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Um mercado totalmente desregulamentado e que nenhum governo (por enquanto) pretende regular
por , quarta-feira, 17 de setembro de 2014

namorados-internauta.jpgAo longo da história da humanidade, o casamento sempre foi um sacramento religioso e, como tal, sempre foi governado por leis religiosas e sempre foi um assunto exclusivamente religioso.  A Igreja reconhecia que, dado que o casamento era um sacramento, o estado não tinha nenhum direito de regular o matrimônio, assim como também não tinha nenhum direito de regular quem poderia ser batizado ou quem poderia ser ordenado padre.

Com efeito, na Idade Média, qualquer casal poderia se tornar sacramentalmente casado sem ter de recorrer a nenhum membro do clero, e muito menos a algum burocrata do estado.  Na ausência de algum membro do clero, o casal poderia simplesmente proferir suas juras na presença de qualquer testemunha laica.  Feito isso, o casamento era perfeitamente válido de acordo com as próprias leis da Igreja. 

Ou seja, naquela época, o casamento representava um laço privado, de cunho religioso, feito por dois indivíduos.  Nenhum certificado estatal era necessário. Com o tempo, os governos foram se apossando deste mercado, e hoje o regulam completamente.  E há um motivo para isso: os governos não resistiram à urgência de controlar um assunto que até então era tradicionalmente religioso e totalmente fora de sua alçada; e não resistiram à tentação de transformar uma instituição religiosa em uma instituição governamental.

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A descoberta da realidade e do liberalismo
por , terça-feira, 16 de setembro de 2014
descoberta3.jpgCerto dia, quando eu tinha uns 14 ou 15 anos de idade, minha mãe me chamou para me mostrar no jornal uma matéria sobre uma manifestação contra as escolas particulares. Eu aparecia numa foto.

Sobre a mesa, havia uma pilha de papéis. "Isso aqui são contas que eu preciso pagar todos os meses para manter a escola. Antes de pensar em comprar qualquer coisa para vocês e para nossa casa, eu preciso pagar funcionários, encargos sociais, sindicatos, impostos e diversos outros gastos que você nem imagina. Então, pense direito se você acha certo ir para a rua protestar contra o trabalho que te sustenta", ouvi de minha mãe, que mantinha uma pequena escola que nunca teve mais que 60 alunos, mas que sempre teve mais de 10 funcionários.

Nunca senti tanta vergonha na vida.

Apesar de nunca ter ouvido nada sobre política dentro de casa, a partir daquele dia passei a prestar atenção no assunto e especialmente na luta (não há outra palavra) de minha mãe para sustentar os filhos sendo uma micro-empresária.

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