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Keynes tem que morrer para que a economia sobreviva
por , sexta-feira, 27 de maio de 2016

keynes.jpgPaul Samuelson, que viria a se tornar um dos mais notáveis propagandistas mundiais do keynesianismo, admitiu em um momento de rara sinceridade que, quando leu o livro pela primeira vez, não conseguiu ter "a menor ideia do que se tratava". 

"Acho que não estou revelando nenhum segredo", disse ele, "quando afirmo solenemente — com base em lembranças pessoais vívidas — que ninguém em Cambridge, Massachusetts, realmente conseguiu entender o que estava escrito no livro, até mais ou menos doze ou dezoito meses após a publicação."

A Teoria Geral, prosseguiu ele, "é um livro mal escrito e mal organizado; qualquer leigo que, ludibriado pela reputação passada do autor, comprasse o livro, teria sido lesado em cinco xelins. Não é adequado para uso em sala de aula. É arrogante, rancoroso, polêmico e pouco generoso em seus créditos. É cheio de mistificações e confusões. ... Em suma, uma obra de gênio."

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O exemplo irlandês - como a redução dos gastos do governo impulsionou o crescimento da economia
por , quarta-feira, 25 de maio de 2016

dublin.jpgA ideia de limitar o crescimento anual das despesas do governo à inflação de preços (IPCA) do ano anterior, embora longe do ideal, já representaria um grande avanço em relação à verdadeira esbórnia que impera hoje, em que os gastos do governo aumentam sem qualquer critério.

De 2006 a 2015, o gasto não-financeiro do governo (com pessoal, custeio, programas sociais e investimentos) cresceu 93% acima da inflação e chegou a R$ 1,16 trilhão — com a regra defendida pela atual equipe econômica, o atual volume dos gastos do governo estaria em "apenas" R$ 600 bilhões.

Mais ainda: em 15 anos, os gastos do governo só não cresceram acima da inflação uma única vez.

A atual medida é boa, porém, ainda é insuficiente.  Pode-se fazer muito mais.  E há exemplos práticos nos quais podemos nos espelhar.  Em vez de limitar o crescimento dos gastos, por que não cortar diretamente os gastos?  Foi o que fez a Irlanda.  E os resultantes foram surpreendentes.

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