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Como empreendedores melhoram - ou pioram - a sociedade
por , sexta-feira, 29 de agosto de 2014

abilio-antonio.jpgO que pode inequivocamente ser dito sobre o lucro ou prejuízo do capitalista é isto: seu lucro ou prejuízo são a expressão quantitativa do tamanho de sua contribuição para o bem-estar de seus semelhantes, isto é, os compradores e consumidores de seus produtos, que renunciaram ao dinheiro deles em troca do produto oferecido pelo capitalista, produto este que, no entendimento subjetivo dos consumidores, valia mais do que a quantia monetária da qual abriram mão.

O lucro do capitalista indica que ele soube transformar, com sucesso, meios de ação que eram socialmente menos valorizados e estimados em meios mais valorizados e estimados.  Em outras palavras, ele soube avaliar que os preços dos fatores de produção estavam baixos em relação aos possíveis preços futuros dos bens e serviços produzidos por esses fatores de produção.  Ao agir assim, ao saber como recombinar estes fatores de produção, ele criou valor e, consequentemente, aprimorou o bem-estar social.

Mutatis mutandis, o prejuízo do capitalista indica que ele usou insumos mais valiosos para a produção de produtos menos valiosos e assim desperdiçou meios físicos escassos e empobreceu a sociedade.

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O que causou a grande fome da Irlanda?
por , quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Famine_memorial_dublin.jpgO que causou a fome?  A teoria popular diz que os irlandeses eram promíscuos, preguiçosos e excessivamente dependentes da batata.  Como resultado, eles morreram como moscas quando surgiu uma praga que arruinou sua principal fonte alimentícia — e tudo isso durante um dos mais rápidos períodos de crescimento econômico já vivenciados pela humanidade.

Teria sido essa inanição um acidente ecológico, como normalmente dizem os historiadores?  Como a maioria das inanições já registradas, a irlandesa pouco tinha a ver com um declínio na produção de alimentos.  Adam Smith estava correto ao dizer que "safras ruins geram "escassez", mas é "a violência de governos bem-intencionados que converte escassez em inanição".

Com efeito, a mais evidente causa da inanição na Irlanda não foi uma fitopatologia, mas sim a até então longa e duradoura hegemonia política da Inglaterra sobre a Irlanda.  Os ingleses conquistaram e subjugaram a Irlanda repetidas vezes, e se apropriaram de seus vastos terrenos agrícolas.  Enormes fatias de terra do país foram repassadas compulsoriamente a latifundiários ingleses.  Esses latifundiários ingleses contratavam fazendeiros para administrar suas posses.  E esses fazendeiros, por sua vez, arrendavam pequenas fatias de terra à população irlandesa em troca de sua mão-de-obra e de uma parcela da produção total. 

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