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Para impedir a destruição do real e do setor industrial, o Banco Central tem de ter concorrência
por , quarta-feira, 6 de maio de 2015

alexandre-tombini.jpgSe as vendas das Casas Bahia diminuem e os estoques se acumulam, a primeira medida dos donos das Casas Bahia não será a de demitir empregados; será a de diminuir a encomenda de novos estoques.  Se há geladeiras, fogões, televisões e móveis se acumulando nos armazéns das lojas, então a encomenda de novos estoques será suspensa.

Ato contínuo, os fornecedores das Casas Bahia — o setor atacadista — reduzirão suas encomendas para as indústrias.  E as indústrias, por sua vez, reduzirão sua produção.  Consequentemente, seu faturamento irá diminuir.  E aí, o primeiro recurso das indústrias será dar férias coletivas.  Se as coisas não melhorarem, demissões serão inevitáveis.

Por outro lado, se a renda da população estiver em alta, mas os preços se mantiverem estáveis (um arranjo que ocorre quando o câmbio está se valorizando), ocorrerá o cenário inverso: as vendas das Casas Bahia aumentarão mensalmente, e a empresa terá continuamente de encomendar novos estoques para repor os seus armazéns.  Tanto os atacadistas que vendem para as Casas Bahia quanto as indústrias que vendem para os atacadistas terão de investir mais e contratar mais.

Esse simples exemplo mostra por que, nos ciclos econômicos, os setores da economia que mais se expandem e que mais se contraem são aqueles que estão no início da cadeia produtiva

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O alto custo de se planejar centralmente o clima global
por , terça-feira, 5 de maio de 2015
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Um fator de extrema importância é a necessidade de energia para a produção e distribuição de água limpa. A atual seca na Califórnia (e em várias regiões do Brasil) nos lembrou de que água potável é um recurso escasso, mesmo que o governo goste de tratá-la como se não fosse.  

Ainda assim, mesmo com a crescente demanda originada por populações cada vez maiores, água limpa e potável pode ser produzida por meio do uso de energia intensiva, como dessalinização e aquedutos com bombeamento.

Hoje, esses métodos ainda não são economicamente viáveis porque o problema da escassez de água pode ser resolvido por meios mais baratos, como transposição de rios e o uso de aquedutos que trabalham com a força da gravidade.

No futuro, no entanto, à medida que a população for crescendo e a água for se tornando cada vez mais escassa, a resposta mais prática para o problema terá inevitavelmente de passar por soluções que requerem um uso mais intenso da energia.  Só que, ao defender o planejamento centralizado e ao limitar artificialmente o uso de energia, o que o lobby do aquecimento global quer fazer é elevar o custo do processamento de água e, ao mesmo tempo, inibir o progresso tecnológico que resultaria da experiência prática na produção e processamento de água potável.

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