Os ambientalistas e sua agenda anti-humana nos fazem de idiotas
por , sexta-feira, 24 de maio de 2013

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A-health-worker-spays-DDT-006.jpgOs ambientalistas, com a ajuda de políticos e de outras burocracias globalmente poderosas, foram bem-sucedidos em impor sobre todo o globo um conjunto de ideias que já custou dezenas de milhões de vidas humanas.

Peguemos o exemplo mais famoso deste totalitarismo homicida.  Em 1962, a famosa bióloga americana Rachel Carson publicou o livro Silent Spring, uma fábula sobre os supostos perigos dos pesticidas.  O livro se transformou em um clássico do movimento ambientalista, não obstante se tratasse de uma obra de ficção.  O livro exerceu uma influência poderosa sobre vários governos, o que levou à proibição mundial do uso do DDT (Dicloro-Difenil-Tricloroetano, o primeiro pesticida moderno) ainda no início da década de 1970.

Em 1970, pouco antes da proibição do DDT, a Academia Nacional de Ciências dos EUA declarou que o DDT havia salvado mais de 500 milhões de vidas humanas ao longo das últimas três décadas ao erradicar os mosquitos transmissores da malária.  Naquele ano, a Academia lançou um relatório no qual dizia: "Se tivéssemos de eleger alguns produtos químicos aos quais a humanidade deve muito, o DDT certamente seria um deles. ... Em pouco mais de duas décadas, o DDT evitou que 500 milhões de seres humanos morressem de malária, algo que sem o DDT seria inevitável".

Antes da proibição do DDT, a malária estava prestes a ser extinta em alguns países.

O DDT foi banido pelos governos no início da década de 1970 não obstante o fato de não ter sido apresentada nenhuma evidência científica comprovando que ele gerasse os efeitos que Carson e o movimento ambientalista alegavam que ele gerava.

Em seu livro Eco-Freaks: Environmentalism is Hazardous to Your Health, John Berlau, pesquisador e diretor do Center for Investors and Entrepreneurs do Competitive Enterprise Institute, escreveu que "Nem um único estudo mostrando o elo entre exposição ao DDT e contaminação humana já foi replicado".  Não apenas isso: em um estudo de longo prazo, alguns voluntários comeram 900g de DDT durante um ano e meio; até hoje, mais de vinte anos depois, nenhum deles apresentou nenhum efeito colateral em sua saúde.

O Dr. Henry Miller, membro sênior da Hoover Institution, e Gregory Konko, membro sênior da Competitive Enterprise Institute, escreveram em seu artigo no revista Forbes, "Rachel Carson's Deadly Fantasies", que o banimento do DDT foi responsável pela perda de "dezenas de milhões de vidas humanas, majoritariamente crianças em países pobres e tropicais.  Tudo isso em troca da possibilidade de uma pequena melhoria na fertilidade das aves de rapina.  Esta continua sendo uma das mais monumentais tragédias humanas do século passado."

Além das mortes de literalmente milhões de pessoas no Terceiro Mundo em decorrência da malária, o banimento do DDT também gerou inúmeras colheitas desastrosas, uma vez que insetos vorazes que eram combatidos pelo DDT puderam se proliferar novamente — e praticamente não há substitutos para o DDT a preços acessíveis nos países pobres. 

Mesmo se as estimativas da Academia Nacional de Ciências em relação às vidas salvas pelo DDT estivessem exageradas por um fator de dois, Rachel Carson e sua cruzada contra o pesticida ainda seriam responsáveis por mais mortes humanas do que a maioria dos piores tiranos da história do mundo.

Não obstante todas as evidências de que o DDT, quando utilizado corretamente, não apresenta nenhuma ameaça para o ambiente, para os animais e para os seres humanos, os ambientalistas extremistas continuam defendendo sua proibição.  Só na África, milhões continuam morrendo de malária e de outras doenças.  Após a Segunda Guerra Mundial, o DDT salvou milhões de vidas na Índia, no Sudeste Asiático e na América do Sul.  Em alguns casos, as mortes por malária caíram para quase zero.  Após o banimento do DDT, as mortes por malária e por outras doenças voltaram a disparar.  Por que então o banimento não é revogado?

Porque este é justamente o objetivo destes extremistas: controle populacional.  Alexander King, co-fundador do Clube de Roma, disse: "Na Guiana, em menos de dois anos, o DDT já havia praticamente aniquilado a malária; porém, isso levou a uma duplicação das taxas de fecundidade.  Portanto, meu maior problema com o DDT, olhando em retrospecto, é que ele ajudou a intensificar o problema da explosão demográfica". 

Jeff Hoffman, representante ambientalista, escreveu no site grist.org que "A Malária era, na realidade, uma medida natural de controle populacional, e o DDT gerou uma volumosa explosão populacional em alguns locais onde ele havia erradicado a malária.  Basicamente, por que seres humanos devem ter prioridade sobre as outras formas de vida? . . . Não vejo ninguém respeitando os mosquitos aqui nesta seção de comentários." 

O livro de John Berlau cita vários outros exemplos de desprezo dos ambientalistas pela vida humana e de como eles transformaram os políticos em seus idiotas úteis.

A organização mundial da Saúde estima que a malária infecta pelo menos 200 milhões de pessoas, das quais mais de meio milhão morrem anualmente.  A maior parte das vítimas da malária são crianças africanas.  Pessoas que defendem a proibição do DDT são cúmplices nas mortes de dezenas de milhões de africanos e de asiáticos.  O filantropo Bill Gates arrecada dinheiro para milhões de redes contra mosquitos; porém, para manter suas credenciais acadêmicas intactas, a última coisa que ele advogaria seria o uso do DDT.  Notavelmente, todos os políticos — principalmente os negros, que deveriam se sensibilizar com seus irmãos africanos — compartilham esta visão.

A morte de Rachel Carson não colocou um fim na insensatez ambientalista.  O dr. Paul Ehrlich, biólogo da Universidade de Stanford, em seu best-seller de 1968, The Population Bomb, previu que haveria uma enorme escassez de comida nos EUA e que "já na década de 1970 ... centenas de milhões de pessoas irão morrer de fome neste país".  Ehrlich via a Inglaterra em uma situação ainda mais desesperadora, e dizendo que "Se eu fosse um apostador, apostaria uma quantia substancial de dinheiro que a Inglaterra deixará de existir até o ano 2000".

No primeiro Dia da Terra, celebrado em 1970, Ehrlich alertou: "Dentro de dez anos, todas as mais importantes vidas animais nos oceanos estarão extintas.  Grandes áreas costeiras terão de ser evacuadas por causa do fedor de peixe morto".  Apesar de todo este notável currículo, Ehrlich continua até hoje sendo um dos favoritos da mídia e do mundo acadêmico.

E há ainda as insensatezes previstas pelos governos.  Em 1914, o U.S. Bureau of Mines [uma espécie de Ministério das Minas e Energia americano] previu que as reservas de petróleo do país durariam apenas mais 10 anos.  Em 1939, o Ministério do Interior americano revisou as estimativas, dizendo agora que o petróleo americano duraria mais 13 anos.  Em 1972, um relatório publicado pelo Clube de Roma, Limits to Growth, disse que as reservas de petróleo em todo o mundo totalizavam apenas 550 bilhões de barrias.  Com este relatório em mãos, o então presidente Jimmy Carter disse que "Até o final da próxima década, poderemos exaurir todas as reservas de petróleo existentes em todo o mundo".  E acrescentou: "Todo o petróleo e todo o gás natural de que dependemos para 75% de nossa energia estão acabando."

Quanto a esta última previsão de Carter, um recente relatório do U.S. Government Accountability Office [braço auditor do Congresso americano] em conjunto com especialistas do setor privado estima que, mesmo que apenas metade do petróleo existente na formação geológica do Green River nos estados de Utah, Wyoming e Colorado seja recuperada, isso já "seria igual a todas as reservas de petróleo que comprovadamente existem no mundo".  Trata-se de uma estimativa de 3 trilhões de barris, mais do que a OPEP possui em suas reservas.  Mas não se preocupe.  Tanto Carter quanto Ehrlich ainda são frequentemente convidados pela mídia para emitir suas opiniões.

Nossa contínua aceitação das manipulações, das mentiras e do terrorismo ambientalistas fez com que governos ao redor do mundo, além de banirem o DDT, implantassem políticas públicas assassinas em nome da "economia de energia" — como, por exemplo, as regulamentações estatais que exigem automóveis com menor consumo de combustível, o que levou a uma redução do tamanho dos carros e a um aumento no número de acidentes que, em outras circunstâncias, não seriam fatais.

Da próxima vez que você vir um ambientalista alertando sobre algum desastre iminente, ou dizendo que estamos prestes a vivenciar a escassez de alguma coisa, pergunte para ele qual foi a última vez que uma previsão ambientalista se mostrou correta.  Algumas pessoas estão inclinadas a rotular os ambientalistas de idiotas.  Isto é um juízo errôneo.  Os ambientalistas foram extremamente bem-sucedidos em impor sua agenda.  Somos nós que somos os idiotas por termos ouvido e aceitado tudo passivamente, e por termos permitido que os governos acatassem suas ordens.


Walter Williams é professor honorário de economia da George Mason University e autor de sete livros.  Suas colunas semanais são publicadas em mais de 140 jornais americanos.



86 comentários
86 comentários
Andre Oliva 24/05/2013 13:14:12

A obsessão deles agora é com o amianto.

Responder
pensador barato 24/05/2013 13:37:27

Leandro Roque tenho uma certa cautela em relação a artigos que atacam ambientalistas impiedosamente,pois acredito que boa parte deles são éticos e na minha concepção alguns são terroristas por saber que apelos emocionais sensibilizam mais do que argumentos lógicos-racionais,então não creio ser o caso o IMB usar do mesmo estratagema ataca-los desta forma e me corrija se eu estiver equivocado em minhas colocações.Desde já agradeço a resposta.

Responder
Leandro 24/05/2013 14:06:47

"tenho uma certa cautela em relação a artigos que atacam ambientalistas impiedosamente,"

O artigo se refere explicitamente à ala extremista, e explicita as consequências geradas pelo que esta gente defende.

"pois acredito que boa parte deles são éticos"

Se os éticos existem, eles estão em ensurdecedor silêncio. Até hoje não se pronunciaram contra as barbaridades. Omissão e covardia não são coisas éticas. Adicionalmente, qual é a ética de defender mosquitos em detrimento do extermínio de milhões pessoas por malária?

"e na minha concepção alguns são terroristas por saber que apelos emocionais sensibilizam mais do que argumentos lógicos-racionais,"

Concordamos, então. Mas aí você contradisse tudo o que disse acima. Se há os terroristas, então por que seria errado "atacá-los impiedosamente"?

"então não creio ser o caso o IMB usar do mesmo estratagema ataca-los desta forma"

Qual foi o "mesmo estratagema"? O IMB não defende o extermínio de seres humanos em prol da defesa de bichos. Essa sempre foi a nossa postura. Se você ainda não a entendeu é porque de fato é um "pensador barato".

"e me corrija se eu estiver equivocado em minhas colocações.Desde já agradeço a resposta."

As suas colocações, como demonstrado, são confusas e contraditórias. De nada pela resposta.

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pensador barato 24/05/2013 17:11:54

Leandro Roque você não me ofendeu com essa resposta e na realidade a provocação foi proposital,afinal sou filhote deste sistema educacional público que só forma pensadores baratos e antiéticos ao aceitarem a existência dessa excrescência que é o estado moderno e quando sou questionado acerca do modelo escandinavo me limito a responder que em termos comparativos é o menos pior dentre os piores países para se viver,quanto a causa ambiental quanto mais transparente for a crítica mais sem argumentos os ambientalistas e os pseudos-ambientalistas ficaram,quanto a questão da poluição que é real,é um fato triste e desagradável qual artigo você recomenda para desmistificar essa questão de forma convincente,pois é como eu disse e repito é uma realidade mundial e é atribuida ao setor privado essa externalidade negativa e chamada mal público nos livros-textos de economia,então qual a solução.Agradeço desde já a resposta.

Responder
Rafael Franca 24/05/2013 18:55:48

Um dos raros exemplos de ambientalista ético foi um dos fundadores do greenpeace que na década de 90 fez "mea culpa" sobre usinas nucleares quando fez a matemática de emissões de calor, uso de água, etc... Destacando sempre que os protocolos e fatores de segurança são maiores que os usados na aviação. Ele até hoje é apedrejado pelos ambientalistas... me falha o nome dele, e não sei mais nenhuma notícia relevantes sobre ele, mas basicamente, se não reconhecer que falou besteira no passado não passa de um hipócrita...

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Virgiliol 24/05/2013 13:48:08

Pessoal, vocês leram?:
terramagazine.terra.com.br/blogdaamaliasafatle/blog/2013/05/15/por-que-a-midia-da-tanta-trela-para-os-ceticos-do-clima/
Abraços

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Bruno D 24/05/2013 14:56:27

Nossa! Somos todos gratos a: Amália Safatle


Jornalista, fundadora e editora da revista Página22, especializada em sustentabilidade.Fala sobre questões e caminhos para se enfrentar a encrenca de proporção planetária em que a humanidade se meteu...

Nossa agora estou tranquílo, se não fosse a Amália Safatle (será irmã do Vladmir?)
estariamos perdidos..

Att

Responder
Lucas 25/05/2013 10:17:30

De uma olhada neste video á partir dos 49:35 min, explica o porque da Amanda Safatle e tantos outros "jornalistas" escreverem estas besteiras ambientalistas.

www.youtube.com/watch?v=tpvpiBiuki4

Responder
Nill 24/05/2013 13:58:28

O caso do petróleo pode parecer super surpreendente para muitas pessoas,mas não para mim !. Já faz décadas que fazem previsões que um dia o petróleo do mundo iria se acabar. E hoje se descobre um quantidade fantástica de petróleo num só país, os EUA. Que quantidade existira no mundo de petróleo ?

Como disse tal noticia desta fartura incrível de petróleo não me surpreende. A razão de não me surpreender é que só um cristão bíblico e acreditou na Criação . De que Deus é o Criador deste mundo e o criou com incrível Sabedoria.

E nesta sua Sabedoria dotou a Terra com imensa abundância de recursos.
È lógico que nesta Suprema Sabedoria não poderia haver á falha de um determinado mineral ou recurso,importantíssimo para humanidade,de repente escasseasse e por fim acabasse. Deixando o mundo em apuros.

Na realidade nenhum mineral ou recurso vai se tornar escasso ou acabar. fbds.org.br/fbds/IMG/pdf/doc-602.pdf Como preveem este site.
O mundo tem todos os recursos naturais abundantes e suficientes até que o Senhor Jesus volte e implante o seu Reino na Terra.

Sei que para muitos minha opinião é religiosa demais, é "muitíssima baseada na Fé ".

De fato é muito baseada na Fé em Deus, no Criador do Universo.

Se tenho Fé até em demasia,más, os "profetas" que dizem que o petróleo vai acabar, da enorme escassez de recursos naturais,da falta da água no mundo no futuro,etc,etc por acaso tem alguma Fé. A Fé é um recurso totalmente extinto neta gente como Ehrlich,Carter,Thomas Malthus,ambientalistas fanáticos,políticos socialistas e muitos outros.
A total falta de Fé faz que essas pessoas fiquem sempre prevendo desastres,crises terríveis,cataclismas. Sem Fé é impossível ter esperança.
O interessante é que os ambientalistas fanáticos e cia,mesmo depois de verem suas previsões de desastres não se cumprirem ou mesmo saírem muito ao contrário de suas previsões(vejam o caso do fim do petróleo e da fome no mundo por causa da super população,The population bomb).

Não se emendam e continuam a ter as mesmas opiniões e fazendo previsões terríveis. Posso ter errado num detalhe no meu comentário, talvez o problema desta gente não seja á falta de Fé (fé em Deus no caso)mas, um tipo de fé diferente que professam , ainda desconhecido por mim.

Responder
Romulo 12/02/2016 04:34:55

Exatamente. Se alguém acredita na Criação, não faz o menor sentido se preocupar com o clima. Deus o fez para aguentar até o final mas infelizmente ele deixou o livre arbítrio. Um monte de cristãos ignorantes, acreditam na "evangélica" Marina melancia por exemplo. Aí fica difícil.

Responder
Emerson Luis 24/05/2013 14:53:37

Tem um detalhe especialmente triste neste assunto.

Famílias numerosas geralmente são constituídas de pessoas pobres e de baixa instrução, que por isso mesmo não sabem e/ou não querem evitar mais filhos.

Quando as pessoas tornam-se bem informadas e a qualidade de vida sobe para um nível aceitável, a tendência é elas próprias administrarem melhor suas vidas, o que inclui limitar o número de filhos.

Ou seja: se estão tão preocupados com a explosão populacional, o melhor que poderiam fazer para detê-la seria justamente lutar contra o intervencionismo e a favor dos princípios do livre mercado.

* * *

Responder
R. Domini 24/05/2013 15:44:10

Alguém pode me dar uma dica?
Minha filha tem 8 anos e na escola particular que ela estuda (acredito que em outras também) eles ensinam "ecologia" na disciplina de "ensino religioso". Viram o duplo assassinato intelectual?
1º: ensinam "estudo religioso" (algo que deve ser feito na igreja da religião de cada família, não na escola)
2º: No lugar do tal "ensino religioso", eles colocam nesses livros matérias sobre ambientalismo (aquela baboseira demagógica que já sabemos qual é).

Minha filha adora escrever e parece ter mesmo certo dom para literatura. Infelizmente, não sei como dizer "não" nesses assuntos que não acredito. Não queria embaralhar a cabecinha dela nesta idade, e talvez só a advertisse quando estivesse mais madura, aos 11, 12 anos. Por enquanto, tento ver o "ambientalismo" que lhe ensinam como um mero conto de fadas, igual a tantos que ela já lê e adora reler.
Por favor, dicas!

Responder
Bruno D 24/05/2013 16:19:57

Procure estudar na internet e pesquisar páginas na internet sobre o homeschooling, pois o problema não é tão pontual assim: só a doutrinação eco-ambientalista.

Aqui no Mises tem alguns artigos a respeito do assunto.

www.blogtalkradio.com/marianadisca

Responder
Eduardo P 24/05/2013 16:54:07

R. Domini, eu também passei por isso na minha infância. Estudei em escola religiosa e tive uma educação ambiental bastante severa. Eu era incentivado a levar panfletos ambientalistas aos meus pais e a fiscalizar seus comportamentos enquanto a racionalização de água, eletricidade, etc.
Ainda hoje possuo hábitos que refletem essa educação. Mas, não acho que isso tenha me feito algum mal.
Eu não acredito que a formação escolar por si só seja capaz de manipular as pessoas a se tornarem ambientalistas xiitas. Possivelmente, sua filha será uma pessoa consciente e educada, que toma cuidados para não desperdiçar recursos naturais e dispõe corretamente do lixo.
Mas se você realmente teme pela influenciabilidade de sua filha, acho que basta você fazer o que você mesmo sugeriu. Apresente a ela a visão dos oposicionistas em tempo oportuno. =)

Responder
Henrique Figueiredo Simoes 24/05/2013 19:23:01

Domini, me permita discordar da sua preocupação. Educação ambiental todos devemos ter. Responsabilidade com o lixo, com as nascentes e rios, poluição e etc. A responsabilidade ambiental não é causa exclusiva da esquerda, mas sim de todos. Por exemplo: na minha fazenda, preservamos as 3 nascentes que temos lá com unhas e dentes, assim como os rios, que saciam a sede do gado e irrigam as plantações, tudo isso oriundo da nossa conscientização ambiental e, por que não, lógica. Maltratar a nossa propriedade privada só faz desvalorizá-la e torná-la economicamente menos útil. Outra coisa completamente diferente é a LEI querer proibir, coibir atitudes e interferir na atividade econômica e na propriedade privada das pessoas.

Fora isso, a educação religiosa se dá em escolas privadas. Se você escolheu colocar sua filha num colégio religioso privado, é porque você a educa nessa religião, logo, não há problema algum.

Um grande abraço.

Responder
R. Domini 24/05/2013 20:44:54

Eu sei, Henrique. O problema é que ecologia vindo das diretrizes do governo (MEC) tem aquele viés anticapitalista e pró controle e regulamentações estatais. Esse é o ponto negativo.

Responder
Henrique Figueiredo Simoes 24/05/2013 22:43:14

Ah, sim, é claro. Hoje, até a independência das escolas particulares não é mais a mesma. Afinal, temos somente 1 vestibular para todas as públicas, né? Onde 50% da pontuação da prova é fruto da redação. Ali que eles identificam e aprovam os mais aptos (leia-se esquerdistas) para a vida acadêmica...

As escolas privadas são obrigadas a seguir a cartilhazinha do MEC, acabando com a divergência de pensamento e filosofia nas escolas e universidades. Temos, sim, que lutar contra isso.

Um grande abraço!

Responder
mauricio barbosa 26/12/2015 11:53:49

Henrique Figueiredo Simoes
O ensino religioso é obrigatório nas escolas públicas fruto de um acordo entre o papa bento xvi e o sapo barbudo o que a meu ver é inconstitucional pois nossa constituição diz que o estado brasileiro é laico...

Responder
anônimo 26/12/2015 15:45:27

Onde que ensino religioso é obrigatório em escolas públicas do Brasil, amigo?

De onde você tirou que em 2015 há ensino religioso nas escolas Públicas do Brasil?

O único ensino religioso nas escolas brasileiras é o socialismo progressista do MEC.

Responder
Flavia 24/09/2014 21:51:58

Dica: troque sua filha de escola. Esta não serve. Mas não perca tempo.

Responder
Arthur M M 24/05/2013 16:19:22

Orwell rulez !

Responder
Joyce 24/05/2013 16:44:01

Parabéns pelo artigo. Só não entendi como é que falando em terrorismo ambientalista e políticos não foi citado o caso do Al Gore. Acho muito relevante, um exemplo ilustre do mesmo.

Responder
Lucas 24/05/2013 17:14:35

Gostaria de ver algum material também sobre o famigerado caso do buraco da camada de ozônio e a proibição do CFC.

Agradeço a quem puder compartilhar.

Responder
Glaucio 24/05/2013 18:36:38

Procure um vídeo no youtube com o climatologista "Ricardo Felício" no "Clube de engenharia".

Responder
Janaina 24/05/2013 17:55:52

Eu defendo um palavra para todos esse fatos e argumentos: Desequilíbrio! A partir do momento que uma população aumenta desproporcionalmente sobre outras (s) o ocorrem esse tipo de fato e muitos outros que estamos acostumados e presenciar. Harmonia só existe com equilíbrio. A verdade é que a humanidade cresceu de forma desproporcional e há muito tempo enfrentamos as consequências. Doenças, violência, corrupção, miséria...tdo isso é consequência de desequilíbrio.
Não acho de forma algum correto ignorar os conceitos de Ecologia, pois é essa matéria considerada como bobagem, que nos faz enxergar os dois lados da moeda.
No entanto...não é mais possível voltarmos no tempo. A humanidade vai continuar crescendo e cada vez mais vamos nos deparar com situações similares.
O fato é que, estamos num jogo de interesses, para ver quem tem razão, sendo que nunca mais haverá solução para tal questão... Ja aconteceu!

Responder
Leandro 24/05/2013 18:23:00

Isso é discurso eugenista. Além de tudo, é contraditório. Não faz sentido nenhum dizer que o aumento populacional reduz a qualidade de vida na terra. Nonsense total. É o aumento populacional que, ao fornecer mai mão-de-obra, aumenta a oferta de bens e serviços, bem como a qualidade deles.

Responder
Guilherme 24/05/2013 19:13:16

Leandro,

Na sua visão, o aumento populacional deveria ser constante? ou teríamos que chegar em um ponto de equilibrio?
Este aumento com certeza aumentaria a mao de obra, porem aumentaria a demanda e consequentemente a escassez...correto?

Ainda acho que o melhor "controle populacional" é a educação...pessoas educadas geralmente tem menos filhos!!!

Sobre estes movimentos de "Salve o Planeta" ou "Sustentabilidade", obviamente é uma boa maneira de ganhar dinheiro dos ignorantes...que acham que Sprays e Sacos Plasticos vão acabar com o mundo!!!

Um Exemplo;
Temos uma obra de duplicação de uma importante avenida aqui em Porto Alegre, e teriam que ser derrubadas 22 arvores...22. Tem umas 14 barracas no local com "Ativistas" lutando e protegendo estas arvores para não serem derrubadas...é uma piada.

Abs,


Responder
Leandro 24/05/2013 19:40:48

"Este aumento com certeza aumentaria a mao de obra, porem aumentaria a demanda e consequentemente a escassez...correto?"

Não faz muito sentido dizer que algo que aumenta a mão-de-obra -- e, logo, aumenta a oferta de bens e serviços -- gera mais escassez. O que você pode dizer é que o aumento populacional aumenta o consumo de recursos escassos -- os quais serão usados em mais processos de produção --, podendo assim levar ao seu esgotamento. Isso é verdade, mas o sistema de preços existe justamente para "regular" este uso e evitar este esgotamento.

Ademais, duas coisas não podem ser ignoradas:

1) É perfeitamente possível que um planeta menos povoado leve a um esgotamento mais rápido dos recursos naturais: basta colocar o governo para regular e congelar preços. Garanto que a escassez chega rapidinho.

2) Um dos grandes benefícios de um aumento da população é que isso torna mais fácil o transporte e a distribuição de matérias-primas e produtos. Por exemplo: imagine um produto cuja fabricação seja mais barata ao se utilizar uma matéria-prima que só existe nas ilhas Samoa. Um mundo despovoado tornaria impossível o transporte dessa matéria-prima das ilhas Samoa para algum centro de produção. Já um mundo densamente povoado torna esse processo extremamente simples e corriqueiro. Isso gera aumento de bem-estar.

Responder
Janaina 24/05/2013 20:20:17

Caro Leandro...
Respeito, mas não concordo com sua opinião. Para tudo existe um limite! Aumento populacional gera mão-de-obra e serviços é??? O que me diz da pobreza e da escassez do recursos naturais e ainda de matriz energética??
Precisamos de alimentos para esse povo meu caro, estamos nos limites de produção e quase sem fronteira Agrícola e vc ainda defende essa idéia de qualidade de vida com aumento populacional???
Leia Odum, para ao menos conhecer uma outra versão sobre populações e seus distúrbios!

Responder
Leandro 24/05/2013 20:46:31

"Para tudo existe um limite! Aumento populacional gera mão-de-obra e serviços é???"

Sim, aumento populacional gera mão-de-obra e serviços. Isso é algo empírico. Qual a sua teoria para contradizer isso? Vai precisar de um pouco mais do que apenas três pontos de interrogação. Seria realmente o cúmulo da genialidade retórica destruir um edifício de teorias e fatos mediante um simples aceno ortográfico.

"O que me diz da pobreza e da escassez do recursos naturais e ainda de matriz energética?? Precisamos de alimentos para esse povo meu caro, estamos nos limites de produção e quase sem fronteira Agrícola e vc ainda defende essa idéia de qualidade de vida com aumento populacional??? "

Eu não digo nada. Quem tinha muito a dizer sobre isso foi um cavalheiro chamado Malthus, mais de 200 anos atrás. Sua teoria se comprovou furada, mas, pelo visto, isso não intimidou seus seguidores.

Ademais, você obviamente ignora por completo o conceito de mecanização da agropecuária. Só vai faltar comida se os governos proibirem a expansão da agropecuária em prol de minhocuçus, aranhas, tatus e macacos-prego.

E volto a repetir: se você acha que pode refutar todo um arcabouço teórico por meio de um mero -- e ridículo -- aceno ortográfico, você está no site errado. Aqui exige-se um pouco mais neurônios dos leitores.

"Leia Odum, para ao menos conhecer uma outra versão sobre populações e seus distúrbios!"

Agora sim. Depois desta saraivada de pontos de interrogação, que me convenceram a respeito de todo este seu profundo arcabouço teórico, confesso não me conter para conhecer a obra desse tal Olodum (é algum pai-de-santo? Parece nome de exu). Deve ser de ótima qualidade.

Responder
anônimo 24/05/2013 21:15:39

'Quem tinha muito a dizer sobre isso foi um cavalheiro chamado Malthus, mais de 200 anos atrás. Sua teoria se comprovou furada,'

Tão furada que a ONU já está prevendo falta de comida nas próximas décadas.
O único 'argumento' do pessoal da religião do livre mercado é a idéia sem sentido de que, já que a produção de comida aumentou no passado, ela pode continuar aumentando indefinidamente, pra sempre. Coisa que não tem o menor sentido.

Responder
Thames 24/05/2013 21:25:43

"Tão furada que a ONU já está prevendo falta de comida nas próximas décadas."

Opa, agora vai! Com a ONU no meio, realmente não tem como errar!

Inacreditável como existem trouxas no mundo...

Como as damas balzaquianas, de vida airada, as teorias catastróficas rejuvenescem à medida que se esquecem as experiências passadas. É a teoria dos que não têm teoria.

Curiosamente, o artigo previu exatamente esse tipo de comportamento do anônimo: "Da próxima vez que você vir um ambientalista alertando sobre algum desastre iminente, ou dizendo que estamos prestes a vivenciar a escassez de alguma coisa, pergunte para ele qual foi a última vez que uma previsão ambientalista se mostrou correta."

É isso o que acontece com quem comenta sem ler: faz papel de otário. Compreensivelmente, nem colocou um nome.

Responder
Fabio MS 24/05/2013 21:52:31

Thames, seu comentário foi um verdadeiro fatality (para quem lembra do MK) pra cima do anônimo-ecofascista-consciente-descolado-acreditem-na-ONU.
Parabéns.
Faço questão de reescrever, como você fez, a parte final do artigo: "Da próxima vez que você vir um ambientalista alertando sobre algum desastre iminente, ou dizendo que estamos prestes a vivenciar a escassez de alguma coisa, pergunte para ele qual foi a última vez que uma previsão ambientalista se mostrou correta."

Responder
anônimo 25/05/2013 13:07:48

'Opa, agora vai! Com a ONU no meio, realmente não tem como errar!
Inacreditável como existem trouxas no mundo...'


Impressionante mesmo, principalmente trouxas que não sabem o que é ciência e que acham que tudo que a ONU faz é uma questão de política.Como se ciência dependesse de autoridade mas isso é complexo demais pra certas pessoas entenderem...

Responder
Sérgio 25/05/2013 23:02:49

A ONU é muito contraditória. O que diz hoje, amanhã pode dizer diferente. Uma vez eu ví um estudo da FAO que diz que a produção mundial de alimentos é suficiente para alimentar até o dobro da população atual. Agora, diz que vai faltar comida... Muito estranho.

Responder
anônimo 25/05/2013 07:11:56

E a lei dos retornos descrescentes?

Responder
Pedro 24/05/2013 21:43:00

Olha o bom senso pessoal!!!

Onde há ameaça populacional? Onde que o mundo vai "entupir" de gente?

A taxa de natalidade do mundo só é um pouco superior a taxa de reposição. A taxa de reposição atual é de 2,33 filhos por mulher em média, isso é, a população se estabiliza no longo prazo ao ter uma taxa de natalidade igual a 2,33. A taxa de natalidade atualmente, na média mundial, se encontra em torno de 2,47 (apenas 0,14 a mais!!!) filhos por mulher e continua caindo...

Na década de 50 a taxa de natalidade mundial era muito acima da taxa de reposição por isso alguns ambientalistas da ala mais fanática alertava para um possível descontrole no crescimento populacional.

Hoje a coisa inverteu de cenário e já nas próximas décadas chegaremos ao "paraíso na terra" ambientalista, uma taxa nula de crescimento populacional. Qualquer estudioso sério sobre o assunto hoje em dia prevê que atingiremos um pico de 9-10 bilhões de pessoas em meados desse século e então a população começará a cair.

É só ver isso em países mais desenvolvidos, especialmente no Japão, Tigres Asiáticos e países europeus, a taxa de natalidade já é bem inferior a taxa de reposição nesses países. O problema nesses lugares já é outro, FALTA DE GENTE, algo impensável 40 anos atrás...

en.wikipedia.org/wiki/Total_fertility_rate

www.indexmundi.com/world/total_fertility_rate.html

Responder
Fabio MS 24/05/2013 20:47:52

Janaina,
quem é que te revelou a verdade de que a humanidade cresceu de forma desproporcional? Aliás, esse desproprocional é em relação a quê (tamanho do planeta, terras "habitáveis", etc.)? Isso é puro achismo.
Essa história de "enxergar os dois lados" é uma grande lorota. O "outroladismo" é só uma forma de forçar as pessoas a aceitarem apenas um lado, o lado do bom, do belo e do justo segundo a concepção daqueles que exigem que os outros enxerguem o outro lado. Você fala em exergar os dois lados da moeda, mas você só enxerga um, o seu, e quer que todo mundo faça o mesmo.
O fato é que não aconteceu porra nenhuma! Estamos todos vivos, a temperatura está agradável, o mundo não acabou, o sol ainda brilha e vai continuar assim pelos próximos 4646465465465487987987987987465416541752698465412346978545875494341 anos multiplicado por 100000, quer você concorde ou não, a menos que, claro, pessoas como você vençam o debate político e suas ideias prevaleçam. Aí o mundo acaba mesmo. Vamos todos morrer de fome.
Que a população do planeta cresça bastante! Quanto mais gente, melhor!

Responder
Janaina 24/05/2013 21:30:57

Caro Fábio MS,
Eu enxergo os dois lados da moeda sim. Vim de uma escola que prega basicamente a agroecologia e não sou favorável a ela. Trabalhei muito na roça desde criança e bem sei o quanto é sofrido produzir alimentos. Ver uma bandeja de legumes na prateleira e um litro de leite e pensar só no termo "produção de alimentos" é isso que vcs fazem. Olham apenas um lado da moeda, não fazem idéia o que é conseguir produzir um tomate, ou acordar as 5h da manhã para tirar leite.
Não estou defendendo os ambientalista, muito pelo contrário. Acho tudo isso um baita sensacionalismo para impedir não sei o quê. No entanto, temos sim que admitir que a população esta crescendo muito e os recursos tornarão-se escassos.
Eu gostaria sim de ter total fé na ciclagem e na capacidade do planeta de resiliência, mas certamente não estarei mais aqui para ver isso, e nem meus filhos e talvez não os seus. Mas então, dane-se nosso planeta? Se vc pensa assim, eu não.
Para finalizar, vc deve estar contribuindo para o aumento da população mundial, pois do jeito que fala, deve ter ou querer no mínimo uns 8 filhos.
"quanto mais gente melhor"

Responder
Thames 24/05/2013 21:40:47

Recorrer ao artifício da emoção é um truque barato que funciona em vários lugares, menos aqui. Aqui exige-se a razão.

Você diz que "gostaria sim de ter total fé na ciclagem e na capacidade do planeta de resiliência, mas certamente não estarei mais aqui para ver isso, e nem meus filhos e talvez não os seus. Mas então, dane-se nosso planeta? Se vc pensa assim, eu não."

Não entendi essa lógica. O que exatamente vai fazer o planeta sumir? Seja específica.

Pelo que sei, o planeta já passou por tantas coisas ruins: já passou por terremotos, vulcões, placas tectônicas, movimento de continentes, raios solares, manchas solares, tempestades magnéticas, inversão magnética dos pólos, centenas de milhares de anos bombardeado por cometas, asteróides e meteoros, enchentes globais, maremotos, incêndios globais, erosão, raios cósmicos, eras glaciais recorrentes... e você acha que a simples produção de alimentos vai ser o elemento diferencial que finalmente fará com que a terra saia do seu eixo de rotação?

Não faz sentido. O planeta não vai pra lugar nenhum, nós vamos. Ele vai se curar, vai se limpar, porque é isso que ele faz. É um sistema que se autocorrige.

Responder
Francisco 27/05/2013 03:05:33

Thames, cuidado que George Carlin vai puxar se pé!

Responder
anônimo 27/05/2013 10:34:04

' Ele vai se curar, vai se limpar, porque é isso que ele faz. É um sistema que se autocorrige.'

Não há como afirmar isso.Pode ser que isso só aconteça em certas circunstãncias, e você está generalizando.Do mesmo jeito que os modelos dos 'eco terroristas' tem que ser confirmados pelo mundo real, esse seu 'modelo' também deve.Até lá, não é uma questão de certeza mas apenas de fé.

Responder
Thames 29/05/2013 15:24:47

"Não há como afirmar isso"? Como assim? Foi só isso que o mundo fez até hoje. Ele se recuperou completamente de todas as catástrofes que citei, sendo que todas elas são infinitamente mais sérias e graves do que humanos respirando ou usando DDT. Cabe a você explicar por que estas últimas são mais graves e mais irreversíveis do que as que eu citei.

Responder
Pedro 24/05/2013 21:49:21

Janaia, o Fabio MS no máximo "estaria" contribuindo para um equilíbrio populacional, visto que a taxa de natalidade brasileira já é inferior a taxa de reposição.

Aliás, ele seria muito bem vindo no Japão com seus "8 filhos"...

É incrível como em pleno 2013 ainda tem gente que vem me falar em explosão populacional quando todos os dados mostram uma tendencia contrária, como já foi postado por mim aqui em outro post.

Responder
Renato Souza 25/05/2013 01:02:52

É interessante a histeria a respeito da tal "bomba populacional". A taxa global de fertilidade não é grande. Um fator de tensão tem sido a diferença entre as taxas de fertilidades de diferentes países e povos.

Mas o mais impressionante é que as pessoas ficam falando do passado como se fosse o presente, e não importa quantos dados sejam mostrados, elas não viram o disco.

Creio que ainda no tempo de vida de nossos filhos, o despovoamento terrestre será um problema importante.

Mas vamos supor que a crescimento populacional continuasse por mais um ou dois séculos (é só uma suposição para efeito de argumentação, o fato é que o fantasma do encolhimento populacional já mostra a sua cara), isso seria um problema? A imensa maioria do território terrestre, mesmo aquelas terras que poderiam ser agricultáveis, está vazia, selvagem. Das áreas cultivadas, uma grande parte é cultivada com baixíssima tecnologia. Se essas áreas fossem melhor aproveitadas, a produção de alimentos poderia ser multiplicada várias vezes, sem nenhum aumento de área cultivada. E qual o motivo do baixo uso de tecnologia na maior parte das áreas? Os governos mantém artificialmente um alto custo dos insumos agrículas, através de impostos imensos, intervenções, burocracia.

Responder
anônimo 25/05/2013 23:15:18

O problema é que se ele a população cresce acima da produtividade, a riqueza per capta cai. Um exemplo: o PIB da China é maior do que o PIB do Japão. Mas por que a qualidade de vida dos chineses é muito inferior à dos japoneses? Porque o PIB per capta da China é muito menor, a população da China é 10X maior à do Japão.

Responder
Thames 25/05/2013 23:27:54

Por outro lado, a China atual é bem mais povoada que a de 25 anos atrás e a qualidade de vida da população é também muito maior. Basta você deixar o capitalismo funcionar, que ele se encarrega de fazer as melhorias.

Responder
anônimo 25/05/2013 23:20:57

"É o aumento populacional que, ao fornecer mai mão-de-obra, aumenta a oferta de bens e serviços, bem como a qualidade deles."

Leandro, eu concordo que uma prole gera benefícios, mas gera também custos. Você se esqueceu que a prole também consome recursos. Esse dilema não seria um problema enquanto os benefícios excedessem os custos, isto é, enquanto um membro adicional da sociedade agrega mais a ela como produtor de bens do que subtraísse dela como consumidor — e isso pode perfeitamente vir a ser o caso por algum tempo. Entretanto, como ensina a lei dos retornos, essa situação não pode durar para sempre. Inevitavelmente, chegará um ponto em que os custos de rebentos adicionais irão exceder os benefícios.

Responder
Leandro 26/05/2013 00:14:20

Anônimo, leia novamente o texto ao qual você linkou. Ele especifica claramente uma situação em que as famílias estão concentradas em um ponto específico de terra. É claro que, neste cenário, uma explosão demográfica será catastrófica. No entanto, tal cenário é mitigado pela mobilidade populacional. E dado que toda a população do planeta cabe no estado do Texas, é válido dizer que ainda há muito espaço para um aumento populacional. No Brasil, por exemplo, as áreas urbanas ocupam apenas 0,2% do território nacional.

Responder
Julio dos Santos 24/05/2013 23:58:54

Janaína, mesmo que nesta discussão se chegue à conclusão que o aumento da população seja ruim para o planeta, não vejo nenhuma forma não coercitiva para que tu, ou quem quer que seja, possa impedir que isso ocorra. Se quiseres dizer aos quatro ventos que uma população em crescimento é ruim e assim mobilize uma campanha de conscientização, sou de total acordo que seja feito, pois és livre para defender o teu pensamento, mas se em qualquer momento for determinado que haja controle populacional via imposição estatal, tudo que for defendido não terá valor algum. Entende? O problema não está em determinar a verdade ou não de uma teoria, mas sim fazer que ela seja imposta a todo custo pelo estado.

Responder
Emerson Luís 25/05/2013 11:19:19

Só existe uma forma não-coercitiva de controlar o crescimento populacional.

Famílias numerosas geralmente são constituídas de pessoas pobres e de baixa instrução, que por isso mesmo não sabem e/ou não querem evitar mais filhos.

Quando as pessoas tornam-se bem informadas e a qualidade de vida sobe para um nível aceitável em um ambiente socioeconômico estável, a tendência é elas próprias administrarem melhor suas vidas, o que inclui limitar o número de filhos.

* * *

Responder
Fabio MS 25/05/2013 00:18:44

Janaina,
1. Qual é a ligação de eu saber como o leite, o tomate ou o ovo de codorna são produzidos com a falácia ecochata? Qual é a relevância de eu saber o que é acordar 5h da manhã? Você é maluca? Eu só sei que o cara que produz, se não o faz apenas para consumo próprio (o sonho das Janainas que querem produzir a própria comida em casa e voltar a morar nas cavernas), quer que alguém compre. E eu o recompenso comprando seus produtos (se forem de qualidade e tiverem um bom preço), com muito gosto. Assim ele se sente incentivado a produzir mais e melhor.
2. O fato de ter trabalhado na roça não transforma devaneios verdes em verdades. Você quis se colocar num patamar moral superior só porque trabalhou na roça. Larga disso, garota.
3. Não temos que admitir que a população está crescendo. Além de não ter qualquer relevância, esse crescimento populacional é uma fantasia criada por apologistas do totalitarismo. A propósito, tenho uma pergunta: qual é, para você ou para o Odum, a quantidade ideal de pessoas que o planeta suporta?
4. Você tem filhos? Se você tem filhos, você não age de acordo com o que você pensa. Paralaxe cognitiva.
5. Não é da sua conta, mas já que você mencionou, eu pretendo ter uma legião de filhos. Uns 11, pelo menos. É que, sabe, eu gosto dos seres humanos. Eles são inteligentes, criativos, engraçados, malucos, etc.
É muito agradável conviver com seres humanos!
Abraço.

Responder
Virgiliol 25/05/2013 12:20:41

Pessoal, Alguns artigos para iluminar o debate:
www.midiasemmascara.org/artigos/globalismo/13995-o-mito-da-superpopulacao.html
www.midiasemmascara.org/mediawatch/outros/14072-na-revista-veja-artigo-enganador-sobre-a-antartida-e-o-aquecimento-climatico.html
www.midiasemmascara.org/artigos/ambientalismo/14082-ipcc-muda-seu-alarmismo-cientistas-e-imprensa-tentam-se-adaptar.html
Abraços

Responder
Marcus Benites 25/05/2013 23:44:41

Na verdade a discussão é estéril pois a debatedora, embora tenha escrito vários comentários, não precisou sua tese. O que, exatamente, ela defende? O que, exatamente, ela critica? Quais são os "lados" e que raios seria essa "moeda" de que fala? Em que o texto e os comentaristas defendem algo que faça mal ao "tirador de leite que acorda às cinco da manhã", e em que o que ela propõe (aliás, o que ela propõe exatamente?), tem a ver com melhorar sua qualidade de vida? Enquanto a argumentação se assemelhar a uma dissertação de um colegial em nível inicial (ou seja, um amontoado de coisas sem muito nexo jogadas ao vento e sem concatenação lógica), o debate será absurdo.

Responder
Romulo 12/02/2016 04:42:46

Margaret Sanger, Hitler, Mao e outros curtiram teu comentário!

Responder
R. Domini 24/05/2013 17:57:47

Vejam só a contradição dos ecochatos: Eles aceitam que DDT seria uma espécie de "controle populacional", pois mosquitos da malária matam pessoas. Agora leiam abaixo uma notícia no site da Veja,aqui.

DDT: bom contra a malária, ruim para libido e fertilidade

BLANTYRE, Malawi (AFP) - O inseticida DDT não deve ser usado para combater a malária no Malauí porque provoca redução da libido e da fertilidade masculina, segundo um oficial citado pela imprensa esta sexta-feira.

"Os efeitos colaterais do DDT sobre os homens é que se cansam logo e que sua libido diminui, bem como a produção de esperma", disse Andrew Daudi, do ministério da Agricultura, em entrevista ao Weekend Times.

O DDT é proibido no Malauí, mas os deputados pediram que volte a ser autorizado para eliminar os mosquitos vetores da malária, doença que mata centenas de pessoas por ano nesta pequena república da África austral.

"O DDT não é amigo do homem", acrescentou o funcionário.

No entanto, o deputado R. Chirwa, citado na mesma publicação, protestou contra esta tomada de posição.

"Devemos morrer de malária porque os homens querem produzir mais esperma e desejam ter libido forte? Isto não se sustenta!", disse o deputado.

Responder
Caio 24/05/2013 23:14:27

Que se proiba logo os anti-depressivos!

Responder
Rafael 24/05/2013 18:16:54

O eco-terroristo também está presente em toda a agenda do aquecimento global, buraco de ozônio, entre outros...

Responder
Joeber B. S, de Souza 24/05/2013 19:29:03

É extremamente delicado tocarmos neste assunto dos ambientalistas, pois muitos pesquisadores são patrocinados pela indústria ou por um governo corrupto, ou quando não, tornam-se cegos por suas crenças políticas doutrinárias. Ou seja, nunca saberemos se haverá 100% de isenção nos artigos que lemos. Só para complementar este artigo, às vezes quando o governo investe em campanhas caras de vacinação com argumentos de salvar vidas, que no caso da gripe suína H1N1 são muito poucas em relação à morte pela malária, ele faz um esforço hercúleo e bilionário. Vejam abaixo o que foi publicado pela repórter Mariana Lenharo no Jornal da Tarde – Grupo Estado, em novembro de 2011. blogs.estadao.com.br/jt-cidades/eficacia-da-vacina-contra-a-gripe-suina-e-questionada/#comments
Conforme o artigo publicado nesse jornal não há provas científicas de que a vacina contra o vírus H1N1 seja eficaz, isto foi afirmado por especialistas internacionais no VIII Congresso Brasileiro de Epidemiologia, em São Paulo. O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde da época, Jarbas Barbosa silva Junior reforçou esta ideia ao dizer que faltam evidências que mostrem o impacto desta vacinação.
Para o professor Arthur Lawrence Reingold, chefe da Divisão de Epidemiologia da Universidade da Califórnia, nenhuma das estratégias atualmente disponíveis para conter o vírus – do uso de antivirais ao isolamento dos pacientes – tem eficácia comprovada." "Não acho que a cobertura vacinal tenha a ver com a mudança na circulação do vírus. Ainda não é possível conter uma epidemia de influenza, só atrasá-la".
O médico espanhol Juan Gérvaz, da Sociedade Espanhola de Saúde Pública e Administração Sanitária, foi enfático ao afirmar que a reação à gripe H1N1 foi exagerada e que o desenvolvimento de vacinas, bem como a adoção do antiviral oseltamivir (o tamiflu), teria atendido a interesses da indústria farmacêutica.
Para justificar seu ponto de vista, ele cita que a mortalidade pela influenza A na Polônia, onde ninguém foi vacinado, e na Espanha, onde uma parcela da população recebeu a vacina, foi semelhante. "As vacinas se transformaram em um negócio. Cada vez tem mais vacinas para doenças menos importantes", avaliou.
Do ponto de vista do nosso governo seria mais prudente salvar algumas vidas a qualquer preço mesmo sem comprovação de sua eficácia, ou seja, um exemplo de desperdício do dinheiro público fomentando negociatas com as indústrias oportunistas?
Do ponto de vista da indústria seria uma excelente oportunidade aumentar o seu faturamento através de um comprador 'acéfalo" ou "corrupto" que é o governo brasileiro?
Do ponto de vista mais cético, ou seja, dos pesquisadores, a gripe poderia ser, assim como, a malária uma excelente forma de redução da população mundial que vivem nos países subequatoriais? Como assim, se populações não vacinadas tiveram a mesma mortalidade?
Nestas questões residem os interesses de gigantes que entram em colisão, e qualquer opinião sobre elas nunca terão 100% de isenção.
Vamos analisar a situação da malária e do H1N1 do ponto de vista econômico.
O DDT muito barato, eliminação da malária eficaz, muita gente viva em locais de grandes riquezas a serem exploradas, maior facilidade de entrada de investimento, melhorias na qualidade de vida e potencial de consumo de bens e serviços, maior potencial de investimento local na produção de inseticidas mesmo que mais caros e substituição do DDT se fosse demonstrado ser o novo superior em relação à eficácia, eficiência e efetividade e menor risco para a saúde. Vacina para o vírus H1N1, pouco eliminação do vírus, sem impacto na mortalidade, mas sua alta morbidade nos lugares de grande densidade populacional e grande produção prejudicaria muito os grandes centros. Seu alto custo é compensado por uma possibilidade de diminuição dos riscos de queda da produção. Se comprovado sua falta de eficiência, eficácia e efetividade através de estudos epidemiológicos suspenderíamos a vacinação, mas já que o controle deste vírus é importante para a produção, deve-se investir parte do lucro desta produção em pesquisas na tentativa de uma vacina melhor.
Reparem como é cruel a forma de governar o nosso Estado. Onde o mercado deveria investir em pesquisa assumindo os seus riscos, já que o motivo da vacinação para H1N1 foi o risco de queda da produção, o governo investe nossos impostos em uma vacina sem comprovação de eficiência, além da fomentação de um mercado bilionário de empreendedores incapazes, tudo isso com os nossos impostos.
E nas regiões cuja economia necessita de mais e melhores investidores, para que a mesma prospere, o governo em nome destes mesmos empreendedores incapazes, não investe nada de nossos impostos, mesmo sabendo da existência de um produto eficiente, eficaz e com efetividade como poderia ser o DDT.
Vou dar um exemplo que conheço que exemplifica este excelente artigo do Leandro, me corrijam caso esteja errado. O que seria dos bilionários negócios de entretenimento como o da Disney em Orlando caso existisse a malária lá? Seria a mesma coisa que é hoje? A diferença é que os lucros são tão altos que compensa gastar milhões de dólares anualmente no controle dos vetores da malária em Orlando, após sua extinção. Além do mais combater os vetores da malária em suas florestas é um grande negócio para manter um negócio maior que é a indústria bilionária de entretenimento. Será que o DDT nunca foi usado por lá? Claro que sim. E só foi substituído após a prosperidade local, assim como na Itália e Espanha? Talvez sim. Ou foi substituído por terem achado que ele causa câncer? Claro que não. Não podemos banir um grande produto por suas incertezas de efeito colateral, diante de seus excelentes resultados, salvo ele gere mais lucro pra quem quer bani-lo. Veja o exemplo da indústria de tabaco, responsável por 90% dos cânceres de pulmão, por que não bani-lo? Pelo contrário, criou-se um novo mercado bilionário para combatê-lo e não bani-lo. Concluindo, qualquer argumento contra o uso do DDT é questionável e gostaria de ter mais bases para banir estes argumentos ambientalistas. Falta consciência ética mundo? Ou existe razões demais para ignorá-la?
Abraços.

Responder
Dalton C. Rocha 24/05/2013 20:51:52

Ecologia é eugenia pintada de verde.
Dei-me um ecologista e eu lhe darei um racista, um preconceituoso e um charlatão.
A esquerda antes era vermelha. Agora, a esquerda é verde.

Responder
Clistenes 24/05/2013 23:59:44

Exagerada também é o ataque aos ambientalistas. Certamente há pessoas desonestas, alarmistas e exageradas na atuação ambientalistas, mas a negação intransigente de tudo que representar impacto ambiental, ou que for de encontro à lógica Ancap do IBM também não é honesto.

Responder
Mauro 25/05/2013 23:17:27

Prezado Clístenes, Walter Williams não é e nem nunca foi anarcocapitista (aliás, ele sequer se define como austríaco). Tampouco esse artigo, que fala exclusivamente sobre DDT, representa uma "negação intransigente de tudo que representar impacto ambiental"

Tenha mais senso de proporções e seja menos fanático.

Responder
nill 25/05/2013 00:02:31

Janaìna disse : Precisamos de alimentos para esse povo meu caro, estamos nos limites de produção e quase sem fronteira Agrícola e vc ainda defende essa idéia de qualidade de vida com aumento populacional???

Sabe ! Há tempos atrás eu ouvia de forma triunfante e exaltada de que o Brasil seria o país maior produtor de alimentos do mundo. Isto é dito para elevar o orgulho dos brasileiros.
O Brasil colhe em 2013 uma safra de 184 milhões de toneladas de grãos, a maior de sua história.
Por curiosidade fui pesquisar quando colhem outros países e me impressionei com os números gigantesticos . A China colheu em 2012,cerca de 589,57 milhões de toneladas de grãos, a produção vêem crescendo há 9 anos consecutivos .

Os EUA também colhem mais de 500 milhões de toneladas de grãos anualmente.
Portanto o Brasil deveria colher mais de 600 milhões de toneladas de grãos se quiser ser o maior produtor de grãos. Acredito que o Brasil possa conseguir alcançar esse número assombroso de grande.
Ai ! Os 3 países juntos,Brasil,China e EUA conseguiram juntos colherem mais de um bilhão e meio de toneladas de grãos juntos. È um número super-fantástico,mas, a produção de alimentos no século XXI será cheia de números super-fantásticos.

Agora sobre os minerais,Janaína já ouviu falar da mineração submarina ? Que está apenas começando. Veja umas noticias a respeito. www.engenhariademinasnews.com/mineracao-e-metalurgia/corrida-por-mineracao-no-fundo-do-mar-gera-polemica

www.advivo.com.br/blog/paulo-cezar/mineracao-submarina

Janaína já ouviu falar de Mineração Espacial. È isto mesmo estão procurando buscar minérios fora do planeta Terra. Veja noticias:reporteralagoas.com.br/novo/?p=57533

revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI303604-17770,00-MINERACAO+ESPACIAL+DEVERA+COMECAR+NOS+PROXIMOS+ANOS.html

Janaína ! Querida ! Aprenda uma coisa ! Este mundo é muito mais complicado do imagina. Ponha isto na sua mente simplista.

Responder
Andre Cavalcante 25/05/2013 01:50:42

Sinceramente há muito de religião e pouco de ciência na discussão.

Primeiro ecologia é ciência, estuda as leis de interação entre os seres vivos e seu meio ambiente. Antes de qualquer coisa é fundamental para o próprio ser humano saber o seu lugar neste mundo e como interage com o seu meio ambiente físico. Sem este estudo básico, as evoluções em agricultura se tornam mais difíceis. Logo, boa parte da grande evolução na agricultura moderna se deve a métodos estudados primeiramente por ecologistas, agrônomos, biólogos, químicos etc. É com o trabalho e estudos sérios desse pessoal que a qualidade do ar, da água, dos alimentos etc., nas cidades e no campo vão melhorando.

Outra coisa, ecologia não é ambientalismo. Ambientalismo é movimento político e ideológico. E como todo movimento desse tipo, tem lá os seus encantos e seguidores, mas essa de confundir a ciência com o movimento é dose. Sei que é caso pensado: os partidários querem dar um ar de autoridade às suas ideias, mas, como os primeiros "papas" escolheram somente os textos que mais lhes agradavam. Odum filho, ecologista, é cientista, mas o Odum irmão está mais pra ambientalista.

Por outro lado, achar que a Terra está com os dias contados por causa do homem, além de ignorância científica, é um apelo a emoção sem nenhum sentido.

Para aqueles que acham que tem muita gente na Terra, fiz umas contas um dia desses e posto aqui novamente. Somos 7 bilhões. Se morássemos em famílias de 4 pessoas, necessitaríamos 7/4=1.75bi de casas. Se cada casa ocupasse 200m2 (uma casa padrão americano), ocuparíamos 350.000km2, o que menos que o estado de Mato Grosso do Sul. Ou seja, temos espaço de sobra para vários bilhões de pessoas.

Para aqueles que acham que a água vai acabar, o consumo de água potável por habitante é da ordem de 500 litros/pessoa/dia = 0.5m3/pessoa/dia * 7 bi = 40.500 m3/s << 209.000m3/s. Ou seja, só o que o Amazonas despacha no oceano a cada segundo 5x mais de água doce do que tudo o que a humanidade precisa.

Para aqueles que acham que as reservas minerais da Terra vão acabar um dia, esquecem-se que a crosta da Terra (com uma área superficial de 510 mi km2) tem uma espessura de 60km em média, o que dá um volume total de 30bi km3. A mina mais profunda está a menos de 4km de fundo. E olha que não contabilizei a possibilidade de minerar asteroides, algo que já vai se tornar realidade antes do fim do século (já reconheceram um que tem mais ferro do que tudo o que foi minerado na Terra).

Para aqueles que acham que o homem é o causador do efeito estufa, por causa da sua produção exagerada de CO2, basta dizer que o CO2 corresponde a apenas 0,039% de todo o ar. Uma gás de efeito estufa muito mais preocupante é o vapor d'água que representa entre 1% (nas áreas secas) a 4% (nos trópicos), ou seja, o vapor d'água tem uma presença 25x maior (na melhor das hipóteses). As emissões humanas são um percentual minúsculos em relação ao todo (fora que medidas recentes mostram que os oceanos já começaram a fixar o carbono extra).


Responder
Rafael 25/05/2013 02:43:53



Hahahaha!

Responder
Janaina 25/05/2013 02:53:16

Ok a todos!
Respeito de verdade todas as opiniões.
Cada um tem suas ideologias e concepções, essas são as minhas. Não vou mudar o mundo, mas assim como vcs lutam por uma causa, existem pessoas como eu do outro lado.

Responder
anônimo 25/05/2013 05:31:16

Ignoram que a DDT também matava muitos predadores do mosquito transmissor da malária e do mosquito transmissor da dengue. Ignoram também as evidências científicas de que a DDT era cancerígeno...

Responder
Thames 25/05/2013 09:25:11

Quais "as evidências científicas de que a DDT era cancerígeno"? O artigo fala especificamente sobre isso. E várias vezes. Sinal de que você nem leu.

"O DDT foi banido pelos governos no início da década de 1970 não obstante o fato de não ter sido apresentada nenhuma evidência científica comprovando que ele gerasse os efeitos que Carson e o movimento ambientalista alegavam que ele gerava.

Em seu livro Eco-Freaks: Environmentalism is Hazardous to Your Health, John Berlau, pesquisador e diretor do Center for Investors and Entrepreneurs do Competitive Enterprise Institute, escreveu que "Nem um único estudo mostrando o elo entre exposição ao DDT e contaminação humana já foi replicado". Não apenas isso: em um estudo de longo prazo, alguns voluntários comeram 900g de DDT durante um ano e meio; até hoje, mais de vinte anos depois, nenhum deles apresentou nenhum efeito colateral em sua saúde.

[...]

Não obstante todas as evidências de que o DDT, quando utilizado corretamente, não apresenta nenhuma ameaça para o ambiente, para os animais e para os seres humanos, os ambientalistas extremistas continuam defendendo sua proibição"


Apenas vir aqui e ficar papagaiando palavras de ordem não são o bastante para se fazer ouvir -- principalmente uma pessoa que sequer se deu ao trabalho de ler o artigo. Tenta de novo, mas agora sem preguiça.

Responder
anônimo 25/05/2013 05:46:46

E pq a expectativa de vida não caiu depois do banimento do DDT?

Aliás, por falar em expectativa de vida, na Coréia do Norte, o DDT ainda é usado:

"DDT is currently being produced in three countries, India, China and the Democratic People's Republic of Korea. [...] Recent information from DPR Korea indicates 160 t of DDT produced per year, mainly for use in agriculture (i.e. not acceptable under the Stockholm Convention) and a small portion for use in public health." (pag. 4 e 5)

www.pops.int/documents/ddt/Global%20status%20of%20DDT%20SSC%2020Oct08.pdf

Responder
Lucas 25/05/2013 07:55:23

Pessoal, alguem conhece um documentario sobre o Aquecimento Global (ou Mudanças Climaticas) que demonstre de forma honesta e imparcial as falhas e incoerencias deste alarmismo ambientalista. Eu encontrei muitos no youtube da BBC, Canal 4, Discovery com o titulo "A Farsa do Aquecimento Global" mas gostaria de receber uma indicação do pessoal aqui do IMB que ja tenha visto um bem produzido e de otima e simples qualidade argumentativa. Estes tempos atras eu assisti o "Trabalho Interno" que apesar de ser bem produzido, se mostrou um pouco parcial com um vies anti-capitalista (fazendo juizo moral sobre a riqueza dos bilionarios de Wall Street) e estatista (apontando supostas "falhas de mercado" no mercado financeiro e clamando por intervenções mais duras, no caso o governo americano e suas agencias regulatorias), porem no quesito argumentação, apontou os verdadeiros fatos que cuminaram na crise de 2008, como os titulos podres, a bolha imobiliaria, etc etc que tambem sao apontados nos artigos do IMB sobre o mesmo assunto, ou seja, apesar do apelo esquerdista eu achei o documentario muito bom. Enfim, gostaria de uma indicação de documentario sobre o assunto, so que bem produzido e o mais imparcial possivel, se alguem ja assitiu algum por favor indique para mim.

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Pedro Lima 26/05/2013 02:34:21

Para controlar o crescimento populacional, basta fumar, pois causa impotência. Ou então incentivar o uso de veículos, por causa dos acidentes. Ainda há a opção de não se preocupar com o discernimento alheio, para que os menos esclarecidos matem uns aos outros. just kidding

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Sérgio 26/05/2013 21:42:50

Agora, falando sério.

O problema não é a superpopulação. O problema é esta engenharia social que prega o hedonismo e a irresponsabilidade. O casamento moderno foi tão destroçado pelo feminismo que virou um peso pro homem. No passado, no tempo das donzelas, as núpcias era o momento mais feliz e prazeroso na vida de um homem, e o casamento era até vantajoso pro homem, devido que um mundo mais "pacato" daqueles não tinha lá muita opção de diversão e uma família numerosa e unida servia como refúgio e integração social pro homem. Hoje em dia, com o feminismo e o marxismo cultural, na era da "marcha das vadias", com a mídia propagando relações descompromissadas, com a banalização do sexo e homens e mulheres não se relacionam mais para cumprir a função biológica de procriar e construir família. Se relacionam só pelo prazer. E um filho hoje é considerado um encargo, um peso. Vejam o video do Padre Paulo Ricardo sobre isso:

www.youtube.com/watch?v=YZq3Pz5xgu0

Afinal, pq casar e formar família se pode viver na libertinagem? E este hedonismo que é ruim. Afinal, quem não conhece mulheres solteiras que tem dois ou três filhos de pais diferentes? Procriar assim, sem responsabilidade é que é ruim. É por isso que antigamente, o sexo fora do casamento era severamente repreendido, para evitar a irresponsabilidade e para ter sociedade estáveis e funcionais (como eram).

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YBS 29/05/2013 01:49:56

Lembro de ser "ensinado" sobre os perigos do DDT há alguns anos, no colégio. Nessa mesma época, os livretos e reportagens já sentenciavam a escassez; minha preferida é a escassez de água. Jamais me esquecerei de quando ouvi que até 2030 toda a água do mundo teria acabado. Marcou-me demais essa previsão risível pois mesmo sendo uma criança, eu dei risada e resolvi confiar no taco da humanidade. Pois bem, ainda confio. Aguardemos 2030, pessoal!

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Ricardo 05/06/2013 18:55:41

O liberalismo, ou qualquer sistema que se baseie na extração constante e descontrolada de recursos naturais para alcançar crescimento econômico infinito, é inviável a longo prazo, pois vivemos num planeta finito cujos recursos se renovam num ritmo finito. Assim, ainda que todos fossem milionários, isso de nada adiantaria se tivéssemos que respirar ar poluído e comer comida carregada de tóxicos. Hoje, até certo ponto, você ainda pode se afastar desse estilo de vida, mas quando não houver mais natureza para devastar, não teremos escolha (a menos que o dinheiro seja comestível). É isso o que você quer para seus descendentes?

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Leandro 05/06/2013 19:08:48

O exaurimento de recursos naturais é um problema somente naqueles regimes em que a terra e os recursos naturais não são propriedade privada. Se houver propriedade privada, o sistema de preços se encarregará de evitar desperdícios e o uso desmesurado das coisas.

Exatamente por isso os defensores da natureza devem advogar a total e irrestrita privatização de todos os recursos naturais. Somente quando houver proprietários visando ao lucro é que os recursos deixarão de ser irracionalmente exauridos. Somente quando uma terra tem dono é que este possui vários incentivos para cuidar muito bem dela. Sua preocupação é com a produtividade de longo prazo. Assim, caso ele decida, por exemplo, arrendá-la para uma madeireira, ele vai permitir a derrubada de um número limitado de árvores, pois não apenas terá de replantar todas as que ceifou, como também terá de deixar um número suficiente para a safra do próximo ano.

Já quando a madeireira possui um arrendamento de curto prazo -- como ocorre quando as florestas são estatais --, seu incentivo é ceifar o máximo de árvores o mais rápido possível antes que o período de locação expire.

Praticamente todas as questões relacionadas ao ambiente envolvem conflitos sobre propriedade. Sempre que houver propriedade privada, os proprietários podem resolver estes conflitos por meio da proibição e da punição aos atos de transgressão. O incentivo para se conservar é uma característica inerente à estrutura de incentivos criada pelo mercado. O mesmo é válido para o incentivo de se preservar todas as coisas de valor. A responsabilidade pelos danos à propriedade alheia tem de ser arcado pelo indivíduo que causou o estrago. Propriedade comunal do ambiente, como existe hoje, é o caminho certo para destruição da natureza.

Se você gosta da natureza, privatize-a

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Carlos Oliver 06/07/2013 22:59:03

Quanto à questão do DDT, devo ainda lembrar que a epidemia de percevejos de cama assola os países desenvolvidos e é um problema muito sério. Será que o mundo vai ter que afundar em percevejos (numa casa qualquer, os primeiros 40 insetos se transformam em 6.000 em 6 meses)para se tomar uma providência? Os prefeitos e governadores dizem que não é um problema de saúde pública, pois eles não passam doenças (SIC)[devo dizer: a certeza sobre isto deve ser a mesma de que o DDT causa câncer]! Que tal trancarmos estas "autoridades" (e mais os ambientalistas radicais)num prédio cheio de percevejos de cama?
Minha proposta: voltar a legalizar o DDT já!

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Guilherme S. 07/07/2013 22:45:56

Tem partes desse texto que me lembram um texto do Michael Crichton chamado "Environmentalism as a Religion". Ele menciona que não há uma única evidência de que DDT cause afinamento de casca dos ovos de aves de rapina e depois menciona o experimento das pessoas que comeram DDT. O ambientalismo, na visão dele, seria uma religião.

Só uma pergunta: vcs conhecem um texto do psiquiatra inglês Theodore Dalrymple (nome verdadeiro, Anthony Daniels), chamado "Sympathy Deformed"? É bem interessante, narra como o politicamente correto é apenas uma nova maneira de incentivar o marxismo através do coitadismo. Nesse texto, T. Dalrymple narra como as políticas socialistas de Julius Nyerere, presidente da Tanzânia, arruinaram o país causando escassez e corrupção: não havia razão para produzir nada porque não havia nenhuma recompensa para produzir qualquer coisa.

Acho que seria um texto muito interessante para o site.

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Amarilio Adolfo da Silva de Souza 21/03/2015 15:38:50

Os governos só enganam as mentes mais ingênuas.

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Matheus Cabral 13/02/2016 19:01:45

Um bom artigo complementar defendendo o DDT:

diariodovale.com.br/bastidores-e-notas-por-aurelio-paiva/proibicao-do-ddt-como-inseticida-matou-milhoes-e-nos-trouxe-a-dengue-e-a-zika/

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Frederico Calijorne 14/02/2016 13:17:14

Oi Pessoal,

Postulo em minhas conversas e aulas que o crescimento desse ambientalismo foi bem sucedido porque cooptou os órfãos do socialismo após a derrocada do sistema no fim dos anos 80.

Todos aqueles que eram contra o capitalismo ficaram sem ter uma causa e adotaram a fantasia de melancias para continuar combatendo o modelo econômico vigente. Verdes por fora, vermelhos por dentro! E, convenhamos, ela foi bem mais conveniente, já que é muito mais trabalhoso convencer alguém que usar inseticida, fazer manipulação genética e inventar fertilizantes é de fato bom pra nossa espécie humana.

Abraços,

Fred

Responder
Paulo Henrique 14/02/2016 19:01:12

Esse artigo está cheio de erros, com todo o respeito, porque gosto muito desse site, mas isso não me impede de criticar alguns artigos (como esse)

Primeiro, o DDT foi proibido definitivamente no Brasil apenas em 2002, ele de facto quase extinguiu o mosquito da dengue no Brasil em 1950-19XX, porem, ele não extinguiu ele é menos eficaz em países tropicais com elevada população de mosquitos, apenas matou os menos resistentes, selecionando aqueles resistentes, e esses, proliferaram. O DDT foi proibido definitivamente no Brasil apenas em 2002, você tem várias décadas com seu uso e a dengue subindo.. Exatamente porque foi selecionado os mosquitos resistentes (seleção artifócal-natural)

Assim, o DDT é ineficaz de qualquer forma..

Outra coisa, existe vários estudos que mostram seus efeitos ao meio ambiente. Não apenas esses citados pelo artigo..

Recomendo ao site que retire o artigo, ou atualize ele com a visão oposta, para não provocar desinformação

Responder
Andre Cavalcante 18/02/2016 21:19:06

Como é que é? 2002? Tem certeza disso?

www.anvisa.gov.br/divulga/noticias/2009/200509.htm.

Mais cuidado da próxima vez. Se não vais passar vergonha no site.

Responder
Rogério 17/02/2016 20:18:53

"em um estudo de longo prazo, alguns voluntários comeram 900g de DDT durante um ano e meio; até hoje, mais de vinte anos depois, nenhum deles apresentou nenhum efeito colateral em sua saúde".

A que estudo o autor do artigo se refere? Desde já, agradeço.

Responder
Ceni 17/02/2016 20:42:34

Em uma simples googlada, achei uma melhor ainda:

Um cara comeu DDT durante nada menos que 40 anos:

www.telegraph.co.uk/comment/4264030/DDT-is-safe-just-ask-the-professor-who-ate-it-for-40-years.html


P.S.: a fonte da afirmação dos 900g é o próprio livro citado no respectivo parágrafo:

www.amazon.com/Eco-Freaks-Environmentalism-Hazardous-Your-Health/dp/1595550674

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Rogerio 18/02/2016 15:57:27

Obrigado.

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