
Além
das mortes de literalmente milhões de pessoas no Terceiro Mundo em decorrência
da malária, o banimento do DDT também gerou inúmeras colheitas desastrosas, uma
vez que insetos vorazes que eram combatidos pelo DDT puderam se proliferar
novamente — e praticamente não há substitutos para o DDT a preços acessíveis
nos países pobres.
Não
obstante todas as evidências de que o DDT, quando utilizado corretamente, não
apresenta nenhuma ameaça para o ambiente, para os animais e para os seres
humanos, os ambientalistas extremistas continuam defendendo sua proibição. Só na África, milhões continuam morrendo de
malária e de outras doenças. Após a
Segunda Guerra Mundial, o DDT salvou milhões de vidas na Índia, no Sudeste
Asiático e na América do Sul. Em alguns
casos, as mortes por malária caíram para quase zero. Após o banimento do DDT, as mortes por
malária e por outras doenças voltaram a disparar. Por que então o banimento não é revogado?
Porque
este é justamente o objetivo destes extremistas: controle populacional. Alexander King, co-fundador do Clube de Roma,
disse:
"Na Guiana, em menos de dois anos, o DDT já havia praticamente aniquilado a
malária; porém, isso levou a uma duplicação das taxas de fecundidade. Portanto, meu maior problema com o DDT,
olhando em retrospecto, é que ele ajudou a intensificar o problema da explosão
demográfica".