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Por meio deste ato, eu me separo
por , segunda-feira, 29 de setembro de 2014
untitled1.jpgCada vez mais pessoas estão percebendo que a secessão — seja de um país em relação a uma região, seja de um estado em relação a um país — é uma medida viável, e até mesmo necessária, para contrabalançar o crescente ataque às liberdades civis e econômicas, a incrível incompetência monetária, e o inacreditável nível de corrupção do governo federal.

Quando tais condições se tornam intoleráveis para o indivíduo trabalhador e criador de riqueza, é o seu direito, é o seu dever, sair de sob o jugo deste governo que lhe espolia e criar novas guardas para sua segurança futura.

Mas por que esperar pela secessão do seu estado?  Por que esperar por algo que pode não acontecer?  Por que não fazer uma declaração pessoal de secessão?  Eis abaixo a minha ideia de como seria uma declaração pessoal de secessão.  Estimulo outras pessoas a fazerem essa mesma declaração, acrescentando ou subtraindo frases que considerarem relevantes.  Ou escreverem a sua própria declaração.  Façam cópias e distribuam para amigos e parentes, estimulando-os a fazer o mesmo.  Acima de tudo, mandem cópias para aquelas criaturas que estão no Congresso e para todos os outros tiranos que estejam no poder, especialmente para aquela figura que reside no palácio presidencial.

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O que houve com a economia brasileira?
por , sexta-feira, 26 de setembro de 2014

dilma-rousseff-620x450.jpgComo o IBGE divulgou no final de agosto, a economia brasileira está oficialmente em recessão.  Já são dois trimestres seguidos de encolhimento da economia, e é isso o que configura aquilo que os tecnocratas chamam eufemisticamente de "recessão técnica".

Só que a real situação é ainda pior do que esses números sugerem. 

Analisando o que houve com os investimentos em máquinas, equipamentos, instalações e infraestrutura — e os investimentos são a variável mais importante do PIB porque são eles que indicam a saúde da economia e são eles que permitem que a situação futura seja melhor —, o quadro é desolador.

Comparando o segundo trimestre de 2014 com o segundo trimestre de 2013, os investimentos encolheram incríveis 11,2%.  Vale enfatizar: onze por cento!

Isso não é um fenômeno corriqueiro; isso não é um mero soluço.

Mas tudo ainda piora. Em termos trimestrais — ou seja, comparando um trimestre com o trimestre imediatamente anterior —, os investimentos vêm caindo por quatro trimestres seguidos

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        Data: 02/10/2014 19:00


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