Como a Escola Austríaca mudou minha vida para melhor

Neste nosso primeiro podcast, o presidente e fundador do IMB, Helio Beltrão, faz um breve relato sobre como a descoberta da Escola Austríaca, no final da turbulenta década de 1990, não apenas trouxe uma profunda guinada à sua vida empreendedorial, como também, e principalmente, ajudou a recuperar toda a parcela de sua poupança que havia sido dizimada pelas crises asiática e da Rússia.

Além de narrar suas experiências vivificantes, Helio faz também um apanhado geral sobre as perspectivas da economia brasileira, a presença do estado em nossas vidas, suas motivações para fundar o IMB e vários outros tópicos.

Este podcast inaugura a parceria do IMB com Bruno Garschagen, que será o responsável pelas futuras entrevistas que já estão agendadas.  Mestre em Ciência Política e Relações Internacionais pelo Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa e Universidade de Oxford (visiting student), Garschagen é graduado em Direito e traduziu, em parceria com Monica Magalhães, o livro O Fim do Fed - Por que Acabar com o Banco Central, de Ron Paul.  Seu primeiro livro, sobre o pensamento politico utópico, Lenin e Hitler, será publicado este ano pela Editora É Realizações.

Durante 11 anos, Garschagen atuou como jornalista de economia e política em algumas das principais publicações do país (Gazeta Mercantil, Folha de S. Paulo, Valor Econômico, Jornal do Brasil, revista Primeira Leitura, site No Mínimo).

Atualmente, é colunista do site OrdemLivre (onde atuou como Gerente de Relações Institucionais), especialista do Instituto Millenium, mantém um blog pessoal e é coautor do blog português O Insurgente.

 

Para ouvir a entrevista, clique aqui e role a página até o final.

 

Para melhor situar o leitor/ouvinte, eis o índice deste podcast:

0—11:07: a presença do estado brasileiro em nossas vidas;

11:07—18:30: como a descoberta dos ensinamentos da Escola Austríaca alterou substancialmente a minha vida, a minha visão de mundo e, principalmente, os meus investimentos no mercado financeiro;

18:30—22:20: por que decidi fundar o Instituto Ludwig von Mises Brasil e qual o referencial a ser seguido;

22:20—28:42: as perspectivas da economia da economia brasileira;

28:42—38:02: como lidar com as críticas dos economistas convencionais à Escola Austríaca, e qual a real motivação deles;

38:02—43:44 : projetos e objetivos do IMB para 2012, primeiro Curso de Escola Austríaca no país, monografias de estudantes e intercâmbio com liberais espanhóis e portugueses.


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SOBRE O AUTOR

Bruno Garschagen
é autor do best seller "Pare de Acreditar no Governo - Por que os Brasileiros não Confiam nos Políticos e Amam o Estado" (Editora Record). É graduado em Direito, Mestre em Ciência Política e Relações Internacionais pelo Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa e Universidade de Oxford (visiting student), professor de Ciência Política, tradutor, blogger (www.brunogarschagen.com), podcaster do Instituto Mises Brasil e membro do conselho editorial da MISES: Revista Interdisciplinar de Filosofia, Direito e Economia.



OFF-TOPPIC: pessoal do IMB, seria possível vocês redigirem um artigo refutando as teorias conspiratórias sobre o Nióbio que abundam desde a época do Enéias? Quinta-feira o Instituto Liberal reiniciou o debate, e seria ótimo se vocês dessem continuidade. Eis o que comentei no website do IL, é o que resumidamente penso do assunto:

"Se há indícios concretos ou, ao menos, motivos para crer que as empresas autorizadas pelo Estado brasileiro a retirarem do solo e comercializarem este metal estão cometendo fraudes de qualquer natureza, em conluio com grupos estrangeiros ou não, a solução é, em se confirmando as irregularidades, rescindir os contratos de permissão em vigor e abrir este mercado para mais empresas interessadas no empreendimento - seja lá de onde elas forem. A que oferecer a melhor barganha leva as jazidas - e paga impostos sobre tudo o que produzir. Elevar o preço na marra? Claro, abusar desta condição de quase monopolista pode funcionar no começo, mas no médio prazo surgirão alternativas de melhor custo-benefício para atender a demanda daqueles insatisfeitos com a situação. Deixar de vender o Nióbio como comodittie e agregar valor ao mineral em nossa indústria da transformação? Seria ótimo, se nosso parque industrial não estivesse parado no tempo desde meados do século passado. Só falta criarem a estatal NIOBRÁS no Brasil, que dará origem ao escândalo do NIOBRÃO. O brasileiro não aprende mesmo: sempre achando que vai encontrar um bilhete premiado no chão e poderá passar o resto da vida bebendo e sambando."
"Tal afirmação nunca foi feita. Em ponto nenhum do artigo. E nem em nenhum outro artigo"

Não me refiro à uma frase ou texto escrito nos artigos do IMB. Estou questionando a percepção daqueles que defendem esse modelo de afrouxamento da terceirização proposto pelo governo, pois essa discussão toda é parte da realidade em que estamos vivenciando. Aliás, não creio que esse artigo seja uma mera exposição teórico-dissertativa acerca do que seria e quais os benefícios de uma terceirização segundo os liberais, muito menos um texto desvinculado da conjectura atual, como você transparece para quem lê. Logo, minha indagação é pertinente, ainda que, o que questiono, não esteja explicitamente escrito no artigo.

Em relação ao artigo linkado, em momento algum vi algo a mostra que abordasse diretamente o problema terceirização-corporativismo privado que eu levantei acima. O que mais se aproxima seria esse trecho:
"Em primeiro lugar, a ideia de que custos menores para empresas é algo ruim. Além do fato de que custos baixos permitem maior acúmulo de capital — o que possibilita mais investimentos e mais contratações —, falta explicar como que custos de contratação menores podem ser ruins para pessoas à procura de emprego."
Sim, não há problema algum em um empresário tentar reduzir seus custos para se adequar a concorrência e auferir maiores lucros. O entrave se encontra, como eu falei, no empresário monopolista que não possui um fator invísivel para motivá-lo à otimizar sua produção. A mão visível do Estado garante que seu produto inevitavelmente será consumido e, com isso, seu lucro será certeiro. Por conseguinte, não há a preocupação constante deste em inovar, melhorar a qualidade, aumentar a produtividade da sua mão de obra. Nesse sentido, a terceirização beneficia esse empresário, justamente por rebaixar seus custos com contratados (temporários ou não) à niveis abaixos daquilo que os empregados produzem, sabendo se que eles estão confortáveis em relação aos processos trabalhistas que enfrentarão (ajudinha estatal). Bem como, estagna ou retarda as inovações, tendo em vista que sua produção atual será adquirida pelos consumidores à um preço "monopolístico" durante um tempo maior que o de uma concorrência que existiria num livre mercado. Ademais, seu produto foi feito empregando mão-de-obra com um ônus muito abaixo daquilo que ela de fato produz. Desse modo, a margem de lucro é gigantesca, sendo que esse lucro pode sim ser revertido em capital para futuras melhoras, o que, na minha opinião, não aflinge ou preocupa de modo algum uma empresa monopolista, pois esta pode facilmente pegar crédito subsidiado de bancos estatais, ou ser empreendido em outros investimentos pessoais e, na minha percepção, fúteis e de pouco potencial de gerar valor no futuro.

ARTIGOS - ÚLTIMOS 7 DIAS

  • mcmoraes  09/01/2012 08:22
    Muito boa essa iniciativa, que, tenho certeza, deve render bons frutos! É sempre bom ouvir alguém falando sobre a EA.
  • anônimo  09/01/2012 08:25
    O livro que ele fala que serve como remédio para a desconfiança Hobberiana acerca do liberalismo é o livro "O caminho da servidão" de Hayek?
  • LIVIO LUIZ SOARES DE OLIVEIRA  09/01/2012 08:58
    Excelente essa iniciativa do IMB. E excelente também a entrevista do Hélio. O Bruno Garschagen fez perguntas bem elaboradas que o Hélio respondeu de modo convincente e bem fundamentado. Achei interessante quando o Hélio menciona o aplicativo que ele fez para investimentos na Bolsa. Hélio, será que você não estaria interessado em ministrar online um curso que poderia ser intitulado: Estratégia de investimentos na Bolsa com fundamentos da Economia Austríaca ? Não faltariam pessoas dispostas a pagar por isso. Penso que no Brasil não deve existir nada semelhante. Apenas os conhecidos cursos com análises técnica e fundamentalista.
    Grato pela atenção
  • mcmoraes  09/01/2012 12:08
    Realmente, o Bruno fez perguntas muito bem elaboradas. Uma futura entrevista poderia ser feita com o Olavo de Carvalho. Tenho certeza de que umas perguntas bem feitas poderiam esclarecer alguns pontos da crítica do Olavo aos libertários.
  • Inácio Neto  09/01/2012 09:12
    Show !!!
  • Maurício Goncalves  09/01/2012 10:15
    O próximo podcast tem que ser com vc, hein, Leandro! Se vc expor suas idéias oralmente com o mesmo domínio e clareza como faz nos seus textos e comentários será uma entrevista excelente!!

    Abraços!

  • Leandro  09/01/2012 12:27
    Bondade extremada, caro Maurício. Mas, infelizmente, o dom da oratória nunca me pertenceu. Uma eventual entrevista comigo seria, na verdade, um grande teste para a eficácia de energéticos e arrebites em geral.

    Grande abraço e obrigado, como sempre.
  • Anonimo  09/01/2012 12:55
    O Leandro tem é que ir no Jô.
  • LIVIO LUIZ SOARES DE OLIVEIRA  09/01/2012 13:28
    Essa ironia foi boa... Se usar essa fina ironia que usa nos textos, já está de bom tamanho. Leandro, deixe a modéstia de lado e grave uma entrevista em podcast. Ninguém é obrigado a nascer com o dom de Cícero ou de Demóstenes. A Economia Austríaca já é um energético, um arrebite porreta por si só.
  • Leandro  09/01/2012 13:35
    Prezados, agradeço o estímulo e as palavras caridosas, mas ainda não. Tem gente muito mais proeminente e importante na fila dos podcasts. Um dia, quem sabe...

    Abraços a todos!


    P.S.: Programa do Jô?! Daqui a pouco sugerem o Mais Você...
  • Daniel Marchi  09/01/2012 13:51
    Queria mesmo era ver alguém do IMB num daqueles programas "carta-marcada" da GloboNews. Quando debatem algum tipo de intervenção, sempre tem um cara a favor e outro contra, que entende que a intervenção é branda demais!
  • LIVIO LUIZ SOARES DE OLIVEIRA  09/01/2012 20:31
    Eita, assim fica difícil, Programa do Jô? E a ironia do Leandro foi mordaz: Mais Você... Se for assim podiam propor pelo menos Marcia Peltier Entrevista na Rede CNT ou de Frente com Gabi no SBT... Pelo menos são mulheres bonitas e inteligentes que deixam o entrevistado falar, diferentemente do Jô, e o Leandro ainda se sentiria em ótima companhia, hehe...Muito melhores do que a pantomima televisiva da Ana Maria Braga e o louro José, onde o Leandro seria forçado a mostrar os seus dons culinários, como fritar um ovo com bacon... hehehe . Seria muita humilhação para um expert em Economia Austríaca como o Leandro, a pretexto de divulgar esse ramo de conhecimento. E gozação pelo resto da vida...
  • Marc...  09/01/2012 10:16
    Mises cada dia melhor. Página inicial deixa de ser do Google para ser do Mises.
    Logo vocês vão passar o Google. Quando vão lançar as ações na Bolsa? Temos que aproveitar enquanto estiver na fase "Smart Money".

    Não dá para mudar para 2 podcast por semana?
  • Daniel Flores  09/01/2012 14:18
    Helio, libera o blueprint desse painel que citaste! hehehe =)
  • BSJ  09/01/2012 14:24
    Eu cliquei na frase azul onde se deveria fazer o download, mas não deu certo. Apenas rola a entrevista e só. Tentei também baixar o podcast com um programa de download e também não deu certo. Adoro podcasts, pois a leitura de textos na tela do PC cansa muito minha visão.
  • Fernando Chiocca  09/01/2012 14:30
    Aqui faz o dowload normal do arquivo em mp3. E estamos providenciando uma conta no iTunes para as pessoas se inscreverem e receberem automaticamente os novos podcasts.
  • Nyappy!  09/01/2012 17:06
    Vocês deveriam (ou poderiam) simplesmente fazer um RSS de mp3, ficaria mais universal para aqueles que não gostam de iTunes.

    Forte abraço!
  • Bruno Garschagen  14/01/2012 12:50
    Para fazer o download em browsers que não o Internet Explorer basta clicar com o botão direito do mouse e escolher a opção "Salvar link como...".
  • efraym  09/01/2012 14:29
    Helio! Devia montar um curso com suas estrategias de mercado, ou publicar alguma coisa, porque a maioria do povo só ta levando fumo nesse mercado.
  • Daniel  09/01/2012 14:59
    Ou administrar diretamente as carteiras do pessoal e virar o Peter Schiff brasileiro... hehe
  • LIVIO LUIZ SOARES DE OLIVEIRA  09/01/2012 16:18
    Eu também pensei nisso. O Hélio tem todo o cacife para ser uma mistura de Peter Schiff, Marc Fabber e Jim Rogers destes trópicos. Pode começar com um curso para investir na bolsa seguindo estratégias baseeadas na economia austríaca e uma franquia para investimento em ouro. Haveria já uma boa demanda apenas com os leitores do IMB, que tal?
  • anônimo  09/01/2012 14:31
    Intercambio com portugueses e espanhois? Puta merda...Melhor ficar por aqui mesmo.
  • anônimo  10/01/2012 02:44
    Não entendi em que se baseia sua opinião. Poderia ser mais claro?
  • mcmoraes  10/01/2012 02:59
    Acho que o filtro do moderador falhou nessa.
  • Angelo T.  09/01/2012 15:07
    Muito bom!\r
    Parabéns pela iniciativa. Esperamos ansiosamente pelos próximos episódios.
  • Fernando Ulrich  09/01/2012 20:34
    Excelente iniciativa! Parabéns ao IMB!
  • Rodrigo  10/01/2012 07:29
    Ótima iniciativa! Era o que faltava msm pro IMB.
    Com o tempo vcs podem dar uma incrementada como vinhetas próprias (msm assim gostei do Scorpions na trilha, hehe), transcrição completa do programa, uma lista RSS como já mencionado e por aí vai.

    Uma coisa boa que vcs colocaram é o resumo de tópicos mencionados no programa. Assim qd houver uma quantidade grande de podcasts (1 ano é suficiente pra isso), a pessoa pode dar uma olhada nos assuntos da semana e escutar aquela que mais interessar.
    Aliás, acho que um programa por semana está de bom tamanho. Assim dá pra preparar materiais a serem mostrados sem muita pressão de tempo. Não fica tão corrido.

    E qm sabe mais pra frente vcs não lançam o msm formato de programa só que gravado com vídeo? Até lá dá pra vcs pegarem uma boa experiência com formato áudio.
    Parabéns à todos.

    PS: Agradeço aqui ao Bruno Garschagen pelas notas de rodapés de "O fim do Fed" feita pelos tradutores. Sem aquelas informações, pessoas (como eu) que não estão familiarizados com o cenário americano achariam a leitura um pouco difícil de entender.
  • Anonimo  10/01/2012 08:33
    Só que o Bruno tem que transparecer mais naturalidade na hora de falar, hein...
  • Rodrigo  11/01/2012 11:34
    Isso pega com o tempo. Em poucos meses ele já vai estar bem melhor.
  • anônimo  11/01/2012 12:10
    Pra mim, o Bruno se saiu muito bem. Aliás, gostaria de felicitar o IMB pela excelente escolha, eu acompanhava, o Bruno, com frequência no Ordem Livre. Ele é ótimo!
  • Bruno Garschagen  14/01/2012 12:56
    Obrigado pelo comentário. Já estou trabalhando nisso. :) Abraços.
  • Bruno Garschagen  14/01/2012 12:55
    Agradeço pelo comentário sobre o podcast e pelo elogio à elaboração das notas de rodapé no livro do Ron Paul, Rodrigo. Logo que recebi o livro para traduzir sugeri ao editor a feitura das notas para que os leitores não precisassem sair do livro para encontrar as informações úteis e fundamentais sobre a política, o sistema financeiro e bancário americano, além de outros dados importantes. Abraços e obrigado.
  • José Ricardo das Chagas Monteiro  10/01/2012 08:47
    Saudações, assim como disse Hélio Beltrão, caso implantássemos o liberarismo o quê fazer com os impossibilitados ,aqueles são dependentes do Estado?
    Fico imaginando como seria uma sociedade totalamente geneticamente modificada, ou seja, com o gens do empreendedorismo,Ayn Rand,Mises,Hayek, etc.
    Gostaria de saber qual fim levou o ícone das aulas de praxeologia.
  • José Ricardo das Chagas Monteiro  16/01/2012 10:18
    "Caso implantássemos o liberarismo o quê fazer com os impossibilitados ,aqueles são dependentes do Estado?"

    Esse é justamente meu questionamento referente ao processo de mudança comportamental da sociedade. Como mudar isso num país onde grande parte dos jovens desejam ser servidores públicos? O estado se tornou uma droga, o indivíduo comum do Lisarb simplesmente não pensa em um modo de vida sem o Estado, é como se o Estado se tornasse um membro do corpo do indivíduo.

  • Caesar Cornelius  16/01/2012 08:05
    Ainda existe vida inteligente na net!!!

    O paternalismo estatal brasileiro, mascara a teoria de Robin Hood, tomar dos ricos (quem produz riqueza) para dar um pouco disto (e bota pouco) aos pobres (quem não produz nada por inércia) e farrear com as montanhas de recursos obtidos. É muita receita (verba) para desviar, corromper, amealhar e dividir segundo os próprios interesses, tudo em nome da boa administração publica;

    Na verdade a cidadania do brasileiro não começa com o registro do nascimento no cartório civil, mas com a expedição do titulo de eleitor!

  • Leninmarquisson da Silva  16/01/2012 15:49
    Parabéns pela iniciativa, muito legal da parte de vocês.

    Facilita muito pois se fosse escrever tudo o que o Hélio falou daria umas 3 páginas, e um aumento drástico na porcaria da minha miopia :D
    Nada como ouvir os mp3 durante as aulas inúteis da faculdade, ou enquanto dirijo e não posso ler =p

    Mas não gostei de uma coisa: o Hélio falou sobre como ele "surfou" na bolha e saiu no momento correto porque seus "indicadores" dispararam, foi a parte mais interessante da entrevista na minha opinião...mas ele não citou um exemplo desses indicadores :|
    PQP! Eu fiquei louco por não conseguir nem imaginar qual seriam ou como estabelecer esses indicadores, e até agora to frustrado por isso.

    Gostaria de um artigo que ensinasse, nem que surperficialmente, como "elaborar" esses indicadores, principalmente para as bolhas que aflingem o Brasil.
    Seria de muita utilidade um artigo desses.
  • mcmoraes  11/02/2012 16:10
    Atenção aos pragmáticos que frequentam o IMB: não percam o sexto podcast. Aqui vão alguns momentos que eu tenho certeza que vocês irão gostar:

    - 8:30: "...um prof. meu era bem Gramsciano, aprendi muito com ele e mantivemos um bom contato fora de sala de aula..."

    - 9:00 (quando perguntado sobre a possibilidade de existencia de um governo liberal): "... mas uma pergunta dessa assim de supetão? Pra responder agora? Eu não tenho resposta pra uma pergunta dessas. Nessa transiçao de jornalismo de redação pra academia eu aprendi a pensar diferente, a ter menos opinião e tentar procurar que dados podem suportar melhor cada caso. Então eu lhe repasso a pergunta. A bola tá com você, Bruno..."

    - 13:00: "...vários liberais dizem que é possível você ter um estado de bem-estar social de grande prosperidade desde que o empreendedor seja respeitado, a criação de riqueza não seja completamente banida e que seja possivel levar pra casa parte do lucro..."

    - 14:50, quando perguntado sobre minarquismo vs. ancap: "eu sou a favor do individualismo, eheheheh"

    - 16:30: "... lembrei de um interessante livro chamado 'Socialism After Hayek'. O autor é um socialista que leu muito Hayek... O livro é bem avaliado por um grande austríaco... O autor acaba defendendo meio que um socialismo de mercado, que é muito mais próximo do que nós consideramos livre-mercado do que nós consideramos socialismo. Basicamente mostra que não dá pra ler Hayek e continuar socialista à moda antiga."

    - 18:35 (quando mencionado que o próprio Mises tinha acusado o Hayek de socialista): "... é mas esse é o Mises difícil de lidar, né, a pessoa, eheheheh, difícil de ter essas relações pessoais"

    - 20:00: "... são autores que tentavam dialogar mais com essa parte de política pública, e eu acho isso bastante válido"



    ps: no entanto, eu gostei bastante dos últimos 10 minutos do podcast.


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