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A feminização da sociedade nas camadas mais baixas do mercado de trabalho

Crianças pequenas tendem a se comportar de maneiras distintas de acordo com seu sexo.  Meninos pequenos são irrequietos e se aborrecem com mais facilidade.  Meninas pequenas são mais dóceis e conseguem ficar muito tempo sentadas de forma quieta.  Ficar quieto quando se está há muito tempo sentado não é uma característica masculina.  É algo que requer disciplina e que deve ser infundido em uma criança.

Homens não tendem a se afiliar a igrejas tanto quanto mulheres.  Creio que isso tem a ver com o requerimento de ter de ficar sentado durante um culto.  Um culto religioso baseia-se em pregações e em ficar sentado durante um bom tempo.  E, dado que homens devem ficar sentados em uma igreja, o sermão tem de ser bom para fazer com que homens fiquem sentados quietos durante muito tempo.

E fora das igrejas?

Há algumas áreas da vida em que as mulheres têm claras vantagens sobre os homens.  Obviamente, a maior delas é na criação de filhos.

O surgimento de ferramentas e máquinas altamente especializadas possibilitou às mulheres efetuarem certos tipos de trabalho que elas não eram aptas a realizar antes do desenvolvimento destas tecnologias.  Mulheres não possuem vantagem em relação a homens no que diz respeito a cortar lenha.  Mas elas certamente são tão bem capacitadas quanto os homens para apertar um interruptor.  Homens não têm vantagem nesta área.  Sendo assim, naqueles trabalhos em que apertar botões substituiu o corte de lenha, seria ingenuidade imaginar que as mulheres ficariam de fora desta área por muito tempo.

Capitalização e urbanização

Com a ascensão da economia de mercado, e especialmente com o aumento dos investimentos em máquinas e bens de capital, o mundo deixou de ser uma economia majoritariamente rural e se transformou em uma economia baseada em grandes conglomerados urbanos.  Isso começou ainda em 1820 na Grã-Bretanha e nos EUA.  Esta mudança marcou o advento de uma era totalmente nova na história humana, uma era em que o crescimento econômico passou a se dar a uma taxa de aproximadamente 2% ao ano.  Isso nunca havia acontecido até então.

Quando os homens saíram do meio rural para trabalhar nas fábricas, a educação das crianças — mais especificamente, dos meninos — passou a ser tarefa das esposas.  Antes, os homens levavam seus filhos para os campos para ensinar a eles o básico sobre a vida, bem como os detalhes da agricultura.  A divisão do trabalho dentro da família era clara.  As mães ensinavam as filhas a serem esposas e mães; os homens ensinavam os filhos a serem maridos e pais.  Esta divisão do trabalho foi a base de todas as sociedades desde o início da história escrita.

E então, em um período de apenas 50 anos, tudo isso mudou para milhões de pessoas.  A ordem social não se ajustou de forma rápida o bastante — ou da forma sistemática como deveria — para permitir que os novos papeis dentro da família fossem distribuídos de uma forma que ao menos se assemelhasse àquele padrão familiar vigente há milênios.  Tradições são resilientes, não morrem facilmente.  Uma mudança cultural e comportamental leva tempo para se impor.

No século XIX, a educação não apenas deixou de ser um sistema dominado por homens e voltado para os meninos, como passou a ser dominado por mulheres.  Esse arranjo prepondera até os dias de hoje no ensino básico e no ensino fundamental.

Como isso ocorreu?  Uma resposta: salários baixos.

Mulheres jovens e solteiras — e, em alguns casos, casadas — se mostraram dispostas a lecionar nas escolas locais em troca de baixos salários.  De meados do século XIX até os dias atuais, as mulheres se tornaram dominantes no sistema de ensino escolar, desde a educação básica até a oitava série.  Consequentemente, os padrões do que se entende por 'bom ensino' e 'bom aprendizado' foram feminizados.  O sistema educacional básico passou a ser mais voltado para meninas.  Essa pedagogia se tornou o padrão dominante em todo o Ocidente.  Houve uma feminização do ensino no Ocidente.  Meninos se contorcem; meninas ficam quietas.  Aí jaz a diferença básica na educação formal.  As mulheres determinam as regras.

Na realidade, essa mudança de padrões começou a ocorrer ainda antes de ser adotada nas escolas.  Ela ocorreu primeiro na família.  Só depois ela se difundiu para o sistema escolar.  Todo o processo tem a ver com a oferta competitiva de mão-de-obra.  As fábricas costumavam utilizar a mão-de-obra de homens ou de mulheres solteiras.  Em alguns casos, costumava-se incluir crianças.  Mas não se utilizava mulheres com filhos pequenos.  Estas tinham de ficar fora do sistema fabril, o que significava que elas agora estariam no comando da educação dos filhos homens.  Os pais desapareciam do lar durante pelo menos 12 horas por dia.  Isso representou uma fratura radical na história da humanidade

Os homens começaram a ganhar proeminência no sistema educacional apenas no ensino médio.  E, não fosse a imposição de leis e a criação de programas federais nos EUA (como a agência Equal Opportunities Employment Commission), que viriam a ser copiados pelo resto do mundo, os homens ainda estariam dominando o ensino universitário.  Nas ciências naturais, eles ainda dominam.  Esta é uma área em que as mulheres ainda estão excluídas pelas forças do mercado.  Elas não vão para as ciências naturais, e nem todas as lamúrias e reclamações dos progressistas podem mudar esse fato.

David Rothkopf, presidente da Garten Rothkopf, empresa internacional especializada em estudar tendências globais, afirmou que, dentre as aproximadamente 6.000 pessoas que constituem a superclasse internacional, apenas 6% são mulheres.  Ele diz que este é o mais importante processo discriminatório do mundo.  Quanto ao porquê de ele existir, eu não sei.  Sei apenas o seguinte: ele de fato existe.  Pode ter algo a ver com capacidade inata.  Pode ter algo a ver com o fato de que mulheres geralmente não gostam de trabalhar para outras mulheres.  Pode ter algo a ver com a incompatibilidade entre criar filhos e ter um desempenho de alto nível em termos de gerar grandes volumes de receita ou de fazer grandes contribuições para a mídia, para a filosofia, e na academia em geral.

Há algumas coisas que realmente sabemos.  Há certas áreas em que as mulheres não competem bem.  Uma delas é no xadrez.  Outra é em matemática de nível complexo.  Mas talvez a mais óbvia da história ocidental seja teologia.  Não há uma única teóloga digna de nota na história da Igreja.  Isso não tem nada a ver com discriminação.  Qualquer mulher pode escrever um livro sobre teologia.  Beth Moore [evangelista americana] parece escrever um livro por mês voltado para mulheres religiosas.  Mas ela não é teóloga.

A feminização da educação ocorreu nos países protestantes.  Mas mesmo no caso dos países católicos, as freiras dominam o sistema educacional até pelo menos o ensino fundamental, e possivelmente até o final do ensino médio.

Tudo está relacionado à propensão de se trabalhar em troca de salários extremamente baixos.  Em regra, as famílias não estão dispostas a pagar muito caro pela educação de seus filhos.  Isso significa que as mulheres, por normalmente estarem mais dispostas a trabalhar em troca de salários menores, serão a mão-de-obra predominante nas escolas que não cobram mensalidades caras.  Por estarem dispostas a ofertar serviços educacionais a preços menores, as mulheres contínua e universalmente ganharam a batalha neste setor.  É somente para aqueles pais que estão dispostos a pagar muito caro pelo ensino de seus filhos, que os homens se tornam dominantes na educação.  É somente em escolas e universidades extremamente caras que os homens são maioria entre os professores.

Conclusão

Com a exceção daquelas ilhas de excelência de sempre, o sistema educacional convencional da maioria dos países ocidentais irá ruir e perder importância.  Dado que as escolas e universidades ocidentais atuais nada mais são do que usinas de doutrinação e estupidificação, e dado que os testes confirmam que o preparo básico das pessoas recém-formadas está em queda livre, a retirada dos filhos do sistema educacional convencional é uma tendência que veio para ficar.  Aqueles que resistirem a essa tendência e mantiverem seus filhos no sistema educacional convencional estarão criando filhos que futuramente sofrerão sérias desvantagens comparativas.

A tendência é que a educação convencional seja substituída por aulas via internet.  Já há uma grande movimentação no desenvolvimento de materiais de ensino online.  Estes materiais didáticos são escritos majoritariamente por homens.  Mas normalmente quem os ensina a seus filhos são as mães.  Ainda assim, a tendência é que haja uma desfeminização da educação.  Dado que tais materiais estão livres do jugo politicamente correto que vem oprimindo o Ocidente, eles tendem a se especializar mais de acordo com os gêneros a partir da quinta séria.  Isso também irá favorecer a desfeminização da educação voltada para os meninos.  É um palpite.

Quanto mais os materiais forem baseados no autodidatismo, menos feminizados eles serão.  As mães irão especificar os cursos para seus filhos, e o lado digital da educação provavelmente será mais masculino do que feminino, embora talvez isso não ocorra em nível do ensino básico.  No ensino básico, as mulheres provavelmente ainda dominarão.  No entanto, tão logo a criança chegue ao ensino fundamental, a educação online será mais masculina do que feminina.

A feminização das camadas mais baixas do mercado de trabalho não acabará tão cedo.  A masculinização das posições mais prestigiadas também não acabará tão cedo.  O seu objetivo, seja como pai, seja como profissional, é fazer seus planos de acordo com esta realidade.


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autor

Gary North
é Ph.D. em história, ex-membro adjunto do Mises Institute, e autor de vários livros sobre economia, ética, história e cristianismo. Visite seu website

  • Aline  12/03/2013 12:52
    Esse texto soa machista. Será que esse Gary North tem alguma coisa contra as mulheres?
  • Roberto  12/03/2013 13:51
    Nenhum machismo Aline. Apenas análise fática.
    Tente ler novamente sem o filtro politicamente correto que deve estar acostumada a usar.
  • Victor Cezar  12/03/2013 14:06
    Você sequer leu o texto?


    O lado bom de poster textos assim, "polêmicos" (ele em si nem é, mas o tema tende a ser), é que atraem novos leitores. Pela maneira como a Aline se referiu ao Gary North, parece ser o caso.
  • Gustavo BNG  12/03/2013 17:13
    Aline, quer saber o que é machismo mesmo, impoliticamente correto?
    (E veja só, é estimulante da redução do consumo e aumento da poupança!)
    Leia os livros de Nessahan Alita.
    www.4shared.com/rar/Uf2ybCHt/Nessahan_Alita_Livros.html
  • Pobre paulista  12/03/2013 17:18
    Na boa. Também achei. Não sou mulher nem leitor novo.

    Fica claro no texto que na opinião dele as mulheres não sabem educar as crianças. Ele presume que as mulheres não estão entre os top-top's por serem incapazes, não por não estarem interessadas. Deixa claro que elas educam em troca de pouco dinheiro, mas não analisa possíveis intenções verdadeiramente altruístas. Deixa nas entrelinhas que é por causa delas que a sociedade está menos machona. E ainda joga toda a culpa de um sistema de ensino fracassado nas costas delas.

    Não sei quanto aos outros, mas os melhores professores que tive eram mulheres.

    É bom ver como as pessoas pensam para filtrar seus vieses morais. Agora tenho sempre que ler 2x os artigos dele para separar o que é realmente útil do que é preconceito. Nada contra a opinião dele, apenas agora tenho que tomar mais cuidado na hora de ler.
  • Leandro  12/03/2013 18:02
    Pobre Paulista, acho que você está com problemas de interpretação de texto.


    "Fica claro no texto que na opinião dele as mulheres não sabem educar as crianças."

    Em nenhum momento há qualquer insinuação sobre mulheres "não saberem educar crianças." O que ele fala é que homens educam meninos de uma forma e mulheres educam meninas de outra forma. Isso, aliás, não é nem questão de opinião. É questão de história e de vivência. Se por acaso a sua mãe e o seu pai lhe educaram de forma absolutamente idêntica, de modo que não houvesse absolutamente nenhum diferencial na forma e no conteúdo da educação dada pelos dois, então você está num ponto muito fora da curva. E sua mãe seria idêntica ao seu pai, algo sinceramente impossível.

    "Ele presume que as mulheres não estão entre os top-top's por serem incapazes, não por não estarem interessadas."

    Ele não presume. Isso, novamente, é um fato. E ele citou essas áreas. Se tal realidade lhe incomoda, não é problema do autor. Aliás, viver em estado de negação é uma opção livre para qualquer pessoa.

    "Deixa claro que elas educam em troca de pouco dinheiro, mas não analisa possíveis intenções verdadeiramente altruístas."

    Não tenho a mínima ideia de onde surgiu isso. Você está dizendo que as professoras do ensino básico aceitariam trabalhar de graça? Ou que o salário pago a elas sempre foi baixo porque elas, desde o início, disseram "Sou altruísta, cobrarei pouco"?

    "Deixa nas entrelinhas que é por causa delas que a sociedade está menos machona."

    Em absolutamente nenhum momento do texto o autor faz referências a comportamentos efeminados ou menos machos. Nem nas entrelinhas. Isso é delírio seu. (De minha parte, se ele afirmasse isso, eu concordaria, pois é isso que vejo).

    "E ainda joga toda a culpa de um sistema de ensino fracassado nas costas delas."

    Seria uma baita incoerência se ele tivesse dito isso, dado que ele afirma que o ensino universitário é predominantemente masculino e logo depois o cacete na qualidade deste ensino.

    "Não sei quanto aos outros, mas os melhores professores que tive eram mulheres."

    Tive algumas que foram boas. Mas, no geral, tanto na escola quanto na universidade (engenharia mecânica e economia), os homens eram melhores. E o fato de você ter tido ótima experiência com professoras não invalida argumento nenhum, pois nenhum argumento deve ser tomado como uma generalização sem exceções pontuais.

    "É bom ver como as pessoas pensam para filtrar seus vieses morais. Agora tenho sempre que ler 2x os artigos dele para separar o que é realmente útil do que é preconceito. Nada contra a opinião dele, apenas agora tenho que tomar mais cuidado na hora de ler."

    Essa é uma postura que você deve tomar em relação a absolutamente qualquer autor de absolutamente qualquer tipo de artigo sobre absolutamente qualquer assunto: de política a cinema, de economia a resumo de novela. Se você está começando a fazer isso só agora, está começando muito tarde.

    De resto, apenas tome cuidado com seu juízo de valor. O expressado neste seu comentário foi totalmente equivocado.

    Abraço!
  • Sérgio  12/03/2013 19:50
    Eu ia responder, mas o Leandro disse tudo.

    Vejam como funciona a ditadura do politicamente correto e esta sociedade feminazi. Quando algum pseudo-cientista diz, sem nenhuma evidência empírica ou científica, que "mulheres são mais inteligentes que os homens", as feminazis dizem: "viu? Tá vendo? Mulheres são mais inteligentes do que os homens". Ninguém reclama, ninguém diz que é misândrico. Mas quando alguém faz uma análise realista como este texto do Gary North, aí é rotulado de "machista", "misógino" e sei lá o que.

    Na ditadura do politicamente correto é assim: você não pode falar a verdade.
  • Diego Franco  12/03/2013 17:23
    Para algumas pessoas, Nelson Rodrigues é sempre atual: se os fatos não estiverem a meu favor, pior para os fatos. Alguns não querem a realidade, querem a ideologia. E se o texto é machista, imagina o xadrez e a teologia.
  • Vitor Grando  12/03/2013 19:11
    Façamos a imaginação inversa: Por que nas faculdades de Psicologia há uma quantidade esmagadora de mulheres? Isso é discriminação com os homens! É evidente!

    Essa é a "lógica" de alguns...

    P.S.: Quanto a pouca quantidade de mulheres teólogas, talvez (talvez!) seja pelo fato de elas não poderem seguir carreira de ministro eclesiástico na Igreja Católica e na maior parte das igrejas tradicionais.
  • Gustavo BNG  12/03/2013 19:28
    Quanto a pouca quantidade de mulheres teólogas, talvez (talvez!) seja pelo fato de elas não poderem seguir carreira de ministro eclesiástico na Igreja Católica e na maior parte das igrejas tradicionais.

    Concordo que seja um motivo, mas é apenas um deles e, sobretudo, não é impedimento algum.
    Obs.: há várias santas teólogas que não são Doutoras da Igreja.
  • anônimo  12/03/2013 20:17
    Talvez porque mais da metade de uma faculdade de psicologia é praticamente a mesma coisa de todas as áreas mais 'humanas'.A única coisa mais ou menos precisa é o behaviorismo, e justamente por isso ele é menosprezado.
  • Renato Souza  13/03/2013 11:46
    E para mim que acho o behaviorismo uma droga, o curso parece ruim por inteiro.
  • Renato Souza  13/03/2013 12:06
    A palavra chave do comentário da Aline é "SOA". A compreensão toda do texto é prejudicada por um preconceito (no sentido verdadeiroda palavra) sobre o tom do texto. Não vejo nenhum erro fático no texto, nem erros de lógica ou conclusões equivocadas. Mo máximo se pode alegar que as conclusões são incompletas, mas todo texto tem de ser incompleto.

    O Pobre Paulista foi mais longe, e influenciado pelo "soar" do texto, viu coisas que não existiam.

    Bom vou um pouco mais fundo na discussão e transformarei o "soar" em algo mais palpável. Já li textos e vi um documentário sobre como meninos, educados num sistema com professores homens, tem desempenho acadêmico melhor. Aqui vou dar um tremendo chute: Considerando que durante virtualmente toda a história da humanidade, a educação dos meninos, após a primeira infência, foi predominantemente sob influência masculina, talvez haja alguma fator biológico que torne os homens mais aptos para educar meninos pré-adolescentes e adolescentes. É claro que uma idéia dessas precisaria de comprovações estatísticas robustas para ser comprovada.

    Mudando de assunto, observo que o autor fala claramente de algo que não é muito citado no Brasil: a falência da escola convencional. Em países onde outras alternativas não são proibidas por lei, existe uma clara vantagem, estatísticamente mensurável, dos alunos educados em outros sistemas em relação aos alunos educados na escola convencional. Espero que os brasileiros não demorem séculos para perceber essa falência.
  • anônimo  13/03/2013 15:05
    Exatamente, ele fala nas vantagens do auto didatismo, mas sempre existe a obrigatoriedade do diploma pra atrapalhar.
    Um auto didata pode saber bem mais que um estudante de faculdade, mas deixar esse cara trabalhar não vai ser do interesse dos professores do cara da faculdade.
  • Roberto  13/03/2013 15:36
    A necessidade de diploma só é real em países como o Brasil.
    Nos Estados Unidos ainda é possível trabalhar sem o diploma.
  • anônimo  13/03/2013 16:03
    Mas isso não vale pra todas as profissões, correto?
    Pra construir prédio ou operar eles deixam médicos e engenheiros sem diploma?
  • Roberto  13/03/2013 20:30
    Sobre médicos e engenheiros não sei dizer. Mas em sete Estados americanos, Vermont, New York, Washington, Virginia, California, Maine e Wyoming é possível você se tornar um advogado sem ter cursado uma faculdade de direito e sem diploma.

    Vou pesquisar sobre outras profissões.
  • anônimo  13/03/2013 16:06
    A natureza soa machista. E não são poucas décadas de feminismo que vão mudar milhares de anos de evolução.
  • Renato Souza  13/03/2013 23:41
    Seugundo a informação que eu tinha (ou julgava ter), em vários lugares dos EUA é permitido a quem não cursou uma faculdade ser admitido como profissional com curso superior, mas tem de fazer uma pesada bateria de provas, mostrando bastante conhecimento sobre o assunto. Considerando que provas aplicadas por um outro orgão, que não a própria escola, permitem uma avaliação muito mais objetiva das capacidades, acho bem mais garantido que o diploma de uma faculdade fraca.

    Se esta informação está errada, peço aos colegas que me corrijam.
  • Thales  12/03/2013 13:23
    Hoje tudo é ofensivo. Tudo de que você não gosta tem alguma motivação sórdida por trás. Se você espirrar e o sujeito ao seu lado não der saúde é porque ele certamente lhe discrimina e nutre um aberto preconceito por você. Logo, é justo pedir que o estado intervenha, tome dinheiro dele e repasse a você.

    De resto, a Aline vai adorar este artigo:

    Sobre a diferença salarial entre homens e mulheres
  • Roberto  12/03/2013 13:31
    Gostei do artigo.

    Confirma um idéia/anseio meu: promover a educação domiciliar dos meus filhos.

    Achei interessante a análise da feminização da educação. Talvez isso contribua em parte para a perda da masculinidade dos homens ocidentais e a "ovelhização" de nossa sociedade.

    As famílias parecem não saber mais ensinar os meninos a se tornarem homens. E isso é muito ruim, inclusive para as mulheres.
  • Tory  12/03/2013 13:37
    Santas Teresa de Lisieux, Catarina de Sena, Teresa D'Ávila e Hildegard de Bingen. Quatro Doutoras da Igreja. Acho que o Gary North tem que rever seu conceito sobre mulheres teólogas, ao menos no que diz respeito à Igreja Católica.
  • Ricardo  12/03/2013 14:02
    Acho que é você quem tem de clarificar seus conceitos, Tory. Nenhuma destas citadas eram teólogas no sentido de terem produzido obras doutas de teologia. Catarina de Siena era analfabeta; Teresa de Lisieux escreveu autobiografia; Teresa D'Ávila dedicou-se aos conventos; Hildegard de Bingen era mais douta, mas não se sabe de obras influentes de teologia produzidas por ela.
  • Tory  12/03/2013 15:02
    Doutor da Igreja é um título dado a quem realizou grandes contribuições teológicas ou doutrinárias à Igreja Católica. São apenas 35 em dois mil anos de história da Igreja. Então acho que meus conceitos estão bem mais sólidos do que os seus ou os do North, que não definiu o que entende por teóloga.
  • Ricardo  12/03/2013 15:06
    Dado a quem realizou contribuições e não a quem escreveu tratados de teologia. Deixe a emoção de lado.
  • Tory  12/03/2013 16:33
    Aqui não é o lugar para que eu o ensine como funciona a Igreja. Se você quiser dizer que não existem teólogas na laia do Hans Küng, eu concordo. Só que para a Igreja os teólogos que importam são os Doutores, não os Küngs. Sem emoções, só fatos.
  • Vitor Grando  12/03/2013 19:15
    "Nenhuma destas citadas eram teólogas no sentido de terem produzido obras doutas de teologia. Catarina de Siena era analfabeta; Teresa de Lisieux escreveu autobiografia; Teresa D'Ávila dedicou-se aos conventos; Hildegard de Bingen era mais douta, mas não se sabe de obras influentes de teologia produzidas por ela."
  • Tory  12/03/2013 19:36
    Já que você aprendeu a dar cut&paste, cole aí uma lista de teólogos que considera melhores do que essas quatro. Não vale, evidentemente nomear outros doutores, seus colegas, e nenhum papa, já que todos sempre estiveram de acordo sobre esses 35 serem os melhores teólogos da história da Igreja.
  • Marcus Benites  12/03/2013 20:47
    De 35, apenas quatro são mulheres, é isso? E ainda não deixaram produção intelectual escrita relevante? Se entendi bem, isso não refuta a opinião do autor mas, ao contrário, confirma (descontando-se o erro pontual que você corrigiu, do "nenhuma" para "algumas poucas").
  • Tory  12/03/2013 21:20
    É, certos artigos ressaltam o viés chauvinista de certos frequentadores.

    Se não tivessem deixado produção intelectual escrita relevante não seriam Doutoras da Igreja. Se você acha ou não relevante, é um assunto irrelevante.
  • Marcus Benites  13/03/2013 13:55
    Na verdade, a sua colocação, uma vez que não refuta o argumento do texto principal, ao contrário, apenas o confirma (quatro entre 35 prova que mulheres não enveredam muito pela área), é que pudesse ser, talvez, irrelevante. Uma vez colocada, no entanto, é muita arrogância pensar que ela esteja além de qualquer debate ou do nível das outras pessoas.

    No mais, não entendo sua reação nervosa e ofensiva a pessoas que não estão agindo assim com você. Elas estão "ousando" discutir sobre sua área de especialização, é isso? Ao invés de tentar diminuir as pessoas que não teriam o seu conhecimento na área em questão, seria mais útil a todos que você expusesse a produção intelectual das tais doutoras, por exemplo (sem qualquer argumentação, o que você acha como "relevante" também é irrelevante, não só a mim como a todos os demais).

    Em face da incoerência resultante de uma afirmação do Ricardo ("Fulana era analfabeta") e de uma sua ("Não seriam doutoras se não tivessem deixado produção intelectual relevante"), eu, como leigo, gostaria de saber, por exemplo, qual das duas afirmações é a mentirosa, uma vez ser impossível ser analfabeto e deixar coisas escritas relevantes. Eu estaria sendo "chauvinista" por perceber que as duas afirmações não "casam" e por querer saber, de fato, qual a verdadeira?

    A um especialista seria fácil, com argumentos, mostrar em que os seus debatedores se equivocam. Não fornecer tais argumentos e enveredar pelo caminho da desqualificação do outro não só não acrescenta nada a ninguém como é, também, absolutamente fora de propósito, uma vez que ninguém está brigando aqui, só tentando dar opiniões ou aprender aquilo que ainda não sabe. Se sua intervenção não se propunha nem a permitir uma coisa, nem a possibilitar a outra (e ainda não refutaria a argumentação do texto principal, ao contrário, a confirmaria), é ela que carece de "relevância".

    Deste humilde "especialista das letras" - que não vê problema, no entanto, em leigos escreverem.

  • Tory  12/03/2013 21:23
    Você citou duas vezes alguém que não conheço. Posso fazer o mesmo:

    "O idiota presunçoso, isto é, o tipo mais representativo de qualquer profissão hoje em dia, incluindo as letras, o ensino e o jornalismo, forma opinião de maneira imediata e espontânea, com base numa quantidade ínfima ou nula de conhecimentos, e se apega a seu julgamento com a tenacidade de quem defende um tesouro maior que a vida. A rigor, não tem propriamente opiniões. Tem apenas impressões difusas que não podendo, é claro, encontrar expressão adequada, se acomodam mecanicamente a qualquer fórmula de sentido análogo, colhida do ambiente, e então lhe parecem opiniões pessoais, como se a conquista de uma autêntica opinião pessoal prescindisse de esforço".
  • Márcio  12/03/2013 14:06
    Não, não consigo vislumbrar na vida prática esse determinismo tão definido e latente entre meninos e meninas pequenos. Dificuldade de permanecer sentado é realmente inerente à crianças, pode ser que numa sala qualquer a quantidade de meninos inquietos seja superior em comparação à outra, mas em geral, a dificuldade é de ambos os sexos. Digo isso, porque sei e já o vivenciei. (Quando uma sala de crianças está uma bagunça, não se vê de modo algum essa divisão de meninos em pé bagunçando e meninas sentadas comportadas!). Dizem que o sexo masculino possui maior capacidade de concentração em uma coisa só, mas essa concentração é mais focada, mais profunda. Enquanto as mulheres fazem várias coisas ao mesmo tempo, porém o nível de concentração é mais superficial. Vi esse estudo dias atrás.
    No ensino médio também nunca vi essa divisão tão exata e demarcada, haviam meninos e meninas respondões e que só viviam matando aula. Agora há uma coisa onde os meninos se diferenciavam: nas piadas! Tinham muita criatividade para inventar piadas e fazer rir! E sinceramente, depois de adultos e maduros, nunca vi também homens terem essa dificuldade fenomenal de permanecerem por 1 hora sentados numa Igreja (aliás, ficar sentado durante esse tempo na Igreja é fantasia, ali se levanta e se senta o tempo inteiro mesmo). Acredito que seja até mais dificultoso para as mulheres, haja vista a obrigação de permanecer em concentração e em silêncio, quando poderiam estar fofocando. Embora os homens sejam melhores teólogos, deve-se levar em consideração que as mulheres são proibidas de exercerem sacerdócio, isso tb deve-se levar em conta. E ademais, isso não menospreza diversos escritos de santas ao longo da história, que inclusive são material de estudo para teólogos, não?
    Enfim, a biologia nos determina sim. Mas não somos robôs com essa conduta extremamente previsível como é mostrada no texto, outra parte se deve à cultura, o meio social. Vejo que desde o início do texto o autor ilustrou a diferença entre meninos e meninas, para depois afirmar que as mulheres estão à margem da excelência do mundo acadêmico, embora diga não saber exatamente por qual motivo exatamente isso ocorre, ao iniciar assim o texto, deixa transparecer bem mais que se deve à algo inato.
    Agora vem o maior motivo da minha discordância: o senhor não leva em consideração a infiltração da ideologia de esquerda no conteúdo e na grade curricular das escolas! Esse é o principal motivo da decadência do ensino! Inclusive nos EUA, Harvard é totalmente esquerdista, foi de onde Obama saíu e é lá que está muito à vontade o abominável Mangabeira Unger (inclusive mentor de Obama). Também esse é o motivo de muitos pais retirarem seus filhos da escola para terem aulas com homens ou mulheres, (não importa!) que ensinem a história e geografia como realmente são, sem ideologias! O esquerdismo é um flagelo que se imiscuiu nas escolas, inclusive nas melhores, e se lá os homens são maioria, então estes estão contribuindo para sua degradação também.
  • Malthus  12/03/2013 14:13
    "o senhor não leva em consideração a infiltração da ideologia de esquerda no conteúdo e na grade curricular das escolas! Esse é o principal motivo da decadência do ensino!"

    No artigo:

    "Dado que as escolas e universidades ocidentais atuais nada mais são do que usinas de doutrinação e estupidificação, e dado que os testes confirmam que o preparo básico das pessoas recém-formadas está em queda livre, a retirada dos filhos do sistema educacional convencional é uma tendência que veio para ficar."

    Mais atenção à leitura.
  • Marcio  12/03/2013 14:48
    Sim, Malthus, agradeço. Porém, o texto ressalta muito mais o fato da escola ter uma preponderância feminina ou não! Ele perpassa todas essas linhas falando de feminização ou masculinização da educação. Isso é irrelevante quando digo que o principal problema é a doutrinação esquerdista, na minha humilde opinião!
    Porém, Considerando que Harvard é consagrada mundialmente como de excelência, suponho que lá existam mais homens (o texto defende que as melhores escolas tem preponderância masculina), então ironicamente, acaba por ser os homens responsáveis por esta degradação?
  • Malthus  12/03/2013 14:58
    Marcio, dizer que Harvard está degradada é um exagero que beira a boçalidade. As áreas de ciências, de exatas e de direito de Harvard continuam centros de excelência. Não é porque as áreas de humanas estão infestadas de progressistas, que toda a universidade se torna um lixo. Seja mais realista.
  • Marcio  12/03/2013 15:30
    Em momento nenhum falei que Harvard inteira está degradada! Mas digo que a influência esquerdista se faz extremamente presente lá e isso degrada o ensino.
    Achei que não fosse necessário dizer que não me refiro à ciências exatas por ex., por ser um tanto óbvio!! Mas tudo bem...Ainda não vi a esquerdopatia se imiscuir nessa seara. Mas Harvard ser considerada de esquerda é até questão de referência!
    Vi um documentário onde um jovem entrevistou diretores e produtores de hollywood para desmascarar a infiltração da esquerda nos seriados e filmes Hollywoodianos e como isso era feito propositalmente. O que ele fez para arrancar as confissões de seus entrevistados? Usou um boné de Harvard! Todos pensaram inequivocamente que ele também era esquerdista, e assim falaram abertamente...Ele não precisou mentir nem nada...
  • Cleiton  12/03/2013 18:29
    Fiquei interessado nesse documentário. Está disponível online? Poderia me dizer o nome?
  • Marcio  12/03/2013 18:42
    Cleiton, eu vi pelo youtube já faz um tempinho...Estou tentando achar!
  • Marcio  12/03/2013 19:19
    Encontrei! Se chama Primetime Propaganda e o autor é Ben Shapiro, graduado em Direito em Harvard.
    Depois que tudo foi ao ar, os entrevistados ficaram revoltados!!! Mas ele se defendeu dizendo que nunca mentiu (omitiu, na verdade...rs), e o boné de Harvard foi apenas uma presunção dos entrevistados...rsrsrs...

    Nesse link um dos entrevistados confirma que alguém de "direita" (right wing ou conservative) tem pouca chance em Hollywood, não há espaço para pensamento conservador.

    www.youtube.com/watch?v=GIGujURIgHw

    Mas tem vários outros vídeos, como falei, o documentário está fragmentado por temas. É muito interessante, e isso explica muito sobre a forma como os assuntos são abordados nos filmes e seriados!

    Tem uma produtora falando que no That's 70 show, era proposital mostrar aqueles jovens drogados como sujeitos engraçados e inofensivos, fazia parte da agenda de esquerda (liberal agenda)!
  • Cleiton  12/03/2013 23:36
    Obrigado pela informação Márcio!
  • PESCADOR  13/03/2013 13:51
    Eu nunca tinha ouvido falar nesse documentário, apesar de gostar muito desse assunto sobre a infiltração socialista/comunista em Hollywood. Obrigado por postar o link.
  • ANDRE LUIS  12/03/2013 14:07
    Olá. Alguém por acaso tem informação sobre iniciativa de ensino infantil a distância que seja confiável?
  • Daniel J.  12/03/2013 14:12
    2 Parabens:

    Primeiro, pelo autor, em botar a cara a tapa em um assunto tao polemico. Se fosse brasileiro, já estaria numa delagacia prestando depoimento, com uma ação do Mnisterio Público nas costas. Afinal, abundam por aí "patrulheiros do politicamente correto" que não se interessam por ciência,mais especificamente evolução e antropologia, mas estão atentas contra qualquer possível preconceito. A ciencia esportiva sabe que negros tem maior concentracao de fibras especificas para correr, e brancos tem maior concentracao de fibras musculares boas para nadar. Simples genética. Mas se eu falar numa aula de natação que brancos nadam melhor que negros, o que me aconteceria?!

    Segundo parabéns ao Mises Brasil pela tradução e divulgação do texto.

    Só gostaria de saber mais sobre esses " 6.000 da super classe internacional". Não ficou claro no texto quais os parametros dessa alegada superclasse. Dinheiro, Q.I., contribuição para a humanidade, obras literarias?
  • Leandro  12/03/2013 14:20
    Poder decisório sobre as questões mundiais.

    en.wikipedia.org/wiki/The_Superclass_List
  • myself  12/03/2013 16:20
    A Shakira tem poder decisório sobre questões mundiais? E Bob Geldof? Oprah Winfrey?

    E exatamente quanto poder tem Mark Zuckerberg para questões além do Vale do Silício?

  • anônimo  12/03/2013 16:41
    A gente pode fazer várias coisas, pode até pegar na mão e conduzir o sujeito ao texto desejado (como ao fornecer o link). Agora, ensinar a ler é algo já muito fora das minhas pretensões.

    The Superclass List is a creation of David Rothkopf which his book Superclass: The Global Power Elite and The World They Are Making (publ. March 2008) is based upon. [b]There are four key elements of success that unite the members, the Superclass, that possess the unparalleled power over world affairs. These elements are: geography, pedigree, networking and luck.[/u]

    De resto, se você não concorda com o ranking, vá a público e desmascare o senhor Rothkof. Você deve ter argumentos. Mas é sério que você perguntou qual o poder da Oprah Winfrey? A mulher não apenas foi lobista pela escolha de Obama pelos Democratas em 2008, como não há debate feminino nos EUA que não passe pelo seu crivo. Líder de audiência para programas femininos, não há assunto voltado para este gênero sobre o qual ela não chancele uma opinião. Acorda.
  • Melanie Schwartz  12/03/2013 18:11
    "Rothkopf states that his list is not to be shown in public as there will be so much discussion about who does or does not qualify to be on the list. In interviews he mentions individuals that are on the list. This list contain names that he argues he has verified."

    Hahaha, você leu essa parte Myself? :)

    A lista deve ter um grau de subjetividade grande, mas isso não a invalida. É que nem aquelas bobagens que saem na Época ou IstoÉ: "Os mais influente de 2012", aí, colocam um povo nada a ver, tipo ex-BBB e uns que nem vivos mais estão.
  • Fabio  12/03/2013 15:40
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk os esquerdistas choram com esse texto.
    Falou tudo o que eu precisava saber e ja imaginava.
    Parabéns pelo texto
  • Carlos Gil  12/03/2013 15:52
    A empresa Google é afiliada ao Council on Foreing Relations ( www.cfr.org). Está aí um exemplo da matemática (algoritmos)para estruturação do poder global.

  • Alexandre  12/03/2013 17:13
    Saindo um pouco do assunto educação, precisa-se falar que após a década de 70 as mulheres casadas, influenciadas pelos movimentos feministas, foram em massa para o mercado de trabalho, deixando a educação e criação dos seus filhos e filhas por conta de empregadas domésticas, babás, vizinhos, avós, creches, berçários... E assim é até hoje.

    Além do mais, "tomaram o lugar" de muitos homens (pais de família) no mercado de trabalho, engrossando as estatísticas de desemprego, violência urbana e consumo de drogas entre adultos, jovens e crianças em todo o Ocidente.

    É um assunto polêmico mas que precisa ser debatido.



  • Al. Roberto  12/03/2013 17:56
    Por isso que não gosto desse tipo de artigo, abre espaço para comentários como esse de cima, deixando a entender que mulheres deveriam ser proibidas de ocupar empregos de homens.
  • Marcus Benites  12/03/2013 20:26
    Roberto, também fico cabreiro pelo mesmo motivo que você. Mas assuntos não podem ser evitados por causa da presumível reação equivocada de parte do público. Se outros leitores, como a Aline, aproveitam o fato para pegar um "espantalho", isso só mostra que falta argumentação para refutar o texto principal... Em todo caso, sempre é bom afirmar: as mulheres estão no mercado de trabalho simplesmente (de acordo com o que sempre se defende aqui) porque o mercado viu vantagem nisso. Se ocupam lugares anteriormente ocupados por homens é porque o mercado se beneficia com o novo arranjo. E se defendemos a liberdade (principalmente para o mercado!), não há que se questionar o voluntarismo que está na origem do contexto atual - e achá-lo tão somente fruto de ideologia seria supererstimá-la.
  • Neto  12/03/2013 20:35
    Qualquer artigo pode abrir espaço pra interpretações bizarras se for parar nas mãos de gente má intencionada
  • Melanie Schwartz  12/03/2013 18:05
    Ora, mas isso não é justamente os que vocês defendem?
    Deixa as coitadas das mulheres trabalharem. Se você está tão preocupado com a babá cuidando do seu filho, por que você não fica em casa? Porque não é trabalho de macho (rs)? :)

    "Além do mais, "tomaram o lugar" de muitos homens (pais de família) no mercado de trabalho, engrossando as estatísticas de desemprego, violência urbana e consumo de drogas entre adultos, jovens e crianças em todo o Ocidente."

    Ué? Agora esses homens que perderam o posto de trabalho estão na mesma situação que as mulheres antes, não? Basta eles casarem com uma mulher que esteja empregada e que dê sustento financeiro a ele. Se não conseguirem casar, eles podem também ficar na casa dos pais choramingando por estarem encalhados, haha.

    Falando sério, mais gente trabalhando deveria ser sempre melhor do que menos. Se as mulheres resolveram entrar na força de trabalho, com certeza não foi por causa dos movimentos feministas, mas porque as coloca em uma situação mais favorável. A vida está tão cara que fica difícil a mulher abrir mão do emprego dela. Pelo menos, no meu caso, se eu paro de trabalhar também terei que abrir mão de um monte de regalias. O salário do meu marido sozinho não tem boas condições de sustentar a família toda. Aposto que várias famílias estão em situação semelhante. Se ele recebesse um aumento substancial, eu ficaria em casa de bom grado.
  • anônimo  12/03/2013 20:23
    E quem disse que a educação dos filhos era papel da mãe?
    Que eu saiba antigamente as famílias pagavam para um tutor, depois que apareceram colégios onde um professor só falava pra muitos alunos
    Pelo menos é o que o Salman Khan diz
  • Renato Souza  13/03/2013 15:04
    Penso que seria conveniente buscar arranjos em que a criança pudesse ficar mais com os pais (tanto o pai quanto a mãe). Antigamente crianças, e principalmente adolescentes, acompanhavam mais os pais em seus afazeres. Penso que esse era um arranjo mais saudável, mas isso não é muito aplicável na maior parte das atividades econômicas atuais.

    Creio que essa pode ser uma vantagem da queda da escola convencional. Talvez esse aspecto da existência humana seja recuperado, pelo menos em parte.
  • Fabio  12/03/2013 18:29
    Pelo menos, no meu caso, se eu paro de trabalhar também terei que abrir mão de um monte de regalias. O salário do meu marido sozinho não tem boas condições de sustentar a família toda. Aposto que várias famílias estão em situação semelhante.


    Se ele recebesse um aumento substancial, eu ficaria em casa de bom grado.


    Isso que eu acho legal na argumentação feminina;falam em igualdade,chama os outros de machista,reclama de um texto mais serio como esse;mais na hora dos direitos,de pagar as contas sempre sobra para o homem e todas as mulheres sonham em se casar com um cara que ganhe bem mais que ela para não precisar trabalhar fora;você mesma disse tudo.
  • Melanie Schwartz  13/03/2013 13:03
    hehehe, não foi isso que quis sugerir, Fábio.
    Eu não acho que viver à custa do outro seja um direito da mulher ou do homem, mas isso pode perfeitamente ser negociado entre os casais.
    No mais, cuidar da casa dá uma trabalheira: limpar, cozinhar, lavar roupas, passar roupa, levar filhos na escola, pagar as contas no banco, etc. Também, eu não acho errado o contrário, se eu recebesse um aumento, meu marido ficar em casa. Mas isso tudo é muito pessoal.
    Há muitas mulheres que querem ser madames, mesmo. Ficar em casa assistindo TV e fofocando com as amigas enquanto o homem trabalha. Pra mim, isso é errado, mas se o marido delas permite, então não cabe a eu dar pitaco na vida dos outros.
    Fica a critério de cada par. =)
  • TL  12/03/2013 19:14
    Prezados leitores.

    Há algumas coisas que realmente sabemos. Há certas áreas em que as mulheres não competem bem. Uma delas é no xadrez. Outra é em matemática de nível complexo. Mas talvez a mais óbvia da história ocidental seja teologia.

    Uma justificativa, para as mulheres não competirem em nível de igualdade com homens em algumas área do conhecimento, é dada pela autora do livro: Como as mulheres pensam.

    Esse livro discute as diferenças entre os cérebros dos homens e das mulheres, com ênfase na questão hormonal. Antes de prosseguir, informo: eu não tenho formação em medicina/biologia/fisiologia e nem explorei em exaustão o assunto. Devem existir opiniões contrárias. Agradeço retificações a respeito da validade dos meus comentários.

    A justificativa da autora pelo menor interesse das mulheres em ciências naturais (matemática, física, . . .), por exemplo, estaria correlacionado com a produção do hormônio oxitocina.

    Esse hormônio é produzido em maior quantidade nas mulheres do que em homens. Conforme a autora, esse hormônio causa intenso prazer nas mulheres (se minha memória não falha, a autora afirma que é somente menos prazeroso que um orgasmo).

    Logo, surge a pergunta: sob quais circunstâncias o cérebro feminino produz oxitocina? Conforme a autora, uma forma é através do convívio social. Assim, as mulheres têm maior inclinação para profissões e atividades que envolvem interação com pessoas (enfermagem, psicologia, educação, . . .).

    Ela também comenta o caso das adolescentes (+- 15 anos). Muitas adolescentes nessa idade têm intensas atividades sociais, não ao acaso. Nesse período da vida da mulher, a produção de oxitocina é intensificada nas interações sociais, por isso a maior preferência por essas atividades (bate-papo, conversas ao telefone, mensagens, . . .).

    Outra forma de produção da oxitocina é através do consumo de chocolate. Não é ao acaso que mulheres têm maior preferência pelo consumo de chocolate do que os homens. E se a autora estiver correta, elas têm ótimas razões para tal.

    Outro apontamento interessante da autora é a relação das mulheres, crianças/bebês e oxitocina. Mulheres em período fértil entram numa espécie de frenesi ao verem bebês (todos nós já observamos isso. Todas querem tocar/carregar/cheirar o bebê). Isso seria uma forma de preservação da prole, uma recompensa biológica (produção de oxitocina) pelos cuidados prestados aos bebês.

    Por outro lado, homens têm uma postura neutra, pois não recebem a recompensa biológica (produção de oxitocina). Já as mulheres que estão na menopausa tendem a ter comportamento semelhantes aos dos homens, devido às mudanças hormonais características da menopausa (menor/ausência de produção de oxitocina).

    Então, por causa da oxitocina, a autora afirma que as mulheres têm menor preferência por atividades que exigem muitas horas em isolamento (sem convívio social). Por exemplo, o próprio IMB: tanto os autores dos artigos como a seção de comentários são predominados por homens, pois o estudo através da internet exige horas de leitura em solidão, um ônus biológico severo para as mulheres.

    Em resumo, o argumento é: as mulheres são capazes de compreender os ensinamentos de forma igual ao homem, entretanto elas são estimuladas a tipos específicos de atividades por causa da questão hormonal.

    O livro, como um todo, é interessante tanto para homens quanto mulheres [parto do pressuposto que seu conteúdo é verdadeiro]. Ela também discute a questão da produção de estrogênio, testosterona (sim, mulheres também o produzem), oxitocina e outros hormônios durantes as diferentes fases da vida das mulheres (infância, adolescência, período fértil e menopausa). Inclusive dentro do ciclo menstrual, onde as variações hormonais são significativas e têm seus efeitos.
  • Nyappy!  12/03/2013 19:41
    Não entendi sobre a suposta ligação de ensino doutrinário a mulheres ou a "feminização" do ensino.

    E na minha opinião, o problema não reside aí, acho até que homens são mais doutrinários quando ensinam que mulheres, sejam uma ideologia, religião etc.
  • Thames  12/03/2013 19:49
    Nenhuma. E o texto em momento algum faz esta ligação. Sugiro ler a resposta do Leandro ao Pobre Paulista.
  • Ana  12/03/2013 20:56
    As feministas sempre acabam se revelando. Chega de histerismo feminista, que tem gerado um bombardeio de informações pseudo-científicas, como amplamente demonstrado nos comentários acima! O que mais valorizo nesse site é pq seus frequentadores não se deixam levar pelo politicamente correto. Não há machismo no texto, há evidência. E digo mais, não ficarei admirada se no futuro levantarem informações de que movimentos feministas, abortistas e homossexuais tenham sido motivados por esquerdistas americanos.
  • Renato Souza  13/03/2013 14:18
    O autor não fez ligação entre feminização e deterioração do ensino. Ele afirmou as duas coisas, mas não disse (nem sugeriu) que uma era conseqüencia da outra. Ele sugeriu que o ensino femininizado é menos adequado aos meninos, mas não sugere, nem poderia, que isso seja causa da continua deterioração do ensino, porque desde praticamente uns dois séculos, na escola convencional, a educação infantil está nas mãos de professoras, então isso não pode ser causa de uma deterioração posterior.

    O autor também diz que, com a fuga da escola convencional deteriorada, o ensino se tornará mehor e também menos femininizado. Novamente isso é a afirmação de eventos paralelos, mas não uma relação causal. O texto é explícito nas causas: A educação se tornará melhor por ser menos ideologizada (o autor não diz, mas eu digo, que o sistema atual é ideologizado, em parte, por ser controlado demais pelo estado) e atender melhor às demandas. O texto diz que a educação alternativa será menos femininizada pelo fato de haver mais espaço para autonômia do estudante. Ele cita também o fato de que há mais homens que mulheres preparando os cursos on-line. Mas eu, pessoalmente, acho isso menos importante. Num sistema de maior autodidatismo, há menos espaço para a influência do sexo do instrutor.

    Creio que alguns fazem uma leitura muito emocional do texto, e acabam vendo o que não está lá.
  • Leandro Rousselet  13/03/2013 06:15
    Onde o Gary North publica os seus textos originais? Acho o cara extraordinário.
  • anônimo  13/03/2013 08:38
    Em seu site: www.garynorth.com/

    Mas o conteúdo é pago.
  • Antonio Galdiano  13/03/2013 12:36
    Aparentemente há a concomitância de 2 linhas argumentativas:
    1ª: Urbanização -> Ganhos de produtividade dos setores produtivos -> Homens nos setores mais produtivos e mulheres começando ocupar setores de menor remuneração (educação).
    2ª: Homens e mulheres aprendem diferentemente e ensinam diferentemente -> reversão do estilo de ensino mais apropriado aos homens para o mais apropriado às mulheres a partir do fato econômico advindo da urbanização.

    O restante são exemplos de que os homens ocupam mais posições entre os extremos e de que as mulheres ocupam mais as posições medianas (inclusive não menciona o fato de que os homens ocupam mais os 2 extremos: tanto em Nobeis como em Presídios, para exemplificação).

    Bom, a mim não ficou completamente claro se a redução do nível educacional decorre majoritariamente da alteração havida na estrutura produtiva em que anteriormente alguns dos mais produtivos ocupavam as áreas de educação E/OU se a deterioração do ensino decorre da feminilização da educação.

    Existe outro fato que o texto trata marginalmente:
    Baseado em minha experiência pessoal, os homens de maior cultura possuem parte dessas características "femininas" descritas no texto, ou seja, a capacidade de disciplina e ausência de inquietude quando estão estudando e pesquisando.


    Seguindo a linha de raciocínio do autor:
    Uma educação que prioriza o estilo feminino de ensinar conduzirá a uma educação mais apropriadas às mulheres que aos homens, de forma que, se há uma relação causal entre a ocupação das posições extremas superiores em decorrência de anos de estudos, os homens ocuparão cada vez menos as posições no extremo superior dos setores.
    Isso, segundo o autor, seria "anti-natural", uma vez que os homens possuem habilidades inatas superiores (em alguns setores) às mulheres.
    Logo, entendo que o objetivo do autor não é ser machista, mas exatamente alertar aos pais sobre as diferenças entre homens e mulheres para que eles tomem providências quanto ao ensino fornecido aos filhos, para que tal ensino seja mais adequado ao gênero da criança. Além disso, aparentemente o texto alerta que como não houve providências prévias nessa diferenciação, que as mulheres superocuparão (em contraposição às distribuições naturais de dotação inata de competências) as posições no extremo superior caso a educação permaneça no perfil atual.


    Pontos de discordância:
    Com relação à ocupação de mais posições nos extremos superiores, eu não concordo que tenha havido alteração significativa de tal estrutura em decorrência da feminilização do ensino, justamente pelo fato de que alguns dos homens mais cultos que conheço possuirem exatamente as características supostamente femininas de ausência de inquietude perante os estudos e de disciplina.
    Não chega a ser um ponto de discordância mas: é possível sim que as posições medianas sejam ocupadas mais por mulheres do que por homens com a unicidade do tipo de ensino, pois homens e mulheres que antes tinham uma educação mais adequada ao seu gênero masculino agora terão educação mais adequada ao gênero feminino caso nada seja feito (isso considerando o fato de que, para a ocupação dos postos mais altos faz-se necessária uma boa dose de habilidades inatas ditas "femininas").


    Obs: As tais habilidades inatas "femininas" soam muito similares ao padrão cultural oriental, by the way. É fato notório que alguns dos orientais, grosso modo, são mais disciplinados que alguns dos ocidentais justamente por uma diferença cultural, aprendida e estimulada no convívio social.

    Minha conclusão:
    Vejo as recomendações finais do autor como verdadeiras, mas não concordo que tenha havido significativo descolamento entre a distribuição entre homens e mulheres de capacidades inatas E a distribuição a ocupação percentual em ocupações nas posições mais extremadas. Concordo, porém, que o referido descolamento poderia, em tese, ter ocorrido entre as ocupações médias. Nesse sentido, o texto possui lacunas importantes que podem sim dar margem ao entendimento de que o texto soa machista(o que também é opção de foro íntimo do autor, ele que arque com as consequências de sua opção não coercitiva). Mas certamente o texto tem mais a acrescentar do que a recriminar.
  • Gabriel Miranda  13/03/2013 13:02
    Sobre a questão do declínio no sistema educacional, concordo parcialmente com o OC:

    Em Thinkers of the New Left (1985), onde examina os principais expoentes de uma escola de pensamento que ainda é a mais influente na esquerda hoje em dia, Roger Scruton observa que nenhum deles jamais deu o menor sinal de querer responder às críticas feitas à teoria marxista por Max Weber, Werner Sombart, F. W. Maitland, Raymond Aron, W. H. Mattlock, Böhm-Bawerk, Popper, Hayek ou von Mises.

    (...)

    Enquanto os anticomunistas de todos os matizes não cessam de analisar e refutar o marxismo, escrevendo milhares de livros a respeito, os marxistas fogem sistematicamente ao debate. Quando não se contentam em baixar sobre os adversários a mais pesada cortina de silêncio, dedicam-se a difamá-los pelas costas, inventando a respeito as histórias mais escabrosas, tratando-os como criminosos, colocando-os em "listas de inimigos" e cumprindo à risca a regra de Lênin: não discutir com o contestador, mas destrui-lo politicamente, socialmente e, se possível, fisicamente.

    Que maior prova se poderia exigir de que essas pessoas, que se atribuem o monopólio de todas as virtudes, são as mais perversas, malignas e desprezíveis que já infestaram a profissão intelectual?

    A ascensão da escória marxista ao primeiro plano da vida nacional foi e é a causa principal ou única da destruição da cultura superior e do sistema educacional no Brasil.
  • Giulianno  13/03/2013 14:54
    O autor apenas se esqueceu de dizer que não há mais homens - entenda-se, virilidade - há algumas gerações.

    Certa vez, num grupo de amigos, perguntei quem é que mandava na casa deles. Resposta unânime: a Mãe!

    Culpados? Os nossos bisavôs, provavelmente. As bisavós apenas tomaram um lugar que estava ficando vago.

    Mas o culpado mesmo, o culpado de verdade, de verdade mesmo... O culpado é o conforto e o bem-estar. Quer dizer, a preguiça. Usando Gary, o macho preferiu apertar interruptor. "Para que me levantar da "poltrona do papai" para mudar o canal?"

    É o que meu sábio dentista sempre dizia: "O progresso é uma faca de dois legumes".

    E já que colocamos legumes no assunto, o açúcar também deve ter participação nessa transformação, pois o açúcar torna indolente.
  • anônimo  13/03/2013 21:43
    Nossos bisavós nada, só se for os seus, meu avô era o chefe da família, homem a moda antiga e minha avó gostava assim, ela tinha horror a essas coisas modernas.
  • Fernando Soares  13/03/2013 21:06
    As mulheres são mais inteligentes que os homens até os 16 anos, a inteligência é igual até os 21 anos e depois os homens superam as mulheres, segundo uma pesquisa. Talvez seja essa a razão para que as meninas sejam melhores que os meninos no ensino fundamental, os dois sejam mais ou menos iguais no ensino médio e na faculdade e depois os homens as superem em campos mais especializados.

    Concordo parcialmente com o texto, mas geralmente meus melhores professores foram mulheres, até por conta dessa habilidade comunicativa, parecem transmitir melhor o assunto.

    Outra coisa, todos estão palpitando que o ensino online superará, ou já superou, o ensino em cursos presenciais. Acredito que essa previsão se realizará apenas parcialmente, uma vez que os cursos presenciais são mais específicos, mais personalizados, pode-se tirar qualquer tipo de dúvida, até as mais loucas, muito rapidamente. Pode-se conduzir a aula para temas mais particulares. Por exemplo, nesses vídeos da Khan Academy o cara simplesmente joga o assunto, nivela por baixo, já que é algo para todos, para milhões de pessoas. Já uma turma com 20 pessoas e um professor pós-doc com licenciatura é muito mais produtiva.
  • Neto  13/03/2013 21:34
    Nivela por baixo uma ova, os vídeos do Khan Academy tem um nível MAIS ALTO que um monte de faculdades brasileiras.Ele está pau a pau com os caras do MIT opencourseware.
  • Luciano  13/03/2013 22:41
    Nivelar por baixo?! Aposto que você nunca viu os vídeos da Khan, eu aprendi mais matemática e física lá - e em outros sites - do que em TODOS os meus anos de colégio.
  • Fernando Soares  14/03/2013 22:04
    não disse que o cara é ruim, ele so nivela por baixo - faz coisas muito gerais e tal, já com um professor bom em um curso presencial é possível ir muito além. E o seu colégio pode ser simplesmente ruim e/ou você não se esforçou pra aprender, pq duvido que alguém fique vendo repetitivamente assunto já devidamente aprendido na escola antes.

    E onde existem profissionais importantes, cientistas etc que só se instruíram on line? Por que os primeiros lugares dos vestibulares são de colégios bons e/ou cursinhos bons? Onde é que está a tão propalada superioridade do ensino online?
  • Nilo BP  15/03/2013 20:45
    Mas é exatamente isso que o North está dizendo: a educação formal em massa tem qualidade péssima. Só um número pequeno de escolas muito caras poderiam ser chamadas de "educadoras", o resto são fábricas de doutrinados.

    Se a Khan Academy consegue ensinar conceitos básicos, já está fazendo mais que a grande maioria das escolas por aí... de graça, e sem a bagagem de inutilidades politicamente corretas que as professoras (repare, geralmente são professorAs) ficam repetindo, e repetindo, e repetindo. Até os marxistas homens que eu tive a infelicidade de encontrar eram menos chatos que as variantes femininas.

    Quanto a não existirem cientistas e profissionais bem-sucedidos que são autodidatas, o North acredita (vou tentar resumir) que a universidade é, por assim dizer, o filtro do "sistema". Ninguém consegue sair de lá sem se curvar à ideologia progressista. Por outro lado, se você não passar por lá, ninguém leva você a sério.
  • Neto  18/03/2013 17:06
    Se a Khan Academy consegue ensinar conceitos básicos, já está fazendo mais que a grande maioria das escolas por aí...

    Nilo, você acreditou nisso? É óbvio que isso é mentira, o cara nem se deu ao trabalho de ver os vídeos do Khan e já fica com medinho da concorrência.Medo de que chegue o dia que o estudante não tenha que ser obrigado a pagar por aula com um cara como ele pra poder exercer a profissão.

    Pra quem não sabe, um tal de MIT, não sei se alguém já ouviu falar, também bota várias as aulas de lá online.O conteúdo que você tem é EXATAMENTE o mesmo que os alunos de lá assistem. E não sei de onde esse sujeito inventou que o Khan nivela por baixo, o que o Khan fala é a mesma coisa só que as vezes ele explica MELHOR.
  • Neto  18/03/2013 16:55
    'não disse que o cara é ruim, ele so nivela por baixo'

    E é justamente nisso que você está errado.

    já com um professor bom em um curso presencial é possível ir muito além.

    As evidências e a lógica mostram justamente o contrário.A maioria do pessoal que dá likes nos vídeos dele é feita de alunos que não entenderam nada na aula presencial inútil mas com o Khan entenderam tudo.

    E onde existem profissionais importantes, cientistas etc que só se instruíram on line?
    Na maioria das áreas não adianta estudar online por causa da obrigatoriedade do diploma, mas em áreas como programação, tecnologia, onde GRAÇAS A DEUS não existe a obrigatoriedade do diploma, a existência de autodidatas é bastante comum.
    Inclusive todo mundo sabe que os fodões dessas coisas, gente como Bill Gates, Steve Jobs, todos largaram a faculdade.

    Por que os primeiros lugares dos vestibulares são de colégios bons e/ou cursinhos bons?
    O mesmo motivo pelo qual as universidades públicas tem os melhores resultados: eles levam o crédito pelo esforço dos alunos.
    Fora isso o estudante de classe média geralmente tem uma família que o apóia, ou seja, ele não precisa trabalhar e pode se dar ao luxo de estudar várias horas por dia.

    Onde é que está a tão propalada superioridade do ensino online?
    Nas áreas de tecnologia como disse antes, mas é muita desonestidade perguntar uma coisa dessas sabendo que não existe uma competição justa, vamos acabar com a obrigatoriedade do diploma, passar pras certificações privadas e aí sim vamos poder comparar e concluir se pagar pra olhar pra cara de um professor faz o aluno aprender mais.


  • anônimo  18/03/2013 17:01
    Outro exemplo do auto didatismo é, ironicamente, numa das áreas mais imundamente esquerdistas que se pode imaginar: na indústria do concurso.
    É cheio de casos reais de concurseiro que estuda sozinho e passa.
  • anônimo  19/03/2013 06:46
    E quem quiser ainda outro exemplo de auto didatismo, procure no google por fórum do Euclides, sobre matemática e física, está cheio de gente por lá que passou nos mais concorridos vestibulares do país estudando sozinho em casa, e usando o fórum só pra tirar dúvidas
  • Renato Souza  15/03/2013 14:55
    Fernando

    No Brasil é proibido não freqüentar uma escola submetida ao MEC. Isso não foi sempre assim, é uma invenção relativamente recente. Primeiramente na URSS e depois na Alemanha nazista, o ensino em casa foi proibido. Isso mostra a motiviação original dessa medida.

    Nos EUA existem estudos comparativos entre a média dos estudantes que se formam estudando em escolas regulares e a média dos estudantes que obtém seus diplomas estudando em casa. A diferença é muito significativa em favor desses últimos. Para aqueles pais que podem pagar uma escola muito boa e muito cara, provavelmente seus filhos terão mais sucesso estudando nessas escolas. Mas para uma multidão de cidadãos médios que não tem grana suficiente para isso, o ensino em casa é superior ao ensino nas escolas.
  • Guiomar  28/04/2013 15:42
    Acredito que o texto apresente parte da realidade "gender-social", porem, o que nao foi expresso e que, o que falta para as mulheres e a oportunidade de exercer seus conhecimentos como os machos. Nao adianta voce ter a faca na mao e nao ter a oportunidade de cortar o queijo. Nao acredito que existe diferenca entre homens e mulheres at all, nem mesmo quando se trata de disciplinar e ensinar suas criancas. Uma perda de tempo ler esse artigo o qual me surpreendeu bastante vindo do site do Misses. Meu esposo e eu somos grandes advocaters do Misses e ja patrocinamos eventos do Misses em various Estados aqui dos EUA.
  • Emerson Luis, um Psicologo  03/06/2014 19:51

    O keynesianismo também promove a feminização da sociedade e a desvalorização do homem, pois estimula o consumismo e menospreza a produtividade.

    * * *


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