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Os ambientalistas e sua agenda anti-humana nos fazem de idiotas
por , sexta-feira, 24 de maio de 2013
A-health-worker-spays-DDT-006.jpgAlém das mortes de literalmente milhões de pessoas no Terceiro Mundo em decorrência da malária, o banimento do DDT também gerou inúmeras colheitas desastrosas, uma vez que insetos vorazes que eram combatidos pelo DDT puderam se proliferar novamente — e praticamente não há substitutos para o DDT a preços acessíveis nos países pobres. 

Não obstante todas as evidências de que o DDT, quando utilizado corretamente, não apresenta nenhuma ameaça para o ambiente, para os animais e para os seres humanos, os ambientalistas extremistas continuam defendendo sua proibição.  Só na África, milhões continuam morrendo de malária e de outras doenças.  Após a Segunda Guerra Mundial, o DDT salvou milhões de vidas na Índia, no Sudeste Asiático e na América do Sul.  Em alguns casos, as mortes por malária caíram para quase zero.  Após o banimento do DDT, as mortes por malária e por outras doenças voltaram a disparar.  Por que então o banimento não é revogado?

Porque este é justamente o objetivo destes extremistas: controle populacional.  Alexander King, co-fundador do Clube de Roma, disse: "Na Guiana, em menos de dois anos, o DDT já havia praticamente aniquilado a malária; porém, isso levou a uma duplicação das taxas de fecundidade.  Portanto, meu maior problema com o DDT, olhando em retrospecto, é que ele ajudou a intensificar o problema da explosão demográfica". 

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Dia da liberdade de impostos - 5ª edição
por , quinta-feira, 23 de maio de 2013
556116_10150823596976356_146784537_n.jpgO Brasil é um dos países em que mais se cobram impostos no mundo.  Neste ano, os brasileiros terão de trabalhar mais de 150 dias apenas para pagar os tributos cobrados pelo governo.  Para lembrar a data e chamar a atenção da opinião pública para a questão, será realizado pela quinta vez em São Paulo, o Dia da Liberdade de Impostos, em que a população poderá adquirir gasolina sem o preço dos tributos.  Além de São Paulo, o evento também será realizado no Rio de Janeiro e demais cidades ainda a confirmar.

O objetivo é conscientizar a população quanto à abusiva carga tributária do país. Muitos consumidores nem mesmo sabem, mas pagam cerca de 40% de imposto em cada produto comprado.  Para a gasolina, os tributos chegam a 53%. Trabalhamos praticamente cinco meses do ano apenas para bancar o governo.  Somos súditos, não cidadãos!

Em nome da "justiça social", Brasília e as demais esferas de governo arrecadam quase metade do que é produzido de riqueza no país.  Em troca, produzem muitas leis estúpidas e um mar de corrupção.  A renda per capita da capital é a maior do país, de longe. Como agravante, somos chamados pelo eufemismo de "contribuinte", como se estivéssemos fazendo uma doação voluntária (com o perdão do pleonasmo) para bancar a farra dos parasitas consumidores dos nossos impostos.  Esse ato imoral de nos tirar quase a metade do que ganhamos sob a mira de uma arma precisa ficar mais transparente.

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  Governo, mercado, desigualdade e criação de riqueza
        Local: Reitoria/UFAL - Maceió - AL
        Data: 06/06/2013 19:00


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