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Desvalorizar o câmbio estimula o crescimento econômico?
por , quinta-feira, 17 de maio de 2012
cc3a2mbio1.jpgUma moeda forte, além de permitir aos seus usuários desfrutar mais bens por meio de mais importações, também lhes propicia uma maior qualidade de vida.  Viagens internacionais e produtos eletrônicos exóticos se tornam mais acessíveis aos consumidores.  Os produtores nacionais, por sua vez, conseguem acesso mais barato a recursos e a bens de capital estrangeiros.  Ainda que seus preços de venda no mercado interno se mantenham inalterados — em decorrência da solidez monetária — o resultado é que seus lucros tendem a ser maiores.

Igualmente, as exportações também tendem a aumentar.  A taxa de câmbio representa apenas uma fatia do custo total que os estrangeiros têm de pagar para importar bens desta economia.  Tão importante quanto a taxa de câmbio é o custo deste bem em sua própria moeda nacional.  Que diferença faz para o importador dos bens da economia brasileira se, por exemplo, o real está 10% mais barato em relação ao dólar e, ao mesmo tempo, os preços domésticos no Brasil subiram também 10% em decorrência da inflação monetária?  O efeito é nulo.  Por outro lado, com uma moeda forte permitindo a importação maciça de bens de capital mais baratos, os custos de produção tendem a cair e a produtividade tenda a aumentar, o que irá reduzir os preços internos e, consequentemente, estimular as exportações.  É assim que uma moeda forte estimula também o setor exportador.

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Austeridade, otimismo e a dissolução do estado assistencialista keynesiano
por , quarta-feira, 16 de maio de 2012
austerity-protests-storypic.jpgOs keynesianos e os declaradamente anti-keynesianos se deram as mãos e, atuando em conjunto, passaram a propagandear um erro intensamente keynesiano: falar sobre a "austeridade" fiscal na Europa como sendo um fato negativo. A palavra "austeridade", que surgiu com a crise da dívida do governo da Grécia dois anos atrás, tem sido utilizada pela mídia como tendo exclusivamente um único sentido: reduções nos gastos dos governos nacionais.  A palavra não é utilizada em relação à economia como um todo.

Mais do que isto: a palavra tem sido utilizada para explicar as contrações nas economias da Europa.  Fala-se que as reduções nos gastos dos governos estão causando a recessão das economias europeias.  Esta explicação é baseada inteiramente nos modelos keynesianos que dominam os livros-textos. Mas há um problema: não houve reduções nos gastos.  Ao que tudo indica, para a mídia, "austeridade" não significa o mesmo que significa para uma pessoa normal: cortes severos nos gastos governamentais.  Ao que tudo indica, "austeridade" significa não haver absolutamente nenhum corte de gastos.

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  O papel do Banco Central - Uma Introdução à Escola Austríaca - Helio Beltrão
        Local: Universidade Positivo - Curitiba - PR
        Data: 23/05/2012 19:00
  IV Congreso Internacional - La Escuela Austríaca en el Siglo XXI
        Local: Campus Rosario - Universidad Católica Argentina
        Data: 06/08/2012 09:00


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