Alguns conselhos para aqueles que genuinamente querem ajudar os pobres
Se você está preocupado com a 'justiça social' e quer genuinamente ajudar os pobres a subir na vida de maneira permanente e independente, há alguns procedimentos que você pode seguir.

Sua primeira e imprescindível obrigação para com os pobres é: não se torne um deles e não faça com que outros se tornem um deles.  Será muito mais difícil ajudar pessoas pobres se você ou seu vizinho se tornar pobre.  Assim como você não deve se tornar pobre, você também não deve defender políticas que levem ao empobrecimento de ricos na crença de que isso levará ao enriquecimento dos pobres.  Para o pobre, não interessa se foi você ou o seu vizinho que empobreceu por meio de medidas do governo; a situação dele não melhorará.  Um rico empobrecido não cria um pobre enriquecido.  A economia não é um jogo de soma zero.

Não sendo pobre, você tem uma escolha: você pode dar o peixe para os pobres comerem ou você pode lhes arrumar um emprego e ensiná-los a pescar o peixe por conta própria — isto é, ensiná-los a serem seres humanos produtivos.

O que nos leva à sua segunda obrigação: se você quer ensinar os pobres a serem independentes e capazes de se auto-ajudar, comece dando o exemplo ainda dentro de sua própria casa.  Crie seus filhos de maneira austera.  Filhos independentes e não-mimados se tornam mais produtivos, mais solícitos, mais realistas e menos propensos a roubar ou a ser desonestos.  No futuro, seu filho poderá servir de exemplo comportamental para aquelas pessoas que você está preocupado em ajudar.

Dado que todos vivemos no mesmo planeta (e não há como fugir dele — vivos), todos enfrentamos o mesmo problema sobre como alocar recursos escassos da maneira mais eficiente possível do modo a satisfazer desejos cada vez maiores (já são quase 7 bilhões de pessoas na terra).  Há duas maneiras de se alocar recursos: 1) por meio da força, ou seja, por meio de decretos e coerções governamentais; ou 2) voluntariamente, por meio do sistema de preços fornecido pelo mercado. 

Esta segunda maneira é mais duradoura e, logo, preferível para ser adotada com o intuito de sustentar a vida de um enorme número de pessoas.  Por isso, é também sua obrigação explicar às pessoas — principalmente aos seus amigos igualmente sedentos por 'justiça social' — como funciona uma economia de mercado e por que apenas ela pode criar a maior quantidade possível de bens e serviços para os mais pobres, melhorando seu padrão de vida.  Todo e qualquer sistema econômico socialista sempre culmina em escassez e em racionamento de recursos, exatamente o contrário do que você quer para os mais pobres.

Sua terceira obrigação para com os pobres é dar bons exemplos, de modo que eles se sintam estimulados a emular seu sucesso.  Não minta, não roube, não trapaceie e não tome dinheiro das pessoas, tampouco utilize o governo para fazer isso por você.  Não enriqueça por meio de políticas governamentais.  Não aceite dinheiro nem privilégios do governo — dado que o governo nada cria, tudo o que ele lhe dá foi adquirido coercivamente de terceiros (na esmagadora maioria dos casos, contra a vontade de seus legítimos proprietários), uma medida que gera apenas ressentimento destes pagadores de impostos.  Uma civilização que é erigida sobre o roubo e sobre privilégios não pode ser duradoura.  Dê o exemplo não contribuindo para o perpetuamento deste arranjo.

Em um futuro muito próximo, será cada vez mais difícil para um indivíduo preservar sua riqueza.  Governos falidos ao redor do mundo — consequência econômica inevitável de estados assistencialistas e inchados — estarão sedentos para confiscar quaisquer ativos remanescentes em uma desesperada tentativa de prolongar sua sobrevivência (mas sempre em nome do "bem público").  Os direitos individuais serão abolidos em nome do 'bem comum' e várias leis serão criadas com o intuito de tornar ilegal qualquer medida que vise a proteger a riqueza dos indivíduos mais ricos — e aí sim veremos uma verdadeira caça às bruxas.

Algumas pessoas acreditam que poderão evitar problemas caso voluntariamente entreguem seu dinheiro para o governo (ou peçam para que o governo o tribute).  Pode ser, mas o fato é que durante a hiperinflação da França nos anos 1790, os ricos que não fugiram foram decapitados.  Talvez a França tenha sido um caso extremo, mas a história mostra que sempre que os ricos foram pilhados por políticos populistas, os resultados não foram bonitos.  Portanto, não empreste sua retórica e nem dê seu apoio a políticos ou movimentos políticos que defendam o confisco direto da riqueza dos mais ricos.  Além de os pobres nunca terem sido beneficiados por tais medidas (algo economicamente impossível), você estará apenas aumentando o número de pobres.

Portanto, sua quarta obrigação para com os pobres é assegurar parte da sua riqueza para as gerações futuras.  Dado que você genuinamente quer ajudar os pobres, acumule o máximo possível de ativos, trabalhe bastante e produza muita riqueza durante seu tempo de vida.  Ao produzir riqueza, você não apenas estará empregando pessoas e enriquecendo-as também, como estará produzindo para toda a humanidade uma maior quantidade de bens e serviços.  É assim que você fará com que as pessoas subam na vida. 

Caso prefira o assistencialismo puro, você também tem a opção de distribuir toda a sua riqueza quando se aposentar ou quando morrer.  Quanto mais riqueza você produzir, mais você poderá distribuir.  Você tem liberdade de escolha.  Em vez de folgadamente defender o esbulho da riqueza alheia, crie você próprio a sua riqueza e então a distribua para os pobres — ou, melhor ainda, empregue-os neste processo de criação de riqueza.

Durante este processo, você terá de saber manter seus ativos a salvo do perigo, evitando que sejam confiscados pelo governo ou que simplesmente sejam esbanjados e dissipados.  É neste quesito que você terá seus maiores problemas, muito embora várias famílias já tenham demonstrado ser possível manter sua riqueza ao longo de gerações.  Sua riqueza provavelmente estará na forma de ativos produtivos que são difíceis de serem movidos de um país para o outro.  Isso tornará mais difícil se proteger do governo doméstico, que estará ávido para confiscar sua riqueza quando ele precisar do dinheiro.  Conclusão: você terá de diversificar seus ativos ao redor do mundo, de modo que, quando o governo de um país se tornar muito ganancioso (sempre para ajudar os pobres), você terá outra base de operações da qual operar.  Isso irá garantir que você se mantenha fiel à sua primeira obrigação para com os pobres.  Quem disse que é fácil concorrer com o amor do governo pelos pobres?

Caso continue preferindo ensinar a pescar em vez de dar o peixe, sua quinta e última obrigação para com os pobres é legar em herança sua riqueza para alguém (ou para um grupo de pessoas) que irá dar continuidade ao seu trabalho de fazer deste mundo um lugar melhor para os pobres viverem, com uma maior produtividade e uma mais eficiente alocação de ativos.  Esta poderá ser a tarefa mais difícil de todas. 

Ser caridoso com a riqueza dos outros é uma delícia.  Arregaçar as mangas e produzir por conta própria aquilo que você quer ver distribuído já é um pouco mais trabalhoso.  Mas seu amor genuíno aos pobres servirá de estímulo todas as manhãs.  Boa sorte!


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SOBRE O AUTOR

Hans F. Sennholz
(1922-2007) foi o primeiro aluno Ph.D de Mises nos Estados Unidos.  Ele lecionou economia no Grove City College, de 1956 a 1992, tendo sido contratado assim que chegou.  Após ter se aposentado, tornou-se presidente da Foundation for Economic Education, 1992-1997.  Foi um scholar adjunto do Mises Institute e, em outubro de 2004, ganhou prêmio Gary G. Schlarbaum por sua defesa vitalícia da liberdade.

Tradução de Leandro Roque


Ué, se a Vale era essa barbada toda, então por que esse cara não está rico? As ações foram vendidas livremente na bolsa, o que significa que ele poderia comprá-las livremente. No mínimo, poderia formar uma sociedade com vários amigos, comprar as ações, e então ficar rico com sua valorização.

Por que não fez isso?

Dizer que a empresa se valorizou após a privatização e daí afirmar que ela foi vendida a preço de banana é impostura intelectual. Quem afirma isso não sabe como funciona mercado e nem conhece a diferença entre gerência estatal e privada. E tem também de explicar por que não enriqueceu, já que sabia perfeitamente que a empresa estava subvalorizada.

Aliás, o grupo liderado pelo Votorantim perdeu o leilão de privatização da Vale. Antônio Ermírio de Moraes perdeu a oportunidade do século de ficar podre de rico. Se era tão óbvio que a mineradora estava desvalorizada, por que cargas d'água o então homem mais rico do país não ofereceu mais pelas bananas?

Detalhes:

1) O governo detinha apenas 42% do capital votante. Ou seja, o que foi a leilão não foi a empresa inteira, mas apenas 42% do capital votante. A empresa inteira estava avaliada em aproximadamente US$ 8 bilhões, sendo que a fatia vendida valia US$3,34 bilhões.

2) O leilão se deu na bolsa de valores, a preço de mercado. Qualquer um poderia ter participado. Logo, o Armando está correto. Quem hoje esperneia que a venda foi barata tem a obrigação de explicar por que não participou da venda. Se a empresa estava "a preço de banana", então o sujeito tinha a certeza de que a empresa iria se valorizar enormemente no futuro. Por que não montaram um consórcio e compraram ações? Era dinheiro certo. Não fizeram isso por quê? Odeiam dinheiro?

3) À época, ninguém imaginava que haveria um súbito e intenso boom no preço global das commodities, o que elevou o preço do minério de ferro para a estratosfera e impulsionou fortemente o valor da Vale.

Portanto, quem diz que a Vale foi vendida a "preço de banana" revela, com toda a sinceridade, profunda ignorância econômica.
Economista da UNICAMP(com letras garrafais, por favor),

Se a Petrobrás, a IMBEL, Eletrobrás(Furnas), Copel... são empresas eficientes, por que o governo usa o protecionismo para coibir concorrentes(até mesmo internacionais)? E mais, por que subsidiam essas empresas se elas são tão eficientes?

Em uma economia liberal, nunca vamos saber se aquela empresa é realmente de fato eficiente como você afirma. Para sabermos se ela realmente é eficaz deveríamos defender o mercado livre. Você está se baseando apenas em lucros que a empresa teve ao longo dos anos, mas lucros as custas do povo que paga impostos, porque o BNDES injetou dinheiro ao longo da era petista, e lucro em cima do entrave de novos concorrentes que o nosso governo pratica ao longo desses anos.

"Dê uma passeada pelos nossos corredores e veja se tu não vais te arrepiar. Conceição Tavares, Belluzzo, Aloísio Mercadante, Márcio Pochmann, duvido achar uma outra faculdade que ostente colossos tão imponentes no mundo acadêmico. Isso sem falar dos nossos ''filhos adotados'' como o Bresser, Celso Furtado, João Sayad, entre outros. Ah, aqui foi a casa do Plano Real, só para lembrar."

Sem comentários. Parece uma piada.

"Paliativo é ficar brincando de elevar as taxas de juros ou de sobrevalorizar o câmbio."

Nós nunca brincamos de elevar as taxas de juros, pelo contrário, acreditamos que os juros é redigido pelo mercado, e não em uma canetada como os economistas da UNICAMP(letras garrafais, por favor) defendem.
Sobrevaloriza o câmbio? De novo. Parece uma piada.
Pesquisa sobre Currency Board e depois conversamos.

"No setor agrícola para amenizar a inflação de alimentos, no setor energético(que é o principal culpado por essa inflação tão alta), isso sim são medidas concretas."

Inflação de alimentos é aumento de preço localizado, como foi o caso do feijão e do tomate. A melhor medida para combater a carestia gerada essencialmente pelo governo, é reduzir os impostos e LIBERAR O MERCADO PARA A ENTRADA DE CONCORRENTES. Com a burocracia estatal que é formada para obter uma reserva de mercado, garante que os empresários que estão sob proteção do governo, possa praticar qualquer preço sem qualquer tipo de concorrência que faria com que ele perdesse fatia do mercado por uma outra empresa que com medidas eficientes pudesse reduzir o preço dos alimentos.
Por mais que abaixasse o imposto, ele poderia praticar qualquer tipo de preço sem ser incomodado. E essa redução do imposto, esse mesmo empresário teria lucros maiores que poderia ter sob a reserva de mercado.

Setor energético culpado pela inflação? É isso que estão ensinando na UNICAMP(com letras garrafais, por favor)?

Bem que o Roberto Campos avisou: "O Brasil acaba com os economistas da Unicamp, ou eles acabam com o Brasil.
Bastaram cinco anos de assessoria direta de economistas da Unicamp à Presidente Dilma Rousseff, para a previsão de Roberto Campos se tornar realidade: expansão monetária, corporocracia, expansão das obras públicas, expansão dos cargos e salários públicos, intervenção estatal em toda a economia, corrupção e protecionismo comercial.
Provavelmente nenhuma economista fez tão mal ao Brasil quanto Maria da Conceição Tavares, mas além dela podemos destacar, em tempos recentes, o mais nocivo professor do país: Luiz Gonzaga Belluzzo.
Belluzzo nunca acerta qualquer previsão econômica, e é obcecado por gastos públicos. Como principal conselheiro econômico de Dilma Rousseff, convenceu-a a enterrar a bem sucedida matriz econômica "meta de inflação/câmbio flutuante/responsabilidade fiscal" por uma matriz heterodoxa "juros baixos, câmbio desvalorizado e aumento de gastos públicos". Foi, sem dúvida, um responsável direto pelo caos econômico que vivemos.
Agora, repetindo o que Lula falou há dois meses, Belluzzo tem a desfaçatez de dizer que a crise econômica é culpa de um suposto ajuste fiscal que Joaquim Levy estaria fazendo. Segundo Belluzzo, precisamos gastar mais ainda para sair da crise."
https://www.institutoliberal.org.br/blog/previsao-de-roberto-campos-e-o-ajuste-que-nunca-aconteceu/

"Quer dizer que a empresa desde 1953 é referência nacional, mas por causa de um governo ruim ela vira ''um grande cabide de empregos''? Aliás, esse tipo de problema acontece na esfera privada também."

Cabide de emprego na esfera privada? Você desconhece qualquer atividade empresarial para falar tal bobagem, nunca um empresário faria da sua empresa um cabide de emprego, ele opera com sistema de lucro e prejuízo, ele não pode se dar ao luxo de encher a empresa de empregados ineficientes.
Palavras de um empresário.

"Não, apenas defendo que as nossas empresas não fiquem vulneráveis à imperialistas que jogam sujo contra nós. "

Eles jogam tão sujo, que em países no ranking de abertura comercial, a população paga pelo melhores produtos pelo menor preço. Parece que a UNICAMP(com letras garrafais, por favor), está doutrinando os seus alunos a ter sentimentos nacionalistas que acaba prejudicando justamente quem eles querem proteger: a população.

Obrigado por vir até aqui e comprovar que Roberto Campos sempre esteve certo tanto da UNICAMP(com letras garrafais, por favor) quanto na petrossauro.

Abraço Economista da UNICAMP(com letras garrafais, por favor)
Olá amigos, sou um estudante do ensino fundamental e eu tenho interesse em economia, tenho um irmão mais velho que acompanha o site e sempre me disse que esse era o melhor site para aprender sobre meu interesse. Portanto, gostaria de aprender mais sobre as questões abaixo:
Obs: Gostaria de respostas curtas para maximizar meu aprendizado de forma que eu não acumule muito conteúdo de primeira. Eu tenho um conhecimento prático e limitado sobre a economia, justamente pelos ensinamentos do meu irmão.
Vamos começar.

Questão 1) O que é inflação de demanda?

Questão 2) O que é demanda agregada?

Questão 3) Inflação é sempre decorrente de expansão de crédito?

Questão 4) O que é base monetária?

Questão 5) O que define a taxa de juros em um livre mercado?

Questão 6) Como é definido a taxa de juros atualmente no Brasil?

Questão 7) Aumento na taxa de juros é pelo "risco país"?

Questão 8) Como é determinado o câmbio?

Questão 9) Qual o melhor sistema de câmbio?

Questão 10) Li recentemente em um site que temos 19 montadoras no Brasil, não seria livre mercado(pelo menos no setor automotivo)? (Sei que temos monopólio de fabricante de peças)
Cade acusa Fiat, Ford e VW de monopólio em fabricação de peças

Questão 11) Temos candidatos a presidente que tem como um slogan sob a sua campanha "Abaixar os juros" por um decreto? Isso seria uma decisão ruim ou boa? Não há uma contradição pela questão 7? Dilma dizia que abaixaria os juros e acabou não ocorrendo, pelo contrário, ela aumentou? Por que seria diferente com esse candidato?

Questão 12) Por que abolir o CVM? Qualquer empresa poderia entrar na bolsa sem burocracia estatal, de modo que impulsionaremos nossa economia com as empresas estrangeiras que abririam capital na nossa bolsa? Seria uma medida que o micro-empresário poderia rivalizar com os mega-empresários?

Questão 13) Por que abolir a infraero?

Questão 14) Por que abolir ANVISA?

Questão 15) Qual o potencial do Brasil?

Questão 16) Nióbio ajudaria no nosso desenvolvimento?

Questão 17) Exportação x Importação? Qual o melhor? Por que balança comercial é importante para economistas?
Importação é produtos do estrangeiro que vieram ao Brasil para serem vendidos, mas até onde sei até chegar a loja esses produtos ainda não foram vendidos? Por que os ataques histéricos com essa balança se nem ao menos sabem se o produto foi vendido(até mesmo pelo preço pela taxa de importação)?

Questão 18) Na China existe o trabalho escravo? Encontrei essa matéria de chineses apanhando por mau desempenho no trabalho

Questão 19) Por que a China vai explodir economicamente? Todos dizem que vai ser a maior economia do mundo até 2050, vocês acreditam?

Questão 20) Pelo que obtive do meu irmão, a Índia está fazendo algumas reformas liberais, apesar de tímidas estão ajudando a economia a crescer? Índia não poderia passar a China com essas reformas?

Questão 21) Acumulação de capital x consumismo(explique seus conceitos e qual o mais importante em uma economia)?

Questão 22) O que gera recessão?

Questão 23) O que torna um país rico?

Questão 24) Existe algum limite de crescimento que um país possa se ter? Exemplo do Japão que é do território do MS(Mato Grosso do Sul) pudesse dobrar a sua economia?

Questão 25) Por que a Irlanda cresceu 26% em um ano? Milagre econômico ou livre mercado?

Questão 26) Por que os países de livre mercado são taxados de paraísos fiscais? Hong Kong, Cingapura, Panamá, Ilhas Cayman, Suíça, Luxemburgo e outros? Austrália e Nova Zelândia entrariam nesse conceito?

Questão 27) Por que o Brasil cresceu apenas 4% na média na década passada?

Questão 28) O renminbi poderá passar o dólar como a moeda de troca internacional?

Questão 29) Existe zona de livre comércio em Xangai?

Questão 30) Por que a China tem esse "poderoso" PIB? Como ela conseguiu o tal "milagre"?

Questão 31) Por que o estado mínimo não é necessário?

Questão 32) Forças Armadas estatal x Forças Armadas privada(Qual o melhor e por que)?

Questão 33) Por que a Africa é pobre?

Questão 34) Somália é anarcocapitalista?

Questão 35) Milton Friedman é importante nas matérias econômicas(o que podemos aprender com ele?)?

Questão 36) Mises foi o mais importante economista do século 20?

Questão 37) Keynes x Mises e Keynes x Milton Friedman(maiores diferenças entre eles)?

Questão 38) Keynes é comunista, socialista ou capitalista interventor?

Questão 39) O que causou a Grande Depressão?

Questão 40) Explique o conceito de ciclos econômicos?

Questão 41) Qual a contribuição da Escola Austríaca(EA) nas ciências econômicas?

Questão 42) Qual a posição da EA na colonização de planetas? Ouvi dizer que podemos praticar atividades econômicas nesses planetas com agricultura e mineração(depois da terraformação)?

Questão 43) Meio ambiente x livre mercado(Qual o papel do livre mercado na conservação do meio ambiente)?

Questão 44) Amazônia poderia se internacionalizada por não protegemos nosso patrimônio? Não é agressão internacional para com o nosso país? Estão atrás da preservação ou das riquezas que nós temos no território?

Questão 45) Zona franca de Manaus funciona(qual o papel dela na economia brasileira)?

Questão 46) Empregos se tornam obsoletos enquanto outros surgem, qual a visão dos leitores e dos autores sobre a mineração espacial, internet das coisas e viagem espacial?

Questão 47) Pobreza diminuindo com a expansão do capitalismo, até quando a pobreza absoluta poderá ser erradicada?

Questão 48) De acordo com a revista Veja, se toda a água do planeta fosse representada por 200 litros, 195 litros seria de água salgada. 5 litros seria de água doce, mas a maior parte da água doce está nas geleiras ou em depósitos subterrâneos de difícil acesso, a humanidade tem a sua disposição para consumo apenas o equivalente a 20 mililitros de água. Qual o papel da iniciativa privada nessa questão abordada? Existe o processo de dessalinização em alguns países, mas em mãos do estado. Pelo que eu pude estudar tem inventores que poderiam mudar radicalmente a forma dessa dessalinização tornando a água abundante. Por que o estado não deixa os empresários disponibilizarem essa água para a população?

Questão 49) Os que defendem o controle populacional tem como uma das formas de culparem o capitalismo por tal descontrole. Ma em um país capitalista essa questão é exatamente ao contrário. Por que esses mesmo defensores não defendem o capitalismo, já que se provou um "controle" populacional?

Questão 50) Culpam o capitalismo pela fome do mundo, mas em países capitalistas uma das doenças que mais matam é a obesidade. Não é uma contradição? São hipócritas ou aparentemente sem limites de burrice para denegrir o sistema capitalista?

Questão 51) Já leram o Livro Negro do Capitalismo? É realmente culpa do capitalismo ou ações governamentais que são os verdadeiros culpados? Se é culpa do capitalismo, como um dono de um restaurante em Ohio possa ser culpado pelas mortes no Iraque?

Abraços e em breve farei mais algumas perguntas.
"Concordo que a desigualdade econômica possa ser benéfica socialmente. Porém ainda há pessoas que nem 0,50 centavos tem para sobreviver"

Então a sua preocupação é com a pobreza absoluta e não com a pobreza relativa.

"e mesmo com as políticas assistencialistas do governo não os permitem colocar em condições de consumidores para que possam consumir os serviços ofertados e muitas vezes trabalha não da forma que gosta e sim porque precisa sobreviver."

Essa frase contradiz a primeira. Primeiro você disse que a pessoa não tem nem 1 centavo (0,50 centavo é menos que 1 centavo), e agora diz que ela trabalha naquilo que não gosta.

A pessoa trabalha e não tem nem 1 centavo? Caramba....

Qualquer catador de papel e malabarista de semáforo consegue tranquilamente uns 10 reais por dia.

"Levando em conta que as máquinas tomaram boa parte do trabalho humano"

Desde o século XVIII isso acontece. E novas e mais agradáveis formas de trabalho foram descobertas. E é isso o que continuará acontecendo.

Ou você tem a arrogância da achar que não há mais empregos a serem descobertos e que tudo o que poderia ser inventado já o foi?

"um meio de adaptação seria o "trabalho intelectual""

Não necessariamente. Há hoje vários trabalhos que não podem ser substituídos por máquinas e nem dependem de "trabalho intelectual". Esportes, por exemplo. Professor de ioga. Chef de cozinha. Operador de máquina.

"No entanto contamos com um governo que não oferece ensino público gratuito e outras estratégias para que possam lançar os menos favorecidos ao mercado de trabalho."

Ué, não sei de onde você está teclando, mas, aqui no Brasil, o que não falta é ensino público "gratuito". Do maternal à pós-graduação. E toda a grade curricular é controlada pelo governo. É uma bosta? É. Assim como tudo que o governo faz.

E as pessoas ainda querem mais governo?

"Como então poderia ser resolvida essa questão, preservando a desigualdade econômica mas que possam colocar todos em condições de consumo?"

Explicado no próprio artigo. Quanto maior a oferta de bens e serviços, menores serão os preços deles. Isso está acontecendo desde a década de 1970 nos países ricos. Os preços das coisas só caem. No Brasil isso também poderia acontecer,
mas o nosso governo não deixa.

Se a sua preocupação é com a pobreza absoluta, então você tem de defender medidas que aumentem a quantidade de bens e serviços oferecidos, de modo que os preços deles caiam a ponto de permitir que qualquer um tenha acesso a eles.
"será que o verdadeiro motivo de se combater a acumulação de riqueza (tirando a mera inveja) não seria pelo fato de conhecermos a velha cobiça e ganância que degenera o homem com excesso de poder?"

Deixe-me ver se entendi. Você está dizendo que para combater "a velha cobiça e ganância" temos de dar poderes a políticos e burocratas (que são os seres mais gananciosos e cobiçosos do planeta), os quais irão tomar o dinheiro dos outros e redistribuir este dinheiro entre si? É isso mesmo?

Faz muito sentido.

"O Estado Democrático não mínimo, para fazer frente ao poderio econômico, não seria o mal mínimo preventivo desta desconfiança da "singularidade" da acumulação dos recursos financeiro-econômicos?"

A empiria lhe refuta.

Quem cria cartéis, oligopólios, monopólios e reservas de mercado, garantindo grandes concentrações financeiras, é e sempre foi exatamente o estado, seja por meio de regulamentações que impõem barreiras à entrada da concorrência no mercado (via agências reguladoras), seja por meio de subsídios a empresas favoritas, seja por meio do protecionismo via obstrução de importações, seja por meio de altos tributos que impedem que novas empresas surjam e cresçam.

Apenas olhe ao seu redor. Todos os cartéis, oligopólios e monopólios da atualidade se dão em setores altamente regulados pelo governo (setor bancário, aéreo, telefônico, elétrico, televisivo, TV a cabo, internet, postos de gasolina etc.).

Artigos para você sair desse auto-engano:

Brasil versus Romênia - até quando nosso mercado de internet continuará fechado pelo governo?

A diferença entre iniciativa privada e livre iniciativa - ou: você é pró-mercado ou pró-empresa?

Grandes empresas odeiam o livre mercado

Romaria de grandes empresários a Brasília - capitalismo de estado explicitado

E você ainda diz que é o estado quem vai impedir a concentração do mercado, aquela concentração que ele próprio cria e protege?

Por outro lado, não há e nem nunca houve monopólios no livre mercado. Empiria pura. Pode conferir aqui:

Monopólio e livre mercado - uma antítese

O mito do monopólio natural

ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • Vagner  31/10/2012 06:25
    Perfeito! Inspirador!
  • Roberta  10/11/2013 23:33
    Boa noite! Gostaria de saber como faz quando se ensina a pescar e não há peixes a serem pescados, e quem são os pagadores de impostos no Brasil segundo o autor do texto.
  • Marcos  11/11/2013 02:23
    O que significa que "não há peixes a serem pescados"? Seja mais direta e específica.

    Sobre quem paga impostos, uma maneira fácil e direta de definir isso é ver quanto cada pessoa paga de imposto e quanto ela recebe em dinheiro diretamente do governo (seja via salários, como no caso do funcionalismo, seja via subsídios, como os grandes empresários, seja via transferência de renda, como nos assistencialismos). Você verá que o micro, o pequeno e o médio empreendedor, bem como o assalariado de classe média baixa, são que mais pagam.
  • Roberta  11/11/2013 14:01
    Olá Marco, quando pergunto "e quando não há peixes a serem pescados", quero dizer sobre o desemprego, o emprego precarizado, flexibilizado, terceirizado, não consigo ser mais direta do que isso. Na sua concepção, pobre paga imposto? O que é transferência de renda com assistencialismo?
  • Marcos  11/11/2013 14:13
    O que gera o desemprego? O que faz com que as pessoas tenham de recorrer ao trabalho precarizado? Dica: comece a pesquisar por "custos trabahistas", mais especificamente "encargos trabalhistas e sociais". Depois, compare estes custos no Brasil com os do resto do mundo, sempre levando em conta a diferença de riqueza entre os países envolvidos. Depois, só depois, volte a fazer a si própria esta mesma pergunta.

    Recomendo este artigo:

    O imposto sobre as grandes fortunas e os baixos salários no Brasil

    Sobre flexibilização e terceirização, não entendi qual o problema com tais formas, a menos que você ingenuamente creia que toda e qualquer flexibilização e terceirização sejam sinônimas de precarização.

    Sobre pobres pagarem impostos, de novo: aplique a eles as mesmas considerações que fiz acima, na minha resposta anterior. Não é difícil.
  • Roberta  11/11/2013 14:43
    Olá Marcos, adorei seus comentários, obrigada, usarei nas discussões com meu colegas que leem revistas dominicais com capas sempre impressionantes. Só gostaria que você fosse direto agora, pobre paga ou não paga impostos?
  • Marcos  11/11/2013 15:05
    "pobre paga ou não paga impostos?"

    Essa sua pergunta é nonsense, pois recorre a uma total coletivização do indivíduo. Ela não possui resposta única.

    Há pobres que estão no bolsa-família, e há pobres (menos pobres que os primeiros) que são assalariados que não recebem nada do governo. Ambos são pobres, mas estes últimos pagam mais impostos do que os primeiros.

    Começou a entender o básico? Infelizmente, sempre fui péssimo de desenho.
  • Roberta  11/11/2013 23:05
    Olá Marcos, você não é péssimo de desenho não, desenhou a Veja certinho, parabéns!
  • Marcos  11/11/2013 23:33
    "Desenhei a Veja"? Nossa, que argumento matador. Muito maduro mesmo.

    Só de curiosidade, qual edição eu desenhei? Qual reportagem? Diz aí, que eu quero conferir. Se não for capaz de apontar uma única matéria da revista que corrobore esta sua comparação, você acabou de se mostrar totalmente infantil e despreparada para o debate público.

    Vamos ver se você terá essa integridade de corroborar sua acusação.
  • anônimo  12/11/2013 10:23
    Qualquer resposta sua teria sido um desenho da Veja.
    Um padrão comum nos petralhas digitais é falar que todo mundo que não pensa como eles é manipulado pela Veja.
  • Marcos  12/11/2013 17:54
    Ainda no aguardo da Roberta substanciar sua acusação dirigida a mim. Continuo esperando que ela informe aqui uma edição da Veja que apresente essa mesma definição minha de pagadores líquidos de impostos. Já estou deitado.
  • Juvino Pereira Santos do Vale  25/10/2015 18:04
    Roberta, pobre é quem paga mais, explicarei:

    Industria: IPI, ICMS, IR, ISS, GPS (variável) e outros de menor importância;

    Comerciante atacadista: a diferença do ICMS, IR, ISS, GPS (variável) e outros de menor importância;


    Varejista: a diferença do ICMS se não for enquadrado no simples nacional, IR, ISS, GPS (variável) e outros de menor importância;


    Consumidor: PAGA TUDO

    Enfim, vamos ar um exemplo para o ICMS, um produto que foi produzido e vendido por R$ 100,00, o atacadista vendeu por R$ 120,00,(tem uns acertos se for de unidade federativa diferente) recolhe sobre R$ 20,00, o varejista, comprou por R$ 120,00 e revendeu por R$ 150,00 recolhe sobre R$ 30,00, já o consumidor este não escapa paga no ato da compra se for em SP, 18% sobre R$ 150,00, ou seja R$ 27,00, enquanto a indústria pagou R$ 18,00, o Atacadista pagou R$ 3,60 e o varejista pagou R$ 5,40.
  • Daniel  15/07/2015 12:29
    Olá, Roberta, acho que entendo seus argumentos, mas minha opinião é que o problema do Brasil é que a maioria das pessoas não gosta de trabalhar. Qualquer estudo vai culminar nesse ponto.
  • Gilbert Santargila  16/01/2014 20:01
    Na verdade as empresas de qualquer porte pagam taxas, contribuições e RECOLHEM antecipadamente os impostos e no final do exercício fiscal o imposto sobre o luco. Estes são repassados ao consumidor final. Quem paga - desembolsa - ou seja, é roubado pelo governo - é o contribuinte - Pessoa Física que não lhe é informado quanto está desembolsando (roubado pelo governo-Município,Estado e União), portanto já estão embutidos no valor do preço final a percentagem dos impostos - IPI e ICMS, ISS etc.
  • Juvino Pereira Santos do Vale  25/10/2015 17:42
    Meu caro, boa tarde
    O texto trouxe um tema complexo que não dá para alguém de "pescoçada" sair matracando como se especialista fosse, e pior que isso, é receber aplausos.
  • Pobre Paulista  11/11/2013 11:12
    Quando 'Não há "peixes" a serem pescados' o preço do peixe sobe naturalmente. Com isso, os atuais detentores de "peixe" passam a ter mais lucros, e como todos gostam de lucro, outras pessoas irão tentar criar "peixe". Assim devem surgir diversos empreendedores construindo lagos para criação de "peixe", e naturalmente alguns deles terão um retorno muito bom também, incentivando mais e mais empreendedores a entrar neste negócio. Em um certo momento, a oferta de "peixe" estará num nível onde criar "peixe" já não é tão lucrativo. Assim, os novos empreendedores do mercado de "peixe" deverão ser muito mais eficientes que os empreendedores atuais se quiserem mais lucros, ou terão que entrar em outro negócio que não "peixe". O resultado é não só mais "peixe" no mercado, como também "peixe" de mais qualidade para o consumidor final.

    Enfim, quando não há "peixes" a serem pescados, desde que o governo não interfira, basta deixar o sistema de preços e lucros fazer seu trabalho e em pouco tempo haverão "peixes" a serem pescados.

    Espero ter ajudado.

    (Repare que "peixes" pode ser substituído por qualquer mercadoria sem prejuízo da análise feita)
  • Roberta  11/11/2013 14:04
    Olá Pobre Paulista, essa experiência relatada por você funciona onde? Será que é a solução da pobreza no Brasil, um país rico com imensa desigualdade social? No capitalismo tem como todos ficarem bem com a falta de peixe? Como o Capital mantem o salário baixo se todos tiverem bons empregos e acesso às políticas sociais de qualidade?
  • Pobre Paulista  11/11/2013 15:21
    Ah, essa resposta é trivial e está no texto. Funciona quando não há intervenção estatal. Como no Brasil há MUITA intervenção estatal, isso realmente não funciona. Uma pena para os pobres.
  • Ali Baba  12/11/2013 12:00
    @Roberta,

    Não sou o Pobre Paulista, mas acho que sei as respostas. Vamos lá:

    Olá Pobre Paulista, essa experiência relatada por você funciona onde?

    Essa resposta não é simples (alguma resposta é?). A pergunta não pode ser feita em termos de "funciona" e "não funciona". Existem lugares e culturas em que ela tem oportunidade de funcionar mais, e outros em que ela tem menos oportunidade de funcionar.

    Dito isso, olha em www.heritage.org/index/

    Lá tem uma lista de países em ordem de liberdade econômica. Quanto mais no topo dessa lista, mais essa experiência tem oportunidade de funcionar. O Brasil está em 100º lugar de uma lista de 177 países. Definitivamente eu diria que, por aqui, essa experiência tem pouca oportunidade de funcionar.

    O problema está em se acreditar que outras experiências são melhores... o que devemos é lutar para que, por aqui, essa experiência tenha a oportunidade de melhorar. Se o Brasil subir apenas 15 posições naquele ranking, já teremos um ambiente muito melhor para prosperar do que agora.

    Será que é a solução da pobreza no Brasil, um país rico com imensa desigualdade social?

    A experiência histórica prova que sim. Podemos ver a trajetória de diversos daqueles países que estão hoje no topo do ranking da Heritage e identificar claramente o momento em que cada um decidiu tornar-se mais livre e acompanhar inquivocamente a sua melhora geral do padrão de vida. Apenas para citar um exemplo, veja a evolução da Nova Zelândia. Eu poderia citar, por exemplo, algumas das ex-repúblicas soviéticas (das quais eu tenho alguns dados)... Veja a Lituânia, a medida que melhorava a liberdade econômica do 104º lugar em 1996 para o 22º atualmente, melhorava seu IDH de 0,70 para 0,82; a Letônia foi do 86º para o 55º e seu IDH de 0,68 para 0,81; e a Estônia, do 26º para o 13º, seu IDH passando de 0,73 para 0,85

    É inegável que a melhora da liberdade econômica leva a uma melhora na qualidade de vida. Veja que nem estou falando de PIB ou de qualquer outra variável econômica... estou falando de qualidade de vida conforme medido pelo IDH.

    No capitalismo tem como todos ficarem bem com a falta de peixe?

    A metáfora do peixe é uma metáfora útil, mas como todas as metáforas, temos de saber quando abandoná-la. Para explicar movimentos simples da economia é útil utilizar a economia de um único bem (peixe) na ilha de Robison Crusoé... mas na vida real, não existe somente um bem. Todos ficariam muito bem caso faltasse peixe, basta comer algum alimento substituto. Agora, se o peixe ficasse escasso, cria-se uma grande oportunidade para criadores de peixe, que teriam um produto supervalorizado. Logo, acho que não corremos o perigo de faltar peixe.

    Como o Capital mantem o salário baixo se todos tiverem bons empregos e acesso às políticas sociais de qualidade?

    Você faz uma salada aqui impressionante. Veja que o problema não é ter salário baixo. A grande questão é o que se compra com esse salário! Veja que na Venezuela a inflação oficial é quase 50% (a real é provavelmente 3 vezes isso). Lá você compra hoje 3/4 do que comprava no ano anterior. No ano que vem, vai comprar a metade. E o salário é alto quando comparado ao Brasil. A questão é que o salário não dá para nada!

    O capitalismo real mantém a economia eficiente. O salário pode subir, diminuir ou ficar na mesma baseado na oferta e na procura de cada tipo ou classe de trabalhador, como qualquer outro preço de mercado. O que importa é que esse trabalhador consiga, com os frutos do seu trabalho, adquirir os bens que deseja.

    Esse negócio de "bons empregos" significa o que? Emprego é emprego. Se ele é bom ou mau é subjetivo. Para você limpar fossa de esgoto é um mau-emprego, deixe que outra pessoa o faça. Se você acha que ninguém quer fazer, garanto que vai aparecer um sujeito que quer por um preço maior. E se, no final, ninguém de fato quiser fazer, identifico uma grande oportunidade para o primeiro inventor que automatizar a limpeza de fossas.

    Mercado é assim, dinâmico. E a melhor política social que existe é deixá-lo livre.
  • Magno  11/11/2013 14:15
    Gostaria muito de saber de onde tiraram esta ideia nacionalista de que o Brasil é um "país rico". Ora, riqueza não é algo dado. Riqueza é algo que se cria. Um país ter muitos recursos naturais não faz dele automaticamente um país rico. Esta suposta "riqueza natural" tem de ser extraída, trabalhada e convertida em bens, e isso só ocorre se houver um mercado concorrencial.

    Se esse negócio de "riqueza natural" realmente existisse, Venezuela, Nigéria e demais países africanos seriam potências, e Japão e Israel seriam favelas. Nonsense econômico total.
  • Roberta  11/11/2013 14:46
    Olá Magno, não me referi somente às riquezas naturais, mas a riqueza do país, ou não há pessoas ricas no Brasil? Onde estão as grandes fortunas?
  • Magno  11/11/2013 14:53
    Ah, quer dizer então que, para você, a riqueza de um país pode ser mensurada pelas "grandes fortunas"? Então todos os países do Oriente Médio são extremamente ricos.

    Para entender por que essa sua lógica é tacanha, leia o artigo que o Marcos linkou acima. Para que haja alguma discussão de economia, você tem de entender ao menos o básico da teoria.
  • Valdir Fogassa Junior  04/11/2014 18:08
    Concordo plenamente com o que foi dito, mas não sou totalmente contra o sistema assistencialista, desde que exija uma contra-prestação por parte do beneficiado. Mesmo que pague um valor pequeno como o bolsa-família faz, pois trata-se de algo para a subsistência humana, é pra comer mesmo, ninguém consegue estudar ou aprender nada se não estiver devidamente nutrido. Ocorre que inúmeros brasileiros inescrupulosos abusam do programa, usando-o como um "jeitinho" de ganhar dinheiro (ah como eu odeio esse "jeitinho brasileiro").
    O ideal é uma economia que tende a ser mais livre, junto com uma intervenção Estatal somente para incluir pessoas neste mercado de trabalho que deverá, também, ser fomentado pelo Estado, mas aqui (no Brasil) o Estado infelizmente não faz nenhum dos dois de forma efetiva.
    Não esqueçam que o empresário é um dos que mais ferra o País, seja por meio de licitações a preços altos com uma péssima qualidade de serviço, ou com falcatruas empresariais. Mas se adentrarmos na questão de corrupção o tópico não acaba nunca !
  • Silvio  05/11/2014 07:16
    Ou seja, você concorda que o roubo é uma coisa errada, mas é tolerável se o ladrão quiser brincar de Robin Hood. Ah, tolerável desde que o pobre se comporte como um bom cachorro e faça truques para seu dono a fim de receber a guloseima que este havia roubado de algum inocente qualquer. Bem, só posso dizer: tá serto!

    Sobre esses brasileiros "inescrupulosos", a culpa deles nesse caso é bem duvidosa. Imagine que dois escravos sejam jogados na arena para se digladiarem até morte. Se eles começam a lutar entre si, a culpa não é deles, mas sim dos malucos que jogaram aqueles escravos nessa situação insana. Você culpa o povo por andar numa estrada pavimentada pelo próprio estado. Isso é loucura sua.

    Saiba você que o ideal é uma economia livre de fato, mas sem qualquer gangue que roube a todos com o alegado propósito de promover o bem de todos. Se não me fiz claro, um cenário ideal é um cenário em que não exista a figura do estado.

    Acerca da sua acusação relativa ao esquecimento do pessoal do IMB, saiba que é uma acusação muito idiota baseada somente na soma do seu preconceito e ignorância, pois há uma enorme quantidade de artigos deste site que tratam justamente sobre esse maléfico conluio entre Estado e empresários. Para encerrar, seus exemplos jeniais só comprovam que a culpa desses problemas apontados por você mesmo é, em primeiro lugar, do próprio estado e sequer existiriam se o estado também não existisse.
  • Valdir Fogassa Junior  05/11/2014 12:16
    Que Robin Hood cara ? Não consegui entender sequer a sua linha de raciocínio. Em que parte do meu comentário dá a entender que tudo bem roubar ? Leia novamente e veja que a minha visão é que a merda está para os dois lados, ao Estado por ser conivente, e ao empresário por visarem o lucro acima de tudo. Você acha que é loucura minha, mas quem se vê no "pit" de briga (exemplo dos escravos) e "obrigado" a fazer merda é você, e ainda colocando a culpa no Estado como se fosse alguém que tivesse te jogado lá, que exemplo catastrófico, mas é mais fácil justificar as suas atitudes erradas assim. Sempre trabalhei com pessoas honestas, e quando me deparei com as que se justificam de alguma maneira um comportamento incompatível com ética e bons costumes, só deixei de lado. O cenário nunca será ideal sem a figura do Estado para controlar os que detém poder, o homem tende a abusar do poder até encontrar um limite. Se não existir leis trabalhistas, seguridade social, leis consumeristas e MUITAS outras que regulam o particular para que não abuse do mais fraco, nada daria certo. E se você acha que sem o Estado daria certo, está completamente equivocado.
    PS: a palavra é genial, escrita com G, não com J. Depois dessa acho que o serto na sua concepção realmente está "serto".
  • Tendler  05/11/2014 12:28
    "ao Estado por ser conivente, e ao empresário por visarem o lucro acima de tudo."

    E você conhece algum empresário que "visa o prejuízo acima de tudo"? Por acaso faz algum sentido empreender se não for para ter lucro?

    Aliás, se não houver lucros não haverá investimentos, nem contratações e nem salários. Todo mundo ficará na miséria, e você achará lindo.

    Saia desse seu mundo de fantasias e venha para o mundo real.

    "O cenário nunca será ideal sem a figura do Estado para controlar os que detém poder, o homem tende a abusar do poder até encontrar um limite."

    Primeiro você reclama que o estado é conivente, e agora diz que só ele pode controlar os poderosos.

    Muito bem, e quem vai controlar os políticos que detêm o poder do estado? Quem vai controlar os poderosos que estão no estado? Ou você acredita que só há santos no governo?

    De novo, saia desse seu mundo de fantasias e venha para o mundo real.
  • Tio Patinhas  05/11/2014 12:56
    A partir do momento que vc apoia o estado assistencialista, vc é a favor de roubar de uma parte para dar para outra, vc é a favor de alguém trabalhar e não receber (escravidão) e outro receber sem trabalhar.

    Deve o empresário visar o prejuízo? E se o empresário faz algo que todos querem e lucra muito é ruim? Ele não está fornecendo algo que as pessoas julgam importante?

    O estado é que detém mais poder, assim como seus membros. Quem impõe limites a eles?

    Os países com menos leis estão em situação melhor do que os que possuem mais leis, no br, só de leis federais são 1 milhão, fora as estaduais e municipais. Não percebe que todas essas leis apenas existem para garantir que o fraco não fique forte?

    Quanto mais corrupto o estado maior o número de leis (Tácito).

    Recomendo fortemente: mises.org.br/Subject.aspx?id=6
  • Silvio  05/11/2014 14:44
    Ao ler seu novo comentário, conlcui que non posso credere ai miei occhi. Nossa!

    Pelo visto, você não não é novo no IMB apenas, é novo na internet também. Veja os usos do "tá serto" e "jenial", nos links a seguir:
    https://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20130404170953AAwEgBy (confira a resposta do Vitor)
    www.twitta.com.br/3078067/coment%C3%A1rio-jenial-da-semana

    Ao que interessa agora.

    Reli meu comentário e, embora escrito no meio da madrugada, está perfeitamente claro. Se você não entendeu, esteja certo de que a deficiência está em sua pessoa (e, relendo a sua réplica, estou bem certo disso). Mas vou dizer tudo novamente de maneira simplificada. Caso você não entenda mesmo assim, nada mais posso fazer.

    I) Antes de tudo, é necessário entender que o estado é um ajuntamento de criminosos que se sustenta através do roubo. Posto isso, defender uma política de redistribuição de renda é querer defender a idéia de que é correto roubar de uns para ajudar outros. Se você concorda com o artigo, você concorda que roubar é errado, mas, ao fazer sua ressalva, abre uma porta para legitimar o roubo. Aí falta coerência. E mesmo que seja necessário a pessoa que recebe essa ajuda fazer algo em troca, nada muda a imoralidade do roubo que possibilitou esse esquema.

    Pior, essa contraprestação proposta por você, ao contrário do que possa parecer, é nociva. Ao fazer isso, o estado cria um monstro formado por pedaços de caridade e livre mercado, não se tendo aí nem uma coisa nem outra. O estado diz que vai fazer caridade, desde que a pessoa faça o que ele mande. Ora, a caridade deve ser uma via de mão única, senão não é caridade. Mas também aí não se trata de livre mercado, porque a pessoa não se engaja numa atividade produtiva que visa o lucro. Ou seja, o esquema não se sustenta, sempre precisando que se roube para financiá-lo. Pior ainda, ele sempre precisa que se roube mais para financiá-lo, até porque esse esquema previne que mais e mais pessoas se engajem em atividades produtivas visando o lucro, afinal, trabalhar é trabalhoso. No fim das contas, esse esquema é uma bola de neve que sempre precisará de mais dinheiro para se manter e que fatalmente aumentará a pobreza ao invés de diminuí-la, pois cria poderosos incentivos para que se aumente a massa de necessitados ao invés de diminuí-la.

    II) Em segundo lugar, você reclamou das pessoas "inescrupulosas" que usam esses programas como um "jeitinho" para ganhar dinheiro (!?). Ora, se há muitos abusos, a culpa é do governo que criou um sistema que premia o comportamento imoral. As pessoas (brasileiros ou não) agem de acordo com incentivos. Se você cria incentivos para as pessoas se comportarem mal, não culpe as pessoas se elas passarem a se comportar mal. A culpa não é delas, é sua.

    III) Voltando ao começo. Estado é roubo, logo não é possível haver um cenário ideal em que exista estado. Num cenário ideal, o roubo não pode ser tolerado.

    IV) Sobre os seus exemplos, você involuntariamente deu a prova de que a culpa dos problemas por você mesmo apontados está fundamentalmente no estado, pois, sem o estado em primeiro lugar, não haveriam licitações fraudulentas (acho que não preciso explicar essa aí), corrupção (que nada mais é do que o suborno de elementos do estado para deixar de aplicar regras criadas pelo próprio estado), preços altos e de qualidade ruim (que existem devido à falta de concorrência imposta pelo estado) e as tais das "falcatruas empresariais" (que presumo, você entende por adulterações nos registros da empresa para possibilitar a sonegação de impostos).

    Your turn.
  • mauro  14/07/2015 18:04
    Na minha humilde opinião, baseada naquilo que presenciei em minha vida, portanto sem influência de livros, professores, mídia e demais interessados diretamente, a esquerda é usada para se chegar ao poder de forma mais fácil. Temos, hoje, inúmeros incompetentes governando o país, provenientes de movimentos sociais, sindicatos e associações atuantes no período da Contra Revolução de 1964. Aquela célebre frase "poder é como um violino, toma-se com a esquerda, e toca-se com a direita", é uma grande verdade. Pega-se o refugo de uma sociedade (para mim, isso não existe, mas nem todos pensam assim) e, com ele, toma-se o poder. Quando o mesmo estiver consolidado, livra-se do estorvo, que são as minorias que, demagogicamente iludidas, serviram de força na tomada do poder. O povo serve como objeto do governo dos esquerdistas, mas a agenda oculta dos mesmos é o seu próprio bem estar e o enriquecimento, geralmente ilícito. Na direita, o estado enriquece, na esquerda, o administrador enriquece.Veja nossos políticos operários. Uma boa definição para esquerda e direita, é a de que a primeira governa para o povo, e a segunda, para o estado. Quem governa para o povo é populista, demagogo, assistencialista. Quem governa para o estado, é honesto. Governar para o estado é a melhor e mais justa forma de governar para o povo. O bom governo é aquele que desagrada o povo, que faz com que o povo o amaldiçoe. Este é um governo sustentável. Para governos de esquerda, a conta sempre chega. E cara. Quanto à velha definição de esquerda, cuja essência é a ruptura das ordens vigentes, o que por si só sugere desordem, violência e delinquência, qualquer estado deve reprimir. Essa é a base ideológica de todos esses movimentos sociais. O sistema deve ser aristocrático. A administração de qualquer coisa, até mesmo da casa, do lar, deve ser encabeçada por quem tem maior capacidade, melhor preparo. Trata-se, sim, de meritocracia, a maneira mais justa de distinção dentro de uma sociedade justa. Veja o caso das cotas, que, em uma justificativa imediata, busca corrigir injustiças perpetradas há 300, 400 anos atrás. Ora, se o beneficiado fosse aquele que foi prejudicado diretamente, nada mais justo. Agora, pegar um negro, hoje, e lhe dar benefícios, com a justificativa de que um ancestral seu foi prejudicado há alguns séculos, é demagogia e oportunismo, no mínimo, pouca vergonha. Tomar terras dos outros, para dar a alguém, com a desculpa de que seu tataravô não teve condições de adquiri-las, é de fazer corar estelionatários. Eu poderia dizer que o capitalismo sustenta a miséria, e o socialismo é sustentado pela miséria. O capitalismo é o melhor sistema porque nenhum outro absorve a miséria de forma tão ampla. Acho graça quando ouço a demagoga afirmação de que o trabalhador é a riqueza de uma nação. A riqueza de uma nação é o empresariado, que permite que o homem se transforme em trabalhador. Onde quer que se suprima o empresariado, prejudicar-se-á, sobretudo, o trabalhador. Onde o socialismo é implementado à força, ou até mesmo apressadamente, calca-se na miséria e na pobreza. Há quem se lembre dos países nórdicos, como local onde o socialismo deu certo. Lembremo-nos que foi através dos séculos que chegaram a este ponto, naturalmente. Se observarmos, constataremos que estes países não são socialistas, mas, sim, têm um sistema que poderia ser classificado de capitalismo social. Devemos digerir as informações. Se acreditarmos, simplesmente, em tudo que aprendemos nas escolas, livros e revistas, teremos um país cheio de Mao-Tse-tungzinhos e Stalingsinhos iludidos. Por isso que, hoje, temos um tanto de mauricinhos e patricinhas, cujos pais ganham 20, 30 mil reais, protestando contra o capital. Embora alguns o façam de olho no futuro político.
  • Adão J. Sabará  31/10/2012 06:28
    Que bela frase

    Quem disse que é fácil concorrer com o amor do governo pelos pobres?
    Isso realmente é muito difícil, o governo gosta de criar novas formas de ajudar os pobres com o dinheiro dos outros, geralmente com o dinheiro também dos pobres. Mais impostos(40% no Brasil). Um assalto, um confisco social jamais visto, em nome do capitalismo do estado. Socialistas, comunistas estão acabando com a riqueza produzida no Brasil.
    Petistas são capitalistas do estado.


  • Jeferson  31/10/2012 10:05
    O governo gosta é de criar mais pobres. É nesse sentido o "amor pelos pobres" que todos os governos têm.
  • Bruno  07/11/2013 16:02
    hahahahaha, isso mesmo... Foi mais ou menos o que disse joãozinho 30, uando chocou o carnaval carioca com algo muito maior, extremamente grandioso, do que qualquer escola de samba já tinha visto. Perguntaram se ele não achava que aquilo não era exagerado. Ele respondeu: Pobre gosta de luxo, quem gosta de miséria é intelectual... Profético.
  • Sergio  12/11/2013 15:27
    Se não aos Governos, a quem caberia promover a justiça social e a distribuição de renda?
    Aos empresários e o próprio "mercado" ? kkk

  • Mauro  12/11/2013 16:00
    Realmente, não há entidade melhor do que o governo para fazer a "redistribuição de renda" -- redistribuição de renda às avessas, é claro.

    Ao promover a inflação monetária e privilegiar os ricos que têm acesso ao sistema financeiro e aniquilar os pobres que ficam apenas com o aumento de preços; ao criar agências reguladoras que impedem a entrada no mercado de empresas estrangeiras e garantem o oligopólio das grandes empresas favoritas do governo; ao impor altíssimas tarifas de importação para proteger o grande empresariado e impedir os pobres de ter acesso a produtos estrangeiros baratos -- ao fazer tudo isso, o governo concentra a renda nas mãos dos ricos e destrói a renda dos mais pobres.

    E ainda faz isso tudo com o aplauso de otários como você. O Brasil tem essa altíssima concentração de renda porque o governo, ao adotar políticas que geram tudo isso, ainda conta com o aplauso da plebe ignara. É por isso que é uma delícia ser político e burocrata no Brasil. Quero ser um na minha próxima encarnação.
  • SERGIO  05/11/2014 15:04
    Isso mesmo, se auto respondeu.
  • Catarinense  31/10/2012 06:33
    Hehehe excelente!
  • Valter Rufino  31/10/2012 06:41
    Interessante, como isso explicou a trajetória do Bill Gates, sempre ensinaram-me que o capitalismo era ruim para o pobre...vou estudar mais sobre o assunto. Parabéns pelo artigo.
  • Leandro  31/10/2012 06:48
    Um bom artigo pelo qual começar é este aqui:

    Todo o seu conforto você deve ao capitalismo e aos ricos
  • Cristiano  31/10/2012 07:03
    Excelente artigo.
  • Breno  31/10/2012 07:25
    No Brasil acredito que um item não compartilhado por 11 em 10 ricos (empresários, donos de empresa, etc) é o a seguir: "[...] tampouco utilize o governo para fazer isso por você. Não enriqueça por meio de políticas governamentais. Não aceite dinheiro nem privilégios do governo [...]".\r
    \r
    Se alguém me mostrar uma empresa que não tenha uma mãozinha amiga do governo, seja através de BNDES, políticas protecionistas, lobbys de 'n' naturezas, eu bato palmas de pé.
  • François Skaf Lorenzon  31/10/2012 08:01
    Acho uma vergonha empresários como o Eike, com a fortuna que tem, pegar alguns bilhões do bnds. Isso jamais deveria acontecer, mas são esses empresários que financiam no futuro as campanhas politicas daqueles que os favoreceram! Troca de favores entre estado e grandes empresas é o que marca o capitalismo de estado e do governo petista, também chamado de corporativismo (eu prefiro chamar de fascismo).
  • TL  31/10/2012 08:41
    Prezado Breno.

    Acredito que seja muito complicado um empresário não aceitar crédito barato do BNDS.

    Ao conversar com um empresário, ele falou-me que estava competindo para obtenção de uma linha de crédito do BNDS, pasmem, com juros de 3% ao ano (nem sequer a inflação cobria). Ele não entendia como poderia existir uma linha de crédito tão barata.

    Ele falou-me: "Com esses juros eu posso comprar a vista o maquinário ao invés de financiamento comum, e ganhar, digamos, 5% de desconto ao mesmo tempo que obtenho o crédito com juros de 3% ao ano. E ainda, eu não preciso utilizar meu capital de giro".

    Se ele não obter esse crédito, um concorrente poderá obtê-lo e esse concorrente terá uma vantagem competitiva. Um empresário não pode deixar uma oportunidade dessa passar. Seria ruim para os negócios.

    Esse empresário não tem conexões políticas e, após alguns meses, ele falou-me que não conseguiu esse crédito.

    Eu entendo que, mesmo que os empresários queiram, não é possível combater o crédito barato pela simples rejeição ou negação, enquanto o BNDS continua a ofertar o crédito barato e abudante. Eles precisam dançar conforme o ritmo da música.
  • Breno  31/10/2012 09:18
    Eu concordo. Só ressaltei que isso vai contra o ensinamento acima.\r
    O objetivo de qualquer empresa, seja de capital aberto ou fechado, é obter lucro. \r
    \r
    Então existem duas opções:\r
    a) tomar dinheiro do BNDES, bancado por toda a população brasileira, e impulsionar os ganhos da sua empresa;\r
    b) não tomar os recursos, obtendo rentabilidade melhor.\r
    \r
    Qual que eu escolheria? \r
    "A", claro. Mesmo que conceitualmente eu seja contra.\r
    É legal, legítimo, faz parte do jogo. Se eu não tomar e o cara do meu lado tomar, ele ganha mercado e eu quebro.\r
    \r
    \r
    \r
  • Itamar   03/11/2012 15:35

    Problema não é o BNDES emprestar a juros subsidiados.

    Problema é que esse crédito é apenas para os "amigos do rei" ou seja, do governo.

    Fosse disponível para todos os empresários, ai sim seria uma concorrência digna.

  • Amalia  31/10/2012 10:13
    Acredito que, quando um empresario recebe um recurso do BNDES isso é cobrado. Esse recurso não é de graça, por mais que os juros sejam baixos. Ou seja, essa riquesa é devolvida aos cofres e multiplicada!
    Lógico, multiplicada por que o empresário que se beneficiou do recurso está gerando mais riquesa, mais emprego e mais trabalho. Simples assim.

    Quando o amigo TL disse que seu amigo empresário não conseguiu o crédito do BNDES entendo que, ele quis dizer que ele não dança conforme a música e não tem parceiros políticos que influenciariam no tramite do processo. Estou errada?
  • Leandro  31/10/2012 10:49
    A última parte está correta, Amália. Já a primeira parte está longe de ser "simples assim".

    Pra começar, o BNDES é financiamento compulsoriamente por impostos coletados de todos os empresários. Isso, por si só, já torna injusto apenas alguns (os mais poderosos) terem acesso. O BNDES, agindo assim, funciona como um genuíno banco Robin Hood às avessas, tomando dos pobres e subsidiando os ricos.

    Mas a coisa piora. Em seu atual arranjo, a maldade do BNDES foi duplicada. Além de tomar dinheiro dos pobres e repassar aos ricos, o banco passou também a ser subsidiado pelo Tesouro, que vende títulos pagando a SELIC mas repassa aos empresários o dinheiro recebido com a venda destes títulos cobrando taxas menores que a SELIC.

    Funciona assim (vou dar um exemplo simplificado, mas que traduz exatamente o que está acontecendo): o Tesouro vende títulos públicos para o sistema bancário e arrecada, digamos, R$ 100, com a promessa de pagar aos bancos R$ 7,50 daqui a um ano (juros de 7,25% ao ano, atual valor da SELIC). Mas ele transfere esses R$ 100 para o BNDES, que irá emprestá-los para suas empresas favoritas cobrando módicos 5,5% ao ano (valor da TJLP). No final do ano, caso tudo dê certo, o BNDES receberá 105,5, e o Tesouro (nós) pagará aos portadores dos títulos vendidos R$107,50.

    Ou seja, no final, nós pagamos para que os grandes empresários façam seus empreendimentos. Isso é capitalismo de compadrio; isso é corporativismo. Os lucros são privados e os prejuízos, socializados. A riqueza da sociedade foi multiplicada? A do senhor Batista certamente foi.

    Por favor, não caia na propaganda do governo. Não defenda este esbulho.

    Abraços!


    P.S.: a quem tiver interessado em mais detalhes técnicos, vale enfatizar que quando o Tesouro vende títulos para o sistema bancário (para financiar o BNDES), os bancos criam dinheiro do nada para comprar estes títulos, o que significa que, além de tudo o que foi citado acima, as atuais operações do BNDES também são inflacionárias. Ou seja, o governo nos espolia triplamente para financiar seus compadres.
  • TL  31/10/2012 12:38
    Talvez, algum leitor desavisado ache que o Leandro está exagerando que o BNDES ofereça crédito de 5,5% ao ano, em comparação ao crédito de pessoa física.

    Para exemplificar, o empresário, citado anteriormente, fez um investimento em meados de setembro de 2010. Conforme ele próprio:

    "Vamos financiar. Os juros estão baratos (+ou- 10% a.a.) e daí não descapitaliza a empresa."
  • Rafael Franca  31/10/2012 12:47
    Leandro, o BNDES não utiliza também recursos do famigerado FGTS, imposto esse que morde 1/13 do salário do trabalhador todo ano? O esquema é mais perverso, pois tributa todos os trabalhadores, que só podem sacar o fundo em caso de doença terminal, aposentadoria, compra de imóvel pela CEF ou demissão sem justa causa por parte do empregador.
  • Leandro  31/10/2012 12:57
    Correto, por isso falei que o que o BNDES faz é "tomar dinheiro dos pobres e repassar aos ricos". Mas de fato eu deveria ter deixado isso mais claro, dado mais ênfase, como você fez. Além de tomar de pequenos empresários, o BNDES também esbulha os assalariados. Sujeito ganhando R$ 700 por mês tá subsidiando obra da OGX.

    Vale também dizer que o FGTS rende TR mais 3% ao ano, muito abaixo da poupança e da inflação. O governo toma o dinheiro do trabalhador e o devolve com um menor poder de compra.
  • Itamar  03/11/2012 15:42
    Na minha opinião o governo toma do empresário o FGTS. 8% sobre salário que o empresário é obrigado a recolher por força da CLT.

    Além do "roubo" dos impostos.... a folha de pagamento tem um custo altíssimo para o empresário.
  • anônimo  01/11/2012 12:57
    Sou aposentado (não pelo INSS) e não tenho mais vontade de trabalhar, já fiz bem mais que minha devida parte nessa vida. Minha pergunta é: como eu poderia obter acesso a esse crédito do BNDES? 3%aa, 5%aa? Estou muito interessado! O que devo fazer?
  • TL  31/10/2012 12:27
    Prezada Amalia e leitores, perdoem-me se não fui claro.

    "...ele quis dizer que ele não dança conforme a música ..."
    Eu disse que ele aceitará crédito barato do BNDES. Pois se ele foi altruísta e não aceitar esse crédito, ele pode ter um desvantagem competitiva. Ele precisa jogar pelas regras vigentes. Não adianta negar a realidade.

    "...e não tem parceiros políticos que influenciariam no tramite do processo..."
    Ele gere uma empresa de médio/pequeno porte.
    A empresa dele não tem envergadura para influenciar o BNDES.
    A linha de crédito, citada anteriormente, foi simplesmente cancelada.
  • Occam's Razor  31/10/2012 13:15
    Pior é que agora certos empresários não estão apenas dançando conforme a música, mas sim querendo determinar qual é a música que será tocada.

    "O empresário Eike Batista diz que o governo deveria investir mais em suas empresas, já que, acredita, graças a elas o país terá, em alguns anos, melhores condições de infraestrutura"

    www1.folha.uol.com.br/mercado/1172587-terao-que-fazer-minha-estatua-diz-eike-batista.shtml

  • Djalma  31/10/2012 07:58
    Sei que é uma questão básica, mas aproveitando que o artigo toca nesse ponto, onde posso encontrar algum texto que trate da falácia da chamada "soma zero" na economia?
  • anônimo  31/10/2012 08:09
  • V.  31/10/2012 09:02
    Chapas, desculpem a mudança de assunto, mas gostaria de saber o que o pessoal que frequenta o Mises Brasil pensa a respeito dos argumentos lançados neste vídeo.

    www.youtube.com/watch?v=CtFP4w0kaog

    Abraços.
  • Vagner  31/10/2012 10:35
    Apenas outro gordinho falando besteiras sem um pingo de conhecimento sobre economia.
  • Gustavo BNG  31/10/2012 11:30
    Yuri Grecco é (mais) um youtubiano desesperado por audiência. Ele lê o básico (pra não pagar mico) sobre um assunto polêmico, geralmente relacionado a religiões (só pra provocar 99% da população e dar uma de evoluído/superior), e fala aquilo que "pensa". Será que ele sabe uma linha sequer de Economia segundo a tradição austríaca?
    E o pior é que ele consegue uma baita audiência!
  • Hueber  31/10/2012 11:47
    Ele falou merda sobre economia, mas sobre religião ele esta certo.
  • Gustavo Sauer  31/10/2012 13:19
    Nossa mae. Esse video me chocou. Como alguem consegue demonstrar tamanha ignorancia economica em tao pouco tempo? O cara conseguiu resumir toda a baboseira anticapitalista em 30 min.

    Nao percam tempo com esse lixo. Criticas de alguem que nunca estudou o assunto nao vale o tempo escasso que posssuimos.

  • Eduardo  31/10/2012 14:14
    "O que os juros faz? (sic) Ele cria dinheiro que não existe na economia, então pra repôr isso, é preciso haver um crescimento do mercado"

    E depois de mandar uma dessas, ele manda os outros irem aprender sobre economia.

    É cada uma...
  • V.  31/10/2012 14:57
    O triste aqui é a audiência que o sujeito alcança.
  • Hueber  31/10/2012 18:15
    O que mais me chocou nesse vídeo é ele dizer que se não fosse o Estado, o Eike Batista iria se aproveitar do povo. Eu sempre pensei que ele já fazia isso através do BNDS...
  • Rhyan  31/10/2012 18:24
    Eu acompanhava o canal do Yuri, era bem interessante quando ele falava de biologia, assunto que ele domina. Começou a falar sobre assuntos que não conhece, é orgulhoso, não tá afim de entender assuntos que não entende. E agora isso, tenta criticar o AC mas acaba criticando o capitalismo em geral. Nunca vi ele falando algo útil sobre economia.

    Como eu disse esses dias, Ancaps deveriam se limitar a debater com minarcos, é mais possível que o debate seja coerente, mesmo assim muitos minarcos falam bobagens.
  • Karollos  31/10/2012 19:39
    Eu tb acompanhava o Yuri no Youtube, mas desde que ele pregou a "democratização à força do Islã" eu perdi a vontade de ver os vídeos dele. Agora ele solta as pérolas sobre o Anarco-capitalismo. Durante todo o vídeo ele dizia falar das mazelas de uma organização baseada no livre comércio, mas para mim ele descrevia o sistema atual baseado no corporativismo de Estado. Mas não é de se espantar que ele tenha essa atitude pró-estado, uma vez que ele é professor (pesquisador) universitário e provavelmente figura na folha de pagamentos de universidades públicas. Como cientista ele está de parabéns, mas como pensador tenho cá minhas dúvidas.
  • Renato  01/11/2012 14:05
    Pessoal, o Daniel Fraga já colocou um vídeo respondendo o Yuri:

    www.youtube.com/watch?v=GnkBpKF8rII&feature=plcp
  • anônimo  01/11/2012 14:31
    Quando eu vi o título "Anarcocapitalismo, Uma Fantasia", eu já falei: lá vem mer...
  • anônimo  01/11/2012 15:16
    O triste aqui é a audiência que o sujeito alcança.
    [2]
  • anônimo  05/11/2012 00:44
    Isso mostra que fazer vídeos é mais eficiente que escrever artigos.O Daniel Fraga deve ter atingido muita gente pra atrair tanta raiva
  • V  05/11/2012 14:33
    Pois eh, fica a dica (implícita) do colega aí de cima para os membros do IMB. Infelizmente, no mundo em que vivemos, a forma caba sendo bem mais importante que o conteúdo.
  • Patrick de Lima Lopes  31/10/2012 09:58
    Ótimo artigo!
    Os artigos do Sennholz são alguns dos melhores do IMB, considerei seu artigo a respeito da grande depressão tão bem elaborado que até mesmo o tenho impresso.
  • Quid  31/10/2012 11:05
    Ótimo artigo!

    Agora, completamente off-topic, alguém recomenda alguma leitura confiável sobre a Escola de Chicago, suas teorias e, se possível, alguma refutação?

    Abraços.
  • Luis Almeida  31/10/2012 11:18
    A Escola de Chicago versus a Escola Austríaca
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1024

    Elucidando Milton Friedman e a Escola de Chicago
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1065

    A posição das escolas austríaca, de Chicago, keynesiana e marxista em 17 questões econômicas
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1349

    Viena e Chicago e suas divergências sobre moeda, inflação e a Grande Depressão
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1185

    Depressão com deflação ou depressão com hiperinflação - a escolha da Europa e dos EUA
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1390
  • Quid  31/10/2012 19:26
    Obrigado, Luis Almeida.

    Abraços
  • Eu  31/10/2012 11:36
    O artigo é bem enobrecedor, mas em alguns momentos chega a ser romântico de tão idealizado que é.
    Não se pode ignorar que a realidade prática e bradar cegamente nossas ideologias.

    Em: "[...] você também não deve defender políticas que levem ao empobrecimento de ricos na crença de que isso levará ao enriquecimento dos pobres [...]", foi desconsiderado a importância das ações governamentais para desmantelar cartéis, e impedir a estagnação do cenário latifundiário em nosso país (sem a expropriação agressiva, como é praticada pelo MST).
    A esfera política deve interferir na esfera econômica sim, de forma moderada.

    O assistencialismo não resolve problemas, mas é efetivo à curto-prazo. Não podemos ser ingênuos a ponto de achar que sem algumas muletas estatais os cidadãos das classes mais baixas conseguirão ascender socioeconomicamente. Se somente conhecimento e trabalho fosse o que o brasileiro miserável precisasse, cestas básicas poderiam deixar de conter alimentos, e no lugar poderíamos deixar apenas uma penca de livros.

    E por fim, os incentivos governamentais no mercado podem ser insalubres, mas, sem eles, é difícil competir a nível global. Países, tanto emergentes quanto desenvolvidos, mimam a sua própria economia com subsídios. A "iniciativa privada" por sí só não é o bastante para superar a disputa desleal da economia globalizada.
  • Luis Almeida  31/10/2012 12:03
    Prezado Eu, qual cartel você conhece que não foi formado com o conluio do estado? Qual cartel você conhece que se originou em um cenário de genuína desregulação e de total liberdade de entrada no mercado? Qual cartel você conhece que se formou em um cenário de livre mercado?

    Todos os cartéis, monopólios e oligopólios que eu conheço operam justamente em um setor econômico em que há agências reguladoras (que existem justamente para formar cartéis e proteger as empresas favoritas do governo contra a livre concorrência), enorme burocracia e fartos tributos. Tais cartéis, monopólios e oligopólios se formaram justamente porque o estado fechou o mercado para eles, garantindo-lhes privilégios e blindando-os contra a livre concorrência.

    Gentileza se informar minimamente antes de vir bradando tolices como "A esfera política deve interferir na esfera econômica sim, de forma moderada." Essa intervenção já ocorre, e o resultado é criar justamente os cartéis que você diz querer combater. Pare de pedir a solução para aquele que justamente causa o problema.

    Celular ilimitado por R$30/mês - saiba como aqui
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1363

    A Guatemala e seu exemplo de privatização
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1160

    Monopólio bom e monopólio ruim - como são gerados e como são mantidos
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1057

    Aeroportos + governo = caos
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=866

    Monopólio e livre mercado - uma antítese
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=366

    Regulamentações brasileiras garantem a prosperidade dos vigaristas
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1200

    Legislações antitruste e agências reguladoras não podem existir em uma sociedade livre
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1210

    Por que a concorrência é louvada nos esportes e condenada no mercado?
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=1381

    Sobre as privatizações (Parte 1)
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=637

    Sobre as privatizações (final)
    www.mises.org.br/Article.aspx?id=646
  • Bright  31/10/2012 12:33
    O trabalho do site é magnífico. Mas acho perda de tempo achar que este país possa se tornar liberal algum dia.

    Todas as pessoas que conheço, desde pobres até os mais ricos, rejeitam por completo a hipótese de se reduzir o governo. Alguns chegam a se irritar quando eu coloco os meus argumentos, revelando um espírito totalitário que visa esmagar a opinião contrária à sua.

    Para mim, ao invés de tentar mudar a cultura do brasileiro aos poucos, a solução seja, simplesmente, migrar para outros países liberais. Estou pensando seriamente em ir para o Chile. Ou estudar inglês e ir para a Austrália.
  • anônimo  31/10/2012 13:14
    Vc ñ é o mesmo Bright q estes dias estava num Fórum conservador, defendendo a liberação das drogas? Provavelmente ñ se sentirá feliz nem na Austrália, nem no Chile, pois eu tenho certeza que neste países, a droga não é liberada...
  • Bright  31/10/2012 17:28
    Sim, sou o mesmo Bright.

    Como eu postei diversas vezes naquela discussão, a liberação das drogas é uma das últimas discussões que devem chegar em uma sociedade que está se "liberalizando". Para mim, é um assunto secundário, embora eu seja fortemente a favor da liberação.

    Quanto à Austrália e Chile, são países com alta liberdade econômica. São países onde é possível construir um patrimônio mais rapidamente que no Brasil, desde que esteja disposto a trabalhar. É isso o que eu busco.

    Quanto ao fórum do Búfalo, o pessoal de lá parece meio confuso no que defende. A principal abordagem deles é a crítica ao feminismo, como se fosse este o principal culpado pela "destruição das famílias". Mal eles sabem que o feminismo é só uma consequência natural de uma sociedade com governo forte. Onde há governo, haverá feminismo, gayzismo, vitimismo negro, intervenção na economia e abismos sociais.

    Eles reclamam que ninguém os leva a sério. Mas como pode ser levado a sério um pessoal que pretende combater o esquerdismo, mas é a favor da intervenção estatal com unhas e dentes??? Pensam eles que poderão criar uma "sociedade patriarcal" usando a coerção da lei? Muita ingenuidade...
  • Sérgio  31/10/2012 19:50
    Eu fui ler suas postagens no Fórum do Búfalo. Hoje, conhecí "A Real" (hehehe). Nada do que eles (A Real) dizem ali é novidade pra mim. Que o mundo tá uma baunça, isso está claro pra todo mundo. Mas você não leva nem a "Real" e nem o liberalismo a sério e eu te digo porque. Foi você que publicou um tópico intitulado "Como a Real pode destruir um homem desavisado", no qual você dizia que ficava só reclamando do feminismo, da promiscuidade das mulheres... e vc culpou "A Real" por você ter estagnado na vida. Atitude típica de um esquerdista. Pois no fórum, há uma seção voltada só para questões de "desenvolvimento pessoal". Agora, se vc ignorou o seu desenvolvimento pessoal, a culpa é toda sua, não dá "Real" e nem de ninguém. Você agiu como um marxista, culpando os outros pelo seu fracasso. O liberalismo prega que os indívidos agem e são livres para agir e são RESPONSÁVEIS pelos seus atos. Por isso, você não leva nem a Real e nem o liberalismo a sério.
    Ademais, o administrador daquele fórum, pelo pouco que lí dele, tem algumas idéias liberais. Por exemplo, tem um post sobre prostituição, no qual ele diz "geralmente qdo o governo mete a mão faz merda." Isso me soa liberal... Clicando no nome dele voês vão ver que ele defende o Estado mínimo... A mesma coisa que eu defendo.

    Sobre o feminismo, eu diria que o culpado pela destruição das família é o hedonismo e o relativismo moral, o feminismo é consequencia. As feministas reivindicam o dirigismo contratual no casamento e na família favorecendo às mulheres, todos já devem ter observado que o casamento modeno não é mais um contrato livre, é dirigismo contratualonde o Estado interfere com suas leisde divórcio e pensão alimentícia.

    Mas continuando, a culpa da destruição da família é do relativismo moral, o feminismo vem como consequencia. Engraça que muito desse relativismo moral é defendido pelos libertários. Leia o livro, "A Ética da Liberdade" do Rothbard, puro relativismo moral. Ele defendo o aborto, ele defende que os pais não tem a obrigação de assumir a responsabilidade de cuidar e manter seus filhos. Aliás, ele diz com todas as letras que o libertarianismo não é uma teoria moral e que defende "oferece liberdade, de modo que cada pessoa é livre para adotar - e agir de acordo com - seus próprios valores e princípios morais." Eu juro que eu não inventei nada, palavras do Rothbard ( www.mises.org.br/Article.aspx?id=558 ). Ou seja, cada um age de acordo os seus princípios e valores morais. Traduzindo: uma pessoa apresenta um comportamento obsceno, alguém repreende-o logo o indivíduo responde: "o que de acordo com os seus princípios e valores morais é errado, segundo os meus princípios e valores morais é certo. Não estou roubando e nem matando ninguém, e pago minhas contas". É mais ou assim que funciona a "ética libertária" do Rothbard. Aí está o relativismo e o hedonismo, que vem como consequencia, o feminismo.
  • Fernando Chiocca  01/11/2012 07:53
    HEhehehe, quer dizer que alguém que diz que é errado obrigar sob agressão ou ameaça de agressão alguém a adotar um comportamento moral é um relativista moral"; mas um demente como você que acha que alguém que não está roubando e nem matando ninguém, que não está agredindo a pessoa ou propriedade de alguém, mas está com um comportamento considerado obsceno por você, deve levar porrada, ser preso ou até morto, aí isso sim é ser o bastião da moralidade!!

    Meu caro Sérgio, lave a boca pra falar da moral de alguém. Enquanto você defender que alguém que não agrediu e nem ameaçou agredir outro deve ser agredido, ou seja, enquanto você discordar da ética da liberdade, você não tem moral alguma, quanto mais ética...
  • Sérgio  02/11/2012 15:19
    Caro Fernando, não existe essa de que tal comportamento é considerado obsceno por mim, tal comportamento é obsceno ou não é. Não existe essa: "o que é obsceno para você, não é para mim" e bla, blá, blá. Aí está a raiz do relativismo, não existe um moral definida distinguindo o certo do errado. Existem comportamentos obscenos e existem comportamentos que não são obscenos. E eu não quero agredir ninguém, só quero que cada um assuma as suas responsabilidades. Todo o mundo tem a liberdade de agir como quiser, mas veja bem: libertarianismo diz que os indívduos são livres para agir e são RESPONSÁVEIS pelos seus atos. Por exemplo, uma mulher quer posar nua na Playboy, quer ser atriz pornô? Ok. Ela é livre pra fazer o que quiser. Mas depois não vai ficar revoltadinha porque está sendo tratada como uma "vadia" e fazer marchinhas aí pela rua. Assuma as suas responsabilidades.
  • mauricio barbosa  07/10/2014 15:47
    Caro Sérgio quem é você ou outro qualquer para chamar uma atriz pornô "vadia"ou outro adjetivo pejorativo,respeito é bom e todo mundo gosta,se toca malandro ficar concordando com os autoritários que xingam os outros por não concordarem com o comportamento deles,vejamos eu detesto comer jiló e se autoritariamente eu começar a ridicularizar quem gosta, você concordaria com minha atitude de xingar os outros pelo gosto subjetivo deles? Repense seus valores...
  • anônimo  01/11/2012 08:08
    Sérgio, a tal 'Real' é uma tradução porca de um assunto que eles não entendem.
    Um dia um pessoal no alt.seduction.fast começou a usar a metáfora da matrix pra sensação que dá quando você se livra de certas mentiras e começa a pegar um monte de mulher.
    Mas ninguém lá fica fixado nisso não.
    Já aqui no brasil varonil esse pessoal do forum do Bufalo, puabase, sei lá, não entendem nem um décimo, não botam em prática nada e saem falando de 'real isso real aquilo'
    O sonho da maioria é fazer concurso.Um bando de demente aquilo ali.
    -----
    Rothbard não é perfeito, Mises também não, ninguém é.O negócio é pegar o que se aproveita das idéias de cada um e bola pra frente.
  • Bright  03/11/2012 06:31
    Que eu agi como esquerdista com o tópico "Como a Real pode destruir um homem desavisado", eu mesmo reconheci isso naquele fórum.

    Sobre a destruição da moral, é possível surgir libertinos na sociedade. Assim como é possível surgir grupos ferrenhos defensores da moral, que pratiquem preconceito contra os libertinos. Nem um nem o outro devem ser reprimidos pelo estado.

    Por isso, acho improvável que o liberalismo promova a destruição da moral.
  • Larissa  04/11/2012 14:17
    O feminismo nada mais é do que uma tentativa de igualdade de homens e mulheres. Os movimentos negro e gay também. É evidente que medidas como cotas são extremas e repreensíveis, mas é legítimo lutar por voz e respeito em uma sociedade dominada pela decisão do homem branco apoiado em livros idiotas como a bíblia, que legitima a violência contra a mulher, a morte dos homossexuais e a escravidão. Então, sim, tem gente que acha isso ruim. Vocês deviam achar também.
  • Neto  05/11/2012 02:00
    'É evidente que medidas como cotas são extremas e repreensíveis,'

    A maioria absoluta das feministas que conheci na vida defendem a conquista desses 'direitos' pela coerção do estado.

    'mas é legítimo lutar por voz e respeito...'

    Lutar por respeito mostrando os peitos na rua, é? Oba!

    ' livros idiotas como a bíblia, que legitima a violência contra a mulher, a morte dos homossexuais e a escravidão. Então, sim, tem gente que acha isso ruim. Vocês deviam achar também.'

    Que mentira dona coisa, tem um livro de mais de mil páginas aqui mesmo nesse site mostrando como a biblia não tem NADA de anti libertário.
    Se for pra mentir pelo menos tente fazer isso direito.
  • Emerson Luis  20/05/2013 14:09
    "...tem um livro de mais de mil páginas aqui mesmo nesse site mostrando como a biblia não tem NADA de anti libertário"

    Que livro é esse?

    * * *
  • Mauro  20/05/2013 14:15
    Na verdade está em outro site, no do Gary North:

    www.garynorth.com/public/department158.cfm
  • Neto  01/11/2012 06:54
    'Mal eles sabem que o feminismo é só uma consequência natural de uma sociedade com governo forte. Onde há governo, haverá feminismo, gayzismo, vitimismo negro'

    Putz exatamente!! Achava que eu era o único que tinha notado isso!!
  • Neto  01/11/2012 07:41
    E quando o assunto for mulher, não percam tempo com esse tal de Bufalo! Google por Mystery Method, David de Angelo, Neil Strauss, etc.
    Esses foruns brasileiros são lixo, eu frequentava mas um belo dia notei...putz, o que é que eu to fazendo no meio de gente que diz que FUNCIONÁRIO PÚBLICO é macho alfa!??
  • Sérgio  02/11/2012 17:46
    Isso é verdade, caro Neto. O pouco que lí naquele Fórum, o sonho da maioria daqueles caras é ser funcionário público. Este é o projeto de "desenvolviemnto pessoal" da maioria: estudar para passar num concurso público. Agora, acreditar que funcionário público é "macho alfa" é o cúmulo da ingenuidade.

    Agora, caro Neto, já que você entende um pouco de PUA, o pessoal daquele Fórum tem uma fixação por um tal de "Nessahan Alita". Já ouviu falar? Já leu alguma coisa desse tal de "Nessahan"? Pois é incrível! Em 90% dos posts do Fórum, sempre tem algum comentário que menciona o tal de "Nessahan". Quem é (ou quem foi) Nessahan? O que ele escreveu de tão especial para eles ter essa fixação?
  • Neto  03/11/2012 02:16
    Nessahan Alita é um cara que fez uma mistureba imensa e que quando você tira a encheção de linguiça e espreme o que ele fala não sobra quase nada aproveitável
    O cara pega algumas coisas dos PUAS, algumas coisas que são só machismo gratuito e mistura com umas besteiras esotéricas, projeção astral, espiritismo etc.
    Tipo, o cara fala que fazer sexo anal esculhamba com seu karma porque no mundo fantasmagórico o espírito do esperma vira uma larva astral que vai te perseguir...coisas do tipo
    O povo brasileiro, com o cérebro na bunda, gosta muito dessas coisas

    Não perca seu tempo com ele, se for pra aprender aprenda com o pessoal do alt.seduction.fast, principalmente com o David de Angelo e o Mistery, quase tudo lá é baseado nele
  • Neto  03/11/2012 05:52
    Aliais esse Nessahan é tão sem noção que, minha opinião pessoal, é um fake de uma feminazi qualquer querendo afastar todo mundo do conhecimento real
  • Bright  03/11/2012 06:32
    Existe um livro "Como lidar com as mulheres" gratuito em pdf para baixar. Se divirta!
  • Neto  03/11/2012 12:34
    Nessahan é um nada.Umas coisas de PUA que ele não entendeu direito+besteirada esotérica.
    Ignore ele e aprenda na fonte.
  • Gustavo BNG  31/10/2012 18:49
    Você pode mudar a mentalidade brasileira mesmo morando em outros países. Ex.: fazendo vídeos explicativos de conteúdo da Escola Austríaca; conversando com brasileiros que moram nesses países (o que influenciará, indiretamente, o círculo de amizades deles aqui, como o filósofo Olavo de Carvalho faz nos EUA); doando livros liberais para bibliotecas públicas brasileiras; doando para institutos como o IMB etc.
  • Francois Skaf Lorenzon  01/11/2012 07:58
    Pro mises eu faço doações! Esse mês eu ainda não fiz, mas devo fazer em breve!
    Já fez a sua?
  • Diego Eduardo  31/10/2012 19:47
    Encerrou Outubro com um dos melhores artigos que já li site!
    Parabéns!
  • Pedro  01/11/2012 04:47
    Já que comentaram o vídeo anterior, gostaria que comentassem este aqui, se possível:

    www.youtube.com/watch?v=DKcEy8frUsc&feature=em-uploademail-new
  • Ricardo  01/11/2012 05:04
    O mais hilário destes vídeos é o semblante pavoroso destas criaturas infelizes. Dos três vídeos postados aqui -- contando com o daquele tal de Conde --, 100% dos protagonistas estavam (muito) acima do peso, tinham uma aparência completamente insalubre (nota-se que nunca tiveram saúde um único dia de suas vidas) e tinham enorme dificuldade para concatenar suas ideias.

    Pessoas que não cuidam nem do próprio físico e nem da própria alimentação querem cuidar da mente dos outros? De fato, hoje ninguém mais tem senso de ridículo.
  • anônimo  01/11/2012 06:02
    Gente, isso aí é uma piada de mal gosto? O genial PhD só esqueceu de levantar a questão principal: de onde vem a pobreza? Por que existe a miséria de um lado e riqueza de outro? Com uns 12 anos de idade eu já tinha consciência de que fazendo "caridade" - como sugeriu o autor do texto - nós não estamos combatendo a doença, mas sim um sintoma. Você tira um sujeito da pobreza hoje, amanhã já aparece outro na mesma situação.
  • Leandro  01/11/2012 06:16
    De onde vem a pobreza? É fácil.

    A pobreza é fácil de ser explicada

    O que explica a pobreza em uma economia formada por pessoas laboriosas?

    Em suma, o que cria riqueza é divisão do trabalho, poupança, acumulação de capital, capacidade intelectual da população, respeito à propriedade privada, segurança institucional, desregulamentação econômica, moeda forte, ausência de inflação, empreendedorismo da população, leis confiáveis e estáveis, arcabouço jurídico sensato e independente, governo respeitador da liberdade etc.

    O que cria pobreza é exatamente o oposto disso.

    Por favor, não hesite em fazer novas perguntas caso ainda tenha outras dúvidas.

    Abraço!
  • André Caniné  01/11/2012 06:35
    Gosto muito desse argumento do Walter Williams, vc encontra o artigo aqui mesmo no IMB.

    "Em termos gerais, indivíduos em particular ou nações inteiras em geral são pobres por uma ou mais das seguintes razões:

    (1) eles não podem ou não sabem produzir muitos bens ou serviços que sejam muito apreciados por outros;
    (2) eles podem e sabem produzir bens ou serviços apreciados por outros, mas são impedidos de fazer isso;
    ou
    (3) eles voluntariamente optam por ser pobres."

    OBS: a caridade é uma virtude louvável, mas para que ocorra a pessoa deve escolher livremente realizá-la. Não existe caridade, por exemplo, no ato de pagar impostos sob a mira de armas. E existem várias formas para se fazer caridade: desde a oferta de um pedaço de pão a uma pessoa faminta até ensino de economia básica a socialistas.
  • Matheus Polli  04/11/2012 19:31
    André, você foi perfeito: caridade pode ser ensino de economia básica a socialistas.
  • Marcos Campos  01/11/2012 10:16
    Sinto-me feliz por ter encontrado a EEA.

    Tenho feito minha parte em mostrar as pessoas a forma correta de pensar sobre os temas atuais.

    Muitos me chamam de chato, que só falo de política, economia, direito, etc.

    Mas sinto por percepção que tem funcionado muito bem essa minha perseverança, as pessoas estão compreendendo melhor o sistema atual e o odiando, querendo, desejando a liberdade que eu demonstro.

    Ainda não sou expert como vocês, mas estou evoluindo, ao ponto de minha professora de direito, me homenagear em plena sala de aula.


    Obrigado Instituto Ludwig von Mises Brasil.
  • Acacio  02/11/2012 05:07
    Queria saber em uma sociedade libertaria, ou em aspectos libertários, como se daria o papel de um Assistente Social, ou ele é realmente só uma ferramenta que o estado necessita?
  • Adriano  02/11/2012 17:44
    Desculpem, mas as vezes gosto de dar uns pitacos aqui com vocês. Pois, p/ mim que não sou economista e sim Eng. Florestal ( em SC) e concordo com tudo que a EA explana aqui, fico atônito ver na minha área de formação, produtores rurais ou seja silvicultores, que não são tratados desta forma (cito, Canadá, Austria, Escandinávia ...), não poderem cortar árvores em sua propriedade p/ o próprio benefício ou de sua família. E existem dezenas de Leis dificultando o plantio de exóticas. Porém, se esquecem que até os socialistas se limpam com papel oriundo do eucalípto, e ao mesmo tempo fazem manifestações contra esta espécie. Desculpem o desabafo!...
    Mas quanto o assunto, do Artigo, o que o empresariado não entendeu, no meu ver, é que com o BNDES dono de grande parte; se não de quase todas as empresas de grande porte do País, o próximo passo é gerar cada vez mais leis trabalhistas e impostos e de "alan - buja um pouco de inflação" para em seguida o governo ficar com todos os meios de produção na mão. O resto da estória os Srs. já sabem; um novo País alá Chaves ou Castro...
    No meu entender, só louco tenta empreender num País deste. É melhor ser um bom investidor e apostar cada vez mais no aumento da inflação. Só não plante árvores, pois, não saberá se poderá cortar um dia, ou vai cansar de pagar taxas, subornar fiscais, impostos, redução da água, aquecimento global, certificação florestal, blá, blá, etc, etc...
  • Paulo  03/11/2012 09:56
    Parece mesmo que agora virou onda atacar liberais e libertários no youtube, principalmente por parte de canais ateus. Será que o tema ateísmo já cansou e mudaram para outro tema polêmico (política/economia)? Ou será mesmo que apenas trocaram o deus abraâmico pelo deus estado?

    Mais um vídeo pra irritar o pessoal: www.youtube.com/watch?v=kJu5BWsa1_0&feature=plcp

    Descontando a m* sobre meritocracia, ele linka uma notícia interessante:

    www.forbes.com/sites/jeffbercovici/2011/06/14/why-some-psychopaths-make-great-ceos/

    O que me fez lembrar de outro estudo:

    www.facebook.com/media/set/?set=a.479993848695246.120929.246250552069578&type=3

    Com relação a CEOs serem "mais psicopatas" que o restante da população, não vejo mal algum. Assim como alguém que "não se importa" com pessoas sangrando e com ossos expostos daria um ótimo médico de pronto-socorro, alguém que não "liga para o sentimento" dos outros, focando 100% em questões racionais (produtividade), daria um ótimo CEO. Caso ele resolva não seguir as regras, deve ser punido como qualquer outra pessoa que, por motivos emotivos, também não siga as regras.

    Mas o que dizer da campanha de ódio contra ricos?
  • Neto  03/11/2012 12:38
    Psicopata? Você acreditou nisso?
    Isso é intriga da oposição, olha o Bill Gates, vive dando dinheiro pros pobres da áfrica, você acha que isso é psicopata? Você acha que os caras do google são psicopatas? Os empregados do google tem tudo! Trabalhar lá é um paraiso!
    Não é porque se diz científico que um estudo vale alguma coisa, não se esqueça que o pessoal que faz esses estudos vive contaminado pelo ambiente esquerdista das universidades
  • Davi  03/11/2012 13:08
    Paulo, apesar de haver muitos ateus libertarios e liberais, tenho que confessar que esta "criticas" de 80% do ateus sao fracas e já deram. Discutir religiao ou filosofia em alto nivel é bem dificil com este pessoal. Eles adoram "pregar", principalmente sobre coisas que nao entendemo. Eu tenho uma tese, que o ser humano precisa acreditar em algum ente superior, tem que ter "um deus", no caso dos ateus ou é a ciëncia ou o estado, melhor se lesse mais ayn rand. Fora isto, considero que boa parte dos ateus militantes tem um vies totalitarista e uma dificildade para lidar com livre arbitrio.
  • Eduardo  03/11/2012 18:43
    Eu também fico inconformado com a facilidade desses "ateus" de trocarem uma religião pelo estatismo.
    A quantidade de ateus socialistas que existe por aí não pára de crescer.
    Tem blogs de ateísmo por aí que já viraram pregação de autoritarismo político contra o mercado, patrulhas contra piadas "ofensivas" e mais moralismo que religiosos.

    É irônico esse pessoal que adora se gabar de ser 'científico', e ainda não perceberam todas as evidências de que liberdade econômica resulta em prosperidade.
    Ou que se gaba de acreditar em evolucionismo, e não em criacionismo, e negam a ordem espontânea, o mercado e o laissez-faire, enquanto pedem planejamento central.


    O nível de conhecimento desses ateus de blog na internet é deprimente... não é de se admirar que eles estejam acreditando na religião do estatismo e sendo convencidos por totalitarismos com tanta facilidade.

    Era de se esperar que alguém que gosta de evidências e acredita na evolução e rejeita um planejador central pro universo fosse ter mais simpatia com as idéias libertárias.
  • Pedro Ivo  03/11/2012 19:36
    No vídeo que o Paulo postou, o Clarion sugere veja-se este outro vídeo dele: A metáfora da caixa de bombons; que impede tomemos erradamente suas posições. Bem, acho que a emenda deixou pior o seu soneto. Vejam pois é um ótimo exemplar de um assunto discutido cá no sítio: o polilogismo. Comportamento mui difundido no senso comum, e um absoluto aborto de bom senso.

    Este Clarion é como quaisquer estudantes mal informados: tem uma cultura bacharelesca e superficial, mas acha que está "casando autores" ao invés de "opondo autores", como se metáforas fossem conceitos (e metáforas é exatamente o que se faz quando se pega "pedaços" da obra de um autor, ou de uma ideologia, ou de um sistema filosófico, e se as conjuga com "pedaços" da obra de outro autor, ou ideologia, ou sistema filosófico; como se estes pedaços fossem 'neutros', i. é, não tivessem reverberações e consequências que os fazem diametralmente opostos. Ora, conceitos são totalidades coerentes justamente por terem consequências que os aglutinam "nesta e não naquela" sistemática conceitual, metodológica ou epistêmica. Viram enxertos ou remendos se descontextualizados – meros "pedaços", quando tomados fora do panorama conceitual em que foram gestados. Mas basta você fazer uso de alguma figurinha de retórica, como "casar autores" ou "conjugar conceitos", que vai se parecer com alguém brilhante – pois na cabeça da plebe isto é 'cosmopolita', 'flexibilidade' e 'abertura a novas ideias', e congêneres caros ao senso comum – e não o incoerente que de fato é).

    Pena o Clarion não possa ver esta postagem, pois ele deveria ler estes dois artigos: Marxismo sem polilogismo - há algo aproveitável em Marx? A falácia do polilogismo

    Boa noite a todos.
  • Neto  04/11/2012 01:52
    Vá no youtube, em pesquisar, bote anarco capitalismo e você vai ver quanta m**** aparece
    É tudo a mesma coisa:oh coitadinho do pobre, o pobre vai se ferrar etc
    Na verdade é tudo contra o livre mercado

    Daqueles lá o único que PARECE disposto a debater idéias é o tal MerlinDasTrevas, o resto é um bando de hipócritas, e pior ainda por serem ateus, defendem irracionalmente um modelo sem prova nenhuma
  • Paulo  04/11/2012 11:30
    Tsc, fui ver um vídeo desse MerlinDasTrevas... Quanta m****! O sujeito parte de que todo mundo com conhecimento básico em economia sabe que o valor é criado pelo trabalho e que capitalistas exploram o trabalhador através da mais valia... Daí diz que Cuba, URSS, etc, não tiveram nada a ver com Marx... E pra completar, diz que empresário e banqueiro é tudo vagabundo... Se você acha que este está disposto a debater, não quero nem ver quem você acha que não está.
  • Pedro Ivo  04/11/2012 15:31
    Tem o canal libertarianismoplus que explica as ideias libertarias com conhecimento de causa.
  • Matheus Polli  04/11/2012 19:25
    Paulo, eu mesmo como ateu desisti dos auto-intitulados "neo-ateus". Percebi que todos são uns metidos a sabichões, que acham que devem encontrar alguma moralidade no seu humanismo-secular e acabam entrando por um viés progressista, exigindo leis e mais leis sexistas, feministas, racistas, etc.

    Para cada tópico que refutam de leis religiosas eles acreditam que deve ser criada uma lei estatal homologando o fato. O neo-ateísmo humanista-secular deles os leva a Karl Marx e Bertrand Russel e os afasta de Ayn Rand. Desta última só absorvem a "virtude do egoísmo", mas acabam por contradize-la, como um "bom cristão" que só lê o que interessa da sua bíblia e acaba por ser um cidadão ético e moral. Na mão contrária ao bom cristão, esses laicos neo-ateus se tornam os mesmos tipos socialistas truculentos que vemos por vezes gritando imbecilidades aqui no IMB. Acredito que eles buscam uma superioridade moral - que insistem em combater na religião - e entram no beco (com saída, graças a Mises!) do socialismo, numa espécie de progresso Gramscista. Basta entrar no site da tal Liga Humanista Secular para encontrar em cada frase o ranço socialista. E não tente combate-los com argumentos pois eles reagirão como os típicos fãs do Che estudantes de universidades públicas - palavrões e apelos pessoais.

    Uma pena, pois são cidadãos que se dizem elevados de sabedoria.
  • anônimo  05/11/2012 00:11
    Pena nada, isso mostra como o Olavo ta certo, esse povo é um lixo arrogante, intelectualmente valem menos que um inseto.
  • Neto  05/11/2012 02:05
    É como o Olavo fala, esses neo ateuzinhos são muito estúpidos.
    Eles vem com essa porra de 'evidência evidência' ora bolas, TODA filosofia (inclusive a ciência que VEM da filosofia) começa com axiomas aceitos intuitivamente sem prova nenhuma; o cara fala, vc aceita e bola pra frente
  • Anônimo  09/11/2012 13:53
    Sei que foge um pouco do assunto, mas desde que li os artigos do IMB sobre assistencialismo e pobreza, sou contra esta prática, porém fui indagado com uma questão um pouco diferente e admito que ainda não sei como responder, por isso peço a ajuda de todos os leitores do site: "E os deficientes naturais? Como eles se manteriam sem um estado assistencialista? (atenção, ignore totalmente pobreza, o assunto em pauta é sobre doenças naturais, síndromes, pessoas que nascem sem partes do corpo e etc.)"
  • TL  09/11/2012 15:42
    Prezado Anônimo.

    Acredito que a resposta a essa pergunta é: da mesma forma que eles se mantém hoje.

    Eu respondo dessa forma porque acredito o estado não faz muito pelos deficientes naturais. E se fizer, deve ser muito ineficiente.

    Eu conheço duas famílias que tem filhos com Síndrome de Dawn. Em ambos os casos os custos associados a essa doença são privados. O caso que eu melhor conheço, o resultado foi excepcional. Hoje, esse rapaz com Síndrome do Dawn tem seu próprio emprego (ele é empacotador numa loja de calçados e toca gaita [um instrumento de difícil aprendizado]). Claro, não imaginem que ele desenvolveu todas as capacidades de um indivíduo adulto saudável.

    No caso de família pobres, o sustento se daria da mesma forma que ocorre hoje: caridade privada.

    Inclusive, numa sociedade mais livre e rica, poderiam existir empresas que forneçam esse tipo de serviço.
  • dick Tracy  21/11/2012 12:35
    Bright,muito obrigado por me ajudar a abrir os olhos nessas questões politicas.
    Eu sempre fui contra o estado intervir na economia,o esquerdismo e o feminismo,tudo que favorece uma classe em detrimento de outra.
    Depois que eu entrei naquele topico sobre impostos e fui debater com o Spirit e o Navarre é que eu cai na real do que é aquele forum.
    O Forum do Bufalo nada mais é que o retrato do povo brasileiro,uma grande parte esquerdista que ve o outro se da bem e implora por mais estado,pois os mesmos não sabem se defender da vida que a propria esquerda criou. Depois que vc foi banido,o forum perdeu a graça,pois o forum "misteriosamente" ficou uns 5 dias fora do ar e os caras de Portugal e Inglaterra que vira e meche publicava artigos que mostram o que o feminismo com o esquerdismo fez por la diminuíram drasticamente e o ultimo topico que participei eu mostrei o esquerdismo de um membro na cara dura e eles não aguentaram a pressão e me expulsaram. Mais tudo bem,não da nada,o que tinha de util nesses foruns eu ja aprendi e eu ao contrario da media,estou colocando muita coisa em pratica e tem dado certo...
    Um Forte abraço
  • Maurício.  04/02/2013 20:07
    Cara, o melhor texto do Mises ever!
  • Themistocles Sousa  06/11/2013 21:47
    Texto simplesmente magnífico. Muito esclarecedor e instigante. Parabéns! Vocês realmente se preocupam com os pobres!
  • Moderador  07/11/2013 03:04
    Não. Eles não precisam de nós para absolutamente nada. São inteligentes e perfeitamente capazes de virar sozinhos. Nossa preocupação é com os indigentes morais. Estes é que ferram o país.
  • Juliano  14/11/2013 02:23
    Quem são os "indigentes morais"?
  • Moderador  14/11/2013 11:50
    Aqueles que defendem a coerção e a espoliação como forma de política pública, quase sempre porque ou são motivados pela inveja ou têm interesses próprios.
  • Jean  07/11/2013 08:17
    Muito bom texto , mas tem um problema : E quem não tem base familiar(financeira),e adquire conhecimentos medianos capitalistas , ao invés de iniciar uma corrida na logica capitalista ,pode se tornar esquerdista(mais fácil) e angariar recursos dos capitalistas bem sucedidos através da politica, ou seja , Como evitar os populistas?
  • Pobre Paulista  11/11/2013 15:32
    Certa vez lancei uma pergunta parecida por aqui: Não seria o "Estado" uma "resposta de mercado" àqueles que desejam apenas ser sanguessugas do sucesso empresarial alheio? Ou seja, esse é o desejo das pessoas (Se utilizar do sucesso alheio) e o Estado é a materialização desse desejo...
  • jean  19/01/2014 22:31
    por isso tomei nojo do LULA e do PT , mas sou grato a eles , pois são tao indiscretos que graças a eles compreendi muitas das coisas ditas aqui...
  • polako  08/11/2013 01:13
    SENSACIONAL
  • johnson  16/01/2014 16:48
    O Estado tem de ser rico, mas seus cidadãos têm de ser pobres.Pois quanto mais ricos os homens são,menos se importam com os outros, provocando assim anarquia na sociedade; mas quando são pobres, demonstram solidariedade entre si,fortalecendo o tecido social.
  • Marcondes  16/01/2014 16:59
    Genial, Johnson. A solução de fato é empobrecer todo mundo, a ponto de ninguém sequer ter o que comer. Aí sim seremos todos civilizados, compassivos e bondosos. Atingiremos o nirvana da cooperação social e nosso tecido social será impermeável.
  • Luiz Goerck  15/07/2015 08:47
    Vejamos, e a África, onde pode ser lincada com o que você falou, Johnson?

    Acho que não é bem assim.
  • johnson  16/01/2014 17:39
    Não serei hipócrita de dizer que as políticas públicas devem favorecer a classe média, porque essa classe,no Brasil, simplesmente não existe (politicamente falando).
  • mauricio barbosa  07/10/2014 18:03
    Aviso aos navegantes como tudo em economia segue uma proporção entre divisão do trabalho e riqueza,a existência de mendigos é uma realidade e tem sua limitação ou seja por exemplo,vejam bem a título de exemplo,a sociedade(Conjunto de indivíduos)aguenta sustentar 0,1% de mendigos no caso do Brasil algo como 200.000 pessoas o que passar disso aumentará a concorrência entre eles empobrecendo-os mais ainda,mas se houvesse um livre-mercado esse contingente de mendigos tende a diminuir mas jamais desaparecer pois boa parte deles são alcoólatras,drogados e deficientes mentais,enfim n motivos e os vermelhos em nome desse contingente fica querendo fazer caridade com o chapéu alheio tentando planejar o impossível ao invés de seguir o ensinamento de Adam Smith que concebeu a mão invisível ou seja o livre-mercado que equilibra tudo naturalmente e descentralizadamente,portanto a caridade privada consegue sustentar esse contingente com mais eficiência e justiça do que o estado inchado de vermelhos e puxa-sacos de qualquer matiz.
    Só lembrando,quem é digno de pena são:Os idosos indefesos,dementes indefesos,mendigos(alcoólatras,drogados e dementes),crianças indefesas,doentes em estado terminal,desempregados pai de família passando fome e refugiados de conflitos de gangues disputando o poder,enfim esses grupos e fora eles, esse papo de pobres é bandeira de vermelhos que querem fazer caridade com o chapéu alheio,pois duvido que o jardineiro,a doméstica,o motorista de lotação e o coveiro,entre outros profissionais assalariados gostem de ser chamado de coitados,essa esquerda caviar é ridícula pois já fiz parte dela e sei o quanto ela é alienada.
  • Fabricio  07/10/2014 18:59
    Hoje na escola tive que ouvir que o captalismo é um jogo onde: "sempre um ganha e outro perde"

  • Fernando  07/10/2014 20:59
    Por essa lógica, era pra estarmos na Pedra Lascada, fazendo guerra por punhados de frutinhas (guarda essa pro caso de dizerem essa bobagem de novo).
  • Adilson Carvalho  07/10/2014 19:57
    Saiu no portal Administradores tb :)

    www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/alguns-conselhos-para-aqueles-que-genuinamente-querem-ajudar-os-pobres/93475/
  • Homem Azul  07/10/2014 21:27
    Texto retrata a realidade fielmente. Porém, pergunto: estão os brasileiros suficientemente amadurecidos para pôr isso em prática?
  • anônimo  08/10/2014 00:01
    Texto excelente. Uma duvida é em relação ao seguinte trecho:

    ''Em um futuro muito próximo, será cada vez mais difícil para um indivíduo preservar sua riqueza. Governos falidos ao redor do mundo — consequência econômica inevitável de estados assistencialistas e inchados — estarão sedentos para confiscar quaisquer ativos remanescentes em uma desesperada tentativa de prolongar sua sobrevivência (mas sempre em nome do "bem público"). Os direitos individuais serão abolidos em nome do 'bem comum' e várias leis serão criadas com o intuito de tornar ilegal qualquer medida que vise a proteger a riqueza dos indivíduos mais ricos — e aí sim veremos uma verdadeira caça às bruxas.''

    O autor estaria jogando a tolha do sonho libertário?
  • Rennan Alves  08/10/2014 03:20
    O autor está simplesmente constatando uma obviedade: governos confiscarão cada vez mais a sua população para custear e/ou justificar seus gastos. Em nenhum momento ele fala para "jogar a toalha".
  • Vagner  08/10/2014 11:10
    Pelo contrário. Fortalece ainda mais o sonho libertário. A queda do Estado será inevitável um dia assim como aconteceu com a escravidão.
  • anônimo  08/10/2014 01:30
    Os conselhos do artigo para ajudar os pobres, para começar, são excelentes.

    E para continuar, e esquecendo o excesso de precaução (pessimismo) do último conselho, é justamente este o principal pilar que sustenta a existência de um estado. Portanto, torna-se de vital importância mostrar às pessoas -os paladinos da moral que não conseguem imaginar uma sociedade sem tal instituição- o quanto o capitalismo/livre mercado está devidamente mais capacitado para promover a justiça e o bem estar social do que a divina e interventora 'mão estatal'.

    Em uns comentários anteriores deste artigo têm alguns links sobre isso, mas quem souber de mais, e puder indicar, desde já agradeço. Vou até fazer uma pasta para organizar e guardar esse conhecimento, que merece atenção especial, como um patrimônio, já que o IMB não facilitou e não se tem uma tag específica para isso, rs.

    Grande abraço
  • Valdemar Katayama Kjaer  09/10/2014 02:49
    Excelente texto. Meus sinceros parabéns ao autor. Fiquei especialmente feliz com sua atenção à parte moral e ética. Sem uma axiologia adequada, não há pensamento ou ação verdadeiramente positivos.
  • Otacílio   09/10/2014 20:38
    Não sei se perceberam, mas os EUA não é um país capitalista, o sistema americano é liberal. Por lá não existe nenhum serviço, além do militar(Polícia, FBI, Exército, etc.), prestado pelo estado. São todos de iniciativa privada desde os primórdios do país, não há serviço público de saúde, nem coleta de lixo, nem serviços de água, gás ou energia. Vontando ao texto, está certo em ensinar a pescar é importante, mas isso é um projeto de médio prazo a longo prazo, afinal ficamos anos na escola, o que interessa primeiro é acabar com a fome, pessoas famintas não vão aprender nada. Resolvido isso, precisamos de políticas que estimulem a educação, a civilidade, reduza as desigualdades socias e provavelmente daqui uns 100 anos seremos um país mais evoluído.
  • Rennan Alves  09/10/2014 22:39
    Não sei se perceberam, mas os EUA não é um país capitalista, o sistema americano é liberal.

    Capitalismo significa Livre Mercado.Logo, se um país adota o Capitalismo, significa que este é um país liberal. Sua afirmação é contraditória.

    Por lá não existe nenhum serviço, além do militar(Polícia, FBI, Exército, etc.), prestado pelo estado. São todos de iniciativa privada desde os primórdios do país, não há serviço público de saúde, nem coleta de lixo, nem serviços de água, gás ou energia.

    Aqui você demonstra todo o seu desconhecimento. Neste site do Bloomberg você encontra uma lista de algumas empresas públicas e privadas que atuam nos Estados Unidos, fornecendo os mais variados tipos de serviços. Apenas filtrando a letra A encontrei 820 empresas públicas, desde empresas de fornecimento de comida até empresas de tratamento e distribuição de gás. E olha que não estou contabilizando as escolas, a justiça, os museus, os monumentos, etc.

    Vontando ao texto, está certo em ensinar a pescar é importante, mas isso é um projeto de médio prazo a longo prazo, afinal ficamos anos na escola, o que interessa primeiro é acabar com a fome, pessoas famintas não vão aprender nada.

    Ué, e como a pessoa vai se alimentar sem "saber pescar"? Ela vai esperar que o "peixe" saia magicamente do rio em direção ao fogo, colocar alguns temperos com suas barbatanas e se fatiar em pedaços? O que não falta são exemplos de pessoas que tiveram que se virar para não morrerem de inanição.

    Resolvido isso, precisamos de políticas que estimulem a educação, a civilidade, reduza as desigualdades socias e provavelmente daqui uns 100 anos seremos um país mais evoluído.

    O que precisamos é de Capitalismo.
  • Valdir  05/11/2014 21:12
    Prezados.

    A questão do lucro acima de tudo faz referência as praticas ilegais e imorais que são realizadas por inúmeras empresas, lesando não só os prejudicados diretamente pelo ato, mas a economia em um todo. Por óbvio que um empresário visa o lucro, porém, jamais a ganância deverá superar aspectos morais, além disso, comparar o que eu disse com um empresário que visa o prejuízo não fez sentido algum.

    Quanto a quem irá controlar o próprio Estado, é a tripartição de poderes, são aplicados freios e contrapesos para que o poder do Estado não seja exercido de maneira abusiva. A possibilidade de contato entre os poderes para possibilitar abusos existe sim, e na minha opinião, é a mesma possibilidade da formação de cartel dentro de um mercado livre de regulação.

    O fato de os senhores considerarem praticas assistencialistas como roubo já faz com que qualquer discussão daqui em diante seja inócua, tenho opinião diversa destas. Também mencionaram escravidão, sei que foi uma figura de expressão (e se não for é preocupante) mas não acho que conceitos de economia devam ser comparados a uma das maiores tragédias da humanidade. Por fim, fizeram comparação do nosso sistema judiciário com o commmon law, o tema irá adentrar outras questões que fogem por demais do que foi proposto no tópico inicial, sistemas que tem como jurisprudência os bons costumes não dariam certo no Brasil. Não acho que o nosso sistema é perfeito, longe disso.

    Agradeço a indicação do Tio Patinhas quanto aos artigos, ainda não tive tempo de ler, mas farei assim que possível, para poder expressar a minha opinião com maiores informações acerca do tema.

    Peço desculpas ao Silvio pela indagação referente a linguagem, não tenho twitter e não conhecia essas expressões na internet.
  • Daniel  01/02/2015 17:08
    Só economia abstrata e dedutiva. Mas Não precisamos entrar na concretude histórica, podemos ficar ainda no plano abstrato: se os recursos são escassos, e privados, como produzir riqueza..."como ensinar a pescar, sem vara, linha e anzol estão escassos no mercado"?
  • L  14/07/2015 19:43
    Onde está o original?
  • dibabastards  15/07/2015 10:18
    Nao existe politica, nao existe sistema economico. Existem terroristas monarquicos que impoem seu poder sobre outros com um bando de passa fome com uma arma na mao demoninado exercito.
    Existem tantas outras formas de governo muito mais inteligente eficiente e incorruptivel. Como a tecnocracia por exemplo.
    Sistema politico economico falido e corrupto. Nada eh seu, tudo eh do estado.
    O governo que cria 0,01 centavos nao eh um governo que merece respeito.
    Todos somos pobres. O problema eh que nao existem direitos nem justica. Empresarios deveriam ser proibidos de serem politicos e vice versa. BOICOTE É VIDA.
  • Carlos  15/07/2015 14:54
    Os comentarios conseguem ser mais esdrúxulos que o texto. Radicalismo gera radicalismo no lado oposto. Por um estado liberal, por uma economia capitalista, mas por uma sociedade que não aceite o desemprego, a miséria, a fome e que mesmo um trabalhador não tenha acesso a questões básicas como saúde, educação e moradia. E tudo isso em função da riqueza ilimitada de alguns. Os países com maior idh, melhores para se viver e também mais ricos, não são apenas liberais. Adotam também medidas de estado de bem estar social. Mas disso, não se fala. Sociedade é muita gente e não pode ser boa apenas para alguns. Adotar extremos, defender riqueza ilimitada, confundindo ganância com ambição, é o que da poder para idiotas com discursos socialistas e assistencialistas.
  • Graieb  15/07/2015 15:47
    "Por um estado liberal, por uma economia capitalista, mas por uma sociedade que não aceite o desemprego, a miséria, a fome"

    Então vamos lá. A partir de que taxa o desemprego se torna aceitável? E por que não poderia haver desemprego? Só porque você definiu que não pode?

    Se a minha empresa começa a ter prejuízo por causa das cagadas que o governo faz na política econômica, eu não posso demitir ninguém? Tenho de ficar tendo prejuízos, queimando meu capital?

    Outra coisa: criar emprego só por criar é a maneira mais rápida de empobrecer uma economia, aí sim levando à fome e à miséria.

    Quanto à fome e à miséria, cite uma economia minimamente capitalista em que tais coisas ainda existam.

    E aí entenda esse básico:

    A criação de riqueza é muito mais importante que a caridade; sem a primeira não existe a segunda

    "e que mesmo um trabalhador não tenha acesso a questões básicas como saúde, educação e moradia. E tudo isso em função da riqueza ilimitada de alguns."

    Como é que é? Pessoas que não têm acesso a saúde, educação e moradia é por culpa dos ricos? Se há gente morando em favelas no Piauí é porque Jorge Paulo Lehman ganha dinheiro com a AmBev?

    Puxa, e eu pensava que essa gente tava na pior por causa de políticas governamentais, como altos impostos, alta inflação, altas tarifas de importação, alta burocracia, e altas regulamentações que praticamente tornam proibitivo o empreendedorismo e o pagamento de bons salários.

    "Os países com maior idh, melhores para se viver e também mais ricos, não são apenas liberais. Adotam também medidas de estado de bem estar social. Mas disso, não se fala."

    Não se fala só para desavisados que acabaram de desembarcar neste site, leram um único artigo e acha que já viram os outros 2.500 artigos deste site.

    Como o assistencialismo corrompeu a Suécia

    O mito do assistencialismo escandinavo reexaminado

    O estagnado socialismo sueco

    Sobre a grande depressão da Suécia

    Verdades inconvenientes sobre o sistema de saúde sueco

    As diferenças entre os serviços de saúde da Alemanha e do Canadá

    "Sociedade é muita gente e não pode ser boa apenas para alguns. Adotar extremos, defender riqueza ilimitada, confundindo ganância com ambição, é o que da poder para idiotas com discursos socialistas e assistencialistas."

    Tipo esse mesmo discurso que você acabou de fazer?


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