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Considerações sobre a submissão das pessoas aos desmandos do estado
por , quarta-feira, 23 de julho de 2014
estcolmo-sindromeb.jpgA intimidade pode gerar desprezo, mas também pode gerar algum tipo de sonolência ou tédio. 

Aquelas pessoas que nunca conheceram outro arranjo fora daquele em que vivem — mesmo que viva em um arranjo extraordinariamente problemático — tendem a não perceber nenhuma anomalia ao seu redor.  No mínimo, são incapazes de relacionar causa e consequência.  É como se fossem zumbis que caminham por aí indiferentes às coisas ao seu redor.

Essa é exatamente a postura das pessoas de hoje em relação ao estado.

Essa nossa postura conformista em relação ao estado ocorre não porque tal tipo de comportamento esteja predisposto em nossos genes, mas sim porque nossas condições de vida e nosso longo histórico de aceitação a este arranjo nos predispõem a encará-lo desta maneira resignada.  Já aquelas pessoas que chegaram a viver sob outros arranjos reagiram a tentativas de criação de um estado de maneiras bem distintas.  Foi somente quando populações humanas desenvolveram a agricultura e passaram a se estabelecer de em localidades fixas, que a humanidade se tornou mais condescendente com a dominação estatal.

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Gastos públicos, lucros privados
por , terça-feira, 22 de julho de 2014
Eike-Dilma-SergioCabral_Reuters (1).jpgVou lhes contar um segredo: sempre que o governo diz ser necessário "estimular a economia por meio de um aumento nos gastos públicos", o que ele na realidade está dizendo é que irá aumentar os lucros de alguns empresários privilegiados (ou ineficientes) à custa dos pagadores de impostos.

Os keynesianos defensores desta doutrina jamais tiveram a coragem moral de colocar as coisas desta maneira.  Eles sempre dizem que tudo é apenas uma questão de "criar empregos", de "reaquecer a economia", de "fomentar o crescimento", de "melhorar o tecido social", ou de "ajudar os mais desfavorecidos". 

Mas a crua realidade é esta: sempre que você apoiar um aumento nos gastos e um aumento no déficit orçamentário do governo, você está inevitavelmente defendendo privilégios aos empresários favoritos do governo.  Também está defendendo a socialização dos prejuízos daqueles empresários incompetentes que não souberam investir corretamente.

Isso vale para todo e qualquer tipo de aumento de gastos.  Se o governo disser que irá gastar mais com assistencialismo, os bancos irão financiar o déficit e os pagadores de impostos ficarão com os juros.  Se o governo disser que irá gastar mais com saúde, além dos bancos, as empresas do ramo médico — desde as grandes fornecedoras de equipamentos caros aos mais simples vendedores de luvas de borracha — também irão lucrar mais. 

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