tratamento dos escravos por seus senhores era humano e suave..
    (MISES, Ludwig Von. Liberalismo: segundo a tradição clássica. Rio de Janeiro: José Olympio; Instituto Liberal, 1987, p. 24)


    gustavoacmoreira.blogspot.com.br/2012/04/trinta-estimulos-para-nunca-votar-na.html
  • Andre  04/06/2013 19:49
    Todos os liberais são contra a escravidão.
    Todos os esquerdistas "dizem" ser contra a escravidão, mas sempre fazem o contrário do que estão falando na MAIOR CARA DE PAU!

    Fidel Castro, um ídolo dos esquerdopatas, tem mais escravos do que qualquer senhor de escravos jamais sonhou, ele tem cerca de 11 MILHÕES de escravos!!! Todos presos naquela ilha infernal!!!

    en.wikipedia.org/wiki/Cuba

    Daí, só porque o Mises "disse" que "via de regra, o tratamento dos escravos por seus senhores era humano e suave" você quer criticá-lo.
    Então apresente você alguma fonte de pesquisa que comprave que:
    "via de regra, o tratamento dos escravos por seus senhores NÃO era humano e suave".

    O que seria estranho, pois se os donos dos escravos, em sua maioria maltratassem
    seus escravos cruelmente eles seriam menos produtivos e mais propensos à se rebelar.

    Ah, só porque eu apresentei um argumento lógico para explicar que provavelmente os
    senhores de escravos, em sua maioria, sairiam perdendo se tratassem mau seus escravos
    e que portanto é mais provável que eles os tratassem de modo humano, via de regra, isso
    não quer dizer, de forma alguma, que eu apoie a escravidão em qualquer nível.

    Tanto que eu gostaria muito que o Fidel Castro abolisse a escravidão dos cubanos.
    Mas aposto que você é a favor de que o Fidel continue no poder, e que os cubanos continuem sendo
    escravos dele, não é?

    Caso você seja realmente contra a escravidão de seres humanos então porque não escreve no seu
    blog um post apoiando a "abolição da escravatura dos cubanos"?

    Como você é um esquerdopata é claro que não vai fazer isso. Mas deixo aqui minha sugestão assim mesmo,
    só pra que ela fique registrada na internet.
  • Renato Souza  04/06/2013 21:52
    Fabrício

    Não entendi o que você quer dizer com isso. Em nenhum momento há uma defesa da escravidão nesse texto. Pelo contrário, Mises defendeu sistematicamente a liberdade durante décadas, até a sua morte. Há um monte de textos aqui mostrando isso.

    Ele critica alguns libertários que, para dar maior força aos seus argumentos, diziam coisas historicamente inexatas. A defesa da liberdade não precisa disso. Se alguém me prender e obrigar a trabalhar para ele, mas quanto ao resto não me tratar mal, ele cometeu uma violência contra mim de qualquer forma. A escravidão não precisa de exageros para ser combatida.
  • Rudson  05/06/2013 18:50
    Interessante o trecho do livro do Von Mises. Tirado fora do contexto, parece até que ele defendia a escravidão. No entanto, a ideia era simplesmente mostrar que a melhor maneira de convencer alguém (principalmente aqueles que ainda apoiavam a escravidão de povos, já que o livro foi escrito em 1920) era apontar o fato de que o trabalho livre gera muito mais riqueza e bem-estar do que o trabalho escravo e que isso seria suficiente, não havendo necessidade de entrar numa discussão infindável sobre genética, Deus, ou crueldade. Isso se percebe, dois parágrafos abaixo do trecho transcrito:

    "Desse modo, os parlapatões confusos podem continuar intermináveis discussões sobre se todos os homens estão destinados à liberdade e se já estão prontos para ela. Podem continuar discutindo se há raças e povos para os quais a natureza prescreveu uma vida de servidão e que as raças dominadoras têm o dever de manter o restante da humanidade em cativeiro. O liberal não lhes oporá argumentos de modo algum, uma vez que seu raciocínio em favor da liberdade para todos, sem distinção, é de natureza totalmente diferente. Nós, liberais, não afirmamos que Deus ou a natureza tenham destinado à liberdade todos os homens, porque não nos instruímos pelos desígnios de Deus e da natureza, e evitamos, em princípio, colocar Deus e a natureza nas discussões sobre questões humanas. O que afirmamos é que somente um sistema baseado na liberdade para todos os trabalhadores garante a maior produtividade do trabalho humano, e é, por conseguinte, de interesse de todos os habitantes da terra. Condenamos a servidão involuntária, não a despeito do fato de que seja vantajosa para "os senhores", mas porque estamos convencidos de que, em última análise, ela fere os interesses de todos os membros da sociedade humana, inclusive os "senhores". Se a humanidade tivesse conservado a prática de manter toda a força de trabalho, ou mesmo parte dela, em regime de escravidão, não teria sido possível o magnífico desenvolvimento econômico dos últimos 150 anos. Não teríamos estradas de ferro, nem automóveis, nem aviões, nem barcos a vapor nem luz nem energia elétrica, nem indústria química, assim como os antigos gregos e romanos, com toda a sua genialidade, não dispunham de tais coisas. Basta, simplesmente mencionar este exemplos para que todos compreendam que até mesmo os antigos senhores de escravos ou servos tinham todas as razões para ficar satisfeitos com o curso dos acontecimentos, após a abolição da escravatura involuntária. O trabalhador europeu, hoje, vive em condições externas mais favoráveis e agradáveis do que o faraó do Egito, a despeito do fato de que o faraó comandava milhares de escravos, enquanto o trabalhador não tem a depender de coisa alguma, a não ser de sua força e da destreza de suas mãos. Se nos fosse possível colocá-lo nas condições em que hoje vive um homem comum, um antigo nababo declararia, sem hesitar, que havia vivido como um indigente, em comparação com a vida que hoje vive um homem até mesmo de posses modestas.
    Esse é o resultado do trabalho livre. Ele é capaz de criar mais riquezas para todos do que o trabalho escravo pode oferecer aos senhores".

    Ou seja, é uma defesa puramente utilitária do trabalho livre contra a escravidão. Pra ele, o simples fato de a liberdade gerar maiores riquezas pra sociedade como um todo é suficiente para defendê-la, e traz melhores resultados, uma vez que mostra àqueles que pretendem escravizar outras pessoas que isso vai contra o próprio interesse. Não depende da bondade ou de humanismo dos "senhores".
  • anônimo  09/06/2013 11:31
    Interessante porque aqui mesmo nesse site já veio gente falar que em nome da utilidade pode-se defender as coisas mais anti liberdade que se pode imaginar.
  • Rhyan  04/06/2013 02:25
    Por mais que os artigos do Gary North sejam bons, eu nunca vou esquecer disso:

    Gary North: The 'Paleo-Libertarian' Taliban Writing Ron Paul's Curriculum
  • Leandro  04/06/2013 08:49
    Sou assinante do site do Gary North. Ele publica cinco artigos por dia (leio todos) e participa ativamente do fórum, respondendo às dúvidas dos leitores. Nunca vi absolutamente nada que, nem mesmo remotamente, remetesse a algum tipo de intolerância religiosa. Aliás, nunca vi qualquer tipo de pregação religiosa. Aliás, nunca nem sequer vi qualquer papo de religião em seus artigos ou em seus comentários.

    Não é à toa que todas essas "acusações" não possuem fontes. O artigo da Reason é ridículo. Não há absolutamente nenhum link para nada. É tudo na base do "fulano de tal certa vez disse que North certa vez falou que...". Inacreditável que isso se passe como acusação hoje em dia. Os padrões certamente decaíram. E o pior: isso é dentro do movimento libertário.
  • Mohamed Attcka Todomundo  04/06/2013 12:04
    ja li no site q ele escreveu um trabalho sobre os principios economicos da biblia (da judaica e da cristã) e q ele teria levado uns 30 anos p/ terminar. tlv vc conheça este artigo leandro. ele me parece, por alguns textos q li em seu site, um conservador tradicional, e ñ um dos neoconservadores-falcões do governo bushinho.

    quanto custa a assinatura do site dele?
  • Leandro  04/06/2013 12:59
    Já li partes. É humanamente impossível ler tudo, dado que ele comenta cada estrofe da Bíblia. Seu objetivo é mostrar que a Bíblia defende o livre mercado e a propriedade privada. Não havia absolutamente nenhum "radicalismo talibã" nos trechos que li.

    A assinatura do site é de US$15 por mês, o que significa que, enquanto aquela coisa esquisita estiver na presidência do Banco Central acatando ordens daquela coisa ainda mais esquisita que habita o Ministério da Fazendo, o preço variará entre R$32 e R$45.
  • Mohamed Attcka Todomundo  04/06/2013 13:07
    poxa!!!! se tivesse paridade real-dolar tava baratim. ou mesmo se ñ mexessem tanto no cambio dava p/ programar-se
  • Renato Souza  05/06/2013 02:25
    Leandro

    Pouco li dos textos teológicos de Gary North (lí muito mais seus textos sobre economia). Na verdade, no começo eu nem sabia que ele era um erudito em teologia.

    Quanto à teologia, North é primeiramente um calvinista. Nesse ponto ele segue a tradição. Os EUA foram literalmente fundados por calvinistas (e uma minoria de arminianos). Não sou calvinista, mas o fato é que foram eles que criaram as grandes universidades, fundaram as colônias, e criaram um pais com a intenção de serem livres. Não é pouca coisa.

    Ele também é pós-milenista. Não sou pós-milenista, e desgosto de alguns deles, mas os textos de Gary North, pela sua erudição, estilo leve e bom-senso me agradam.

    E ele é um teonomista, e nisso ele é incomum, e parece que isso tem uma forte ligação com o fato dele ser libertário. Os teonomistas acreditam que só caducaram os aspectos da Lei de Moisés que foram explicitamente mostrados como caducos, no Novo Testamento. Eles acreditam que não só os aspectos morais da Lei são atuais, mas também o aspecto de lei civil. Então, um teonomista estudará as leis e história do Velho Testamento, tentando extrair os seus princípios legais, e tentará adaptar esses princípios à nossa sociedade. Eu não sou propriamente um partidário dessa linha (uma pessoa tem de ser otimista para isso), mas penso que entendo o que eles estão tentando fazer.

    Bom, há dois pontos centrais no aspecto civil da Lei de Moisés (e portanto no sistema social que ela implanta) que eram absolutamente revolucionários então (e continuam sendo hoje). Foi a primeira (e possivelmente a mais radical) experiência miniarquista da história, e durou 400 anos.

    1. Um pais pensado como uma unidade coesa, mas com a administração totalmente descentralizada. E cada cidade, auto-governada, sem rei, sem poder executivo, sem funcionários, sem impostos. Isso deveria parecer uma completa loucura para todos os outros povos da época (e mais ainda hoje). É como se um país mantivesse a mesma estrutura de uma confederação de tribos indígenas, e cada cidade mantivesse a mesma estrutura de governo de uma aldeia de 100 pessoas. Na verdade, era um sistema de governo mais leve ainda que uma aldeia indígena, porque não existia nem a figura dos chefe. É impressionante como os cristão e judeus estão totalmente cegos para essa proposta revolucionária dentro da sua própria tradição. É como não enxergar um transatlântico diante de seus olhos. Eu nunca cheguei a ler nem mesmo um único texto teológico focado nisso. Eu próprio era parcialmente cego para esse aspecto, até que os "esquerdistas cristãos" me forçaram a pensar sobre isso, e descobri que a proposta de Lei de Moisés é o oposto exato do socialismo.

    2. Um sistema de proteção social maravilhoso, pensado numa época em que isso não existia em lugar algum do mundo. Mas esse sistema prescinde totalmente de governo. As pessoas necessitadas (órfãos, viúvas, estrangeiros, deficientes, gente empobrecida pelas circunstâncias) são alimentadas e protegidas, sem que houvesse nem um único funcionário público envolvido nisso. As leis de proteção social se focam em dar oportunidade para a própria pessoa se reerguer. Novamente, a cegueira de cristãos e judeus para isso é virtualmente total.

    Então, embora eu não conheça o trabalho teológico de Gary North (e penso que eu demoraria alguns anos para estuda-lo), acho bastante natural a junção de teólogo teonomista e economista libertário. E penso que seria algo maravilhoso ver essa proposta miniarquista radical adaptada à nossa realidade e reimplantada.

    Finalmente, fica a questão: Porque essa proposta fracassou naquela época? Decadência moral e contínua insensatez, conforme é visível no Livro dos Juízes. Mas nisso eles não são exceção. Poucos países passam 400 anos sem sofrerem uma ruptura de seu sistema social. Em todos os lugares, a decadência e a sandice cobram seu preço.
  • Rhyan  05/06/2013 04:43
    O artigo da Reason não tem fontes mesmo, mas o link que postei tem algumas fontes, como essa por ex.: vftonline.org/VFTfiles/thesis/commentators/North/GNSS-chap6.htm
  • Renato Souza  29/06/2013 13:25
    Rhyan

    Pois então apresente sua principal crítica a Gary North, com base nas palavras dele.
  • Marcos  08/06/2013 03:44
    Décadas de estatismo e degradação moral finalmente estão cobrando o seu preço. Eu acho até que demorou. Fico impressionado com a resiliência de certos países. Lembro de algo que Mises disse: países mais desenvolvidos conseguem aguentar más políticas melhor do que países com menor desenvolvimento.
  • Francisco Ferraz  09/09/2013 13:30
    "Sírios dizem que Brasil dificulta vinda de refugiados"
    Pois bem, esta é a chamada de um artigo publicado hoje no qual se dirige a um 'público internauta' de um modo geral, sem duvida de forma bem agressiva se formos qualificar que a imigrante que chama 'as falas' o nosso governo sequer lembra que esta 'cuspindo no prato que come'...me parece que segundo ela a SUECIA é o país para se viver afinal ja recebeu durante estes 'conflitinhos' cerca de 250 mil refugiados, eu disse DUZENTOS E CINQUENTA MIL REFUGIADOS (e dá-lhe assistencialismo). Que tal se fossem família(s) com TRABALHADOR(ES) (qualificados) sendo recebidos 'DE BRAÇOS ABERTOS' por qualquer nação(!?) seria bem legal, não é mesmo?!

    ...mais sabe como é né...Brazil (...)he he. O BRASIL desde o império JÁ RECEBEU MAIS DE 10.000.000, EU DISSE DEZ MILHÕES DE ARÁBES(num artigo onde li algo a respeito diziam sobre a colônia, serem muito organizados) os quais já vivem com seus filhos e netos como cidadãos/imigrantes/legais e com suas tradições em perfeita harmonia com nossos costumes, pois, de certa forma comprovaram a que vieram, CONSTRUIR juntos e irmanados uma sociedade civilizada(judeus e arábes convivendo juntos) conseguiram nos mostrar irmanadamente todos os seus costumes e nos agraciaram com seus sons, sabores e tons, entre outras boas ações os IMIGRANTES o fizeram e fazem no dia-a-dia em nosso grande território nacional, respeitam a bandeira e seguem as nossas leis. VAMOS PARAR QUE QUERER SER O BAM-BAM-BAM em tudo, xeretando e comparando os estrangeiros (principalmente os do primeiro mundo) nós não somos o que realmente queremos ser um dia se não cultuarmos o respeito a cidadania e, temos que seguir lutando pelos objetivos comuns, prosperando, ESTUDANDO e clareando a mente, 'fora' com os intrusos que querem 'mamar' nas gordas têtas do nosso (quase des)governo, já chega o que temos dentro de nossas fronteiras, sejam os estrangeiros ou os próprios conterrâneos (comprovadamente) os que nunca ajudaram a construir NADA. ATENÇÃO AOS FALSOS RUMORES!
    - VIVA NOSSO GOVERNO E GOVERNANTES PATRIOTAS, E QUE DEUS SALVE A DPF/MJ E AS NOSSAS FORÇAS ARMADAS!!!

    - PARA AQUELES QUE DIZEM SER PATRIOTAS, QUE SIGAM SEUS CAMINHOS SEM INTERFERIR COM OS PROFISSIONAIS QUE FAZEM SUA PARTE PELA NOSSA SEGURANÇA NACIONAL, AOS QUE SE INTERESSAM PROCUREM SABER UM POUCO MAIS ANTES DE FALAREM 'ABÓBRINHAS'. ESTUDEM, TEMOS BOAS ESCOLAS DIPLOMÁTICAS.
  • Rafael Mattos  25/01/2014 13:56
    Eu entrei aqui por acaso para conhecer mais sobre a suécia e acabei não entendendo nada!Absolutamente nada! A Suécia é um país que eu moraria fácil fácil!. Pelo que notei algum político (pouco me importa se é da direita ou da esquerda do meio do socialista,do democrata ou do sistema de monarquia ) pensou em ajudar pessoas cujos seus países estão sendo destruídos em um tema central de religiosidades , preceitos , doutrinas ou comportamentos . É uma bagunça de ideias que acaba tudo ditorcido.
    Pessoas que publicam livros que acham que o socialismo ou que a democracia ou que o assitencialismo...
    Um único tema tem que ser abordado : As pessoas precisam se respeitar mutuamente ! Independente da religião, sabemos que não devemos matar ,roubar, ter inveja, não cobiçar a mulher do próximo (destruir uma família que é o elo de todas as coisas),trabalhar para se sustentar! Existem no máximo 10 frases que as pessoas precisam fixar para viverem em paz! Acho que a suécia é um país que infinitamente comparado ao Brasil,pensa no bem estar das pessoas! Aqui o Bolsa Família somente serve para garantir a manutenção do poder! Mais nada! Como R$200,00 podem ajudar uma pessoa? Como assim? Um restaurante aberto para servir alimentos a todos ajudaria muito mais! Como o bom prato aqui em São Paulo R$1 e a pessoa come muito bem! Frutas e tudo mais!
    Se eu recebesse qualquer ajuda de um país que não fosse o meu, eu seria muito grato a este país. Teria todo meu apoio! Prestaria ajuda a necessitados!
    Eu pretendo sair do Brasil e tenho como objetivo a suécia, e não tenho inveja se eu chegar e andar de transporte público,não me importo se a loira não me quiser! Sou engenheiro mecânico aqui ,mas se eu imigrasse lavaria pratos na boa! Limparia bosta de nénem ou cuidaria de idosos! Como assim? Não tenho inveja dos suiços,americanos ou qualquer outro..lamento pelas pessoas que sofrem ao redor do mundo como a África que está abandonado a sua própria sorte e sem desenvolvimento!
    Acho que as pessoas enlouqueceram no consumismo! Incendiar a cidade que os recebeu? Isso é dar um tiro no próprio pé! É suicídio,está errado! E ainda culpar fulano ou ciclano? Por mais que teve interesses políticos !Ele vai prestar contas disso aqui ou não, porque ningúem aqui vai viver nesta terra pra sempre. TODOS MORREM! brancos,ricos,pobres,judeus,islamicos, ninguém tem razão em nada , até que consigam provar que são eternos aqui nesta terra! Até hoje não tm um pra contar história!
    Aqui no Brasil tenho todos os motivos do mundo para incendiar ônibus, apedrejar nossos governantes e destruir tudo por causa dos corruptos e impunes! NÃO FAÇO ISSO, NÃO JOGO LIXO NA RUA, NÃO ROUBO UMA BALA NEM MESMO SE EU TIVESSE UMA OPORTUNIDADE. SOU GRATO A DEUS PELA MINHA VIDA SAUDÁVEL! NÃO CULPO NINGUÉM POR SER POBRE E NÃO OSTENTAR BMW OU MERCEDES DO ANO! NÃO PRECISO DISSO. PRECISO SOMENTE COMER BEM, ESTUDAR, AJUDAR AOS OUTROS E TENTAR DIMINUIR A POBREZA MUNDIALMEnTE, ACABAR COM AS GUERRAS! EU AMO JESUS CRISTO E MAIS NADA! SÓ ISSO ME BASTA PARA SER PACÍFICO! RESPEITAR A NÓS MESMOS! Mais nada ! Amar uns aos outros ,independente de religião,cor,credo,raça,cara o que é difícil de entender?
  • Mohamed Attcka Todomundo  28/01/2014 21:29
    Rafael, concordo c/ praticamente tudo q vc disse, mas acho q vc ñ se dá conta da complexidade do assunto: ñ bastam bons valores, respeito e amor ao próximo da sua parte; tem q ser reciproco da parte do outro.

    tem uns autores q falam disso, da incompatibilidade entre umas condutas e certas culturas. walter williams fala disto (procure nesta lista de artigos); thomas Sowell tb ( nesta outra lista de artigos).

    tb tem umas coisas do Sowell no meu blog (aqui), e do williams
    (aqui).

    boa leitura



  • João  26/01/2014 07:21
    Muito bom, calando a boca dos adoradores da social-democracia escandinava, e os amantes do estado de mal-estar social...
  • anônimo  22/12/2014 02:23
    Eu estava lá em 22/05/2013, vi o que é uma polícia desarmada e sem saber o que fazer, tentando conter os seguidores do demônio maomé que foram educados com o wellfare state..Viraram as costas para o cristianismo e capitalismo, olhem o que aconteceu..
  • Andre  22/12/2014 11:50
    "polícia desarmada", como assim desarmada?

    Se a polícia fosse desarmada o crime imperaria.
    O que deve ter ocorrido na Suécia é que a polícia só tinha armas letais que não podiam ser usadas contra manifestantes destruidores de propriedade privada.

    E, talvez, eles tivesses armas não letais, mas evitaram usar para não serem chamados de islamofóbicos.


Envie-nos seu comentário inteligente e educado:
Nome
Email
Comentário
Comentários serão exibidos após aprovação do moderador.