Não se deixe educar pelo estado
Não é nenhuma coincidência que os governos de todos os países do mundo queiram estar no controle da educação das crianças.  Os serviços de educação fornecidos pelo aparato estatal supostamente devem ser vistos como uma evidência da bondade do estado e da preocupação de seus burocratas para com nosso bem-estar. 

Mas o real objetivo é bem menos bajulador, e muito fácil de entender: se toda a propaganda governamental inculcada nas salas de aula conseguir criar raízes dentro das crianças à medida que elas crescem e se tornam adultas, estas crianças não serão nenhuma ameaça ao aparato estatal.  Elas mesmas irão prender os grilhões aos seus próprios tornozelos.

H.L. Mencken certa vez disse que o estado não quer apenas fazer com que você obedeça às suas ordens inquestionavelmente.  O estado quer fazer com que você queira obedecê-lo voluntariamente.  E isso é algo que a educação controlada pelo estado — não importa muito se as escolas são públicas ou privadas, desde que seja o estado quem esteja ditando os currículos — faz muito bem.

Um pensador político há muito esquecido, Étienne de la Boétie, nunca deixava de se questionar por que as pessoas sempre toleravam regimes opressivos.  Afinal, os governados estão em maioria esmagadora em relação aos governantes.  Sendo assim, as pessoas poderiam pôr um fim a todo o autoritarismo se elas realmente quisessem.  E, no entanto, isso raramente acontecia.

Por ora, gostaria apenas de entender como pode ser que tantos homens, tantos burgos, tantas cidades, tantas nações suportam às vezes um tirano só, que tem apenas o poderio que eles lhe dão, que não tem o poder de prejudicá-los senão enquanto eles têm vontade de suportá-lo, que não poderia fazer-lhes mal algum senão quando preferem tolerá-lo a contradizê-lo.  Coisa extraordinária, por certo; e, porém, tão comum que se deve mais lastimar-se do que espantar-se ao ver um milhão de homens servir miseravelmente, com o pescoço sob o jugo, não obrigados por uma força maior, mas de algum modo (ao que parece) encantados e enfeitiçados apenas pelo nome de um...

Chamaremos isso de covardia? ... Se cem, se mil aguentam os caprichos de um único homem, não deveríamos dizer que eles não querem e que não ousam atacá-lo, e que não se trata de covardia e sim de desprezo ou desdém?  Se não vemos cem, mil homens, mas cem países, mil cidades, um milhão de homens se recusarem a atacar um só, de quem o melhor tratamento fornecido é a imposição da escravidão e da servidão, como poderemos nomear isso?  Será covardia?  ... Quando mil ou um milhão de homens, ou mil cidades, não se defendem da dominação de um homem, isso não pode ser chamado de covardia, pois a covardia não chega a tamanha ignomínia. . . Logo, que monstro de vício é esse que ainda não merece o título de covardia, que não encontra um nome feio o bastante . . . ?

De la Boétie concluiu que a única maneira pela qual qualquer regime poderia sobreviver seria se o público lhe desse seu consentimento.  Tal consentimento poderia ser tanto um apoio entusiasmado quanto uma resignação estóica.  Mas se tal consentimento desaparecesse, os dias do regime estariam contados.

E, de fato, é necessário um sistema educacional enormemente distorcido para fazer com que as pessoas emprestem seu consentimento a qualquer arranjo estatal.  Afinal, o que é o estado?  É um grupo dentro da sociedade que clama para si o direito exclusivo de controlar e espoliar a vida de todos.  Para isso, ele utiliza um arranjo especial de leis que permite a ele fazer com os outros tudo aquilo que esses outros são corretamente proibidos de fazer: atacar a vida, a liberdade e a propriedade.

Por que uma sociedade, qualquer sociedade, permitiria que tal quadrilha desfrutasse incontestavelmente desse privilégio?  Mais ainda: por que uma sociedade consideraria legítimo esse privilégio?  É aqui que o controle da mente entra em cena.  A realidade do estado é inquestionável: trata-se de uma máquina de extorsão, pilhagem e autoritarismo — tudo isso em larga escala.  Sendo assim, por que tantas pessoas clamam por sua expansão?  Aliás, por que sequer toleramos sua existência?  A própria ideia da instituição estado é tão implausível por si só que é preciso que ele, o estado, coloque sobre si um manto de santidade para que consiga apoio popular

E é por isso que a educação autônoma — a verdadeira educação — é uma enorme ameaça para qualquer regime.  É por isso que ela é combatida tão veementemente pelo estado e seus burocratas.  Se o estado perder o controle daquilo que entra em sua mente, ele perde o segredo de sua própria sobrevivência.

E o estado já está começando a perder este controle.  A mídia tradicional, aquela que sempre se esforçou disciplinadamente para carregar água na peneira pelo estado desde tempos imemoriais, já está se sentindo ameaçada por vozes independentes na internet.  Não creio que hoje qualquer pessoa com menos de 25 anos leia algum jornal.  Algumas escolas públicas nos EUA já estão implementando um programa abertamente despótico, mas necessário para sua sobrevivência: as crianças têm de usar braceletes eletrônicos que monitoram sua exata localização durante os horários de aula.  A intenção clara é se certificar de que as crianças estão comparecendo regularmente à escola para ouvir o que o estado tem a lhes dizer. 

[E tal medida já está também operante no Brasil]

Como tudo isso irá acabar?  Impossível saber de antemão, mas os prospectos da liberdade são animadores.  Por mais que a mídia e a classe política operem em conjunto para sustentar a santidade do estado, tal blindagem já foi rompida.  E esta tendência é irreversível.

É por isso que o nosso desafio é o mais radical que já foi apresentado ao estado.  Nossa intenção não é tornar o estado mais "eficiente" ou dar ideias de como ele pode aumentar suas receitas.  Tampouco queremos mudar seu padrão de protecionismo, de privilégios e de redistribuição de riqueza.  Nossa intenção não é dizer qual programa de subsídio é o melhor e qual deve ser alterado, ou qual tipo de imposto faria com que o sistema fosse gerido mais harmoniosamente.  Não queremos alterações pontuais no estado.  Rejeitamos o atual sistema por completo.

E não nos opomos a essa máquina de extorsão, pilhagem e autoritarismo que é o estado por ele ser 'ineficiente' ou 'improdutivo'.  Nós nos opomos ao estado porque extorsão, pilhagem e autoritarismo nunca podem ser medidas moralmente aceitáveis.

O estado moderno nada mais é do que uma disputa de poder entre quadrilhas, cada qual visando seus próprios interesses e os de sua base de apoio.  Quem está interessado apenas em liberdade, não apenas está sem representação como também é obrigado a sustentar ambos os grupos.  Por isso, não imploramos pelas migalhas que eventualmente caem da mesa do banquete totalitário.  Tampouco queremos um assento a esta mesa.  O que queremos é derrubar a mesa totalmente.

Há muito trabalho a ser feito.  Um número incontável de indivíduos foi persuadido de que é do interesse deles ser roubado, proibido de adquirir bens estrangeiros, ter seu poder de compra destruído e ter de obedecer a todas as ordens ditadas por uma elite governamental que na realidade não está nem aí para nosso bem-estar e cujo único objetivo é aumentar seu poder e sua riqueza à custa do nosso padrão de vida.

A mais letal e antissocial instituição da história da humanidade continua a se autodescrever como sendo a fonte essencial de toda a civilização.  A partir do momento em que o governo assumiu o controle da educação, as pessoas aprenderam que o estado está ali para protegê-las da pobreza, dos remédios estragados e até dos dias chuvosos; para dar estímulos quando a economia estiver ruim e para nos defender de todos aqueles elementos perigosos ou gananciosos que estão fora da máquina estatal (pois dentro dela eles não existem).  Esta visão, por sua vez, é diariamente reforçada e intensificada pela mídia impressa e eletrônica, os porta-vozes do regime.

Se o público foi iludido, cabe a nós a imprescindível tarefa de desiludi-lo.  É necessário rasgar o manto de santidade sob o qual o estado se esconde.  Esta é a tarefa mais crucial de nossa época.  E qualquer um pode fazer sua parte.

Comece consigo próprio.  Eduque-se.  Aprenda tudo o que puder sobre uma sociedade livre.  Leia os grandes, como Frédéric Bastiat, Ludwig von Mises, Murray Rothbard, Henry Hazlitt, Hans Sennholz, George Reisman, Tom Woods, Thomas DiLorenzo e Jesús Huerta de Soto.  À medida que você for aprofundando seus conhecimentos, compartilhe o que você está lendo e aprendendo.  Crie um blog.  Crie um canal no YouTube.  Organize um grupo de estudos.  O que quer que faça, aprenda e espalhe seu conhecimento.  Jamais pare.

Se foi por meio da propaganda que as pessoas irrefletida e insensatamente aceitaram as alegações do estado, então será por meio da educação que elas serão trazidas de volta ao seu juízo.

Com a mídia — o suporte indispensável do estado — em franca decadência, será cada vez mais difícil para o aparato estatal fazer com que suas alegações sejam prontamente aceitas; será difícil o estado continuar persuadindo as pessoas a aceitarem suas mentiras e propagandas.

Você certamente já ouviu dizer que a pena é mais poderosa que a espada.  Pense na espada como se ela fosse o estado.  Pense na pena como se ela fosse você divulgando as ideias da liberdade.  Qual, no final, terá mais chances de ganhar os corações e a mente das pessoas?

Tenha sempre em mente esta constatação de Étienne de la Boétie: todo e qualquer governo depende do consentimento das pessoas; tão logo o público retirar seu consentimento, qualquer regime estará condenado.

É por isso que o regime ora nos ridiculariza, ora nos teme.  E é por isso que, não obstante todos os horrores que lemos diariamente, podemos ter a ousadia de olhar para o futuro com alguma esperança.


1 voto

SOBRE O AUTOR

Lew Rockwell
é o chairman e CEO do Ludwig von Mises Institute, em Auburn, Alabama, editor do website LewRockwell.com, e autor dos livros Speaking of Liberty e The Left, the Right, and the State.




"No caso de justiça privada, com investigação privada, os custos deveriam ser pagos pelas partes envolvidas."

Errado. Poderiam também ser pagos por qualquer um que se voluntariasse a pagar em nome de terceiros. Seria, tenho certeza, o seu caso em relação ao catador de papelão.

"Suponhamos que um senhor que cata papelão (e outros recicláveis) na rua seja atropelado por um motorista bêbado que, depois de atropelar e matar o tal senhor, fugiu da cena sem prestar socorro e se escondeu rapidamente (para tentar continuar sua vida como se nada tivesse acontecido)."

Isso ocorre diariamente no arranjo estatal em que vivemos. E nunca o atropelador é punido.

Aliás, houve um caso em que uma adolescente e modelo foi atropelada em Belo Horizonte, num bairro chique. Ela ficou aleijada (teve a perna amputada) e a motorista embriagada teve apenas uma multa de R$ 1,5 mil.

www.em.com.br/app/noticia/gerais/2014/12/29/interna_gerais,603237/jovem-atingida-por-carro-na-raja-gabaglia-tem-perna-amputada.shtml

www.em.com.br/app/noticia/gerais/2015/04/20/interna_gerais,639299/a-superacao-de-paola.shtml

revistaglamour.globo.com/#/noticia/Na-Real/noticia/2015/11/modelo-que-perdeu-perna-posta-foto-de-biquini-e-recebe-elogios-dos-fas.html

Que bela justiça estatal!

Ou seja, o pior cenário que você vislumbra num ambiente anarcocapitalista já ocorre rotineiramente no arranjo de justiça estatal em que vivemos.

Já no caso do catador de papelão, haveria ao menos uma chance: você poderia começar uma campanha nas redes sociais para coletar o dinheiro necessário para processar é punir o motorista. Seria até fácil.Se hoje as pessoas arrecadam dinheiro até para abrir hamburgueria, certamente não faltariam doadores para ajudar nesta causa tão mais nobre.

Solução tem pra tudo; o que é realmente difícil é nêgo conseguir pensar fora da Matrix estatal a qual foi condicionado.
Aos que acompanham Instituto Mises Brasil:
Deixo aqui uma pergunta para reflexão dos que acompanham esta página. Para haver justiça, é necessário investigação.
No caso de justiça privada, com investigação privada, os custos deveriam ser pagos pelas partes envolvidas (e não por um Estado).
Suponhamos que um senhor que cata papelão (e outros recicláveis) na rua seja atropelado por um motorista bêbado que, depois de atropelar e matar o tal senhor, fugiu da cena sem prestar socorro e se escondeu rapidamente (para tentar continuar sua vida como se nada tivesse acontecido).
Suponhamos também que a vítima vivia em uma casa extremamente simples, sozinho (por ter abandonado o contato com a família há muitos anos), e que seus escassos bens fossem insuficientes para cobertura de gastos de investigação e justiça privadas.
Neste caso, para que a investigação descubra a autoria do crime e a sociedade possa vislumbrar a possibilidade de justiça, quem arcaria com os custos? Quem faria a opção pelo tribunal que poderia julgar a causa? Quem acompanharia a causa para que fosse devidamente solucionada?
Lembrando que o motorista irresponsável teria fugido e não deixado vestígios suficientes (à princípio) para ser encontrado e responsabilizado pelo ato.
A sociedade que consistisse em justiça e investigação privadas (com custos 100% privados) não se importaria com a elucidação e punição em casos como o descrito acima? Ficaria o motorista embriagado livre, mesmo tendo atentado contra a vida de outro?
Na suposição, usei como exemplo um catador de papelão, mas a análise serviria para qualquer possível vítima de injustiça que não dispusesse de recursos suficientes para cobrir os custos de investigação e justiça privadas.
O que acham?
É uma dúvida real. Gostaria de verificamos possíveis respostas com educação e respeito.
Grato!
Eu morei 5 anos em Paris. Lá, a educação é gratuíta, obrigatória, e vai de 7 da manhã ás 17:00, De segunda à sexta, menos na quarta-feira. Esse é o dia do "se vire" para os pais, quando eles têm que ficar com os filhos de uma forma ou de outra. Uns levam para o trabalho, outros deixam em creches, outros arrumam uma babá por um dia.

As crianças são obrigadas a decorar poesias. O vestibular é feito no final do segundo grau, pra avaliar o quanto aprenderam, e filosofia é obrigatória. As provas não são de múltipla escolha. São feitas na forma de redações com 4 folhas de papel almaço. Se chama Bacalaureat, ou BAC, como todos chamam.

E por isso os franceses arrumam emprego em qualquer lugar do mundo onde vão, em geral chegam no estrangeiro e criam a próprias empresas. //existe ensino profissionalizante em todos os níveis, os professores, assim como todos, fazem reciclagens e avaliações constantes. é um sistema mais complexo, criado por pessoas com muita cultura. Sem falar que os franceses leem mais de 20 livros por ano. Existe a divisão que existia antigamente no segundo grau, exatas, biomédicas, humanas, artes... Se houvesse mais estudos no Brasil, saberíamos estudar os sistemas de ensino mais adequados para nosso país, na situação que se encontra. Poderíamos copiar as técnicas de sucesso destes países, ou mesmo daqui, de escolas que trazem sucesso aos alunos. Mas quando o povo não tem estudo, e confunde cultura popular com cultura geral, esquizofrênicos delirantes como o Carlos Magno dos pobres fazem um impichement, e ditam regras toscas como suas mentes delirantes, pois acham que ao poder é algo que deve ser conquistado por conchavos de ordens discretas. Me refiro ao presidente em exercício, que é maçom.

ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • Igor  01/11/2012 05:00
    Excelente.
    Recomendo aos que pretender educar a si mesmos o livro do Mortimer Adler: A Arte de Ler - Como Adquirir Uma Educação Liberal.
  • Juliano  01/11/2012 05:53
    Muito bom!
  • Fabio Sandi  01/11/2012 05:54
    Ótimo artigo,

    Outra excelente leitura complementar, para ajudarmos a trazer a Liberdade é a Desobediência Civil de Henry Thoreau!!!
  • anônimo  01/11/2012 06:14
    muito bom o artigo !!
  • Márcio Elton  01/11/2012 06:19
    Que grandeza esse artigo, a educação que nos oferecem é de péssima qualidade porque seu papel não é educar e sim doutrinar, como se não bastasse eles ainda desorganizam a sociedade com o tal politicamente correto, para aumentar o poder do estado sobre ela maravilhoso artigo parabéns.
  • O anti-MEC  16/01/2016 22:22
    Exato! Partilho desse seu pensamento. Educação pública, ainda mais com essa turma vermelha no poder, é instrumento de doutrinação: ideologia de gênero, a necessidade do estado existir para combater injustiças, meio ambiente, politicamente correto etc...
  • PESCADOR  01/11/2012 06:36
    Belo texto, muito inspirador. Muito interessante quando ele cita a mídia. Eu não sei vocês, mas desde que me tornei libertário e passei a estudar Escola Austríaca, não consigo mais ler e ver jornais como antes. Jornal da Cultura, Jornal Nacional, Estadão, Veja, etc, coisas que eu consumia e não aguento mais. Todos defendem o estado, em graus diferentes, mas defendem. Notícias deturpadas, analistas ilógicos, comentaristas boçais, cada vez que me deparo com isso, me dá vontade de ler um livro do Rothbard. Eu era fervoroso leitor da Veja e do Estadão, mas hoje só consigo ler com VERDADEIRO prazer o Mises Brasil e o mises.org. Será que estou ficando meio paranóico ou isso já aconteceu com alguns de vocês?
  • Juliano  01/11/2012 07:01
    Todos defendem o governo... no máximo, querem que o governo faça algo compatível com suas idéias, nunca que o governo saia do caminho.\r
    \r
    A Mirian Leitão, por exemplo. Vive criticando o fato do governo escolher vencedores, mas defende intervenções no câmbio, na taxa de juros, ajudas para setores, mais dinheiro para educação, energia renovável, regulações. Ela critica exatamente a mesma coisa que ela defende. Ela não quer que o governo não escolha vencedores, quer que o governo escolha os vencedores que ela gosta.\r
    \r
    O ponto, que nunca deixam claro, é que QUALQUER intervenção sempre terá uns beneficiados e outros que ficarão só com a conta. Mas, claro, sempre vendem as intervenções como sendo positivas para todos, o que é falso.\r
    \r
  • Daniel Costa  07/06/2014 21:02
    Não amigo, não estais ficando paranoico, a não ser que eu esteja também. Não só leio diariamente os artigos do mises como os divulgo em sala de aula para meus alunos. hoje, não tenho mais como parar.
  • Tiago  17/06/2014 13:24
    Também aconteceu comigo,leio o site ha pouco mais de um ano e isso me fez duvidar de todas as notícias dos grandes jornais,acho q eh um processo de higienizacao mental.Abraco a todos.
  • Nelio  15/01/2016 17:08
    Comigo também vem ocorrendo o mesmo desde que me interessei por economia Liberal e escola Austríaca, não digo que não leio outros portais, mas vejo com outros olhos, me da um misto de raiva, nojo e repúdio dessa "grande mídia imparcial" do Brasil (vejo mais pelo feed do facebook mesmo, não vou atrás dessas notícias)

    O correto não é nos alienarmos em nosso mundo, mas entender as coisas de uma ótica diferente e tentar levar uma luz para aqueles que ainda se iludem com contos Estatais, pois se nos fecharmos seremos igual aos Socialistas que vivem no mundo encantado de Marx e da mais valia...

    Mas essa rejeição pela mídia convencional é natural, aliás, é um bom sinal..
  • Halvorsen  16/01/2016 00:03
    Depois de ler o Mises e aprender um pouco sobre a teoria economica liberal,bem como a escola austríaca,você começa a ver a notícia com outros olhos.
  • anônimo  16/01/2016 00:21
    Sou estudiosa de Escola Austríaca e Liberalismo há quase 3 anos e sinto-me igualzinha a você, caríssimo Pescador. Após 6 meses de leituras, podcasts e estudos, já tinha parado totalmente de ver JN, Globo News, ler e acreditar nas colunas de "especialistas super-hiper-megaestrelados de Economia". Após 1 ano, fui perdendo a vergonha de defender e espalhar as ideias da liberdade nos meus círculos de convivência e causando algumas polêmicas dentro de casa; e parei de ler até mesmo a seção de "cultura" do jornal, feminazi e esquerdopata demais para mim. Hoje só leio as colunas de dois membros do Instituto Liberal e olhe lá! Estou muito mais feliz lendo diariamente os textos do IMB do que me desinformando com jornais tendenciosos. Se isso é ser louco(a), que sejamos, pois!
  • Outro paranóico libertário  16/01/2016 22:36
    Olá! Tenho a mesma impressão que você acerca de tudo o que vem da mídia tradicional. Assinava Isto É, assistia Jornal da Cultura e o Jornal Hoje (da Globo), além dos noticiários do Globonews. Hoje eu acho insuportável.

    Por ser profissional de saúde, assinava uma revista publicada pela FIOCRUZ. Jesus, Maria e José! Há uns 2 anos eu não conseguia sequer tirar os exemplares mensais do plástico. E o ano de 2014 então... foi uma propaganda deslavada e sem vergonha pró-governo vermelho. Toda essa agenda 'progressista' (sabe-se lá o que diabos é isso!)que falamos aqui: poluição do meio ambiente, políticas governamentais para saúde, educação, doentes mentais, usuários de drogas e doses maciças de SUS, SUS e mais SUS! Há uns 6 meses, aproveitando que eu me mudaria, cancelei a assinatura ('gratuita' rsrsrs).

    E a minha esposa já notou como mudei. Ligo a tv e se não estiver passando um documentário ou um filme que goste, desligo em menos de 2 minutos e vou ler, vou brincar de carrinho ou vídeo game ou futebol com meu filho. Não suporto mais ver tanta ignorância e lavagem cerebral na tv. Infelizmente, como trabalho em plantões em ambientes coletivos, a porcaria da tv está lá, na maioria da vezes na gRobo, e ainda tenho que assistir a contragosto o William Bonner Chapa Branca e o Chico Petista Pinheiro. Mas aí, também não me faço de morto: quando vejo uma notícia com viés 'progressista', vou logo comentando e descendo o sarrafo e venho com minha visão liberal/libertária da coisa. hehehe
  • Gilberto  17/01/2016 04:14
    Cara nem me fala eu estou viciado demais nesse site.
    Televisão cada vez eu assisto menos, o negocio é youtube, ate no banheiro :)
    Conheci EA e libertarianismo ha pouco tempo e de lá pra cá só pesquiso isso na Internet.
    O pior é que nao conheço nenhum libertario pessoalmente, então bate aquela sensação de sozinho no mundo.
    Mas to fazendo minha parte, estudando pra ter uma base sólida antes de sair propagando as ideias.

    Queria aproveitar e pedir algumas dicas pros administradores ou pro pessoal mais antigo aqui do site:

    1 - regras gerais para os comentarios no site.
    2 - Discussão off-topic (sem relaçao com o artigo)
    3 - Algum forum?

    Por fim, parabéns à equipe do Mises Brasil, continuem o ótimo trabalho!
  • Austriacos.com  17/01/2016 08:46
    Olá amigo, há um tempo atrás criei o austriacos.com para me aproximar de outros libertários, trocar informacoes etc.

    Contudo não tive tempo para organizar o fórum, selecionar material e afins.


    Se alguém quiser acesso ao admin do fórum para botar ordem na casa, favor enviar email para fontelles@gmail com

    Continuarei pagando o servidor e eventuais manutenções / upgrades
  • Andre  18/01/2016 19:09
    Concordo, eu somente separaria o Jornal da Cultura dos demais, pois apesar de "ñ ser uma Brastemp" é o único que tenta manter uma imparcialidade.
    Abç,
    André
  • Andre Canine  01/11/2012 06:54
    Mais um artigo excepcional do Lew Rockwell.

    Existe alguma possibilidade de um texto dessa grandeza ser publicado no jornal "O globo" ou na "Folha de SP"?
  • Fernando Chiocca  01/11/2012 07:20
    Zero.

    E não acho que isso seja ruim.
    Isso é problema das pessoas, dignas de pena, que ainda se informam através de jornais, revistas e mídias tradicionais.
    E como dito pelo Lew no artigo, "Não creio que hoje qualquer pessoa com menos de 25 anos leia algum jornal."
    Esta mídias estão cada vez mais irrelevantes e logo gozarão da irrelevância que merecem.

    Cabe a quem está lendo isso, divulgar esse texto e todo o conteúdo deste site por e-mail, facebook, e por qualquer outro meio desse tipo.

  • anônimo  01/11/2012 12:38
    Concordo, alias jornal hoje em dia só serve para se informar de trivialidades, notícias do dia a dia, assalto ao banco da esquina, jogo do Flamengo, etc...\r
    \r
    Para saber mais sobre as questões realmente importantes, só recorrendo a internet mesmo
  • Davi  01/11/2012 10:14
    Muito bom o texto para começar bem o feriado.
  • Marcos Campos  01/11/2012 12:22
    Pessoal, um exemplo clarissímo que me veio a mente agora como insight aos dizeres deste artigo me veio a mente como pressão vulcânica.

    Este ano, não sei se todos lembram, ouveram no país várias paralisações por Estado.
    Aqui na cidade onde moro no Estado do RJ, ocorreu um fato curioso; a polícia militar ficou senão me engano, 1 semana de greve, e neste período temeu-se que a cidade viraria um caos, porém o efeito foi completamente contrário, nunca vi tamanha paz e tranquilidade, os atos supostamente criminosos despencou.

    Não que seja á favor a "criminalidade", mas sou a favor da liberação total das drogas, e como não houveram represárias, subornos, caixinhas, etc....os comerciantes de ilícitos faturaram alto.

    O que significa que não tiveram prejuízo e por consequência irem para o asfalto reverter os prejuízos, pois é assim que funciona.

    O Estado realmente é um MAL. Não tenho mais dúvida alguma.

    *Ps.: Usa droga quem quer, é direito individual da pessoa. Máximo que posso dizer é que é bom no inicio e fatal no final, se o individuo mesmo assim quiser, boa sorte.
  • Celi  29/11/2012 08:59
    Caro Marcos,\r
    \r
    infelizmente, aqui em Salvador, a polícia também fez greve por alguns dias e foi quase um caos... \r
    Por exemplo, só casos q ocorreram na minha rua, q normalmente é um lugar calmo: roubaram supermercado, tentaram invadir o prédio onde moro quando um morador entrava, assassinaram um homem na tentativa de roubar-lhe o carro...\r
    \r
    Não acho a polícia maravilhosa, na verdade, quando ouvir o tumulto na portaria do meu prédio, queria ter uma arma...\r
    \r
    Acho q liberar o porte de arma é uma solução para esse problema de segurança, mas não concordo q, antes disso, num passe de mágica, as cidades (pelo menos a que eu moro) vão se tornar um lugar de paz quando a polícia faz greve.
  • Juliano  29/11/2012 09:43
    Vácuo de poder é sempre ruim. A mesma coisa acontece quando morre um traficante que manda em um presídio ou uma favela. Pessoas vão aproveitar o vácuo deixado e vão explorar a oportunidade.\r
    \r
    A mesma coisa acontece em qualquer área que o governo opera. O mercado leva um tempo para se estruturar e isso causa problemas. Imagine que, de uma hora pra outra, o governo resolvesse parar de manter hospitais, transporte público, fechasse todas as escolas ou acabasse com o Bolsa Família. É claro que isso geraria uma grande confusão. Existem várias coisas que dependem desses serviços, por pior que sejam, e interrupção repentina gera conseqüências.
  • Vinicius Costa  01/11/2012 20:26
    Conheço pouco sobre a escola liberal, mas acredito que para ela crescer aqui no Brasil, é necessário um processo de difusão mesmo. Esse público que está deixando a mídia está buscando algo para preencher esse espaço. Se toda vez que ela entrar no Youtube por exemplo, perceber que sempre aparecem videos de uma pessoa nos mais vistos, em algum momento ela vai acabar entrando.

    Acho que foi assim que muita gente chegou no Liberalismo. Eu mesmo, cheguei aqui através de um vídeo do Milton Friedman sobre a 'construção de um lápis', que está relacionado a outro video que eu estava vendo.

    Penso também que esses vídeos chamariam mais atenção se forem feitos por pessoas bem sucedidas ou pelo menos com boa aparência. Não adiante ser hipócrita de achar que isso não funciona. Um problema que eu percebo é que grande parte dos vlogueiros acabam soando falsos no que falam, porque parecem estar lendo ao invés de estarem expondo novas ideias. É só pegar o próprio Milton Friedman como exemplo. Assistir esse homem falar, não importa sobre qual assunto, é prazeroso.

    Pra mim, faltam ainda figuras desse tipo para que a nossa ideia liberal ganhe maiores proporções aqui no Brasil.
  • Odair  02/11/2012 17:14
    Excelente.
    Interessante a parte de Étienne de la Boétie. A pergunta que ele faz é a mesma que eu tenho me feito a vida toda. Em 1960 aos dez anos de idade,ao ouvir sobre os horrores do Regime Cubano, Russo etc essa pergunta já me ocorria. Porque não reagem?
    Eu pelo menos cheguei a uma conclusão. As pessoas são verdadeiros carneiros. Como dito no texto são muito mais do que covardes, não querem arriscar, esperam que alguém faça algo e as liberte mas não se arriscam.
    Na escola, quando fui porta voz de uma classe inteira, a hora que o diretor perguntou quem mais pensava o mesmo, de repente fiquei sozinho e fui o único suspenso.
    Quando se trata do Estado será o único a ser enforcado. Temos exemplos.
    Junto a todas as pessoas que conheço, sem exceção, sou o único a espernear contra o Estado.
    Conheço muitas pessoas, principalmente nas classes C e D que tiveram alguma melhora de vida nos últimos 7/8 anos. Melhora essa,que diga-se de passagem, que ocorreria independente do governo, pelo esforço próprio, mas que atribuem tudo ao governo, e não importa o quanto este roube, corrompa, minta, quando expostas aos fatos a resposta é sempre a mesma: Para mim está bom.
    Durma-se com um barulho desses.
  • Revoltado contra o estado  17/01/2016 00:34
    Amigo Odair, boa noite. Na família por parte da minha esposa, temos 2 grupos de WhatsApp. Um com 'todos'. E outro só com aqueles que têm pensamentos liberais/libertários. E isso não foi à toa. No grupo com 'todos', um post contra o governo, uma piada contra um político... enfim, qualquer 'pingo' virava 'tempestade', e normalmente, por parte dos mais velhos (os tios). Poucos são aqueles que conseguem aceitar uma saúde sem estado, educação, segurança... E é engraçado como eles possuem um discurso que é sempre muito parecido: "Ahhh, isso não vai mudar." ou o famoso "É assim mesmo!". Fico assustado como estão todos conformados. The walking deads tupiniquins!
  • Arthur  03/11/2012 18:06
    Texto bem escrito, porém perdido em meio a ideais distorcidos.
    O que seria da civilização sem o Estado? E ainda mais: o que seria do ser humano sem a educação que este fornece? Não falo de países como o Brasil, em que política é intrinsecamente sinônimo de desonestidade e corrupção; falo de verdadeiros e justos Estados, em que o povo é, de fato, a prioridade... Falo de democracia no sentido mais pleno da palavra.
    Por mais evoluídos que nós, seres humanos, tenhamos nos tornado, sempre estaremos submissos a uma lei da natureza em especial: por mais louvável que seja a liberdade individual, esta sempre deverá ter importância menor que a ordem. E é isso que o Estado ideal representa - a ordem.
    Se queremos uma melhoria verdadeira, não é "negar o sistema atual como um todo" a ação mais correta, mas sim participar do mesmo como agentes de mudança. Só quando o povo estiver - por iniciativa própria - plenamente inserido na polícia e participando da gestão do governo, teremos a ordem e, consequentemente, a liberdade (até o ponto em que é sustentável).
  • Renato Souza  06/11/2012 14:50
    Concordo que algum governo é inevitável.\r
    \r
    Mas o exemplo que você deu é justamente algo que não é realizado bem pelo estado. Nos EUA, com o aumento da intervenção dos governos na educação básica, esta piorou bastante.\r
    \r
    Segundo penso, algumas poucas instituições teriam de ser não privadas. Basicamente, segurança contra ataques externos, justiça. Educação e saúde certamente seriam melhores num sistema de vouchers do que no sistema atual. Quanto à segurança pública, se grande parte da área residencial de uma cidade (ou mesmo comercial) fosse distribuida em condomínios, a necessidade de agentes de segurança pública seria muitíssimo menor do que é hoje, e a segurança seria maior. Da mesma forma, diminuiria a custo de construção e manutenção de vias, águas pluviais, tratamento de esgoto, manutenção de praças, etc. O potencial para diminuição de impostos seria tremendo.\r
    \r
    Mas note que você paga mais impostos ao governo federal do que ao governo municipal ou ao governo estadual, muito embora sejam estes dois últimos que realizem a imensa maioria dos serviços públicos que você vê. Tem uma conversa fiadas sobre o governo federal "ajudar" os governo locais, mas a verdade é que a imensa maioria dos recursos não volta para estados e municípios. Então, a situação é muito pior ainda.
  • Arthur  06/11/2012 16:54
    Concordo plenamente. A verdade é que não acredito de fato em grande parte do que escrevi, mas queria experimentar como os frequentadores do site lidam com a oposição - e sua resposta não deixou a desejar.

    Considero um fato, porém, que a discussão não deveria ser se um governo é necessário ou não para qualquer sociedade, porque as próprias sociedades o demandam. Irônico, não? Parece-me que os seres humanos anseiam por essa relação de submissão a uma entidade maior, talvez porque nós sejamos imprevisíveis demais para termos segurança de nossas próprias ações e suas respectivas consequências.

    Agora, partindo da premissa de que algum governo sempre existirá (seja por necessidade ou demanda), vem a discussão de como este deverá se apresentar perante seu povo... Quanto a isso, creio que não há dúvida de que o que se percebe atualmente não é satisfatório e nem sequer deveria ser aceito.

    *No que diz respeito ao que leva as pessoas a aceitarem e até desejarem o roubo de sua liberdade, recomendo a todos a obra citada no texto: O Discurso da Servidão Voluntária, de Étienne de La Boétie.
  • Lg  09/06/2014 12:43
    Da uma lida nisso e você irá entender o motivo de estados continuarem vivos mesmo sendo máquinas de destruição em massa. Sempre existem pessoas com medo de viver por conta própria (o gado que anseia por um mestre) e as pessoas que lucram com o estado (a realeza composta por servidores públicos e os dependentes). Poucas pessoas restam que realmente tem coragem de viver por conta própria, é mais fácil reclamar que a rua na frente da sua casa está ruim do que tomar a responsabilidade para si mesmo, meter a mão na massa e arrumar os buracos.

    A verdade é que a maioria da população é composta por acomodados que não tem capacidade de caminhar até a esquina sem exigir "transporte público" de qualidade ou de bandidos que fazem parte da máquina pública.
  • anônimo  05/11/2012 04:17
    Pois é, de um jeito ou de outro essa geração vai aprendendo
    Candidatos comentam no twitter: #AprendiNoEnem

    twitter.com/search?q=%23AprendiNoEnem&src=hash

    olhem essa:
    'que lá não existe preconceito pois é só caneta preta' kkk
  • Pedro  05/11/2012 08:06
    Existe algum artigo que ensine ou estimule a combater as corporações? Afinal, sabemos que o estado e elas têm uma relação simbiótica.
  • Marc...  08/11/2012 15:56
    Um depoimento que recebi ao espalhar o artigo:
    (perdoem os erros de português dela) Será o que nos espera daqui pra frente?

    "Pois eh.. mas no Br as coisas ainda nao estao tao ao pe da letra assim... Ja aqui na Inglaterra.. alem da minha filha de 5 anos JA TER educacao sexual na escola, e eh obrigatorio por mais q eu NAo goste disso - crianca eh inocente, nao eh pra ficar DESPERTANDO essas "curiosidades" tao cedo assim nelas - Elas NAO podem faltar a escola de maneira alguma... na escola da minha filha por exemplo, ela faltou em 1 ano 2 vezes, e PROIBIRAM ela de faltar, nem q seja por doenca, a nao ser q ela JA esteje no hospital, se minha filha acordar doente, com febre vomito ou oq for, eu ainda assim tenho q colocar roupa de escola nela, e levar para escola as vezes num frio de quase menos 7 graus, ou levar ela andando em baixo de chuva neve oq for, pra escola e DOENTE, para a diretora OLHAR para cara da minha filha e VER se realmente ela esta doente, e ai A ESCOLA decidir se ela volta pra casa, fica na escola ou vai ao medico!!!!!!!! Ou seja, EU, A PROPRIA MAE, SOU UMA ZERO A ESQUERDA!! Nao tenho capacidade nem autoridade para verificar se minha filha esta doente!!!!!! E o pior eh q se NAO colaborar com eles, ele mandam tipo um "conselho tutelar" deles aqui, dos MAIS chatos possivel, para casa da gente, pra encher o saco, pra ver qual as CAUSAS dela ter faltado miseras 2 vezes da escola num lugar TAO frio, onde se fica tantooo doente! E eh capaz de tirarem a crianca da mae, ou levarem a mae presa POR N.A.D.A.!!
    Juro q ja pensei milhoes de vezes de voltar definitivo para o BR por causa dessas coisas.

    Fora q se vc sai de casa com crianca acima de 4 anos, no horario de escola, tipo ir ao parque, ou mercado, shopping oq for... e tiver policia por la, eles PARAM para perguntar O QUE A CRIANCA ESTA FAZENDO FORA DA ESCOLA! Fora que a escola eh periodo integral. Fazem de tudo para as criancas passarem longe dos pais. Se chegar para pegar crianca atrasada na escola, VC PAGA MULTA! Vc nao pode fazer MAIS nada da sua vida, acabou trabalho, vida social, tudo, vc tem q viver em prol da crianca na escola, levar e buscar sem nenhum atraso, e NUNCA faltar. E pior doq trabalho! Chego a sentir PENA delas. Botar criancas pra dormir as 7hs da noite, se eu contar q eu colocar mais tarde eles mandam conselho tutelar pra casa. Dao a maiooor bronca na gente... Eh um ABSURDO.

    Numa cidade TAO turistica como Londres, onde vem gente de tantos lugares com criancas para passar uma quinzena por exemplo, se estiverem em lugares mais afastados do centro, nao tao turisticos, com crianca em idade escolar, vc pode ser surpreendido por policiais querendo meter o dedo na sua vida.

    ODEIO isso. Tenho que DOBRAR a educao das minhas filhas EM CASA. eles colocam MUITO o dedo, era para issso ser bom, tem gente q eu conto e ACHA O MAXIMOO... mas vem ta na minha pele aqui pra ver como eh de vdd!"
  • anônimo  08/11/2012 18:19
    Essa escola é publica?
  • Gustavo  08/11/2012 19:05
    Carambolas!
  • Juliano  09/11/2012 05:05
    Estamos caminhando para o Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley. Lá as crianças já eram retiradas de seus pais na hora do nascimento, pois não dava pra correr o risco de deixar a educação das crianças nas mãos de "amadores".
  • Arthur  09/11/2012 07:10
    Não acredito no depoimento... Posso estar equivocado, mas parece surreal demais.
  • Luis Almeida  09/11/2012 07:40
    A intenção clara é se certificar de que as crianças estão comparecendo regularmente à escola para ouvir o que o estado tem a lhes dizer.

    E o pessoal diz que às vezes exageramos em nossas posições...

    Burocratas sabem que rebanhos não podem ser perdidos jamais. Qualquer nesga de liberdade que o rebanho porventura viesse a enxergar seria fatal para o objetivo doutrinador dos burocratas. Logo, as crianças têm de comparecer diariamente, sem faltas. E os pais devem ser ameaçados.

    No mais, digo apenas isso: bem feito! Quiseram escola pública, quiseram que os filhos estudassem "de graça", aguentem a conta. Será muito mais cara do que a de qualquer escola privada.
  • Osmar Neves  07/06/2014 19:53
    O depoimento dela vem reforçar uma impressão que tenho tido nos últimos tempos: O Reino Unido, terra de John Locke, Adam Smith, William Wilberforce, Edmund Burke, Winston Churchill e tantos outros grandes homens, de grandes ideias e nobres ações, tornou-se laboratório para um vasto, horrendo e totalitário experimento de engenharia social. No Reino Unido, terra de John Bunyan, dos irmãos Wesley, de Charles Spurgeon, enfim, de tantos cristãos exemplares, você pode ser PRESO ao proclamar o Evangelho em espaço público sob alegação de estar incitando o discurso de ódio! E temo que isso seja o que nos aguarda, o mundo inteiro. Hoje é a Inglaterra, amanhã o mundo. "Admirável Mundo Novo" talvez não seja apenas uma ficção literária mas um projeto de poder a ser implementado com o tempo. Não compartilho do otimismo do Lew Rockwell mas não serei complacente: pela Graça de Deus e com recursos intelectuais adquiridos aqui no Mises, espero alertar e ajudar as pessoas. Espero poder ao final seguir o exemplo do apóstolo Paulo e poder dizer sem receios:


    "Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé.
    Agora me está reservada a coroa da justiça, que o Senhor, justo Juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amam a sua vinda." 2 Timóteo 4:7-8
  • Ricardo  09/11/2012 08:17
    Pronto, chegou aqui. Acabou...
  • Mauricio  11/11/2012 05:58
    O Pescador articulou o que sinto e faco,depois que voce tem conhecimento da escola austriaca,do anarco-capitalismo,nao da mais para ler jornal,revista,assistir a jornais de televisao,nao so a midia brasileira mas toda a midia mundial que esta a servico do establishment.Ainda bem que existe internet,uma das maiores criacoes do ser humano.O problema e' que a propria internet esta lotada dessa propaganda do estado,o negocio e' mesmo a difusao das ideias de Mises,Rothbard pela rede,pelos nossos conhecidos.
    Foi citada a revista Veja,eu tambem era um leitor assiduo dela,nao consigo chegar perto dela que ja me da urticaria.
    Acho que a Veja simboliza melhor que os outros orgaos da midia a propaganda do estado,nao ha uma materia dela mesmo que seja sobre comportamento,tecnologia,frivolidades,que nao tenha um vies coletivista,um fervor pela
    defesa do estado.
  • Paulo Vitor  04/09/2013 00:18
    Se você tem dinheiro pra matricular os filhos em escola particular, sorte a sua mas e os que não tem? Deixam os filhos analfabetos?
  • Conservador Reacionário  04/09/2013 00:23
    E por que você acha que uma escola particular garantiria a alfabetização do seu filho? Tenha em mente uma coisa: todo o sistema de ensino -- não importa público ou privado -- é controlado pelo Ministério da Educação, que é quem impõe o currículo. E os professores são formados pelo método Paulo Freire de pedagogia. Normalmente eles são mais analfabetos do que o porteiro do seu prédio.

    Quem confia seus filhos ao sistema educacional brasileiro é um criminoso. Eduque-os em casa.
  • Claudio  17/06/2014 02:23
    Educar em casa? Acho que no Brasil não pode hein kkk
  • Revoltado contra o estado  17/01/2016 04:55
    Ele certamente quer dizer 'faça o que puder em casa'! Eu, por exemplo, vejo os assuntos a serem abordados na escola e vou mostrando 'outras versões' para o meu filho. Se for necessário, interfiro mesmo numa tarefa ou dever de casa dele, conforme a bobagem escrita no livro 'didático'.
  • anônimo  17/01/2016 13:38
    E quem não tem meios para transmitir o conhecimento em casa? Quem tem acesso a internet pode educar em casa. Mas e quem não tem acesso a internet e não tem nem sequer um livro? O filho fica analfabeto? O fato é que no Brasil, quase a metade das pessoas com mais de 40 anos, ou são analfabetas ou tem pouco conhecimento (estudaram até 3ª ou 4ª série). Estas pessoas não tem meios de levar conhecimento aos filhos.
  • Antônimo   17/01/2016 17:14
    "fato é que no Brasil, quase a metade das pessoas com mais de 40 anos, ou são analfabetas ou tem pouco conhecimento (estudaram até 3ª ou 4ª série)."

    Ué, e esse descalabro aconteceu justamente em um arranjo em que o estado -- por meio do Ministério da Educação -- está no completo controle da educação do país, tanto nas escolas públicas quanto nas particulares.

    E o que você defende para remediar essa situação escabrosa? Ainda mais estado? Por que insistir exatamente no arranjo que gerou essa catástrofe? Juro que não entendo a lógica.

    É justamente por causa desse fracasso fragoroso do estado, que está na hora de tentarmos uma nova abordagem. A vigente -- educação sob o controle do estado -- fracassou miseravelmente, como você próprio admite.
  • anonimo  17/01/2016 19:56
    Cara, vc não tem que ter o conhecimento técnico, tem que saber aplicar o material que existe de graça pela internet com o currículo todo já feito, todo mastigado e só.É só procurar na Khan Academy que tem, deve ter outros também.
    Vc acha que um professor desses de colégio sabe de tudo que ele cobra dos alunos? Sabe nada.Pra isso existe um negócio chamado LIVRO DO PROFESSOR onde ele tem as respostas mastigadas pros problemas que ele não sabe corrigir.
  • Roberto Garrido  20/01/2014 19:18
    A história das civilizações demonstra que as sociedades fazem um movimento pendular entre repressão e liberação alternadamente.
    Ainda não achamos o ponto de equilíbrio entre os extremos, que são perigosos, porque Estado que intervém demais na sociedade a oprime e Estado que é liberal demais permite abusos do mais forte contra o mais fraco.
    A ausência do Estado significa ausência do moderador o que permite a anarquia, pois como serão feitas as leis? quem iria aplica-las? quem administraria a polícia? como fazer obras públicas de interesse da sociedade sem arrecadação de impostos?
    Exceto os índios, nenhuma sociedade conseguiu existir sem Estado.
    Ficou claro que o Estado foi tomado por interesses inconfessáveis de uma minoria, mas o problema não está no Estado, mas na sociedade que permite isso.
    Pergunto, então, se o Estado for abolido, como a sociedade será organizada? O que vocês propõem sobre isso?
  • Gláucio  20/01/2014 19:25
    Bem-vindo, Roberto. Você certamente é novato neste site. Era só ter procurado mais um pouquinho:

    www.mises.org.br/Subject.aspx?id=16
  • Thiago  07/06/2014 17:32
    Olá, pessoal.
    Qual a opinião de vocês sobre Rodrigo Constantino?
    Eu estava assistindo uma debate entre ele e Ciro Gomes, e na minha opinião, ele foi surrado. Está aqui o debate, se é que pode se chamar disso.
    O que percebi no discurso do Ciro é que o mesmo se baseia em dados fatos e um firmeza no falar incrível, possivelmente para defender sua boquinha no aparato estatal, mas não posso deixar de admirá-lo por sua oratória e habilidade.
    Enquanto que Rodrigo Constantino apenas fica no campo das generalizações.
    Sou apenas um admirador deste site, sem mais estudos aprofundados, e por isso gostaria da opinião de vocês.

    Obrigado.
  • Gredson  08/06/2014 05:21
    Da bilhão? ...da 44 bilhões, rodrigo constantino já comentou sobre este debate. veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/economia/do-pt-para-ciro-gomes-nao-da-bilhao-e-sim-r-44-bilhoes/
  • Occam's Razor  08/06/2014 21:28
    Se você acha que ele foi destruído então precisa ler muito mais artigos sobre economia nesse site. Está tudo tão óbvio no debate. Meu palpite é que você os escuta falando e decide quem tem razão com base na segurança que é passada através das expressões faciais, firmeza na voz etc. Confesso que é dessa maneira que eu provavelmente agiria ao presenciar um debate sobre eletrodinâmica quântica.
  • Emerson Luis, um Psicologo  09/06/2014 13:40

    Neste debate o Rodrigo Constantino era mais jovem e foi para debater amigavelmente ideias, mas encontrou um manipulador que utilizou a voz, a linguagem corporal e falácias para impor-se sem ter razão. Hoje acredito que ele saberia lidar melhor com isso. Infelizmente, a maioria das pessoas não tem preparo intelectual para filtrar a manipulação emocional e analisar friamente o que é apresentado.

    * * *
  • Thiago  07/06/2014 17:34
    Desculpe, esqueci de enviar o link... www.youtube.com/watch?v=Q2A3c78C-kM
  • Veri  07/06/2014 20:30
    Nossa, há tempos não lia um texto tão "puro" em relação a certos ideais. AMEI.
  • Homem Verde  07/06/2014 22:20
    Devemos nos perguntar o que poderia acontecer após o suposto "fim do Estado". Para mim, não haveria maior tragédia, dado que EU estou no comando dessa máquina maravilhosa. Além disso, a humanidade sofreria males indescritíveis, como confusão generalizada, greves não reguladas, roubos em larga escala, criminalidade abundante, etc. Pergunto: é isso que queremos? A humanidade já não sofreu bastante? O progresso econômico deve continuar, para nosso próprio bem.
  • Cristovam  07/06/2014 22:34
    Leandro,

    Uma das primeira coisas a fazer é começãr a chamar as coisa pelo nome. Por exemplo Menor de 18 anos é infrator ao invés de criminoso, o negro é afro-descendente, não querer que seu filho seja homosexual é homofóbico....

    EDUCAÇÃO É A FORMAÇÃO DO CARATER DO INDIVÍDUO. A ESCOLA PODE SER UMA EXTENSÃO DISTO, NUNCA SUA PRINCIPAL INOCULADORA DO PROCESSO EDUCATIVO. Aliais escola é mera instrutora, transmissora de conhecimentos, física, quimica, matemática... Aprender isto não é educação é instrução. Portanto EDUCAÇÃO e Instrução são coisas diferente, a primeira é função da família a segunda da escola.
    Se entendermos que a escola deve educar, estaremos iniciando a entrega de cérebros para alienação estatal.
  • Torrano  08/06/2014 02:05
    Educação estatal compulsória igualitarista foi a maior sabotagem social de toda a história da humanidade. Não importa se a disciplinas compulsórias são o trivium e quadrivium, se é criacionismo, se é cultura islâmica, se é música ou se é evolucionismo, obrigar todas as crianças do mundo a aprenderem a mesma coisa é uma insanidade, como se todos tivessem as mesmas aptidões e necessidades. Digo do mundo, porque os Ministérios de Educação nacionais não passam de subalternos da UNESCO. Ou ninguém reparou que as reformas educacionais, como imbutir no currículo da ideologia de gênero, são tomadas em todo o Ocidente?

    Agora, e só agora, os crentes ficam chocados porque em livros didáticos destinados a crianças de 7 anos haverá gravuras de dois homens praticando sodomia, alegando que isso é Belo e Moral, mas a sabotagem da sociedade não fora desde sempre o objetivo da educação compulsória?

    Uma casta de afeminados reclamões que vivem debaixo da barra da saia da mãe sem questionar nada. Um enorme pasto de gado humano. Este é o futuro do Ocidente. A esperança é que uma nova aristocracia forjada no sangue varra esta escumalha da existência, do mamando ao caducando.
  • Torrano  08/06/2014 22:23
    Desculpe, a última sentença ficou ambígua. Eu me referia a quem subsidia o comportamento nocivo, a alta burocracia e seus amigos, e não à vítima deles, o que se deixa dominar por suas fraquezas.

    Eu não ligo a mínima pro pecado privado. Bêbados, afrescalhados, doidos e vagabundos sempre existiram em qualquer sociedade, mas nunca foram mais do que um estorvo local. Como são entregues aos seus vícios mais primitivos, jamais poderiam se tornar uma ameaça à comunidade. São como muriçocas que incomodam o seu sono, mas não podem lhe fazer mal algum. Se algumas pessoas voluntariamente se dispõem a sustentá-los, isso não é de forma alguma problema meu.

    Já os corruptores e sabotadores profissionais que estimulam a fraqueza do caráter ao ponto que ela se torne uma ameaça não são dignos de misericórdia.
  • ANDRE LUIS  08/06/2014 13:30
    O Estado é a materialização da covardia das pessoas diante da vida. Visto que a maioria sempre será composta de covardes, podemos refletir sobre o papel desempenhado pelos "corajosos" recém iluminados por Lew Rockwell.

    Concordo que educar é um caminho para minimizar os efeitos nocivos do Estado, mas discordo que deva-se pregar incessantemente uma ruptura institucional em nome da liberdade. Isto seria colocar a carroça na frente dos bois... e no topo da ladeira!

    Covardia é uma atitude que, infelizmente, independe da educação. No caso de uma ruptura institucional, o indivíduo poderá perfeitamente se alinhar ao discurso dos propagandistas da covardia, mesmo tendo tido contato com todos os grandes autores citados no texto. Isto poderá ocorrer por pragmatismo, auto-piedade ou qualquer outra desculpa qualquer.

    Os "corajosos de Lew Rockwell" neste caso, estariam apenas acelerando o processo de tomada ainda mais totalitária do poder, seja pelos poderosos de turno ou por outros ainda piores.

    A queda de um regime tirânico em nome da liberdade só é viável se, de fato, houver uma maioria de pessoas prontas para defender a sua liberdade. Concordo que um regime só se sustenta com apoio popular, por isso derrubá-lo é tarefa relativamente fácil. O difícil é CADA INDIVÍDUO MANTER A SUA LIBERDADE no day after, e que estes sejam em número suficiente para evitar que outro regime de força ainda pior se instale.

    Pessoas assim, infelizmente, não são aquelas que estão pregando pelo fim do Estado enquanto vivem de seus empregos públicos, ou que não hesitam em demandar judicialmente seus direitos trabalhistas; Que exigem sua nota fiscal a cada pequena compra que fazem; Que pegam aquele empréstimo camarada no BB (afinal, devo ser competitivo); Que prestam legitimidade, de dois em dois anos, a um sistema fraudulento de eleições.
  • anônimo  09/06/2014 13:45
    Do último parágrafo apenas voto, sempre em branco, mas a verdade é que se vc não vota tem que se justificar e pagar multa. E se morar em uma cidade menor o juiz eleitoral pode não aceitar sua justificativa.

    E não me acho que sou corajoso.

    Obrigado.
  • Robson  08/06/2014 16:30
    O autor propõem a rejeição completa do estado, entretanto não cita outra forma pela qual a sociedade poderia se organizar.
  • Professor  08/06/2014 18:32
    Não, porque já há vários artigos específicos sobre isso. Por exemplo, este:

    mises.org.br/Article.aspx?id=1795

    E todos estes:

    www.mises.org.br/Subject.aspx?id=16
  • Robson  15/01/2016 18:04
    Obrigado pelos links.
  • Emerson Luis, um Psicologo  09/06/2014 13:16

    Isso explica porque tantos professores têm discurso socialista.

    Um autor (não lembro o nome) deu uma explicação interessante sobre como um ditador pode controlar um enorme número de pessoas. O ditador controla diretamente um pequeno grupo, digamos 6 indivíduos.

    Cada um desses 6 vigia os outros 5 colegas e controla o seu próprio subgrupo de 6, totalizando 36 pessoas. Em cada subgrupo, cada membro vigia os outros 5 e controla o seu próprio subgrupo de 6, totalizando 216. E a progressão continua até abranger toda a população de milhões de pessoas.

    Assim, não é mera falta de raciocínio, imaginação ou motivação dos indivíduos. A pressão mútua é enorme. Uma revolta isolada é rapidamente neutralizada. É necessário que uma massa crítica reaja ao mesmo tempo para que possa haver alguma mudança drástica.

    * * *
  • Rafael  09/06/2014 13:20
    Apenas acho que, sendo derrubado o atual Estado, outra instituição inevitavelmente assumiria o seu lugar, seja um outro governo, seja uma grande empresa que se sobressairia por sua eficiência nos negócios. Os seres humanos nascem assim mesmo, com pendor para liderar ou ser liderado. Tem gente que é fdp mesmo, que gosta de mandar nos outros, que gosta de ter poder. É inevitável que existam pessoas assim, dado o nível atual de evolução moral da humanidade. Isso não é uma criação estatal, isso é da natureza humana, que ainda engatinha no longo caminho da evolução. Não somos tão evoluídos como muitos tem a presunção de supor. Não somos, nem de longe, o ponto máximo da criação.

    Quanto ao questionamento antigo de como seria uma sociedade anárquica, minha opinião é de que isso depende da cultura das pessoas de onde surgiria cada sociedade anárquica. Algumas seriam organizadas e harmoniosas, com cada um cuidando de sua vida e sendo um membro útil e produtivo para a sociedade através de seu trabalho. Essas dariam certo. Outras acabariam eventualmente se convertendo em vários pequenos feudos, cada um com seu pequeno "césar", que os dominaria através da força e do medo... digo novamente que sempre tem um fdp, sempre tem alguém que se acha melhor que todos os outros e por isso sente que tem o direito de dominar e ditar as regras. Sempre vai ter alguém interessado no poder, e isso independe do fato de haver ou não um aparelho estatal. Mesmo numa sociedade anárquica e livre do jugo estatal, haverá homens com sede de poder que se acharão no direito se subjugar os demais, apenas por se acharem mais capazes.
  • Andre Cavalcante  09/06/2014 20:11
    Olá Rafael,

    Olha só o que cê escreveu: [recorte]"Apenas acho que, sendo derrubado o atual Estado, outra instituição inevitavelmente assumiria o seu lugar, seja um outro governo, seja uma grande empresa que se sobressairia por sua eficiência nos negócios".

    Vamos lá, você acaba de derrubar o estado, ou seja, não há mais governo. Aí você vem dizendo que outra instituição assumiria. Ora, se outra instituição assumiria, que seria ela? Bom, você sugere que seja um outro governo ou mesmo uma empresa privada que se sobressaiu. Ora se isso aconteceu é que não houve rompimento do estado, apenas uma mudança de quem estava no poder, de um governo para outro, ou para uma empresa privada fazendo o papel de um governo, certo? Ora, mas você não tinha abolido o estado? Como é que seria possível que uma outra agência (qualquer) assumisse o posto, se não há mais o posto?

    Esse é o tipo de pensamento, infelizmente muito comum, que ainda teimamos em ter: dizemos e desdizemos o conceito em uma única frase. Não percebemos que o fim do estado é a liberação do indivíduo.

    De fato a sua frase assume que derrubar o estado é derrubar a Dilma (ou quem tiver em Brasília). Errado! Derrubar o estado é libertar-se da opressão (de qualquer opressão!)

    Quanto a questão dos líderes, ser líder não tem nada a ver com o estado. Precisamos de líderes, sim. Preferencialmente um para cada situação, mas não precisamos de governo. Quando estou doente, procuro um médico e entrego a ele o poder de decisão sobre a minha doença. Neste instante eu dou um "voto" a este médico e a relação dele para comigo é de um líder (ele) e de um liderado (eu). Quando precisar construir uma casa, procuro um engenheiro e passo a ele poderes que antes eram meus para decidir coisas como que tipo estrutura vai aqui ou acolá e que servirá melhor para o meu bolso e a minha segurança; novamente uma relação de líder e liderado. Precisamos realizar uma atividade em conjunto (na Igreja, por exemplo); nada mais natural que alguns mais ativos tomem a frente da atividade. Precisamos de líderes, muitos, mas não de governo. Percebes?
  • ANDRE LUIS  09/06/2014 23:09
    Olá André

    O homem médio não está (nem jamais estará) preparado para enfrentar, por exemplo, uma maciça campanha midiática destinada a expor os eventuais erros médicos, vendendo meros fatos pontuais como erros sistemáticos, e sempre coberta de lamentos pelo fato de não haver uma instância superior para dirimir tais problemas.

    Desde o advento da mídia de massa, ainda não vimos uma legítima reviravolta política inspirada por idéias liberais. Sou capaz de apostar que este seria um trampolim perfeito para a instauração de uma ditadura ainda maior.

    disse e repito: A queda de um regime tirânico em nome da liberdade só é viável se, de fato, houver uma maioria de pessoas prontas para defender a sua liberdade. Concordo que um regime só se sustenta com apoio popular, por isso derrubá-lo é tarefa relativamente fácil. O difícil é CADA INDIVÍDUO MANTER A SUA LIBERDADE no day after, e que estes sejam em número suficiente para evitar que outro regime de força ainda pior se instale.

  • Andre Cavalcante  10/06/2014 19:18
    Fala xará,

    Pois então, você também está fazendo uma confusãozinha, e cometeu o mesmo deslise do Rafael. Acompanhe.

    O Estado é, por definição, a instituição humana que tem o monopólio da coerção em um determinado território. Abolir o estado não é fazer um regime cair e outro surgir. Se acontecer isso, você simplesmente trocou de regime, nunca aboliu o estado. Abolir o estado é acabar com essa instituição, isto é, o monopólio da coerção em um território.

    Para que isso aconteça é necessário, primeiro, que as pessoas aceitem o fato de não precisarem do estado. Ao tomar consciência disso, as pessoas naturalmente vão criar instituições que lhe supram os serviços que hoje são monopólios do estado, como águas, segurança, justiça, energia etc. Não saberia dizer se isso seria suficiente. E também não saberia dizer o que surgiria depois, uma vez que há infinitas possibilidades. Mas, de novo, não seria estado.

    Não sei dá pra ser mais claro que isso.
  • Erberth  15/01/2016 15:01
    Concordo com a assertiva de que o Estado é opressor, comete pilhagens e outros crimes morais contra a população. Porém, questiono se a sociedade sobreviveria com o dissolução estatal. Segundo ludwing von misses, o Estado teria a preocupação de preservar a propriedade privada, assegurar a paz social e,com isso, atingir a prosperidade econômica. Destruir o Estado, me parece uma posição extremada e que pode acarretar um colapso social imenso.
  • mauricio barbosa  15/01/2016 16:35
    Lendo este artigo me lembrei dos iluministas com suas campanhas de esclarecimento contra o despotismo da coroa francesa no século XVIII.As condições naquela época eram piores do que hoje e eles conseguiram sensibilizar a massa de cidadãos oprimidos a se revoltarem e mudar o regime é claro que os objetivos não foram alcançadas pois o regime de terror e depois Napoleão reimplantaram a ditadura,mas,serve de amostra para nós de que é possível mudar a ordem das coisas e o grande desafio é a manutenção da nova ordem estabelecida,enfim se conseguirmos desestabilizar esse sistema opressor ora vigente e substituirmos por um sistema de liberdade as pessoas terão de estar desintoxicadas da ideia de que precisa de um líder feito ovelhas que seguem o pastor para o aprisco ou seja além de pregar-mos o fim desta ordem opressora temos que ensinar as pessoas a caminhar com as próprias pernas e que as parcerias com seus semelhantes quanto mais voluntárias mais prósperas e enriquecidas elas serão,sim senhores,a educação e a cultura devem ser nosso(Nós libertários)foco,coisa que os iluministas não conseguiram pois eles só pregavam o fim do regime despótico,mas,não ensinaram a massa a caminhar com as próprias pernas sem um estado opressor ou não.
  • Taxidermista  15/01/2016 16:35
  • Taxidermista  15/01/2016 16:38
  • Pobre Paulista  15/01/2016 16:38
    A única posição extrema é delegar essas tarefas ao estado. Qualquer pessoa razoável é contra isso.
  • Andre B.  15/01/2016 16:04
    Erberth, como o maior agressor da propriedade privada pode "preservar a propriedade privada", o maior promotor de conflitos sociais pode "assegurar a paz social", o maior responsável pelas grandes recessões econômicas mundo afora pode "atingir a prosperidade econômica"?
  • Nome aqui  15/01/2016 17:53
    Boa Tarde.

    Leio algumas questões de "todos os lados" e surgem dúvidas.

    Como seria o sistema judiciário num mundo liberal?
  • Valdemar Katayama Kjaer   15/01/2016 23:24
    O livro "quem controla a escola governa o mundo", de Gary Demar, é bem interessante e fala sobre o tema. O reitor da universidade Mackenzie, Solano Portela, também escreveu sobre o tema "o que estão ensinando aos nossos filhos". Embora os autores tenham cosmovisão cristã, os textos são extremamente interessantes até para quem não é religioso. Tenho algumas discordâncias teóricas deles, mas são de detalhes, não importam muito.
  • Típico Universitário  16/01/2016 00:40
    Só o título e o nome do autor fizeram minha pressão subir a 300. Paulo Freire leria este artigo com uma lágrima trotando da barba.

    Quanto vi o termo "educação autônoma" eu parei de ler. Não consegui ir adiante.

    Caro sr. Rockwell,

    Educação autônoma é APARTHEID DO POBRE e da FUNÇÃO SOCIAL da sala de aula que é criar um devoto do social fervoroso para pegar na espada e morrer para apagar a burguesia.

    Educação autônoma sem professor, sindicato, cartilha, ENEM, planejamento central de professores, visão de direito social, ideologia e movimentos sociais é receita de coxinha, não é educação.

    Eu me recuso.
  • anônimo  16/01/2016 04:46
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
  • Marcio L  16/01/2016 01:46
    Quem fala muito sobre isso é o Ivan Illich do Sociedade sem Escolas
  • anônimo  16/01/2016 04:52
    Esse artigo deveria ser copiado e colado ad nauseam por toda a internet.

    Ministério da Educação é o instrumento estatal que faz tornar as crianças (futuros indivíduos livres) escravas do Estado através da doutrinação.

    O mais interessante disso tudo é que esquerdistas falam tanto de serem contra a "doutrinação" e a "alienação", mas apoiam com todas as forças uma educação estatal. São seres folclóricos.
  • Pátria Educadora  16/01/2016 20:42
    A educação deve ser mantida sob o controle do estado para que esta seja um instrumento de transformação social, combatendo o preconceito, a pobreza e todas as diferenças que venha a ameaçar o bem comum.
  • Anti-seu comentário  17/01/2016 05:02
    Você trabalha para o estado brasileiro, não é mesmo? E pela fala, está bem doutrinado. kkkkkkkkkkkkkk
  • Andre  19/01/2016 09:57
    Lavagem cerebral detected!!!
  • anônimo  17/01/2016 00:41
    Na Finlandia, Singapura, Coréia do Sul, a educação estatal é eficiente...
  • Miscellaneous  17/01/2016 03:33
    Veio sacar no lugar errado.

    A explicação para a educação da Finlândia -- e a da Estônia, quase tão boa quanto -- já foi descoberta: o idioma. Se o idioma é simples e claro, os estudos se tornam mais lógicos e o aprendizado, mais fácil. Há estudos inteiros sobre isso.

    Desde 2006 a amostra de países do PISA foi aumentada, incluindo diversos países em desenvolvimento. Um deles foi a Estônia. E desde então ela também passou a ocupar as posições mais altas no PISA dentre as nações ocidentais (nunca tão boas quanto as da Finlândia, mas ainda assim acima de Noruega, Suécia, Alemanha).

    Há um fator em comum entre Finlândia e Estônia: as línguas de ambos os países não pertencem ao ramo indo-europeu comum a quase toda a Europa, mas ao ramo fino-úgrico; e são muito parecidas entre si.

    Se a tese ainda parece duvidosa, considere o seguinte: dentro da Finlândia há uma minoria de falantes do sueco. Essa minoria é, em média, mais rica do que a de falantes do finlandês. No entanto, as notas dela no PISA são muito inferiores às deles. A tese do papel da língua na educação finlandesa é exposta neste breve artigo de Taksin Nuoret.

    finnish-and-pisa.blogspot.com.br/

    Assim como saber latim ajuda muito no entendimento de outras línguas, até do inglês, tudo indica que o idioma fino-úgrico também é uma mão na roda.

    Obs. 1: gentileza ler a matéria completa antes de reclamar.

    Obs. 2: Na Finlândia, não há estabilidade para professores. Eles podem ser mandados embora caso não tenham uma produtividade aceitável. Também, as escolas finlandesas possuem grande grau de autonomia onde o currículo tem liberdade para ser ajustado. Lá, Paulo Freire não tem vez.

    Obs. 3: a educação no Brasil também é 100% estatal, gratuita e universal (qualquer um pode estudar em escola pública). Por que não é boa?

    Já a educação em Cingapura não é estatal. Há escolas e universidades privadas e há escolas e universidades subsidiadas com impostos cobrados sobre cidadãos estrangeiros.

    É condenável? É. Mas é bem diferente de dizer que "a educação é estatal".

    Outra coisa: em Cingapura, o homeschooling é liberado.

    Mais ainda: há um sistema meritocrático de seleção de professores, ao passo que, no Brasil, quem manda é o corporativismo dos sindicatos.

    Por fim, há o indispensável fator cultural: valores como responsabilidade individual, dedicação d valorização do crescimento intelectual são coisas muito presentes nas sociedades asiáticas - o que explica não apenas o sucesso dos sistemas educacionais desses países, mas também o fato de que asiáticos se saem melhor nos estudos mesmo após várias gerações vivendo nos EUA

    www.washingtonpost.com/blogs/wonkblog/wp/2014/05/05/hard-work-really-is-the-reason-asian-kids-get-better-grades-study-finds/

    Quando o brasileiro começar a ter essas características, aí voltamos a conversar.
  • Jarzembowski   17/01/2016 03:34
    A educação finlandesa é sempre usada como coringa pra justificar a gerência estatal da educação, mas muito pouco se vê de estudos detalhados sobre os reais motivos da eficiência do sistema educacional finlandês.

    Tem muita coisa que é simplesmente ignorada, como a descentralização do sistema finlandês em contraste com sistemas engessados como o brasileiro:

    Finland has a government school monopoly, as does the United States. However, in contrast to the USA's obsession with national standardized testing and federal mandates, the Finnish have chosen to allow wide discretion to local authorities in how money is spent for students.

    National standardized testing regimes at government schools is unheard of in Finland.

    Essentially, districts in Finland compete for students (who bring funding with them) and this is facilitated by the fact that many large city schools have extremely small catchment areas.
    Essentially, the Finnish have discovered that the principle of subsidiarity and de facto competition result in extremely high quality educational outcomes: www.cesifo-group.de/port…/…/portal/docs/1/1215160.PDF

    Authoritarian-leftist takes on the "Finnish Miracle" tend to leave this stuff out and instead focus on how the Finnish abhor choice, celebrate "equality" and pay their teachers princely sums (example: www.huffingtonpost.com/…/best-education-in-the-wor_n…).



    Também nada se diz sobre os fatores culturais que fundamentam a organização social do povo finlandês - valores como responsabilidade individual, dedicação, valorização do crescimento intelectual, algo muito presente também nas sociedades asiáticas - o que explica não apenas o sucesso dos sistemas educacionais desses países(Coréia do Sul, Singapura e Japão inclusive ultrapassaram a Finlândia nos últimos testes internacionais) mas também o fato de que asiáticos se saem melhor nos estudos mesmo após várias gerações vivendo nos EUA

    www.washingtonpost.com/blogs/wonkblog/wp/2014/05/05/hard-work-really-is-the-reason-asian-kids-get-better-grades-study-finds/


    Encontrei esse relato pessoal de um finlandês que ajuda a compreender o peso do fator cultural na educação:

    Mikko Arevuo:
    As a native Finn I must throw in my two cents' worth. Although I left Finland a long, long time ago after completing my secondary education, and I never attended university there, the obsession with the Finnish education system is a gift that keeps giving me much amusement.

    Now we are obsessing about national IQ and the lack of Nobel laureates. Oh dear! To me the answer is pretty straightforward. Finns have always valued education; it has never been "cool" to be dim or lazy.

    Finland is a relatively homogeneous society and the country has few valuable natural resources. When I was a schoolboy it was hammered to us at school, and most importantly at home, that for Finland to succeed internationally we can't rely on our good looks, Father Christmas, or timber exports alone. Knowledge, particularly technological knowledge, was the source of national competitive advantage.

    Finland may have a great pedagogically sound education system. However, in my opinion, the success of the Finnish educational attainment is based on the core societal values of aspiration and continuous self-improvement. No amount of money or pedagogy can deliver results if pupils themselves and their families do not consider education as a priority.

    I have never come across a Finnish family, regardless of their social or economic standing, that does not value education. Finns may be nation of introverts and a rather melancholy lot, but there is a deeply embedded belief shared by all that the next generation will be more successful than the previous. And this can be only achieved through education and hard work. Now, what was this talk about the lack of Nobel laureates?


    www.adamsmith.org/blog/education/explaining-the-success-of-the-finnish-education-system/


    Recomendo também esse ótimo livro que não fala especificamente sobre educação, mas ajuda a compreender o papel dos valores culturais no progresso das sociedades e ajuda a desmistificar essa crença no poder mágico da gerência estatal.

    www.amazon.com/Culture-Matters-Values-Shape-Progress/dp/0465031765


    Resumindo: todo cuidado é pouco quando se discute com estatistas, social-democratas e esquerdistas em geral. São extremamente insidiosos e pra justificar seu insaciável desejo
    estatizante, vão afirmar de modo totalmente arbitrário que 100% do sucesso de todas os Estados de bem-estar social se deve a um único fator: dar dinheiro pra burocratas regulamentarem cada mínimo aspecto da vida em sociedade.
  • Fernando  17/01/2016 18:54
    Educação é apreender a empreender, a inovar e criar.

    Essa educação fornecida nas escolas é cultura inútil.

  • Caio  18/01/2016 03:19
    Isso aqui não tem nada a ver com o texto, mas comentaram comigo num grupo e eu queria tirar essa dúvida.
    Leandro, me disseram que você recomendou o curso de ciências contábeis em detrimento do curso de economia, é verdade isso? Se sim, pode me explicar por que?
    Se qualquer outra pessoa tiver conhecimento a respeito e quiser responder, fico agradecido tb.
    abçs
  • Leandro  18/01/2016 11:18
    Contabilidade é uma área crucial. Um contador é infinitamente mais importante do que um economista. Aliás, economista que não entende o básico da contabilidade não entende como funciona o sistema bancário e nem as decisões de investimento de uma empresa.

    O fato de que os cursos de economia negligenciam a contabilidade é um bom indicador do abismo técnico em que se encontra essa disciplina.

    Economista que não sabe contabilidade não consegue sequer entender por que a inflação de preços e de custos acaba com a indústria -- como explicado em detalhes aqui --, desorganizando todo o seus planejamento e falsificando toda a sua contabilidade.

    Eu mesmo me arrependo de ter perdido meu tempo com economia em universidade (não se aprende nada de útil ali). Deveria ter feito contabilidade.

    P.S.: só de curiosidade, quem é o sujeito indeterminado de "me disseram"? Como minhas opiniões estão indo para outras localidades?
  • Caio  19/01/2016 01:32
    Obrigado pela resposta!

    Me disseram num grupo libertário de WhatsApp, não me lembro quem foi, mas ele disse ter lido isso num comentário seu aqui no IMB mesmo, só não lembrava em qual artigo tinha sido.

    Valeu mesmo, irei procurar mais a respeito de c. contábeis!

    Abçs
  • anônimo  18/01/2016 17:56
    "If you are the big tree
    We are the small axe"

    Interprete - Bob Marley - Small Axe
  • Alex  19/01/2016 14:55
    Ótimo texto, parabéns!

    Precisamos de mais iniciativas com este mesmo espirito, cujo o individuo aprenda a pensar por si só e não seguir a manada como se fosse um gado!

  • Leonardo  25/01/2016 17:28
    Que maravilhosa leitura!
  • Vote no Partido Novo  25/05/2016 04:32
    Peço ajuda dos libertários para ensinar o povo nessa notícia abaixo da Globo, lembrando que a globo tem prazo para comentar!
    Ajudem a explicar a causa libertária!
    Abs!
    g1.globo.com/mato-grosso/noticia/2016/05/estudantes-ocupam-mais-uma-escola-contra-projeto-de-ppp-na-educacao.html


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