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Agradeçamos ao capitalismo pelo fim de semana e pela redução da jornada de trabalho
por , terça-feira, 1 de setembro de 2015
familia.jpgLeis impondo uma redução na jornada semanal de trabalho irão prejudicar justamente aqueles trabalhadores que elas supostamente deveriam proteger.

A idéia de que são necessárias leis que limitem a jornada para proteger os trabalhadores é um mito: o capitalismo, por meio de seus próprios mecanismos de incentivos, reduziu a jornada de trabalho ainda na época em que não havia nenhuma lei regulamentando as jornadas.

Ao longo do século anterior, as forças de mercado já haviam derrubado a jornada semanal média nas indústrias, de quase 70 horas para apenas 50 horas.  Em outras indústrias, a jornada era ainda menor.  Em 1930, por exemplo, operários das ferrovias trabalhavam uma media de 42,9 horas por semana.  Já os carvoeiros trabalhavam uma média de apenas 27 horas. (Confira os números aqui).

Henry Ford implantou uma jornada semanal de 40 horas em 1926 porque ele acreditava que consumidores com mais tempo livre iriam comprar mais produtos.  Outras grandes empresas fizeram o mesmo.  Apenas um ano depois, 262 grandes empresas já haviam adotado uma semana de trabalho de 5 dias.  Pela primeira vez na história, as pessoas estavam usufruindo fins de semana livres.

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Milhões, bilhões, trilhões: o desastre do socialismo venezuelano se intensifica
por , segunda-feira, 31 de agosto de 2015
food-lines-620x437_r5egit.jpgUma pesquisa do Instituto Cendas, que é venezuelano, revelou que mais de um terço dos gêneros alimentícios não mais são encontrados nas prateleiras de absolutamente nenhum supermercado.  Adicionalmente, os vegetais encarecem a um ritmo de 32% ao mês, as carnes sobem 22% também mensalmente, e o feijão dispara 130%, também a cada mês.  Consequentemente, o prato básico do venezuelano, contendo arroz e feijão, se tornou um luxo.

Com a falta de remédios, os venezuelanos estão tendo, humilhantemente, de recorrer a medicamentos para cachorro.  Como consequência, os próprios cachorros também começaram a sofrer, já que esse aumento da demanda por medicamentos veterinários está diminuindo a oferta disponível de remédios para serem usados nos próprios cachorros.

Está havendo também uma escassez de contraceptivos, o que vem aumentando a taxa de gravidezes indesejadas no país.  Para piorar, também há escassez de fraldas e leite, itens essenciais para os recém-nascidos.

A inconversibilidade da moeda venezuelana está causando até mesmo o desaparecimento da cerveja, uma vez que os produtores nacionais não mais estão conseguindo importar a matéria-prima necessária — malte e cevada — para a fabricação da bebida, pois não conseguem trocar bolívares por dólares.

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