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Secessão, descentralização e competição
por , quinta-feira, 18 de setembro de 2014

1402538772923.jpgHoje a Escócia vai às urnas para decidir se irá ou não se separar do Reino Unido e se tornar um país independente.  Até o momento, grande parte dos argumentos levantados pelos contrários à secessão gira em torno de minúcias — qual moeda será adotada?  De quem realmente será o controle do petróleo do Mar do Norte?  A Escócia irá se juntar à União Europeia?

Ainda temos de esperar para ver o que ocorrerá se a Escócia se separar.  Pessoalmente creio que o grande precedente que será aberto caso um país geograficamente pequeno se separe pacificamente em dois já seja o suficiente para torcermos pela secessão.  Torcendo pela secessão da Escócia estão os catalães e os bascos, os bretões e os corsos, os tiroleses, os venezianos e os flamengos, todos eles sonhando com nações próprias incrustadas na Espanha, na França, na Itália e na Bélgica.

Na última década do século XX, a União Soviética e a Iugoslávia se separaram em 22 nações, e a Tchecoslováquia se fragmentou em duas.  E se o País de Gales decidir imitar a Escócia, melhor ainda.  Com alguma sorte, agora sem a influência esquerdista de seus vizinhos, a Inglaterra pode voltar a ser um local bem respeitável.

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Um mercado totalmente desregulamentado e que nenhum governo (por enquanto) pretende regular
por , quarta-feira, 17 de setembro de 2014

namorados-internauta.jpgAo longo da história da humanidade, o casamento sempre foi um sacramento religioso e, como tal, sempre foi governado por leis religiosas e sempre foi um assunto exclusivamente religioso.  A Igreja reconhecia que, dado que o casamento era um sacramento, o estado não tinha nenhum direito de regular o matrimônio, assim como também não tinha nenhum direito de regular quem poderia ser batizado ou quem poderia ser ordenado padre.

Com efeito, na Idade Média, qualquer casal poderia se tornar sacramentalmente casado sem ter de recorrer a nenhum membro do clero, e muito menos a algum burocrata do estado.  Na ausência de algum membro do clero, o casal poderia simplesmente proferir suas juras na presença de qualquer testemunha laica.  Feito isso, o casamento era perfeitamente válido de acordo com as próprias leis da Igreja. 

Ou seja, naquela época, o casamento representava um laço privado, de cunho religioso, feito por dois indivíduos.  Nenhum certificado estatal era necessário. Com o tempo, os governos foram se apossando deste mercado, e hoje o regulam completamente.  E há um motivo para isso: os governos não resistiram à urgência de controlar um assunto que até então era tradicionalmente religioso e totalmente fora de sua alçada; e não resistiram à tentação de transformar uma instituição religiosa em uma instituição governamental.

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