A fome na Ucrânia - um dos maiores crimes do estado foi esquecido
por , domingo, 11 de outubro de 2015

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comunismo1.jpgComo ocorre em todos os regimes totalitários, a Rússia bolchevista temia toda e qualquer manifestação de sentimento nacionalista entre aqueles povos que eram reféns do regime.  A propaganda bolchevique relativa aos direitos das várias nacionalidades dentro da esfera de influência da Rússia mascarava o temor do regime em relação ao poder do nacionalismo.

No início de 1918, o líder russo Vladimir Ilitch Lênin tentou impor um governo soviético sobre o povo da Ucrânia, o qual, apenas um mês antes, em janeiro, havia declarado sua independência.  De início, o objetivo de Lênin havia sido aparentemente alcançado.  Esse governo soviético imposto à Ucrânia tentou de imediato suprimir as instituições educacionais e sociais ucranianas; há até relatos sobre a Cheka, uma precursora da KGB, matando pessoas pelo crime de falar ucraniano nas ruas.

Embora o povo ucraniano tenha, ao final de 1918, conseguido restabelecer sua república, essa vitória foi efêmera.  Lênin, sem dúvida, iria querer incorporar a Ucrânia ao sistema soviético de qualquer jeito, porém seu real desejo de assegurar o controle da Ucrânia era por causa de seus grandes recursos naturais.  Em particular, a Ucrânia ostentava o solo mais fértil da Europa — daí o seu apelido de "o manancial da Europa".

Já no início de 1919, um governo soviético havia novamente sido estabelecido na Ucrânia.  Porém, esse novo governo soviético acabou se tornando mais um fracasso.  Todos esses eventos estavam ocorrendo durante a Guerra Civil Russa, e a ajuda de facções rivais contribui para um segundo triunfo da independência ucraniana.

Com esses dois fracassos, o regime de Lênin aprendeu uma valiosa lição.  De acordo com Robert Conquest, autor do livro The Harvest of Sorrow (A colheita do sofrimento), "Concluiu-se que a nacionalidade e a língua ucraniana eram de fato um elemento de grande peso, e que o regime que ignorasse isso de maneira ostentosa estaria fadado a ser considerado pela população como uma mera imposição usurpadora." 

Quando os soviéticos adquiriram o controle da Ucrânia pela terceira e última vez em 1920, eles constataram que iriam enfrentar uma contínua resistência e incessantes insurreições a menos que fizessem grandes concessões à autonomia cultural ucraniana.  E assim, pela década seguinte, os ucranianos basicamente não foram incomodados em seu idioma e em sua cultura. 

Porém, uma facção dos comunistas russos se mostrou incomodada com isso, e seguidamente alertava que o nacionalismo ucraniano era uma fonte de intolerável divisão dentro do quadro militar soviético, e que, mais cedo ou mais tarde, a situação teria de ser confrontada de alguma maneira.

Avancemos agora oito anos no tempo.  Em 1928, com Josef Stalin firmemente no poder, a União Soviética decidiu implantar uma política de requisição compulsória de cereais — uma maneira polida de dizer que o governo iria tomar à força todo o cereal cultivado pelos camponeses, pagando em troca um preço fixado arbitrariamente pelo governo, muito abaixo dos custos de produção.  A liderança soviética, em decorrência tanto de informações equivocadas quanto de sua típica ignorância dos princípios de mercado, havia se convencido de que o país estava no limiar de uma crise de escassez de cereais.  A requisição compulsória funcionou, mas apenas no limitado sentido de que forneceu ao regime todo o volume de cereais que ele julgava ser necessário.  Porém, tal política solapou fatalmente a confiança futura dos camponeses no sistema.  Durante a Guerra Civil Russa, em 1919, para tentar combater a fome da população urbana, Lênin havia confiscado em escala maciça os cereais de vários camponeses, que foram chamados de especuladores e sabotadores.  Agora em 1928, a possibilidade de novos confiscos, algo que os camponeses imaginavam ser apenas uma aberração bárbara da época da Guerra Civil, passaria a ser uma constante ameaça no horizonte.

Os camponeses, naturalmente, passaram a ter menos incentivos para produzir, pois sabiam perfeitamente bem que, dali em diante, os frutos de seu trabalho árduo poderiam ser facilmente confiscados por um regime sem lei — o mesmo regime que havia prometido aos camponeses, quando da promulgação da NEP em 1921, que eles poderiam produzir e vender livremente.

Foi apenas uma questão de tempo para que o regime decidisse embarcar em um amplo programa de coletivização forçada das propriedades agrícolas, uma vez que a abolição da propriedade privada da terra era um importante aspecto do programa marxista.  Os camponeses despejados foram enviados bovinamente para enormes fazendas estatais.  Essas fazendas iriam não apenas satisfazer as demandas da ideologia marxista, como também iriam resolver o grande problema prático do regime: garantir que uma quantidade adequada de cereais fosse ofertada às cidades, onde o proletariado soviético trabalhava duramente para expandir a indústria pesada.  Fazendas coletivas estatais significavam cereais estatizados.

Alguns especialistas tentaram alertar Stalin de que seus objetivos, tanto industriais quanto agrícolas, eram excessivamente ambiciosos e estavam em total desacordo com a realidade.  Mas Stalin nem queria ouvir.  Um de seus economistas, diga-se de passagem, chegou a afirmar que "Nossa tarefa não é estudar a ciência econômica, mas sim mudá-la.  Não estamos restringidos por nenhuma lei.  Não reconhecemos leis.  Não há uma só fortaleza que os bolcheviques não possam atacar e destruir."

Paralelamente à política de coletivização forçada implantada por Stalin, ocorreu também uma brutal campanha contra os grandes proprietários de terras, fazendeiros ricos conhecidos como "kulaks", os quais o governo temia liderarem movimentos de resistência contra a coletivização.  Mas era uma fantasia de Stalin imaginar que apenas os kulaks se opunham à coletivização; toda a zona rural estava unida contra o governo.  (Até mesmo o Pravda noticiou um incidente no qual uma mulher ucraniana tentou bloquear a passagem de tratores que estavam chegando para começar a trabalhar nas fazendas coletivizadas; a mulher gritara "O governo soviético está recriando a escravidão!").

Stalin falava abertamente de sua política de "liquidar toda a classe dos kulaks"; eles eram a classe inimiga da zona rural.  Com o passar do tempo, como era de se esperar, a definição padrão de o que constituía um kulak foi se tornando bastante ampla, até finalmente chegar ao ponto em que o termo — e as terríveis penalidades que eram aplicadas a todos aqueles infelizes a quem o termo era aplicado — podia ser aplicado a praticamente qualquer camponês.

Uma historiografia sobre o Partido Comunista, autorizada pelo próprio, relatou que "os camponeses caçaram impiedosamente os kulaks por toda a terra, tomaram todos os seus animais e todo o seu maquinário, e então pediram ao regime soviético para aprisionar e deportar os kulaks."  Como descrição do reino de terror imposto aos kulaks, esse relato não pode nem sequer ser classificado como uma piada sem graça.  O regime, e não os camponeses, é quem perseguiu os kulaks.  No final, de acordo com uma testemunha ocular, para que um homem fosse condenado a um destino cruel, bastava que "ele tivesse pagado algumas pessoas para trabalhar para ele como empregados, ou que ele tivesse sido o proprietário de três vacas."

As quase 20 milhões de propriedades agrícolas familiares que existiam na Rússia em 1929 estariam, cinco anos depois, concentradas em apenas 240.000 fazendas coletivas.  Ao longo de grande parte de toda a história soviética, não era incomum algumas pessoas obterem a permissão para ser donas, em locais distintos, de alguns poucos acres de terra para uso privado.  Quando Mikhail Gorbachev assumiu o poder em 1985, os 2% de terra agrícola que eram propriedade privada produziam nada menos que 30% de todos os cereais do país — uma resposta humilhante para todos aqueles que ignorantemente afirmavam que a agricultura socializada seria mais eficiente que a agricultura capitalista, ou que eles poderiam alterar a natureza humana ou reescrever as leis da economia.

Na mesma época em que Stalin começou a coletivização forçada, em 1929, ele também recriou a campanha contra a cultura nacional ucraniana, campanha essa que estava dormente desde o início da década de 1920.  Foi na Ucrânia que a política de coletivização stalinista deparou-se com a mais ardorosa e violenta resistência — o que não impediu, entretanto, que o processo já estivesse praticamente completo por volta de 1932.  Stalin ainda considerava a contínua e inabalável presença do sentimento nacionalista ucraniano uma permanente ameaça ao regime, e decidiu lidar de uma vez por todas com aquilo que ele via como o problema da 'lealdade dividida' na Ucrânia.

A primeira etapa de sua política foi direcionada aos intelectuais e personalidades culturais da Ucrânia, milhares dos quais foram presos e submetidos a julgamentos ridículos e escarnecedores.  Após isso, tendo retirado de circulação aquelas pessoas que poderiam se transformar em líderes naturais de qualquer movimento de resistência, Stalin passou então a atacar o próprio campesinato, que era onde estava o real núcleo das tradições ucranianas.

Mesmo com o processo de coletivização já praticamente completo na Ucrânia, Stalin anunciou que a batalha contra os perversos kulaks ainda não estava ganha — os kulaks haviam sido "derrotados, mas ainda não exterminados."  Stalin começaria agora uma guerra — supostamente contra os kulaks — direcionada aos poucos fazenderios que ainda restavam e dentro das próprias fazendas coletivas.  Dado que, a essa altura, qualquer pessoa que por qualquer definição cabível pudesse ser classificada como um kulak já havia sido expulsa, morta ou enviada para campos de trabalho forçado, essa nova etapa da campanha soviética na Ucrânia teria o objetivo de aterrorizar os camponeses comuns.  Estes deveriam ser física e espiritualmente quebrados, e sua identidade de seres humanos seria drenada deles à força.

Stalin começou estipulando metas de produção e entrega de cereais, as quais os ucranianos só conseguiriam cumprir caso parassem de se alimentar, o que os faria morrer de fome.  O não cumprimento das exigências era considerado um ato de deliberada sabotagem.  Após algum tempo, e com a produção e entrega inevitavelmente abaixo da meta, Stalin determinou que seus ativistas confiscassem dos camponeses todo o volume de cereais necessário para o governo ficar dentro da meta estipulada.  Como a produção era baixa, os camponeses frequentemente ficavam sem nada.  O desespero se instalou.  Um historiador conta que uma mulher, por simplesmente ter tentado cortar para si um pouco do seu próprio centeio, foi levada presa junto a um de seus filhos.  Após conseguir fugir da prisão, ela coletou, com a ajuda do seu filho, alguns poucos itens comestíveis e foram viver na floresta.  Morreram após um mês e meio.  As pessoas eram sentenciadas a dez anos de prisão e a trabalhos forçados pelo simples fato de colherem batatas, ou até mesmo por colher espigas de milho nos pedaços de terra privada que elas podiam gerir.  Tudo tinha de ser do governo.

Os ativistas comunistas afirmavam que os sabotadores estavam por todos os lados, sistematicamente retendo e escondendo comida, impedindo o abastecimento das cidades, e desafiando as ordens de Stalin.  Esses ativistas invadiam de surpresa as casas dos camponeses e faziam uma varredura no local em busca de alguma comida escondida.  Aqueles ativistas mais bondosos ainda deixavam algum resquício de comida para as famílias, porém os mais cruéis saíam levando absolutamente tudo o que encontravam.

O resultado foi totalmente previsível: as pessoas começaram a passar fome, em números cada vez maiores.  Um camponês que não tivesse a aparência de alguém que estava esfomeado era imediatamente considerado suspeito pelas autoridades soviéticas de estar estocando comida.  Como relata um historiador, "Um ativista comunista, após fazer uma busca minuciosa pela casa de um camponês que não aparentava a mesma fome dos demais, finalmente encontrou um pequeno saco de farinha misturada com casca de árvore e folhas.  O material foi confiscado e despejado em um lago do vilarejo."

Robert Conquest cita o testemunho de outro ativista:

Eu ouvi as crianças... engasgando sufocadas, tossindo e gritando de dor e de fome.  Era doloroso ver e ouvir tudo aquilo.  E ainda pior era participar de tudo aquilo.... Mas eu consegui me persuadir, me convencer e explicar a mim mesmo que aquilo era necessário.  Eu não poderia ceder; não poderia me entregar a uma compaixão debilitante .... Estávamos efetuando nosso dever revolucionário.  Estávamos obtendo cereais para a nossa pátria socialista....

Nosso objetivo maior era o triunfo universal do comunismo, e, em prol desse objetivo, tudo era permissível — mentir, enganar, roubar, destruir centenas de milhares e até mesmo milhões de pessoas...

Era assim que eu e meus companheiros raciocinávamos, mesmo quando... eu vi o real significado da "coletivização total" — como eles aniquilaram os kulaks, como eles impiedosamente arrancaram as roupas dos camponeses no inverno de 1932-33.  Eu mesmo participei disso, percorrendo a zona rural, procurando por cereais escondidos.... Junto com meus companheiros, esvaziei as caixas e os baús onde as pessoas guardavam seus alimentos, tampando meus ouvidos para não ouvir o choro das crianças e a lamúria suplicante das mulheres.  Eu estava convencido de que estava realizando a grande e necessária transformação da zona rural; e que nos dias vindouros as pessoas que viveriam ali estariam em melhor situação por minha causa.

Na terrível primavera de 1933, vi pessoas literalmente morrendo de fome.  Vi mulheres e crianças com barrigas inchadas, ficando azuis, ainda respirando mas com um olhar vago e sem vida.... Eu não perdi a minha fé.  Assim como antes, eu acreditava porque eu queria acreditar.

Em 1933, Stalin estipulou uma nova meta de produção e coleta, a qual deveria ser executada por uma Ucrânia que estava agora à beira da mortandade em massa por causa da fome, que havia começado em março daquele ano.  Vou poupar o leitor das descrições mais gráficas do que aconteceu a partir daqui.  Mas os cadáveres estavam por todos os lados, e o forte odor da morte pairava pesadamente sobre o ar.  Casos de insanidade, e até mesmo de canibalismo, estão bem documentados.  As diferentes famílias camponesas reagiam de maneiras distintas à medida que lentamente iam morrendo de fome:

Em uma choupana, era comum haver algum tipo de guerra entre a família.  Todos vigiavam estritamente todos os outros.  As pessoas brigavam por migalhas, tomando restos de comida umas das outras.  A esposa se voltava contra o marido e o marido, contra ela.  A mãe odiava os filhos.  Já em outra choupana, o amor permaneceria inviolável até o último suspiro da família.  Eu conheci uma mulher que tinha quatro filhos.  Ela costumava lhes contar lendas e contos de fadas com a intenção de fazê-los esquecer a fome.  Sua própria língua mal podia se mover, mas mesmo assim ela se esforçava para colocá-los em seus braços, ainda que ela mal tivesse forças para levantar seus braços quando eles estavam vazios.  O amor vivia dentro dela.  E as pessoas notaram que, onde havia ódio, as pessoas morriam mais rapidamente.  Entretanto, o amor não salvou ninguém.  Todo o vilarejo sucumbiu; todos juntos, sem exceção.  Não restou uma só vida.

Normalmente é dito que o número de ucranianos mortos na fome de 1932-33 foi de cinco milhões.  De acordo com Robert Conquest, se acrescentarmos outras catástrofes ocorridas com camponeses entre 1930 e 1937, incluindo-se aí um enorme número de deportações de supostos "kulaks", o grande total é elevado para entorpecentes 14,5 milhões de mortes.  E, mesmo assim, se apenas 1% dos alunos do ensino médio já tiver ouvido falar sobre esses eventos, isso já seria um pequeno milagre.

Durante o artigo, referi-me várias vezes a Robert Conquest, um excelente historiador da União Soviética.  Conclamo, insisto e exorto qualquer pessoa com interesse nesses eventos a ler seu extraordinário livro The Harvest of Sorrow.  A leitura flui como se fosse um romance — mas a história relatada é excessivamente real.

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Leia também:

A China comunista e os seus campos de morte

A história soviética

Marxismo: a máquina assassina




187 comentários
186 comentários
josiberto 15/07/2011 07:18:31

É incrível que possa existir em pleno seculo 21 gente que acredita no ideal socialista, gente que é comunista. Ainda estou no ensino médio, nunca ouvi falar nada sobre as mortes que o socialismo causou, aliás minhas professoras e alguns professores são socialistas e até me criticam por não seguir o ideal. Eu não sei o que pensar, lendo um artigo desses e vendo o qual atrasado é a mentalidade das pessoas, o quão fácil elas esquecem, é como é fácil esconder a verdade dos jovens.Vou passar este texto é o da china para frente.Obrigado pela aula!

Responder
marcondes 15/07/2011 18:24:55

Caro josiberto
V. está tirando conclusões apressadas, daí sua incredulidade: "É incrível que possa existir em pleno seculo 21 gente que acredita no ideal socialista, gente que é comunista."
Veja bem, governantes, chefes militares, empresário, reis e imperadores, não são poucos os que cometem ou cometeram atos violentos que produziran sofrimento e morte de milhares de pessoas. Um deles foi Stalin, mas também podemos acrescentar as ações dos que promoveram o genocídio na Bósnia, a matança no Vietnam, a operessão na Albânia etc, etc. Uns defendendo o socialismo, outros, o capitalismo. E nem por isso esses acontecimentos me impedem de ser a favor do socialismo ou do capitalismo.
Cuidado com as generalizações, como as citadas pelo autor do artigo da parte dos stalinistas.

Responder
Leandro 15/07/2011 18:36:33

Prezado Marcondes, é sim possível encontrar exemplos de estados que utilizaram sua força para defender o interesse de determinados interesses privados. Mas isso, por definição, é o oposto de capitalismo de livre mercado, que é o que defendemos nesse site. Isso chama-se corporativismo (ou, de acordo com Mussolini, fascismo).

Em um capitalismo de livre mercado, empresas não utilizam o estado para proteger seus interesses. A única arma de um empresário no livre mercado -- isto é, em um regime de livre concorrência e sem protecionismo -- é agradar a seus clientes, ofertando-lhes produtos de boa qualidade a preços baixos. Essa é a única guerra que o livre mercado permite: superar a concorrência por meio de preços e qualidade.

Assim, desafio-lhe a citar um só caso de "atos violentos que produziram sofrimento e morte de milhares de pessoas" causados pelo livre mercado.

Ah, sim: as generalizações do autor do artigo sobre stalinistas estão totalmente corretas. E isso não admite exceção. Não sei quanto ao senhor, mas caso conheça algum autoproclamado stalinista, recomendo que fique longe dessa pessoa -- e não só para o bem da sua própria vida, como principalmente para o bem da sua saúde mental.

Grande abraço!

Responder
Edson 05/03/2014 21:59:17

Leandro, então o Brasil está mais ligado ao fascismo (corporativismo) do que ao socialismo/comunismo?

Minha consideração está correta?

Responder
Leandro 05/03/2014 22:31:16

Há elementos dos dois, mas os do fascismo são mais predominantes. Recomendo este artigo, que fala exatamente sobre isso:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1343

Responder
Edson 05/03/2014 22:35:32

Muito agradecido!

Responder
Kondde 27/12/2012 22:39:46

Marcondes, como falar de generalismno generalizando as coisas?
Parece um pouco de desonestidade a sua, posso estar enganado. Mas só por que o comunismo que era o ideal da época de stalin por isso seu dogma praticado foi o Stalinismo.

Quando você colocou albania, bosnia e Vietnan tudo junto e misturado ao conteúdo do artigo que não foi a guerra em si mas um episódio de como o meio de produção estatizado pode ser não so ineficiente mas também criminoso e genocida!

E ainda vem com narizinho empinado e dedo em riste dizendo, olhe cuidado com as generalizações(!?!) Para um garoto secundarista ou sei lá o que talvez ensino médio mas que teve a sorte de saber o que é verdadeiramente o socialismo, e o melhor conseguir pensar de modo critico e racional.

E voce vem falar de generalismo?

Comente algum caso em que pelo coletivismo foi tomado uma ação com proporções gigantescas do tipo que o Stalin tomou contra uma comunidade inteira de um pais e que tenha resultado em um genocidio desses?
Não falo de guerras pois guerra é guerra!
Falo de politicas públicas os movimentos civis organizados.
Me mostre um.
É obvio que voce, que provalvemente deve ser comunista, viu um artigo desses descontruindo seu sonho gnostico e ideal de vida ficou triste quando um garoto foi o primeiro a comentar e agracer pelo artigo, isso é notório.

Responder
Renato Souza 28/12/2012 18:37:40

O socialismo é totalitário por nautreza. Onde quer que um governo, controlado por marxistas, não seja tão totalitário quanto o de Stalin, vemos um esforço enorme por parte dos socialistas para torna-lo cada vez mais totalitário. E tem de ser assim, porque a doutrina de Marx é totalitária. Só os ignorantes ou perversos afirmam que Stalin foi um "desvio".

Note-se também que Stalin era elogiado pelos esquerdistas, em massa, durante toda a sua vida. Raríssimos eram os marxistas e "companheiros de viagem" que não difamavam aqueles que denunciavam Stalin. Só DEPOIS de sua morte, quando eventualmente ele se tornou uma carga pesada demais para AS RELAÇÕES PÚBLICAS DOS ESQUERDISTAS, é que o discurso esquerdista a respeito dele mudou. Não acreditem em mim, acreditem em milhares de textos escritos por esquerdistas do mundo todo, durante décadas, comprovando o que eu digo. Então, toda a crítica posterior a ele, só pode ser debitada na conta do CONTROLE DE DANOS.

Que conclusão eu tiro disso? Tenho nojo desses esquerdistas que AGORA criticam os crimes de Stalin, justamente porque no passado, os esquerdistas o apoiavam em massa. POR ESTE MOTIVO, só posso descrer da sinceridade dos esquerdistas.

Outro motivo para minha descrença é que os esquerdistas, ao criticarem um genocida como Stalin, no ato mesmo da crítica, procuram promover o controle de danos, comparando-o com simples assassinos. Pior ainda, invertem freqüentemente a história, como por exemplo na citação da guerra do Vietinam, quando "esquecem" os enormes crimes praticados pelos comunistas vitcongs, e atribuem todas às mortes dessa guerra aos americanos. E invertem novamente a história, a afirmarem que a doutrina intervencionista americana é uma doutrina da direita, quando na verdade a "velha direita" americana era francamente anti-intervencionista, e foi a esquerda que pendeu esse país para o intervencionismo. Em terceiro lugar, a citar as guerras ocorridas no terceiro mundo, "esquecem" de atribuir a responsabilidade devida à URSS e China, financiadores, criadores ou fomentadores de 90% dos grupos guerrilheiros envolvidos nessas guerras. Em quarto lugar, atribuem falsamente ao "capitalismo" (querendo dizer com isso, livre mercado) a miséria do terceiro mundo, quando a verdade é exatamente o contrário. Vários países do extremo oriente, usando do livre mercado, passaram em poucas décadas da miséria para a riqueza. Enquanto isso a África foi de mal a pior, porque suas elites foram mandadas para estudar em universidades americanas e européias, onde passaram a crer ou no marxismo ou no keynesianismo. Ao voltarem para suas terras, tentaram animadamente aplicar essas doutrinas para desenvolver seus países, sem saber que eram doutrinas loucas, sem conexão com a realidade. Assim, se alguém é culpado pela míseria de muitos países, foram os keynesianos e marxistas, que desencaminharam as elites desses mesmos países, levando-os a um beco sem saída.

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Jacson 28/02/2014 14:04:38

O trecho do artigo; "os 2% de terra agrícola que eram propriedade privada produziam nada menos que 30% de todos os cereais do país", basta para observarmos como o capitalismo realmente é infinitamente superior a estes outros lixos que ainda tem gente que defende, como socialismo, comunismo etc..

Responder
Jorge 29/10/2015 21:34:48

Como disse o colega, é incrível como ainda existem boçais e idiotas úteis que ainda acreditam em uma ideologia tão maléfica quanto o comunismo! Aqueles, quando confrontados com as torpezas cometidas contra a humanidade por bestas como Lênin, Stálin, Pol Pot, entre outras pragas, utilizam sempre os mesmos recursos desgastados: "Mas e a guerra do Vietnam, o embargo a Cuba, blá, blá...". Ora, estamos tratando de genocídio, massacre de inocentes metódica e friamente planejadas, em nome de uma "sociedade igualitária (?)". Em uma guerra, existe um conflito, existem lados opostos e armados, mortes acontecem em decorrência disso, muitas vezes de maneira vil. Mas ambos os lados perdem e choram seus mortos. O embargo a Cuba não impediu o envio de dinheiro (dólares americanos, aliás) ao país. Não impediu o comércio com outros países. Os soldados americanos não entraram lá para saquear ou queimar as colheitas. Os responsáveis pela miséria do povo cubano, riquíssimos, por sinal, têm nome e sobrenome, adorados pelos esquerdas caviar. No entanto, discutir com comunistas é como jogar xadrez com um pombo...

Responder
Kondde 27/12/2012 23:34:45

Isso aí Joriberto, continue nos seus estudos pesquisando sobre o tema, na época que eu estava na minha formação doutrinária comunista, afinal era um estudante da primeira série (hoje ensino fundamental, pasmem!) o que me colocava já na condição de doutrinando comunista.
Na época a internet estava começando não havia muita acesso a informação como existe hoje, é claro que havia bons autores sobre o tema mas eu era apenas um adolescente lembrem.
Não se deixe intimidar por esses vigaristas de plantão, como o sr. marcondes que criticou um comentário objetivo que voce fez sobre o tema, ele como bom subjetivista
a interpretação a que vale é subjetiva, mas subjetiva dele é claro!
Quis dizer que para poder comentar em blogs agora voce teria que ter a prévia analise global de tudo e de toda a história para não correr o risco de cair em... generalizações.
Mas se fossem comentários a favor do comunismo essa "clausula" estaria automaticamente abolida.
É e infelizmente, ainda em pleno século 21 ainda existem pessoas socialistas e que acreditam no ideal comunista.



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Antonio 08/01/2013 21:27:18

Josiberto, e incrivel como um jovem de 17 anos mostra tanto interesse pela verdade. Parabens. Agora, tome cuidado com aqueles que procuram mostrar o capitalismo como a outra face de uma mesma moeda. Nao caia nessa.

Responder
Osvaldo Aires Bade 27/12/2013 23:16:48

MORADORES DE ÁREAS OCUPADAS INVADEM SUPERMERCADO EXIGINDO CESTAS BÁSICAS
cinenegocioseimoveis.blogspot.com/2013/12/moradores-de-areas-ocupadas-invadem.html

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Alex Hoffmann 23/10/2014 23:06:14

Sim, não só é possível como que existem pessoas que acreditam, defendem e inclusive, brigam para que isto exista. Ensinam, e se alguém for contrário elas atiram-se no chão, choram, fazem careta feia, é engraçado mas chegam até o ponto de urinarem nas próprias calças. São professores, principalmente das áreas humanas, filosofia, sociologia, história e geografia, mas não escapam os demais, porem estas áreas são as mais importantes, porque são elas que tratam mais a fundo a questão. Filosofia e história dividem o mundo em antes e depois de marx, antes de marx era um tipo meio idiota de filosofia, e história nem existia, depois de marx a razão humana alvoreceu, teve luzes e cabum, ficou moderna, portanto, se você citar qualquer autor que seja anterior a marx que ensine como desmascarar o porco pançudo, este será chamado de retrógrado, ultrapassado e antigo (se bem que até mesmo um livro filosófico de 1920 será considerado velho e descabido), contudo, qualquer jumento que peidar e em sua função retal sair um som meio parecido com mmmaaaarrrrrxxxxx, pode ser fedido, pode até sair merda junto, este sim, este é best seler. A sociologia, nem precisamos comentar, ela é marxista na veia, poucos sociólogos não entram nesta onda bestial, e a tal da geografia, não estuda só montanha não, louco quem acha que é só de trópicos, planícies e planaltos que ela vive. Agora a mais dominada de todas é a pedagogia, por isto que nossa educação é burrificante.

Responder
Marcio Carneiro 05/01/2016 18:21:49

E quanto ao fato de haver pessoas que acreditam que um ser superior criou tudo do "nada"?
E que PODE TUDO, SABE TUDO, ESTÁ EM TODO LUGAR .... e ainda precisa de 10% de tua renda para "fazer" os milagres?

Responder
anônimo 05/01/2016 22:41:30

O que diabos uma coisa possui a ver com a outra?

Religião e dízimo são coisas voluntárias.

Responder
anônimo 05/01/2016 22:42:25

www.mises.org.br/Article.aspx?id=834

Responder
Alex 06/01/2016 01:56:50

Deus não precisa de dízimo, mas a Igreja dEle precisa, para além de dar comida e roupa para seus clérigos e pessoas de vida consagrada, manter:
NA ÁSIA
1.076 hospitais
3.400 dispensários
330 leprosários
1.685 asilos
3.900 orfanatos
2.960 jardins de infância

NA África
964 hospitais
5.000 dispensários
260 leprosários
650 asilos
800 orfanatos
2.000 jardins de infância

América
1.900 hospitais
5.400 dispensários
50 leprosários
3.700 asilos
2.500 orfanatos
4.200 jardins de infância

Oceania
170 hospitais
180 dispensários
1 leprosario
360 asilos
60 orfanatos
90 jardins de infância

Europa
1.230 hospitais
2.450 dispensários
4 Leprosários
7.970 asilos
2.370 jardins de infância
Fonte:
cotidianoespiritual.blogspot.com.br/2011/10/igreja-catolica-maior-obra-caritativa.html

E tudo isto sem perguntar a cada pessoa ajudada se ela é católica ou não.
Além de outros órgãos caritativos que ajudam com inúmeras outras situações que acontecem mundo a fora com ajuda aos refugiados, ajuda aos famintos, ajuda aos mais pobres, catástrofes naturais, civis atingidos por guerras, etc.

E no Brasil? Quantos hospitais o estado está mantendo fora os que já fecharam?
HOSPITAIS DO BRASIL
MUNICIPAIS 21%
ESTADUAIS 8%
FEDERAIS 1%
PRIVADOS 70%
TOTAL : 6.687
FONTE: CNES - Nov/15
E aí meu caro, mais alguma coisa? Sem contar que, o estado está cobrando 40% de imposto.

Responder
rodrigo 15/07/2011 08:49:23

há 1 ano atrás assisti a um documentario chamado "A Soviet Story" que detalha esse acontecimento, eu fiquei espantado por nunca ter ouvido falar desse genocidio na escola, um ato tão monstruoso quanto o holocausto que ningúem menciona e ninguém pagou por esse crime...

Responder
Douglas Marchel dos Santos 15/07/2011 11:15:35

Não existe informações reais nas escolas meu caro josiberto, e jamais espero isso das universidades brasileiras, pois o que interessa para o idiotas úteis é preparar militantes de esquerda para prosseguir com o plano latino-socialista que prospera sem obstáculos em nosso Brasil. É uma vergonha!

Responder
Isaias Barbosa 15/07/2011 13:24:31

A Soviet Story tem algumas mentiras, leia sobre o autor que o Tom Woods indicou, Robert Conquest.

Responder
rodrigo 15/07/2011 13:47:24

que tipo de mentira?

Responder
Isaias Barbosa 15/07/2011 13:56:01

Algumas frases supostamente Marx disse.

Responder
Marco A 19/07/2011 22:00:36

Quais frases? se Marx não disse, quem disse?

Responder
João Victor Gonçalves de Souza 02/03/2014 01:47:25

Ledo engano. No documentário, é citada diretamente uma frase de Marx, que foi publicada no seu jornal Nova Gazeta Renana em Janeiro de 1849. O resto são pensamentos dele que estão escritos nos seus próprios livros, não é passível de ser negado.

The Soviet Story 2/9 legendado: www.youtube.com/watch?v=blsu-12CAfY
À partir dos 5min40seg o historiador começa a explicação, e a frase é citada aos 7min.

Responder
Típico Filósofo 02/03/2014 02:59:34

É Marx estava certíssimo em seu raciocínio histórico-dialético. Apenas um indivíduo doutrinado pelo pensamento burguês julgaria absurdas as declarações de Marx. A revolução pertence ao proletariado, logo, se não há proletariado em uma população, não há como simplesmente haver revolução pois a mente humana está constantemente limitada pelo polilogismo classista. E está sendo superestimado o indivíduo: dado que ele é apenas um instrumento da história e uma criação da burguesia para estabelecer sua sociedade de consumo. Quem faz história é a classe e não o indivíduo; se 7 milhões ou mais morrem, trata-se apenas de um sacrifício para acelerar a revolução e trazer vitória ao proletariado de todo o mundo.

Como havia afirmado anteriormente, data venia, os anarco-neoliberais são simplesmente incapazes de fazer julgamento de valor sobre Marx sem despencar em racionalismos absurdos, lugares comuns e pseudo-ciência precária do século XIX.

"Liberdade à pátria. Venceremos."

Responder
Eliseu Moreira 02/03/2014 23:07:04

Típico Filósofo, você está sofrendo de psicopatia grave e precisa de tratamento urgente. Alguém que minimiza a morte de 7 milhões de pessoas em nome de qualquer coisa é um perigo pra sociedade.

Responder
Raione Junior 18/03/2014 04:53:51

Vem cá você formado em psicologia?
por favor mostre-me sua credencial?
que tal falar um pouco dos males que o esse seu deus-mercado tem feito para o mundo inteiro?
há não pode né?
só comunismo que não pode fazer merda.
mais capitalismo pode tudo inclusive exterminar todos os indios nas americas e contratar nazista para fabricar seus foguetes.

Responder
Rodrigo 18/03/2014 12:05:56

Prezado Raione, revise seus conhecimentos históricos.

A dizimação de índios americanos foi uma política governamental, assim como também foi uma política governamental ir à guerra e encomendar armas de destruição em massa.

Livre mercado e livre concorrência não geram destruição e nem homicídios em massa, simplesmente porque isso é ruim para os negócios. Quem causa homicídios e destruição em massa é e sempre foi o governo. O mesmo governo que adota as políticas comunistas que você tanto ama.

Conviva com isso.

Responder
Lucas 01/07/2014 13:19:09

+Raione Junior +Típico Filósofo

Correto. É impressionante a capacidade destes defensores do socialismo de comparar equivocadamente o genocídio causado por suas doutrinas com políticas governamentais, mas apontando como sendo fruto do capitalismo.

Responder
narciso 11/10/2015 20:23:41

Você é doente

Responder
Marcio Carneiro 05/01/2016 19:13:55

Em https://pt.wikipedia.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Liberalismo_social/:

"Re-definição de Liberalismo

Os nacionais-socialistas e comunistas (todos os proletaristas - os que acreditam na Ditadura do Proletariado) que não puderam estar presentes na construção da ideologia comunista de Marx e Engels e não tiveram a oportunidade de promover a revolução armada e o genocídio para a implantação do comunismo no início do século XX têm de assumir novas idéias para continuar a perseguir o poder político no século XXI. Após mais de 100 anos da criação da ideologia não é mais possível a implantação da ditadura do proletariado pela via revolucionária, especialmente nos países que têm um capitalismo estruturado, assim, apropriam-se do ideário Liberal, distorcem-no e re-definem o Liberalismo de acôrdo com a incapacidade do comunismo-socialismo de atingir os resultados sociais que alegam buscar. Para tanto, devem abrir mão do combate à propriedade privada, à concentração de renda e a outros itens a cujo combate dedicaram as vidas. Esta é a gênese dos ditos "Liberalismos de esquerda", o que não constrói uma nova ideologia, apenas desfigura duas para que o mesmo grupo possa continuar perseguindo o poder político. Creio que deve ser feito o registro apropriado desta condição em cada citação dos têrmos "Liberalismo Social" ou semelhantes, ou deve haver uma ligação em hipertexto para uma página em que esta condição é plenamente esclarecida. A página realmente não se destina ao debate ideológico, mas à pura disseminação de uma vertente de re-interpretação e re-definição de vocábulos já consolidados pela história com o único objetivo de disseminar a "nova ideologia", já que as idéias de Marx, Engels, Hitler, Mussolini e outros genocidas não tiveram o sucesso esperado. -- viabsb discussão"

Sobre democracia e voto, em viabsb.blogspot.com.br/2011/05/sufragio-universal-e-luta-de-classes.html/.

Opinião
27/05/2014

Pessoalmente, não gosto das denominações "direita", "centro" e "esquerda". Creio que é muito maniqueísmo e … domesticação … do pensamento político … se é que as pessoas que fazem política na linha pensam ….

O pensamento político – e a filosofia – acompanham as quebras de paradigmas da Física – como de outras disciplinas científicas … não, o Direito, a Política e a Economia não são científicas – e os mais recentes acontecimentos na Ciência nos trazem novos elementos.

Veja em https://www.youtube.com/watch?v=UdTM4nihsD8 como "a linha" onde está posta a "política" já não acompanha a realidade sensível.

Eu prefiro dizer que não tenho uma ideologia, tento levar a vida a partir de um eco-sistema de ideias para a Liberdade.

Eis algumas ideias que tento introduzir em meu eco-sistema: a valorização dos DIREITOS INDIVIDUAIS – a biologia conhece uma espécie pelos seus espécimens, não o contrário.

Você sabe qual o coletivo de peixes, de cães, mas não existe coletivo de ser humano.

EM https://www.youtube.com/watch?v=Vlxbi5syxCM você tem uma visão bastante clara do que são os DIREITOS INDIVIDUAIS e de como uma democracia pode acabar com uma nação.

Outro exemplo de virtualismo individual é dado por Steve Jobs em https://www.youtube.com/watch?v=DcqwkdTvTzs.

Mas não se deixem enganar em mais uma eleição elegendo o MENOS RUIM novamente.

Tenha CORAGEM de dizer NÃO PARA TODOS ELES!

Se todos se calam e aceitam serem "menos ruins" … SERÃO!

Não faça o discurso do MENOS RUIM, você não RUIM: https://viabsb.wordpress.com/2013/04/02/o-discurso-do-menos-ruim/.

Não existe alternativa visível e viabsb.wordpress.com/2013/03/28/o-psdb-nao-e-mais-uma-opcao-eles-tambem-nao-veem-os-mercados-2/.

É a "vez do Aécio" parece uma brincadeira de roda. Não é a vez dele, é a vez do povo.br ver que está sendo ROUBADO POR SOCIALISTAS E SOCIAIS-DEMOCRATAS, que criam IMPOSTOS para pagar quem não sabe para fazer o que não pode e contratar a INICIATIVA PRIVADA para fazer aquilo que ela deveria estar fazendo LIVREMENTE, de qualquer maneira.

"Dito isso, assumo que votarei em Aécio, mas não sem antes tomar um Engov. Meu voto é anti-PT acima de qualquer coisa.
Meu voto é contra o Lula, contra o Chávez, que já declarou abertamente apoio a Dilma. Meu voto não é a favor de Serra. E, no dia seguinte da eleição, já serei um crítico tão duro ao governo Serra como sou hoje ao governo Lula. Mas, antes é preciso retirar a corja que está no poder. Antes é preciso desarmar a quadrilha que tomou conta de Brasília. Ainda que depois ela seja substituída por outra parecida em muitos aspectos. Só o desaparelhamento de petistas do Estado já seria um ganho para a liberdade, ainda que momentâneo. "

Vamos por partes:

1 – "assumo que votarei em Aécio"

Não sou candidato, logo, não posso votar em mim.

Se você não vai se candidatar, então não vou poder votar em você, o que faria com a consciência tranquila.

Logo, não tenho candidato, e se não tenho um candidato, não posso votar no candidato dos OUTROS.

2 – "mas não sem antes tomar um Engov"

Se você vai passar mal, então está fazendo algo errado.

Você não fazer nada afirmativo de suas convicções (quase digo crenças) só confirma a máxima de Burke.

Não faça isto consigo mesmo.

Não se preocupe em fazer (o que você "pensa" que fará) com os outros de votar nulo e afirmar sua convicção.

Diga seu discurso, vá para o debate pois foi somente isto que os
nacionais-socialistas fizeram: falaram.

Fale.

3 – "Meu voto é anti-PT acima de qualquer coisa. Meu voto é contra o Lula, contra o Chávez, que já declarou abertamente apoio a Dilma."

VOCÊ NÃO DEVE VOTAR CONTRA NADA E CONTRA NINGUÉM, pois estará construindo uma ação NEGATIVA que não produz nada para VOCÊ.

Lembre-se, sua atitude também constrói para mim, quando constrói para você.

VOTE A FAVOR DE SUA CONVICÇÃO.

Se você não tem um candidato para atender à sua convicção, diga isto para todo mundo e mostre as diferenças entre eles e você (nós).

Conte conosco para gritar.

4 – "no dia seguinte da eleição, já serei um crítico tão duro ao
governo Aécio… "

No primeiro dia do governo do vencedor, dê-lhes os parabéns, pois ele foi CAPAZ.

Você, não.

Eu também não.

5 – "Antes é preciso desarmar a quadrilha que tomou conta de Brasília. Ainda que depois ela seja substituída por outra parecida em muitos aspectos."

Aqui você perdeu a compostura e publicou a bílis petralha que combatemos. Eu também "go balistic very often", mas não é PRODUTIVO.

Veja, tuas linhas são o desperdício do debate construtivo que você
deixa transparecer no meio da bílis, mas não é mais visível do que a bílis.

6 – "é preciso desarmar a quadrilha que tomou conta de Brasília"

Não, não é.

É preciso oferecer um Grupo de Poder centrado na humanidade como alternativa ao que você denuncia.

7 – "Ainda que depois ela seja substituída por outra parecida em
muitos aspectos."

Agora você desistiu, porque eles vão fazer o mesmo jogo daqui a quatro anos e você vai ter de repetir a mesma ladainha, e eles terão manipulado você e aqueles que acreditam em você, que leram tudo isto e não vão poder usar para criar uma alternativa.

8 – "Só o desaparelhamento de petistas do Estado"

Quando você for eleito Presidente vai herdar o governo e o PPA e a Lei de Orçamento do governo anterior, e vai ter de governar um ano com as propostas dos antecessores.

O governo existe para ser aparelhado, a diferença é o tipo de
aparelho.

Profissional ou politiqueiro.

E Aécio vai aparelhar o aparelho que receber para poder usar a
capilaridade do dinheiro que escorre pelos cargos.

Ele vai ter de se financiar no Estado, pois não tem mercado para
financiá-lo, e se tivesse ele fecharia, pois é do mesmo tipo de
política que os petralhas, só mais estudado.

9 – "já seria um ganho para a liberdade, ainda que momentâneo. "

Um "ganho momentâneo" é o tempo para respirar entre um golpe e outro da tortura.

Você está fazendo pacto de mediocridade, pois está cercado dela e não vê o que está atrás.

Se pular, vai me ver, vai ver outros.

Depois do "ganho momentâneo", quantos "momentos" sem liberdade você está dizendo que são suportáveis, já que você está concordando em perder a liberdade desde que tenha aquele "ganho momentâneo" ?

Não transija, não abra mão de sua posição e não concorde com um "ganho momentâneo", exija que o ditador assuma toda a liberdade que ele for capaz de tirar de você.

Carimbe a liberdade perdida com a cara e o nome do petralha.

Mas não se contente com um "ganho momentâneo" de liberdade: "Tudo que é preciso para o triunfo do mal é que as pessoas de bem nada façam." (Edmund Burke)"

Acredito, piamente, que você usou êste espaço, que é nosso, para
desabafar.

Concordo e assino embaixo, o meu desabafo é o mesmo e faço minhas as suas palavras.

Mas nosso desabafo não pode ser nossa Política. Nossa bílis não pode ser o adubo do debate.

VOTE NULO!

…e DIGA PORQUÊ!

Saudações a todos.

Responder
Carlos U. Pozzobon 15/07/2011 13:34:46

Um excelente livro sobre esta época chama-se ESCOLHI A LIBERDADE de Victor Kravchenko, traduzido para o português nos anos 49-50. Kravchenko foi um engenheiro ucraniano que comandava uma indústria e presenciou toda a agonia do stalinismo até se exilar nos EUA durante a guerra. Existem depoimentos contundentes recolhidos por ele, de pessoas famintas vagando pelas estações de trem. Igualmente importante é o depoimento de Arthur Koestler em O IOGUE E O COMISSÁRIO, traduzido nos anos 50. Koestler também foi testemunha ocular da fome e um teórico a respeito da "ilusão do comunismo". Ele esteve na Ucrania como militante da Internacional e suas observações percucientes sobre a realidade do coletivismo forçado foram importantes no debate que se travou na Europa Ocidental a respeito do regime russo.

O que ninguém fala, o que ficou oculto nessa tragédia não foi a morte dos 5 milhões de ucranianos. O que todo mundo evita falar foi o fato de que a salvação da política suicida de Stalin veio dos Estados Unidos. Com a produção arrasada, com o país incapaz de alimentar até mesmo sua burocracia, a diplomacia soviética se pôs em ação, utilizando-se do famoso VITIMISMO tão conhecido entre nós, conseguindo o apoio e a comoção de centenas de intelectuais americanos para salvar o povo do que eles chamavam de catástrofe ambiental, um eufemismo para ocultar a tragédia. Lentamente o trigo americano começou a fluir para a Rússia, salvando Stalin a ponto de lhe deixar livre para continuar os expurgos e aumentar os campos de trabalhos forçados. Com o advento da guerra e da insensata e anti-estratégica invasão alemã, tudo mudou, os EUA exigiram que a Rússia liquidasse com a III Internacional, como condição para a Aliança, o que Stalin teve que aceitar para continuar recebendo o trigo americano. A partir daí, passou a receber também armas americanas, pois o arsenal soviético estava completamente devastado. Como demonstra Kravchenko, a interferência da NKVD na atividade industrial estatizada era de tal monta que nada se conseguia produzir com eficiência naquela época. Foi por isso que Hitler, em poucas horas, conseguiu chegar com suas divisões blindadas nas portas de Moscou em 1941, mas isso é outra história.

Responder
Rodrigo Meira 15/07/2011 17:02:42

o que me revolta é que os esquerdistas tentam a todo custo esconder o holodomor e criam as mais absurdas mentiras para esse fim.

ta circulando no youtube um video em que tenta colocar o holodomor como uma mentirinha dos capitalistas, eis o video:

www.youtube.com/watch?v=M-E3iqPCios

eu até acredito que as fotos não são de fato dos ucranianos mortos no holodomor tendo em vista que o governo soviético não permitiria a entrada de um fotografo para presenciar aquele horror, contudo eu acredito no depoimento das pessoas que sobreviveram como o dessa senhora aos 4:35 desse video abaixo:

www.youtube.com/watch?v=4DH9Qntlq2U

Responder
Rhyan 15/07/2011 19:23:49

Que absurdo, estão falando que as imagens são dos EUA no periodo da grande depressão.

Pior que já vi libertários dizendo que o Holodomor é uma farsa.

Responder
Marcos 16/07/2011 01:52:30

Não sei não... fica difícil um governo controlar completamente um país a ponto de não permitir que pelo menos um fotógrafo esteja lá para registrar.

Dizer que isso tudo é mentira equivale a negar o holocaustro dos nazistas... Por acaso os sobreviventes estão todos mentindo?

Responder
anônimo 12/10/2015 00:49:06

As provas estão nos depoimentos dos sobreviventes.

Também há várias fotos (inclusive vídeos https://www.youtube.com/watch?v=rQak4kdGmjA) mostrando comissários soviéticos confiscando os grãos dos camponeses ucranianos.

Além de fotos mostrando pessoas mortas de fome nas ruas da Ucrânia durante esse período.

Há relatos e fotos de canibalismo tanto na Ucrânia tanto na Rússia.

E várias reportagens da época falando sobre esse genocídio.

É meio difícil para os comunistas negarem o fato de que existiu o Holodomor. É quase tão difícil para um nazista negar de que houve o Holocausto (embora haja vários pela internet).

Responder
Sidney 16/07/2011 13:54:16

O Socialismo/Comunismo já provou que não funciona, simples assim. A China só começou a ter progresso depois que adotou o capitalismo na economia... Me admira muito que ainda existam pessoas que não enxergam isso. Só pode ser porque não tiveram acesso a estas informações históricas ou estão de má-fé, mesmo. A partir do momento que você estuda, trabalha, se empenha e ganha o mesmo que um outro que nada disso faz, você desanima de sua luta e começa a pensar: "De que me adianta lutar tanto se não sou reconhecido?" É aí que este sistema começa a afundar. Isto faz parte da natureza humana.
Sem contar que não existe um só país que tenha adotado o Comunismo que não tenha virado uma ditadura, nenhum, repito.

Responder
John Galt 16/07/2011 14:59:24

Prepotência minha comentar com um pseudônimo de "John Galt" sem compreender algumas coisas básicas. São alguns argumentos, que colocarei em forma de perguntas, que "sinto" serem errados ou falaciosos, mas não agir através da razão e da lógica é mais próprio dos animais que dos homens. São dúvidas sobre o libertarianismo em geral, fora do assunto específico do artigo, mas gostaria que algumas das mentes brilhantes que escrevem/frequentam o IMB me respondessem.

1 - Como seria possível impedir em uma minarquia que a população clamasse por mais Estado em uma situação de crise, como uma guerra ou uma epidemia?

2 - Não temos um exemplo de ausência de Estado após a queda do império romano, o que resultou na formação de feudos e posteriormente de Estados? Se sim, não é exatamente essa a previsão dos fervorosos críticos do anarco-capitalismo? Se não, por que não?

3 - Se sou dono da minha mente, consequentemente dos produtos do esforço desta, por que não posso ter direitos autorais sobre o que criar? O que me motivaria a criar algo se eu não seria dono disto?

4 - Não é perigoso setores "estratégicos"(sei que comunistas e social-democratas adoram essa palavra quase tanto quanto "social" e "democrático", mas devo usá-la justamente para saber qual a refutação para esse argumento) da economia ficarem em mãos de multinacionais ou companhias estrangeiras? Por exemplo, se hipoteticamente o setor de energia brasileiro pertencer a uma empresa argentina, e o Brasil entrar em guerra com esta, não seria terrivelmente preocupante termos um sistema importante sob controle do inimigo?

5 - O que libertários em geral pensam sobre o nacionalismo?

Responder
Felipe Barbosa 16/07/2011 16:05:46

sou de longe a pessoa menos qualificada para responder essas perguntas, mas vou dar meu pitaco da mesma forma e espero não estar grosseiramente errado

1- Existe uma lei para criar leis, a constituição, que limita em amplitude o profundidade as ações do estado, ele tudo pode naquilo que se propõe a fazer, nada pode naquilo fora dele (sei que pedir respeito a constituição é ridiculo... mas..) numa miniarquia as pessoas são livres para se organizar como bem entender, se a guerra acontecer elas podem se mobilizar, mas ao acabar elas devem se regressar a normalidade, impor um estado marcial perpétuo violaria esse acordo.

2- o Anarco capitalismo depende da transação voluntaria de bens e serviços, a formação de feudos e estados foi um sequestro, surge do desrespeito a propriedade privada, do principio da não agressão, dada a oportunidade de liberdade as pessoas atravessariam montanhas para serem livres, posso estar errado, mas creio que foi assim que nasceu veneza, uma cidade fora dos domínios de duques, condes, reis e papas, que com o passar do tempo foi domado pelo poder da cruz e da espada, mas nasceu de mercadores ricos, talvez analogo a comunidade que john galt propôs! Liberdade tem que ser constantemente conquistada, ela é ganha com sangue em muitos casos, mas perdida em silencio e complacência das pessoas.

3- Eu não estou propriamente definido quanto a propriedade intelectual, mas acredito que o que nasce da sua mente é tanta propriedade do que nasce das suas mãos, agora, de nada valeria o melhor livro ja escrito do mundo em um cofre trancado, é do interesse do idealizador propagar suas idéias.

4- num mercado livre uma empresa só tem dever com seu consumidor, se a argentina punir a empresa por prestar serviços não belicos a um inimigo ela estaria sofrendo uma violencia como o país que ela serve. Uma pergunta pertinente seria, se aqueles que controlam os geradores falarem português isso é garantia de lealdade?

5- Eu ja fui nacionalista, hoje sou individualista, acho possivel amar um país tanto quanto amar uma linha no chão, amo meus pais, minha familia e meus amigos, estamos todos no Brasil, pretendo então defender o chão que nos abriga, não por nascer, mas por optar.

lembro a todos que sou um grande novato no libertarismo, ainda que seja avido leitor de tudo que mises brasil e internacional tem a escrever.

Responder
Augusto 16/07/2011 16:36:57

1 - Como seria possível impedir em uma minarquia que a população clamasse por mais Estado em uma situação de crise, como uma guerra ou uma epidemia?\r
\r
Nada. Ou melhor - educar a população para que compreendessem os riscos de suas escolhas.\r
\r
2 - Não temos um exemplo de ausência de Estado após a queda do império romano, o que resultou na formação de feudos e posteriormente de Estados? Se sim, não é exatamente essa a previsão dos fervorosos críticos do anarco-capitalismo? Se não, por que não?\r
\r
A luta é permanente. Você pode conseguir abolir uma lei aqui e outra acolá, mas sem um esforço contínuo, de tempos em tempos vai aparecer alguém propondo as mesmas soluções fáceis de sempre.\r
\r
3 - Se sou dono da minha mente, consequentemente dos produtos do esforço desta, por que não posso ter direitos autorais sobre o que criar? O que me motivaria a criar algo se eu não seria dono disto?\r
\r
Você pode criar o que você quiser. E se você não quiser que ninguém mais tenha o que você criou, basta manter segredo!\r
\r
4 - Não é perigoso setores "estratégicos"(sei que comunistas e social-democratas adoram essa palavra quase tanto quanto "social" e "democrático", mas devo usá-la justamente para saber qual a refutação para esse argumento) ... se hipoteticamente o setor de energia brasileiro pertencer a uma empresa argentina, e o Brasil entrar em guerra com esta, não seria terrivelmente preocupante termos um sistema importante sob controle do inimigo?\r
\r
Você quer dizer... se TODO O SETOR DE ENERGIA, incluindo geração, transmissão e distribuição de eletricidade, em todo o território do Brasil pertencesse a apenas 1 empresa sediada na Argentina?\r
\r
O que eles fariam? Ou todos os funcionários seriam estrangeiros e chamados de volta para a Argentina?\r
\r
A hipótese é absurda: casos de dominação desse tipo só existem quando se trata de empresa estatal. O risco seria exatamente o mesmo que vemos acontecer vez por outra na Petrobras: os funcionários entram em greve e começa a faltar combustível em todo o país, rapidinho. E isso já aconteceu. E trata-se de uma empresa sediada no Brasil.\r
\r
5 - O que libertários em geral pensam sobre o nacionalismo?\r
\r
Não há nada de errado em gostar e ser cordial com seu vizinho, e de querer negociar com ele. O que os libertários achamos esquisito é que uma linha imaginária traçada há centenas de anos transforme uns e outros em inimigos.

Responder
Fernando Chiocca 16/07/2011 20:04:34

1- Não seria possível. Minarquia fatalmente resulta em mais estado. Se se concede a uma instituição o monopólio do uso da força e de poder de decisão final dentro de um determinado territorio (inclusive das disputas que ela seja uma das partes) e o poder de unilateralmente determinar o quanto os súditos devem pagar pela manutenção desta instituição, é certo que essa instituiçãp irá usar este poder para se expandir indefinidamente.
Por que um estado mínimo inevitavelmente leva a um estado máximo?


2- Não sei desses exemplos de ausência de estado não, mas parece que um dos principais argumentos destes "fervorosos críticos do anarco-capitalismo" é de que na ausência do estado, pasmem, um estado iria surgir, e é por isso que precisamos de um....... ESTADO!
Enfim, não faz o menor sentido.

Mas é bem difícil (praticamente impossível) um estado surgir a partir de uma sociedade de leis privadas.

3- O conceito de propriedade surge a partir da escassez. Ideias, assim que elaboradas e divulgadas, deixam de ser escassaz, podendo ser reproduzidas infinitamente, e sem subtrair nada de ninguém. Se alguém copia sua ideia, vc continua com ela. Copiar não é roubar.

O que te motivaria a criar? A grosso modo, isto é um problema seu, mas nada lhe dá o direito, por exemplo, de ser dono de um pedaço de mármore que é meu, e assim me impedir que eu reproduza uma estátua que vc criou e expôs para o mundo.

4- Primeiro que países entrando em guerra ~e uma situação exclusiva do mundo estatista.
Segundo, mesmo assim, não, perigo zero. Se um argentino é o dono da eletrobrás privatizada e o Brasil entra em guerra com a Argentina, o que ele pode fazer? Desligar a energia? De fato, durante a última guerra que o Brasil entrou, a II Guerra Mundial, foi o própio governo brasileiro quem impôs blecautes nas cidades brasileiras durante as noites, para, segundo eles, evitar bombadeios aéreos. (acho que de dia os aviões do Eixo deviam ser bem-vindos). Mas se isso ou outra coisa for considerado ruim militarmente, o governo do Brasil continuará sendo o tomador de decisão final dentro de seu território (ou seja, ele é virtualmente o dono de tudo) e pode gerir os recursos dele do jeito que quiser.

5- is the last refuge of a scoundrel.

Responder
John Galt 17/07/2011 11:11:17

Valeu Fernando e a todos os outros! Gostei da resposta da questão 2, em que precisamos de um Estado para impedir o surgimento de um Estado. A idéia por trás disso é a de que um "Estado privado", formado incrivelmente a partir da ausência de Estado, seria mais repressor que um "Estado público", sendo que o primeiro seria formado por humanos falhos que somente visam o lucro e o segundo por arcanjos vindos do reino dos céus.

Sobre a pergunta 3, nada me impede também de esconder a técnica necessária para reproduzir a estátua ou criptografar o código de um software de minha autoria, certo?

Sobre a pergunta 5, a frase é de Samuel Johnson, não é? Onde posso saber mais sobre esse pensamento?

Aproveito e peço a recomendação de um livro para iniciar minha compreensão do ANARCO-CAPITALISMO, considerando que já li toda a Obra de Ayn Rand, além de A Lei de Bastiat e As Seis Lições de Mises.



Responder
Sidney 17/07/2011 22:50:14

Iniciativa privada não é sinônimo de entregar o país a estrangeiros ou multinacionais. Simplesmente a iniciativa privada é infinitamente superior em gestão a qualquer tipo de governo, seja ele de esquerda, direita, centro... Situação de guerra é situação de guerra, onde o mandatário de um país adquire poder para confisco do que for necessário para a proteção deste país. É lógico que há setores que devem ser comandados pelo estado, segurança nacional é uma delas...

Responder
Fernando Chiocca 17/07/2011 23:17:19

Não Sideny, isso não é lógico. Continue estudando: mises.org/resources/1221/The-Private-Production-of-Defense

Responder
anônimo 27/12/2012 13:08:06

3 - sim, nada impede.
Aliais, exatamente essa seria a direção de tudo em um mundo sem PI, só existiria incentivos pra ter idéias novas nas coisas que não precisariam ser divulgadas pro mundo.

Responder
Artur Fernando 28/12/2012 19:03:46

1 - Fisicamente não há nada que impeça. A Constituição é uma carta política, um pacto e os pactos devem ser observados. Se um regime violar a constituição, você tem todo o direito de pegar em armas e acabar com a raça de pessoas vinculadas ao establishment que venham a lhe importunar. A permissividade com a violação depende de cada um e da capacidade e vontade das pessoas em se submeter as violações. Pequenas mudanças não geram um sentimento de insurreição, mas de grão em grão...

Responder
Renato Souza 28/12/2012 19:29:55

John Galt

1. Duas coisas protegem contra o aumento desmesurado do poder: Instituições e educação. No caso americano, foi evidente o esforço enorme que foi feito pelos partidários do estado grande, no sentido de perverter as instituições, rebaixar o nível da educação básica, e ideologizar a educação superior. Paralelamente a isso, perverteu-se também o ensino da história (esquerdistas sempre fazem isso).

2. A queda de unidades governamentais maiores sistematicamente resulta na formação de outras unidades governamentais, de ambito igual, menor ou maior. Por isso, freqüentemente essas destruições de poder estatal são vistas apenas como meios para o rearranjo de poder. Não conheço nenhum caso em que resultou na inexistência de governo (lembrando que feudos e governos tribais também são governos, em escala menor). No caso específico dos feudos criados imediatamente após a queda do império romano, vários deles eram grandes fazendas onde antigos cidadãos romanos foram se refugiar quando começaram a faltar bens de primeira necessidade nas cidades. Seus governantes, pelo menos em alguns casos, eram simplesmente os proprietários dessas fazendas, ou seus decendentes. Como em todos os casos conhecidos a queda de impérios ou governos nacionais resulta em um rearranjo de poder governamental, aqueles que buscam promover tais quedas às vezes o fazem buscando um arranjo político específico. Mas em muitos casos, é simplesmente o resultado de ataques externos ou de disfuncionalidade excessiva do governo.

3. Você é dono da sua mente, mas não da boca e das mãos das outras pessoas. O direito autoral, por natureza, se confronta de forma excessiva e muito freqüente com outros direitos, estes sim fundamentais, os quais acabam por serem solapadas por ele. Essa é uma estratégia freqüente de solapamento de direitos fundamentais, a criação de "novos" direitos que colidam com aqueles (não estou dizendo que no caso do direito autoral tenha sido essa a intenção original). O direito autoral certamente não é um direito fundamental, não foi reconhecido como direito durante milênios, em lugar algum do mundo, e foi criado com base, em grande parte, em considerações "de ordem prática". Sua defesa é fraca, visto que tenta criar o medo da suposta falta de desenvolvimento científico, técnicno e artístico que adviria da sua supressão. Mas este é um argumento desmentido pela história, visto que na época imediatamente anterior à sua adoção, nos vários países desenvolvidos, havia grande desenvolvimento nesses campos da atividade humana.

4. Isso não seria problema nenhum. Em estado de guerra nenhum governo permitiria que a atividade econômica fosse prejudicada por uma empresa estrangeira, supostamente por ordem de um governo estrangeiro hostil. A pergunta é: Como um govenro hostil controlaria os sistemas de controle que se encontram aqui?

5. Os libertários eu não sei, pois a maioria deles é anarco-capitalista, e eu, que não me considero libertário, sou miniarquista. Da mesma forma que considero o estado moderno um desenvolvimento (e hipertrofia) dos antigos governos tribais, considero o nacionalismo um desenvolvimento (e hipertrofia) do antigo sentimento de tribo. Em princípio, tudo o que está hipertrofiado deve ser controlado de desbastado, até atingir seu tamanho original.

Responder
John Galt 16/07/2011 18:12:45

Encontrei um texto pré-revolução bolchevique com um questionamento interessante, pronto para os libertários de plantão atacarem:

A "moderna servidão capitalista" não é semelhante à servidão feudal? Quer dizer, nos tempos feudais o servo não era um escravo obrigado a permanecer no feudo trabalhando para o dono da terra, mas o fazia para não ter de enfrentar os perigos que estavam fora do feudo. E é esse mesmo conceito de "liberdade" que os liberais dizem terem os trabalhadores hoje, eles trabalham não porque querem, voluntariamente, mas porque são "obrigados" pelo sistema.

A idéia do texto é mais ou menos o parágrafo acima.

Outras duas dúvidas que tenho é:
-Como pretendem os libertários mudarem (ou acabarem com) a política sem entrarem para a política? Quer dizer, não basta ter razão e não agir.
-Como se respondem as críticas de alguns conservadores de que libertários e liberais são "idiotas úteis" dos marxistas, de que o excesso de liberdade causaria uma revolução cultural que atuaria a favor de uma revolução comunista?

Responder
Felipe Barbosa 16/07/2011 20:21:50

Servidão feudal não era inteiramente voluntaria, assim como creio que nacionalidade também não seja, suponhamos que para fins de repatriação nenhum país cobre entrada de capital e nem saída, era de se esperar então que as pessoas mais abastadas fossem bem vindas nos países economicamente mais livres

no entanto não é assim, um brasileiro que queria se expatriar, ao vender suas posses pagará impostos, ao transferir para o exterior idem, para liquidar pendencias burocraticas, mais taxas... Sendo assim, se uma pessoa precisar se desfazer de 50, 60% de suas posses, há de se pesar os prós e os contras, e muitos de nós preferimos continuar aqui, seja por que a perda seria muito grande, seja por que a alternativa não é melhor.

mas isso não é uma escolha voluntaria de estar aqui... estamos sequestrados pelo estado brasileiro... pagar todos esse valor para se libertar é o resgate, isso não é liberdade, creio eu que algo semelhante se dava ao campesão medieval.

a questão de mudar o estado é complicada, antes de mais nada, é importante educar as pessoas... a primeira coisa que escuto ao ver algo de errado é "o governo deveria regular isso" ou algo na linha... enquanto essas pessoas tiverem o poder através de voto de tirar mais direito dos outros, nenhum esforço politico vai trazer frutos

os "neo conservadores" são tão ruins quanto os progressistas... os conservadores querem tirar dinheiro das pessoas para alimentar industrias fracassadas através de subsidios e protecionismo, os progressistas só querem tirar o seu dinheiro para dar pra outros em forma de segurança social.

Responder
Breno Almeida 16/07/2011 20:31:31

Hoje em dia todos somos servos já que parte do fruto do nosso trabalho é confiscado pelo estado. Como se fazia também no tempo feudal. No capitalismo é possível se tornar dono do meio de produção ou da terra, no tempo feudal não era possível. \r
\r
O trabalhador de uma fábrica de Havaianas fabrica chinelos que ele vai usar, não só ele como sua familia, amigos e pessoas próximas. Capitalistas como Henry Ford não fabricava carros para ele e a sua realeza usar, mas carros que os operários da sua fabrica podiam comprar. \r
\r
No feudalismo os servos trabalham para o bem estar do seus superiores, no capitalismo os operários trabalham para produzir bens que os próprios operários vão consumir.\r
\r
Mesmo o operário da Ferrari acaba se beneficiando no longo prazo da tecnologia de ponta das Ferraris que no futuro vão fazer parte dos veículos populares. \r
\r
"-Como pretendem os libertários mudarem (ou acabarem com) a política sem entrarem para a política? Quer dizer, não basta ter razão e não agir."\r
\r
Os libertários fazem parte da politica procure no google por "Ron Paul"\r
\r
"Como se respondem as críticas de alguns conservadores de que libertários e liberais são "idiotas úteis" dos marxistas, de que o excesso de liberdade causaria uma revolução cultural que atuaria a favor de uma revolução comunista?"\r
\r
Você precisa aprender a usar o dicionário, não existe tal coisa como execesso de liberdade. Liberdade não é poder, liberdade é ausência de escravidão. Não vejo nenhuma relação entre declarar guerra contra as drogas através de uma instituição globalista como a ONU e a redução do poder dos marxistas. Todos os governos marxistas se estabeleceram através da violência e não da cultura.

Responder
anônimo 16/07/2011 21:02:34

"A "moderna servidão capitalista" não é semelhante à servidão feudal? Quer dizer, nos tempos feudais o servo não era um escravo obrigado a permanecer no feudo trabalhando para o dono da terra, mas o fazia para não ter de enfrentar os perigos que estavam fora do feudo. E é esse mesmo conceito de "liberdade" que os liberais dizem terem os trabalhadores hoje, eles trabalham não porque querem, voluntariamente, mas porque são "obrigados" pelo sistema."


Uma coisa que o autor tenta deixar implícita é a idéia de que fora do escopo desse "sistema" contra o qual brada, as pessoas não terão de negociar, ou seja, não terão que fazer escolhas. Ora, vamos apenas SUPOR que de fato as relações de servidão e vassalagem do feudalismo fossem voluntárias. A única coisa que "obrigaria" senhores feudais e vassalos a fechar contratos seriam suas necessidades. Quer dizer que fora do "sistema", no socialismo, a necessidade deixaria de existir? É isso? Num passe de mágica?(Como sempre aconteceu, né)
O único sistema que obriga pessoas a tomar decisões que elas não querem tomar é o estatal. Em sistemas de livre negociação a única coisa que condiciona as pessoas a tomar decisões é a natureza da qual elas provavelmente nunca se livrarão: a escassez em choque com suas necessidades.

Responder
anônimo 16/07/2011 21:11:38

"-Como se respondem as críticas de alguns conservadores de que libertários e liberais são "idiotas úteis" dos marxistas, de que o excesso de liberdade causaria uma revolução cultural que atuaria a favor de uma revolução comunista?"

Uma coisa curiosa que sempre vejo é o quanto de famosos conservadores se tornaram comunistas, e comunistas se tornam conservadores, durante a história. Deve ser porque, de alguma forma, em algo um agrada ao outro. Poderia citar nomes, mas nem vou fazer isso, não.

Responder
Renato Souza 28/12/2012 20:02:56

É bastante raro algum conservador com certa idade se tornar comunista. Quase todo comunsita, se tornou comunista bem cedo.

Neo-cnservadores não são iguais a conservadores. Neo-conservadores são ex-marxistas que se desiludiram com o sistema. Como conhecem o imenso poder da engenharia social e da intervenção estatal, sonham em usar esse poder, "de forma moderada" e "para o bem", esquecendo que o poder corrompe. Digamos assim, querem usar "o anel" só um pouquinho.

A grande maioria dos miniarquistas do passado foram o que se chamaria hoje de conservadores. Na verdade, durante muito tempo, a maioria dos americanos era o que se chamaria hoje de conservador e miniarquista. O solapamento e a ideologização da educação fizeram muitos conservadores americanos esquecerem as suas origens. As antigas igrejas batistas americanas eram instituições muito típicas do conservadorismo, e eram pesadamente defensoras do miniarquismo, jamais aceitavam subsídios dos governos, e tinham ojeriza contra o socialismo. Hoje, muitas delas são marxistas e anti-conservadoras. Aquele antigo conservadorismo miniarquista precisa ser retomado.

Alguns, maliciosamente, querem confundir o antigo associativismo americano com socialismo. Nada mais distante. O associativismo é por natureza voluntário, o oposto exato do socialismo, que é por natureza coercitivo ao extremo.

Responder
anônimo 16/07/2011 18:20:05

"Não temos um exemplo de ausência de Estado após a queda do império romano, o que resultou na formação de feudos e posteriormente de Estados? Se sim, não é exatamente essa a previsão dos fervorosos críticos do anarco-capitalismo? Se não, por que não?"

Não sou perito em história, mas disso eu me lembro de ter estudado um pouco: Não houve ausência de estado após o fim do Império Romano. Houve inversão nos poderes. O governo apenas deixou de estar com cidadãos romanos e, de tempos em tempos, em cada parte do antigo império, ele passou a ser tomado por um invasor bárbaro diferente. Depois de terminado o grosso das invasões, quando do surgimento dos feudos, ainda havia estados, ainda havia reis, com a única diferença de que o poder de criar e fazer cumprir leis pertencia a uma classe de "apadrinhados" do soberano. Eu diria que a justiça continuou estatal, mas agora "terceirizada", dada a incapacidade de um estado central manter as coisas sob controle, tipo numa PPP. :D
Enfim, o surgimento do feudalismo é resultado de medidas exclusivamente estatais.

Responder
Alexandre Melchior 16/07/2011 19:34:46

Se vc é obrigado a obedecer uma norma, então aí há estado.

Responder
Breno Almeida 16/07/2011 20:33:32

Alexandre,\r
\r
Não. Só existe estado se existe imposto e se alguem tem o monopolio da virtude. É possível existir lei sem existir estado, observe a Islandia feudal.

Responder
Augusto 16/07/2011 22:18:22

No meu condomínio não se permite depositar lixo nas lixeiras aos domingos, já que não há coleta. É a norma.\r
\r
E eu não chamaria o meu condomínio de "Estado".\r
\r
O meu condomínio não cria regras arbitraria e unilateralmente. O condomínio também não é o árbitro de último recurso inclusive de causas em que ele seja participante, e por aí vai.\r
\r
A característica definidora de Estado não é existência de leis e normas.

Responder
Alexandre Melchior 18/07/2011 01:48:02

O contrário de "estado" é "anarquia".\r
\r
O contrário de "ausência de normas" é "anomia".\r
\r
Portanto, pode existir norma sem existir estado.\r
\r
Da mesma forma, é possível termos um cenário anárquico sem que isso implique em um cenário anômico.\r
\r
Pensem nisso.\r
\r
Se há norma imposta, então há estado. Estado nada mais é do que a norma que não pode ser manipulada pelas pessoas. Ou seja, estado é a lei que as pessoas são obrigadas a cumprir.\r
\r
Vc pode aceitar respeitar certas normas. É o caso do condômino. Por isso que os libertários tendem a prever que um mundo anárquico seria um mundo cheio de condomínios.

Responder
Breno Almeida 18/07/2011 03:09:01

"Se há norma imposta, então há estado. Estado nada mais é do que a norma que não pode ser manipulada pelas pessoas. Ou seja, estado é a lei que as pessoas são obrigadas a cumprir. "\r
\r
Você está dizendo que o estado é a lei. Então pq usamos a palavra estado? Quando poderiamos usar somente a palavra lei. \r
\r
A lei não cobra imposto, não declara guerra, não constroi ponte.\r
\r
A lei pode existir sem estado. \r
\r
Entenda que existem leis internacionais de comércio porém não existe um estado mundial.\r
\r
Acho estranho o seu termo de norma imposta. Imagine duas pessoas vivendo em uma ilha. Então a pessoa A rouba o peixe da pessoa B. Logo a pessoa B vai armada e pela força pega o peixe de volta e da uma surra para o outro aprender a não roubar. \r
\r
Eu não concordo que B impos um norma de que não se pode roubar, B simplesmente aplicou o principio da liberdade ao usar força contra o ladrão e reaver seu bem.(seguindo a definição de liberdade dado por Jonh Locke) \r
\r
Em uma sociedade onde um grupo de pessoas fazem valer os direitos de propriedade através da justiça e partindo que as premissas de que você é dono do seu corpo, do fruto do seu trabalho e da terra no qual você mistura seu trabalho são verdadeiras então a utilização de força não seria uma imposição que vai contra o direito de liberdade(ou anarquia) mas simplesmente a aplicação do direito de liberdade.

Responder
Renato Souza 31/12/2012 18:28:48

A lei internacional existe sem estado. Mas...

Os estados do mundo todo formam um grupo de cerca de 200 entes. E não existem entes externos a esse grupo. Mesmo supondo que existam "pessoas" em outros planetas, estamos tão isolados que não temos nenhum acesse a elas (nem podemos sequer afirmar que existanm). Imagine uma tribo isolada com cerca de 200 individuos, e que não precise se preocupar com outras tribo, porque eles estão tão isolados que não podem sequer saber da existência de outras pessoas fora. Em força e meios e associação inter-individuos, cada um dos indivíduos é diferente dos outros, e isto forma uma estrutura de poder. É perfeitamente viável uma sociedade bastante estável, em que, embora possam existir leis, não exista governo, embora essa estrutura de poder formada por força, poder de convencimento e associação de interesses e idéias seja, por natureza, política. Deduzir daí que é viável e estável a inexistência de governo em qualquer época e lugar, é uma inferência não justificável.

Responder
marcel 16/07/2011 18:54:35

o foda é que se for falar sobre o holodomor para um socialista a primeira coisa que ele vai falar é "e o capitalismo faz a mesma coisa na áfrica". aí pra falar que aquilo na verdade não é "culpa do capitalismo" lá se vão duas horas...

Responder
John Galt 16/07/2011 19:52:47

A mentira tem a vantagem de ser infinitamente mais curta que a sua refutação. E mesmo se a fome na África fosse culpa do capitalismo, se ambos os sistemas são iguais em termos de "pessoas morrendo de fome", não é melhor viver em um mundo livre em que as pessoas morrem de fome do que um em que acontece o mesmo mas há repressãow

Responder
Renato Souza 28/12/2012 20:48:27

Então vou tentar responder de forma curta a um socialista:

"O contínuo subdesenvolvimento da África resultou de medidas intervencionistas ou socialistas, tomadas por governantes que haviam aprendido essas políticas em universidades dos países desenvolvidos, dominadas por marxistas e keynesianos, ou governantes que foram influenciados por pessoas que tinham essas idéias. É evidente a diferença em relação aos países do extremo oriente, que eram extremamente pobres, mas passaram a se pautar muito mais pela liberdade de mercado, e rapidamente se tornaram ricos. Logo a culpa da atual pobreza africana é do intervencionismo estatal, que também tornou a Argentina, que era um pais rico, num pais de terceiro mundo. Vocês socialistas, não contentes em matar milhões de pessoas de fome na URSS e China, ainda saíram matando dezebas de milhões no mundo todo."

Pronto, você pode calar a boca de um socialista em alguns segundos. É claro que dificilmente ele se deixará convencer pelos fatos, mas pelo menos saberá que não pode mentir livremente quando você estiver por perto.

Responder
Alexandre Melchior 18/07/2011 03:37:48

Brenão, então estamos de acordo.\r
\r
Existem dois tipos de lei: a que podemos escolher se vamos cumprir ou não e a que somos infelizmente obrigados a obedecer.\r
\r
Esta última nada mais é que o estado. Há vários autores que definem assim o estado.\r
\r
Sobre o exemplo que vc citou, do cara que foi roubado na ilha deserta, veja que ele não precisa impor nada. É tudo natural.\r
\r
A partir do momento que ele impuser algo ao seu vizinho - seja essa imposição algo com o qual concordamos ou discordamos, pouco importa -, essa imposição será, nada mais, nada menos que... o estado! Ei-lo aí!\r
\r
Mas essa discussão é legal mesmo...\r
\r
De qualquer forma, o que interssa, é classificarmos a lei em privada ou estatal, para podermos distinguir uma da outra. A primeira será boa. A segunda, escravidão.\r
\r
Afinal, classificações não são nunca certas ou erradas. Mas apenas úteis ou inúteis.\r
\r
\r
\r
\r

Responder
Breno Almeida 18/07/2011 08:23:23

Alexandre Melchior,\r
\r
Você está fazendo uma confusão com a definição de liberdade. Não existe liberdade para roubar ou para matar. Existe o poder para matar ou roubar. \r
\r
Liberdade não é poder.\r
\r
Liberdade é ausência de escravidão.\r
\r
Se eu roubo fulano, eu estou reduzindo o mesmo a condição de meu escravo e por isso violando o princípio da liberdade. \r
\r
É muito estranho que você pense que ao usar de violência para impedir que ocorra um roubo, eu estaria coagido uma pessoa a obedecer algo que ela não quer. (Como se realmente existisse tal coisa como liberdade para roubar.) \r
\r
A definição mais comum de estado seria o monopolio da violência que é do Max Webber. O estado seria o único a usar violência de forma legitima, mesmo o individuo agindo em legitima defesa ou uma empresa de segurança usaria violência somente porque o estado permitiu.\r
\r
Logo se existirem duas milicias violentas dividindo o mesmo território não existiria estado no território. Seria anarquia! Que é caso atual da Somália, território onde várias milicias tem legitimidade da população para usar violência.(Outro exemplo seria o planeta Terra onde diferentes grupos armados tem legitimidade para usar violência dentro do mesmo Planeta)\r
\r
Logo é possível que uma pessoa seja punida por violar a lei em uma anarquia. Ou seja existe lei sem estado. \r
\r

Responder
Renato Souza 28/12/2012 20:26:57

Segundo percebo, estado é uma extensão do conceito de governo. Quem impõe normas, mesmo sobre aqueles que não as querem cumprir, é governo. Estado é um pouco mais que governo. Estado sempre implica em território. Uma mílicia impoem seu governo sobre as pessoas temporariamente, porque em geral se movimenta, e as pessoas ficam fora do ambito do seu poder.

O conceito de Weber não está em acordo com diversos pensadores, que admitiam o estado, mas diziam que era direito das pessoas matarem o rei, caso esta se mostrasse gravemente injusto, agindo em conjunto ou isoladamente. A constituição americana parte do mesmo príncípio. Conforme defendiam os pais fundadores, um dos principais motivos pelo qual as pessoas deveriam ser livres para portarem armas era que elas teriam o direito de derrubar os governantes, caso estes se tornassem tirânicos, e seria injusto priva-las dos meios para exercerem esse direito. Ora, um estado que, de acordo com a sua própria constituição, pode legitamente ser derrubado, certamente não pode alegar ter o monopólio da violência. O problema é que o estado pode ir se tornando tirânico à prestação, e uma multidão de distraídos não vai nem perceber, quanto menos reagir.

Responder
Marcelo 10/08/2011 21:01:03

Olá, Leandro.

Como refutar um professor socialista que fica dizendo que os alimentos devem ser cuidados pelo Estado, que a produção de comida mundialmente já é suficiente e que o problema é apenas a "distribuição" feita pelo mercado? Poderia me indicar alguns textos para isso?

Pensei em citar os exemplos da China e da Ucrânia comunistas para refutar o Estado controlando os alimentos. Provavelmente ele vai responder argumentando que "o Estado tem que fazer a supervisão, ao menos", para que "todos possam ter o que comer".

Sobre a produção ser suficiente e o Estado só distribuir o excedente para que "as crianças não morram de fome", alguma sugestão?

Quais textos você indica? Também não posso falar nada muito radical inicialmente, para não dar o efeito contrário nos ouvintes.

Abraços!

Responder
mcmoraes 10/08/2011 22:10:09

menos intervenção estatatal --> maior concorrência entre produtores --> mais produção --> menor preço --> mais pobres comprando --> menos pobres

Responder
Fernando Chiocca 11/08/2011 00:05:45

"Só distribuir"? Distribuir o que, se o estado não possui nada pra distribuir?

Ele só quer q o estado roube dos produtores e entregue para os não produtores q ele quiser (= Ucrânia)?

Ou quer roubar o dinheiro de todo mundo e comprar os alimentos dos produtores e distribuir pra vítimas?

Tipo, roubar qto? Pgar qto? Dar pra quem? Baseando-se em que?

Oq você deve falar para seu professor? Só uma coisa: "quero meu dinheiro de volta."

Este cara ou não tem cérebro ou é um facínora, logo, vc está sendo vítima de fraude.

Responder
Leandro 11/08/2011 11:29:37

Que coisa pavorosa esse professor que você foi arrumar, caro Marcelo.

Pela minha experiência, trata-se de um ideólogo fanático, exatamente o espécime de quem você deve manter a maior distância possível, para o bem de suas faculdades mentais.

Esse tipo de gente não está interessado em debates lógicos e racionais, de modo que você estará perdendo o seu tempo. Entretanto, se a sua opção pelo debate for definitiva, e caso você seja dotado de paciência franciscana, você pode utilizar uma linha socrática de argumentação.

1) O estado é incapaz até mesmo de distribuir policiamento de modo equitativo pelas ruas, duas coisas sobre as quais ele possui o completo monopólio. Como ele vai distribuir comida -- uma variável de mensuração muito mais complexa -- para todos?

2) Como determinar a quantidade de calorias que cada um vai comer? Como determinar a quantidade que vai satisfazer a todos, sem que uns necessitem de mais? Como saber se alguns não estão recebendo mais que outros?

3) Por que seu professor acha, contrariamente a toda a teoria e a toda experiência prática, que burocratas sabem determinar perfeitamente como distribuir coisas? Como os burocratas vão se guiar para fazer essa distribuição racional de bens? Qual baliza vão utilizar? Em qual "sistema de preços" eles vão se basear? Sem uma baliza, é impossível fazer com que qualquer tipo de distribuição seja racional. O mercado utiliza os preços. Qual baliza será utilizada por seu professor?

4) Por que parar em comida? Por que não defender a distribuição estatal de roupas, carros, brinquedos e cartas? Ooops, essa última já acontece. Além de atrasos, há extravios. Algumas cartas podem ser extraviadas sem problemas, mas e comida? Será que o estômago do destinatário aguenta esperar uma nova remessa de comida, que irá demorar na melhor das hipóteses uns 5 dias?

5) Por que seu professor acha que a distribuição deve ser estatizada, porém não a produção? A produção não é mais importante do que a distribuição? Isso significa que, no fundo, seu professor sabe que o estado é incapaz de produzir, mas, por algum estranho salto de lógica, ele é o meio ideal para distribuir. Sendo assim, o que faz seu professor garantir que a produção também não será estatizada, o que levará à fome de todos?

Apresente essas perguntas ao seu professor. Se ele não tiver respostas claras e detalhadas para todas essas perguntas (e ele não terá, creia-me), a ideia genial dele deve ser descartada in limine, e ele terá de confessar que se trata de um plano extremamente perigoso, concebido sem nenhum raciocínio a priori. Entretanto, caso ele se recuse a admitir que errou, você deve começar a tratá-lo como um psicótico totalmente incapacitado para o exercício da cidadania adulta. Ele deve ser imediatamente destituído de qualquer função pública, retirado de circulação o mais rápido possível e entregue aos cuidados de um hospício antes que faça alguma besteira perigosa.

Responder
Edimar Estevam 11/08/2011 11:48:36

Peça ao seu professor para realizar o seguinte teste de sua teoria de que o problema é "só" com a distruibuição.

1. Fica decidido que a partir desta data, todos os alunos devem trazer sua merenda escolar. Os alunos trazendo a merenda escolar é uma alusão à produção de alimentos.

2. Ao professor, caberá a tarefa de redistruibuir os alimentos, para que os que trouxeram muito mais do que o necessário dividam com os que trouxeram pouco ou nada trouxeram. O professor representa o governo e sua distruição de igualitária de alimentos.

Considerando que uma sala de aula tem entre 25 e 40 alunos (ensino médio), o professor terá que concordar que a distribuição de alimentos num país tão pequeno terá que ser rigorosamente eficiente.

Agora vem a constatação que distruirá completamente a teoria dele que o problema é apenas de distribuição. Pergunte a ele se o aluno que trazia lanche mais do que suficiente para saciar sua fome continuará a trazer mais do que o necessário. E o que trazia pouco ou quase nada, será que ele terá que se preocupar com sua própria barriga se há uma forma de se alimentar à custa dos outros?

Nos primeiros dias, a distribuição será altamente eficiente, sem dúvida alguma. Mas tão logo o produtor (o aluno que mais traz alimentos para o lanche) parar de trazer excedentes por perceber que não há incentivo algum para continuar a trazer mais do que o necessário a sua própria alimentação, o sistema socialista do seu professor entrará em colapso. Paralelamente, os alunos consumidores priveligiados por tal sistema se sentirão lesados, pedindo fervorosamente mais atitude do professor e sem dúvida alguma, tanto o professor quanto os beneficiários de tal política de distribuição culparão os outrara produtores de alimento do sistema pela desgraça da maioria.

Todos os países do mundo que adotaram tal política ocorreu o que exemplifiquei com o exemplo da sala de aula, logicamente em maior escala e com muita, mais muita violência contra os "insensíveis" produtores de alimentos. Como o seu professor espera distruibuir algo que não será produzido o suficiente? Só e somente o livre mercado é capaz de suprir a demanda das massas por seja lá o que elas estiverem demandando. Sem um livre mercado, tudo o que restará será escassez e violência.

Responder
Marcus Benites 28/12/2012 20:10:12

Perfeito. Não há ideal socialista que sobreviva a um teste empírico, por mais simples que seja.

Responder
Caio 10/08/2012 13:11:36

Presente? Futuro? O Obama parece ter o sonho socialista:

ONU pede suspensão da produção de etanol nos EUA para evitar crise alimentar

economia.estadao.com.br/noticias/economia,onu-pede-suspensao-da-producao-de-etanol-nos-eua-para-evitar-crise-alimentar,122756,0.htm

Responder
Ismael M Santos 27/12/2012 13:10:06

Parabéns ao autor Thomas pelo texto, muito importante estes relatos históricos e se alguem achar que há algum exagero descritivo, nós temos aqui no Brasil, no sul e oeste do estado do Paraná uma vasta comunidade ucraniana ao qual eu faço parte, que são testemunhas vivas para contarem as lembranças dos pais e avós trouxeram quando fugiram da Ucrânia.
Os dados históricos do artigo estão distante de nós 80 anos e dá se uma sensação que não nos incomodam mais. Ledo engano, pelo ano de 2012 já ocorreram vários conflitos na Ucrânia devido à divisões parlamentares causados pela tentativa de invasão cultural russificando o idioma ucraniano. Grande maioria dos sites da Ucrânia que voce acessar hoje, a ferramenta do google informa que está em russo!
Não há beleza alguma se deparar com estes fatos históricos quando isto fere diretamente a identidade cultural. Mas eu agradeço a equipe do Mises pelo artigo e vou distribuir o texto entre meus familiares e demais ucranianos com quem convivo!

Responder
Camarada Friedman 27/12/2012 15:30:54

Deem uma olhada nisso aqui: englishrussia.com/wp-content/uploads/2009/07/post-3-12485649568310-686x1024.jpg

28.media.tumblr.com/tumblr_luqc9zjYU31r3sn0vo1_500.png

É isso ae amigos, canibalismo. Existem relatos de adultos comendo crianças, de crianças matando adultos.

Isso ae é socialismo. Uma desgraça, malditos intelectuais retardados.

Responder
Dalton C. Rocha 27/12/2012 22:09:56

Mais de 70% do Brasil são terras do estado, como as terras indígenas, quilombolas, áreas de preservação ambiental, etc. Em Roraima mais de 96% das terras são estatais. Na Amazônia legal, que representa cerca da metade do Brasil, numa terra particular no mínimo 80% são de cultivo ou uso econômico de qualquer tipo, algo fora da lei ambiental. É socialismo devidamente rebatizado de ecologismo, direitos dos índios,etc.
A solução? O site www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/13719-band-aid-para-cancer.html tem escrito estas palavras:
"Desestatize-se a economia, não a palhaçada tucana da privataria, iniciando pela Petrobrás, Banco do Brasil, Caixa Econômica, e a extinção do BNDES. Reduzam o funcionalismo público a 10%, retirem o Estado da educação, deixem os indivíduos decidirem suas vidas, e os sintomas desaparecerão. Mas como, se (parafraseando Armando Ribas que diz que en Argentina los antiperonistas son más peronistas que Perón) no Brasil os 'liberais' são mais socialistas do que Marx?"
**************************************************************
Eu sou engenheiro agrônomo, solteiro, 42 anos. Eu procuro trabalho, na área do agronegócio. Não faço questão de carteira assinada para ir trabalhar, no agronegócio seja em trabalho de campo ou em empresa agrícola. Caso tenha conhecimento de alguma oportunidade de trabalho para mim, sua ou de outrem, na área do agronegócio, comércio internacional, vendas de insumos agrícolas ou áreas similares de trabalho, eu lhe peço para me mandar resposta, para meu e-mail que é este mesmo que eu estou usando ( daltonagre@uol.com.br ) .
Para mim, tanto faz se o trabalho seja em campo ou não. O que fato me importa é trabalhar, na área do agronegócio.

Responder
anônimo 27/12/2012 23:39:47

off topic
Tem algum artigo por aqui que fale daquela conversa que os professores de história vivem falando, de que a america latina se ferrou e a america do norte ficou rica, porque uma era colônia de exploração e a outra de povoamento?

Responder
Pedro 28/12/2012 07:51:19

O socialismo acabou. Mas tem gente que ainda não entendeu isso e vive como se estivessemos em plena guerra fria, caso das olavetes. Essa gente é paranóica e cheia de teorias da conspiração. Acham que estão combatendo a iminente ameça vermelha simbolizada, no caso das olavetes, pelo Foro de São Paulo, quando, na verdade, estão guerreando contra um espantalho, um cachorro morto. Entendam crianças: socialismo não existe mais, findou, morreu, sofreu cheque mate. Mas no fundo essa gente gosta de acreditar que ainda existe o perigo vermelho, pois combater o socialismo é a razão da vida delas e se sentem como heróis.

Responder
Malthus 28/12/2012 10:51:35

Não, o socialismo não acabou. Muito pelo contrário: ele nunca esteve tão em vigor desde a queda do Muro de Berlim. Acho que você precisa se informar melhor sobre o que realmente é o socialismo:

O que é realmente o socialismo e qual o seu maior problema

Responder
anônimo 28/12/2012 11:08:22

Entendam 'crianças'? Entenda você o que é socialismo antes de falar besteira.

Responder
Andrce Canine 28/12/2012 12:19:17

Socialismo acabou?

paraquedista detected. Procure ao menos ler alguns artigos do site antes de postar absurdos.

Responder
Renato Souza 30/12/2012 20:58:19

Pedro

O Holodor foi tão terrivel quanto o Holocausto. Se o socialismo tivesse acabado, haveriam centenas de filmes, livros documentários, falando sobre o Holodor, seria tema escolar, aqueles que o negassem cairiam no ridículo e seriam vistos como pessoas horríveis.

Se o socialismo tivesse acabado, não seria exceção, mas a regra, que professores ensinassem sobre os crimes da URSS, da China, e de todos os paises marxistas. Se o socialismo tivesse acabado, antigos guerrilheiros esquerdistas não seriam insençados como "combatentes da liberdade". Se o socialismo tivesse acabado, Che Guevara seria execrado, e não louvado. Se o socialismo tivesse acabado, os antigos donos da KGB não seriam os donos das empresas russas. Se o socialismo tivesse acabado, conceitos marxistas ou marxistas-culturais não seria usados dia e noite para justificar todo tipo de violência e atentado contra os direitos fundamentais. Se o socialismo tivesse acabado, nossos filhos não seriam obrigados a ouvir do jardim da infância à pós-graduação, louvores ao socialismo e execração da liberdade econômica e de opinião.

Se você entendesse que socialismo, mais do que sistema econômico, é um método de mentir para justificar a extrema injustiça e violência por parte do estado ou dos revolucionários, ou dos engenheiros sociais, então você perceberia que o socialismo não acabou, pelo contrário, está cada vez mais forte.

Responder
Andrce Canine 28/12/2012 11:44:22

Mais um artigo brilhante do Thomas Woods. Pra esfregar na cara dos comunistas/socialistas.

Responder
Típico Filósofo 30/12/2012 18:03:43

A terra possui um papel social. A tomada dos territórios da burguesia ucraniana foi uma medida mais que necessária.

Imagine a seguinte situação: Um governo socialista no Brasil decide realizar uma grande reforma agrária para eliminar o sofrimento daqueles saídos do campo. Entretanto, a burguesia fica no caminho pois deseja seguir com seu projeto de exploração e ganância. Para resolver tal problema, infelizmente eles terão de ser forçados a ceder o território em prol do bem comum.

Mandados aos campos coletivos(Feitos para alimentaram de forma científica o operariado urbano e manter a sociedade funcionando), esses burgueses, ainda autoritários devido à alienação que impuseram aos ex-funcionários(Enganados pela propaganda da propriedade), dificultam seu funcionamento: Eles roubam os alimentos que deveriam ser do povo e os levam para casa, em um ato egoísta e monstruoso.

Em prol do bem comum, é preciso intervir. Infelizmente, o debate não foi o bastante e centenas de ucranianos morreram por isso. Eles não entenderam que a terra possui um valor social, logo, não deve pertencer a quem trabalha e produz nela, mas sim ao bem comum. O mercado é aleatório e os indivíduos que trabalham para satisfazer demandas, na verdade, não fazem a menor ideia de como produzirem.

É como Marx diria: O capitalismo nos enlouqueceu a tal ponto que para termos algo, precisamos ter posse dele. Ou Rousseau: O primeiro homem perverso foi aquele que utilizou a palavra "Meu". Mais perverso ainda quem aceitou.

Responder
Renato Souza 31/12/2012 18:37:22

Típico Filósofo


Se você está fazendo piada, foi genial.


Se está falando sério, tome os seus remédios e procure ajuda médica. Os elefantes cor de rosa voadores que você talvez esteja vendo, não são reais.

Responder
Renato 30/12/2012 20:22:16

Uma vez conversando com um comunista, eu dei a seguinte ideia para ele:

Por que vocês comunistas não aproveitam a economia de livre mercado para criar as suas próprias "empresas igualitárias"?

Por exemplo:

Vamos supor que vocês comunistas resolvam juntos abrir uma empresa automobilística. Com o lucro que a empresa adquirisse durante o mês, seria repartido de forma igual para todos dentro dessa empresa; desde os projetistas, até os faxineiros.

Disse também que já que os comunistas se preocupam muito com os pobres, poderiam dar empregos para as pessoas de baixa renda,...das favelas. Como muitas dessas pessoas não tem instrução, vocês "comunistas humanitários", podem pagar cursos (já que o lucro seria repartido de forma igual) para que essas pobres pessoas possam ser instruídas nas várias funções dessa "empresa igualitária" automobilística.

Isso valeria para todas as "empresa igualitárias" da área industrial.

Falei que essa ideia também serviria para a agricultura. Os "comunistas bonzinhos" criariam fazendas coletivas de trabalhadores rurais usando o próprio livre mercado. Para as pessoas pobres sem instrução da zona rural, poderia usar o mesmo método das "empresas igualitárias" industriais: pagar cursos de instrução para cada área da fazenda coletiva. O lucro também seria repartido de forma igualitária para todos.

Disse para esse comunista que eles criariam "empresas igualitárias" em uma economia de livre mercado.

No fim disse para ele que o livre mercado é tão bom que até criar empresas baseadas nas ideias marxistas-leninistas é possível (ou não).

O mais engraçado é que ele não me respondeu nada.

Responder
Angelo Viacava 31/12/2012 09:20:13

Pô, Renato. Tá de sacanagem. Exigir trabalho, dedicação, produtividade e outros "pecados" capitalistas dos tadinhos dos comunistinhas? És cruel demais.
Imagine-se um comunista tendo de agradar alguém que queira comprar algo que ele produziu. A força física e psíquica necessárias a fim de formar um sorriso espontâneo no rosto depois de uma troca voluntária bem sucedida, sem nenhuma intervenção estatal para o bem comum. Isto é impossível axiomaticamente.
Em época de "Comissão da Verdade", cuidado para não ser acusado de tortura.

Responder
Alexandre 31/12/2012 10:38:05

Os proletariados (marxistas/comunistas) como o seu amigo odeiam a palavra "lucro". Para eles isso é o mal do mundo. Eles desejam que o governo socialista tome conta de tudo, e que os bens materiais e alimentos surjam 'espontaneamente' das propriedades coletivas.

Responder
Renato 31/12/2012 18:13:34

Angelo Viacava, o mais incrível é que o dito comunista não respondeu sobre o que escrevi para ele!

Eu acho que ele levou minha ideia a sério!

É uma verdade: Pedir para comunista trabalhar é a mesma coisa que acreditar em coelhinho da páscoa.

O que mais me surpreendeu é que ele não falou nada. Ele ficou quieto.

Responder
Lucas Farah 31/12/2012 19:02:22

Não. Não é. O livre mercado tem como principal objetivo o LUCRO, que de acordo com Marx resulta da mais valia que é a parte do trabalho explorada pelo patrão. Sendo assim o livre mercado torna inviável sua proposta. Numa economia de livre mercado o objetivo é que o lucro seja sempre maior para se manter. Numa economia de estado o lucro é secundário e os esforços economicos são aplicados de forma a prover melhores condições de vida para a MAIORIA da população, no livre mercado apenas uma minoria se beneficia do trabalho(exploração) do proletário.
Concluindo: sua ideia de comunismo está totalmente equivocada

Responder
Leandro 31/12/2012 19:37:57

Funciona assim apenas em seu fantástico mundo onírico. Nem na teoria, nem muito menos na prática, tal fenômeno ocorreu.

Deixando de lado aqui as consequências práticas inevitáveis do comunismo -- confisco de propriedade e homicídio em massa --, eis resumidamente o motivo por que é impossível o comunismo alcançar "esforços econômicos [...] de forma a prover melhores condições de vida para a MAIORIA da população"

O comunismo é um sistema em que a propriedade dos meios de produção (por exemplo, das fábricas) é comunal. Isso, por definição, impede a existência de mercados para bens de capital (por exemplo, máquinas). Se não há propriedade privada sobre os meios de produção, não há um genuíno mercado entre eles. Se não há um mercado entre eles, é impossível haver a formação de preços legítimos. Se não há preços, é impossível fazer qualquer cálculo de preços. E sem esse cálculo de preços, é impossível haver qualquer racionalidade econômica -- o que significa que uma economia planejada é, paradoxalmente, impossível de ser planejada.

Sem preços, não há cálculo de lucros e prejuízos, e consequentemente não há como direcionar o uso de bens da capital para atender às mais urgentes demandas dos consumidores da maneira menos dispendiosa possível. Logo, é impossível uma economia sem propriedade privada "prover melhores condições de vida para a maioria da população". Isso não é ideologia; isso é ciência econômica.

Em contraste, a propriedade privada sobre o capital e a liberdade de trocas resultam na formação de preços (bem como salários e juros), os quais refletem as preferências dos consumidores e permitem que o capital seja direcionado para as aplicações mais urgentes, ao mesmo tempo em que o julgamento empreendedorial tem de lidar constantemente com as contínuas mudanças nos desejos dos consumidores. O socialismo, um sistema que na prática requer um estado totalitário, não é uma opção viável ao capitalismo. Qualquer passo rumo ao socialismo é um passo rumo à irracionalidade econômica.

Deixe de panfletarismo e de crença em fantasias e vá estudar coisas sérias.

Abraço!

P.S.: Mais-valia? Exploração? O que é isso?

A teoria marxista da exploração e a realidade

Responder
Miqueias 02/09/2013 02:08:05

Em um genuíno livre mercado, o lucro de um empreendedor é um sinal de que ele está justamente provendo melhores condições de vida para as pessoas. As pessoas que tem muito lucro, sem precisar da ajuda do governo, deveriam ser admiradas por todos, pois são elas que estão fornecendo aos outros as coisas que eles necessitam.

Responder
Anonimo 31/12/2012 19:42:16

Não se assuste,mais não duvide que exista empresa assim.
Ja testemunhei algo parecido,se da lucro ja não sei te dizer.

Responder
Marcos 31/12/2012 19:33:37

Esse episódio sozinho já é motivo para colocar o comunismo ao lado do nazismo. É uma verdadeira aberração que hoje se fale de comunismo abertamente, enquanto se reprime qualquer apologia ao nazismo. E o pior: não se ensina sobre o homolodor nas escolas. Lembro bem da minha época da escola. O meu professor de história, um vagabundo mentiroso, era capaz de perder várias aulas falando dos males da igreja e do capitalismo. Mas não se dignou a perder um mísero minuto falando sobre o que aconteceu na Ucrânia.

Responder
Leonardo Couto 01/09/2013 23:02:33


Alguns desses comunistas assumem uma posição de negação que poucos que requer um estômago que poucos conseguem ter.

Negam teimosamente a realidade.

Responder
Wallace Raposo 27/12/2013 13:26:28

Terminei o Ensino Médio em 1996, e NENHUM professor de História mencionou tal evento histórico.Triste isso.Inclusive, no Ensino Fundamental, uma professora se orgulhava de exibir uma estrelinha do PT na lapela.

Responder
Ronilson 27/12/2013 17:32:05

Terminei em 1994 e os professores de História falavam do comunismo de forma tão romântica que eu cheguei até a acreditar neles! O vermelho era a cor preferida deles nas camisas que vestiam e andavam com o Mário Schmidt debaixo do braço para demonizar o capitalismo. Bem se vê, que a doutrinação não é de hoje! À medida que fui descobrindo o que eles ocultavam, vomitei todo o meu ensino médio na área de História e me livrei desse mal!

Responder
Geraldo 05/02/2016 15:44:56

Eu terminei o ensino médio em 2002 (há menos tempo que vcs), e até então nunca tinha ouvido falar do Holodomor. Só fiquei sabendo desse episódio da história tão trágico quanto o Holocausto quando, numa das minhas andanças pela Web, me deparei com um artigo na Wikipédia em inglês sobre ele. Não me lembro quando foi, mas eu já estava na faculdade.

Responder
ricardo 27/12/2013 15:03:23

Vejam o que está disponível no Blog da Dilma:

www.blogdadilma.com/features/337-contra-a-imbecilidade-do-atual-anticomunismo

Responder
ANDRE LUIS 27/12/2013 19:09:13

"(Até mesmo o Pravda noticiou um incidente no qual uma mulher ucraniana tentou bloquear a passagem de tratores que estavam chegando para começar a trabalhar nas fazendas coletivizadas; a mulher gritara "O governo soviético está recriando a escravidão!")."

O que me impressiona é a fé dos liberais em acreditar que, da mesma árvore, possam nascer frutos tão diferentes.

Marxismo é escravidão. É fácil entender isso, não necessita grandes explicações. No livro de Blaine Harden "Fuga do campo 14", está bem retratado o cotidiano de um prisioneiro norte coreano em campos de trabalho forçado. Não consigo entender qual o tipo de fé que move certas pessoas em imaginar que hoje em dia, mesmo estando em vigência um regime exatamente igual ao de Stalin, não se estejam praticando o mesmo tipo de escravidão, tão comum em diversos lugares do mundo desde o início do século passado até hoje!

A diferença reside apenas no fato de que, naquela época, havia ainda algum veículo de imprensa que noticiava o fato.

Façam uma experiência. Levantem a hipótese de que ainda exista trabalho escravo na China ou Coreia do Norte. Imediatamente acenderá uma luz amarela pavloviana na mente dos liberais (mercantilista, mercantilista). Preparem-se para um sermão teórico já na ponta da língua, iniciado pela diferença de produtividade entre um escravo e um homem livre (ignorando que MUITA gente produzindo pouco tem como resultado MUITA coisa produzida) e finalizando ao explicar, por A+B, que protecionismo mercantilista não resolve o problema e ainda gera outros piores (apenas depois disso a luz amarela se apaga).

Levantem a sugestão, por exemplo, de que as empresas brasileiras possam passar a importar profissionais de Cuba, pagando salários diretamente aos Castro, a exemplo dos médicos. Em nome do livre mercado, por que não se derruba logo o protecionismo nacional da oferta de mão de obra? Se vale para produtos, por que não valeria também para mão de obra? Que tal uns norte-coreanos bem baratinhos? Todos virão voluntariamente. Pergunte a eles se não querem receber, por exemplo, 40 dólares por mês! Vai ter fila!

Isto não é justo! Diriam alguns. Então que tal impedir que busquem algo melhor para suas vidas, e continuem vivendo na ditadura abjeta na qual nasceram. Proibi-los de vir é o meio mais fácil de condená-los a morrer nela.

Convido-os a refletir nisso, principalmente apontando as falhas de raciocínio. Grato








Responder
Magno 27/12/2013 19:39:25

Prezado André Luís, não entendi nada do seu (confuso) comentário. Você está dizendo que liberais discordam que haja trabalho escravo em Cuba e na Coreia do Norte? De que diabos você está falando?

Responder
ANDRE LUIS 27/12/2013 20:05:47

Sim Magno, ainda não encontrei nenhum que confesse isso. Se conhecer algum me avise. Renderia um bom papo!

Responder
Magno 27/12/2013 20:47:26

Acabou de encontrar. E posso lhe jurar que há muito mais de onde este saiu (a julgar pela opinião de todos os outros liberais que conheço).

Responder
anônimo 27/12/2013 20:58:03

André Luis, você deve ter caído de paraquedas direto dos EUA. Lá, o que eles chamam de liberais, são os social-democratas daqui ( psdb-pt ). O que chamamos de liberais por aqui, lá são os conservadores, republicanos tradicionais ( não neo-cons ) e libertários.

Responder
anônimo 27/12/2013 20:26:45

(...)Convido-os a refletir nisso, principalmente apontando as falhas de raciocínio. Grato(...)

Certo.

(...)O que me impressiona é a fé dos liberais em acreditar que, da mesma árvore, possam nascer frutos tão diferentes. (...)

Esta frase não tem sentido nenhum. Que árvore? O livre mercado? Por acaso o livre mercado é responsável pelo comunismo?

(...)Marxismo é escravidão.(...)

Ninguém discorda disto. Ainda mais neste site, o principal demolidor das idéias socialistas no Brasil.]

(...)na mente dos liberais (mercantilista, mercantilista)(...)

Você associa mercantilismo com liberalismo? Estude, meu caro. Só sendo muito ignaro para fazer uma associação destas.

(...)Em nome do livre mercado, por que não se derruba logo o protecionismo nacional da oferta de mão de obra? (...)

Você realmente acha que seria livre-mercado este arranjo de escravidão?

Meu caro, estude, estude e estude. Você não tem a menor idéia do que é livre-mercado, liberalismo clássico e mercantilismo. Sorte sua que você veio ao lugar certo para aprender sobre estes assuntos.

Comece por aqui:

Dez lições de economia austríaca para iniciantes
www.mises.org.br/Article.aspx?id=1397

Responder
ANDRE LUIS 27/12/2013 21:25:14

Ok Magno. Já que é assim, qual o seu conceito de livre mercado? Vc defenderia que, sob a bandeira do livre mercado, alguém possa comprar um produto fabricado por escravos? Na sua opinião, defender a comercialização de tais produtos não estaria justamente fomentando, na prática, o contrário do que o livre mercado defende (a liberdade)?

Anônimo,

(...)O que me impressiona é a fé dos liberais em acreditar que, da mesma árvore, possam nascer frutos tão diferentes. (...)

Arvore - Marxismo

(...)na mente dos liberais (mercantilista, mercantilista)(...)

Você associa mercantilismo com liberalismo? Estude, meu caro. Só sendo muito ignaro para fazer uma associação destas.

A luz amarela significa um sinal de que o oponente é um mercantilista.

(...)Em nome do livre mercado, por que não se derruba logo o protecionismo nacional da oferta de mão de obra? (...)

Você realmente acha que seria livre-mercado este arranjo de escravidão?

Posso supor que vc não identifique este arranjo como livre mercado, certo? O escravo não pode melhorar de vida, isto seria fomentar a escravidão, mas mantê-lo perpetuamente escravo, pagando ao seu feitor pelos produtos que ele produz pode... É um raciocínio estranho.




Responder
Magno 27/12/2013 22:04:43

"Já que é assim, qual o seu conceito de livre mercado?"

Idêntico ao explicado neste artigo, sem tirar nem pôr.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=417

"Vc defenderia que, sob a bandeira do livre mercado, alguém possa comprar um produto fabricado por escravos?"

Escravo é aquele que trabalha forçadamente, contra a sua vontade, sem liberdade de se demitir, e sem receber remuneração. Desconheço um país minimamente capitalista que pratique isso. E mesmo se algum país de fato praticasse a escravidão, a qualidade dos produtos seria tão lateinária, que dificilmente haveria mercado para ele. Ou você por acaso compra produtos norte-coreanos?

Você simplesmente inventou um espantalho e o atacou. Postura intelectualmente inócua.

No entanto, como sou adepto do bom debate, vou facilitar as coisas para você: vou aceitar as suas premissas irreais. Vamos supor que de fato haja um país capitalista que pratique a escravidão e que exporte seus produtos. Eu compraria? Muito provavelmente não, pois deploro a escravidão (se eu apoiasse, seria comunista). Mais ainda: faria propaganda contra e tentaria -- pacificamente! -- convencer as pessoas a não comprar tais produtos.

Mas nem me preocupo com isso, pois entendo de economia o bastante para saber que a qualidade de tal produto seria um lixo e não teria mercado nenhum.

"Na sua opinião, defender a comercialização de tais produtos não estaria justamente fomentando, na prática, o contrário do que o livre mercado defende (a liberdade)?"

Acabei de explicar acima.

Responder
ANDRE LUIS 28/12/2013 00:03:08

Olá Magno,

"Escravo é aquele que trabalha forçadamente, contra a sua vontade, sem liberdade de se demitir, e sem receber remuneração."

Se vc entende como escravo apenas quem trabalha sem NENHUMA remuneração, então não considera escravo o cubano recebe 20 dólares por mês. Eu entendo que este homem É um escravo, pois está preso a uma realidade a ele imposta, da qual não pode fisicamente se livrar.

"Desconheço um país minimamente capitalista que pratique isso."

Prefiro deixar as denominações (capitalista, socialista) de lado por enquanto, principalmente quando entramos no escorregadio conceito de graus de capitalismo/socialismo.

"E mesmo se algum país de fato praticasse a escravidão, a qualidade dos produtos seria tão lateinária, que dificilmente haveria mercado para ele. Ou você por acaso compra produtos norte-coreanos?"

Isto é uma suposição, meu caro. Fruto de uma visão rígida de escravidão que ignora a realidade.

Num país em que não haja mercado interno, que o Estado seja oficialmente o único fornecedor de bens e serviços, e que tenha as fronteiras fechadas, o indivíduo pode trabalhar com afinco e dar o melhor de si em troca de um punhado a mais de ração no final do dia, por exemplo (comparado a seus concidadãos, ele torna-se rico desta forma).

Sua realidade lhe impõe um senso de proporções bem peculiar.

O que vc acha do cubano com os seus 20 dólares mensais? E se ele ganhasse um aumento de até 10 dólares por produtividade (pulando, digamos da classe média para a classe média-alta), vc acha que ele não iria trabalhar feito louco, dando o melhor de si?

Agora pense no seu feitor (seja ele o governo ou, mais provavelmente, alguma empresa parceira do governo). Pense no quão lucrativo é este arranjo para o governo, para a empresa, e por que não para o consumidor. Nesta modalidade de escravidão moderna, todos ganham às custas dos cidadãos prisioneiros.

"Você simplesmente inventou um espantalho e o atacou. Postura intelectualmente inócua."

Poderia ser mais específico por favor? Onde estaria o espantalho?

"Vamos supor que de fato haja um país capitalista que pratique a escravidão e que exporte seus produtos. Eu compraria? Muito provavelmente não, pois deploro a escravidão (se eu apoiasse, seria comunista). Mais ainda: faria propaganda contra e tentaria -- pacificamente! -- convencer as pessoas a não comprar tais produtos."

Percebo que vc é uma pessoa boa. Só falta rever seus conceitos sobre escravidão.



Responder
anônimo 28/12/2013 12:01:11

Discutir com certos "conservadores" é que nem jogar xadrez com um pombo. Ele defeca no tabuleiro, derruba as peças e estufa o peito cantando vitória.

André Luis, chega a ser patético a maneira como você age como se fosse dono de uma moral superior, e no entanto, não domina sequer conceitos básicos.

Escravos não são produtivos. Isto é lei econômica, não suposição. Uma economia baseada na escravidão não tem condições de competir com uma economia livre. Claro, estou falando na escravidão genuína, não na sua opinião de que quem ganha 100 dólares por mês na Ásia, mas é livre para trocar de emprego e de país a hora que quiser é escravo.

Uma dica, estude um pouco antes de falar. Você está passando vergonha cada vez que abre a boca. Ler, de fato, os artigos indicados seria um excelente início e um sinal de boa vontade sua, afinal, tudo o que você está "argumentando" e achando que está dando o golpe final na "fraca" teoria que defendemos já foi extensamente explicado e refutado na literatura indicada. Ignorar a literatura sugerida apenas mostra que você não tem interesse genuíno em debater, apenas quer aparecer.

Ps. Boa parte dos comentaristas aqui deste site já foram conservadores. Mas decidiram estudar um pouco, e acabaram virando libertários. Quem sabe isto não lhe acenda uma luz?

Responder
ANDRE LUIS 28/12/2013 10:13:00

A função da linguagem é representar conceitos. A palavra "escravidão" remete exatamente ao conceito que vc descreveu, pois é assim que raciocinamos desde criancinhas.

O conceito que trago aqui não possui todos os elementos que remetem à escravidão, digamos, clássica. Ele difere em alguns pontos, mas convido-o a fazer um esforço de reflexão no intuito de trazer este conceito engessado para mais próximo da realidade.

Veja bem, a falta de uma palavra no vocabulário não pode apagar a existência de determinado conceito. Diria que é nosso dever procurar libertar-nos disso, seja flexibilizando um conceito semelhante, ou mesmo designando novo termo que o represente. Só assim a língua avança.

Dito isso, entremos no conceito em questão. Ele possui quase todas as características da escravidão clássica, porém difere em um ponto chave, a remuneração.

Tomemos como exemplo um cidadão médio cubano. Antes de mais nada, ele é um prisioneiro. Ele, e todos os seus concidadãos estão condenados a viver e morrer dentro daquela realidade. Ele só conhece aquilo e mais nada. A maneira pela qual enxerga sua própria condição, seu senso das proporções, tudo é determinado dentro desta realidade.

Digamos que a renda média dos seus concidadãos seja de 20 dólares mês, e que esta seja a sua renda. Vamos supor que, em determinado momento, uma empresa de sapatos resolva se instalar na ilha, e o governo o designe para nela passar a trabalhar. a empresa possui um sistema de ganho por produtividade de, digamos, até 50% do salário, podendo este passar de 20 para 30 dólares. Seria a sua chance de se alimentar melhor, cuidar melhor de seus filhos, enfim, melhorar de vida.

Ora, é claro que este homem iria dar o seu melhor no trabalho. Estes 10 dólares seriam sua fonte inesgotável de motivação. Ele recebe remuneração pelo seu trabalho - Sim. Ele é um escravo - A meu ver, sim.

A situação destas pessoas não chega ao conhecimento de ninguém, a meu ver, principalmente pelo fato de não haver uma palavra que a defina. Ao descrevê-lo como escravo, a primeira reação é justamente a que vc manifestou - Não, pois escravo trabalha de graça.

Seus argumentos, portanto, são baseados numa visão engessada de escravidão. Convido-o a se libertar do conceito aprendido no ginásio e adequá-lo à realidade.

Responder
anônimo 28/12/2013 16:35:54

André Luis,

A definição de escravidão não tem a ver com quanto o escravo ganha, e sim, se ele é livre para ficar com os frutos de seu trabalho e para viver como bem entender. Se você não concorda com esta definição, escreva seu próprio dicionário, ou crie seu próprio idioma.

Ps. sua história sobre o escravo cubano não fez sentido algum, por acaso alguém aqui disse que ele deixaria de ser escravo por trabalhar numa fábrica? Parece que você criou um espantalho, chamou de liberalismo econômico, e veio aqui decidido a atacá-lo...

Responder
Magno 28/12/2013 11:28:14

"Se vc entende como escravo apenas quem trabalha sem NENHUMA remuneração, então não considera escravo o cubano recebe 20 dólares por mês. Eu entendo que este homem É um escravo, pois está preso a uma realidade a ele imposta, da qual não pode fisicamente se livrar."

Acabei de escrever lá em cima que cubanos são escravos porque se trata de um regime que, além de não reconhecer a propriedade privada, não dá a seus habitantes nem a liberdade de escolha e nem a liberdade de renúncia. Por favor, não venha para cima de mim com este manjadíssimo truque de ignorar algo que foi dito apenas para me obrigar a repetir tudo novamente. Conheço bem como tudo funciona. É apenas uma tática para cansar o interlocutor, fazê-lo desistir e assim declarar vitória por W.O. Trata-se de uma postura que diz bastante sobre sua honestidade intelectual e apenas serve para lhe deixar a descoberto

"Isto é uma suposição, meu caro. Fruto de uma visão rígida de escravidão que ignora a realidade. Num país em que não haja mercado interno, que o Estado seja oficialmente o único fornecedor de bens e serviços, e que tenha as fronteiras fechadas, o indivíduo pode trabalhar com afinco e dar o melhor de si em troca de um punhado a mais de ração no final do dia, por exemplo (comparado a seus concidadãos, ele torna-se rico desta forma)."

Não, cidadão, não é nenhuma suposição minha dizer que se algum país de fato praticasse a escravidão, a qualidade dos produtos seria latrinária. Isso é pura teoria econômica. No entanto, se você discorda, então cabe a você explicar como dar-se-ia o milagre de uma mão-de-obra escrava produzir produtos de alta qualidade.

"Sua realidade lhe impõe um senso de proporções bem peculiar. O que vc acha do cubano com os seus 20 dólares mensais? E se ele ganhasse um aumento de até 10 dólares por produtividade (pulando, digamos da classe média para a classe média-alta), vc acha que ele não iria trabalhar feito louco, dando o melhor de si?"

Pela terceira vez (o que me cansa bastante): cubanos são escravos. Quanto à produtividade, de novo: explique-me como um cubano irá produzir bens de alta qualidade se ele nem sequer dispõe de bens de capital para isso. Acho que você vive em uma realidade paralela.

"Agora pense no seu feitor (seja ele o governo ou, mais provavelmente, alguma empresa parceira do governo). Pense no quão lucrativo é este arranjo para o governo, para a empresa, e por que não para o consumidor. Nesta modalidade de escravidão moderna, todos ganham às custas dos cidadãos prisioneiros."

Isso se chama mercantilismo. Milhares de artigos neste site sobre isso.

Por hoje é só. Não quero ficar dando aulas gratuitamente num fim de semana.

Responder
ANDRE LUIS 29/12/2013 07:05:13

Caros Anonimo e Magno, Ao concordarmos sobre o termo escravo, agora podemos avançar um pouco com o nosso papo.

Gostaria de manter o foco da questão levantada no início.

" Em nome do livre mercado, por que não se derruba logo o protecionismo nacional da oferta de mão de obra? Se vale para produtos, por que não valeria também para mão de obra? Que tal uns norte-coreanos bem baratinhos? Todos virão voluntariamente. Pergunte a eles se não querem receber, por exemplo, 40 dólares por mês! Vai ter fila!

Isto não é justo! Diriam alguns. Então que tal impedir que busquem algo melhor para suas vidas, e continuem vivendo na ditadura abjeta na qual nasceram. Proibi-los de vir é o meio mais fácil de condená-los a morrer nela."









Responder
anônimo 01/01/2014 13:08:58

"Em nome do livre mercado, por que não se derruba logo o protecionismo nacional da oferta de mão de obra?"

Não pergunte a nós, pergunte aos socialistas ( seguindo a definição hoppeana ) que estão no governo. Nós acreditamos que os seres humanos são iguais, e todos têm direito de buscar melhor condições de vida, seja no lugar que for.

"Que tal uns norte-coreanos bem baratinhos?"

O que isso tem a ver? Você está achando que se imigrantes vêm procurar trabalho, eles estão sendo comprados? Se você se refere ao custo da mão de obra, não se preocupe, os socialistas do poder inventaram algo chamado salário mínimo, que impede quem quer trabalhar de arranjar emprego.

"Todos virão voluntariamente."

Se o tirano que governa por lá fosse removido, com certeza absoluta a Coréia do Sul e a China seriam invadidas por gente ávida a trabalhar. Você acha isto ruim? Por quê você acha que eles têm que ficar na região geográfica onde nasceram para serem explorados e oprimidos?

Seu texto está confuso, não está claro onde você é irônico ou você é sério. Vou resumir: protecionismo de qualquer tipo só prejudica a economia. Isto não é ideologia, isto é fato constatato tanto empiricamente quanto dedutivamente. Todos os países que abriram suas fronteiras melhoraram suas condições econômicas. Além do mais, barreiras entre países são discriminatórias, pois fazem um grupo de pessoas que vive em um lugar se julgarem superiores a outro grupo que vive em outro lugar. O nacionalismo já matou muito mais de 100 milhões de pessoas no séc. XX, por quê defender este arranjo genocida?

Ps. Quando digo economia, não me refero a valores sem sentido como PIB ou crescimento econômico. Falo em qualidade de vida da população e poder de compra. OS valores que o governo define para descrever a situação econômica de um país quase nunca refletem a realidade, e simplesmente não faz sentido usá-los, exceto se for para apontar absurdos e tendências ideológicas de quem os manipula.

Responder
ANDRE LUIS 02/01/2014 15:32:53

Caro Anônimo,

Entenda que todos nós somos a favor do que é belo e justo. Igualmente também repudiamos o que é feio e injusto.

O problema é que regimes ditatoriais, fontes das mais horrendas injustiças, persistem apesar do nosso total repúdio! E apenas pelo fato de existirem, acabam gerando dilemas morais tais como os que eu levantei aqui.

O fato de não concordarmos com as injustiças não as faz sumir do mapa! Precisamos lidar com elas, tomar uma posição.

Em um de seus comentários, o Magno esboçou uma posição:

"Vamos supor que de fato haja um país capitalista que pratique a escravidão e que exporte seus produtos. Eu compraria? Muito provavelmente não, pois deploro a escravidão (se eu apoiasse, seria comunista). Mais ainda: faria propaganda contra e tentaria -- pacificamente! -- convencer as pessoas a não comprar tais produtos."

Isto é uma tomada de posição. Se vai funcionar ou não (no sentido de trazer liberdade ao escravizado, ou impedir que a escravidão contamine o país comprador) já é outra questão, a qual deve sim ser debatida.

Imagine um comunista, ao se eximir dos crimes cometidos em nome da sua ideologia, se saisse com essa: "Seria um paraíso na terra se todos seguissem minha teoria. Se na prática houve morte e destruição, isso não me afeta."

Isso não te soa familiar quando afirma:

"Não pergunte a nós, pergunte aos socialistas ( seguindo a definição hoppeana ) que estão no governo. Nós acreditamos que os seres humanos são iguais, e todos têm direito de buscar melhor condições de vida, seja no lugar que for."

...Ou isso:

"Se o tirano que governa por lá fosse removido, com certeza absoluta a Coréia do Sul e a China seriam invadidas por gente ávida a trabalhar. Você acha isto ruim? Por quê você acha que eles têm que ficar na região geográfica onde nasceram para serem explorados e oprimidos?"

Eu também sei que, se não houvesse mais opressão e injustiça, tudo daria certo. Ocorre que, como afirmei antes, ela não vai desaparecer simplesmente porque não concordamos com ela.

A realidade está batendo a nossa porta, e a meu ver não dá mais para ficar se escondendo atrás da mais bela teoria.

Gostaria de vê-lo tomando uma posição sobre o monopólio nacional da oferta de mão de obra sem negar, no contexto, a existência de países totalitários, e de sua população de escravos. Convido também outros leitores a fazer o mesmo. Quem sabe o Leandro ou o Chiocca?

Um abraço a todos.





Responder
anônimo 02/01/2014 17:29:20

(...)Entenda que todos nós somos a favor do que é belo e justo. Igualmente também repudiamos o que é feio e injusto.(...)

Fale por você. Beleza é algo totalmente subjetivo. Justiça, só concordo com você se você estiver se referindo a justiça definida pelo direito natural.

(...)Imagine um comunista, ao se eximir dos crimes cometidos em nome da sua ideologia, se saisse com essa: "Seria um paraíso na terra se todos seguissem minha teoria. Se na prática houve morte e destruição, isso não me afeta."

Isso não te soa familiar quando afirma:

"Não pergunte a nós, pergunte aos socialistas ( seguindo a definição hoppeana ) que estão no governo. Nós acreditamos que os seres humanos são iguais, e todos têm direito de buscar melhor condições de vida, seja no lugar que for."

...Ou isso:

"Se o tirano que governa por lá fosse removido, com certeza absoluta a Coréia do Sul e a China seriam invadidas por gente ávida a trabalhar. Você acha isto ruim? Por quê você acha que eles têm que ficar na região geográfica onde nasceram para serem explorados e oprimidos?"(...)

Não, não soa familiar. Existe uma diferença abismal entre o que o comunismo teório promete e o que o realismo econômico entrega. O seu comunista prometeu, eu lhe entreguei a realidade.

(...)A realidade está batendo a nossa porta, e a meu ver não dá mais para ficar se escondendo atrás da mais bela teoria.(...)

Você precisa reforçar seus conhecimentos de teoria econômica. A sua pergunta já foi extensamente respondida. Você que, ao não está receber a resposta que esperava que nós lhe déssemos, age como se a mesma ainda pairasse no ar.

Nenhum economista austríaco vai concordar com monopólio, qualquer que este for. E todos vão defender a liberdade de cada um de procurar melhorar sua vida através dos meios que este encontrar, desde que estes meios não envolvam coerção.

Aí está sua resposta, sintetizada. Cabe a você destrinchar seus significados e implicações. O site do IMB conta com inúmeros artigos que podem lhe ajudar nesta tarefa.

Ps. Você se esquivou das minhas perguntas...

Responder
ANDRE LUIS 02/01/2014 21:28:01

Uma pergunta. Se tudo o que eu digo aqui já foi "extensamente respondido" e devidamente refutado, por que não aparece ninguém para responder objetivamente a uma simples questão:

" Em nome do livre mercado, por que não se derruba logo o monopólio nacional da oferta de mão de obra sem negar, no contexto, a existência de países totalitários, e de sua população de escravos?"

/////Deve-se ou não derrubar tal monopólio?\\\\\\\

Continuo no aguardo, um abraço a todos.

Responder
anônimo 02/01/2014 21:53:16

(...)anônimo 01/01/2014 13:08:58

"Em nome do livre mercado, por que não se derruba logo o protecionismo nacional da oferta de mão de obra?"

Não pergunte a nós, pergunte aos socialistas ( seguindo a definição hoppeana ) que estão no governo. Nós acreditamos que os seres humanos são iguais, e todos têm direito de buscar melhor condições de vida, seja no lugar que for.(...)

Se a minha resposta foi complexa demais para você entender, faço-a mais simples: vivemos num mundo onde aquele que promete mais coisas para a população é eleito para governante. O discurso emocional é muito mais forte do que o racional, para uma população economicamente ignorante. Ganha-se muito mais votos criando um conflito de classes artificial e fortalecendo o sentimento nacionalista do que admitindo que outros países são melhores em produzir certas coisas.

Por isso, não espere nunca que um governante de um país onde o voto é mais emocional do que racional vá tomar uma decisão altamente impopular como abrir o mercado para estrangeiros, mesmo com o fato facilmente constatável de que todos os países que abriram seus mercados obteram ganhos sociais e econômicos consideráveis no médio-longo prazo.

Como político só encherga 4 anos na sua frente, não espere que algum vá tomar uma decisão que leva 20 anos para trazer frutos. É muito mais fácil criar bolsas-esmola e liberar crédito fácil, que tem resultado praticamente imediato, e a conta fica para o próximo governo ( de preferência de oposição ).

Se fosse possível desenhar neste espaço, o faria. Como não é,

(...)Deve-se ou não derrubar tal monopólio?(...)

Sim, caramba! Deve-se permitir que qualquer pessoa de qualquer lugar vá trabalhar onde [b]ela[b/] quiser! Note o [b]ela[b/], e como isto exclui a idéia esdrúxula que você tem de que liberais apóiam a mão de obra escrava de Cuba.

Repito, caso você ainda não entendeu: abrir as fronteiras para mão de obra estrangeira não tem NADA a ver com concordar com mão de obra escrava!

Vou ficar na torcida para que você tenha entendido, finalmente.

Responder
Ricardo 02/01/2014 21:31:13

Cidadão, isso já foi respondido pelo anônimo lá em cima. Favor prestar atenção e parar de poluir o tópico.

Sim, como libertários, somos a favor da abertura irrestrita de fronteiras para a mão-de-obra de outros países. Isso (importação de mão-de-obra), aliás, nunca foi assunto controverso entre libertários. Não entendo seu espanto.

Responder
ANDRE LUIS 04/01/2014 02:54:11

Olá Ricardo, seja bem vindo.

Quero esclarecer minhas razões de estar aqui, dispondo do meu tempo para comentar neste site.

Antes de mais nada, considero este espaço um precioso laboratório das idéias liberais. Se com o tempo elas vierem exercer maior influência no mainstream, quero crer que pude deixar registrado a minha opinião no decorrer deste processo.

Pessoalmente me identifico grandemente com as idéias liberais. Estamos no mesmo time, de verdade. Quero ver as idéias liberais prosperando e (importante), servindo como um instrumento para a promoção real da liberdade. Dito de outro modo, ficaria absolutamente decepcionado se idéias liberais servissem de instrumento para o aumento da opressão, e o pior, de meios para a instauração de uma ditadura global.

Dito isso, e de volta ao assunto, segue o comentário do anônimo em resposta à pergunta:

" Em nome do livre mercado, por que não se derruba logo o monopólio nacional da oferta de mão de obra sem negar, no contexto, a existência de países totalitários, e de sua população de escravos?"

...

"Sim, caramba! Deve-se permitir que qualquer pessoa de qualquer lugar vá trabalhar onde [b]ela[b/] quiser! Note o [b]ela[b/], e como isto exclui a idéia esdrúxula que você tem de que liberais apóiam a mão de obra escrava de Cuba.

Repito, caso você ainda não entendeu: abrir as fronteiras para mão de obra estrangeira não tem NADA a ver com concordar com mão de obra escrava!"

...

Uma coisa, anônimo, é concordar com algo na teoria. É claro que não cabe escravidão na teoria liberal, disso todos sabemos. Sua segunda frase porém é emblemática:

"abrir as fronteiras para mão de obra estrangeira não tem NADA a ver com concordar com mão de obra escrava!"

(Lembre-se que estamos aqui tratando de mão de obra oriunda de países totalitários) Na teoria, não. MAS NA PRÁTICA SIM! É exatamente aqui onde quero chegar.

A aceitação da mão de obra oriunda de um país totalitário não se pode dar a revelia do Estado. O indivíduo é propriedade do Estado, portanto este dita as regras, e invariavelmente confisca a maior parte do valor pago (vide o caso dos médicos cubanos no Brasil).

Ao abrir as fronteiras, por exemplo, para receber cubanos que exerçam outras atividades (indústria, comércio, serviços), o Brasil não só estará compactuando com a exploração de mão de obra escrava, mas também fomentando-a.

Por outro lado, impedi-lo de vir tentar algo melhor para a sua vida, significa ajudar a eternizar a sua condição de escravo em seu país.

Perceba o dilema. Veja também como tudo é mais fácil na teoria, longe da realidade.
Você é a favor que de abram as fronteiras aos escravos. Eu discordo, apesar de entender que eles mereçam uma chance de se libertarem. Esta chance, no entanto, jamais poderia vir na forma de um financiamento ao carcereiro.

Seria bom ouvir a opinião de outros leitores. Fiquem a vontade.






Responder
FARLOS GARCIA 04/01/2014 09:58:47

Acho que entendi a sua dúvida, André Luis. Você quer saber como uma sociedade libertária agiria perante uma situação em que a mão de obra estrangeira viria de um país totalitário com um regime que exerça controle sobre essas pessoas. Vou tentar responder usando o exemplo que vc deu, o dos médicos cubanos. Você verá que o acordo firmado entre Brasil e Cuba não foge em NADA do estereótipo de ineficiência que o estado segue.

Em primeiro lugar, a abertura das fronteiras para mão de obra LIVRE estrangeira tem por principal benefício permitir ao país libertário contratar mão de obra barata. Por sua vez, os trabalhadores que aceitam este salario baixo (baixo pra os padrões do país libertário) o fazem pois a alternativa em seu país de origem é pior. Ou seja, o princípio das trocas voluntárias fica valendo.

Sendo assim, contratar uma cooperativa de funcionários não fere os princípios libertários. Mas sabemos também que o maior inimigo das cooperativas e dos sindicatos é exatamente o trabalhador liberal, que prefere ganhar seu salário sem descontos (a "parte do sindicato/cooperativa"), ou simplesmente por um salário menor, para garantir sua empregabilidade.


O que ocorreu com os medicos cubanos não ocorreria numa sociedade livre pelos seguintes motivos:
-Os gastos com os médicos cubanos não tem NADA de baixos. São gastos 10.000+benefícios (moradia, transporte, etc) por cubano, MAIS a "comissão" da OPAS. Qualquer empregador que converta tudo isso em salário liquido, vai ter mais sorte contratando profissionais liberais (sejam nativos ou extrangeiros).

-Em uma sociedade livre, a oferta de servicos médicos é privada, e portanto sujeita à livre concorrência, e dependente de lucros. O serviço médico privado que contratar 6000 empregados a salários exorbitantes e contratos de longa duração (o contrato do MM é de 3 anos) e conseguir se manter no mercado atendendo uma demanda de baixa renda tem que ser aplaudido de pé. Possível, mas improvável.

-No fim das contas, o que mais impossibilitaria o contrato de médicos estrangeiros (ou de qualquer trabalhador de outro ramo) nos moldes do MM, ou seja, recebendo salário "menos comissão", não seriam barreiras intrínsecas a este modelo, mas sim as alternativas que uma sociedade livre oferece.

Desnecessário dizer que uma sociedade livre é menos regulada, e portanto teria alta oferta de médicos pelo livre surgimento de faculdades privadas (bye bye, MEC) e sem necessidade de uma regulação central como ocorre com o Conselho Federal de Medicina (os médicos se uniriam espontaneamente em cooperativas para associar seus nomes a "selos de qualidade", que por sua vez poderiam concorrer entre si e com a os médicos sem associação alguma).
Como médico, pessoalmente, esta foi a etapa mais difícil de "engolir". Mas esse deve ser o espírito da livre concorrencia, a oferta de serviços de qualidade pelo menor preço possível. Adotej a postura do "quem tem medo do lobo mau?" e coloquei na minha cabeça que a única coisa que deve me garantir um alto salário é a qualidade do meu atendimento.

Quem tem medo da livre concorrência? Só os profissionais cujo atendimento seja equiparável a casas de palha.

Responder
anônimo 04/01/2014 11:46:34

(...)Na teoria, não. MAS NA PRÁTICA SIM! É exatamente aqui onde quero chegar.(...)

Não, meu caro. Você pega um caso emblemático ( Cuba ) e o extrapola para toda uma economia mundial. Querer fechar todo um mercado de trabalho à mão de obra estrangeira por que o governo contrata mão de obra junto a outro governo é querer amputar as duas pernas por causa de uma unha encravada. Não é muito mais racional querer que o governo pare de contratar escravos? Aliás, nenhum empresário vai querer contratar escravos. Hoje, com a disponibilidade da internet, você não acha que a imagem deste iria rapidamente ser destruída? Escravos são muito menos produtivos e tem muito menos habilidade técnica. Além do que, escravidão é crime, quando cometida pelo cidadão comum.

Existe um MUNDO de diferença entre as duas situações - escravidão praticada pelo governo e escravidão praticada pelos empresários. Você as coloca como se fossem consequências ou que seriam a regra.

(...)Você é a favor que de abram as fronteiras aos escravos.(...)

Existe uma diferença colossal em dizer que deve se abrir as fronteiras para trabalhadores livre e para escravos. Você, ao imputar a segunda situação para meu discurso, se enquadra em duas situações: ou está fazendo um tremendo exercício de má fé e desonestidade intelectual, ou padece de um caso extremo de dificuldade de entendimento lógico.

(...)jamais poderia vir na forma de um financiamento ao carcereiro.[/i](...)

Ninguém aqui defendeu isto em momento algum. O que foi defendindo é que o trabalhador livre venha, e o próprio receba diretamente o seu salário. Esqueça o contexto estatal, onde o próprio contrata trabalhadores. Ninguém aqui vai defender isto.

Sua ânsia em atribuir aos libertários e minarquistas o apoio aos escravos cubanos é tanta que impede você de raciocinar de maneira apropriada. E você quer que outros leitores venham participar do debate? Que tal VOCÊ começar a participar do debate?

Ps. Como eu disse acima, a escravidão só perdura se praticada pelo governo. Esta, mesmo descarada, é muito difícil de derrubar. Quando um empresário a pratica, ela é encerrada com uma rápida ligação para o 190.

Responder
Dalton C. Rocha 27/12/2013 20:08:13

O texto se esquece de lembrar, que boa parte dos grãos roubados dos cristãos ucranianos foi vendido à Alemanha, sendo tal negociata apoiada, mediante suborno, pelo corrupto chanceler e general alemão Kurt von Schleicher(1882 – 1934). E não foi pouca grana. Hitler tinha sob seu comando as SS e as SA, que tinham mais 700 mil homens, enquanto o exército alemão, sob o Tratado de Versalhes tinha efetivo limitado a 100 mil homens. Estes 700 mil homens do exército particular de Hitler, era maior que todo o efetivo das forças armadas dos Estados Unidos, naquela época.

Responder
Ricardo 27/12/2013 20:46:14

Beleza, Dalton. Só não entendi o que isso tem a ver com o artigo ou no que isso interfere com o artigo.

Responder
bruno d 28/12/2013 00:15:33

E o que não falta são os idotas úteis do Lenin, aqueles que ainda vão tirar voce da sua casa para um campo de concentração:


Preparem os estomagos!





Esse aqui é sobre a lealdade dos Ucranianos para com a URSS!!!!



E para finalizar o link do canal dele no Youtube:

www.youtube.com/user/Swordman85?feature=watch

Façam mal proveito!



Responder
Hay 03/01/2014 00:41:31

"O indivíduo acha que estatismo é a mesma coisa que esquerdismo...eu me perguntou se esse indivíduo alguma vez leu um livro

Aí ele cita autores de História e fala sobre concepções clássica de esquerda e direita. É o mesmo tipo de que fala "ai Stalin foi de direita". Eu me divirto porque esse tipo de babaca molda os termos "esquerda" e "direita" conforme a vontade do dia.

Aí a grande mula fala que a centralização do estado surgiu para "evitar as guerras entre os senhores feudais". Como se, depois disso, as guerras tivessem cessado. O cara é simplesmente inacreditável. Chega a falar que a centralização foi como uma imensa convenção de condomínio entre senhores feudais, que decidiram abrir mão do poder em prol da paz. Poxa, gênio, ainda bem que, depois disso, as guerras cessaram e ninguém mais morreu, né? Nossa, não houve nenhuma tomada violenta de poder e nenhuma guerra sangrenta entre estados, né, grande historiador?

Responder
bruno d 04/01/2014 16:45:17

Numa das respostas no seu Blog apaginavermelha.blogspot.com.br/2013/11/denuncia-paulista-anticomunista-e.html?m=1

O mais irônico é que ele denuncia ataques que ele chama de racista, ele como um stalinista não deveria se preocupar com isso, Stalin foi extremamente racista para com os judeus.
A famosa frase "acuse os do que você faz, xingue-os do que você é!" atribuída a Lenin , o autor da pagina o Cristiano Alves diz que essa frase nunca foi dita por Lenin pois nunca a leu em nenhum livro traduzido para o português de autoria dele. Como se isso por si só excluísse a possibilidade do Lenin nunca ter dito tal frase. Mas afinal, gostaria de saber, onde e quando essa frase foi dita e quem a escreveu. Se foi atribuída indiretamente por algum critico ou opositor do Lenin ou algum desertor bolchevique.

Responder
João 04/01/2014 21:23:55

Prefiro ser xingado a ser elogiado por um sociopata desses. Já sabemos do que um sujeito assim é capaz de fazer pelo ideal comunista. Pode de chamar de todos os nomes que tiver, eu fico feliz. Sinal de que eu ainda faço bom uso das faculdades mentais.

Responder
Fernando 12/10/2015 12:47:52

Não concordo com que ele falou no segundo vídeo. Ele cometeu uma falha grave de opinião esquecendo o principal ponto.

Quando a esquerda é contra os empreendedores e contra ricos, o único meio de sustentar a economia é através da estatização. Se isso não ocorrer, o resultado será mais fome e mortes. Na época de Luis XV, a monarquia cobrava muitos impostos. Foi isso que começou a gerar conflitos entre sociedade e governo. A esquerda de hoje é a monarquia de ontem ! A esquerda de hoje é uma monarquia um pouco mais social.

A esquerda não entende que as coisas mudaram pela igualdade perante as leis. Foi isso que mudou muitas coisas, apesar de ainda ser descarado os privilégios de quem pode pagar por bons advogados. A igualdade perante as leis é a única coisa que pode manter a ordem. Claro que também há corrupção na justiça. Se não houvesse igualdade perante as leis, os negros ainda poderiam ser escravos.

Ninguém acreditaria que um bilionário pode ter a mesma pena de um pobre. Como isso não ocorre, a esquerda prefere deixar todo mundo pobre. Não será a igualdade econômica que trará igualdade perante as leis.




Responder
Rodrigues 12/10/2015 14:29:04

"Quando a esquerda é contra os empreendedores e contra ricos, o único meio de sustentar a economia é através da estatização. Se isso não ocorrer, o resultado será mais fome e mortes."

Oi?! Estatização é uma medida que evita fome e mortes?! Chegou ao Planeta Terra agora? Estatização completa foi justamente o que aconteceu na China de Mao e no Camboja de Pol-Pot.

O resultado foi magnífico:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=94

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1584

Responder
Fabio 16/10/2015 02:50:47

Apesar das bobagens negacionistas do comunista nos vídeos postado acima ele está certo ao afirmar que esquerdismo não é sinônimo de estatismo. Esquerda e Direita são conceitos que derivam da revolução francesa, esquerda não é oposição ao liberalismo, e sim oposição ao conservadorismo.

Responder
Slaine 16/10/2015 10:14:30

Hoje em dia a esquerda é oposição ao liberalismo sim.Tudo que a esquerda faz serve direta ou indiretamente pro objetivo supremo deles: o maior estado possível.
Até os itens da agenda Gransciniana que supostamente não tem nada a ver com economia e que os libertarian de esquerda apóiam, também servem pra isso.

Responder
anônimo 16/10/2015 11:42:36

"ele está certo ao afirmar que esquerdismo não é sinônimo de estatismo"

Estou para conhecer uma única bandeira da esquerda que não necessite do estado para ser implantada.

Sim, esquerda é estatismo, e o fato da esquerda negar isso é apenas a prova da sua ignorância econômica.

Responder
Felipe 16/10/2015 12:46:33

Um comunista acredita que se não houvesse estado e propriedade privada as pessoas se auto organizariam para produzir, sem propriedade e hierarquia.

É um pensamento tão infantil que me surpreende que alguém com um mínimo de inteligente humana leve a sério isso.

O único exemplo empírico deles são tribos indígenas, isso mesmo índios. E aposto que nenhum comunista de iphone aguentaria viver 2 dias numa selva amazônica sendo comido por mosquitos.

Responder
anônimo 16/10/2015 03:38:04

Ainda hoje existem diversas pessoas que gostam da ditadura militar, será então que a ditadura foi boa e não cometeu nenhum crime?

Ainda hoje existem diversos europeus que admiram e gostam de Hitler, será então que Hitler foi uma boa pessoa e não cometeu nenhum crime?

Esse cara é um palhaço.

A propósito, a maioria dos ucranianos detestam a Rússia.

Responder
anônimo 16/10/2015 12:20:24

"Ainda hoje existem diversos europeus que admiram e gostam de Hitler, será então que Hitler foi uma boa pessoa e não cometeu nenhum crime?"

Excelente resposta anônimo.

Responder
Bruno D 28/12/2013 00:32:26

quem é mais capitalista?

A página vermelha:

Que pede 200,00 reais na causa revolucionaria e redentora da humanidade,

apaginavermelha.blogspot.com.br/

Ou o Mises.org.br?

www.mises.org.br/donate.aspx

Que pede a metade...


Responder
Rennan Alves 28/12/2013 02:39:17

Não entendi. O que capitalismo tem a ver com doação? O ato de doar é puramente simbólico, desconheço a ideologia em que o ato de doar signifique uma obrigação e/ou motivação primária.

"Que pede a metade..." pelo o que eu entendi os R$ 100,00 são para uma associação com o instituto Mises, a doação mínima é de R$ 10,00. Apenas 5% do valor cobrado pela doação mínima do PáginaVermelha.

Responder
Bruno D 29/12/2013 00:39:35





apenas uma ironia, uma pagina capitalista pedindo 100 uma comunista pedindo 200.

só mais um comentário irônico, de como o comunismo pode ser assim,

Responder
Rennan Alves 29/12/2013 19:44:36

Peço perdão pela minha desfaçatez. Meu detector de ironias não anda muito calibrado ultimamente.

Responder
Emerson Luis, um Psicologo 31/12/2013 23:42:17


Muitos esquerdistas não conhecem fatos históricos como estes. Dos que conhecem, alguns negam ou mudam de assunto, enquanto outros dizem que aquilo não era o verdadeiro socialismo.

* * *

Responder
Eduardo Bellani 03/01/2014 16:09:44

Pros curiosos, o tio do pequeno Napoleão da Coréia do Norte foi assassinado a... cachorros.

According to the report, unlike previous executions of political prisoners which were carried out by firing squads with machine guns, Jang was stripped naked and thrown into a cage, along with his five closest aides. Then 120 hounds, starved for three days, were allowed to prey on them until they were completely eaten up. This is called "quan jue", or execution by dogs.

fonte

E vocês achando que a realidade não é mais interessante que a ficção.
Game of thrones não chega nem perto disso ai.

Responder
Típico Filósofo 04/01/2014 19:00:38

Trata-se de um método de execução ambientalmente correto e sustentável. A produção de ração para cães é uma das principais contribuintes das mudanças climáticas globais, o que significa que faz-se imprescindível buscarmos alternativas mais eco-conscientes. Deixar um traidor da revolução ser devorado vivo por cães famintos é uma excelente solução para a problemática da alimentação animal.

Responder
Eduardo Bellani 06/01/2014 11:10:38

Isso da todo um novo significado a expressão "carne vermelha". Será
que carne vermelha traidora pode fazer mal aos pobres animais? Penso
que tais animais (os de 4 patas) deveriam ser examinados por membros
do WWF e do Greenpeace pra saber se o estado de saúde deles está de
acordo com as necessidades de tais processos revolucionários.

Por sinal, não pode ter sido só eu que notei a ironia de cães comendo
coreanos.

Responder
Jeferson 28/02/2014 14:34:51

Esse é um dos artigos mais tristes que li no IMB até hoje. A vontade que tenho é de sair matando todo mundo que se proclame socialista/comunista por aí. A começar pelos professores de ensino fundamental e médio que fazem a lavagem cerebral doutrinadora das gerações futuras.

Responder
M. Smmohier 28/02/2014 15:47:47

Boa tarde!

Gostaria de expressar meus cumprimentos ao autor deste texto incrível, apesar da tristeza que senti ao imaginar os fatos relatados.

Sinceramente, a ganância humana é deprimente.

Responder
Matusalém 28/02/2014 16:05:01

A ganância, quando inserida em um contexto de livre concorrência, gera bens e serviços.

A ganância, quando inserida em um contexto de inveja e comunicação da propriedade, gera rancor e desdém pelo seu semelhante. Matá-lo passa a ser a única maneira de se conseguir obter suas parcas posses.

É por isso que o livre mercado é fantástico: é a única ferramenta capaz de canalizar a ganância para fins nobres e benéficos a terceiros.

Responder
Ramiro 28/02/2014 16:11:29

Não esqueçam o blog onde estou publicando traduções minhas de textos liberais. Quando a coisa começar a apertar (começarem a faltar textos e vocês terem que reprisar outros antigos), não hesitem em passar lá e copiar o conteúdo. Abraços.

Responder
Pobre Paulista 28/02/2014 16:44:07

Imagino que esse assunto tenha voltado à tona por causa desta notícia...

Responder
Lucas Fernando 28/02/2014 20:38:19

Uai, cade a continuação do artigo sobre o comunismo na Polonia dos anos 80 ?? No final do artigo, no ultimo paragrafo mais precisamente, os autores prometem falar sobre a vida e o cotidiano do povo Polones dentro da cortina de ferro. Se o site não for traduzir, pelo menos disponibilize o links do original.

Responder
Moderador 28/02/2014 21:11:42

Amanhã...

Responder
Renato Corrêa 28/02/2014 21:14:11

De pensar que eu acreditava nessa m&r*a de socialismo. Este site está de parabéns pois o trabalho de vc abrirá muitos olhos de pessoas que acreditam ainda nessa ideologia assassina.

Responder
PauloH 28/02/2014 21:50:03

O estado é necessário em alguns casos de plantio, e na economia de mercado. Como exemplo prático disso, temos a descrição dos agricultores de Palanpur que semeiam mais tarde do que deveriam se quisessem obter um rendimento mais alto, e por que isso ocorre? Porque todos temem serem os primeiros a semearem, terem suas sementes comidas por pássaros e dessa forma incorrer em um pesado prejuízo. O problema disso, naturalmente, é que todos estariam melhor se se coordenassem a cultivar mais cedo, e o prejuízo dividido por todos mais do que seria compensado pelos ganhos. Mas o grande problema de semear a terra tardiamente é que tal ação se refere a uma situação de equilíbrio, e mesmo após considerarmos a hipótese de um surgimento da ordem espontânea, não conseguiríamos explicar tal hipótese pelas convenções ou normas dessa própria teoria, qual seja, a de que uma estratégia cooperativa pudesse surgir espontaneamente. Tal visão é corroborado até pelo autor Douglas North, notório defensor da ideia de que os custos de transação são muito importantes para explicar o desenvolvimento, ao entender que nesse mundo moderno de grandes populações e inúmeras trocas os incentivos à cooperação se reduzem. Por isso o Estado se torna, além de uma estrutura que economiza custos na realização e garantia dos inúmeros contratos em uma economia moderna, a estrutura mais adequada para lidar com as trocas impessoais que caracterizam a nossa sociedade.

Responder
Simms 28/02/2014 22:58:46

Pérolas de PauloH.

"O estado é necessário para o plantio"

Além da Ucrânia, a China de Mao também teve o estado coordenando o plantio. Não foi muito animador, não.

De fato, produtores rurais não são capazes de se coordenar voluntariamente. Precisam que Sarney faça isso por eles.

E prossegue:

"e mesmo após considerarmos a hipótese de um surgimento da ordem espontânea, não conseguiríamos explicar tal hipótese pelas convenções ou normas dessa própria teoria, qual seja, a de que uma estratégia cooperativa pudesse surgir espontaneamente."

Oi? Você não conhece nenhuma teoria que explique o surgimento de ordens espontâneas e coordenações voluntárias? Este site tem inúmeros artigos sobre isso.

"Tal visão é corroborado até pelo autor Douglas North, notório defensor da ideia de que os custos de transação são muito importantes para explicar o desenvolvimento, ao entender que nesse mundo moderno de grandes populações e inúmeras trocas os incentivos à cooperação se reduzem."

Se o North souber que você entendeu a obra dele desta maneira tão deturpada -- dizendo que não há incentivos à cooperação, justamente um dos impulsos mais básicos do ser humano --, ele teria uma síncope.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1680

"Por isso o Estado se torna, além de uma estrutura que economiza custos na realização e garantia dos inúmeros contratos em uma economia moderna, a estrutura mais adequada para lidar com as trocas impessoais que caracterizam a nossa sociedade."

Genial! O estado economiza custos! E como ele faz isso? Espoliando 40% da renda da sociedade.

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1150

Responder
PauloH 01/03/2014 00:42:07

Eu escrevi "nesse mundo moderno de grandes populações e inúmeras trocas os incentivos à cooperação se reduzem", o que me parece bem diferente de afirmar que não há incentivos à cooperação.Ele afirma, no seu Institutions, Institutional change and economic performance que a passagem do início da era moderna para as atuais democracias representativas trouxe consigo o desenvolvimento de múltiplos grupos de interesse e de uma estrutura institucional bem mais intrincada, daí a necessidade de se estabelecer uma teoria dos custos de transação políticos. Ele diz também no Violence and social orders que , historicamente, com o aumento das populações humanas, aumentam também a possibilidade de conflitos nessas populações, o que demanda "novas formas de administrar e controlar a violência". Um Estado moderno, onde imperam as trocas impessoais, depende mais de um aparato institucional bem desenvolvido (em termos de direitos de propriedade, por exemplo) do que em uma pequena comunidade onde todos se conhecem e se reencontram diariamente.

Responder
Simms 01/03/2014 00:58:06

Dizer que "um Estado moderno, onde imperam as trocas impessoais, depende mais de um aparato institucional bem desenvolvido" não é o mesmo que dizer que o estado deve coordenar as coisas.

Responder
Antônio 01/03/2014 00:34:38

Como a Escola Austríaca se posiciona sobre as seguintes práticas em um livre mercado: oligopólio, monopólio, dumping, preço predatório, venda casada e truste?
Essas práticas causariam um desconforto aos consumidores no curto prazo, mas no longo prazo o preço se ajustaria e o "preço real" ressurgiria?
No livre mercado o que impede todos os donos de postos de gasolina de uma cidade de venderem o litro dela por R$15,00? Se nada os impedir, e eles determinarem que o preço do litro dela é esse, o que os levaria posteriormente a vendê-la pelo preço que ela teria caso houvesse uma verdadeira concorrência entre os postos?


Responder
Procurador 01/03/2014 00:56:32

Quem cria cartéis, oligopólios e monopólios é e sempre foi o estado, seja por meio de regulamentações que impõem barreiras à entrada da concorrência no mercado (agências reguladoras), seja por meio de altos tributos que impedem que novas empresas surjam e cresçam. Pedir que o estado atue para acabar com cartéis é o mesmo que pedir para o gato tomar conta do pires de leite.

Apenas olhe ao seu redor. Todos os cartéis, oligopólios e monopólios da atualidade se dão em setores altamente regulados pelo governo (setor bancário, aéreo, telefônico, elétrico, televisivo, postos de gasolina etc.).

E quando não era assim, o que ocorria? Quando o governo não tinha ainda poderes para se intrometer, havia formação de cartel entre os poderosos? Havia "exploração"? Não. O que ocorria era isso.

Monopólio e livre mercado - uma antítese

Outros artigos obrigatórios para você sair deste perigoso autoengano:

Sobre as privatizações (Parte 1)

Sobre as privatizações (final)

Celular ilimitado por R$30/mês - saiba como aqui

Regulações protegem os regulados e prejudicam os consumidores

Tributação X Regulamentação - O que é pior?

Aeroportos + governo = caos

A bem-sucedida regulação privada

Regulamentações brasileiras garantem a prosperidade dos vigaristas

Legislações antitruste e agências reguladoras não podem existir em uma sociedade livre

A Guatemala e seu exemplo de privatização

As parcerias público-privadas - a porta de entrada para o socialismo

Seria o liberalismo uma ideologia a serviço de empresários?

Sobre as reformas "neoliberais" na América Latina e por que elas fracassaram


Especificamente sobre postos de gasolina:

"O setor energético é certamente um dos mais regulados da economia brasileira. Começa pelo fato de a Petrobras deter um monopólio prático da extração de petróleo. Após mais de 40 anos de monopólio jurídico (quebrado apenas em 1997), a Petrobras já se apossou das melhores jazidas do país. Nem tem como alguém concorrer. É como você chegar atrasado ao cinema: os melhores assentos já foram tomados, e você terá de se contentar com os piores.

Além da Petrobras e da ANP, que regula tudo que diz respeito ao setor, há toda uma cornucópia de regulamentações ambientais, trabalhistas e de segurança que fazem com que abrir um posto de combustíveis seja uma atividade quase que restrita aos ricos — ou a pessoas que possuem contatos junto ao governo. Livre concorrência nesta área nunca existiu."

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1200

Ou seja, os preços são altos justamente porque não há concorrência. A liberdade de entrada não existe neste mercado. Se houvesse tal liberdade, qualquer um que elevasse seus preços iria abrir uma oportunidade de entrada para a concorrência -- que ofertaria inclusive meios alternativos de energia, como gás natural.

Responder
Moderador 01/03/2014 03:09:56

Aviso às viúvas de Stalin (sim, elas existem e são histéricas): não adianta invadir o site esperneando dizendo que o Holodomor é uma "farsa".

Há provas documentais de que o governo soviético confiscou cereais dos famintos, cercou e bloqueou seus vilarejos, impediu a chegada de ajuda estrangeira, e deliberadamente aprisionou as vítimas.

Os documentos acima foram traduzidos para o inglês, mas a fonte original -- o próprio governo soviético -- está indicada ao fim de cada documento.

Aliás, o próprio Holodomor foi relatado por jornais ao redor do mundo na época em que estava ocorrendo.

Vão despejar seu ódio à humanidade e sua paixão pelo totalitarismo em outros sites -- que estão implorando por leitores e comentários.

Responder
Típico Filósofo 01/03/2014 03:15:53

É mister entender que há um papel social e dialético nos assassinatos em massa, diferentemente daquilo pregado pela crença cega e relativista dos reacionários.
Tanto que o maior historiador do século XX, Eric Hobsbawmn e o maior arquiteto brasileiro, Oscar Niemeyer, encaixam-se como defensores das obras de Stalin.
Trata-se simplesmente de um raciocínio dialético: não é possível que ocorra um triunfo do proletariado onde não há proletários, logo, populações que ainda se perdem na lógica feudal de produção podem e devem ser eliminados no holocausto revolucionário se para fortalecer o proletariado e tornar mais breve sua marcha inevitável para a revolução.

Pasmo fico, data venia, com a capacidade de distorção dos fatos detida pelos fascistas anarco-neoliberais.

Responder
Afonso 01/03/2014 16:23:42

Caro Típico Filósofo, recomendo a leitura de Political Ponerology (A Science on the Nature of Evil Adjusted for Political Purposes)escrito por Andrew M. Lobaczewski, ou procure pelo menos saber do que se trata e saber quem é o autor.

Pelo visto voce sofre do mesmo mal que Stalin, psicopatia. Não há tratamento e nem cura, apenas o isolamento desta pessoa (ou coisa pior) para que não faça mal à sociedade. Neste caso sim há um papel social.

Responder
Raimundo 28/09/2014 16:07:53

Afonso o Típico Filósofo
Ou o Filósofo Típico! fala que "há um papel social e dialético nos assassinatos em massa"
Imagina se um indivíduo como esse chaga ao poder em um País como o nosso! Os primeiros a sambarem seriam os nordestinos, depois os paraenses, e mais tarde quem sabe os do Sul!
Me admira também um professor justificar menos assassinatos como forma de condenar mais assassinatos! Espantoso como matar os outros desde que não sejam "seus" outros é justificável!
nasentrelinhasdanoticia.blogspot.com.br/2014/04/por-que-ucrania-se-recusa-ajoelhar-se.html

Responder
anônimo 01/03/2014 16:48:45

Não apenas há provas documentais, mas relatos de sobreviventes, alguns dos quais ainda vivos hoje.

Responder
Ricardo 13/05/2014 03:37:35

Para as viúvas de Stalin que ainda negam este crime deixo um texto feito pelo ucranianos:

noticiasdaucrania.blogspot.com.br/2013/11/aqueles-que-julgam-que-o-holodomor-nao.html

Responder
Occam's Razor 01/03/2014 16:44:02

Amigos, existe algum outro artigo que descreva outras experiências em que tentou-se implantar o comunismo, escrito no estilo (queria um texto relativamente pequeno) desses dois abaixo? Tem algum de Pol Pot, por exemplo?

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1046 (Ucrânia)
www.mises.org.br/Article.aspx?id=94 (China)

Responder
Guilherme 01/03/2014 17:09:09

Há este:

www.mises.org.br/Article.aspx?id=1584

Responder
Marco Mesquita 01/03/2014 16:52:29

Tenho 60 anos, e é a primeira vez que leio sobre esse período negro da história da Ucrânia. Mas intuitivamente sempre fui contra o comunismo, socialismo, petismo

Responder
Occam's Razor 01/03/2014 18:36:47

Esse aqui é ainda mais macabro.

A China comunista e os seus campos de morte

Intuitivamente quase todos são contra o socialismo. Só o que impede a consolidação da aversão é a ausência de acesso à informação, cerceamento esse promovido pelo governo com apoio de intelectuais.

Tenho vontade há algum tempo de escrever um texto que verse sobre o tema "A efemeridade da vida e a natureza do estado".

Nele eu gostaria de fazer um paralelo entre o fato de que chegamos ao mundo sem entender nada ao nosso redor (e ao mesmo tempo somos submetidos a um intenso processo de assimilação de mentiras e omissão da verdade) e a capacidade que o estado tem de se perpetuar de forma tão predatória.

Ou seja, o fato de que existe um contínuo exército de indivíduos que nascem sem conhecer a verdadeira natureza do estado (uma consequência do fato de que não vivemos para sempre) é algo de tremenda ajuda para o próprio estado. Na maior parte das vezes só descobrimos a verdade quando chegamos a uma certa idade. Eu abri meus olhos aos 26 anos.

Sendo assim, a qualquer tempo, apenas uma pequena parcela da população enxerga o mundo como ele é. O processo de engolir a pílula vermelha é irreversível, mas não estaremos aqui para sempre para lutar. Isso torna tudo mais difícil.

Texto recomendado

A anatomia do estado

Responder
Márlon 13/03/2014 16:39:16


Olá.

Hoje de manhã li um artigo de economia da Deutsche Welle que diz que a Ucrânia está à beira de um colapso financeiro e que, portanto, necessita de empréstimos no valor 35 bilhões de dólares. Analisando o que se passa na Ucrânia, imagino que essa "ajuda" por parte dos Estados Unidos, União Européia, FMI etc pode de fato ocorrer, ainda assim me pergunto: o que aconteceria se o "socorro" financeiro não viesse? E mais, se ali não tivesse surgido um novo governo, as pessoas sofreriam demasiadamente pela falta de referida ajuda? Como uma dívida de 35 bilhões poderia influir na vida da população de um suposto estado de livre mercado, quero dizer, um estado sem estado?


Obrigado.
Márlon

Responder
Nárcio 13/03/2014 16:51:58

Não entendi nada, Márlon. Do que você está falando? Você por acaso está dizendo que não há estado na Ucrânia e que ali vigora um robusto livre mercado?

Sobre a ajuda do FMI, ela está sendo dada ao governo ucraniano para que ele possa pagar as dívidas que seus políticos contraíram. Isso é bom?

Responder
Carlos Garcia 13/03/2014 17:24:05

Um "estado sem estado" não teria uma dívida nenhuma. No anarcocapitalismo quem contrai dívidas são os indivíduos, e cada um cuida das suas contas. Apenas com as "benesses" do governo um cidadão pode contrair uma dívida não criada por ele mesmo.

Responder
Joao Andrade 16/03/2014 21:59:01

Parabéns pelo artigo. É de suma importância que conteúdos ricos como esse estajam disponíveis para todos através da internet. Parabéns pela iniciativa.

Responder
ACIR CARLOS OCHOVE 05/05/2015 20:03:59

Sou descendente de ucranianos, nascido no Brasil, Sempre procurei saber da historia e origem dos meus avos. Como nasci em 1943, imagino que meus pais deveriam ter cerca de 20 anos, nessa epoca. Então eles nasceram por volta dos 1923, então os meus avos devem ter vindo para o Brasil em torno de 1900. Quando tomo conhecimento de artigo tão valioso que representa a historia dos meus antepassados vejo como eram corajosos,resistentes, e quando sentiram que iriam ser dizimados abandonaram a terra natal e vieram em busca de novos horizontes, onde em terra desabitada, teriam paz para trabalhar, o que aconteceu até 2002, pois 2003 já começamos a sofrer pressões politicas tentando mudanças, até então democraticas, com proteção da propriedade, com constituição assegurando os direitos individuais. Parece que o homem para justificar sua existencia continua a lutar pelo poder. Enquanto viviamos uma democracia, com liberdade ampla, não se atribuia valor a isso. Hoje com as liberdades ameaçadas, e conhecendo um pouco dos nossos antepassados, damos muito valor a democracia. Hoje com cerca de 200 milhões de habitantes, o Brasil deve lutar para preservar sua historia, pois chegou a ser a oitava economia mundial e apresentou indices de desenvolvimento que chamaram atenção do mundo. Parece que a liberdade é ainda a base do melhor regime politico.

Responder
Fernando 11/10/2015 15:36:56

O governo rouba os pobres até hoje. Alguém acha que pobre está preocupado com aposentadoria e fundo de garantia ? O pobre só pensa na próxima refeição.

O dólar subindo desse jeito, só aumenta os preços da carne, trigo, etc. A esquerda continua deixando o pobre com fome.

Eu nunca visocialista do congresso pagando um almoço para os pobres com o próprio salário.

Lugar de socialista e comunista é no cemitério.

Responder
Dam Herzog 11/10/2015 20:45:00

O socialismo quando no poder impõe coisas inacreditáveis, ainda piores que as barbaries do ISIS, como matar por articular palavras em sua lingua e preparar os seus proprios filhos e cozinha-los para matar a propria fome. Por isso é um sistema (socialismo-comunismo) assassino inviável, impraticavel, incompatível com os costumes ocidentais e que deve ser combatido e até proibido. Vejam os dois relatos abaixo dá até mau estar em pensar de um dia chegar a existir nosso pais. O socialismo após implantado destroi as riquezas existentes do pais e depois pedem a população para para produzir novas riquezas num sistema que não da incentivos para a produção de riquezas, ou seja o socialismo só sabe consumir riqueza, e após disseminar a miseria. Depois disso é só dor e sofrimento.
"Esse governo soviético imposto à Ucrânia tentou de imediato suprimir as instituições educacionais e sociais ucranianas; há até relatos sobre a Cheka, uma precursora da KGB, matando pessoas pelo crime de falar ucraniano nas ruas". E na China, vejam abaixo:

"Mas isso ainda era pouco. Em 1968, um membro da Guarda Vermelha, de 18 anos, chamado Wei Jingsheng, encontrou refúgio em uma família de um vilarejo em Anhui, e ali ele viveu para escrever o que ele viu:
Caminhávamos juntos ao longo do vilarejo. . . Diante de meus olhos, entre as ervas daninhas, surgiu uma das cenas que já haviam me contado: um dos banquetes no qual as famílias trocam suas crianças para poder comê-las. Eu podia vislumbrar claramente a angústia nos rostos das famílias enquanto elas mastigavam a carne dos filhos dos amigos. As crianças que estavam caçando borboletas em um campo próximo pareciam ser a reencarnação das crianças devoradas por seus pais. O que fez com que aquelas pessoas tivessem de engolir aquela carne humana, entre lágrimas e aflições — carne essa que elas jamais se imaginaram provando, mesmo em seus piores pesadelos?" Será que os brasileiros merecem uma governo desses? Será que a população terá o dicernimento de rechaçar tal sistema, sendo este o pior que o mundo inventou e nunca deu certo, resultando em barbarismo. Que Deus nos ajude porque até igreja está do lado deles.Quando o papa condena o capitalismo ele esta dizendo que apoia o socialismo. Assim mesmo em Cuba nem insistiu em conversao com os dissidentes.

Responder
Lucas 12/10/2015 13:10:46

Fiquei preocupado com o Nobel de economia.

''NOBEL DE ECONOMIA, STIGLITZ DEFENDE ESTADO FORTE.''

Segundo o economista Joseph Stiglitz, o desenvolvimento dos países e a redução da desigualdade requerem um forte papel do Estado, tanto nos países avançados como em desenvolvimento. Ele defendeu o aumento de impostos como medida para financiar bens e serviços públicos; "Embora em muitos países aumentar impostos seja expressão proibida, creio que se deveria aumentar impostos nos Estados Unidos. Ninguém gosta de pagá-los, mas se a população quer investimentos em infraestrutura, tecnologia e demais bens comuns, eles devem ser aumentados", disse ele

Responder
Marques 12/10/2015 14:18:28

Qual é exatamente o espanto? Stiglitz sempre foi pró-funcionalismo público, sempre defendeu impostos altos e estado grande (pelo visto, ele nunca deve ter ouvido falar no Brasil; só assim pra ele continuar mantendo essa crença ignóbil), e nunca apresentou uma teoria original que embasasse essa sua visão.

De resto, é óbvio que, com esse pensamento, ele acabaria ganhando um Nobel. Vale lembrar que o grande empreendedor sueco Alfred Nobel nunca patrocinou nenhum prêmio para a ciência econômica, e o comitê criado em sua homenagem (com o patrimônio que ele deixou) nunca concedeu nenhum prêmio desse tipo até hoje. No entanto, existe um "Prêmio para as Ciências Econômicas em Memória de Alfred Nobel". Mas ele é patrocinado pelo Banco Central da Suécia.

Responder
Kleber Verraes 12/10/2015 16:05:54

Com licença, mas eu vou ser politicamente incorreto, "à la Donald Trump": Os brasileiros precisam aprender a encarar a realidade e parar de agir como crianças medrosas; que tem medo de escuro!! Este povo tem mania de criar "MITOS"; e esperar a chegada de um "SALVADOR DA PÁTRIA", para resolver todos os problemas da nação!...


Muito do que esta acontecendo hoje no Brasil, é consequencia direta da legendária INDOLÊNCIA MACUNAÍMICA do povo brasileiro!


Quando é que os brasileiros irão aprender que "SALVADORES DA PÁTRIA não existem? Será que vocês acreditam que PAPAI NOEL existe?...


Evidentemente, os cidadãos brasileiros foram transformados em VASSALOS do sórdido regime Lulo-Petista; e este país ruma velozmente em direção ao abismo do bolivarianismo cleptocrático. O Brasil precisa se libertar da ideologia marxista, dos abusos de poder e da corrupção colossal promovida por esta matilha de hienas.


Os brasileiros só conseguirão livrar a nação das garras do PT, se tiverem a mesma coragem que tiveram os cidadãos ucranianos, em fevereiro de 2014!... Foram os cidadãos de KIEV (com as próprias mãos), que expulsaram o fantoche de Vladimir Putin do poder.


Durante mais de 70 anos, o povo ucraniano sofreu os horrores da repressão do comunismo soviético. Hoje, os ucranianos estão dispostos a morrer, para preservar a liberdade conquistada após o fim da União Soviética.


O povo brasileiro nunca viveu os horrores de um regime comunista genocida. Se os brasileiros tivessem tido essa experiência, compreenderiam que é impossível derrotar o regime Lulo-Petista apenas com "PIXULECOS", "PANELAÇOS" e "TRIOS-ELÉTRICOS"!!...


Se uma avó ucraniana (de 68 anos) tem a coragem de se alistar como voluntária, para lutar contra os invasores russos; os brasileiros (homens e mulheres) não tem desculpa para se acovardarem perante ameaças do Lula, Evo Morales, Nicolas Maduro, CUT e MST.


Esta senhora, de 68 anos (link abaixo), esta disposta a morrer lutando; para preservar a preciosa liberdade que ela só pode conhecer no final da vida! Enquanto isto, graças a sua legendária INDOLÊNCIA MACUNAÍMICA, o povo brasileiro prefere aguardar (batendo penelas e brincando com "PIXULECOS") a chegada de um "SALVADOR DA PÁTRIA"...


www.dailymail.co.uk/news/article-2918503/Granbo-Ukrainian-grandmother-68-signs-train-alongside-army-cadets-nickname-Punisher-passes-military-tests.html

Responder
marco justino 12/10/2015 17:22:21

genocídio de holomodor ... mais uma desgraça patrocinada pelo comunismo sobre ordem e supervisão direta do demoníaco Josef Stalin .... meus votos para q este psicopata assassino esteja ardendo nos quintos dos infernos!!!!!!!!!!

Responder
Joao Girardi 12/10/2015 23:41:37

Eu tenho nojo de comunistas, são indivíduos que tem apenas uma pedra no lugar do coração.

Responder
anônimo 13/10/2015 12:21:46

O holodomor não foi apenas consequência da política econômica adotada, foi uma política deliberada de genodicio.

O objetivo de stalin era exterminar a população de etnia ucraniana.

Responder
Tati 19/01/2016 04:04:06

Meu comentário não vai para ninguém em especial, pq prefiro pensar que o Típico Filósofo estava sendo cínico.
Só pra constar meus bisavós foram 2 dentre esses milhões q morreram de fome na Ucrânia. Minha avó sobreviveu pq eles falavam para ela correr ao lado dos trens q carregavam trigo e ela juntava o q caia no chão...Eles eram russos, acreditaram nas promessas de Stalin. Venderam tdo e foram pra Ucrânia. Minha vó contava q eles levaram um saco cheio de dinheiro (todo o dinheiro q eles tinham, venda de casa inclusive), mas esse dinheiro pouco tempo depois só dava para comprar 1 pão e pequeno...simplesmente por nao tinha o q comer, então, literalmente, não adiantava ter todo o dinheiro do mundo. E o pior foi qdo o inverno chegou e não tinha NADA, não adiantaria nesta altura do campeonato querer colher alguma coisa. Meus bisavós morreram no meio da rua. Minha vó era tão pequena q ela me disse q achava q eles estavam com preguiça, não sabia q estavam morrendo. Qdo eles morreram incharam, um policial chegou pra ela e perguntou: onde estão os teus pais? E ela: estão ali, minha mãe é aquela bem gordona deitada na rua. Aí veio um caminhão do governo e jogou os corpos dos dois na caçamba...
Estou contando pra vcs de forma atropelada, mas é q eu fiquei sinceramente abismada ao perceber q o conhecimento sobre esse assunto é tão falho. Não sei se vcs me entendem, mas como eu cresci conhecendo essa história, não tinha percebido essa falta de informação... e olhe q minha vó falava pouco sobre isso, pq machucava mais do que lembrar do tempo q ela passou na Alemanha (descascando batatas em um campo de trabalho forçado).
Agora estou pensando em escrever um livro sobre a historia dela e tava dando uma olhadinha...bá, fiquei bege..kk
Outra coisa, eu me formei em filosofia, não dou aulas nem nada, mas, assim, faculdade de filosofia não é lavagem cerebral, a não ser, é claro, pra quem não tem cerebro, mas esses são casos perdidos em qualquer area e, cá entre nós, melhor q eles se tornem filosofos d q médicos, p ex..kkk
O q eu quero dizer com isso q as crianças e jovens têm defesa sim contra professores mal intencionados, é só ter uma conversa boa em casa. Agora se os pais estão sempre cansados e põem seus pinpolhos em frente a tv para não ter trabalho, fica dificil...
Sei lá, só uma opinião...

Responder
Antonio Gomes 19/01/2016 22:06:02

Tati, qdo vc diz que o remedio para imbecilidade passada aos jovens nas escolas brasileiras eh uma conversa dos pais, puxa, vc tem de situar que, ao contrario de sua heranca cultural, os brasileiros vivem a mesma fome (intelectual/cultural) que seus familiares viveram, em termos de alimentacao. Aqui, a vaca foi pro brejo. Alias, foi o rebanho inteiro. No mais, muito boa sua exposicao, a qual, jah li varios artigos. Triste. A Historia eh ciclica. A 'coisa", mais dia, menos dia vai desabar, de novo, desta vez, sobre TODA a Humanidade.

Antonio.

Responder
Tati 20/01/2016 17:36:19

Antonio, entendo o q vc diz e concordo em parte.
Veja se vc concorda comigo: Eu não sou exceção. Qtos brasileiro vc conhece q ouviam histórias de seus avós imigrantes em casa? Qtos vc conhece q passam essas histórias adiante?
Na maioria das vezes o q acontece é q qdo alguém, numa roda de conversa fala sobre um fato histórico, já vem logo uns 3 falando: Meu avô contava que blá blá blá!
Mas essas mesmas pessoas, muitas vezes, têm em casa um adolecente fazendo cursinho e estudando uma história capenga ou msm mentirosa (se o prof for sem carater) e q não faz a menor idéia de q um parente vivenciou essa parte da historia. Entende? E eu digo isso pq conheço gente assim.
E é nesse sentido q eu acho q não faz diferença o grau de escolaridade dos pais, pq eles cresceram ouvindo relatos tanto qto eu. Então eu acho q é falta de interesse ou é preguiça msm.
É complicado lidar com um adolecente q endeusa seu prof, mas é trabalho dos pais falar: calma lá, a história não é bem assim...
Pelo q eu entendi, o q vc quis dizer é q a bola de neve já se formou e q de agora em diante tem q zerar e começar td outra vez, ensinar da forma correta.
O problema é q o ser humano sempre vai divergir em suas opiniões, então acredito q sempre haverá educadores defendendo uma ou outra posição politica e se valendo da 'história mal contada' pra isso.
Se a criança ou o adolecente tem conhecimento de fatos históricos fica mais fácil pra ele formar sua propria opinião.
Talvez eu seja sonhadora...sei lá...kkk

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